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domingo, 4 de dezembro de 2011 NBA | 17:34

NBA DIVULGA TABELA DA TEMPORADA DE AMISTOSOS

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A NBA divulgou a tabela da “Pre-Season”. Serão apenas 26 jogos. Dois por equipe; um em casa e outro fora. Dois confrontos, no entanto, não foram marcados: Chicago x Indiana e San Antonio x Houston.

No debute de jogos, o Cleveland de Anderson Varejão vai a Detroit enfrentar o Pistons. Quatro dias depois recebe o time de Michigan em sua Q Arena.

O Toronto de Leandrinho Barbosa estreia dois dias depois que a bola subir pela primeira vez: recebe o Boston em seu Air Canada Center. No dia 21, vai a Massachusetts e retribui a visita.

O San Antonio de Tiago Splitter, como disse, não está na tabela.

Sobre Nenê, nada sabemos até o momento. Espero que até 16 de dezembro o pivô brasileiro tenha resolvido sua vida na NBA.

Abaixo a tabela completa da fase de amistosos:

16 de dezembro
Memphis x New Orleans (22h)
Washington x Philadelphia (22h)
Detroit x Cleveland (22h30)
17 de dezembro
New Jersey x New York (23h)
Minnesota x Milwaukee (22h)
Golden State x Sacramento (22h30)

18 de dezembro
Toronto x Boston (16h)
Miami x Orlando (21h)
Dallas x Oklahoma City (21h30)
19 de dezembro
Charlotte x Atlanta (22h)
Portland x Utah (22h)
Lakers x Clippers (22h30)

20 de dezembro
Oklahoma City x Dallas (22h)
Cleveland x Detroit (22h)
Sacramento x Golden State (22h)
Denver x Phoenix (22h)
Philadelphia x Washington (22h)

21 de dezembro
New Orleans x Memphis (22h)
Orlando x Miami (22h)
Milwaukee x Minnesota (22h)
Utah x Portland (22h)
New York x New Jersey (22h30)
Boston x Toronto (22h30)
Clippers x Lakers (22h30)

22 de dezembro
Phoenix x Denver (22h)
Atlanta x Charlotte (22h30)

Notas relacionadas:

  1. O TIME É ÓTIMO, MAS A TABELA AJUDA
  2. TABELA DA NBA FAVORECE O LAKERS
  3. A ZEBRA DA TEMPORADA
Autor: Fábio Sormani Tags: , , ,

sábado, 3 de dezembro de 2011 NBA | 16:48

TABELA DA NBA SERÁ DIVULGADA NA PRÓXIMA TERÇA-FEIRA. CONFIRA COMO ANDA O MERCADO

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Pra quem está ansioso como eu: a tabela desta temporada deve ser divulgada pela NBA no dia 6 próximo, terça-feira da semana que vem. Segundo o site NBC Sports, o anúncio será feito durante um programa da NBA TV, às 19h de Nova York (22h de Brasília).

O campeonato, isso a gente já sabe, começa no dia 25, num belíssimo presente para aqueles, como nós deste botequim, que são fanáticos pela NBA. Os prélios, nunca é demais lembrar, são:

New York x Boston (15h) — TNT
Dallas x Miami (17h30) — ABC
Lakers x Chicago (20h) — ABC
Oklahoma City x Orlando (23h) — ESPN
Golden State x Clippers (1h30) — ESPN

Lembrando, uma vez mais, que os horários são de Brasília e as emissoras são norte-americanas. Aqui no Brasil, a ESPN internacional vai transmitir, seguramente, uma partida. Espero que a ESPN HD mostre outra.

De todo o modo, anseio também que até lá a NBA disponibilize o pacote “League Pass”, o objeto de desejo de todos deste botequim. Assim que eu souber algo sobre o pacote, eu conto. Mas se alguém tiver informação antes de eu contar, que conte então.

PREOCUPAÇÃO

O San Antonio voltou a treinar ontem, sexta-feira. Nem todos os jogadores, é verdade, mas Tim Duncan estava lá. Tiago Splitter, não; o pivô brasileiro ainda continua na Espanha.

Claro que Tiago (foto) vai retornar ao Spurs. Fará neste domingo, contra o Real Madrid, seu último jogo pelo Valencia. O catarinense participou de apenas dois jogos com a camisa laranja do time espanhol. Anotou 13,5 pontos de média e nesses dois cotejos o Valencia venceu.

Para um jogador que não contou com a simpatia do treinador na temporada passada, penso que Splitter deveria ser o primeiro a chegar. Antes mesmo de Timmy.

RETORNO 2

Outro brasileiro que regressa aos EUA é Leandrinho Barbosa. Ele se apresenta na próxima segunda-feira ao Toronto. Hoje, no entanto, o ala-armador fará seu último jogo com a camisa do Flamengo.

E o adversário não poderia ser melhor: a Liga Sorocabana, que ainda tem encontrar sua identidade no campeonato. Ou seja: o Flamengo tem tudo para vencer e LB fazer uma partida para fica na memória dos torcedores.

O Flamengo espera que não seja um “adeus” de Leandrinho, mas sim um “até breve”.  Isso porque, se não der zebra, o Toronto não se classifica para os playoffs da NBA e, por conta disso, Leandrinho jogaria os playoffs do NBB com a regata flamenguista.

Acho que tem tudo para isso acontecer.

OPÇÃO

O Chicago não deve fazer nenhuma contratação bombástica; nem precisa. Afinal, o time é o atual vice-campeão do Leste, fez a melhor campanha do campeonato passado e teve em Derrick Rose o MVP da temporada regular.

Mas a gente sabe que o Bulls precisa de um artilheiro para ajudar D-Rose em quadra. Dos agentes livres que estão à disposição neste momento, Jason Richardson surge como a melhor opção para o técnico Tom Thibodeau.

J-Rich é artilheiro nato. Com suas pelotas longas, de três pontos, costuma bagunçar a defensiva adversária.

Com ele com a camisa tricolor, repito, D-Rose terá um desgaste menor, especialmente quando os playoffs chegarem.

A meu ver, nada de Caron Butler ou Josh Howard. O cara que o Chicago tem que pegar é Jason Richardson (foto).

Claro que Brandon Roy seria melhor, mas o ala-armador do Portland não está disponível e se for demitido pelo Blazers por conta da cláusula de anistia, o Minnesota já disse que o quer. E o Wolves, por não ter estourado o “cap”, tem prioridade em relação ao Chicago.

CONTRARIEDADE

Rajon Rondo está P da vida em Boston. Como na temporada passada, novamente ele está na berlinda. E só está na berlinda porque rumores dão conta de que o Celtics quer se livrar dele.

Rajon é excelente jogador, um dos melhores armadores da NBA na atualidade. Mas ele é um cara problemático. Doc Rivers, técnico do alviverde de Massachusetts, já reclamou do fato de ele ser indisciplinado.

Falou-se numa troca com Chris Paul. Mas CP3 teria dito que no Boston não quer jogar porque o tripé de sustentação do time está envelhecido e, daqui a dois anos, imagina, ele pode estar como uma andorinha em Boston e sozinho tentando fazer um verão.

Rajon tem mais quatro anos de contrato com o Boston e uma média de US$ 11,5 milhões por temporada.

O Celtics, leia-se Danny Ainge, tem que começar a se coçar. CP3 tem razão: esse time do Boston aguenta mais esta temporada; duvido que aguente a próxima.

Se quiser Paul, o Boston tem que ter outros jogadores jovens e de destaque em seu elenco. Caso contrário, poderá voltar ao ostracismo.

CONTAS

A situação de Dwight Howard em relação ao dinheiro é a seguinte:

1) Se ficar no Orlando e jogar toda a temporada e na sequência optar por sair, ele assina um contrato máximo de quatro anos com outra franquia em troca de US$ 80,5 milhões, o que dá um salário anual de US$ 20,12 milhões;

2) Se sair antes do “deadline” (fevereiro do ano que vem), ele pode fazer um “sign-and-trade” o que daria ao seu novo time a possibilidade de oferecer-lhe um contrato de US$ 110,8 milhões por cinco anos, US$ 22,16 milhões por temporada.

Quanto a Chris Paul, o cenário é este:

1) Se ficar no New Orleans e jogar toda a temporada e depois se mandar, assina um contrato máximo igualmente de quatro anos com seu novo time em troca de US$ 75,8 milhões, o que daria US$ 18,95 milhões por temporada;

2) Se for trocado antes do “deadline”, o cenário também será favorável: seu novo time pode oferecer-lhe um contrato de cinco anos com um total de US$ 100,2 milhões, ou US$ 20,04 milhões por campeonato disputado.

Como se vê, é de interesse dos dois a segunda opção: deixar seus times antes de esta temporada se encerrar.

Notas relacionadas:

  1. TABELA MAL FEITA
  2. MIAMI, COMO NOS VELHOS TEMPOS
  3. CP3 AGE COMO JOGADOR DE FUTEBOL
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , ,

segunda-feira, 21 de novembro de 2011 Sem categoria | 23:51

SEM O ‘NBB LEAGUE PASS’ RECORRO AO BOX SCORE PARA FALAR DO LÍDER PINHEIROS

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Não vi o jogo — acho que poucos viram. Infelizmente, não temos à disposição o “NBB League Pass”. Se tivéssemos, seguramente os fãs do basquete brasileiro e do basquete de uma maneira geral assistiriam Flamengo x Pinheiros na noite desta segunda-feira.

O SporTV transmitiu o debute do Brasília, atual campeão do NBB, diante do Joinville, em Santa Catarina. Vi partes do confronto; a diferença entre times era grande e a vitória por 82-70 não traduziu muito o que aconteceu em quadra.

Mas eu queria mesmo era ter assistido Flamengo x Pinheiros. Um jogaço, pelo que indica o resultado final: vitória dos paulistas por 89-84, mesmo em solo carioca.

Volto a dizer: este confronto deveria marcar a abertura do campeonato, com transmissão ao vivo pela Rede Globo na manhã de domingo dentro de seu Esporte Espetacular. Campeão carioca x campeão paulista. Que apelo!

Infelizmente, pouquíssimas pessoas puderam ver este clássico do basquete brasileiro, que foi disputado no acanhado ginásio do Tijuca, que exibe vaidosamente seu novo piso, que de fato ficou muito bonito.

Agora, deparo-me com o seguinte desafio: como falar sobre o que não se viu? Difícil.

Recorro ao box score para tentar entender como o Pinheiros venceu a peleja. Ele sugere que o ala Marquinhos Vieira foi o nome do jogo e a mola propulsora da equipe do Jardim Europa: 29 pontos.

Aproveitamento muito bom nos tiros de três pontos: 5/11 (45%). Nas bolas duplas, 4/9 (44%). Agora atentem ao detalhe: Marquinhos arremessos mais bolas de três do que de dois.

Velho e desgraçado vício desta geração: as bolas de três!

Marquinhos tem 2,06m e uma envergadura extraordinária. Deveria aproveitar-se deste presente que a natureza lhe deu e explorar mais os arremessos de meia distância; afinal de contas, quanto mais próximo da cesta, mas fácil fica de encestar.

A mim isso parece lógico; mas não é para nossos jogadores.

Leandrinho Barbosa (na foto NBB sendo marcado por Marquinhos) foi o cestinha do Flamengo, que não pôde contar novamente com Marcelinho Machado, suspenso. LB anotou 20 pontos para o time rubro-negro.

Queria falar muito mais sobre o jogo, mas não me atrevo. Prefiro reservar algumas linhas, a partir de agora, ao cotejo de Bauru, onde o time da casa estreou no NBB e venceu o Vila Velha do Espírito Santo por 91-77.

E por que falar sobre este jogo? Porque o norte-americano Larry Taylor, que tenta a naturalização brasileira, anotou simplesmente um “triple-double”: 10 pontos, 10 rebotes e 12 assistências.

Leio no relato do site do NBB (desta vez os resultados apareceram na coluna ao lado direito da home, que bom!) que Taylor é chamado de “alienígena”. Não sabia; gostei do apelido.

“Eu estava com muita energia e estava com um gosto ruim na boca pela eliminação no Paulista”, disse Larry (foto NBB), depois da partida. “Queria muito começar bem este NBB e acho que tive uma boa atuação hoje”.

Boa atuação? Ora, Larry, deixe de ser modesto: assim como Marquinhos no Rio de Janeiro, você foi o cara do Bauru na Cidade Sem Limites (apelido de Bauru, vocês sabiam?).

Demais resultados desta rodada de segunda-feira:

Tijuca 63-81 Paulistano
Franca 87-81 Araraquara
Uberlândia 87-82 Limeira
São José 68-65 Minas

No site do NBB a classificação não está atualizada. Dá pra acreditar? Mas a gente sabe que o líder do campeonato é o Pinheiros, com dois jogos e duas vitórias.

A próxima rodada está marcada para quinta-feira à noite. Teremos a chance de ver Larry Taylor em ação, pois o SporTV anuncia a transmissão de Bauru x Joinville. Legal, gostei.

Se bem que teremos Minas x Flamengo e Paulistano x Franca, enquanto que o líder Pinheiros recebe o Uberlândia.

Puxa vida, agora que eu percebi: tem jogos atraentes no campeonato!

Vamos lá, rapaziada; vamos tirar a bunda da poltrona e vamos para os ginásios. O campeonato promete empolgar — e ao vivo é sempre mais emocionante.

Já que não temos cão, vamos à caça com gato mesmo. Se bobear, acho que poderemos voltar com o embornal repleto.

Notas relacionadas:

  1. FUTURO PROMISSOR
  2. BRASIL ARRASA PORTO RICO E ESTÁ A UMA VITÓRIA DOS JOGOS OLÍMPICOS
  3. PINHEIROS É CAMPEÃO PAULISTA E TÍTULO VOLTA PARA CAPITAL DEPOIS DE 25 ANOS
Autor: Fábio Sormani Tags: , ,

sábado, 19 de novembro de 2011 basquete brasileiro | 19:08

UM JOGO APENAS NA GLOBO VAI MESMO AJUDAR O BASQUETE CRESCER?

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O amigo e companheiro de profissão Marcelo Laguna, que mantém aberto um movimentado botequim bem aqui ao lado e batizado “Espírito Olímpico”, apareceu neste boteco e encontrou-nos de porre. Boa parte já estava de ressaca, tudo por conta do locaute da NBA.

Mesmo encontrando-nos em estado deplorável, ele fez um comentário que depois de refletido deixou-me em dúvida: será que a transmissão de apenas um jogo do NBB pela Globo vai ajudar a massificar o esporte no Brasil?

Hoje começou o NBB. Dois cotejos foram marcados para o Rio de Janeiro.

Às 10h da manhã deste sábado o Pinheiros, atual campeão paulista, visitou o Tijuca e sapecou incontestáveis 104-71. Shamell Stallworth (foto João Pires/NBB) e Marquinhos Vieira, os dois alas do time de São Paulo, anotaram juntos 48 pontos; 24 tentos para cada um. Foram os destaques do prélio que marcou a abertura do NBB.

Na sequência, também no ginásio do Tijuca, o Flamengo, campeão carioca, recuperou-se espetacularmente e venceu o Paulistano por 88-78. Mesmo sem contar com Marcelinho Machado, que se achava suspenso. Venceu graças ao talento de Leandrinho Barbosa (26 pontos) e do norte-americano David Jackson (20 tentos).

Como disse acima, o NBB começou hoje. Puxa vida, por que a Globo não passou o jogo do Flamengo? Afinal de contas, hoje a bola subiu pela primeira vez na competição de basquete mais importante do país.

A Globo poderia ter passado o jogo do Flamengo, o time de maior torcida no Brasil. E seu adversário deveria ter sido o Pinheiros e não o Paulistano, pois os dirigentes do NBB poderiam ter vendido para a emissora o duelo entre os campeões cariocas e paulistas. Este seria o mote da transmissão.

Chamadas com alguns dias de antecedência durante a programação da Globo, matérias no Globo Esporte, idem para o jornal “O Globo”. Com uma cobertura dessas, outros órgãos de comunicação iriam se sensibilizar também com a partida e o jogo, a abertura do NBB, ganharia um destaque ainda maior do que ganhou.

E o confronto entre os campeões do Rio e de São Paulo poderia ter sido jogado na Arena HSBC, com grande público, ao invés do acanhado ginásio do Tijuca. Poderia ter sido jogado na manhã do domingo, como a Globo bem gosta, para rechear o seu Esporte Espetacular. Leandrinho (foto João Pires/NBB) x Marquinhos, duelo de dois craques da seleção brasileira.

Mas, infelizmente, isso não aconteceu. A partida de abertura do NBB não foi para a tela da Globo. Para a tela da Globo irá apenas a partida decisiva.

Então eu volto a pensar na proposta reflexiva do Laguna: será que a transmissão de apenas um jogo do NBB pela Globo (o decisivo) vai mesmo ajudar a massificar o esporte?

Nada tenho contra a final ser jogada em apenas uma partida; já disse isso e mantenho minha impressão. Mas eu continuo me questionando: será mesmo que a transmissão de apenas um jogo pela Globo vai ajudar no crescimento do basquete?

A direção do NBB deveria procurar novamente a direção de esportes da emissora carioca e discutir a questão.

Como disse, a Globo é parceira do NBB. Não entrou no negócio para perder dinheiro. Segundo apurei, o dinheiro dado pela rede televisiva é repassado para os participantes. Algo em torno de R$ 3 milhões no total, por temporada, que divididos entre os 15 participantes dá R$ 200 mil para cada um deles.

Pouco? Concordo, não é muito, mas é melhor do que nada; e é melhor do que ter que pagar R$ 30 mil por partida exibida na Record News, por exemplo. E a proposta do BandSports, não se esqueçam, era transmitir jogos no canal fechado (nada da Band aberta) e nenhum dinheiro envolvido na questão.

A Globo paga. Paga e quer receber no mínimo o que foi investido.

Mas para receber o investido, ela tem que vender bem as placas de publicidade, que é seu ganha-pão nesse acordo. Para que as placas peguem um bom preço, há que se ter interesse por elas, interesse esse que somente acontecerá se o basquete brasileiro voltar a tocar os nossos corações. E para ele voltar a fazer nossos corações pulsarem mais forte ele tem que estar na boca do povo. E para o basquete brasileiro estar na boca do povo a Globo não pode escondê-lo: ela tem que mostrá-lo; ela tem cevar os torcedores, é preciso “viciar” os torcedores, como somos “viciados” por futebol — guardadas as devidas proporções, é claro.

Por isso, é extremamente pertinente a proposta do Laguna para que reflitamos se apenas um jogo do NBB (o decisivo) poderá realmente ajudar o basquete a alcançar o tão sonhado “upgrade”. Eu comecei esse post em dúvida; encerro-o achando que não: apenas um jogo é muito pouco para levar o basquete brasileiro um, dois ou três degraus acima.

Não há necessidade alguma de se mexer na final do campeonato, repito. Mas a Globo tem que mostrar mais jogos. Alguns poucos da fase de classificação e outros tantos dos playoffs.

Seria bom pra ela e principalmente para o basquete brasileiro.

Notas relacionadas:

  1. BRASIL CAMPEÃO COM BASQUETE MODERNO
  2. POBRE BASQUETE BRASILEIRO
  3. MORALIZAÇÃO DO NOSSO BASQUETE
Autor: Fábio Sormani Tags: , , ,

quarta-feira, 16 de novembro de 2011 NBA, basquete brasileiro | 22:51

NBB BOBEIA AO NÃO TENTAR CONTRATAÇÃO DE JOGADORES DA NBA. SPLITTER FOI PARA ESPANHA

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Tiago Splitter assinou contrato com o Valencia, da Espanha. Quer dizer: vai para a Europa ao invés de jogar no Brasil, onde, aliás, nunca jogou.

Nosso pivô do San Antonio Spurs é um ilustre desconhecido para nós em se tratando de clubes. Foi para o país ibérico quando tinha apenas 15 anos e só desfilou pelas quadras brasileiras com a camisa da seleção.

Uma pena: Tiago poderia reforçar uma das equipes do NBB. Recebeu propostas do Flamengo, Pinheiros e Franca, mas não rolou — e não sei por quê.

Esta notícia nos remete ao post passado. O NBB perde uma ótima oportunidade de trazer um grande jogador para deixar o campeonato atraente e tentar, com isso, cativar os torcedores exigentes — leia-se os fanáticos pela NBA.

Além de tudo o que foi dito em nossa conversa passada, o NBB tem que pensar também em rechear o nosso campeonato com jogadores que provocariam alvoroço na mídia. A contratação de Leandrinho Barbosa, que acabou de ser campeão carioca, foi excelente; a vinda de Splitter também seria.

Com o locaute na NBA, nossos times deveriam pensar num jeito de tirar uma lasquinha desta situação. Sabemos que o dinheiro é escasso, mas, como disse, é agora que a gente vê quem é quem.

Os competentes conseguem tornar possível o impossível; os incompetentes não fazem a menor ideia do que fazer neste momento e dormem em berço esplêndido.

Volto a falar do caso Neymar, que é um divisor de águas na história recente do nosso futebol. Alguém poderia imaginar que o Santos conseguiria gerar dinheiro e segurar o jogador no Brasil?

Não, ninguém imaginava que isso pudesse acontecer. Mas o presidente santista, Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, foi genial: ele e sua equipe conseguiram fazer dinheiro onde ninguém imaginava que pudesse existir.

O mesmo vale para o basquete. Será que ninguém consegue bolar um projeto envolvendo algum jogador da NBA que possa gerar interesse de patrocinadores?

Claro que não dá para contratar o “dream team” norte-americano, mas jogadores medianos a gente poderia tentar amealhar. Se isso ocorrer, haveria a possibilidade de se desperta o interesse de muitos que torcem o nariz para o nosso campeonato.

Já pensaram Leandrinho se juntando a Splitter, Varejão e Nenê, que se juntariam, por exemplo, a Raja Bell, Carlos Arroyo, Rasual Butler, Shelden Williams, Jason Kapono, Anthony Carter, Jannero Pargo, Keith Bogans, Earl Boykins, Daequan Cook, Damien Wilkins, James Johnson, Josh Powell, Mo Peterson, Renaldo Balkman, Antonio Daniels, Erick Dampier, Kwame Brown, Leon Powe, Keyon Dooling?

Esses jogadores despertariam interesse de torcedores, com certeza, pois viriam carimbados com o logo da NBA.

Volto a dizer: se o NBB quer fisgar o coração do torcedor brasileiro afeito à NBA, é preciso fazer algo. Apenas achar que haverá a migração pura e simples, repito, é muita ingenuidade.

Notas relacionadas:

  1. DISTENSÃO MUSCULAR AMEAÇA TIAGO SPLITTER NO PRÉ-OLÍMPICO
  2. CHINA VETA CONTRATAÇÃO DE JOGADORES DA NBA COM CONTRATO EM VIGOR
  3. ALEX GARCIA CRITICA NENÊ, SPLITTER É CONTRADITÓRIO E DEMAIS JOGADORES PREFEREM A CAUTELA
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , , , ,

sábado, 5 de novembro de 2011 basquete brasileiro | 11:32

FLAMENGO ATROPELA TIME CHILENO E FICA NUMA BOA NA LIGA SUL-AMERICANA

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Foi mais fácil do que eu esperava: o Flamengo venceu ontem o Boston College do Chile por 97-44 e praticamente se garantiu no hexagonal final da Liga Sul-Americana. Um atropelo.

É bom lembrar que na rodada de quinta-feira o BC bateu o Atenas de Córdoba por 78-73. Córdoba onde está sendo disputada esta fase do torneio.

O ala norte-americano David Jackson foi o cestinha do Flamengo com 26 pontos. Depois dele vieram Marcelinho Machado, 20, e Leandrinho Barbosa e o ala-pivô Federico Kammerichs ambos com 15 pontos cada.

“Nossa defesa foi determinante hoje”, disse o técnico Gonzalo Garcia. “Além disso, o time jogou com seriedade e conseguiu vencer por uma boa diferença de pontos, o que é muito importante para a classificação”.

Jogar com seriedade é obrigação, vocês podem dizer. Sim, é verdade, é obrigação; mas quando o adversário é ruim demais (caso do Boston College), é comum perder a concentração e a seriedade ir para o espaço.

Talvez este tenha sido o aspecto mais importante da vitória do Flamengo: o time não perdeu o foco jamais.

Neste sábado, às 20h, o Mengão pega os anfitriões do Atenas. Vitória garante o primeiro lugar do grupo.

Deve vencer. Não sei se com facilidade, pois a rivalidade Brasil/Argentina estará em quadra. Mas que o Flamengo sobra em relação ao Atenas, isso ninguém discute.

Notas relacionadas:

  1. LEANDRINHO NO FLAMENGO, POR QUE NÃO KOBE NO CORINTHIANS?
  2. MARKETING DO FLAMENGO PISA NA BOLA E LEANDRINHO ESTREIA EM BRASÍLIA
  3. LEANDRINHO E KAMMERICHS COMANDAM VITÓRIA DO FLAMENGO NA LIGA SUL-AMERICANA
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , ,

sexta-feira, 4 de novembro de 2011 basquete brasileiro | 14:23

LEANDRINHO E KAMMERICHS COMANDAM VITÓRIA DO FLAMENGO NA LIGA SUL-AMERICANA

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Leandrinho estreou finalmente com a camisa do Flamengo em jogo oficial. Foi ontem à noite diante do UTE, do Equador, em partida válida pela Liga Sul-Americana, que nesta fase está sendo disputada em Córdoba, Argentina.

O time brasileiro deitou e rolou: venceu por 109-77. LB (foto Divulgação) foi responsável por 22 pontos dos cariocas.

“Por ser o primeiro jogo, acho que foi muito bom, mas é claro que ainda temos algumas coisas para melhorar, principalmente na parte defensiva”, disse Leandrinho. “Estava ansioso, acho que todos sentiram um pouco a estreia. Estou muito feliz com essa oportunidade, está sendo uma grande experiência profissional e de vida”.

O grande nome da partida, no entanto, foi o argentino Federico Kammerichs. O ala-pivô do Flamengo atingiu o “double-double” com números consideráveis: 20 pontos e dez rebotes.

A fragilidade do adversário possibilitou que cinco jogadores terminassem com duplo dígito na pontuação. Além de LB e Kammerichs, Marcelinho Machado (18), David Jackson (17) e Hélio (10) completaram o quinteto dos artilheiros flamenguistas.

O time da Gávea volta à quadra esta noite pela segunda rodada. Vai enfrentar o Boston College do Chile (que nome estranho para um time chileno!).

Na rodada de ontem, o BC venceu os anfitriões do torneio, o Atenas, por 78-73. Ou seja: parada dura para o Mengão.

“O Flamengo é uma equipe de muito potencial, mas ainda precisamos corrigir algumas falhas, principalmente na defesa”, disse o técnico Gonzalo Garcia. “De qualquer maneira, cumprimos nosso objetivo, que era vencer e agora tiramos um pouco dessa ansiedade da estreia”.

Concordo com Garcia: o Flamengo tem muito potencial e tem tudo para conquistar o bicampeonato da Liga Sul-Americana.

A menos que o locaute na NBA termine neste final de semana e Leandrinho Barbosa tenha que retornar rapidamente para o Toronto Raptors.

Notas relacionadas:

  1. LEANDRINHO NO FLAMENGO, POR QUE NÃO KOBE NO CORINTHIANS?
  2. MARKETING DO FLAMENGO PISA NA BOLA E LEANDRINHO ESTREIA EM BRASÍLIA
  3. NA FESTA DE LEANDRINHO BARBOSA QUEM BRILHOU FOI ALEX GARCIA
Autor: Fábio Sormani Tags: , ,

segunda-feira, 31 de outubro de 2011 Seleção Brasileira, basquete brasileiro | 23:47

O DIA EM QUE OSCAR VIROU AS COSTAS PARA A SELEÇÃO BRASILEIRA

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O parágrafo que reproduzo abaixo foi retirado da edição do dia 19 de julho de 1983 do jornal “Folha de S.Paulo”. O título da matéria era: “Oscar dispensado”. Diz o texto:

“Na apresentação da seleção brasileira masculina de basquete, ontem, às 17 horas, no Monte Líbano, para o início dos treinos com vistas aos Jogos Pan-Americanos (Caracas), o técnico Renato Brito Cunha foi surpreendido com o pedido de dispensa do jogador Oscar, que vai retornar à Itália, onde está sendo solicitado pelo seu clube, na cidade de Caserta”.

Surpreso? Eu também fiquei, pois não me lembrava disso.

Ou seja: caem por terra todas as críticas que Oscar Schmidt tem feito sobre os jogadores brasileiros que estão na NBA e pedem dispensa por serem pressionados pelas suas equipes.

Oscar também fez o mesmo. O Mão Santa também capitulou um dia.

O nosso Mão Santa também virou as costas para a seleção porque foi pressionado por seu clube, assim como um dia fizeram Leandrinho Barbosa e Anderson Varejão.

O nosso Mão Santa também virou as costas para a seleção brasileira para cuidar da vida, assim como Nenê Hilário tem feito e tem merecido críticas alucinadas por parte dele.

Oscar errou naquela época?

Claro que não, ele tinha mais é que cuidar de sua vida, pois era casado e tinha família pra sustentar. Oscar não errou como não erraram os brasileiros da NBA que um dia tiveram que dizer não à seleção por motivos particulares mais do que justificáveis.

Oscar erra, isto sim, no presente. Erra ao condenar os brasileiros por um “crime” que ele também cometeu e se esqueceu.

Nosso Mão Santa precisa urgentemente se conter. Ele é uma instituição do nosso basquete e tem que zelar pelo seu nome.

Espero que a partir de agora, com este passado vindo à tona, Oscar Schmidt se controle e pare com seus discursos exacerbados, carregados de um nacionalismo idiota e de um autoritarismo anacrônico.

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  1. HÁ 16 ANOS O BRASIL SE CLASSIFICAVA PARA OS JOGOS OLÍMPICOS DE ATLANTA
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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , ,

terça-feira, 11 de outubro de 2011 NBA | 17:04

ELEIÇÃO COLOCA NENÊ ENTRE OS 31 MELHORES JOGADORES DA NBA

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Desde o início do mês passado o site da ESPN dos EUA vem ranqueando os jogadores que participaram da última temporada. No total são 500 atletas analisados.

O ranqueamento ainda não chegou ao fim, mas os quatro brasileiros já se posicionaram. E o melhor foi Nenê Hilário: 31º colocado. E recebeu nota 7,41 num universo de zero a dez.

Ou seja: de acordo com o ranking, Nenê está entre os 31 melhores jogadores da NBA em um universo de 500 atletas!

Nenê (foto) deixou para trás jogadores como Luis Scola, Lamar Odom, Tyson Chandler, Kendrick Perkins, Andrew Bogut, Roy Hibbert, Josh Smith, David West, Carlos Boozer, Brook Lopez, Al Jefferson, David Lee, Serge Ibaka, Emeka Okafor, Marcus Camby, Andrea Bargnani, Chris Kaman, Glen Davis, DeJuan Blair, Andrei Kirilenko, Rashard Lewis, Ray Allen, Ron Artest (agora Metta World Peace), Rudy Fernandez, Trevor Ariza, Brandon Roy, Joe Johnson, Andre Iguodala, Danny Granger, Monta Ellis, Luol Deng, Jason Kidd e Jason Terry, entre outros.

Não é pouca coisa. É digno de louvor e aplausos em pé. É digno de ser ovacionado.

Infelizmente, foram poucos os que comemoraram o feito de Nenê. O paulista de São Carlos, por ter se tornado um recluso em terras do Tio Sam, não pôde receber os aplausos devidos e merecidos.

Uma pena; foi opção dele. Nenê deve ter seus motivos e a gente tem que respeitar. Mas ele que não venha, no futuro, reclamar da falta de carinho e reconhecimento dos brasileiros.

Ele mesmo se divorciou da gente.

BRASUCAS

Os demais brasileiros se posicionaram da seguinte maneira:

85º) Anderson Varejão: nota 5,86;

150º) Leandrinho Barbosa: nota 4,84;

226º) Tiago Splitter: nota 4,31.

Varejão e principalmente Splitter mal puderam jogar a temporada passada por conta das contusões. Leandrinho sofreu um pouco, mas bem menos do que os outros dois.

METODOLOGIA

O ranqueamento está sendo feito com base na opinião de 91 jornalistas. Eles são da ESPN.com, TrueHoop Network, TrueHoop TV, Daily Dime Live, ESPN TV, ESPN Radio, ESPN Deportes, espnW, ESPN The Magazine, ESPN Insider, ESPN Fantasy, ESPN Games, ESPN Dallas, ESPN Los Angeles, ESPN Chicago, ESPN New York, ESPN Stats & Information, ESPN Topics e ESPN Analytics.

Como já disse, os “experts” atribuíram notas de zero a dez para os jogadores analisados.

Notas relacionadas:

  1. UMA COMPARAÇÃO ENTRE BRASIL E ARGENTINA
  2. REVISTA NORTE-AMERICANA COLOCA NENÊ COMO TITULAR NO TIME DO OESTE NO “ALL-STAR GAME”
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Autor: Fábio Sormani Tags: , , ,

domingo, 9 de outubro de 2011 basquete brasileiro | 15:57

NA FESTA DE LEANDRINHO BARBOSA QUEM BRILHOU FOI ALEX GARCIA

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Gostei bastante do jogo desta manhã. Brasília e Flamengo fizeram uma partida muito disputada. No papel foi um amistoso; na prática, parecia cotejo de campeonato. No final deu Brasília por 85-82.

De fato, a rivalidade entre essas duas equipes é a maior do nosso basquete na atualidade. Decidiram as três primeiras edições do NBB, com duas vitórias do Brasília (o atual campeão) e uma do Flamengo.

A descentralização é muito boa para o nosso basquete. Com a criação da LDO (Liga de Desenvolvimento Olímpico), os times do NBB são obrigados a contar com equipes, digamos, juniores ou formarem num primeiro momento uma parceira. E o resultado disso é que aumenta o número de jogadores envolvidos em cada equipe.

Assim, com equipes em Brasília, Minas, Espírito Santo, Santa Catarina e Rio de Janeiro, muitos jovens não precisam se deslocar de seus lares, andarem quilômetros e quilômetros, deixar familiares e amigos para trás para vir jogar em São Paulo ou no interior paulista.

Há histórias de muitos garotos e garotas que desistiram de seguir em frente exatamente por causa disso. Você pode dizer: ainda bem, pois eram fracos de personalidade.

Não apostaria todas as minhas fichas nesta assertiva. Acho que cada caso é um caso e muitos desistem por conta da solidão — e isso não é bolinho não.

Mas voltando a falar na partida, gostei bastante do jogo desta manhã. E alguns jogadores me chamaram muito a atenção.

Do lado do Flamengo, claro, os olhos dos torcedores e as lentes da mídia se voltaram para Leandrinho Barbosa. O ala-armador, que jogou mais de armador, atuou 26:40 minutos. Anotou 11 pontos, mas cometeu três erros, todos perdoáveis, pois ele estava (como está) sem ritmo de jogo e se adaptando ao time e ao basquete brasileiro.

Nezinho Santos (foto NBB) também chamou a atenção pela fluência de seu jogo. Gostei muito da atuação do armador do Brasília. Foram 20 pontos e oito assistências. Completamente diferente daquele jogador contido e tímido com a camisa da seleção brasileira. Por quê? Parece-me mais um caso de jogador que sente o peso da camisa do nosso selecionado.

Os cestinhas foram Marcelinho Machado, ala do Flamengo, artilheiro do time e do jogo com 28 pontos. Do lado do Brasília, Alex Garcia fez um ponto a menos: 27.

Mas Alex foi o nome da peleja que deveria ter sido de Leandrinho. Alex é hoje o melhor jogador em atividade no Brasil.

Muita disposição e talento em quadra. Defende como ninguém, está muito melhor no ataque. Some-se a isso uma liderança que o torna o treinador do time em quadra.

No jogo, foram três enterradas espetaculares. A segunda delas, aliás, lembrou-me um pouco aquela socada de Dwyane Wade em cima do nosso Anderson Varejão.

Como disse Alex para o SporTV no intervalo da partida, “o Caio Torres pediu”. Pediu o quê? Pediu pra Alex dar uma socada que se transformou na jogada da partida.

Alex vive hoje seu melhor momento na carreira. Está com 31 anos e acho que ele poderia ainda jogar na NBA, por exemplo. Poderia desempenhar um papel semelhante ao que Ronnie Brewer desempenha no Chicago. Alex poderia fazer isso em qualquer uma das 30 equipes da NBA.

Se bem que, para o bem do nosso basquete, o ideal é que Alex fique por aqui mesmo e continue atraindo fãs e mais fãs aos ginásios, fãs que vão aos ginásios para vê-lo jogar.

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