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domingo, 2 de outubro de 2011 Sem categoria | 00:20

BRASIL SURRA ARGENTINA E GARANTE VAGA NOS JOGOS DE LONDRES

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O Brasil surrou a Argentina na final do Pré-Olímpico de Neiva (Colômbia): 74-33. Ganhou o título e a vaga para os Jogos Olímpicos de Londres no ano que vem.

É apenas a terceira vez que o basquete brasileiro participa das Olimpíadas com suas duas seleções. E é sempre bom lembrar que o feminino foi adicionado aos Jogos em 1976, quando da competição em Montreal, no Canadá.

Ou seja: foram nove edições. Em seis deles a gente não conseguiu juntar homens e mulheres.

A última vez que isso ocorreu foi em 1996, quando dos Jogos de Atlanta. Na época, o masculino ficou em 6º lugar e o feminino foi medalha de prata.

Dá pra sonha novamente? Ora, por que não?

No masculino, se todos nossos melhores jogadores estiverem à disposição do técnico Rubén Magnano, temos chance. No feminino, se Iziane Castro colocar juízo em sua cabeça podemos fazer um grande trabalho também.

Mas isso é futuro, vamos curtir o presente.

SOVA

Mas, dizia eu, o Brasil surrou a Argentina: 74-33. Foi uma atuação que beirou a perfeição (foto AFP).

Alguns podem dizer que a Argentina é fraca. Sim, verdade, se comparada com o Brasil a Argentina é fraca. Mas, como eu sempre digo, se você está bem e pega um time fraco, faz o que o Brasil fez. Se está mal, vence, mas vence apertadamente.

Não foi o caso.

Nosso selecionado deu uma aula nesse torneio de como se deve defender. E no ataque soube trabalhar com paciência, sem afobação.

Vale mencionar o trabalho do técnico Ênio Vecchi e de sua comissão técnica, composta por Urubatan Paccini e Janeth Arcain. Eles foram os mentores desse time.

Quanto as nossas meninas, um beijo enorme a todas elas. Vocês querem destaques? Pois não: Érika Souza, eleita merecidamente a MVP da competição e, claro, parte do quinteto ideal do Pré-Olímpico. Terminou o jogo com 13 pontos e 16 rebotes. E olha que ela atuou apenas 25 minutos.

Adrianinha também merece menção, ela que, como Érika, foi eleita para a seleção do campeonato. Ontem, contra Cuba, quase fez um “triple-double”, com nove pontos, 13 rebotes e 12 assistências. Um show, não só neste jogo, mas em todo o campeonato também.

Mas todas têm que ser mencionadas: Palmira Marçal, Patrícia “Chuca” Ferreira, Micaela Jacintho, Bárbara “Babi” Generoso, Franciele Nascimento, Silvia Gustavo, Clarissa dos Santos, Damiris do Amaral, Nadia Colhado e Gilmara Justino.

Parabéns a todos vocês. Vocês fizeram do nosso final de semana um final de semana especial.

Notas relacionadas:

  1. MEDALHA QUE TEM SIGNIFICADO GRANDIOSO
  2. APESAR DE TUDO, O BRASIL É FAVORITO PARA CONQUISTAR A VAGA NO PRÉ FEMININO
  3. NA DEFESA, CONTRARIANDO TUDO, O BRASIL VOLTA A VENCER NO PRÉ FEMININO
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,

sábado, 25 de setembro de 2010 Seleção Brasileira, basquete brasileiro | 22:18

MISSÃO IMPOSSÍVEL

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O Brasil voltou a perder no Mundial tcheco. E não foi surpresa pra ninguém. Nem mesmo as trapalhadas do treinador Carlos Colinas. Esse espanhol, cada dia que passa, mostra que não é do ramo.

Escala mal, mexe mal, não vê o jogo e, infelizmente, parece estar mal assessorado. Janeth Arcain, que foi uma das maiores jogadoras da história do basquete feminino, parece não auxiliar muito o treinador.

Mas  sejamos justos, aqui fica a dúvida: será que ela não ajuda ou tenta ajudar e Colinas não lhe dá ouvidos. Vamos dar a Janeth o benefício da dúvida. Esqueçam então o que eu disse acima.

Mas nosso selecionado, infelizmente, parece não ter futuro algum dentro da competição. Ontem, Magic Paula postou em seu twitter que em 1994, quando o Brasil foi campeão mundial na Austrália, o time começou mal. Mas não desse jeito.

Em 94, perdeu um jogo para a ex-Tchecoslováquia (hoje Eslováquia para a Fiba) na primeira fase, mas venceu os dois seguintes. Voltou a ser derrotado na fase seguinte, pela China, mas ganhou os outros dois confrontos. Na semifinal passou pelos EUA e na decisão foi à forra e bateu as chinesas.

Este Brasil não dá pinta de que vai fazer o mesmo. Aliás, pra fazer o mesmo tem que ganhar seus três jogos da próxima fase. A saber: Rússia, Japão e República Tcheca. Desse trio de seleções, apenas a japonesa é “vencível”. Ganhar das outras duas é tarefa impossível. Tomara que eu esteja errado, queime a língua e o Brasil faça três vitórias contundentes.

Mas como conseguir isso com um técnico trapalhão e com jogadoras não menos? Adrianinha está um desastre; Helen tenta ajudar, mas as pernas parecem cansadas; Iziane… bem, Iziane… O que dizer da Iziane? Onde está a jogadora do Atlanta Dream? Onde está a jogadora que foi vice-campeã da WNBA?

Por tudo isso, não dá. Infelizmente, não dá.

Cansei.

Notas relacionadas:

  1. MORRE UMA ESTRELA
  2. UM GESTO, UM ERRO
  3. HORAS DEPOIS, O SENTIMENTO É O MESMO
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , ,

sábado, 25 de julho de 2009 NBA, WNBA | 12:49

O CERCO SE APERTA

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O dia está fraco. Nada de importante por enquanto.

Mas como eu não sou de deixar este botequim fechado de jeito nenhum, abro-o para comentar algumas coisas com vocês.

O que de mais importante aconteceu na NBA nas últimas horas foi a ida de Andre Miller para o Portland. Conversando com alguns frequentadores deste nosso gostoso boteco, disse que o que de melhor Miller vai levar para o Blazers é sua experiência.

Aos 33 anos e com passagens por quatro equipes (Cleveland, Clippers, Denver e Philadelphia), Miller não conseguiu na NBA o mesmo destaque que teve nos quatro anos em que jogou com a camisa da universidade de Utah, quando conquistou um vice-campeonato em 1998, perdendo a decisão do Final Four para Kentucky.

Foi no Alamodome de San Antonio e eu vi tudo “in loco”, numa época gostosa em que trabalhava no SporTV e transmitimos a decisão ao vivo para o Brasil. Miller (foto AP) jogava muito, mas como disse, na NBA ficou para trás.

Quem gostou dessa contratação foi o Lakers; quem desgostou foi Lamar Odom. Com ela, o jogador vê estreitarem suas chances de assinar com outro time e ganhar o que ele gostaria.

O Blazers tem ainda cerca de US$ 14 milhões em caixa. Se oferecer essa grana, Lamar pega, claro.

Mas eu duvido que isso vá ocorrer, pois o grupo, no momento, é formado por apenas 12 jogadores e a gente sabe que é preciso no mínimo 15. Então, esquece.

Sobra a Lamar o Miami, mas lá a grana é curta. Por isso mesmo o jogador pediu penico ao Lakers e se disse disposto a reiniciar as negociações.

Acho que esta semana que entra Lamar e Lakers batem o martelo. Falaram em uma proposta de US$ 40 milhões por quatro anos; duvido que a franquia vá dar esse dinheiro.

É mais do que ela se mostrou disposta a pagar. Penso que Jerry Buss não vai dar nem um centavo a mais para Odom do que já foi oferecido – até porque ele tem as cartas na mão no momento.

ÉRIKA

Hoje às 16h30 de Brasília acontece o “All-Star Game” da WNBA. A pivô brasileira Érika de Souza vai defender as cores do time do Leste.

Depois de um hiato de oito anos o Brasil será representado no evento. Janeth Arcain, em 2001, foi a última (e única) representante do país no “All-Star” da WNBA.

O jogo será mostrado apenas pela ESPN HD – o que limita ainda mais o acesso ao evento.

Quem tem ESPN HD? Pouquíssimas pessoas.

Uma pena.

MEGALOMANIA

Vamos pegar o avião para a Europa e desembarcar em Madri. Florentino Perez, o megalomaníaco presidente do Real está aprontando outra das suas.

Depois de contratar Cristiano Ronaldo e Kaká por 165 milhões de euros, Perez diz que vai pagar os três milhões de euros ao DKV Joventut e levar o armador Ricky Rubio para o time merengue.

Rubio assinaria um contrato de dois anos e em seguida se mandaria para a NBA sem ter que pagar nada a ninguém.

E, de quebra, nesses dois anos na capital espanhola, ainda faturaria um bom dinheiro.

Interessante.

LOUCURA!

Voltemos aos EUA…

O Chicago fala em assinar com David Lee. O ala/pivô quer um contrato de US$ 12 milhões por temporada.

Se John Paxson fizer esse negócio, tem que mandar prender o cara. Lee é um bom jogador, tem mostrado isso com a camisa do New York, mas investir um dinheiro desses num jogador apenas bom é caso de polícia.

Lee não vai levar nenhum time a ganhar um campeonato. Ele vai ajudar, mas não é um “factor player”.

Derrick Rose precisa encontrar um parceiro com quem possa dividir responsabilidades em quadra. E esse cara não é de jeito nenhum David Lee.

Só pode ser brincadeira; espero.

Notas relacionadas:

  1. BRINCANDO COM A SORTE
  2. O COMPLICADO MUNDO DO “SALARY CAP”
  3. AINDA O AFFAIR ENTRE LAMAR E O LAKERS
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , ,