Publicidade

Posts com a Tag Phoenix

domingo, 26 de outubro de 2008 NBA | 20:22

NEW ORLEANS TERMINA PRE-SEASON INVICTO

Compartilhe: Twitter

Chris Paul, candidato ao título de MVP desta temporada, comanda o New Orleans em quadra

A pre-season terminou na última sexta-feira. Já escrevi aqui que os resultados desta fase não importam muito.

Alguns, no entanto, merecem registro.

Por exemplo: o New Orleans foi o único time a vencer todos os seus jogos. Como fechar os olhos a isso? O Hornets – que deveria ser Jazz – não é uma equipe qualquer que se aproveitou de um momento para fazer o que não será capaz na temporada regular.

Ao contrário, é favorito ao título. Já mostrou isso no campeonato passado.

Chris Paul, depois de ter feito um espetacular campeonato em 2007/08 e conquistar o ouro olímpico em Pequim, continua tinindo. Teve médias de 12.4 pontos por partida e 9.3 assistências.

Com certeza será o diferencial a favor do New Orleans nesta temporada que começa a partir de terça-feira. Suas bolas serão melhor aproveitadas agora que o time contratou James Posey, ex-Boston.

Outro time que deixou boa impressão foi o Denver, em quem muitos críticos não depositam grandes expectativas. Fez uma campanha com cinco vitórias e apenas uma derrota.

Nenê mostrou bom desempenho nessas seis partidas. Jogou uma média de 22.5 minutos – tende a aumentar, com certeza, quando o campeonato começar –, anotou 10.8 pontos e apanhou 5.3 rebotes – números que vão melhorar também à medida que a competição se desenvolver e ele ficar mais tempo em quadra.

Agora, o que chama a atenção nos números do Denver é o baixo aproveitamento de Allen Iverson, em quem a franquia deposita grande confiança e esperança. AI ficou em média 27.3 minutos em quadra; seu aproveitamento nos arremessos foi horroroso! 18.2% nos chutes de campo, 61.5% nos lances livres. Poderia ter compensado nas assistências, mas ao contrário de CP3, Iverson teve aproveitamento baixo: 5.3 por jogo.

Sei lá, posso – e quero – estar enganado, mas não levo muita fé no Denver. Seus jogadores não me passam confiança. São atletas mais preocupados com estatísticas individuais do que com o jogo em equipe.

Quero quebrar a cara, pois torço muito para o Nenê.

Por falar num brazuca, a gente se lembra de outro: Anderson Varejão. O Cleveland, em quem muitos apostam estar nas finais desta temporada, não andou bem em suas partidas.

A campanha indica isso: três vitórias e cinco derrotas. Foi o 11º. colocado na Conferência do Oeste, atrás de equipes fracas como New York, New Jersey e Indiana.

Varejão não cumpre ainda seu papel dentro do que o técnico Mike Brown espera dele: pegar mais rebotes do que ele fisgou nesta fase de amistosos. Foram apenas 4.3 de média. Foi tímido também na pontuação: 7.4

Já disse aqui neste espaço: o capixaba precisa se impor mais em quadra. Só assim vai ganhar mais ainda a confiança da comissão técnica e dos companheiros.  E olha que ele não ficou pouco tempo em quadra não: 20.4 minutos.

O baixo rendimento do Cavs pode ser explicado pelo aproveitamento modesto de LeBron James, tido por muitos como o grande favorito para ganhar o troféu de MVP desta temporada. King James teve média de apenas 13.7 pontos, menos de 50% de seu aproveitamento no campeonato passado, quando terminou como artilheiro da competição com 30.0 pontos por partida.

Por falar em MVP, o Lakers de Kobe Bryant teve bom desempenho em seus oito amistosos: venceu seis e perdeu só dois. Kobe, é sempre bom lembrar, contundiu o joelho – não é nada grave, felizmente – e ausentou-se de um amistoso.

Em quadra, pouco ficou: 21 minutos. Teve média de apenas 11.4 pontos, mas seu aproveitamento foi de razoável para bom: 52.8% nos arremessos duplos, 44.4% nos triplos e 87.0% nos lances livres.

As atenções em Los Angeles ficaram em cima do pivô Andrew Bynum, que contundiu-se em janeiro passado e perdeu o resto da temporada porque não conseguiu curar a lesão do joelho num primeiro momento. Bynum fez 12.1 pontos e apanhou 6.9 rebotes. Jogou 23.4 minutos por partida, como os demais. Muito bom; Bynum está recuperado.

Se o Lakers começa a se acertar, o mesmo não acontece com o Phoenix, um dos candidatos do Oeste. Leandrinho passou parte da preparação em São Paulo ao lado da mãe, adoentada que estava; Steve Nash e Amaré Stoudemire se contundiram. Resultado: o novo treinador, Terry Porter, mal pôde ver seu time em ação.

Das oito partidas que o time realizou, venceu seis e perdeu duas, mesmo com esses desfalques. Amaré jogou só três amistosos, Leandrinho quatro e Nash cinco. Isso pode ter reflexo na campanha inicial do Suns.

Mas vamos falar um pouco dos times do Leste; sim, vamos.

O Orlando foi muito bem. Das sete partidas, perdeu só uma; venceu seis. O pivô Dwight Howard abusou do direito de jogar bem. Suas médias: 20.9 pontos e 9.4 rebotes. Quer mais? Pois não: 3.1 tocos. Demais.

Poucos falam de Howard, mas acho ele um concorrente sério para ganhar o troféu de MVP desta temporada. O Magic é um time ajeitado, pois é bem treinado por Stan Van Gundy. Rashard Lewis mostrou-se novamente eficiente; terminou essa pre-season com 21.1 pontos. Hedo Turkoglu é ótima opção para os arremessos e Jameer Nelson arma o jogo com correção.

Boston e Detroit, com uma campanha de 6-2 nesses amistosos preparatórios, fizeram o que deles se esperava. São favoritos novamente ao título da Conferência e, por tabela, da NBA.

O Celtics perdeu Posey para o New Orleans, como vimos, mas Eddie House pode ser a força nas bolas longas que o time precisa em momentos chaves de algumas partidas e que tanto foram importantes nos playoffs passado com Posey. House teve o melhor aproveitamento no elenco nos arremessos de três.

O Detroit manteve o time das últimas temporadas, cantando em prosa e verso pelos torcedores: Chauncey Billups, Richard Hamilton, Tayshaun Prince, Rasheed Wallace e Antonio McDyess. Não surpreendeu-me também seu desempenho nesta pre-season.

As negações desta fase preparatória: Milwaukee – mesmo com Richard Jefferson, ao lado de Michael Reed, o time não deslanchou –, Sacramento, Oklahoma City – ex-Seattle – e Charlotte. Bucks, Thunder e Kings ainda conseguiram vencer uma partida, mas o Bobcats não venceu nem uma sequer!

Tivesse rebaixamento e esses quatro times seriam os mais fortes candidatos para irem à NBDL.

Notas relacionadas:

  1. NENÊ VENCE LEANDRINHO
  2. SHAQ E HILL QUEREM COMPRAR O ORLANDO
  3. BRASILEIROS SÃO LEMBRADOS EM PESQUISA DA NBA
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

quarta-feira, 22 de outubro de 2008 NBA | 17:47

SHAQ E HILL QUEREM COMPRAR O ORLANDO

Compartilhe: Twitter

S

Shaquille O’Neal já avisou que vai encerrar a carreira ao final da temporada 2009/10. Grant Hill, seu companheiro de Phoenix, também.

Os dois são unha e carne. Não se largam. “É o meu melhor amigo”, disse Shaq sobre Hill.

A recíproca é verdadeira.

A amizade é tão intensa que os dois, entre treinos e jogos, viagens e jantares, arquitetaram um plano decisivo sobre o futuro: querem comprar uma franquia na NBA.

Qual? Orlando Magic.

Ambos passaram por lá – Shaq, aliás, começou a jogar no Orlando. São queridos do dono do time, Rich DeVos.

O grandalhão, da última vez que esteve com DeVos, neste verão norte-americano, disparou: “Quer vender a franquia?”

DeVos apenas sorriu; mas tem planos para o ala. Ele quer Hill a seu lado, mas como presidente da franquia. É também o que Shaq planeja quando comprar o Orlando: GH como presidente. “E eu como gerente geral”, disse.

Por enquanto DeVos disse não, mas os dois (em foto acima da AP) contam que, com o passar desses próximos dois anos, o atual dono da franquia mude de idéia.

“Caso contrário, a gente sai atrás de outro time para comprar”.

Virou obsessão.

Autor: Fábio Sormani Tags: , , ,

  1. Primeira
  2. 5
  3. 6
  4. 7
  5. 8
  6. 9
  7. Última