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23/11/2009 - 11:59

AINDA MAL DAS PERNAS

O Boston segue preocupando. Venceu ontem o Knicks, em Nova York, mas precisou de uma prorrogação. Isso mostra claramente que o time anda mal das pernas.

Outro dia, um parceiro nosso deste botequim perguntou-me quais são os dez melhores jogadores da NBA na atualidade. Não coloquei Kevin Garnett e nem Ray Allen; mas indiquei Paul Pierce.

Mantenho a opinião. Garnett e Allen deixam a desejar neste momento, apenas Pierce tem jogado o que dele se espera.

Ontem, no Garden nova-iorquino, Pierce marcou 33. Sua melhor pontuação na temporada. Desestruturou a defesa adversária.Celtics Knicks Basketball

Garnett teve um desempenho sofrível nos arremessos: 4-15. Deixou a quadra nos braços da torcida alviverde por ter acertado o chute derradeiro que deu a vitória por 107-105, com a buzina soando com a bola no ar (foto AP).

Mas há que se olhar o todo. E o todo foi decepcionante.

KG terminou o prélio com apenas dez pontos e sete rebotes. Nenhum toco, mesmo com aquele tamanhão (2m11) e um corpinho de toureiro (115 quilos), o que favorece pular e chegar à lua.

Quanto a Allen, 3-13, sendo que ele fez 1-6 nas bolas triplas. Marcou 13 pontos; sofrível também.

E o que dizer de Rasheed Wallace, a grande contratação do Celtics para esta temporada? Jogou 15:21 minutos, arremessou três bolas de três e errou todas, fazendo o mesmo nas bolas de dois. Ou seja: 0-6!

Deixou a quadra zerado.

De bom, a melhora de Rajon Rondo nos lances livres (4-8) e seu desempenho como um todo (14 pontos, dez assistências e nove rebotes). Além dele, Kendrick Perkins, para quem muitos não davam nem um figo podre: 16 pontos, 13 rebotes e quatro tocos.

O Boston preocupa, pois Rajon e Perkins não são o suporte que Pierce precisa para levar o Celtics ao título. Pierce precisa de KG e Allen.

SOBERANO

Em contrapartida, o Lakers nada de braçada. É certo que só joga em casa (dez no Staples Center e apenas três como visitante), mas demole quem aparece pela frente.

Ontem, preparei-me para ver o jogo contra o Oklahoma City. Queria ver como seria o confronto contra a molecadinha do Thunder: Kevin Durant, Russell Westbrook e companhia.

Thunder Lakers BasketballComeça a partida e Thabo Sefolosha faz 2-0 para os visitantes. Logo depois Ron Artest acerta uma bola de três e coloca o Lakers na frente.

No ataque seguinte, Jeff Green dá o troco na mesma moeda e faz 5-3 para o Thunder. Na sequência…

… Bem, na sequência o Lakers faz uma corrida de 18-0 e acaba com o jogo. Resisti até o final do primeiro quarto, tempo para ver Kobe Bryant (foto AP) fazer duas cestas espetaculares.

A primeira, com a bola passando por trás da tabela e caindo de chuá; a segunda, no soar da buzina indicando o final do primeiro quarto, uma cesta de mão esquerda!

Final do quarto: Lakers 35-16 Oklahoma City.

Desliguei o laptop e fui dormir.

Liguei o laptop há pouco e vejo que o Lakers venceu por 101-85. Vejo também que Kevin Durant fez 8-20 e terminou a partida com 19 pontos. Artest anulou o muleke.

Aliás, se o Lakers for mesmo campeão, como todos apregoam — inclusive eu —, Kobe deveria pegar uma parte do salário desta temporada e depositar na conta do companheiro.

Sim, pois Artest vai quase sempre marcar os melhores jogadores dos adversários.

Quando o jogo for contra o Cleveland, ele vigiará LeBron James; nos encontros diante do Denver, Carmelo Anthony; Oklahoma City, como vimos, Kevin Durant; contra o Boston, Paul Pierce; Orlando, Vince Carter.

Enfim, a maioria dos melhores jogadores da NBA que arremessa atua na ala, com algumas exceções, como Dwyane Wade, Brandon Roy e Joe Johnson.

LÍDER

O Phoenix segue mais líder do que nunca na Conferência Oeste. E ao contrário do Lakers, já fez um montão de jogos fora de casa.

Aliás, o Suns realizou mais partidas fora do que no deserto. Em sua American West Arena foram cinco pelejas e cinco vitórias.

Foram de casa foram nove contendas, com meia dúzia de vitórias.

Ontem à noite, o time recepcionou o Detroit. Foi gentil apenas no início da partida. Depois, mandou ver.

Venceu por 117-91, com 20 pontos e nove assistências de Steve Nash.

Leandrinho Barbosa jogou um pouquinho mais: 22 minutos. Anotou dez pontos.

Autor: Fábio Sormani - Categoria(s): NBA Tags: , , , , , , , ,
02/11/2009 - 12:14

A NOITADA DE MELO E NENÊ

Carmelo AnthonyO Denver construiu ontem à noite sua terceira vitória na temporada. Bateu o Memphis por 133-123; não foi fácil.

O time do Tennessee vendeu caro a vitória. OJ Mayo esteve impossível em quadra: anotou 40 pontos para o Grizzlies; poderia ter roubado a vitória do Denver.

É, mas do outro lado havia Carmelo Anthony. O ala do Denver marcou nada menos do que 42 pontos e comandou o time colorado.

Melo é o cestinha do campeonato até o momento com uma média de 37.7 pontos por jogo! Muita coisa.

Nas três partidas disputadas até agora, sua menor produção foi na contenda de estréia, quando marcou “apenas” 30 pontos frente ao Utah. Na sequência, anotou 41 contra o Portland, fora de casa — e fez 42 ontem, como vimos.

ECO

É claro que a vitória do Denver não se resumiu aos 42 pontos de Carmelo Anthony. Seu jogo reverberou em seus companheiros.

Outros quatro atletas do Nuggets terminaram a partida com um duplo dígito na pontuação. A saber: Chauncey Billups 22, Nenê Hilário 18, Kenyon Martin 16 e Chris Andersen 12.

Mais do que isso: o Denver foi um time solidário em quadra. Fez 36 assistências contra 27 do Memphis.

BRASUCA

Nenê realizou uma grande partida. Não apenas pelos 18 pontos marcados, mas também pelo seu aproveitamento nos arremessos: acertou os seis tentados (100%).

Além disso, apanhou nove rebotes e deu seis assistências. Quase um “triple-double”? Não, ficou um pouco longe.

Mas quase saiu mais cedo do jogo: cometeu cinco faltas. Nenê precisa resolver esta questão, pois, como sempre digo, ele é importante para o time em quadra e não sentado no banco.

DEFESA

Kobe Bryant fez 41 pontos na vitória do Lakers diante do Atlanta por 118-110. Mas o nome do jogo foi Ron Artest.

Phil Jackson, ao ver Joe Johnson anotar 18 pontos no primeiro quarto do jogo, chamou Artest e disse que ele teria que conter o avanço inimigo.

Não deu outra: nos três quartos seguintes, com Artest fungando no cangote, JJ anotou apenas nove pontos.

E assim o Lakers construiu sua segunda vitória na competição.

Se alguém tinha dúvida se a troca de Artest por Trevor Ariza foi boa ou não, creio que depois do que foi mostrado ontem no Staples Center de Los Angeles essa dúvida dissipou-se.

VITÓRIA

Vocês se lembram do Toronto, que na segunda rodada deu uma sova no Cleveland em seu Air Canadá Centre? Pois bem: ontem, no mesmo palco, o Orlando, outro dos favoritos ao título, foi lá e venceu.

E mesmo sem Vince Carter, lesionado no tornozelo.

A vitória tem que ser creditada para os armadores do time: Jameer Nelson e JJ Redick. O primeiro fez 30 pontos, o segundo, 27.

Ah, sim, o Orlando jogou não apenas sem Carter, mas também sem Rashard Lewis, que segue suspenso pela NBA.

Quando esses quatro estiverem ao mesmo tempo em quadra, sai debaixo.

Os que apontaram o Orlando como um dos favoritos ao título do Leste, esfregam as mãos neste momento. O Magic, realmente, encanta com seu jogo sólido e equilibrado.

ROTINA

Boston Celtics

O Boston venceu novamente. Chegou a seu quarto triunfo nesta temporada, onde permanece invicto.

Diante dos fãs em seu TD Garden, o Celtics impôs-se ao New Orleans ao fazer 97-87.

Deem uma olhada nas pontuações: Paul Pierce 27, Ray Allen 17, Kevin Garnett 14 e Kendrick Perkins e Rasheed Wallace com 12 pontos cada um.

Podemos chamar isso de socialismo alaranjado?

Creio que sim.

Autor: Fábio Sormani - Categoria(s): NBA Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
28/10/2009 - 11:36

DERROTA E VITÓRIAS EMBLEMÁTICAS

O'Neal e LeBronA temporada mal começou, mas não gostei do que vi em Cleveland. Sim, pois o que vi em Cleveland foi o mesmo Cleveland da temporada passada: dependente ao extremo de LeBron James.

Se o que vi não foi a) análise equivocada de minha parte; b) desajuste natural de uma primeira partida de campeonato, seguramente o Cavs não terá chance alguma de conquistar seu primeiro título de campeão.

É impossível um jogador, sozinho, fazer uma equipe conquistar um campeonato. Já disse aqui: nem mesmo Michael Jordan conseguiu isso.

Enquanto LeBron James fazia tudo no Cleveland (38 pontos, oito assistências, quatro rebotes, quatro tocos e dois desarmes), no Boston a tarefa foi dividida. Como sempre.

Ray Allen anotou 16 pontos; Kevin Garnett deixou 13 no aro do Cavs e pegou ainda uma dezena de rebotes; o estreante Rasheed Wallace, que saiu do banco como todos previam, marcou 13 tentos em seu debu; e Paul Pierce cravou 23 pontos e confiscou ainda 11 rebotes.

Enquanto LBJ fazia uma força danada para pontuar, Pierce, calmamente, anotou os últimos oito pontos do Boston e decretou a vitória do Celtics por 95-89.

Pierce joga sem fazer força – o mesmo eu não consigo ver em LeBron.

Foi o primeiro triunfo do alviverde de Massachusetts em Ohio desde 2004. Colocou-se um ponto final neste incômodo tabu que durava oito partidas.

Depois do jogo de ontem fiquei mais convicto ainda: se nenhum jogador do Boston se contundir durante a temporada, não vai ter pra ninguém no Leste.

Enquanto isso, no Oeste, o Lakers fez uma festona dentro do Staples Center.

A cerimônia de entrega do troféu e dos anéis aos campeões da temporada passada foi muito bonita. E com direito a participação de alguns (poucos) veteranos jogadores que ganharam títulos desde que a franquia mudou-se de Minneapolis para Los Angeles.

Kobe BryantMagic Johnson, Jerry West, James Worthy, Norm Nixon, Michael Cooper, Jamaal Wilkes, A.C. Green, Rick Fox e Robert Horry estiveram presentes ao evento. Fiquei pensando enquanto via a festa: Shaquille O’Neal não deveria estar de terno e gravata junto com os outros veteranos?

Sei lá, acho que ainda estava contaminado pelo que tinha acabado de ver na Quicken Loans Arena de Cleveland.

Mas voltando a Los Angeles, o jogo foi legal. Dava para ver que o Lakers não iria perder, como não perde, venceu por 99-92, mas o Clippers não fez feio.

Ficou provado, pelo que pude constatar, que o tricolor angelino, com a presença de Blake Griffin, será um time e tanto para se ver e se apostar.

O destaque da partida acabou sendo Kobe Bryant. Ele anotou 33 pontos e fisgou oito ressaltos.

Mas não dá para não falar dos 26 pontos e 13 rebotes de Andrew Bynum. Bem como os 16 pontos e 13 rebotes de Lamar Odom.

Ron Artest teve uma estréia discreta: dez pontos, cinco rebotes e quatro assistências.

Kobe, Bynum, Lamar e Artest. Ah, sim, Pau Gasol não jogou por estar machucado.

Enquanto isso, em Cleveland, tudo nas costas de LeBron James. Se Shaq não tirar o paletó e a gravata, vai mesmo ficar para o ano que vem.

Mas, como disse acima, a temporada mal começou. Vamos, pois, aguardar.

NOTINHAS

Não pude ver as vitórias do Washington diante do Dallas (102-91) e do Portland sobre o Houston (96-87). Se alguém assistiu e quiser nos informar o que aconteceu no Texas e no Oregon, nossos ouvidos estão atentos.

Autor: Fábio Sormani - Categoria(s): NBA Tags: , , , , , , , , , , ,
03/10/2009 - 16:23

PESO DA IDADE INCOMODA DUNCAN

Tim Duncan está chegando ao fim da linha. Foi ele mesmo que admitiu isso em San Antonio, onde o time se ajeita para a próxima temporada.

“A janela está se fechando para mim”, disse Timmy. “E em direção ao fim de minha carreira”.timmy

Timmy revela que está sentindo o peso da idade. Mas ele não é tão veterano assim, pois completou 33 anos em 26 de abril passado.

Mas a gente sabe como são os grandes atletas: exigentes. Duncan sente que já não é mais o mesmo em quadra.

“E tudo isso é verdade”, completa, referindo-se ao fato de que quanto mais o tempo passa, as coisas ficam mais difíceis.

Pensando mais em não sofrer durante a temporada do que em prolongar sua brilhante carreira, o pivô apresentou-se ao Spurs sete quilos mais magro. Espera, com isso, aliviar o corpo.

Para ajudar nesse processo de se poupar Duncan em quadra, a franquia contratou outro grandalhão: Antonio McDyess. Com McDyess no grupo, Duncan vai sofrer menos.

Os dois poderão jogar juntos, revezando-se nas posições 4 de 5, ou então McDyess pode dar um refresco para Timmy durante as partidas. Theo Ratliff, veteraníssimo (14 temporadas na NBA, 36 anos), é outro que chega para ajudar no revezamento.

BRASUCA

Os olhos de Gregg Popovich brilham quando o nome de Tiago Splitter é pronunciado. O treinador espera poder contar com o catarinense para a temporada 2010/11.

Splitter bem que poderia já estar em San Antonio. Preferiu ganhar uns trocados agora na Europa.

Subtraiu um ano de seu provável convívio com Duncan para amealhar US$ 10 milhões, dinheiro esse que ele recuperaria facilmente jogando na NBA.

Por isso, eu jamais faria a escolha que Tiago fez.

Splitter, pra mim, foi mal orientado. Pensou curto. Não percebeu que a carreira de Timmy encurta a cada ano que passa.

Splitter tem que aproveitar Timmy. Para muitos, o melhor ala/pivô da história da NBA.

Não tem professor melhor, atualmente, para ensinar a Tiago os segredos do garrafão. Era nisso que o brasuca deveria pensar.

sashaSARGENTÃO

Phil Jackson chamou Sasha Vujacic em seu escritório assim que os jogadores do Lakers se apresentaram para essa temporada.

“Sente-se”, disse P-Jax ao esloveno. “Preste atenção no vídeo”.

Acionou a tecla “play” e Sasha se viu em várias cenas da temporada passada. Em todas aparecia o armador correndo com ou sem a bola, mas sempre arrumando o cabelo, onde alguns fios rebeldes teimavam em escapar da fitinha preta que tinha a missão de controlar a todos.

“Você passou a maior parte do tempo em quadra arrumando o cabelo do que pensando no jogo”, disse Phil.

“Verdade”, admitiu Sasha, vendo e revendo as jogadas, completamente batido pelos lances apresentados no vídeo.

“Portanto, assim que acabar o treino de hoje, procure um barbeiro e corte esse cabelo”.

Sasha acatou a ordem do chefe.

EXEMPLOS

Kobe Bryant e Derek Fisher foram os dois jogadores do Lakers que se apresentaram em melhores condições físicas. “São exemplos para o grupo”, disse Phil Jackson.

E são mesmo.

Kobe, aliás, pela primeira vez desde que chegou à NBA, há 13 temporadas, ficou dois meses sem tocar na laranjinha. Descansou com a família (foi a Paris passear) e cumpriu compromissos agendados pela NBA (esteve na China).

Antes de pegar na bola, arrumou a mala e desarrumou-a em Houston. Foi atrás de Hakeem Olajuwon.

Muitos dos frequentadores desse botequim conhecem a história, mas relato para os que não sabem.

Michael Jordan era conhecido (também) por ter um arsenal incontável de jogadas. Sempre que uma temporada começava, MJ vinha com uma novidade. E isso atormentava ainda mais seus marcadores.

Kobe foi até Hakeem (um dos maiores pivôs da história da NBA) atrás de alguns segredos da posição. Mas por que, se ele não é pivô?

Pergunta pertinente. Eis a resposta: Kobe joga muito próximo ao garrafão, quer ter a vida facilitada.

Procurou o professor certo.

ALEGRIAKOBE E RON

Mark Cuban, o desmiolado dono do Dallas, declarou recentemente no Texas que aprovou a contratação de Ron Artest pelo Lakers. “Ele vai destruir o ambiente”.

Com isso, imagina Cuban, o Lakers vai sofrer nesta temporada e não será nem sombra do time que foi no campeonato passado, quando ganhou o título.

Será mesmo que Artest destruirá o ambiente interno do Lakers? Penso que não; Artest não é mais louco do que Dennis Rodman.

Quando “The Worm” quando chegou ao Chicago, muitos apostavam nesse cenário também. Mas Phil Jackson, Michael Jordan e Scottie Pippen domaram o tresloucado jogador.

Kobe não é MJ, mas é o MJ desta geração. Tem moral entre os boleiros e é o cara mais respeitado entre todos na liga.

E P-Jax continua sendo P-Jax – e mais durão ainda, basta ver o caso mencionado acima envolvendo Sasha Vujacic.

Sem contar no poder de persuasão e na fala mansa de Derek Fisher, um cara que é venerado até pelos adversários pelo seu histórico na NBA.

Como disse acima, se Artest (na foto Reuters ao lado de Kobe) tentar colocar as asinhas de fora, elas serão podadas rapidamente pelo trio.

INÍCIO

A “Pre-Season” já começou. Dois jogos já foram realizados.

Na quinta-feira, o Denver foi a Salt Lake City e levou uma sova do Utah: 103-87. Nenê jogou apenas 17 minutos, brigou mais contra as faltas do que contra os pivôs adversários.

Fez cinco e ficou boa parte do jogo no banco. Está, também, recuperando-se aos poucos da fratura no braço, que impediu-o de se juntar à seleção brasileira que venceu a Copa América em Porto Rico.

Nos 17 minutos em quadra, anotou quatro pontos, pegou três rebotes e fez uma dupla de assistências e desarmes.

Ontem foi a vez de Indiana e Chicago debutarem nesta temporada. O prélio foi em Indianapolis, mas o Bulls não se intimidou: venceu por 104-95.

O que me impressionou foram os números do novato Taj Gibson, recrutado da USC. Gibson atuou meia hora; marcou 19 pontos (cestinha do Chicago), apanhou nove rebotes (cinco no ataque), deu uma assistência e um toco também.

Fiquei empolgado! Que seja sempre assim durante a temporada (falo agora com os torcedores do Chicago, desculpem-me, pois, os que me conhecem, sabem da minha preferência pelo tricolor de Illinois).

Luol Deng, rapaziada, também jogou bem: 15 tentos, cinco rebotes, três assistências e igual número de desarmes também. Que ótimo; se ele jogar como no início de sua carreira na NBA…

John Salmons também anotou 15 pontos.

Outro que deixou a quadra do Conseco Fieldhouse com um duplo dígito na pontuação foi Derrick Byars, outro “rookie” do Bulls para essa temporada. Marcou 12 pontos.

Que não seja fogo de palha!

PROSSEGUIMENTO

Hoje à noite tem mais um jogo programado. O Denver volta à quadra para enfrentar o Partizan Belgrado, da Sérvia.

Pena que a gente não pode ver os jogos.

NOVIDADE

A TNT vai mostrar os jogos da NBA nesta temporada. Soma-se à ESPN.

É tevê a cabo também, mas é uma opção a mais para a galera.

E quanto ao NBA League Pass, está escrito na capa do site: “Coming Soon”. Ou seja: em breve a liga estará disponibilizando o pacote.

RECADO

Respondi boa parte dos comentários postados no texto de ontem sobre a escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016.

Agradeço a todas as mensagens, respeito o ponto de vista de todos, mas não irei mais debater o assunto, pois ele me parece interminável. Cada lado tem seus argumentos; e eles são fortes.

Bola pra frente e que tudo de bom ocorra para o país e para o Rio de Janeiro, em especial, até a abertura da Olimpíada.

Autor: Fábio Sormani - Categoria(s): NBA, Seleção Brasileira Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
15/09/2009 - 23:52

NBA E A LEI DA MORDAÇA

Tem umas coisas na NBA que eu juro que não consigo entender. Essa punição da liga a Stephen Jackson beira o ridículo.

Se você não sabe a história, eu conto.

Jackson, insatisfeito por jogar no Golden State (e com razão, afinal, a franquia é fraca e se um dia o campeonato começar sem o Warriors, talvez alguém vai se dar conta disso lá por fevereiro), insatisfeito com o Golden State, dizia eu, Jackson pediu publicamente para ser trocado. Pronto, sobrou pra ele.

Respaldada pelo regulamento que dita as normas de comportamento dos jogadores e que não permite a nenhum deles desejos desse tipo, a NBA julgou o caso e determinou que Jackson vai ter que pagar (do próprio bolso) US$ 25 mil. No comunicado, a liga lembra que fez o mesmo com Ron Artest quando este, jogador do Indiana, pediu para fazer as malas também.

Isso posto, quero manifestar o meu protesto contra essa “lei” exdrúxula que vai de encontro ao que os norte-americanos mais se orgulham: a liberdade. Nesse caso, de expressão.

Lamentável; é o mesmo que amordaçar todos os jogadores.

Autor: Fábio Sormani - Categoria(s): NBA Tags: , ,
30/07/2009 - 19:31

LAMAR FICA NO LAKERS

Lamar Odom acabou de renovar com o Lakers. A notícia foi dada neste botequim pelo nosso parceiro Alex Manga – e a gente dá crédito à informação.

Peguei mais detalhes no “LA Times” e no site da ESPN. O acordo foi firmado da seguinte maneira: US$ 33 milhões por quatro anos, mas o Lakers terá o direito de exercer o último ano de contrato ou não.

Isso porque: 1) o jogador acabou de completar 30 anos; 2) a economia mundial ainda continua preocupante: 3) Lamar não encontrou nenhuma proposta boa no mercado neste momento, o que dirá daqui a quatro anos?

A renovação de Odom foi a melhor notícia que Phil Jackson e Kobe Bryant poderiam receber. Com ele no time e com a chegada de Ron Artest, o Lakers continuará sendo uma das equipes mais poderosas da NBA.

Super candidato ao título do próximo campeonato.

Se você torce o nariz para a capacidade de Lamar, os números dele na temporada passada foram: 12.3 pontos por partida (terceiro artilheiro do time) e 9.1 ressaltos (segundo melhor reboteiro do elenco).

Isso vindo do banco.

Gostou muito da versatilidade de Lamar. Ele é um jogador extremamente útil porque pode jogar até mesmo de armador dependendo da situação.

Como disse à época da entrega do prêmio de melhor reserva a Jason Terry, meu escolhido era Lamar Odom.

Autor: Fábio Sormani - Categoria(s): NBA Tags: , , , , ,
10/07/2009 - 11:54

UM JEITO DE DRIBLAR O “CAP”

Seguinte: a gente tem que tentar entender algumas negociações que são feitas na NBA. Vamos pegar o caso de Anderson Varejão.

Norte-americanos e brasileiros, em sua grande maioria, estão indignados com a grana que o Cleveland ofereceu para Anderson Varejão. Muitos entendem que ele não vale os US$ 42.5 milhões que a franquia ofereceu a ele por seis anos de acordo.

Conversando com Pedro José, um dos parceiros deste botequim, disse a ele que o novo contrato oferecido pelo Cavs ao capixaba não é uma garantia de que o jogador vá mesmo permanecer em Ohio esse tempo todo.

Tudo indica que sim, mas pode ser também uma maneira de se driblar o “salary cap” no futuro, ainda mais agora com a diminuição do teto salarial.

Um clube pode oferecer quanto quiser para um jogador que faça parte de seu elenco sem ter que se preocupar em estourar o teto e nem ter que pagar nenhum dólar de multa por isso. Desta maneira, você fica com o bolso mais cheio no momento de fazer negócios.

Por exemplo: digamos que o Cleveland tivesse renovado com Varejão por US$ 2 milhões por temporada. Na metade do próximo campeonato o Cavs se interessa por Ron Artest, que assinou com o Lakers por US$ 6 milhões.

E o Lakers, também chateado com o comportamento de Artest, queira trocá-lo e pense em um cara para jogar dentro do garrafão com as características de Varejão.

Para concretizar o negócio, o Cleveland teria que mandar para o Lakers Varejão e mais um jogador de seu elenco que ganhe US$ 4 milhões para totalizar os US$ 6 milhões do salário de Artest.

Ao assinar com o brasuca por US$ 7 milhões nesta temporada, o Cleveland poderia colocar Varejão na troca e ainda pegar um troco.

Vamos até a Flórida agora.

De Orlando vem a notícia de que o Magic está renovando o contrato do medíocre Marcin Gortat (foto) por US$ 34 milhões por cinco anos, o que dá algo em torno de US$ 6.8 milhões por temporada.

Junto com os números vem a informação que o Magic vai renovar para depois trocar.

Vamos pegar o mesmo exemplo citado acima e trocar um dos personagens; no caso, Anderson Varejão. Agora é o Orlando quem se interessa por Artest e o Lakers precisa de um pivô.

A troca seria perfeita: Artest por Gortat e ponto final.

É assim que os clubes fazem para driblar o “cap”. Mas é uma faca de dois gumes, pois não é garantia de se trocar esse jogador futuramente; a menos que você já tenha engatilhado um negócio – que é o que parece estar acontecendo com o Orlando envolvendo o Dallas.

Pra encerrar nossa conversa, é bom deixar claro que não há sinal algum em Cleveland de que o Cavs vá fazer isso com Varejão. A franquia entende que Varejão é merecedor do que foi-lhe oferecido.

Autor: Fábio Sormani - Categoria(s): NBA Tags: , , , , , , , ,
08/07/2009 - 22:03

NBA DEFINE “CAP” PARA PRÓXIMA TEMPORADA

Bem, muitos (ou talvez todos) de vocês já sabem: a NBA definiu o “cap” desta próxima temporada. O valor foi menor do que o gasto na passada.

Ou seja: caiu de US$ 58.7 milhões para US$ 57.7 milhões.

Foi a segunda vez na história da liga que há o rebaixamento do teto salarial, criado em 1983. Na temporada 2002-03 o “salary cap” decresceu de US$ 42.5 milhões para US$ 40.2 milhões.

Não dá para dizer que os times foram pegos de calça curta. Sim, pois o boato era crescente de que isso iria ocorrer.

A NBA avaliou que embora tenha havido um crescimento de 2.5% nas receitas (direitos de TV, rádio, internet, venda de ingressos, publicidade, patrocinadores) a crise financeira mundial tratou de roer os ganhos.

Para evitar a quebradeira geral, o teto foi rebaixado.

O que isso significa? Muita coisa.

Aí, eu me pergunto: será que o Toronto teria oferecido US$ 53 milhões em cinco anos para Hedo Turkoglu se soubesse deste rebaixamento? E o Lakers, será que teria dado US$ 18 milhões em três temporadas para Ron Artest?

Alguém pode dizer: mas foi de apenas US$ 1 milhão a economia, pouca coisa. Sim, se olharmos por este ângulo apenas é verdade.

Mas o que os clubes esperavam é que houvesse um aumento no “cap”. Da temporada 2007-08 para a passada, por exemplo, houve um aumento de US$ 3 milhões.

Esperava-se, pela lógica, um crescimento nesta temporada na ordem de US$ 5 milhões.

Como não houve, ao contrário, somando-se o US$ 1 milhão de regressão, a perda no teto salarial foi algo em torno de US$ 6 milhões. Que passam para US$ 12 milhões porque a maioria dos times estoura o “cap” e a gente sabe neste botequim que pra cada dólar gasto além do teto paga-se outro dólar de multa.

E como eu já disse aqui, esse dinheiro da multa é distribuído entre os times que não estouram o “salary cap”. É pra incentivar as franquias a não serem perdulárias.

E agora, como é que fica? Sei lá, acho que muito jogador vai ter dificuldade para renovar contrato do jeito que queria.

Entre eles Anderson Varejão. A mídia em Cleveland dá como certa a renovação. Mas eu pergunto: será mesmo?

Tomara que sim, pois seria bom pra ele e pra seleção brasileira também.

Por falar em renovação, o Denver anunciou um novo acordo com Chris “Birdman” Andersen por cinco anos. O ala vai receber neste período US$ 26 milhões.

Só pra lembrar, na última temporada Andersen ganhou US$ 998 mil.

Autor: Fábio Sormani - Categoria(s): NBA Tags: , , , , , , , ,
03/07/2009 - 12:40

BOM PARA OS DOIS

Já é oficial desde ontem à noite: Ron Artest é do Lakers e Trevor Ariza é do Houston. Quem ganhou?

Acho que foi bom para os dois lados.

O Lakers, como disse ontem neste botequim, se fortalece demais, pois ganha em Artest (foto Reuters ao lado de Kobe) um defensor que ele praticamente só encontrava em Kobe Bryant. Mais ainda: o ciclotímico ala sabe pontuar – e meter bolas de três.

Cairá como uma luva, como se costuma dizer, no esquema do Lakers. Era o jogador que faltava – embora eu ainda clame por um armador, experiente, que possa substituir Derek Fisher.

Mas como amigo é para sempre, Fish não sairá de jeito nenhum do Lakers. Ele é chegado em Kobe e Phil Jackson.

Além disso, no momento do apuro, do sufoco, do aperto, ele apareceu e ajudou o time a ganhar seu 15º. título.

Vai, pois, ficar. Jordan Farmar e Shannon Brown vão dar o descanso que o veterano armador tanto precisa, e quando for o caso, Kobe arma o jogo, com Ron na posição dois e Luke Walton na três.

Bem, P-Jax vai ganhar US$ 13 milhões na próxima temporada e esse é um problema para ele resolver. E, cá para nós, de fácil solução depois da chegada de Artest.

Quanto ao Houston, Ariza também cairá como uma luva – perdoem-me novamente este surrado clichê, mas falta-me neste momento inspiração maior para encontrar algo mais apropriado.

Quanto ao Houston, dizia eu, o Ariza vai mesmo se integrar perfeitamente ao time. Resta saber se Tracy McGrady passará incólume a próxima temporada, sem contusões que o privem de trabalhar.

Com T-Mac e Ariza juntos, Rick Adelman pode se dar ao luxo de deixar Shannon Battier no banco e colocá-lo em quadra quando apertar a marcação for necessário.

Ariza (foto AP) é também um bom marcador, tem o “time” certo da jogada e por isso mesmo é um competente ladrão de bolas. Ajuda muito na defesa, mas não tem semelhante poder de marcação que Artest.

Se os amarelinhos têm ainda um problema – na armação, como disse –, os vermelhinhos seguem precisando de um pivô. Algo precisa ser feito rapidamente, pois Luis Scola, por mais brilhante e eficiente que seja não vai segurar, sozinho, esse rojão.

NBA

Anderson Varejão anunciou ontem em São Paulo que vai fazer no Rio de Janeiro um jogo com alguns astros da NBA. Local: Maracanãzinho; data: 9 de agosto; horário: 11 da manhã.

O capixaba disse que quer trazer LeBron James e que LBJ quer conhecer o Brasil. Eu costumo contextualizar muito essas declarações.

Lembro-me muito bem de um show do U2 no Brasil há uns dois anos. Bono Vox dizia, com a mesma potência de seu canto, que os brasileiros eram a melhor audiência que ele tinha encontrado. Uma semana depois, em Santiago do Chile, repetiu o discurso.

Portanto, não se empolguem quando um gringo fala bem do Brasil. Ao contrário da gente, que não tem papas na língua e fala o que der na telha, os demais povos do planeta procuram ser politicamente corretos – e respeitosos.

Dito isso, volto ao tema: King James no Brasil. Será que ele vem mesmo? Varejão disse que ele precisa encontrar uma data na agenda para ver se será possível.

Duvido – mas espero quebrar a cara, pois seria, sem dúvida alguma, sensacional ter o segundo maior jogador de basquete do mundo em terras tupiniquins.

Quanto ao evento, estará repleto de jogadores brancos e latinos. Os negros, norte-americanos, que são a essência do jogo, esses não deverão vir.

Autor: Fábio Sormani - Categoria(s): NBA Tags: , , , , , ,
02/07/2009 - 18:32

OS CASOS DE GORDON E VILLANUEVA

Ben GordonBen Gordon (à direita) não é mais do Chicago; Charles Villanueva deixou o Milwaukee.

Vocês, tarados por basquete como eu, já sabem que ambos foram para o Detroit. Quem ainda não sabia, ficou sabendo agora.

Vamos por parte, como diria… não direi, pois este clichê beira o insuportável. Vamos, pois ao que interessa.

Alguns torcedores do Chicago devem estar chorando a saída de Gordon; não deveriam. Ele não estava mesmo a fim de ficar na Windy City. Recebeu pelo menos duas ótimas propostas de John Paxson e disse não.

Então, passar bem; com ferro elétrico.

Se um dia os torcedores do Milwaukee suportaram a saída de Lew Alcindor para o Lakers – Alcindor que mais tarde passou a se chamar Kareem Abdul-Jabbar –, por que não resistiram ao adeus de Villanueva?

Villanueva que ofereceu-se como uma mundana em seu twitter ao Cleveland, elogiando a contratação de Shaquille O’Neal e adicionando que agora só faltava um ala/pivô – ele – para o time se completar.

Portanto, o que disse sobre Gordon, vale para Villanueva: passar bem; com ferro elétrico.

Isso posto, vamos analisar a situação do Detroit. A equipe ficou muito forte com a chegada desses dois jogadores.

Ganha um armador de decisão muito bom em Ben Gordon – do mesmo nível de Richard Hamilton – e um ala de força com um jogo harmonioso em Charles Villanueva.

Aliás, a contratação de Gordon deixa claro que a franquia pretende se desfazer de Rip. Desconfio que o problema do jogador não era apenas com o ex-treinador Michael Curry – tem mais coisa nessa história.

Bem, se o Pistons adicionasse ao time um ala que pontuasse, voltaria a figurar tranquilamente entre os favoritos ao lado Leste. Tayshaun Prince marca muito, mas ataca pouco.

De qualquer maneira, a equipe tem em Rodney Stuckey um armador definidor, estilo Chauncey Billups. Isso tira um pouco a pressão em cima de Tayshaun.

Fica faltando um pivô, alguém pode dizer. Respondo: não acho, pois penso que Kwame Brown pode resolver a questão.

O problema, no entanto, aparecerá quando Kwame não puder estar em quadra. Quem vai ser seu descanso?

Fabricio Oberto? Nem pensar.

O Detroit poderia muito bem pagar a multa de seu contrato e despachá-lo para a Argentina. Na sequência, ir às compras novamente.

Sim, pois Austin Daye e DaJuan Summers, dois de seus drafts, são alas de força que podem muito bem ajudar. Mas não sei até que página, pois eles não têm qualquer experiência entre os profissionais.

O certo é que vem mais coisa por aí. Joe Dumars, por mais tapado que seja, conhece o jogo.

A galera deste botequim que torce para o Pistons esfrega as mãos à espera da próxima temporada. Não sem razão.

VOLTA 1

Josh Childress, que jogou seus primeiros quatro anos no Atlanta, foi para o Olympiakos na temporada passada. Seu contrato com o clube grego previa a possibilidade de o jogador testar o mercado ao final da temporada européia – que coincide com a norte-americana.

E é o que o jogador está fazendo no momento. Ou melhor, Jim Tanner.

O agente de Childress já teve uma reunião com os executivos do Milwaukee. O time de Wisconsin está atrás de um ala desde que negociou Richard Jefferson com o San Antonio.

Se der certo, o Bucks não sairá por baixo nessa história de jeito nenhum.

VOLTA 2

Quentin Richardson, que um dia fez parte de um time interessante do Clippers que tinha Lamar Odom e Darius Miles em grande forma, retornou a Los Angeles. Ele, que havia deixado o New York e ido para o Memphis, nem chegou a desarrumar as malas.

Foi trocado por Zach Randolph.

Ótimo negócio para o Clippers, que dá uma limpada legal em seu cap. Deixará de pagar US$ 16 milhões para Zach; terá compromisso de US$ 9.3 com Quentin. Economia de quase US$ 7 milhões.

Em tempos bicudos, nada melhor; sem contar que resolve um problema para o técnico Mike Dunleavy, que não teria o que fazer com Randolph depois do recrutamento de Blake Griffin, uma vez que a franquia ainda conta com Chris Kaman e Marcus Camby para a posição.

Já o Memphis fortalecerá seu garrafão com o ex-pivô angelino. Como o time da terra de Elvis Presley selecionou Hasheem Thabeet no último draft, pergunto: será que a batata do espanhol Marc Gasol está cozinhando?

Marc é uma espécie de Zoca da família Gasol, vocês não acham?

ESPANHA

Por falar nos iberos, Ricky Rubio decidiu cumprir seus dois últimos anos de contrato com o DKV Joventut. Desta forma, retirou o processo que movia contra o time espanhol.

Rubio pressiona o Minnesota, time pelo qual foi recrutado no último NBA Draft. Não quer jogar em Minneapolis de jeito nenhum.

Dan Fegan, seu agente, um dos mais influentes no mercado da NBA, quer levar o espanholito para a Big Apple. Seu sonho é ver seu cliente jogando com a camisa do New York.

Isso significaria ótima oportunidade para acertos publicitários mais vultosos do que se o armador jogar com a inexpressiva camisa do Wolves – sorry torcedores, mas é verdade, o que eu posso fazer se não falar?

Grana, sempre ela.

AMIGOS?

Depois que Ron Artest e Kobe Bryant quase se esbofetearam na série entre Lakers e Houston, li que os dois jogadores eram amigos fora da quadra, isso e aquilo.

Achei que ambos faziam tipo para segurar a barra.

Agora surge a notícia de que os angelinos – ao lado do Cleveland e do Boston – querem contratar Artest, que está com o passe na mão neste momento.

É, parece que a história era mesmo verdadeira – caso contrário, Kobe, um dos que têm voz ativa na franquia, diria não e ponto final.

Como ficaria esse Lakers com Artest ao lado de Kobe? Imbatível no Oeste – pelo menos.

Portanto, Trevor Ariza que defina logo sua vida, pois o Lakers tem um Plano B dos melhores. Superior, aliás, ao Plano A.

Sons vindos do Texas dão conta de que Ariza está reunido com o pessoal do Houston. É, o Rockets parece mesmo dar como certa a saída de Artest.

Mas vamos continuar imaginando as coisas. Se ele for para o Cleveland, diria o mesmo que disse sobre o Lakers: o Cavs ficaria imbatível no Leste. Idem se ele vestir a camisa alviverde do Celtics.

Quer dizer: o ciclotímico jogador do Houston é poderoso. Mesmo maluco, vale o investimento.

VALE?

O Houston pretende oferecer um contrato de cinco anos no valor de US$ 50 milhões para Hedo Turkoglu.

Vale?

Autor: Fábio Sormani - Categoria(s): NBA Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , ,
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