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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011 NBA | 18:39

DERON WILLIAMS DIZ QUE CHANCE DE FICAR NO NEW JERSEY É DE 90%

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A principal notícia desta segunda-feira vem de New Jersey: Deron Williams afirmou que a chance de ele renovar com o Nets é de 90%. Bem, se isso realmente acontecer, jogar no New Jersey passa a ser muito interessante.

D-Will, vocês sabem a minha opinião, é um dos melhores armadores da NBA. Do nível de Chris Paul. Ele consegue fazer o time jogar e jogar também. Ao contrário deste velho Jason Kidd, por exemplo, que quando faz o time jogar, ele mesmo não consegue jogar — e o oposto neste caso é verdadeiro.

Rumores dão conta de que o Nets estão de olho em Nenê Hilário. Se D-Will (foto) assinar um longo contrato, vale a pena o brasileiro fazer o mesmo.

Quatro anos, ganhando uma bolada. E num time que pode ser muito competitivo, pois teria D-Will, Anthony Morrow, Travis Outlaw, Nenê e Brook Lopez. No banco ainda tem o Jordan Farmar.

O “cap” do Nets, hoje, está em US$ 39,8 milhões. A franquia ainda pode utilizar a cláusula da anistia para dispensar Johan Petro, que ganha US$ 3,2 milhões. A folha de pagamento cairia para US$ 36,6 milhões.

Como o teto para esta temporada foi estipulado em US$ 58 milhões e os times ainda contam com uma bonificação de US$ 13 milhões sem ter de entrar no “Luxury Tax”, o New Jersey poderia oferecer o máximo para Nenê. Algo em torno de US$ 16 milhões por temporada, num contrato total de US$ 64 milhões por quatro anos.

E sobraria grana para o time continuar investindo. Poderia oferecer contratos para Caron Butler, Jamal Crawford e Jason Richardson, por exemplo. Ou se preferir um mais jovem, Thaddeus Young.

Como disse, a principal notícia desta segunda-feira.

TEXAS

Nenê, todavia, na tarde desta segunda-feira (enquanto escrevo este texto) está reunido com executivos do Houston Rockets. O encontro é em Denver, segundo informações do jornal “Houston Chronicle”.

Participam da reunião o técnico Kevin McHale e o gerente geral da franquia, Daryl Morey. Os texanos procuram um “big guy” para substituir Yao Ming, que, infelizmente, aposentou-se por conta de sérias lesões nos pés.

Vamos ficar no aguardo de informações. Se algo importante surgir, eu conto pra vocês.

CALIFÓRNIA

Agora, Lakers. Os amarelinhos de Los Angeles não param. Três jogadores estão na alça de mira da franquia: Dwight Howard, Chris Paul e Andre Iguodala.

Pelos três, o Lakers estaria oferecendo Andrew Bynum (CP3), Pau Gasol (DH) e Lamar Odom (Iguodala). Claro que mais uma coisinha aqui, outra ali, pra fechar a conta.

Seria realmente espetacular se isso acontecer. Mas o New Orleans disse que quer não apenas qualidade, mas também quantidade. Portanto, apenas Bynum é muito pouco. E pegar draft do Lakers é pegar coisa nenhuma, pois o time estará sempre entre os melhores e seu recrutamento é sempre alto.

O Orlando talvez aceite Gasol pelo Super-Homem, pois ele corre o risco de ficar com as mãos abanando.

Quanto a Lamar por Iguodala, o Sixers estaria trocando um jogador de 27 anos por um de 32. Estaria trocando um jogador que não cria problemas por um veterano que não sabe se foca sua atenção nas quadras ou no “reality show” que faz com a mulher.

ARIZONA

De Phoenix vem a notícia de que o Suns vão dispensar Vince Carter. O contrato de “Vinsanity” possibilita à franquia exercer ou não seu último ano.

Dispensando Carter (foto), o Phoenix economizaria exatos US$ 18 milhões.

E se exercer a cláusula da anistia, pode dispensar Josh Childress e economizar outros US$ 6 milhões.

Isso daria um total de US$ 24 milhões. Caramba, dinheiro pra ninguém botar defeito. Dinheiro pra contratar Dwight Howard e Chris Paul.

Até porque Steve Nash está no bico do corvo. E, dizem, poderia até mesmo assinar com o Miami à procura de um anel, o que ele não conseguiu em sua brilhante carreira.

TIC-TAC

Enfim, é esperar. É olhar para o relógio e aguardar o passar das horas pra ver se algo surge.

Lembrando sempre que na manhã desta segunda-feira os times foram autorizados pela NBA a conversar com jogadores. Mas propostas, mesmo, apenas a partir do dia 9.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , ,

NBA | 00:57

TÉCNICO QUER QUE NENÊ RENOVE PARA SER O LÍDER DO DENVER

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O site do jornal “Denver Post” publicou neste domingo uma entrevista com George Karl. O papo com o técnico do Nuggets teve como carro-chefe o brasileiro Nenê Hilário.

Benjamim Hochman, o repórter do jornal, queria saber sobre Nenê. E o título da reportagem é: “Entrevista com George Karl: Nenê, uma importante engrenagem”.

Sim, Nenê não é visto pelo treinador do Nuggets apenas como uma respeitável engrenagem dentro da equipe. Ele é visto como a mais respeitável engrenagem dentro do grupo de jogadores.

“Nenê se tornou o cara mais importante de nosso time”, disse Karl. “Ele não é um cara de grandes números; ele é um cara de grandes responsabilidades. Nossos jogadores mais jovens precisam dele”.

Pois é, esse jeitão arredio, na dele, nada tem a ver com marra, como muitos pensam. Eu conheço Nenê. Ele é assim mesmo, reservado, na dele, não se mete em confusão e detesta holofotes.

Mas é um cara de grupo, ninguém fala mal dele dentro do Denver. Nenê tem o respeito de todos e o reconhecimento de seu treinador. Exatamente por se comportar assim: com seriedade.

DÚVIDA

Seria legal para Nenê assumir esse posto de líder do Denver? Como já disse aqui, Nenê precisa alçar voos mais altos. Ele precisa de um time que o leve, ao menos, a uma final de NBA; um time competitivo. Afinal, ele já tem 29 anos.

E o Denver não será esse time competitivo.

O Nuggets teve sua chance com Carmelo Anthony e Melo não conseguiu levar o Denver aonde Nenê e seus torcedores esperavam que ele pudesse levar.

POSIÇÃO

Na entrevista, George Karl disse também que se o são-carlense renovar com o Nuggets vai usá-lo como ala-pivô e não como pivô. A posição de pivô será ocupada pelo russo Timofey Mozgov, que foi para o Denver na troca de Carmelo Anthony.

“Conversamos muito (no passado) sobre como ele prefere jogar, de ala-pivô ou pivô”, disse Karl. “E acho que nesta temporada ele terá essa oportunidade (de jogar como ala-pivô)”.

Se Nenê ficar no Denver, é claro.

Alguns parceiros deste botequim já me questionaram sobre isso: não seria melhor Nenê como ala de força?

Pra quem é jovem e não se lembra de Nenê com a camisa 13 do Vasco, eu conto que naquela época ele jogava exatamente como ala de força. O pivô do time carioca era o dominicano José Vargas, que usava a camisa 12.

Mas Nenê não era esse gigante que a gente vê hoje em quadra e que usou durante oito temporadas a camisa 31 do Denver. Nenê era forte, mas era esguio. E tinha uma velocidade que hoje, com o passar dos anos e do aumento da massa muscular, ele não tem mais.

Então, respondendo a pergunta dos parceiros, eu acho que Nenê se solidificou na NBA como pivô. E como pivô, acho eu, ele deveria continuar jogando.

Tanto que Nenê é disputado por muitas equipes neste mercado de “free-agents” por conta de seu trabalho como pivô. Se for contratado pelo Houston, será para jogar como pivô; se acertar com o Golden State, será para jogar como pivô; se assinar com o Miami, será para jogar como pivô.

Enfim, ninguém (à exceção de George Karl) vê o brasileiro como ala de força. Todos os veem como pivô.

VITÓRIA

A entrevista com de George Karl foi emblemática. Mostrou que mesmo sendo brasileiro Nenê é líder em terras americanas.

Não é para qualquer um, creiam.

Pra você vencer nos EUA, uma nação competitiva e repleta de talentos em todas as áreas, você não pode ser mais um: você tem que ser diferenciado.

E Nenê é assim.

Não o fosse, não estaria neste momento nesta posição, sob holofotes, que ele tanto detesta, de muitas equipes da NBA.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , ,

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011 Sem categoria | 18:36

CHANDLER DIZ QUE DEIXA O DALLAS E TIME TEXANO PODE CONTRATAR NENÊ

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Tyson Chandler declarou o seguinte nesta quinta-feira: “Acho que estarei em uma nova equipe quando os treinamentos começarem. Estou atento a todas as opções para ver qual combina melhor comigo”.

Chandler, campeão da temporada passada com o Dallas, estaria disposto a deixar o Mavs porque, segundo ele, não foi procurado valorizado pela franquia ao não receber qualquer proposta para renovar seu contrato.

“Ficar em Dallas sempre foi minha primeira escolha”, disse Chandler. Mas…

Mas se a saída de Chandler (foto) se confirmar, as portas do Dallas se abrem para Nenê Hilário. Isso porque o outro pivô atraente neste mercado de “free agents” é Marc Gasol. Acontece que o espanhol não é um agente livre irrestrito, como Chandler e Nenê. Gasol é um agente restrito; ou seja: o Memphis pode igualar a melhor proposta recebida por Gasol e ele fica no Tennessee.

O Denver, no entanto, não quer abrir mão de Nenê. Também nesta quinta-feira, Masai Ujiri, gerente geral do Nuggets, disse que o foco principal da franquia é oferecer um novo contrato para o pivô brasileiro.

“Queremos Nenê de volta”, afirmou Ujiri. O executivo disse que passou o dia de ontem reunido com o agente de Nenê. É sempre bom lembrar: nas férias passadas, o Denver ofereceu a Nenê um contrato de US$ 50 milhões por quatro temporadas e ele disse não. Isso daria algo em torno de US$ 12,5 milhões por ano, US$ 1,5 milhão a mais do que ele ganharia nesta temporada caso optasse por jogar em Denver.

Quanto a Chandler, pra onde o pivô iria se não renovar com o Dallas? Fala-se em New Jersey. New Jersey? Pois é, New Jersey. Eu não trocaria o Dallas pelo Nets. Até porque Deron Williams teria dito que não vai estender seu contrato com a franquia. Com isso, o NJN ficaria pouquíssimo atraente.

Os dirigentes da franquia (leia-se o rapper Jay-Z) estão tentando convencer Dwight Howard a vestir a camisa 12 do Nets. DH, todavia, já disse que não quer. Disse que quer jogar em Los Angeles. O Clippers se entusiasmou e ofereceu um contrato para o Super-Homem. Ele agradeceu e disse que os executivos do Clippers não entenderam bem o que ele quis dizer com jogar em LA. O que Dwight quis dizer é que ele quer jogar é no Lakers, ao lado de Kobe Bryant.

Para realizar este sonho duplo, o Lakers estaria disposto a ceder Andrew Bynum ou Pau Gasol. O Orlando teria dito que topa o negócio, mas quer os dois. Aí a grana não bate, pois Gasol e Odom ganham juntos US$ 33,8 milhões, enquanto que Howard ganhará US$ 17,8 milhões nesta temporada. Haveria uma defasagem de US$ 16 milhões. Aí talvez o Lakers tivesse que aceitar no negócio Gilbert Arenas. Mas se isso ocorrer, os amarelinhos não teriam como usar a cláusula de anistia com Luke Walton ou Metta World Peace. Talvez o time venha usá-la com Arenas, o grande “mico” da NBA no momento.

Enfim, são negócios que os dirigentes de Lakers e Orlando teriam que resolver. Uma coisa, pra mim é certa: acho que DH (foto) sai da Flórida. E deve ser a qualquer momento, pois se o Magic não fizer negócio agora, ficará com as mãos abanando ao final da próxima temporada, quando o jogador tem a opção de exercer mais um ano de seu contrato ou não.

Quanto a Bynum, é importante dizer que o cara que o segura no Lakers é ninguém menos do que Jim Buss, filho de Jerry Buss, o dono da franquia. Jim foi convencido neste tempo de locaute de que os joelhos de Bynum o impedem de ser quem todos em LA gostariam que ele fosse. Portanto, o filho do chefe aceitou a realidade e já se mostra disposto a negociar seu dodoizinho.

Por falar em Bynum, o New Jersey também estaria de olho nele. Mas quem manifestou desejo abertamente foi o Minnesota Timberwolves. Isso porque o Lakers ofereceu Lamar Odom ao Wolves em troca de Derrick Williams, o explosivo ala de Arizona que foi recrutado pelo time de Minneapolis no “NBA Draft” passado.

Os dirigentes do Wolves disseram não e pediram Bynum ou Gasol. Aí quem disse não foi o Lakers.

Por que o Lakers ofereceu Lamar? Porque o jogador se apresentou nesta quinta-feira completamente fora de forma. Trouxe consigo um recheado cardápio de problemas vividos nestas férias. Um primo próximo morreu; Lamar atropelou um pedestre que veio a falecer dias depois; e parece ter estado mais focado no “reality show” ao lado de sua mulher, Khloe Kardashian, do que em cuidar da forma física e se apresentar bem para a temporada.

Ops! Notícia de última hora: o agente de Chris Paul afirmou que ele não vai assinar extensão de contrato com o New Orleans. O agente disse que o objetivo de CP3 é jogar em Nova York na próxima temporada ao lado de Carmelo Anthony e Amar’e Stoudemire. Uau!

O que os dirigentes do Hornets pretendem fazer então? Trocar CP3 com o Boston. Pegariam Rajon Rondo. Mas CP3 disse não. Disse que se for trocado, não assinará extensão de contrato com o Celtics, deixando o alviverde de Massachusetts sem alternativas para a posição ao final desta temporada. CP3 quer mesmo jogar no Knicks.

Enfim, o mercado está em efervescência. E é Importante dizer que se os times já podem conversar com os jogadores e seus agentes, os contratos só podem ser apresentados a partir do dia 9 de dezembro.

Vem muito mais por aí. Se aparecer algo novo eu aviso.

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terça-feira, 29 de novembro de 2011 NBA | 17:31

CLÁUSULA DE ANISTIA DA NBA: VEJA COMO FUNCIONA

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Vamos explicar melhor a tal da cláusula de anistia do novo CBA (Collective Bargaining Agreement). Afinal, ela tem gerado dúvidas, o que é compreensível, pois esse tipo de situação não existe no esporte brasileiro e, creio eu, nem mundial. É exclusividade dos EUA.

A “amnesty clause” foi criada em 2005, por pressão do New York Knicks, que queria se ver livre do contrato de Alan Houston. O ala era um jogador que passava mais tempo no departamento médico do que nas quadras.

No que consistia a “amnesty clause”?

O time dispensava o jogador, mas continuava pagando seu salário. Só que ao contratar outro atleta, se o “cap” estourasse, o valor pago ao jogador dispensado não entrava na conta do “Luxury Tax”.

Ou seja: a equipe não precisava pagar US$ 1,00 de multa para cada US$ 1,00 gasto com o jogador dispensado. Por exemplo: digamos que o salário de Alan Houston fosse de US$ 10 milhões. O NYK não precisava pagar outros US$ 10 milhões de multa se o “cap” estourasse por conta dele.

Agora, com o novo CBA, a grana paga ao jogador dispensado não entra no “salary cap” e a franquia também não paga a multa da “Luxury Tax”.

Vamos pegar o exemplo do Gilbert Arenas (foto). O ala-armador do Orlando Magic tem mais US$ 62,4 milhões para receber nos próximos três anos. Com certeza será dispensado pelo time da Flórida, mas, ao contrário da lei anterior, esse montante não contará no “salary cap” do Orlando, como disse. Abre, pois, a porta para a equipe contrate outro jogador.

No que apostam os times? Que o jogador dispensado arrume outra equipe que queira contratá-lo para, com isso, diminuir o prejuízo. Terão prioridade sobre os jogadores dispensados as equipes que não estão com o “salary cap” estourado.

Se algum time contrata um jogador dispensado e não tem grana para pagar todo o salário que ele iria receber, o time que o dispensa tem que pagar a diferença.

Vamos usar o caso de Rashard Lewis, do Washington, como exemplo. Ele deverá ser dispensado pela equipe da capital norte-americana. O Lakers está de olho no jogador. O time da Califórnia não tem como pagar os US$ 22,1 milhões que Rashard ganharia no Washington nesta temporada. O Lakers deve oferecer a “Mid-Level Exception” para Lewis, que é de US$ 5 milhões. A diferença, US$ 17,1 milhões, seria paga pelo Washington.

Abaixo, veja a lista com os principais “micos” de cada time:

ATLANTA – O time da Geórgia tem um grande “mico” em sua folha de pagamento: Joe Johnson tem garantidos US$ 107 milhões até 2015-16. Vale tudo isso? Apesar da bola que joga, não creio.

BOSTON – Rasheed Wallace, embora aposentado, vai receber US$ 6,7 milhões nesta temporada.

CHARLOTTE – Corey Maggette tem garantidos US$ 21,1 milhões nas duas próximas “seasons”.

CHICAGO – Não tem “micos” no seu elenco, embora Carlos Boozer (US$ 13,5 milhões nesta temporada) tenha jogado muito mal nos playoffs passados.

CLEVELAND – Dois micos no “roster”: Antawn Jamison (US$ 15 milhões neste campeonato) e Baron Davis (cerca de US$ 29 milhões nos próximos dois anos).

DALLAS – Embora Brendan Haywood tenha garantido US$ 42 milhões até 2015-16, o pivô é útil ao time, que ainda pode perder Tyson Chandler, que é ”free-agent”.

DENVER – “Cap” limpo.

DETROIT – Richard Hamilton tem para receber US$ 25,3 milhões nos dois torneios que virão pela frente. Há ainda Charlie Villanueva: US$ 24,17 milhões em três anos. Qual dos dois é o maior “mico” do Pistons?

GOLDEN STATE – Andris Biedrins tem garantido US$ 27 milhões em três temporadas. Nenhuma dúvida: é o “mico” da Bay Area.

HOUSTON – Está com a folha de pagamento limpinha, limpinha, assim como o Denver.

INDIANA – Também não tem nenhum “mico” na mão. James Posey vai ganhar US$ 6,9 milhões nesta temporada e depois o contrato acaba. Se quiser enxugar, seria com Posey.

CLIPPERS – Chris Kaman, fácil, é o “mico” do time. Tem só este campeonato amarrado com o Clippers, mas vai desfalcar o cofre da franquia em US$ 12,2 milhões.

LAKERS – Tem um monte de “micos” no elenco. Vamos a eles: Metta World Peace (US$ 21,7 milhões por mais três temporadas), Luke Walton (US$ 11,7 milhões por mais dois campeonatos) e Steve Blake (US$ 12 milhões por mais três temporadas). Isso sem falar em Andrew Bynum, que é um grande jogador, mas que fica mais no departamento médico do que nas quadras. Bynum tem mais US$ 31,6 milhões pelos dois próximos torneios. Quem você escolhe?

MEMPHIS – Está limpinho.

MIAMI – Mike Miller? Depende do ponto de vista. O ala do Heat tem para receber US$ 24 milhões por mais quatro temporadas. A grana é boa, mas Miller, em forma, é ótima opção vindo do banco.

MILWAUKEE – Stephen Jackson tem US$ 19,2 milhões para receber nas próximas duas temporadas. Drew Gooden, US$ 26,2 milhões pelos quatro torneios que se avizinham. É escolher – ou deixar como está, pois se eles saírem, quem pegar?

MINNESOTA – Darko Milicic vai receber cerca de US$ 15 milhões pelos próximos três anos. Luke Ridnour, US$ 11 milhões, pelo mesmo período. É escolher – e eu escolheria Milicic.

NEW JERSEY – Travis Outlaw tem US$ 21 milhões garantidos em quatro anos. Se quiser limpar o “cap” para pegar Nenê, por exemplo, é o cara a ser mandado embora.

NEW ORLEANS – Emeka Okafor vai receber US$ 40,5 milhões até a temporada 2013-14. Mas não vale esse dinheiro. É o “mico” do New Orleans. Se a franquia renova com Chris Paul e David West, Nenê seria uma ótima opção, pois o time tem ainda Trevor Ariza e Marco Belinelli sob contrato.

NEW YORK – O “cap” está limpo também.

OKLAHOMA CITY – “Cap” limpo se você considerar Kendrick Perkins solução para o pivô. Perkins tem para receber US$ 32,5 milhões até o final da temporada 2014-15. Eu usaria a cláusula de anistia e me livrava dele para contratar Nenê.

ORLANDO – Gilbert Arenas, fácil: US$ 62,4 milhões por três temporadas, como vimos.

PHILADELPHIA – Andres Nocioni não vale os US$ 14,1 milhões pelos próximos dois campeonatos. É o “mico” do Sixers.

PHOENIX – Josh Childress vale os US$ 26 milhões até o final de 2014-15?

PORTLAND – Por conta de seus joelhos comprometidos, Brandon Roy deve ser demitido pelo Blazers através da cláusula da anistia. Roy tem garantidos US$ 68 milhões por mais quatro temporadas. Uma quantia indecente para quem pouco produz.

SACRAMENTO – John Salmons vai ganhar US$ 31 milhões até o final de 2014-15. Acontece que Salmons é querido na franquia e na cidade.

SAN ANTONIO – Richard Jefferson assinou por menos para continuar na franquia e foi um cara bacana com o Spurs. Mas, pergunto: ele vale US$ 30,3 milhões por três campeonatos?

TORONTO – “Cap” limpo.

UTAH – O “mico” é Raja Bell, que receberá US$ 6,5 milhões por cada uma das duas próximas temporadas.

WASHINGTON – Rashard Lewis (foto), tão óbvio quanto Gilbert Arenas. Lewis, como vimos, tem US$ 45 milhões pelos próximos dois campeonatos.

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segunda-feira, 28 de novembro de 2011 NBA | 22:27

DRAFT SERÁ NO DIA 28 DE JUNHO. MIAMI ENTRA NA BRIGA POR NENÊ

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Agora que o locaute está indo quase que para o espaço (as partes darão o sinal verde nesta terça-feira), mais definições em relação à temporada. O “NBA Draft” será no dia 28 de junho do ano que vem, dois dias após o jogo sete do “NBA Finals”.

MERCADO

Escrevi há pouco que Nenê está na mira do Golden State, Indiana e até mesmo do Denver, seu ex-time. Muitos parceiros falaram dele no Miami. De fato, o Heat tem interesse no brasuca, mas, como vocês sabem, ele não tem mais contrato com o Nuggets.

Troca, portanto, apenas se ele assinar novamente com o time do Colorado. Com isso, o Miami, por exemplo, poderia ofertar jogadores para pegar o brasileiro.

Se Nenê não ficar no Denver, talvez ele faça isso: assine para ser trocado. Seria uma maneira de agradecer a franquia pelos nove anos jogados por lá.

Desta maneira, o Nuggets não ficaria de mãos abanando e Nenê (foto) poderia pegar um contrato melhor.

Samuel Dalembert, outro jogador que o Miami deseja para a posição de pivô, fez US$ 13,4 milhões na temporada passada jogando pelo Sacramento. Não vai ganhar nada próximo disso nem que a vaca tussa.

Dalembert afirmou que gostaria de assinar com o Heat porque 50% dos imigrantes haitianos vivem em Miami e gostariam que ele jogasse por lá. Além disso, ele próprio tem uma casa em Palm Beach.

A única oferta que o Miami poderia fazer para Dalembert é a “Mid-level Exception”. Ou seja: US$ 5 milhões.

Se Nenê não assinar com o Denver para ser trocado, é isso o que o Miami tem pra oferecer pra ele também. Se ele assinar, o que o Heat poderia oferecer em troca seriam, segundo alguns parceiros comentaram neste botequim, Mike Miller e Udonis Haslem.

O salário dos dois, somados, chega a US$ 9,2 milhões. Na temporada passada, Nenê ganhou do Denver US$ 11,3 e nesta ganharia US$ 12,6 milhões.

Estaria abrindo mão de US$ 3,4 milhões para tentar ganhar um título e fazer parte de um time que pode entrar para a história da NBA.

Acontece que Udonis Haslem é adorado pela torcida do Heat. Nasceu em Miami, fez o “high school” em Miami, estudou e jogou na Universidade da Flórida (Gainsville, norte de Orlando) e jogou seus oito anos de NBA em Miami, sendo remanescente do time que foi campeão em 2006 ao lado de Dwyane Wade.

Temporada passada, quando o Heat contratou LeBron James e Chris Bosh e não tinha dinheiro quase pra mais ninguém, Udonis, que tinha feito US$ 7,1 milhões na temporada anterior, topou assinar por US$ 3,5 milhões para permanecer em casa e ajudar a franquia.

Por conta disso, muita gente acredita que o Miami não vá ofertá-lo a ninguém. Ele é uma espécie de relíquia da organização Heat.

SONHO

Nenê é o jogador mais cobiçado do momento. Até mesmo o Dallas fala em contratá-lo caso Tyson Chandler não renove com o campeão texano. Do Texas o Houston também demonstra interesse.

Já falei do Golden State e Indiana, mas tem mais: Clippers, Washington e New Jersey também querem o são-carlense.

Como se vê, Nenê tem boas opções. E isso não veio de graça, diga-se. Nenê tem boas opções por conta de sua competência dentro e fora das quadras.

Onde eu gostaria que ele jogasse? No Oklahoma City, ao lado de Kevin Durant e Russell Westbrook. Nenê cairia como uma luva no Thunder.

Infelizmente, a franquia pegou Kendrick Perkins (foto). O ex-pivô do Boston não era a principal opção do OKC. Era Nenê. O negócio, no entanto, não deu certo.

Quem sabe a gente não possa ser surpreendido com uma troca de Perkins por Nenê? Perkins fará US$ 9 milhões nesta temporada, um bom salário para Nenê, embora inferior ao que ele ganharia no Nuggets.

Mas eu, se fosse ele, toparia um negócio desses. Abriria mão de US$ 3 milhões neste primeiro momento, assina um novo contrato com o OKC e recuperaria a grana lá na frente.

Mas, melhor do que tudo isso, é que Nenê estaria jogando num time que tem tudo para ganhar uns três ou quatro campeonatos nos próximos dez anos.

Ainda mais se Nenê estiver com eles.

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NBA | 17:20

ESPECULAÇÕES COMEÇAM NA NBA: NENÊ PODE IR PARA O GOLDEN STATE OU INDIANA

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Os agentes livres desta temporada só vão poder conversar com equipes a partir do dia 9 de dezembro. Antes disso, nada feito. Portanto, os times terão apenas 16 dias para montar seus elencos.

Lá nos EUA é igual aqui no Brasil: a mídia adora especular. Os rumores, portanto, começam a ganhar corpo e já se fala sobre quem fica, quem sair e pra a aonde vai.

Nenê Hilário (foto), por exemplo, que figura na maioria das listas como o principal “free-agent” desta temporada, pode: 1) Renovar com o Denver; 2) Assinar com o Golden State; 3) Ir para o Indiana.

Desses três times, acho que Nenê deveria assinar com o Denver. Mas se fosse ele procuraria uma equipe melhor. Os três não são dignos, neste momento, de seu basquete.

O Indiana, dizem, se não fisgar Nenê correrá atrás de Paul Millsap, do Utah Jazz. Duas outras opções do Pacers: Carl Landry (New Orleans) e David West (New Orleans).

Já o Golden State, se não conseguir o são-carlense, vai atrás de: 1) Marc Gasol (Memphis); 2) Tyson Chandler (Dallas); 3) DeAndre Jordan (Clippers); 4) Sam Dalembert (Sacramento).

Mais do GSW: o time da Bay Area quer Brandon Roy (Portland).

Por falar no pivô haitiano naturalizado canadense, o New York também estaria interessado em Dalembert. Miami e Houston também teriam demonstrado vontade de contratá-lo.

O que eu acho? Furo n’água; Dalembert é preguiçoso, não vale o investimento.

Dois baixinhos que estarão livres no mercado são Jamal Crawford (Atlanta) e J.J. Barea (Dallas). O Lakers, dizem, namora os dois. Jamal, no entanto, pode voltar para o New York.

Uma coisa é certa: Crawford não fica na Geórgia.

Por falar em Lakers, o time de Los Angeles espera tirar proveito da nova lei de anistia do CBA que permite aos times cortar um de seus jogadores sem que esse contrato fique atrelado ao “salary cap”.

Rashard Lewis (Washington) e Baron Davis (Cleveland) são fortíssimos candidatos a serem dispensados por conta de seus altos salários. Rashard tem o segundo maior pagamento da NBA na atualidade (US$ 22,1 milhões por temporada, atrás apenas de Kobe Bryant, US$ 25,2 milhões), enquanto que Baron Davis não fica atrás (US$ 13,9 milhões).

Tudo indica que Washington e Cleveland vão dispensar os dois. Neste caso, eles ficariam com uma mão na frente e outra atrás. Ou seja: na rua da amargura.

Davis faz sentido, pois o time de Los Angeles precisa mesmo de um armador, pois Derek Fisher está velho. Mas para o lugar de Rashard há Lamar Odom. A menos que Lewis seja efetivado finalmente em sua verdadeira posição: ala.

Com a irregularidade e as maluquices de Ron Artest (ou Metta World Peace?), faz sentido.

Mas parece que o Lakers quer mesmo um ala de força. Tanto assim que os rumores também levam Andre Kirilenko para LA.

Por falar nesta nova lei de anistia da NBA, Gilbert Arenas é outro que deverá receber um pé nos fundilhos. Ele tem contrato que garante a ele US$ 62,4 milhões nos próximos três anos. Acho difícil que o Orlando não o dispense.

NA MÃO

Os times europeus que fizeram investimentos e estardalhaços ao contratar jogadores na NBA agora estão numa situação complicada.

Deron Williams (foto) deixará o Besiktas da Turquia e voltará para o New Jersey. Nicolas Batum dará adeus ao Nancy da França e voltará para o Portland. Omri Casspi fará o mesmo com o Maccabi Tel Aviv e regressará ao Cleveland, mesma atitude tomará Boris Diaw em relação ao JSA Bordeaux aterrissando em Charlotte. Danilo Galinari voltará imediatamente ao Denver depois de ter tido o gosto de jogar novamente na Itália (Olimpia Milano). E por falar em Denver, outro reforço do time colorado será Ty Lawson, que estava no Zalgiris Kaunas da Lituânia. Andrei Kirilenko, como vimos, não mais jogará pelo CSKA de Moscou, mas ainda não tem futuro definido na NBA.

Tyreke Evans nem chegou a vestir a camisa do Roma italiano: terá de regressar ao Sacramento com o fim do locaute.

Um jogador, no entanto, está inclinado a ficar na Europa: Rudy Fernandez. O ala, que acertou com o Dallas no final da temporada passada, joga agora no Real Madrid.

Rudy está feliz na capital espanhola. Por conta disso, os dirigentes merengues vão conversar com Mark Cuban e tentar convencê-lo a dispensar o jogador, usando exatamente a nova lei de anistia da NBA.

Não será fácil, pois Rudy é ótimo jogador e o Dallas o quer de qualquer maneira. Rudy, aliás, foi um pedido do técnico Rick Carlisle.

EPÍLOGO

Vamos aguardar pelos próximos passos. Muitas novidades vão surgir; muitas especulações ocorrerão.

É a vida voltando ao normal; felizmente.

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quarta-feira, 16 de novembro de 2011 NBA, basquete brasileiro | 22:51

NBB BOBEIA AO NÃO TENTAR CONTRATAÇÃO DE JOGADORES DA NBA. SPLITTER FOI PARA ESPANHA

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Tiago Splitter assinou contrato com o Valencia, da Espanha. Quer dizer: vai para a Europa ao invés de jogar no Brasil, onde, aliás, nunca jogou.

Nosso pivô do San Antonio Spurs é um ilustre desconhecido para nós em se tratando de clubes. Foi para o país ibérico quando tinha apenas 15 anos e só desfilou pelas quadras brasileiras com a camisa da seleção.

Uma pena: Tiago poderia reforçar uma das equipes do NBB. Recebeu propostas do Flamengo, Pinheiros e Franca, mas não rolou — e não sei por quê.

Esta notícia nos remete ao post passado. O NBB perde uma ótima oportunidade de trazer um grande jogador para deixar o campeonato atraente e tentar, com isso, cativar os torcedores exigentes — leia-se os fanáticos pela NBA.

Além de tudo o que foi dito em nossa conversa passada, o NBB tem que pensar também em rechear o nosso campeonato com jogadores que provocariam alvoroço na mídia. A contratação de Leandrinho Barbosa, que acabou de ser campeão carioca, foi excelente; a vinda de Splitter também seria.

Com o locaute na NBA, nossos times deveriam pensar num jeito de tirar uma lasquinha desta situação. Sabemos que o dinheiro é escasso, mas, como disse, é agora que a gente vê quem é quem.

Os competentes conseguem tornar possível o impossível; os incompetentes não fazem a menor ideia do que fazer neste momento e dormem em berço esplêndido.

Volto a falar do caso Neymar, que é um divisor de águas na história recente do nosso futebol. Alguém poderia imaginar que o Santos conseguiria gerar dinheiro e segurar o jogador no Brasil?

Não, ninguém imaginava que isso pudesse acontecer. Mas o presidente santista, Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, foi genial: ele e sua equipe conseguiram fazer dinheiro onde ninguém imaginava que pudesse existir.

O mesmo vale para o basquete. Será que ninguém consegue bolar um projeto envolvendo algum jogador da NBA que possa gerar interesse de patrocinadores?

Claro que não dá para contratar o “dream team” norte-americano, mas jogadores medianos a gente poderia tentar amealhar. Se isso ocorrer, haveria a possibilidade de se desperta o interesse de muitos que torcem o nariz para o nosso campeonato.

Já pensaram Leandrinho se juntando a Splitter, Varejão e Nenê, que se juntariam, por exemplo, a Raja Bell, Carlos Arroyo, Rasual Butler, Shelden Williams, Jason Kapono, Anthony Carter, Jannero Pargo, Keith Bogans, Earl Boykins, Daequan Cook, Damien Wilkins, James Johnson, Josh Powell, Mo Peterson, Renaldo Balkman, Antonio Daniels, Erick Dampier, Kwame Brown, Leon Powe, Keyon Dooling?

Esses jogadores despertariam interesse de torcedores, com certeza, pois viriam carimbados com o logo da NBA.

Volto a dizer: se o NBB quer fisgar o coração do torcedor brasileiro afeito à NBA, é preciso fazer algo. Apenas achar que haverá a migração pura e simples, repito, é muita ingenuidade.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , , , ,

segunda-feira, 31 de outubro de 2011 Seleção Brasileira, basquete brasileiro | 23:47

O DIA EM QUE OSCAR VIROU AS COSTAS PARA A SELEÇÃO BRASILEIRA

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O parágrafo que reproduzo abaixo foi retirado da edição do dia 19 de julho de 1983 do jornal “Folha de S.Paulo”. O título da matéria era: “Oscar dispensado”. Diz o texto:

“Na apresentação da seleção brasileira masculina de basquete, ontem, às 17 horas, no Monte Líbano, para o início dos treinos com vistas aos Jogos Pan-Americanos (Caracas), o técnico Renato Brito Cunha foi surpreendido com o pedido de dispensa do jogador Oscar, que vai retornar à Itália, onde está sendo solicitado pelo seu clube, na cidade de Caserta”.

Surpreso? Eu também fiquei, pois não me lembrava disso.

Ou seja: caem por terra todas as críticas que Oscar Schmidt tem feito sobre os jogadores brasileiros que estão na NBA e pedem dispensa por serem pressionados pelas suas equipes.

Oscar também fez o mesmo. O Mão Santa também capitulou um dia.

O nosso Mão Santa também virou as costas para a seleção porque foi pressionado por seu clube, assim como um dia fizeram Leandrinho Barbosa e Anderson Varejão.

O nosso Mão Santa também virou as costas para a seleção brasileira para cuidar da vida, assim como Nenê Hilário tem feito e tem merecido críticas alucinadas por parte dele.

Oscar errou naquela época?

Claro que não, ele tinha mais é que cuidar de sua vida, pois era casado e tinha família pra sustentar. Oscar não errou como não erraram os brasileiros da NBA que um dia tiveram que dizer não à seleção por motivos particulares mais do que justificáveis.

Oscar erra, isto sim, no presente. Erra ao condenar os brasileiros por um “crime” que ele também cometeu e se esqueceu.

Nosso Mão Santa precisa urgentemente se conter. Ele é uma instituição do nosso basquete e tem que zelar pelo seu nome.

Espero que a partir de agora, com este passado vindo à tona, Oscar Schmidt se controle e pare com seus discursos exacerbados, carregados de um nacionalismo idiota e de um autoritarismo anacrônico.

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011 Sem categoria | 17:46

REVISTA ELEGE LEBRON O MELHOR DO MUNDO E KOBE FICA EM TERCEIRO LUGAR

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Ao contrário do site da ESPN dos EUA, que ranqueou 500 jogadores da NBA, a revista “SLAM” selecionou os “Top 50” da atualidade. Nenhum brasileiro, nem mesmo Nenê Hilário, que no ranking da ESPN ficou em 31º lugar.

Sabem quem acabou em primeiro no ranking da “SLAM”? LeBron James. Kevin Durant ficou em segundo lugar e Kobe Bryant foi o terceiro.

O resultado saiu há pouco.

A “SLAM” (bíblia do basquete nos EUA) deu suas justificativas para colocar LBJ em primeiro. Mas não escreveu nem uma linha sequer para justificar a ausência de Nenê e a presença, por exemplo, de Andrew Bogut e Marc Gasol.

Mas eu não discuto. Tem coisas que não se discute. Acho que deve ser coisa de americano. Embora eu adore os EUA, sou brasileiro.

A gente, por exemplo, gosta de bundas; eles gostam de peitos.

Hambúrguer na grelha pra eles é churrasco e atende pelo nome de “barbecue”; pra nós churrasco é uma picanha ou uma maminha na churrasqueira.

Futebol, pra eles, joga-se com as mãos e uma bola oval; pra nós, futebol é com os pés e a bola é redonda.

Relógio, para os brasileiros, é enfeite; pra os americanos é algo a ser levado a sério.

Para os brasileiros, leis foram feitas para serem transgredidas; para os americanos, para serem respeitadas.

Enfim, diferenças culturais que muitas vezes não se compreende nem de um lado e nem de outro. Não digo que estamos certos e eles errados — e nem o contrário.

Apenas digo que tem coisas que pra gente soam incompreensíveis para nós — como eleger LeBron James o melhor jogador de basquete da atualidade.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , ,

terça-feira, 11 de outubro de 2011 NBA | 17:04

ELEIÇÃO COLOCA NENÊ ENTRE OS 31 MELHORES JOGADORES DA NBA

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Desde o início do mês passado o site da ESPN dos EUA vem ranqueando os jogadores que participaram da última temporada. No total são 500 atletas analisados.

O ranqueamento ainda não chegou ao fim, mas os quatro brasileiros já se posicionaram. E o melhor foi Nenê Hilário: 31º colocado. E recebeu nota 7,41 num universo de zero a dez.

Ou seja: de acordo com o ranking, Nenê está entre os 31 melhores jogadores da NBA em um universo de 500 atletas!

Nenê (foto) deixou para trás jogadores como Luis Scola, Lamar Odom, Tyson Chandler, Kendrick Perkins, Andrew Bogut, Roy Hibbert, Josh Smith, David West, Carlos Boozer, Brook Lopez, Al Jefferson, David Lee, Serge Ibaka, Emeka Okafor, Marcus Camby, Andrea Bargnani, Chris Kaman, Glen Davis, DeJuan Blair, Andrei Kirilenko, Rashard Lewis, Ray Allen, Ron Artest (agora Metta World Peace), Rudy Fernandez, Trevor Ariza, Brandon Roy, Joe Johnson, Andre Iguodala, Danny Granger, Monta Ellis, Luol Deng, Jason Kidd e Jason Terry, entre outros.

Não é pouca coisa. É digno de louvor e aplausos em pé. É digno de ser ovacionado.

Infelizmente, foram poucos os que comemoraram o feito de Nenê. O paulista de São Carlos, por ter se tornado um recluso em terras do Tio Sam, não pôde receber os aplausos devidos e merecidos.

Uma pena; foi opção dele. Nenê deve ter seus motivos e a gente tem que respeitar. Mas ele que não venha, no futuro, reclamar da falta de carinho e reconhecimento dos brasileiros.

Ele mesmo se divorciou da gente.

BRASUCAS

Os demais brasileiros se posicionaram da seguinte maneira:

85º) Anderson Varejão: nota 5,86;

150º) Leandrinho Barbosa: nota 4,84;

226º) Tiago Splitter: nota 4,31.

Varejão e principalmente Splitter mal puderam jogar a temporada passada por conta das contusões. Leandrinho sofreu um pouco, mas bem menos do que os outros dois.

METODOLOGIA

O ranqueamento está sendo feito com base na opinião de 91 jornalistas. Eles são da ESPN.com, TrueHoop Network, TrueHoop TV, Daily Dime Live, ESPN TV, ESPN Radio, ESPN Deportes, espnW, ESPN The Magazine, ESPN Insider, ESPN Fantasy, ESPN Games, ESPN Dallas, ESPN Los Angeles, ESPN Chicago, ESPN New York, ESPN Stats & Information, ESPN Topics e ESPN Analytics.

Como já disse, os “experts” atribuíram notas de zero a dez para os jogadores analisados.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , ,

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