Moses Malone | Fábio Sormani

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Posts com a Tag Moses Malone

sexta-feira, 26 de agosto de 2011 NBA | 19:03

OS MELHORES DA NBA NAS TRÊS ÚLTIMAS DÉCADAS

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Dia desses, um parceiro aqui do nosso botequim (que eu não consigo lembrar quem foi e desde já eu me desculpo com ele), pediu para que eu escalasse o meu quinteto titular da NBA na década de 1980.

Disse a ele que precisava pensar. Pensei e escalei não apenas o quinteto titular, mas fiz uma seleção. E mais: ampliei para as décadas de 1990 e 2000.

Certamente eu deixei de fora alguns nomes. Vamos ver o que vocês têm a dizer.

Ah, sim: não coloquei LeBron James, Dwayne Wade e Carmelo Anthony na seleção da década de 2000 porque vou considerá-los como década de 2010. E mais pra frente a gente fala sobre ela.

Vão lá os meus selecionados e seus respectivos quintetos:

DÉCADA DE 80
Armadores
Magic Johnson
Isiah Thomas
Dennis Johnson

Alas-armadores
Joe Dumars
Dr. J

Alas
Larry Bird
Cedric Maxwell

Alas-pivôs
James Worthy
Kevin McHale

Pivôs
Kareem Abdul-Jabbar
Robert Parish
Moses Malone

Quinteto titular
Magic Johnson
Dr. J
Larry Bird
James Worthy
Kareem Abdul-Jabbar

DÉCADA DE 90
Armadores
John Stockton
Tim Hardaway

Alas-armadores
Michael Jordan
Clyde Drexler

Alas
Scottie Pippen
Reggie Miller

Alas-pivôs
Karl Malone
Charles Barkley
Dennis Rodman

Pivôs
Hakeem Olajuwon
Patrick Ewing
Alonzo Mourning

Quinteto titular
John Stockton
Michael Jordan
Scottie Pippen
Karl Malone
Hakeem Olajuwon

DÉCADA DE 00
Armadores
Jason Kidd
Steve Nash
Allen Iverson

Alas-armadores
Kobe Bryant
Manu Ginobili

Alas
Paul Pierce
Dirk Nowitzki

Alas-pivôs
Tim Duncan
Kevin Garnett
Robert Horry

Pivôs
Shaquille O’Neal
Yao Ming

Quinteto titular
Allen Iverson
Kobe Bryant
Paul Pierce
Tim Duncan
Shaquille O’Neal

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , ,

sábado, 19 de março de 2011 NBA | 14:02

SIXERS, DE CARA NOVA

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É natural que se olhe pra mulher bonita. Como dizia Vinícius de Moraes, “as feias que me perdoem, mas beleza é fundamental”. É natural que a gente coloque o foco em times como San Antonio, Boston, Lakers, Chicago, Dallas e Miami. São os melhores do campeonato.

São eles que provocam suspiros no torcedor.

Abro um parêntese neste momento e deixo de olhar para as belas e olho para as nem tão feiosas assim. Por isso, hoje não vou falar das beldades deste campeonato.

Abro um parêntese para falar do Philadelphia.

Na temporada passada, já disse aqui, o Sixers fez a terceira pior campanha da Conferência Leste com um recorde de 27-55 (32,9%). Foi, no geral, o 25º colocado.

Desde Larry Brown, que comandou o time entre as temporadas 1997/2003 (“Coach of the Year em 2001 quando foi vice-campeão) que o Sixers não causava suspiros nos fãs do time e da NBA.

Uma série de técnicos medianos dirigiu o time desde então. Entre eles Randy Ayers, Chris Ford (ex-Boston, um horror de ruim), Jim O’Brien, Maurice Cheeks, Tony DiLeo e Eddie Jordan.

Sete anos de vacas magras se passaram e a franquia resolveu que era chegado o momento de dar uma sacudida. Que era chegado o momento de tentar voltar aos tempos de glórias.

Que glórias? Ora, se você não sabe, o Sixers tem dois títulos na NBA.

Em 1966/67 bateu o San Francisco Warriors (que começou na Filadélfia e que atualmente é o Golden State) por 4 a 2, capitaneado por Wilt Chamberlain, que com a camisa 13 do Sixers (Foto Divulgação) acabou a temporada com médias de 24,1 pontos e 24,2 rebotes.

Wilt “The Stilt” não levou o troféu de MVP das finais porque naquela época não havia a premiação. Mas foi o MVP da temporada regular. Seguramente teria bisado.

Em 1982/83 veio o segundo título. Um contundente 4 a 0 diante do Lakers. A equipe contava com dois jogadores extraordinários: Moses Malone e Julius Erving. Malone foi o MVP da temporada regular e das finais.

O primeiro tênis criado para jogadores de basquete foi desenhado pela Nike em 1982. Foi o “Air Force One”. E foi idealizado para que Moses Malone usasse. E a empresa, até hoje, nunca encontrou um tênis que vendesse tanto quanto o “Air Force One” de Moses Malone.

Nem mesmo os “Air Jordan”; nem mesmo os tênis desenhados posteriormente para Kobe Bryant e LeBron James.

O “Air Force One” tornou-se um fenômeno sem paralelos na história da empresa de material esportivo. É certo que o tênis é “cool”. Mas Moses Malone o fez “cool”, porque Malone era “cool” em quadra.

O Philadelphia não tem mais Moses Malone, não tem mais Julius Erving e nem Wilt Chamberlain. Allen Iverson quase fez do Philadelphia campeão em 2001. Mas Shaquille O’Neal não deixou.

De lá pra cá, de Iverson e Brown pra cá, foi uma estiagem só.

Por isso, nesta temporada, a franquia foi atrás de um treinador que pudesse fazer o grupo, que não é tão ruim assim, jogar bola. Contratou Doug Collins, o primeiro técnico de Michael Jordan no Chicago.

Collins é gênio? Não, longe disso; mas diante do que vemos atualmente, diante dos Vinnie Del Negro e Mike D’Antoni da vida, um pouco de conhecimento serve para fazer um time jogar bola.

Collins não é gênio, mas é um bom treinador. Arrumou o time. E o Sixers, em menos de uma temporada, transformou-se completamente.

De 25º colocado do campeonato passado, ocupa atualmente o sexto lugar no Leste com uma campanha de 36 vitórias e 33 derrotas. Deixou para trás o New York, que desmontou seu time para contratar os fominhas Carmelo Anthony e Chauncey Billups.

De 25º colocado na temporada passada, transformou-se numa espécie de “asa negra” do Boston, o melhor time do Leste nas últimas temporadas.

O começo do trabalho não foi nada fácil, já disse aqui no botequim. Fez 1-10 e depois 3-13.

Mas neste ano de 2011 o time tem uma campanha de 23-12, o que dá um aproveitamento de 65,7%. Isso daria ao time o quarto lugar na conferência se o desempenho fosse o mesmo desde o início.

Collins vem arrumando esse Sixers aos poucos. Ontem o time surrou o Kings em Sacramento por 102 a 80. “Ele (Collins) trouxe um novo sistema e nos fez a todos responsáveis por ele”, disse o pivô Elton Brand.

O time é interessante. Tem jogadores promissores que misturados a veteranos pode se tornar ainda mais competitivo na próxima temporada.

O armador Jrue Holiday (UCLA) tem 6,2 assistências de média na temporada e 13,7 pontos. Lou Williams (fugiu da escola) o ajuda muito bem no serviço. Evan Turner, recrutado este ano e eleito o melhor jogador universitário da temporada passada jogando por Ohio State, tem tudo para deslanchar na liga.

Os três mais Elton Brand (Duke) e Andre Iguodala (Arizona) podem, como disse, tornar o Sixers ainda mais competitivo na próxima temporada.

Dá pra voltar aos tempos de glória? Não creio — a menos que o Sixers faça uma contratação contundente e não perca ninguém. Mas dá para fazer do time um time competitivo, longe daquele que envergonhou seus fãs ao acabar na 25ª posição na temporada passada, com a terceira pior campanha do Leste.

Isso dá; ô se dá.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , ,

quinta-feira, 10 de março de 2011 NBA | 01:07

HISTÓRIA IGNORADA

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Kevin Love fez história na noite desta quarta-feira na NBA. Ao anotar seu décimo ponto cobrando um lance livre a 6:51 minutos para o final do primeiro tempo, Love juntou a dezena de pontos aos dez rebotes que ele já havia capturado.

Naquele momento do jogo, Love entrava para a história da NBA ao anotar seu 52º “double-double” seguido. Ultrapassava, naquele instante, uma das lendas da liga norte-americana, o também ala-pivô Moses Malone, que detinha o recorde de duplo-duplos seguidos desde a temporada 1978/79, quando enfileirou 51 deles.

Love foi aplaudido de pé pelos 15.153 torcedores do Minnesota Timberwolves que foram ao Target Center de Minneapolis. Agradeceu de maneira humilde, que, aliás, é um dos traços mais marcantes de sua personalidade, não apenas os torcedores, mas seus companheiros também.

Antes do jogo, não houve solicitação extra de credenciais por parte da mídia dos EUA para cobrir o evento histórico. Os holofotes foram poucos. E na internet, nenhum destaque como a situação, a meu ver, merecia. Nem mesmo no site da NBA.

Fico cá, agora, madrugada desta quinta-feira, pensando com meus botões: será que a gente superestimou o fato ou a mídia norte-americana se lixou para ele porque trata-se de um jogador sem carisma e que joga no quintal da NBA? A terceira alternativa seria: as duas alternativas anteriores são corretas.

Qual você escolhe? Eu adicionaria uma quarta alternativa: minimize um pouco as duas primeiras alternativas e diga que ambas são corretas. Ou seja: um pouco de cada coisa. Talvez a gente tenha superestimado o fato e a mídia ignorou-o por não ser batido por uma das estrelas da liga.

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Autor: Fábio Sormani Tags: ,

sábado, 8 de janeiro de 2011 NBA | 19:35

KOBE, O MAIOR CESTINHA DA HISTÓRIA?

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A rodada de sexta-feira teve alguns atrativos. O principal deles foi Kobe Bryant. O ala-armador anotou 25 pontos na vitória do Lakers sobre o New Orleans (101 a 97) e chegou a 26.720 pontos na carreira. Ultrapassou Oscar Robertson e ocupa neste momento a nona posição entre os maiores cestinhas da história da NBA.

Com mais 226 pontos ele ultrapassa Hakeem Olajuwon, que tem 26.946 tentos. Em dez jogos isso deve ser resolvido. Final deste mês deverá ocorrer e, assim, Kobe pularia para a oitava posição. Até o fim da fase de classificação deve superar também Elvin Hayes (27.313) e Moses Malone (27.409). Deve fechar este campeonato com cerca de 28 mil pontos. Isso levando-se em conta a média de tentos que ele vem fazendo, algo em torno de 25 pontos. Acabaria a temporada na sexta posição.

Ano que vem, já aos 33 anos, deve passar a perna em Shaquille O’Neal (28.504). E fincaria o pé na quinta posição, terminando 2011/12 com cerca de 30 mil pontos, sempre, é bom frisar, levando-se em conta a média de pontos de Kobe, que, repito, estou estimando em 25 por partida.

Bem e depois? Bem, daqui a duas temporadas, 2012/13, aos 34 anos, Kobe (foto Getty Image) teria que ultrapassar Wilt Chamberlain, o quarto maior cestinha da história da NBA e que tem 31.419 pontos. Precisaria de mais 1.500 tentos, e tomando por base esta média de 25 por jogo KB faria em uma temporada 2.050 pontos. Com isso, aos 34 anos, repito, daqui a duas temporadas, repito, KB terminaria o campeonato com algo em torno de 32.500 pontos.

E o que isso significaria? Isso significaria que em três temporadas Kobe ultrapassaria também Michael Jordan, que tem 32.292 pontos. Ou seja: aos 34 anos KB pode se tornar o terceiro maior cestinha da história da NBA.

Dá pra chegar? Claro que sim! Como disse, Kobe tem hoje 32 anos. Com 35, Jordan ganhou seu último título com a camisa 23 do Chicago. E jogando em altíssimo nível.

Kobe joga fácil mais três anos, talvez quatro ou cinco. Se jogar mais cinco, chega aos 37. E chega, a meu ver, em alto nível. Kobe é inteligente, conhece o jogo, não tem um histórico de contusões graves e se cuida. Conhece os limites do corpo. Sabe como cuidá-lo.

Se jogar até os 37 anos, pode adicionar mais 6.000 pontos aos seus 32.500 que teria aos 34 anos. Chegaria a 38.500. Ultrapassaria Karl Malone, que encerrou a carreira com 36.928 pontos e é o atual segundo colocado na lista dos maiores cestinhas da NBA e ultrapassaria também Kareem Abdul-Jabbar, o maior de todos os tempos, que acumulou ao longo de sua carreira 38.387 pontos.

Seria possível. Jogar até os 38 anos eu acho que sim; ter média de 25 pontos por jogo eu acho muito difícil.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , ,