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Posts com a Tag Kobe Bryant

quinta-feira, 18 de agosto de 2011 NBA, basquete brasileiro | 12:45

LEANDRINHO NO FLAMENGO, POR QUE NÃO KOBE NO CORINTHIANS?

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A mídia noticia o acerto de Leandrinho Barbosa com o Flamengo.

O que isso pode significar? Não apenas a aterrissagem uma estrela em nosso campeonato, mas portas que se abrem para que outros jogadores de brilho internacional acertem com times brasileiros também.

Quem sabe até mesmo Kobe Bryant? Por que não?

Se Leandrinho acertou com o Flamengo, proponho: por que o Corinthians não corre atrás de Kobe?

Embora o Mengo tenha torcida superior à do Timão, o time paulista é mais rico e gera mais dinheiro, pois está em São Paulo, o coração financeiro do país.

Vejam o caso do Ronaldo Fenômeno. Ganhava salários de time de ponta da Europa. Ganhava uma montanha de dinheiro não apenas por conta de seu nome, mas também por conta da camisa do Corinthians. E porque estava no mercado de São Paulo.

Portanto, ótima notícia o acerto de Leandrinho com o Flamengo.

Que outros venham — e se isso realmente se confirmar, que o locaute dure uma temporada para que a gente tenha o gostinho de ver em terras tupiniquins grandes estrelas do basquete desfilando por nossas quadras mambembes.

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Autor: Fábio Sormani Tags: ,

NBA | 10:28

DELONTE WEST PROCURA EMPREGO NO HOME DEPOT

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Deron Williams assinou com o Besiktas. Para a Turquia também foi Sasha Vujacic jogar no Anadolu Efes. Von Waffer acertou com o Cremona da Itália e Jordan Farmar foi para o Macabbi Tel Aviv.

Sonny Weems é do Zalgiris da Lituânia, enquanto que Chris Quinn fechou contrato com o Khimki de Moscou.

Kobe Bryant testa o mercado na Europa, Ásia e até mesmo no Brasil. Dwight Howard pensa em jogar na China e Ray Allen admite atuar na Europa.

Dwyane Wade diz o mesmo: parado não fica; vai para a Europa também.

Tudo por conta do locaute na NBA, que compromete, até este momento, a próxima temporada. E se ela não acontecer, os jogadores não trabalham e, consequentemente, não recebem salário.

Dos mais de 300 jogadores da liga norte-americana de basquete, apenas um não poderá se aventurar fora dos EUA: Delonte West.

O ala-armador que atuou no Boston Celtics (foto) na temporada passada está “on probation”. Ou seja: em liberdade condicional.

Motivo: foi preso por porte de arma ilegal.

Rola um processo contra ele na justiça dos EUA e por conta disso West não pode deixar o país. Delonte postou isso ontem em seu Twitter.

Disse Delonte: “Não é possível ganhar esse dinheiro fora dos EUA. O Juiz disse que eu não posso deixar o país”.

Além de ter tuitado isso, tuitou também: “Estou falido”, admitiu Delonte. Gastou praticamente toda a grana na farra e comprando automóveis.

Por isso, ficar parado será o caos para ele.

Delonte encontrou uma maneira de não ficar parado: mandou um currículo para a Home Depot (uma espécie de C&C, Telha Norte, Leroy Merlin dos EUA) procurando emprego. O que ele vai fazer lá? Empacotador? Vendedor? Caixa? Trabalhar no escritório da empresa?

Ninguém sabe. O que se sabe é que Delonte mandou um currículo para o Home Depot procurando emprego.

West, que tem lutado contra um transtorno bipolar ao longo da carreira, já amealhou a quantia de US$ 14 milhões, ou seja, R$ 22,3 milhões nos sete anos em que está na NBA.

Diante da situação crítica, finalizou suas tuitadas: “Onde está meu terapeuta?”

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011 Sem categoria | 19:48

CONFIRA QUEM SÃO OS DEZ MAIORES JOGADORES DA ATUALIDADE

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Um jornalista da revista “Sports Illustrated” ranqueou os 100 melhores jogadores da NBA no momento. O ranqueamento nos leva a crer que o cara não é do ramo, embora escreva para a mais importante revista esportiva dos EUA e uma das mais importantes do planeta.

Há aberrações, como LeBron James ser considerado o melhor de todos. E, acreditem, Dirk Nowitzki aparecer apenas em quarto lugar.

Mas, como tenho dito aqui pra vocês, opinião é opinião e a gente tem que respeitar, mas nada nos impede de nós mesmos elegermos nossos “top ten”.

E é o que vamos fazer nesta quarta-feira de muito futebol no Brasil e no mundo e nada de basquete e lugar nenhum.

Meu ranking é este levando-se em conta o atual momento; ou seja, o que vimos no final da temporada passada e o que projetamos para o próximo campeonato, que, torcemos, vai ocorrer:

1) Dirk Nowitzki – Ninguém é melhor que o alemão neste momento, em que pese a idade ligeiramente avançada. O que ele fez nos playoffs passado jamais será esquecido. O cara simplesmente destruiu o Lakers de Kobe Bryant, ignorou o OKC de Kevin Durant e deu um show pra cima dos Três Magníficos do Miami Heat levando o Dallas Mavericks ao inédito título de campeão da NBA. Sente-se saudável e em forma, tanto assim que não vai descansar neste verão do hemisfério norte; ao contrário, irá jogar com a seleção da Alemanha a Euro da Lituânia. Está confiante e vive o melhor momento de sua carreira;

2) Dwyane Wade – O ala-armador do Miami cumpriu sua parte nos playoffs. Não se omitiu jamais. Foi um gigante na série diante do Boston Celtics e nas finais fez o que pôde para evitar o título do Dallas. Não conseguiu, mas deixou as finais de cabeça erguida. D-Wade está no esplendor da forma; trata-se de um jogador maduro e que não apenas conhece os atalhos do jogo, mas que também sabe explorar todo seu potencial em favor do time;

3) Derrick Rose – O armador do Chicago penou nos playoffs. Sem nenhum escudeiro à altura, teve que jogar praticamente sozinho. E praticamente sozinho levou o Bulls à final da Conferência Leste, o que não acontecia desde os tempos de Michael Jordan. E desde os tempos de Michael Jordan o Chicago não fazia a melhor campanha da temporada regular. Tudo graças a Derrick Rose. Neste verão, D-Rose prometeu aprimorar ainda mais seu arremesso, o que, embora tenha melhorado, segue sendo seu calcanhar de Aquiles, especialmente nas bolas de três;

4) Kobe Bryant – Apesar do fiasco do Lakers nos playoffs, quando o time acabou “varrido” pelo Dallas, KB ainda segue sendo um dos melhores de todos os tempos. Apenas este halo é suficiente para amolecer as pernas dos adversários e fazer de seu time um dos mais fortes contendores do próximo campeonato, por exemplo. Seja ele da NBA, o turco ou, quem sabe, do NBB. Não viveu um grande momento nos playoffs passados, é verdade, mas enquanto ele não decidir parar, ninguém poderá deixá-lo de fora das listas dos mais-mais da NBA;

5) Dwight Howard – Esse é outro que também joga sozinho e mesmo assim já levou o Orlando à decisão de um título. Seu elenco de apoio é no máximo bom. Ao lado de Derrick Rose, Chris Paul ou Deron Williams, por exemplo, teria tudo para colocar um anel no dedo. Fazê-lo ao lado de Jameer Nelson, Gilbert Arenas, Vince Carter é bem mais complicado. Ninguém consegue ganhar um título se não tiver bons coadjuvantes. E esse é o caso do Magic. Como sabemos, um pivô, se não tiver um armador à altura ou um ala que o alimente bem, não chega a lugar nenhum. Mesmo com o tamanho de DH;

6) Chris Paul – O armador do New Orleans fez uma série espetacular diante do Lakers. Fez o time vencer em Los Angeles, o que não é nada fácil em se tratando de um adversário que tem camisa e carisma. Mas, sozinho… CP3 é outro que se encaixa no clube dos solitários da NBA. Isso fica mais evidente ainda em se tratando de basquete, onde os cinco titulares têm mais interferência no jogo do que os 11 jogadores de futebol;

7) Kevin Durant – Terminou como melhor cestinha da NBA nos dois últimos campeonatos. É, de fato, uma máquina de fazer pontos; ninguém duvida. O que alguns duvidam é se KD tem capacidade para se manter ligado no jogo o tempo todo. O ala do Oklahoma City parece se “desligar” em alguns momentos durante a partida. Pode terminar um quarto zerado para fazer 20 no quarto seguinte. Esse desequilíbrio acaba pesando nas costas de jogadores que não têm estofo suficiente para não deixar cair o nível de jogo do time. Talvez se contasse com alguém melhor do que Russell Westbrook oscilasse menos;

8) LeBron James – Em que pese o fato de ele ter “amarelado” na série final diante do Dallas Mavericks, LBJ segue sendo um grande jogador e com potencial para ser um dos melhores de todos os tempos. Domina todos os fundamentos do jogo. Seu maior adversário é ele mesmo. Quando resolver a questão psicológica (bloqueio nos momentos decisivos), será difícil segurá-lo. Enquanto isso não ocorre, seu lugar numa lista dos dez mais é mais ou menos por aqui mesmo;

9) Paul Pierce – Veterano e eficiente. Pierce é o jogador em que o Boston Celtics concentra seu jogo. Nos momentos decisivos, a bola sempre está em suas mãos, especialmente nos finais das partidas. É ele quem arma e decide. Além disso, tem um jogo psicológico poderoso, desestabilizando seus marcadores, o que acaba por facilitar sua tarefa em quadra. Veterano, eu disse, mas não há sinal algum em seu jogo que ele esteja em declínio.

10) Deron Williams – Já disse nesse botequim que D-Will gozava do privilégio de ser o melhor armador da NBA. A mudança de time e a perda de um escudeiro que a seu lado funcionava bem (Carlos Boozer) fez seu basquete cair de produção. Sem um bom escudeiro e jogando em uma equipe sem camisa, ficará difícil colocar um anel que seja em um dos dedos da mão. E ficará ainda mais difícil manter-se em evidência.

Minha lista é esta. Fico agora no aguardo da lista de vocês, pra ver se a gente consegue eleger aqui neste botequim os nossos “top ten”.

Quando isso acontecer, a gente chama o Labica e comemora. A primeira rodada, como sempre, fica por minha conta.

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terça-feira, 2 de agosto de 2011 NBA | 20:45

MAGIC ESCOLHE KAREEM AO INVÉS DE KOBE

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Torcedores do Lakers da velha guarda não têm dúvida: Magic Johnson é o maior jogador da história da franquia.

Os torcedores atuais não têm dúvida: Kobe Bryant é o maior jogador da história da franquia.

Em entrevista ao site do jornal “LA Times”, Magic Johnson foi perguntado: se você pudesse construir um time em torno de apenas um jogador da história do Lakers, do passado ou do presente, você escolheria Kobe Bryant ou Kareem Abdul-Jabbar?

“Não tenho a menor dúvida: Kareem”, respondeu Magic. “Kareem ainda é o jogador mais dominante na história do Lakers”.

O ex-armador, aliás, se derrete em elogios quando o assunto é Kareem. “Sou abençoado por ter jogado ao lado dele”, prosseguiu Magic. “Kareem elevou nosso jogo a outro nível. Quando você fala dos grandes pivôs, você tem que se lembrar de (Bill) Russell, mas Kareem está no mesmo patamar. Ninguém na história desse jogo teve um arremesso tão dominante e um gancho como o dele”.

E finalizou: “Provavelmente, ele foi um dos jogadores mais inteligentes da história desse jogo; por isso, eu escolheria Kareem”.

TIETE

Como disse acima, antes de Magic ser companheiro de Kareem ele era tiete de Kareem. “Entre todas as coisas emocionantes que me aconteceram quando ingressei no Lakers, pensar em mim mesmo como companheiro de time de Kareem Abdul-Jabbar foi a mais espantosa”, escreveu Magic em seu livro “Minha Vida” (Editora Ediouro, esgotado).

Disse mais: “Além de ser o atleta mais inteligente que já conheci, ele era o mais misterioso também. Jamais compreendi Kareem plenamente, e creio que isso jamais acontecerá. Mas talvez isso não seja surpreendente em se tratando de um cara que mal falou comigo durante meus primeiros cinco anos no Lakers”.

EM SAMPA

Em 1994, Kareem esteve aqui em São Paulo para apadrinhar um evento da Reebok. Entre algumas perguntas que fiz a ele durante a coletiva de imprensa, questionei: como está Magic?

Queria saber, pois o ex-armador do Lakers tinha revelado ao mundo ser portador do vírus HIV havia apenas três anos. A última imagem que tínhamos de Magic era dos Jogos Olímpicos de Barcelona, dois anos antes.

Naquela época, a internet não existia nos moldes de hoje. Era restrita a algumas pessoas — e assim mesmo apenas nos EUA, creio eu; não me lembro ao certo. O que quero dizer é que naquela época a gente não tinha acesso ao noticiário como temos nos dias de hoje.

Tevê a cabo? Existia o Canal+, que retransmitia a programação da ESPN. Lembro-me que quando queria ver um jogo da NBA, eu pedia para um funcionário da “Folha de S.Paulo”, onde eu trabalhava na ocasião, para gravar a partida em uma fita VHS que levava pra ele, pois eu não tinha assinatura do cabo.

Por isso, quando vi Kareem não pude deixar de perguntar: como estava Magic Johnson?

Quando Kareem ouviu a pergunta e começou a respondê-la, lembrei-me de uma descrição que Magic fez do companheiro em seu livro. Disse Magic: “O público via a máscara que Kareem usava na quadra — os óculos protetores, que se tornaram sua marca registrada. Por baixo desses óculos, porém, havia outra máscara: seu rosto, que raramente deixava transparecer qualquer emoção”.

Sem mover mais músculos faciais do que o necessário, ou seja, sem demonstrar qualquer emoção pelo ex-companheiro que era soropositivo, Kareem respondeu: “Não tenho ideia, pois nunca fomos amigos. Apenas jogávamos no mesmo time”.

Caramba! Aquilo espantou-me. Mesmo que não fossem amigos por que tornar aquilo público? Custava ter se condoído com o ex-companheiro que vivia um drama?

Nós que estamos acostumados com o mundo do futebol ou mesmo com o nosso basquete brasileiro, sabemos da união que existe entre os jogadores. Pode até haver atrito entre atletas, mas um ignorar o outro durante uma vida, isso eu desconheço.

Como disse Magic, Kareem era mesmo um cara misterioso.

GAFE

Na noite do mesmo dia em que ele deu a entrevista coletiva, houve uma recepção em um hotel cinco estrelas na região da Avenida Paulista, onde Kareem estava hospedado na suíte presidencial. Convidados, entre jornalistas, funcionários da empresa e gente ligada ao basquete, apareceram para o acontecimento trajando no mínimo um paletó. Muitos usavam terno e gravata.

O bar onde aconteceu a recepção tinha pouca iluminação. Nas caixas de som ouvia-se jazz da melhor qualidade; um Miles Davis aqui, um John Coltrane ali; permeados por Duke Ellington, Count Basie, Charlie Parker e Dizzy Gillespie. Afinal, jazz é a música favorita de Kareem.

A estrela do evento demorou a aparecer. Quando apareceu, chamou a atenção. Não pelo porte físico, pelos seus 2,18m, mas sim pela roupa que usava.

Kareem chegou trajando um short cinza chumbo, tão curto quanto os que ele usava como jogador. Talvez imaginasse que por estar no Brasil, um país tropical, devesse se vestir daquela maneira.

Estava sem meias e calçava um mocassin preto de pelica e usava uma camiseta pólo da mesma cor que tinha uma fileira de pelo menos uma dúzia de botões na frente. Descia do pescoço e parava pouco abaixo do tórax.

As pernas de Kareem eram imensas. Não dava para não observá-las. Virou o assunto do evento. Com o passar dos minutos, Kareem percebeu que suas vestes estavam inadequadas e que, por isso, chamava a atenção — e não por quem ele era.

E o que fez ele? Subiu até a suíte e trocou de roupa. Ou melhor: manteve os sapatos e a camiseta pólo, mas no lugar do short curtíssimo, veio trajando uma calça de pregas cinza chumbo, bem larga.

Conversou com poucas pessoas. Todas elas ligadas à Reebok. Jornalistas? Nem pensar; sua cota esgotou-se na coletiva da tarde.

Aceitou, todavia, posar para fotos. Fiz uma a seu lado: ele sentado e eu em pé, para que assim ficássemos da mesma altura.

Procuro feito um maluco esta foto há anos. Jamais encontrei.

Depois de ver essa entrevista de Magic Johnson no “LA Times”, dizendo que o jogador mais importante da história do Lakers foi Kareem e que ele escolheria Kareem para construir um time ao redor e não Kobe Bryant, eu comecei a tirar tudo do lugar aqui em casa à procura da foto.

E nada do retrato.

Mas sei que algum dia ainda vou encontrá-lo. E quando isso acontecer, prometo que mostro a vocês.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , ,

quinta-feira, 28 de julho de 2011 NBA, outras | 19:39

KOBE BRYANT JOGANDO FUTEBOL???

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Mia Hamm organiza neste domingo um jogo de futebol beneficente em Washington, capital dos EUA. O dinheiro arrecadado vai para sua fundação, batizada Mia Hamm Foundation.

A fundação de Mia (foto Reprodução) auxilia pessoas que precisam de transplante de medula óssea, especialmente crianças. Magnífico; ajudar pessoas é sempre magnífico e exemplar.

Quem vai participar do evento? Kobe Bryant.

Kobe jogando futebol? Sim; embora não seja do ramo, Black Mamba é fã declarado de futebol e fã e carteirinha de Ronaldinho Gaúcho, que ontem acabou com o Santos em plena Vila Belmiro com a camisa do Flamengo.

KB, aliás, é capa da ESPN magazine nos EUA. Foi clicado com o uniforme do Barcelona.

Aí eu me pergunto: como é que o Barça, que tem time de basquete, e a Nike, empresa que patrocina o time e o jogador, não arrumam um esquema para levá-lo para o time catalão em caso de não termos mesmo a temporada na NBA?

Por que Turquia? Por que Besiktas? Nada contra os turcos, é claro, só queria entender.

E mais: como é que Ronaldinho Gaúcho não foi convidado para o evento? Mia Hamm é patrocinada pela Nike também. Vocês acham que ela não conhece Dinho? Claro que conhece.

Ah, mas o gaúcho perderia o jogo do Flamengo contra o Grêmio, sábado próximo, no Engenhão. Dane-se! É o nome do Flamengo que estaria sendo divulgado também.

Há um vídeo no site do jornal “Marca” em que aparece o “making of” das fotos de Kobe para a capa da revista da ESPN norte-americana. Nele, KB confirma o apreço a Ronaldinho.

E quando ele fala em Dinho, aparece a foto do jogador com a camisa do Barcelona. Ok, ok, Kobe também estava com a camisa do Barcelona etc e tal.

Mas o Flamengo é o time de Ronaldinho!  Não foi assinado um contrato onde o time carioca tem o direito de explorar a imagem de seu jogador?

Aliás, por falar em Nike, quando a gente está nos EUA e entra em uma Nike Town, o que encontramos do Brasil é apenas o que se refere à seleção brasileira. E nada mais.

Não tem nada do Corinthians, por exemplo, um dos times patrocinados pela Nike. Aí eu acho que o marketing corintiano deveria chutar a canela da Nike: escuta aqui, por que essa discriminação??? Por que meu time não tem seus produtos à venda nas lojas da Nike?

Andrés Sanchez, presidente do Corinthians, afirmou que o primeiro ano de salário de Carlitos Tevez seria pago apenas com a grana da venda de camisas. “Experiência que tivemos com as camisas do Ronaldo”, disse Sanchez.

Se o Corinthians faturou uma fortuna com a vendagem das camisas de Ronaldo, a Nike também. E os salários de Ronaldo eram em padrões europeus. Ou seja: não foi pouca coisa.

Então, volto a perguntar: por que a Nike não trata melhor seu “filho” brasileiro? Pergunto novamente: não seria por isso que o Flamengo rompeu com a Nike e assinou com a Olympikus?

Voltando ao evento de Mia, além de Kobe, Jeff Green, ala do Boston Celtics, também vai participar. Quer dizer, vai tentar jogar bola. Será engraçado.

Outra estrela: Pep Guardiola, atual treinador do Barcelona. Barcelona novamente, eita nóis!

Os demais participantes do evento são jogadoras da seleção feminina dos EUA, ex-jogadores do time masculino norte-americano de futebol e jornalistas.

Muito legal; gostei da ideia e do propósito.

Ah, claro, Mia é produto de North Carolina…

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quarta-feira, 27 de julho de 2011 NBA, Seleção Brasileira | 12:57

CARMELO E CHRIS PAUL FALAM EM JOGAR NA CHINA

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A lista aumenta: depois de Deron Williams assinar com o Besiktas, de Kobe Bryant estar negociando com o mesmo clube turco, Amar’e Stoudemire considerar propostas da Europa (Israel, Espanha e Turquia) e Ásia (China), agora é a vez de Chris Paul e Carmelo Anthony dizerem o mesmo.

Os dois jogadores, que foram campeões olímpicos com os EUA em Pequim-08, estão neste momento em Hong Kong participando de um “tour” promocional de basquete na China.

Entrevistados pela tevê estatal chinesa SNTV, ambos fecharam questão sobre o assunto. “China”, foi a resposta que Melo deu para o repórter chinês que perguntou a ele para onde iria em caso de se prolongar o locaute na NBA. “O mesmo, sem dúvida”, concordou CP3, respondendo a mesma indagação.

Alguém disse: eles estão fazendo média com os chineses, ao que Melo respondeu: “Nada disso, esse país tem história, os torcedores são fantástico; então, por que não tentar?”

É, por que não?

Dwight Howard também considera jogar entre os chineses, não se esqueçam.

MAIS GENTE

Andrei Kirilenko está a um passo de voltar para o basquete da Rússia, onde nasceu. Mas decidiu: jogará apenas para o Spartak ou CSKA.

“Não quero ofender os outros times russos, mas eu comecei minha carreira com Spartak e CSKA e em caso de eu voltar, eu gostaria de jogar apenas para um desses dois times”, disse Kirilenko.

Depois, surpreendeu ao dizer: “Não deixo de considerar também a possibilidade de encerrar a carreira depois da Eurobasket”. O torneio será disputado em setembro próximo na Lituânia.

Outro que está praticamente certo com o basquete europeu é Ethan Thomas. O pivô do Oklahoma City está acertando seu ingresso no Murcia da Espanha.

O time espanhol tentou a contratação do pivô Josep Franch, que acabou de ser campeão europeu Sub 20. Mas o Joventut Badalona, que tem os direitos do jogador, não abriu mão.

Desta forma, o Murcia foi atrás de Thomas, que é vice-presidente do sindicato dos jogadores. “Estou cansado desse locaute”, declarou Thomas.

Patrick Mills, armador do Portland, afirmou que pensa em voltar para sua nativa Austrália se o locaute for longo, como se vislumbra.

“A coisa mais importante pra mim, neste momento, é encontrar um lugar para jogar”, disse Mills. “O locaute acabou na NFL, espero que isso ocorra (com a NBA). Mas também estou considerando Europa e outras opções. Mas não tenho pressa em definir meu futuro”.

ENTÃO…

Como se vê, os jogadores estão se mexendo. Parece mesmo que o locaute da NBA não consegue se inspirar no fim do locaute da NFL.

DERROTA

A seleção brasileira feminina perdeu ontem para a França: 67 a 55. Foi inesperado, muito embora não possa ser classificado como zebra.

A França não está cotada entre as forças deste campeonato. As forças são, além do Brasil, EUA, Canadá e Austrália, com a Rússia correndo por fora.

Resultados como esse não podem acontecer — mas acontecem. Faz parte do jogo.

O que o Brasil tem que pensar agora é bater a Austrália esta noite, 22h de Brasília. É difícil? Sim; mas do mesmo jeito que a França dobrou o Brasil, o Brasil pode dobrar a França.

DAMIRIS

Nossa pivô voltou a carregar o time nas costas. Anotou 25 pontos e pegou dez rebotes. Outro “double-double”.

O time depende demais de Damiris, assim como o Chicago dependeu demais de Derrick Rose nos playoffs passados da NBA. No jogo de ontem, apenas ela e a ala Tássia Carcavalli (10 pontos) tiveram duplo dígito na pontuação.

Em compensação, foram quatro as francesas com duplo dígito na pontuação.

E mais: a França deu um banho nos rebotes. Foram 37 das francesas contra apenas 24 das brasileiras. Quase que a metade deles foram capturados por Damiris.

“A derrota sempre mexe com a gente, mas temos consciência que um Mundial é assim, um dia ganhamos e outro podemos perder”, disse Damiris. “Agora vamos descansar bem e pensar na partida contra Austrália”.

Como disse, é isso mesmo que tem que acontecer.

NO TOPO

Os 25 pontos diante da França transformaram Damiris na cestinha do campeonato até o momento. Sua média: 20,4 tentos por partida.

É também a melhor reboteira do torneio: 11,8.

Com isso, é a única jogadora deste Mundial Sub 19 com duplo dígito de média.

Um show, já disse.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , ,

segunda-feira, 25 de julho de 2011 Basquete europeu, NBA, Seleção Brasileira, basquete brasileiro | 10:40

APROVEITANDO O “BOOM”

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Isso é que é saber aproveitar uma geração. Com o crescimento brutal do basquete na Espanha, fruto do surgimento dos irmãos Gasol, Garbajosa, Navarro, Fernandez, entre outros, a federação espanhola passou a investir pesadamente na base.

E o resultado veio neste final de semana: a Espanha bateu a Itália na final do Sub 20 europeu por 82 a 70 e conquistou seu primeiro título da categoria em toda sua história.

Nikola Mirotic foi o grande destaque espanhol na decisão: 29 pontos e 11 rebotes. Nome esquisito, não é mesmo?

Mirotic não é espanhol de nascimento. Nasceu na Sérvia e foi descoberto por olheiros do Real Madrid há três anos. Tem 20 anos e 2,09m e ainda pode crescer um pouquinho mais.

Assim como arregalaram os olhos para Serge Ibaka, o congolês que acabou de se naturalizar espanhol, os ibéricos fizeram o mesmo com Mirotic.

Assim como queriam fazer com Messi e o argentino, a meu ver, de maneira equivocada, escolheu a Argentina. Equivocada porque Lionel não tem identificação alguma com o nosso vizinho sul-americano. Apenas nasceu lá. Foi criança para a Espanha, é de fato espanhol. Na Argentina, o sentimento é esse e ficou claro durante a Copa América entre os “hinchas” locais.

Mas voltemos ao basquete.

Mirotic foi eleito o MVP do campeonato. Teve médias de 27 pontos e dez rebotes de média por partida.

Mas esta geração espanhola não se resume a Mirotic. Josep Franch, um armador igualmente de 20 anos, anotou 19 pontos e deu sete assistências, foi outro destaque espanhol.

Alejandro Barrera, ala-armador também com duas dezenas de anos, anotou dez pontos e completou a trinca de jogadores com duplo dígito na marcação.

Mas, leio nos relatos, o coletivo do time espanhol chamou igualmente a atenção em todo o torneio no velho continente.

CONTEXTO

O Brasil venceu neste sábado o sul-americano Sub 17, realizado em Cúcuta, Colômbia. Parabéns obviamente para Demétrius Ferraciu, que dirigiu o time, e a todos os garotos.

Há jogadores que prometem no grupo, como o pivô Felipe Braga (foto Divulgação), um pirulão de 2,10m de altura e que pode ultrapassar os 2,15m. Assim como a Espanha, foi campeão invicto.

Mas há que se contextualizar a conquista sob pena de cometer-se equívoco. Empolgação nunca é bom, especialmente quando se é jovem demais.

Foi legal vencer a Argentina na decisão por 74 a 48? Claro que foi; até porque foi de goleada e porque o Brasil tornou-se um freguês de caderneta dos argentinos nas últimas décadas. Vencê-los é sempre bom, não importa a modalidade.

Mas não há como comparar as conquistas. Vencer o europeu significou para a Espanha jogar contra Turquia, Grécia, Áustria, Ucrânia, Alemanha, Letônia, Rússia e Itália duas vezes.

O sul-americano, infelizmente, é um torneio que se resume a apenas uma partida: contra a Argentina.

Vamos ver como nossa garotada vai se comportar quando o Mundial chegar. Se subir no pódio ou mesmo chegar entre os cinco primeiros, aí sim dá pra gente dizer que há luz no fim do túnel.

Enquanto isso, vamos ser prudentes e aguardar.

NATURALIZAÇÃO

O Real Madrid descobriu Nikola Mirotic na Sérvia. Nossos clubes não poderiam fazer o mesmo? Será que não valeria a pena procurar garotos fora do nosso país? Trazê-los com 15, 16, 17 anos para cá e, se forem bons de bola, naturalizá-los?

Fica a pergunta.

OITAVAS

O Brasil entra em quadra às 20h45 de Brasília desta segunda-feira para enfrentar o Chile. O jogo é válido pelas oitavas-de-final do Mundial Sub 19, que está sendo disputado exatamente no país andino.

Jogar contra as donas da casa nunca é bom. Mas nossa seleção está jogando o fino da bola, comandada em quadra pela pivô Damiris do Amaral e fora dela pelo técnico Luis Claudio Tarallo.

Nas seis vezes em que o Brasil de saias jogou contra o Chile de saias, venceu todas. Estamos, portanto, invictos.

E creio que esta invencibilidade será mantida esta noite.

KOBE

Rob Pelinka, agente de Kobe Bryant, avisou o Besiktas que em agosto próximo senta-se à mesa para discutir a ida do ala-armador do Lakers para a Turquia.

“Já mostramos como somos sérios com a contratação de Deron Williams”, disse o técnico do time otomano, Ergin Ataman. Ataman quis dizer com isso que o interesse em Kobe não é apenas jogada de marketing.

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sábado, 23 de julho de 2011 NBA, Seleção Brasileira | 12:18

NBA: LUCRO AUMENTOU NESTA TEMPORADA

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A NBA divulgou nesta sexta-feira que o “basketball-related income” (BRI) da última temporada. Ou seja: tudo o que a liga arrecadou (televisão, rádio, internet, suvenires, tíquetes etc).

E o que mostrou o BRI? Mostrou um crescimento de 4,8% se comparado com o que foi coletado na temporada anterior.

No campeonato 2009/10, o BRI foi de US$ 3,643 milhões. No passado, subiu para US$ 3,817 milhões.

Alguém pode, de bate-pronto, dizer: ué, por que então a NBA está reclamando? Reclama, volto a lembrar, porque, segundo ela, mesmo com este crescimento, houve prejuízo na ordem de US$ 300 milhões na última temporada — isso sem falar nas anteriores, que a NBA diz ter havido prejuízo também.

E o que ela quer? Recapitulando: diminuir o percentual destinado aos jogadores. Ela crê que se a divisão do bolo ficar em 53% para os patrões e 47% para os jogadores, as franquias não trabalharão mais no vermelho.

E mais: querem um lucro garantido de US$ 10 milhões por temporada. Se a meta não fora atingida, o dinheiro para chegar ao número desejado sairá dos 47% destinados aos atletas.

Os jogadores contrapropuseram diminuir em US$ 100 milhões seu lucro. “Muito modesto”, disse um executivo da NBA. Lembrando que a liga quer subtrair US$ 700 milhões da carteira dos jogadores

Ou seja: há muita distância entre as partes. Por isso a esmagadora maioria acredita que esse locaute vai durar muito tempo.

MÁ ADMINISTRAÇÃO

É sempre bom lembrar, parte do prejuízo tem a ver com má administração das franquias. A média salarial dos jogadores cresceu na ordem de 16% nos últimos seis anos, tempo que durou o último acordo entre as partes.

Hoje, a média salarial na NBA é de US$ 5,15 milhões. Traduzindo para o nosso real, teremos algo em torno de R$ 8 milhões por temporada; ou seja: R$ 670 mil por mês.

Isso é média! Muito dinheiro!

E por que os donos de franquias deixaram chegar nisso? Por que usaram tanto as exceções previstas no acordo? Elas estão previstas, mas não são obrigatórias. Usa quem quer.

COOPERATIVA

Por outro lado, eu acho um equívoco a maior parte do bolo ficar com o empregado. Ela tem que ficar com o patrão, pois, afinal de contas, é ele quem banca a coisa.

Se não tiver time, não tem jogador — e consequentemente não tem jogo. São os donos das franquias os responsáveis por essa deliciosa “brincadeira” chamada NBA.

A menos que os atletas se unam e criem uma cooperativa, enquanto eles forem empregados, é natural que os patrões queiram a maior parte do bolo. E, como disse, acho justo; desde que não haja gula.

E, a meu ver, neste momento a gula vem do lado dos jogadores.

DEBANDADA

Um importante agente de jogadores da NBA disse que 80% dos atletas cogitam cruzar o Atlântico e ir jogar na Europa ou Ásia.

Apenas uma das estrelas ainda não se manifestou sobre o assunto, dando a entender que não vai deixar os EUA: LeBron James.

COMO SE NADA…

Como se nada estivesse acontecendo, a NBA segue tocando a vida. Já divulgou a tabela desta temporada e, ontem, o Lakers divulgou os jogos da “pre-season”, todos marcados para o mês de outubro.

Querem anotar? Pois não:

Golden State (9) – Fresno’s Save Mart Center
Atlanta (12) – Ontario’s Citizen Bank Arena
Atlanta (15) – Staples Center
Utah (16) – Staples Center
Utah (19) – Anaheim’s Honda Center
Sacramento (21) – Las Vegas’ Thomas and Mack Center
Clippers (25) – San Diego’s Valley View Casino Center
Clippers (27) – Bakerfield’s Rabobank Arena

KOBE

O ala-armador do Lakers, que está prestes a assinar um contrato com o Besiktas da Turquia, tem uma obsessão na vida esportiva: ultrapassar a pontuação de Michael Jordan.

Isso foi o que revelou Phil Jackson a amigos. Perguntado pelo jornal “LA Times”, Kobe desmentiu. Disse que quer mesmo é ganhar 11 anéis de campeão, como fez Bill Russell.

Não será nada fácil, pois Black Mamba tem apenas cinco. E conta com 33 anos. Praticamente impossível, concordam?

Quanto a ultrapassar MJ, não é tão complicado assim. Vejamos: Jordan deixou a NBA com um total de 32.292 pontos; KB tem 27.868. Para ultrapassar em apenas um mísero pontinho o maior jogador de todos os tempos, Bryant tem que anotar mais 4.425 tentos.

A média de pontos de Kobe por temporada é de 1.857. Se ele mantiver esses números, precisará de 2,3 temporadas para deixar pra trás Michael Jordan.

Mas ele tem que contar com o imponderável: locaute, contusões, más jornadas…

Mas não é impossível, concordam?

MAIS UMA!

Nossas meninas voltaram a vencer no Mundial Sub 19 que está sendo jogado no Chile. A vítima da rodada de sexta-feira foi a Eslovênia: 67 a 50.

“A equipe teve dificuldades para encontrar a melhor defesa e anular o ataque esloveno no início”, analisou o técnico Luis Claudio Tarallo. “Mas não demorou e conseguimos abrir no placar e administrar o jogo. Com a vantagem, tivemos a oportunidade de revezar e todas as meninas entraram em quadra. A vitória foi muito importante, pois nos levou para a próxima fase”.

É isso: com o resultado, o Brasil já se garantiu na fase seguinte do Mundial. Neste sábado, 22h de Brasília, o adversário será a China Taipé. “É um time forte e que possui muito volume de jogo”, informou Tarallo. “Estou confiante de que faremos uma boa partida amanhã (hoje, sábado)”.

NÚMEROS

Quanto a vitória de ontem, novamente nossa pirulona Damiris do Amaral (1,90m) foi o destaque. Ela anotou 21 pontos e pegou nove rebotes. Ficou a um ressalto de um “double-double”.

Em compensação, a ala-pivô Vanessa Gonçalves, com seu 1,83m, capturou 11 rebotes.

Damiris é a melhor reboteira do Mundial até este momento. Tem média de exatos 11 ressaltos por partida.

Na pontuação, nossa pivô apresenta 20,0 pontos de média, atrás apenas da canadense Nirra Fields, que exibe 20,5.

Até agora, um show!

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , ,

sexta-feira, 22 de julho de 2011 NBA, Seleção Brasileira, WNBA | 11:55

KOBE BRYANT ESTÁ COM UM PÉ NA TURQUIA

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O locaute deve comprometer esta temporada. São vários os jogadores que têm dito isso. Até mesmo a NBA está se conformando com a situação.

E o que fazer? Da parte das franquias, creio que não há nada a se fazer. Mas do lado dos jogadores, há a alternativa de se jogar fora dos EUA.

A Fiba vai autorizar. Claro que vai, pois, com isso, ela não vê maculado o torneio de basquete dos Jogos Olímpicos do ano que vem, em Londres.

MALAS PRONTAS

Kobe Bryant já está com a caneta na mão direita. Pronto para assinar contrato com o Besiktas da Turquia e ser companheiro de Deron Williams no time otomano.

O plano foi revelado com detalhes nesta sexta-feira: a Turkish Airlines, um dos patrocinadores pessoais do ala-armador do Los Angeles Lakers, disse que entra na jogada para pagar o salário (talvez na totalidade) para que Kobe jogue esta temporada no basquete turco.

E de quanto será a oferta? Resposta: € 500 mil por mês, o que daria € 6 milhões pela temporada. Convertendo para o dinheiro americano, teríamos US$ 8,6 milhões.

Bem menos do que Kobe (foto AP) ganharia no Lakers, pois de acordo com o contrato ele tem garantido US$ 25,2 milhões pela temporada 2011/12. Mas ela não deve acontecer e, assim, Kobe não ganharia nada.

Portanto, é melhor US$ 8,6 milhões do que nada, concordam?

“Os agentes de Kobe já entraram em contato conosco”, disse o técnico do Besiktas, Ergin Ataman. “Kobe só está esperando pela proposta oficial. Ele já nos disse que quer jogar aqui. Estávamos apenas esperando por um patrocinador para pagar os salários de Kobe”.

O patrocinador já foi encontrado. Ou seja: o acordo pode sair a qualquer momento.

TEMOR

Não temam: se houver uma debandada dos principais jogadores da NBA para a Europa, a televisão vai fechar acordo com ligas europeias para a transmissão dessas partidas para os EUA — e consequentemente para o Brasil.

O BandSports tem os direitos de transmissão da Euroleague. É a Champions League do basquete europeu. Vamos assistir, seguramente, o campeonato, que ficará mais empolgante ainda com os jogadores da NBA.

O torneio turco? Até onde eu sei, nenhuma emissora aqui no Brasil tem os direitos de transmissão. Fica aí a dica.

MENINAS

Nossas meninas estrearam com o pé direito no Sub 19 que está sendo disputado no Chile. O Brasil venceu ontem a sempre difícil Espanha por 71 a 64.

A pivô Damiris do Amaral (foto Divulgação) foi o destaque do nosso selecionado. Damiris anotou um “double-double”, com 19 pontos e 13 rebotes. Seus 19 tentos representaram, também, a maior pontuação da partida.

Damiris, 1,90m, se você não sabe, é nossa melhor jogadora. Já está integrada no time adulto (participou do Mundial do ano passado na República Tcheca). Em seu jogo o técnico Luis Claudio Tarallo deposita suas esperanças de pódio.

Outro destaque da contenda foi a ala-armadora Carina Martins: 14 pontos.

Nesta sexta-feira, 22h de Brasília, o adversário é a Eslovênia. Conversando com amigos que trabalham no SporTV, o jogo desta noite não será transmitido ao vivo (como o de ontem também não foi e a CBB, equivocadamente, anunciou em seu site que seria).

O que o canal informa é que os confrontos da fase aguda da competição serão exibidos. E tomara que o Brasil esteja presente.

ESTRELA QUE SE APAGA

Marion Jones foi uma das maiores estrelas do esporte nos EUA. Quando era estudante em North Carolina, a mesma faculdade de Michael Jordan, era um talento no basquete e no atletismo.

Com a bolas nas mãos, foi campeã da NCAA em 1994. E nas competições de velocidade, deixava todo mundo comendo poeira.

Ao terminar os estudos, teria que optar entre o basquete e o atletismo. Conversando com os diretores esportivos e seus treinadores em North Carolina, todos chegaram à conclusão que o melhor para Marion seria o atletismo.

Por quê? Porque na época não existia a WNBA e ela, para ganhar dinheiro com o basquete, teria que jogar fora dos EUA. E Marion (foto Divulgação) não queria deixar o país. E mais: o atletismo pagaria fortunas por suas pernas velozes.

Optou, pois, por guardar a bola de basquete, seu esporte favorito.

Marion tornou-se um expoente do atletismo norte-americano e seu ápice foi nos Jogos de Sydney, em 2000, quando tornou-se a mulher mais rápida do mundo ao conquistar a medalha de ouro na prova dos 100 metros. Ao todo, amealhou cinco medalhas na competição australiana, três delas de ouro.

Marion, no entanto, não estava “limpa”. Dopou-se (admitiu o doping) e foi punida por isso. Perdeu todas as medalhas conquistadas. Ficou conhecida como “a maior fraude” do atletismo feminino na história dos Jogos Olímpicos.

Foi suspensa por dois anos e até na prisão foi parar. Ficou seis meses detida em Fort Worth (ao lado de Dallas), no Texas.

Deixou as pistas, escreveu um livro (“On the Right Track”, não lançado no Brasil) e resolveu dedicar-se ao esporte que ela mais gostava.

Temporada passada, Marion assinou contrato com o Tulsa Shock, time da WNBA. Nolan Richardson, técnico campeão da NCAA no masculino com Arkansas, em 1994, atual treinador das meninas de Tulsa, ficou empolgado com a chegada de Marion.

Mas a prática da teoria não se confirmou. Embora tenha participado de 47 partidas com a camisa 20 (mesmo número que ela usou em North Carolina) do Tulsa, Marion não rendeu em quadra o que dela se esperava.

Aos 35 anos, as pernas não eram mais as mesmas de há 16 anos. Seus números foram decepcionantes: 2,6 pontos, 1,3 rebote e 0,5 assistência. Com números ruins, não mereceu mais do que nove minutos em quadra por partida.

O que tinha tudo para ser uma história de superação e volta por cima com final feliz acabou em frustração. Marion foi dispensada pelo técnico Nolan Richardson.

Vai dar sua vaga para Abi Olajuwon, filha de Hakeem, que como o pai é pivô (tem 1,93m). Richardson justificou assim a troca: “Precisamos de altura e intensidade no garrafão”.

Marion, armadora de ofício, divulgou uma nota após a dispensa: “Quero agradecer a organização Tulsa Shock, ao técnico Richardson, minhas companheiras e à WNBA pela oportunidade de realizar um sonho”.

O sonho realizado foi poder um dia ter jogador basquete profissionalmente, em seu país, como ela tanto queria. Não foi do jeito que ela planejou, mas foi.

“Mostrei aos jovens que se você tem fé na vida, ela te dá uma segunda oportunidade”, encerrou Marion em sua nota. Não foi, como disse, com final feliz, mas ela teve sua segunda chance.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , ,

terça-feira, 19 de julho de 2011 NBA | 16:44

NOWITZKI SUPERA KOBE EM POPULARIDADE

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A revista norte-americana “Forbes” divulgou a relação dos jogadores com maior apelo de mídia na NBA. E para surpresa de muitos deu… Dirk Nowitzki!

O alemão, que acabou de carregar nas costas o Dallas Mavericks para um inédito título de campeão, superou Kobe Bryant. O astro do Los Angeles Lakers ficou na segunda posição, seguido do canadense Steve Nash, que joga no Phoenix Suns

Para elaborar o ranking, a Nielsen levou em consideração e ponderou aspectos como presença na mídia em partidas e programas relacionados com a modalidade ou não, contratos assinados, campanhas publicitárias durante a temporada. Levou também em consideração aspectos com sinceridade, acessibilidade, experiência e influência sobre as pessoas.

A revista de economia encomendou pesquisa à empresa Nielsen. O ranking foi este:

1) Dirk Nowitzki: 132 pontos
2) Kobe Bryant: 83 pontos
3) Steve Nash: 68 pontos
4) Kevin Garnett: 65 pontos
5) Tim Duncan: 51 pontos
6) Jason Kidd: 47 pontos
7) Grant Hill: 41 pontos
8) Derrick Rose: 41 pontos
9) Paul Gasol: 40 pontos
10) Vince Carter: 38 pontos

Como se vê, LeBron James, Dwyane Wade, Carmelo Anthony, Dwight Howard e Chris Paul não aparecem entre os “top 10” com maior apelo midiático na NBA.

Sinal dos tempos?

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  1. NOWITZKI MOSTROU QUE É HOMEM MESMO
  2. LAKERS E KOBE NA FRENTE
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Autor: Fábio Sormani Tags: , ,

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