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sexta-feira, 31 de outubro de 2008 NBA | 18:18

LAKERS IGNORA CRISE E DÁ US$ 57,4 MI PARA BYNUM

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Crise? Que crise?

O Lakers renovou hoje o contrato de seu pivô Andrew Bynum (foto AFP) por mais quatro temporadas. Valor do compromisso: US$ 57,4 milhões.

Bynum fez 21 anos no último dia 27. É o jogador mais jovem a atuar na NBA. Começou a jogar basquete com 17 anos. Seu esporte favorito era o atletismo. A ficha caiu e ele percebeu que com 2m13 o negócio era mesmo jogar basquete.

Foi bom mesmo o Lakers resolver esta pendência, porque Bynum estava incomodado com a situação. David Lee, agente do jogador, estava tentando tirar o máximo da franquia e o negócio emperrou. Finalmente, hoje, tudo se resolveu.

Exageradamente, muita gente tem dito que Bynum pode sustentar a tradição do Lakers dos grandes pivôs, que começou com George Mikan na década de 1950, passou por Wilt Chamberlain, Kareem Abdul-Jabbar e Shaquille O’Neal. Digo exageradamente porque Bynum tem muito chão pela frente antes de se pensar em compará-lo com essas quatro legendas do basquete norte-americano.

Mas que ele tem futuro, isso tem. Até onde vai chegar, isso a gente não sabe.

Bynum vai ganhar US$ 2,8 milhões nesta temporada. Nas próximas três, cerca de US$ 42 milhões. E no último ano, mais US$ 16 milhões.

Crise, que crise? Aonde?

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , ,

NBA | 15:03

LEANDRINHO, VAREJÃO E O SHOW DE CHRIS PAUL

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Foi uma tragédia. Leandrinho negou fogo ontem em pleno US Airways Center de Phoenix. Fez apenas dois míseros pontinhos.

Seus números não deixam a menor dúvida: nenhuma bola certeira de três nas cinco tentadas – sua especialidade, diga-se. Apenas um arremesso correto de dois em seis chutados. Não visitou nenhuma vez sequer a linha do lance livre, o que chama a atenção para um atacante como ele. Dois rebotes e nenhuma assistência. Além disso, cometeu três erros. Tudo isso em 21 minutos – o que não é pouco.

Leandrinho joga mais do que jogou ontem; isso ninguém duvida. É preciso encontrar a regularidade, pois a irregularidade poderá subtrair-lhe momentos importantes em quadra.

Seu cartão de visita é sua agressividade ofensiva. Na defesa, é regular, nada além disso. Se Leandrinho deixar de pontuar, perderá pontos importantes com o novo treinador e, como escrevi, minutos preciosos em quadra.

O brazuca está com problemas particulares, todos nós sabemos. Portanto, vamos dar um desconto para ele neste momento.

UM MONSTRO!

Em contrapartida, Chris Paul (foto AP) arrebentou. Double-double em pontos (20) e assistências (10); quase um triple-double, pois apanhou oito rebotes. E ainda fez três desarmes.

O moleque é um monstro. É o coração e a alma do Hornets. Conduziu mais uma vez o time em quadra na vitória sobre o Phoenix por 108-95. Carimbou a estréia do técnico Terry Porter no Arizona.

Já escrevi o óbvio. Todos cantam em prosa e verso: CP3 é hoje o melhor armador não só da NBA, mas do mundo. O melhor da Europa é Ricky Rubio; o espanhol tem que comer muito feijão para se aproximar do jogo de Paul.

NOVO HORRY

Alguém tem dúvida de que James Posey é o novo Robert Horry da NBA? Eu não tenho. Ontem foram três bolas triplas certeiras em cinco tentadas em momentos importantes da partida – como Horry sempre fez. Jogou 21 minutos e veio do banco, como Horry… Não sei como o Boston deixou o cara escapar. E para desespero de Lakers e San Antonio, ele está no New Orleans.

IRREGULARIDADE

Vocês conseguem entender o Anderson Varejão? Depois do partidaço contra o Boston, fora de casa (nove pontos e novo rebotes), foi um fiasco ontem diante do Ipatinga… quer dizer, do Charlotte, em Cleveland. Dois pontos e três rebotes e nenhum toco. Jogou 21 minutos, tempo suficiente para fazer muito mais do que fez.

DE OLHO NO HOUSTON

Já escrevi aqui que o Houston pode surpreender. Agora com Ron Artest ao lado de Luis Scola, Yao Ming e Tracy McGrady, o time texano ficou muito forte. No clássico regional, o Rockets foi a Dallas e bateu o Mavericks por 112-102. Inquestionável.

Artest fez 29 pontos, mas o cara do jogo foi Yao Ming: 30 pontos, 13 rebotes (quatro ofensivos) e dois tocos. Nos lances livres – para dar inveja aos brasileiros –, o chinês fez 8-8. Nos arremessos de quadra, 11-15. Espetacular.

E a partida foi contra o Dallas; e não contra o Charlotte. E fora de casa; e não em casa. Vocês entendem o que estou dizendo, certo?

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quarta-feira, 29 de outubro de 2008 NBA | 16:03

INTERNAUTA MOSTRA COMO ASSINAR O LEAGUE PASS

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Conforme este blog antecipou, a NBA finalmente disponibilizou o pacote NBA League Pass para o Brasil. Só que fez ao melhor estilo brasileiro: sem qualquer informação, ou melhor, com informações desencontradas e conflitantes.

Ontem o internauta Thiago Pires, fanático torcedor do Lakers, postou um comentário no texto “NBA tem tudo para repetir final passada” dizendo que tinha acabado de assinar o pacote NBA League Pass. Dei uma fuçada no site da NBA e não consegui assinar, pois apareceu uma mensagem dizendo que o pacote não estava disponibilizado para a região, leia-se Brasil.

Mandei um e-mail para o Thiago, perguntando como é que ele conseguiu assinar o pacote. Reproduzo a seguir a maior parte dos dois e-mails que ele mandou-me hoje:

Meu caro Fábio.

Isso é culpa do desdém da NBA com seus espectadores. O link do League Pass International é diferente do americano, que é o que você acha normalmente na pagina da NBA. Falei com pessoas de outros países e para alguns aparecia um link do internacional na home da NBA, e outros não. Deve ser algum critério estúpido na distribuição dos banners.

Esse é o link – http://ilp.nba.com

O Brasil é um de uma lista de 30 países que estão autorizados (ufa)! Estou em São Paulo.

Assinei, paguei e assisti hoje [ontem] o Lakers demolir o TrailBlazers em uma qualidade melhor que os “streams” oficiais do LP da temporada passada, que a gente conseguia roubar graças às boas almas que postavam em fóruns. A melhor que já vi em computador sem dúvida.

O preço é o mesmo do LP americano, 84.50USD, mas o americano é mais legal, tem “live stats”, multitelas e o caramba.

Porém, levando em conta a carência de NBA que temos aqui no Brasil, é a melhor coisa que já vi até hoje, de longe melhor que a última boa opção que era o League Pass da Directv de 10 anos atrás.

A qualidade dos “streams” fica em torno de 800 a 1000 kbps, o que é bem decente tirando uns picos de baixa que dá e fica tudo meio pixelado por um segundo ou dois.

All in all, estou bem feliz de poder ver todos os jogos finalmente!

É um sonho depois de chegar a ficar ouvindo rádio de LA na madrugada ou esperar uma semana inteira para agüentar o Luciano do Valle chamando o Ewing de “Iurning” e o James Worthy de “James Worf”

Tenho mais informações sobre o serviço, é inclusive coisa essencial antes que o pessoal invista o seu dinheirinho.

O sistema utilizado pelo ILP é p2p e precisa de um “upload rate” altíssimo de 500-1000 kbps, o que deve inviabilizar uma experiência suave para a maioria das pessoas, imagino.  A minha conexão é de 12 mega. Segurou bem o jogo inteiro do Lakers [ontem].

Outro ponto importante: os replays são em “loop” contínuo, ou seja, você precisa “pegar” o começo do jogo mais ou menos como era o League Pass da Directv. A diferença é que ele fica rodando ininterruptamente por dois dias.

O sistema é 100% diferente do LP americano, e no próprio “user agreement” está dizendo que o sistema de distribuição de sinal (que usa uma tecnologia chamada RayV) está em beta, ou seja, somos cobaias e pagamos o mesmo preço que o assinante americano!

Por último, parece que é possível assinar o serviço americano utilizando “Proxy”, “paypal” e muita paciência, (é o que as pessoas da Alemanha, UK e leste europeu estão fazendo), porém o risco é alto de mudarem o sistema de autenticação e a pessoa perder o dinheiro. Vale a dica, porém, àqueles que moram nos países excluídos.

Um abraço e obrigado por manter a chama da NBA acesa aqui no Brasil!

Thiago Pires

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Autor: Fábio Sormani Tags: , ,

NBA | 13:31

VAREJÃO É O DESTAQUE NA ABERTURA DA NBA

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Varejão tenta sair do toco de Kevin Garnett; brasileiro brilhou ontem (AP)

Vários foram os destaques da rodada de abertura da NBA.

Paul Pierce chorando ao receber o anel de campeão, Leon Powe fazendo a enterrada da noite na vitória do Boston sobre o Cleveland, Derrick Rose debutando em grande estilo no triunfo do Chicago sobre o Milwaukee marcando 11 pontos e dando nove assistências (recorde da rodada), ginásios lotados apesar da crise, LeBron James negando fogo ao final da partida errando uma tonelada de lances livres, Greg Oden (novamente) saindo machucado na derrota do Portland para o Lakers, Michael Reed sendo o cestinha da noite com 30 pontos, Kobe Bryant fazendo 23 pontos, 11 rebotes e cinco assistências, Tyrus Thomas anotando o outro “double-double” da noite com 15 pontos e 11 rebotes; enfim, tem mais, muito mais pra gente destacar.

Mas eu quero falar do Anderson Varejão. Fiquei impressionado com a atuação do brasileiro. Não só pelos números, nove pontos, nove rebotes e três desarmes. Gostei, principalmente, da postura dele em quadra. Da personalidade; da atitude.

Ganhou posição no ataque, defendeu bem, bloqueou (não confundir com toco) Kevin Garnett quando marcou-o – ou a qualquer outro –, posicionou-se bem ofensivamente e foi eficiente quando teve a bola. Arremessou quando teve chance, não se intimidando jamais, e brigou demais pelo rebote, fazendo lembrar Dennis Rodman. Foi premiado, porque quatro dos nove foram no ataque.

Varejão atuou 26:09 minutos. Foi gostoso ver o técnico Mike Brown dando moral e confiando no jogo do brazuca. Varejão, que já tinha atuado quase dez minutos no primeiro tempo, voltou ao jogo quando faltavam 4:27 minutos para o final do terceiro quarto; e não mais saiu.

Foram mais 16:27 minutos de muita intensidade e vibração. Ele é reserva; mas isso pouco importa. O que conta é o tempo de quadra e se você está no jogo quando ele está pegando fogo.

Assim foi, pois Varejão atuou mais do que Bem Wallace (19:03 minutos) e, como falei, quando a partida estava disputada, no pau, lá estava ele.

É preciso manter a regularidade. É claro que não dá para arrebentar todas as noites. Mas é preciso fazer ainda mais, muito mais do que fez ontem, para compensar os momentos ruins e, assim, na média, destacar-se.

Muito apostam no Cleveland na final da NBA – não é o meu caso. Mas isso pode acontecer, por que não? E se assim for, Varejão tem que aproveitar-se da situação e, ao contrário da final de 2007, ter mais intensidade e atitude.

Ele mostrou isso ontem. Como disse, fiquei impressionado.

Que hoje seja a vez do Leandrinho e do Nenê.

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segunda-feira, 27 de outubro de 2008 NBA | 23:55

NBA TEM TUDO PARA REPETIR FINAL PASSADA

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Leia também: Crise econômica mundial deixa NBA em alerta

O maior campeonato de basquete do planeta começa na noite desta terça-feira. Três jogos movimentam a rodada inicial: Boston x Cleveland, Chicago x Milwaukee e Lakers x Portland.

Infelizmente, nenhuma dessas três partidas será exibida ao vivo para o Brasil. A ESPN, que fará a transmissão dos jogos para o país, começa a mostrá-los a partir de amanhã, com o embate entre San Antonio e Phoenix, que na verdade será exibido na ESPN Brasil.

Ala/pivô do Cleveland, o brasileiro Anderson Varejão estará em ação logo mais. Os outros dois brazucas que atuam na mais rica, charmosa e importante liga de basquete do planeta estréiam nesta quarta: Nenê viaja com o seu Denver até Utah e pela tevê a gente poderá acompanhar Leandrinho jogando pelo Phoenix no Texas.

O Boston vai defender o título conquistado na temporada passada, como sabemos. E vem com força. Para isso, manteve seu triunvirato, com Kevin Garnett, Paul Pierce e Ray Allen, responsável pela ótima campanha que culminou num título que não vinha havia 22 temporadas.

Foi o 17º. da história da franquia, a que mais títulos conquistou na NBA. Em seguida vem o Lakers, com 14.

Por falar em Lakers, o time da Califórnia surge novamente como o grande rival do Boston nesta temporada. Se o Celtics tem sua trinca de ouro, o Lakers também a tem, com Kobe Bryant – o melhor jogador de basquete da atualidade em todo o mundo –, Pau Gasol e Andrew Bynum.

A ausência de Bynum, nas finais contra o Celtics, na temporada passada, foi, sem dúvida alguma, importante na perda do título. Desta vez o Lakers espera que nenhum imprevisto venha atrapalhar seu projeto de ser novamente campeão, o que não acontece há seis temporadas.

O campeonato, no entanto, não ficará restrito a Boston e Lakers. Outras franquias entram para valer na competição buscando conquistar o título. Do lado do Leste, Cleveland, que tenta ser campeão pela primeira vez, e Detroit, que já ganhou três títulos, são fortes concorrentes, enquanto que no Oeste há um concorrente a mais: New Orleans – outro que ainda não sentiu o gostinho de ser campeão –, o bicampeão Houston e o tetra San Antonio.

LeBron é a grande esperança do Cleveland. É uma máquina de pontuar; foi o cestinha da temporada passada com uma média de exatos 30 pontos por partida. O Cavs manteve a base, o que também foi feito pelo Detroit, que não tem uma estrela como o Cleveland, mas conta um conjunto que poucas equipes na NBA têm. E uma defesa de dar inveja a qualquer rival.

É exatamente no conjunto que o New Orleans aposta, além da qualidade de seu armador Chris Paul – o melhor da NBA. David West e Tyson Chandler completam o triângulo de craques do time, que ainda ganhou o reforço do ala James Posey, campeão com o Celtics no campeonato passado, excelente arremessador de três nos momentos chaves, como Robert Horry fez com Lakers e San Antonio.

O Houston vem com o reforço do maluco do Ron Artest. Joga muito, mas pode ter uma recaída durante a temporada e, com isso, comprometer o trabalho. Se tiver com a cabeça boa, ao lado de Tracy McGrady, Luis Scola e Yao Ming com certeza fará do Rockets uma das forças deste campeonato.

O Spurs está envelhecido, é verdade, mas não dá para desprezar a força de Tim Duncan. Tony Parker rivaliza com Paul na primazia da armação das jogadas na NBA, enquanto que Manu Ginóbili, se tiver com o joelho zero bala, com certeza vai decidir muitas partidas em favor do time texano, como fez nos três títulos conquistados.

Zebras?

Do lado do Leste, o Orlando, que tenta chegar pela segunda vez a uma final e, agora, ganhar o título. Não que o time não tenha condições de ganhar a competição. Tem, mas são nanicas se comparadas com Boston, Cleveland e Detroit. De qualquer maneira, time que tem um jogador como o pivô Dwight Howard – seguramente o melhor da NBA – não pode ser encarado como carta fora do baralho de jeito nenhum. Além de Dwight, o Magic conta também com Rashard Lewis, um dos novos craques da liga, ótimo pontuador, o que ajuda tirar o peso em cima de Howard.

Vale destacar também o Miami, que tem um título de campeão. Dwyane Wade está em forma e animadíssimo com o ouro olímpico conquistado em Pequim. Terá a seu lado não apenas a força do ala/pivô Shawn Marion, mas também a companhia de Michael Beasley, o segundo escolhido no draft deste ano, que muitos apontam como provável “Rookie of the Year”.

Do lado do Oeste, o Utah pode ser a surpresa. Vale para o time de Salt Lake City o mesmo que eu disse para o Magic: não que o time não tenha condições de ganhar a competição, mas sua força é menor se comparada com Lakers, New Orleans e San Antonio. De todo o modo, a inteligência do técnico Jerry Sloan e a qualidade do armador Deron Williams aliada ao ala Carlos Boozer são importantes trunfos para o Jazz tentar vencer seu primeiro campeonato na NBA depois de duas tentativas fracassadas diante do Chicago de Michael Jordan.

Estas são as principais forças, a meu ver, para ganhar o título desta temporada.

Mas vamos ver como ficam os classificados em cada conferência. Na minha opinião – quero ver a de vocês também – ficará assim:

CONFERÊNCIA DO LESTE

1 – Boston*
2 – Cleveland*
3 – Detroit
4 – Miami
5 – Orlando*
6 – Philadelphia
7 – Chicago
8 – Washington

CONFERÊNCIA DO OESTE

1 – Lakers*
2 – New Orleans*
3 – Houston
4 – Utah*
5 – San Antonio
6 – Dallas
7 – Phoenix
8 – Portland

* campeão de divisão

Nos playoffs, ficaria assim:

LESTE
1ª. rodada
Boston elimina o Washington
Cleveland passa pelo Chicago
Detroit vence o Philadelphia
Orlando ganha do Miami

2ª. rodada
Boston elimina o Orlando
Cleveland passa pelo Detroit

Final da Conferência Leste
Boston ganha do Cleveland

OESTE
1ª. rodada
Lakers atropela o Portland
New Orleans faz o mesmo com o Phoenix
Idem para o Houston com o Dallas
Utah bate o San Antonio

2ª. rodada
Lakers elimina o Utah
New Orleans passa pelo Houston

Final da Conferência Oeste
Lakers ganha do New Orleans

FINAL DA NBA
Lakers vai à forra e vence o Boston em seis partidas

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NBA | 23:44

OS MELHORES EM CADA CATEGORIA

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O MVP é o troféu mais aguardado por todos que acompanham e vivem a NBA. Ano passado, Kobe Bryant levou-o para casa. Terá condições de reprisar?

Claro que sim; afinal de contas, além de ser o melhor jogador de basquete da atualidade, joga em uma equipe forte e com tradição. Mas terá concorrentes sérios pela frente.

Especialmente Chris Paul. O armador do New Orleans deu calor em Kobe no campeonato passado. Tem tudo para fazer o mesmo nesse. E tem tudo para ser o melhor jogador desta temporada.

LeBron James; este é outro que não podemos esquecer de jeito nenhum. O ala do Cavs amadurece a cada temporada, muito embora tenha ficado mais fominha com o passar do tempo. No começo, queria ter um “triple-double” de média, como Oscar Robertson fez na temporada 1961/62. Hoje, o negócio de LeBron é fazer cesta – e de todos os lugares da quadra. É fortíssimo candidato.

Kevin Garnett é outro que já ganhou o troféu de melhor jogador da NBA e que pode repetir a dose. Embora Paul Pierce seja um marqueteiro no melhor estilo Wanderley Luxemburgo, Garnett é o cara do Boston.

Pierce não pode ser desprezado de jeito nenhum. A gente viu o que ele aprontou nas finais do campeonato passado. Encenou uma contusão e jogou para a torcida, mas na quadra não negou fogo de jeito nenhum. Não deverá negá-lo nesta.

Minha previsão: Chris Paul será o MVP.

O melhor novato da temporada é outro galardão aguardado com ansiedade. Quem será o Kevin Durant desta vez?

Três são os nomes fortes: Derrick Rose, Michael Beasley e Greg Oden. Embora tenha sido recrutado na temporada passada, Oden não jogou nenhuma partida sequer, pois contundiu-se no tornozelo.

Este pode ser um ponto a favor do pivô do Portland: ele já está familiarizado com a NBA. Embora não tenha jogado, concentrou e viajou com o time em várias oportunidades. Além disso, é bom de bola.

Beasley tem a seu favor o fato de jogar em um time que conta com Dwyane Wade, o que ajuda – e muito. Wade chama a pressão adversária, desvia o foco dos demais e dá certa liberdade para seus companheiros brilharem. Beasley pode tirar proveito disso.

Rose, o primeiro draft desta temporada, será o responsável pela armação das jogadas de um time que procura sua identidade, perdida desde que Michael Jordan se aposentou. Para piorar, Vinnie Del Negro debuta como treinador, muito embora Dell Harris vá dirigir de fato o time.

Minha previsão: Greg Oden será o “Rookie of the Year”.

E o melhor treinador, quem será? Esqueçamos Phil Jackson, os norte-americanos não o levam a sério, apesar de seus nove títulos de campeão.

Com um currículo desses, ganhou o troféu de melhor treinador apenas uma vez, na temporada 1995/96. Seria o meu escolhido, pois acho que o Lakers fará a melhor campanha do Oeste e deverá ganhar a competição. Mas, como disse, esqueçamos Phil.

Quem ganhará então? Bem, o New Orleans voltará a brilhar. Byron Scott ganhou o troféu passado; pode repetir a dose.

Doc Rivers, do Boston, também agrada aos jornalistas norte-americanos. Com uma campanha regular com o Orlando foi eleito “Coach of the Year” na temporada 1999/00, imagine agora com o Boston! É outro candidato forte.

Mike Brown, do Cleveland, também entra na lista. O Cavs vai cintilar nesta competição, tenha certeza, pois LeBron vai arrebentar e Brown terá seus méritos.

Minha previsão: Mike Brown levará o troféu para casa.

O melhor reserva é também um prêmio aguardado; este, especialmente por nós, uma vez que Leandrinho já ganhou-o uma vez e pode repetir o feito nesta temporada. Mas tem um porém: Terry Porter, o novo treinador do Phoenix, já disse que tem intenção de colocá-lo como titular. Se isso acontecer, babau.

Manu Ginóbili foi o escolhido na temporada passada. Os norte-americanos valorizam demais – e não sem razão – o trabalho do argentino. Acontece que, na minha opinião, pelo tempo que Manu fica em quadra, ele não pode ser considerado um reserva.

Reserva são Jason Maxiell, do Detroit, e James Posey, agora no New Orleans. Anderson Varejão é outro reserva. Nenê não é mais. Mas chega de enrolar…

Minha previsão: James Posey ficará com o troféu desta vez.

Defesa é palavra que o basquete mais aprecia, certo? Então vamos falar dos candidatos ao troféu “Defensive Player of the Year”.

Quase sempre a honraria vai para um grandalhão. Foram poucas as vezes em que um baixinho levou o prêmio. Os norte-americanos se arrepiam mais com um toco do que com uma roubada de bola.

Só para se ter uma idéia, desde Michael Jordan, na temporada 1987/88, apenas Gary Payton (1995/96) e Ron Artest (2003/04) foram escolhidos como melhor defensor da liga. Os outros 18 troféus ficarão com gente que joga dentro do garrafão.

Então vamos pensar nos caras altos: Kevin Garnett (que levou o último prêmio), Dwight Howard e Marcus Camby.

Já falei aqui muito sobre Howard. Acho que ele está no esplendor de sua forma. Toma conta do garrafão como poucos. Nesta pre-season teve média de 3,14 tocos por jogo. Muita coisa.

Minha previsão: Dwight Howard leva o troféu pela primeira vez.

Finalmente, o Most Improved Player; o jogador que mais crescerá nesta temporada em relação à passada.

Aqui vai o que eu quero, e não o que acontecerá: Nenê fará uma temporada maravilhosa e deveria ser o escolhido. O são-carlense está maluco para provar a todos que ele tem valor – e nós sabemos que ele tem – e arrebentar em agradecimento a todo o apoio que teve durante a sua convalescença.

Quem ganhará de fato?

Minha previsão: Rajon Rondo fica com o laurel.

E o quinteto titular da próxima temporada? Se não acontecer nada, será este:

Chris Paul
Kobe Bryant
LeBron James
Kevin Garnett
Dwight Howard.

Deles, apenas Garnett não esteve em Pequim. Porque não quis.

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domingo, 26 de outubro de 2008 NBA | 20:22

NEW ORLEANS TERMINA PRE-SEASON INVICTO

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Chris Paul, candidato ao título de MVP desta temporada, comanda o New Orleans em quadra

A pre-season terminou na última sexta-feira. Já escrevi aqui que os resultados desta fase não importam muito.

Alguns, no entanto, merecem registro.

Por exemplo: o New Orleans foi o único time a vencer todos os seus jogos. Como fechar os olhos a isso? O Hornets – que deveria ser Jazz – não é uma equipe qualquer que se aproveitou de um momento para fazer o que não será capaz na temporada regular.

Ao contrário, é favorito ao título. Já mostrou isso no campeonato passado.

Chris Paul, depois de ter feito um espetacular campeonato em 2007/08 e conquistar o ouro olímpico em Pequim, continua tinindo. Teve médias de 12.4 pontos por partida e 9.3 assistências.

Com certeza será o diferencial a favor do New Orleans nesta temporada que começa a partir de terça-feira. Suas bolas serão melhor aproveitadas agora que o time contratou James Posey, ex-Boston.

Outro time que deixou boa impressão foi o Denver, em quem muitos críticos não depositam grandes expectativas. Fez uma campanha com cinco vitórias e apenas uma derrota.

Nenê mostrou bom desempenho nessas seis partidas. Jogou uma média de 22.5 minutos – tende a aumentar, com certeza, quando o campeonato começar –, anotou 10.8 pontos e apanhou 5.3 rebotes – números que vão melhorar também à medida que a competição se desenvolver e ele ficar mais tempo em quadra.

Agora, o que chama a atenção nos números do Denver é o baixo aproveitamento de Allen Iverson, em quem a franquia deposita grande confiança e esperança. AI ficou em média 27.3 minutos em quadra; seu aproveitamento nos arremessos foi horroroso! 18.2% nos chutes de campo, 61.5% nos lances livres. Poderia ter compensado nas assistências, mas ao contrário de CP3, Iverson teve aproveitamento baixo: 5.3 por jogo.

Sei lá, posso – e quero – estar enganado, mas não levo muita fé no Denver. Seus jogadores não me passam confiança. São atletas mais preocupados com estatísticas individuais do que com o jogo em equipe.

Quero quebrar a cara, pois torço muito para o Nenê.

Por falar num brazuca, a gente se lembra de outro: Anderson Varejão. O Cleveland, em quem muitos apostam estar nas finais desta temporada, não andou bem em suas partidas.

A campanha indica isso: três vitórias e cinco derrotas. Foi o 11º. colocado na Conferência do Oeste, atrás de equipes fracas como New York, New Jersey e Indiana.

Varejão não cumpre ainda seu papel dentro do que o técnico Mike Brown espera dele: pegar mais rebotes do que ele fisgou nesta fase de amistosos. Foram apenas 4.3 de média. Foi tímido também na pontuação: 7.4

Já disse aqui neste espaço: o capixaba precisa se impor mais em quadra. Só assim vai ganhar mais ainda a confiança da comissão técnica e dos companheiros.  E olha que ele não ficou pouco tempo em quadra não: 20.4 minutos.

O baixo rendimento do Cavs pode ser explicado pelo aproveitamento modesto de LeBron James, tido por muitos como o grande favorito para ganhar o troféu de MVP desta temporada. King James teve média de apenas 13.7 pontos, menos de 50% de seu aproveitamento no campeonato passado, quando terminou como artilheiro da competição com 30.0 pontos por partida.

Por falar em MVP, o Lakers de Kobe Bryant teve bom desempenho em seus oito amistosos: venceu seis e perdeu só dois. Kobe, é sempre bom lembrar, contundiu o joelho – não é nada grave, felizmente – e ausentou-se de um amistoso.

Em quadra, pouco ficou: 21 minutos. Teve média de apenas 11.4 pontos, mas seu aproveitamento foi de razoável para bom: 52.8% nos arremessos duplos, 44.4% nos triplos e 87.0% nos lances livres.

As atenções em Los Angeles ficaram em cima do pivô Andrew Bynum, que contundiu-se em janeiro passado e perdeu o resto da temporada porque não conseguiu curar a lesão do joelho num primeiro momento. Bynum fez 12.1 pontos e apanhou 6.9 rebotes. Jogou 23.4 minutos por partida, como os demais. Muito bom; Bynum está recuperado.

Se o Lakers começa a se acertar, o mesmo não acontece com o Phoenix, um dos candidatos do Oeste. Leandrinho passou parte da preparação em São Paulo ao lado da mãe, adoentada que estava; Steve Nash e Amaré Stoudemire se contundiram. Resultado: o novo treinador, Terry Porter, mal pôde ver seu time em ação.

Das oito partidas que o time realizou, venceu seis e perdeu duas, mesmo com esses desfalques. Amaré jogou só três amistosos, Leandrinho quatro e Nash cinco. Isso pode ter reflexo na campanha inicial do Suns.

Mas vamos falar um pouco dos times do Leste; sim, vamos.

O Orlando foi muito bem. Das sete partidas, perdeu só uma; venceu seis. O pivô Dwight Howard abusou do direito de jogar bem. Suas médias: 20.9 pontos e 9.4 rebotes. Quer mais? Pois não: 3.1 tocos. Demais.

Poucos falam de Howard, mas acho ele um concorrente sério para ganhar o troféu de MVP desta temporada. O Magic é um time ajeitado, pois é bem treinado por Stan Van Gundy. Rashard Lewis mostrou-se novamente eficiente; terminou essa pre-season com 21.1 pontos. Hedo Turkoglu é ótima opção para os arremessos e Jameer Nelson arma o jogo com correção.

Boston e Detroit, com uma campanha de 6-2 nesses amistosos preparatórios, fizeram o que deles se esperava. São favoritos novamente ao título da Conferência e, por tabela, da NBA.

O Celtics perdeu Posey para o New Orleans, como vimos, mas Eddie House pode ser a força nas bolas longas que o time precisa em momentos chaves de algumas partidas e que tanto foram importantes nos playoffs passado com Posey. House teve o melhor aproveitamento no elenco nos arremessos de três.

O Detroit manteve o time das últimas temporadas, cantando em prosa e verso pelos torcedores: Chauncey Billups, Richard Hamilton, Tayshaun Prince, Rasheed Wallace e Antonio McDyess. Não surpreendeu-me também seu desempenho nesta pre-season.

As negações desta fase preparatória: Milwaukee – mesmo com Richard Jefferson, ao lado de Michael Reed, o time não deslanchou –, Sacramento, Oklahoma City – ex-Seattle – e Charlotte. Bucks, Thunder e Kings ainda conseguiram vencer uma partida, mas o Bobcats não venceu nem uma sequer!

Tivesse rebaixamento e esses quatro times seriam os mais fortes candidatos para irem à NBDL.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 23 de outubro de 2008 NBA | 13:54

BRASILEIROS SÃO LEMBRADOS EM PESQUISA DA NBA

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A NBA procurou os gerentes gerais das 30 franquias da liga e sabatinou-os. Mas foram perguntas nada espinhosas; ao contrário, questões gostosas de responder. Coisas do tipo: quem vai ser o campeão? E o MVP? Qual a melhor contratação? A seleção da NBA qual é? E o melhor defensor? Qual o treinador que se destaca?

E por aí vai.

Entre as tantas perguntas, algumas tinham a ver com os estrangeiros que atuam ou não na NBA. Ou seja: temas que englobavam os brasileiros.

O primeiro deles argüia os cartolas sobre quem é o melhor jogador estrangeiro da NBA. Os GMs responderam: Dirk Nowitzki. O alemão recebeu 66,7% dos votos, seguido de Manu Ginobili (18,5%), Steve Nash (11,1%) e Yao Ming (3,7%). Nenê, Leandrinho e Varejão? Não, não receberam nenhum voto sequer.

Em compensação, quando foram perguntados sobre o melhor estrangeiro que não atua na NBA, os dirigentes disseram que o espanhol Ricky Rubio é o mais perfeito jogador para se integrar à liga neste momento: obteve 57,7% dos votos. Na seqüência vieram o brasileiro Tiago Splitter e o também espanhol Juan Carlos Navarro, com 7,7%.

Nas outras questões que não tinham a ver especificamente com estrangeiro, Leandrinho foi o quarto mais votado quando os GMs foram perguntados sobre qual é o jogador mais rápido com a bola nas mãos. Recebeu 11,1% dos votos. O melhor, segundo os cartolas, é Chris Paul (37,0%); na seqüência vieram: Tony Parker (18,5%) e T.J. Ford (14,8%).

Leandrinho foi também lembrado quando da pergunta sobre quem é o melhor defensor em linhas de passe, enquanto que Nenê foi igualmente mencionado sobre qual jogador vai ter uma grande temporada.

E mais nada.

Mas vamos ver um pouco mais da pesquisa. De acordo com a previsão dos gerentes gerais dos 30 times da liga, o Lakers (em foto acima da AP) será o campeão desta temporada.

O time californiano foi escolhido por 46,2% dos cartolas, seguido do atual campeão, Boston, com apenas 19,2%. Depois aparecem New Orleans, com 11,5% dos votos, perseguidos pelos texanos San Antonio e Houston com 7,7% cada um.

Ainda de acordo com os cartolas, 74,1% apostam que o Boston ganha a Conferência do Leste, seguido do Cleveland e Detroit, com apenas 11,1%. O Orlando foi escolhido por apenas 3,7% dos votantes.

Do outro lado, na Conferência do Oeste, o Lakers surge com o campeão com 66,7% dos votos. Em segundo lugar vem o New Orleans, com 18,5%. Houston e San Antonio estão empatados com 7,4%.

Quanto ao MVP da temporada, os gerentes gerais apostam que LeBron James ganhará a briga que travará com Kobe Bryant: 55,6% x 37,0%. Chris Paul obteve míseros 7,4% dos votos.

O melhor treinador? Gregg Popovic foi eleito com 53,8% da preferência dos dirigentes, seguido de Phil Jackson (23,1%) e Jerry Sloan (7,7%).

Esta é interessante, porque fala dos assistentes técnicos. Quem é o melhor? Deu Tom Thibodeau, do Boston, com 41,7%, seguido de Del Harris, do Chicago, 20,8%, e Tim Grgurich, do Denver, 12,5%.

Outra pergunta interessante: se você fosse começar uma franquia, que jogador escolheria? Novamente LeBron ficou na frente de Kobe: 66,7% x 18,5%.

Mas o interessante é que os cartolas, a meu ver, caem em contradição ao responder a pergunta seguinte: qual jogador obriga o time adversário a fazer mais ajustes quando vai enfrentá-lo? Deu Kobe: 63%. LeBron? A seguir, com apenas 25,9%.

A seleção da NBA, para os cartolas, é a seguinte: Chris Paul (88,9%), Kobe Bryant (92,6%), LeBron James (92,6%), Tim Duncan (51,9%) e Dwight Howard (55,6%).

Outras perguntas que chamaram-me a atenção: qual foi a melhor contratação? Resposta: Elton Brand (66,7%), seguido de Ron Artes (22,2%).

Qual o time que mais vai crescer nesta temporada em comparação com a anterior? Resposta: Miami e Portland, com 25,9%.

E quem terá a melhor performance em casa? Deu Utah, com 44,4%, seguido de Boston (25,9%) e Lakers (7,4%).

Tem muito mais. Se você quiser se divertir, acesse o site da NBA. Depois, manifeste-se aqui.

Estou à espera.

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