Publicidade

Posts com a Tag Dwyane Wade

terça-feira, 18 de outubro de 2011 NBA | 16:44

SITE AMERICANO ELEGE LEBRON JAMES MELHOR JOGADOR DA NBA

Compartilhe: Twitter

O ranking do site da ESPN norte-americana ficou pronto. E quem ficou em primeiro lugar?

LeBron James!!!

Só pode ser brincadeira. Ou então os caras estão doidinhos de vontade de arrumar um substituto para Kobe Bryant, que já dá sinais de cansaço.

LBJ (foto) é, de fato, um belíssimo jogador. É, como dizem os americanos, o melhor “all around player” do mundo.

Mas falta-lhe estofo emocional. Seu mental não é dos verdadeiros campeões. Não é e nem sei se um dia será.

(Alguém põe a mão no fogo?)

Os grandes campeões debilitam seus oponentes não apenas com suas qualidades técnicas, físicas e inteligência tática. Os grandes campeões debilitam seus oponentes no mental.

Pelé fazia assim; Michael Jordan fazia assim.

LeBron James não sabe o que é isso. É matéria desconhecida para ele.

Quando o bicho pega, LeBron some. Foi assim nas finais do campeonato passado, quando ele afinou bisonhamente diante de um time muito mais fraco (Dallas Mavericks) e acabou tendo de se contentar com o vice-campeonato, pois deixou Dwyane Wade (e consequentemente o Miami Heat)  na mão.

Ridículo!

TOP 5

Os cinco melhores jogadores segundo o ranking da ESPN ficou assim:

1º) LeBron James
2º) Dwight Howard
3º) Dwyane Wade
4º) Chris Paul
5º) Dirk Nowitzki (sem comentários…)

Notas relacionadas:

  1. QUEM É LEBRON JAMES?
  2. PARA DWIGHT, DURANT É MELHOR QUE LEBRON
  3. SITE DA ESPN DEVE COLOCAR NOWITZKI EM PRIMEIRO LUGAR NO RANKING DA TEMPORADA PASSADA
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , ,

segunda-feira, 17 de outubro de 2011 NBA | 19:33

SITE DA ESPN DEVE COLOCAR NOWITZKI EM PRIMEIRO LUGAR NO RANKING DA TEMPORADA PASSADA

Compartilhe: Twitter

Contagem regressiva: assim está o site da ESPN norte-americana nesta segunda-feira para finalizar o ranking dos melhores jogadores da temporada passada. Já chegou ao sexto melhor de um universo de 500 atletas. Seu nome: Kevin Durant.

Querem saber quem são os demais que compõem o “Top 10”? Vamos a eles:

10º) Blake Griffin

9º) Deron Williams

8º) Derrick Rose

7º) Kobe Bryant

6º) Kevin Durant – como já disse.

Não está muito difícil descobrir os demais. Vamos tentar?

5º) Dwight Howard

4º) Chris Paul

3º) LeBron James

2º) Dwayne Wade

1º) Dirk Nowitzki

Isso mesmo: está na cara que o alemão será eleito o melhor jogador da temporada passada. Exagero? Injustiça?

Mudo a pergunta: alguém duvida que Dirk será o “The Best One”?

O alemão (foto Reuters) foi realmente o melhor jogador do campeonato passado. Levou o Dallas Mavericks nas costas nas finais da NBA, quando o time texano bateu o Miami Heat.

REVISÕES

As demais posições? Justa a presença de D-Wade no segundo posto (se é que vai ser isso mesmo, pois esta é a minha previsão). Mas acho um exagero se LeBron ficar em terceiro.

LBJ foi muito importante para o Heat, é verdade, mas até as finais começarem. Depois ele amarelou. E isso, pra mim, conta muito.

O terceiro posto, a meu ver, deveria ser de Derrick Rose. O que ele fez, sozinho, com o Chicago, foi um espetáculo. Levou o Bulls a uma final de conferência, o que não acontecia desde os tempos de Michael Jordan.

Digo sozinho porque Carlos Boozer (que ficou lá pra trás no ranking) não conseguiu ser o Scottie Pippen de Derrick Rose. Por isso, acho também um equívoco Dwight Howard, Chris Paul, Kevin Durant e Kobe Bryant ficarem na frente de D-Rose.

Não se esqueçam: além de ter feito o que fez nos playoffs, o armador do Chicago foi eleito o MVP da temporada regular.

KOBE

Conheço meu eleitorado e sei que muita gente vai chiar, mas achei justo o posicionamento de Kobe Bryant em sétimo lugar. Ele não conseguiu fazer com o Lakers o que Derrick Rose fez com o Chicago, por exemplo.

O time angelino foi humilhado pelo Dallas nas semifinais do Oeste. Isso conta muito.

Que Kobe continue treinando. Que treine em dobro para se recuperar na próxima temporada.

Caso contrário, será o primeiro de muitos a frequentar a lista de jogadores que um dia ousaram destronar Michael Jordan.

Notas relacionadas:

  1. POR QUE D-ROSE É O MVP DESTA TEMPORADA
  2. EM NOITE DE NOWITZKI, BAREA FOI DECISIVO
  3. NOWITZKI SUPERA KOBE EM POPULARIDADE
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , ,

domingo, 2 de outubro de 2011 NBA | 13:20

STERN E WADE BRIGAM EM REUNIÃO E DIRETOR DO SINDICATO DIZ QUE ACORDO ESTÁ LONGE DE SER ALCANÇADO

Compartilhe: Twitter

Novos fatos da reunião deste final de semana em Nova York entre a NBA e o sindicato dos jogadores. Na sexta-feira, David Stern, comissário da liga, e Dwyane Wade, ala-armador do Miami Heat, discutiram asperamente em determinado momento do encontro.

Stern irritou-se porque Wade, de maneira debochada, o chamou de “David” em três oportunidades. D-Wade comportou-se assim porque Stern se referiu a algo dito pelo jogador de maneira pouco polida.

Quando D-Wade disse “David” pela terceira vez, Stern alterou o tom de sua voz e começou a gritar com Wade. O jogador não afinou e quando a discussão estava pegando fogo, ele disse para Stern: “Não aponte o dedo para mim! Eu não sou seu filho!”

O episódio foi reconhecido por David Stern depois da reunião de ontem, conversando com jornalistas.

Billy Hunter, diretor executivo do sindicato dos jogadores, desdisse o que disse Maurice Evans, vice-presidente da entidade, que ontem afirmou que “as coisas deram uma boa melhorada”. Disse Hunter: “Não houve progresso algum. Estamos ainda muito distantes (de um acordo). Há uma longa distância (entre as entidades) e não sei se vamos ser capazes de diminuí-la”.

A falta de acordo já produz reflexo. Não há mais possibilidade de os 82 jogos da temporada regular serem disputados. Alguns terão de ser subtraídos. Isso deverá fazer com que a NBA refaça a tabela.

Hoje, domingo, as partes não se encontram; descanso para todos. Amanhã nova reunião. Mas o “Dia D” deve ser na terça-feira: se não houver acordo, a chance de David Stern cancelar toda a temporada é grande demais.

Notas relacionadas:

  1. CRISE PERSISTE, ALERTA STERN
  2. A NOVELA DA RENOVAÇÃO DO ACORDO NA NBA
  3. SEM ACORDO, REUNIÃO ENTRE NBA E JOGADORES SEGUE NESTE SÁBADO
Autor: Fábio Sormani Tags: , , ,

sábado, 1 de outubro de 2011 NBA | 00:16

SEM ACORDO, REUNIÃO ENTRE NBA E JOGADORES SEGUE NESTE SÁBADO

Compartilhe: Twitter

Depois de quatro horas de reunião em Nova York (foto AP), jogadores e patrões decidiram continuar a conversa neste sábado. E logo pela manhã. Local: Waldorf Astoria, um dos hotéis mais chiques da cidade, que fica na espetacular Park Avenue.

Não nos resta outra alternativa a não ser esperar. Vamos aguardar de dedos cruzados.

Dizem que Dwyane Wade e David Stern se desentenderam na reunião. Houve gritos de ambos os lados.

Mas, como disse Adam Silver, um dos dirigentes da NBA, todos estão convictos de que deste final de semana não passa.

Ou resolve-se a questão ou a temporada será mesmo cancelada.

Notas relacionadas:

  1. CHICAGO DEMITE VDN!
  2. A NOVELA DA RENOVAÇÃO DO ACORDO NA NBA
  3. DISTÂNCIA ENTRE NBA E JOGADORES CONTINUA GRANDE DEMAIS
Autor: Fábio Sormani Tags: ,

segunda-feira, 5 de setembro de 2011 NBA | 19:10

NENÊ, O FUTEBOL E SEU FUTURO NA NBA

Compartilhe: Twitter

Nenê Hilário tem mantido a forma em Denver jogando futebol. Na foto, ele aparece batendo bola com a camisa do São Paulo, seu time do coração.

Ele disse à reportagem do “Denver Post” que o futebol é seu passatempo favorito. E que foi seu primeiro amor na infância. “Sinto muita vontade de jogar futebol”, disse ele. “Eu cresci jogando futebol.

E mais: Nenê disse que quando joga futebol, se sente mais próximo do Brasil.

Quanto a NBA, todos nós sabemos, ele abriu mão de seu último ano de contrato com o Denver, no qual iria receber US$ 11,6 milhões. Abriu mão para testar o mercado.

Fala-se que o Miami está interessado nele. Mas o Miami só terá disponível para contratar a “mid-level exceptions”, que se o CBA estivesse em vigor seria de US$ 5,5 milhões. Ou seja: US$ 6,1 milhões a menos do que ele ganharia no Denver.

Ganharia, pois o contrato não existe mais.

Mas sabe o que pode acontecer? Nenê pode assinar novamente com o Denver e para ganhar muito mais do que os US$ 11,6 milhões.

O Denver tem comprometido US$ 28,8 milhões para a próxima temporada. Quase US$ 30 milhões a menos do que poderá gastar se o CBA não for alterado. E sem contar a “mid-level exception” e outras exceções que o CBA permite aos times.

Nenê já disse que o dinheiro não será o principal fator no momento da escolha do próximo time. Ele quer ganhar um anel.

No Denver isso dificilmente vai acontecer, a menos que o time consiga fazer trocas e pegar alguém importante. Mas todos os importantes estão comprometidos.

Quanto ao Miami, na Flórida dá para pensar em ganhar um anel. O time tem três estrelas: Dwyane Wade, LeBron James e Chris Bosh.

Há quatro anos, quando eu conversei com Nenê no vestiário do Staples, depois de uma partida do Nuggets contra o Lakers, e perguntei a ele sobre sua situação no time com a contratação de Allen Iverson.

Disse: Nenê, você tem esperanças de pegar na bola num time com Carmelo Anthony, Iverson e J.R. Smith? E ele respondeu: “Claro que sim; se não me derem a bola, vou ter uma conversa com eles”.

Transportando para o Miami, eu pergunto a vocês: qual a chance de Nenê pegar na bola num time que tem D-Wade e LBJ? Isso sem falar em CB1.

Resumindo: se Nenê está atrás de um anel e para isso topa abrir mão de dinheiro e do prazer de jogar basquete, limitando-se apenas a pegar rebotes, passar a bola ou então fazer corta-luz para D-Wade e LBJ jogarem, então eu acho que ele assina com o Miami.

Caso contrário, nem pensar.

Notas relacionadas:

  1. O FUTURO DE LEBRON
  2. CP3 AGE COMO JOGADOR DE FUTEBOL
  3. A BOA VIDA DE NENÊ NO NOVO DENVER
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , ,

quinta-feira, 18 de agosto de 2011 NBA | 10:28

DELONTE WEST PROCURA EMPREGO NO HOME DEPOT

Compartilhe: Twitter

Deron Williams assinou com o Besiktas. Para a Turquia também foi Sasha Vujacic jogar no Anadolu Efes. Von Waffer acertou com o Cremona da Itália e Jordan Farmar foi para o Macabbi Tel Aviv.

Sonny Weems é do Zalgiris da Lituânia, enquanto que Chris Quinn fechou contrato com o Khimki de Moscou.

Kobe Bryant testa o mercado na Europa, Ásia e até mesmo no Brasil. Dwight Howard pensa em jogar na China e Ray Allen admite atuar na Europa.

Dwyane Wade diz o mesmo: parado não fica; vai para a Europa também.

Tudo por conta do locaute na NBA, que compromete, até este momento, a próxima temporada. E se ela não acontecer, os jogadores não trabalham e, consequentemente, não recebem salário.

Dos mais de 300 jogadores da liga norte-americana de basquete, apenas um não poderá se aventurar fora dos EUA: Delonte West.

O ala-armador que atuou no Boston Celtics (foto) na temporada passada está “on probation”. Ou seja: em liberdade condicional.

Motivo: foi preso por porte de arma ilegal.

Rola um processo contra ele na justiça dos EUA e por conta disso West não pode deixar o país. Delonte postou isso ontem em seu Twitter.

Disse Delonte: “Não é possível ganhar esse dinheiro fora dos EUA. O Juiz disse que eu não posso deixar o país”.

Além de ter tuitado isso, tuitou também: “Estou falido”, admitiu Delonte. Gastou praticamente toda a grana na farra e comprando automóveis.

Por isso, ficar parado será o caos para ele.

Delonte encontrou uma maneira de não ficar parado: mandou um currículo para a Home Depot (uma espécie de C&C, Telha Norte, Leroy Merlin dos EUA) procurando emprego. O que ele vai fazer lá? Empacotador? Vendedor? Caixa? Trabalhar no escritório da empresa?

Ninguém sabe. O que se sabe é que Delonte mandou um currículo para o Home Depot procurando emprego.

West, que tem lutado contra um transtorno bipolar ao longo da carreira, já amealhou a quantia de US$ 14 milhões, ou seja, R$ 22,3 milhões nos sete anos em que está na NBA.

Diante da situação crítica, finalizou suas tuitadas: “Onde está meu terapeuta?”

Notas relacionadas:

  1. A SITUAÇÃO DE LEBRON
  2. SEM DANÇA, MAS COM APOIO AO COLEGA
  3. PROCURA-SE UM DEFENSOR
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , ,

quarta-feira, 17 de agosto de 2011 Sem categoria | 19:48

CONFIRA QUEM SÃO OS DEZ MAIORES JOGADORES DA ATUALIDADE

Compartilhe: Twitter

Um jornalista da revista “Sports Illustrated” ranqueou os 100 melhores jogadores da NBA no momento. O ranqueamento nos leva a crer que o cara não é do ramo, embora escreva para a mais importante revista esportiva dos EUA e uma das mais importantes do planeta.

Há aberrações, como LeBron James ser considerado o melhor de todos. E, acreditem, Dirk Nowitzki aparecer apenas em quarto lugar.

Mas, como tenho dito aqui pra vocês, opinião é opinião e a gente tem que respeitar, mas nada nos impede de nós mesmos elegermos nossos “top ten”.

E é o que vamos fazer nesta quarta-feira de muito futebol no Brasil e no mundo e nada de basquete e lugar nenhum.

Meu ranking é este levando-se em conta o atual momento; ou seja, o que vimos no final da temporada passada e o que projetamos para o próximo campeonato, que, torcemos, vai ocorrer:

1) Dirk Nowitzki – Ninguém é melhor que o alemão neste momento, em que pese a idade ligeiramente avançada. O que ele fez nos playoffs passado jamais será esquecido. O cara simplesmente destruiu o Lakers de Kobe Bryant, ignorou o OKC de Kevin Durant e deu um show pra cima dos Três Magníficos do Miami Heat levando o Dallas Mavericks ao inédito título de campeão da NBA. Sente-se saudável e em forma, tanto assim que não vai descansar neste verão do hemisfério norte; ao contrário, irá jogar com a seleção da Alemanha a Euro da Lituânia. Está confiante e vive o melhor momento de sua carreira;

2) Dwyane Wade – O ala-armador do Miami cumpriu sua parte nos playoffs. Não se omitiu jamais. Foi um gigante na série diante do Boston Celtics e nas finais fez o que pôde para evitar o título do Dallas. Não conseguiu, mas deixou as finais de cabeça erguida. D-Wade está no esplendor da forma; trata-se de um jogador maduro e que não apenas conhece os atalhos do jogo, mas que também sabe explorar todo seu potencial em favor do time;

3) Derrick Rose – O armador do Chicago penou nos playoffs. Sem nenhum escudeiro à altura, teve que jogar praticamente sozinho. E praticamente sozinho levou o Bulls à final da Conferência Leste, o que não acontecia desde os tempos de Michael Jordan. E desde os tempos de Michael Jordan o Chicago não fazia a melhor campanha da temporada regular. Tudo graças a Derrick Rose. Neste verão, D-Rose prometeu aprimorar ainda mais seu arremesso, o que, embora tenha melhorado, segue sendo seu calcanhar de Aquiles, especialmente nas bolas de três;

4) Kobe Bryant – Apesar do fiasco do Lakers nos playoffs, quando o time acabou “varrido” pelo Dallas, KB ainda segue sendo um dos melhores de todos os tempos. Apenas este halo é suficiente para amolecer as pernas dos adversários e fazer de seu time um dos mais fortes contendores do próximo campeonato, por exemplo. Seja ele da NBA, o turco ou, quem sabe, do NBB. Não viveu um grande momento nos playoffs passados, é verdade, mas enquanto ele não decidir parar, ninguém poderá deixá-lo de fora das listas dos mais-mais da NBA;

5) Dwight Howard – Esse é outro que também joga sozinho e mesmo assim já levou o Orlando à decisão de um título. Seu elenco de apoio é no máximo bom. Ao lado de Derrick Rose, Chris Paul ou Deron Williams, por exemplo, teria tudo para colocar um anel no dedo. Fazê-lo ao lado de Jameer Nelson, Gilbert Arenas, Vince Carter é bem mais complicado. Ninguém consegue ganhar um título se não tiver bons coadjuvantes. E esse é o caso do Magic. Como sabemos, um pivô, se não tiver um armador à altura ou um ala que o alimente bem, não chega a lugar nenhum. Mesmo com o tamanho de DH;

6) Chris Paul – O armador do New Orleans fez uma série espetacular diante do Lakers. Fez o time vencer em Los Angeles, o que não é nada fácil em se tratando de um adversário que tem camisa e carisma. Mas, sozinho… CP3 é outro que se encaixa no clube dos solitários da NBA. Isso fica mais evidente ainda em se tratando de basquete, onde os cinco titulares têm mais interferência no jogo do que os 11 jogadores de futebol;

7) Kevin Durant – Terminou como melhor cestinha da NBA nos dois últimos campeonatos. É, de fato, uma máquina de fazer pontos; ninguém duvida. O que alguns duvidam é se KD tem capacidade para se manter ligado no jogo o tempo todo. O ala do Oklahoma City parece se “desligar” em alguns momentos durante a partida. Pode terminar um quarto zerado para fazer 20 no quarto seguinte. Esse desequilíbrio acaba pesando nas costas de jogadores que não têm estofo suficiente para não deixar cair o nível de jogo do time. Talvez se contasse com alguém melhor do que Russell Westbrook oscilasse menos;

8) LeBron James – Em que pese o fato de ele ter “amarelado” na série final diante do Dallas Mavericks, LBJ segue sendo um grande jogador e com potencial para ser um dos melhores de todos os tempos. Domina todos os fundamentos do jogo. Seu maior adversário é ele mesmo. Quando resolver a questão psicológica (bloqueio nos momentos decisivos), será difícil segurá-lo. Enquanto isso não ocorre, seu lugar numa lista dos dez mais é mais ou menos por aqui mesmo;

9) Paul Pierce – Veterano e eficiente. Pierce é o jogador em que o Boston Celtics concentra seu jogo. Nos momentos decisivos, a bola sempre está em suas mãos, especialmente nos finais das partidas. É ele quem arma e decide. Além disso, tem um jogo psicológico poderoso, desestabilizando seus marcadores, o que acaba por facilitar sua tarefa em quadra. Veterano, eu disse, mas não há sinal algum em seu jogo que ele esteja em declínio.

10) Deron Williams – Já disse nesse botequim que D-Will gozava do privilégio de ser o melhor armador da NBA. A mudança de time e a perda de um escudeiro que a seu lado funcionava bem (Carlos Boozer) fez seu basquete cair de produção. Sem um bom escudeiro e jogando em uma equipe sem camisa, ficará difícil colocar um anel que seja em um dos dedos da mão. E ficará ainda mais difícil manter-se em evidência.

Minha lista é esta. Fico agora no aguardo da lista de vocês, pra ver se a gente consegue eleger aqui neste botequim os nossos “top ten”.

Quando isso acontecer, a gente chama o Labica e comemora. A primeira rodada, como sempre, fica por minha conta.

Notas relacionadas:

  1. PALPITES PARA A TEMPORADA 2010/11
  2. UM CAMPEONATO ESQUISITO
  3. UTAH DETERMINA QUEM É O MELHOR
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , ,

domingo, 12 de junho de 2011 NBA | 13:57

DALLAS, NADA A TEMER

Compartilhe: Twitter

Pela primeira vez em 31 anos de história da franquia o Dallas entra em quadra com a chance de ser campeão da NBA. Na outra única ocasião em que disputou o título, exatamente contra o Miami, em 2006, o Mavs abriu 2 a 0 na série, mas tomou uma virada de 4 a 2 e perdeu o campeonato.

Agora, ao contrário da decisão passada, é o Dallas que joga com a possibilidade de levantar o troféu. E o tempero é o mesmo de cinco anos atrás: o jogo é na quadra do adversário. Naquele 20 de junho de 2006, o Heat é que era o visitante, o Heat é que tinha 3 a 2 a seu favor. Agora é o Mavs quem se encontra nesta situação.

Portanto, quando Mavs e Heat pisarem na quadra da American Airlines Arena de Miami, às 21h de Brasília, poderemos ver o último jogo desta temporada, pois o Dallas tem chance de ser campeão da NBA.

E elas são muito boas.

CONTROVÉRSIA

Um aspecto importante deste “NBA Finals” é que o falastrão do Mark Cuban, dono do Dallas, está de bico fechado. E por que é importante? Porque Cuban não está mais na alça de mira da NBA. E o que isso tem a ver?
Conto a seguir.

RETALIAÇÃO?

Mark Cuban (foto AP) se notabilizou por falar pelos cotovelos. Pagou multas e mais multas para a liga, algumas altíssimas. Colocava em cheque a credibilidade da competição, falava mal dos árbitros e de David Stern e também humilhava adversários.

Após a derrota para o Miami, em 2006, Cuban, do alto de sua passionalidade, declarou que as faltas marcadas em cima de Dwyane Wade, especialmente nas infiltrações, eram “faltas fantasmas”.

Em março deste ano, às portas da aposentadoria e durante a série do Lakers contra o Miami, Phil Jackson disse ter tido a impressão de que a NBA retaliou Cuban e prejudicou o Dallas naquela decisão.

Não gosto de falar de arbitragem. Vocês que me acompanham sabem disso. Prefiro discutir o jogo. Mas esse episódio, mais a declaração de P-Jax, merecem citação.

Pelo menos agora, com Cuban “pianinho”, se é que existe algo por trás dos bastidores, o Dallas não tem nada a temer.

“MATCH POINT”

Como disse o repórter João Henrique Olegário em seu texto de apresentação do jogo, o Dallas tem um “match point” esta noite. Não pode desperdiçá-lo. Se deixar para a última partida, ficará bem difícil.

Para o Mavs, o jogo é hoje. Tem que aproveitar o momento que lhe é todinho favorável. O time está encorpado psicológica e tecnicamente. O Miami, ao contrário, está esquelético nesses dois quesitos.

TORCIDA

Barulho de torcida não vai intimidar o Dallas. O time texano já fez vitória não só em Miami, mas também em Portland, Los Angeles e Oklahoma City.

Além do mais, o torcedor do Heat está mais para torcedor brasileiro de time de futebol do que para torcedor argentino. Na adversidade, fica calado, apavorado, temendo a derrota, roendo as unhas, rezando, escondendo a cara atrás das mãos espalmadas ou de um cartaz ou uma bandeira. Portanto, não ajuda em nada.

Sendo assim, se o Dallas conseguir abrir vantagem, afastará o torcedor do caminho. Se o oposto ocorrer, aí o torcedor entra em ação, se empolga, começa a gritar e empurra o time, pressiona a arbitragem e o adversário.

Fosse o torcedor do Miami um torcedor com o perfil do torcedor argentino, aí sim o Heat poderia dizer que teria um “sexto jogador” em relação ao adversário. O argentino sabe torcer, empurra o time o tempo todo, pressiona o adversário e a arbitragem. Jamais desiste; apenas quando o jogo termina.

Como se sabe, é duro jogar na Argentina. E vale pra todos os esportes.

TÓPICOS

Mas voltando ao jogo após essa digressão que eu achei necessária, não acredito que ele será diferente dos demais: será decidido no final, pois os dois confrontantes têm se mostrado muito parelhos.

E o que ambos têm que fazer para vencer? Algumas coisas.

No caso do Dallas, que tem a chance de ser campeão:

1) Não deixar Dwyane Wade aumentar seu volume de jogo;
2) Manter LeBron James nesse patamar ridículo;
3) Impedir que Chris Bosh melhore seu percentual de acerto nos arremessos;
4) Evitar que o Miami pegue rebotes ofensivos;
5) Tyson Chandler tem que manter o nível do jogo passado.

No caso do Miami, que tem a missão de evitar o título do Dallas:

1) Tirar Dirk Nowitzki do jogo no último quarto;
2) Melhorar a marcação em Jason Terry;
3) Manter Shawn Marion fora do jogo, como fez na partida passada;
4) Continuar eficiente nos rebotes ofensivos;
5) Evitar que J.J. Barea jogue o que jogou no confronto passado.

Alguém se lembra de algo mais?

Notas relacionadas:

  1. NADA AINDA; AMARÉ PERTO DO KNICKS
  2. EM MIAMI NINGUÉM QUER NADA COM NADA
  3. MIAMI E DALLAS NÃO DEVEM MUDAR NADA
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , ,

quinta-feira, 9 de junho de 2011 NBA | 16:12

BALANÇA MAS NÃO CAI

Compartilhe: Twitter

Vocês podem achar que eu estou de sacanagem, mas não estou. Alguém pode até achar que é mentira, mas não é. A energia deu novamente uma rasteira em mim nesta quinta-feira. Voltou há pouco; por isso, o botequim abre só agora.

Na terça-feira, ela se mandou por volta das 13h. Voltou apenas às 14h30 de quarta. Tive que ir até a redação do iG, que é longe pra burro da minha casa, pra ver o quarto jogo da final.

Como se vê, fiquei 25h30 sem energia em casa.

Aliás, é uma vergonha o que ocorre com o nosso país. Uma chuva mais forte e pronto! A energia acaba.

E queremos fazer Copa do Mundo e Olimpíada… Imagine um caos como o de anteontem na Grande São Paulo em meio a qualquer uma dessas competições!

Eventos não seriam realizados, jornalistas ficariam impossibilitados de trabalhar, torcedores, mídia e atetas teriam dificuldades para se locomover por conta de semáforos apagados, enfim, seria um desastre.

Temos dinheiro hoje em dia, pois nossa economia é uma das mais fortes do planeta, pois Deus tem nos abençoado. Mas não temos infra-estrutura, vítimas que somos de políticos incompetentes que nos governaram e nos governam e que pensavam e pensam em outras coisas que não em alicerçar o país.

Sem um alicerce sólido não há casa que resista. Vivemos um país que parece o edifício-cortiço “Balança Mas Não Cai”. Pra quem é jovem e não viu, o tal edifício era na verdade um programa humorístico que ficou famoso no final dos anos 1960 na TV Globo, mas que foi originalmente criado na Rádio Nacional do Rio, em 1950.

Nosso país balança, balança, mas não cai. Não cai porque Deus não quer. E assim ficamos, contando com a vontade divina ao invés de trabalharmos para mudar o quadro e a situação do país.

Mas deixa isso pra lá. Nosso papo aqui é outro.

IRRITAÇÃO

Sinceramente, não me sinto em condições de analisar nada hoje. Já briguei com meio mundo por causa disso e de outras coisas que vieram a reboque da situação.

Só espero que à noite, na hora do jogo, a energia não me dê outra rasteira.

RESUMO

O jogo de hoje se resume a dois jogadores: Dirk Nowitzki e Dwyane Wade. Quem estiver mais inspirado e contar com melhor colaboração vence.

Simples, como dois e dois são quatro.

Desculpem-me, mas não dá pra escrever mais do que isso.

Notas relacionadas:

  1. QUASE UM “DOUBLE-DOUBLE”
  2. RESERVA QUE INCOMODA
  3. A HISTÓRIA DO CAVALO QUE REFUGOU
Autor: Fábio Sormani Tags: ,

quarta-feira, 8 de junho de 2011 NBA, outras | 14:58

A HISTÓRIA DO CAVALO QUE REFUGOU

Compartilhe: Twitter

Bem, como tenho dito, a série será longa. E agora é o jogo cinco que será importantíssimo.

Sim, pois o perdedor jogará pressionado no jogo seis. E tem gente que prefere o campeonato de pontos corridos!

Bem, comparações à parte, agora é o jogo cinco que será importantíssimo, ia dizendo. Se o Dallas ganhar novamente, abre 3 a 2 na série. E o Miami entrará pressionado diante de seus torcedores, não podendo perder, pois se perder, perde o campeonato.

O oposto vale para o Dallas, que aí terá que ganhar duas contendas em quadra alheia. Difícil.

Esta final está espetacular. Casa cheia, torcedores se divertindo, times faturando, patrocinadores se esbaldando, tevês registrando ótimos índices de audiência — e tem gente que prefere o campeonato de pontos corridos!

Mas deixa pra lá, vamos falar do jogo de ontem.

“BALOUBET DU ROUET”

Amarelar é o sinônimo mais usual no caso de jogadores que se escondem e medram em jogos decisivos. Mas alguns poucos se lembram, nesta situação, do cavalo “Baloubet du Rouet”.

Quem é mais jovem e não conhece a história, eu conto — e vale um pouco da sua atenção, pois ela é boa.

“Baloubet du Rouet” era um cavalo de raça talhado para provas de salto. Era montado pelo cavaleiro brasileiro Rodrigo Pessoa. Tinha sido tricampeão do mundo em 1998, 1999 e 2000.

Quando os Jogos Olímpicos de Sydney-2000 chegaram, Pessoa e seu “Baloubet du Rouet” entraram como favoritos ao ouro olímpico na prova do salto. Eles deixavam, havia três anos, os concorrentes comendo poeira, sempre.

No Brasil, todos contavam com este ouro e faziam as contas, antes de a prova começar, em que lugar o nosso país ficariam no quadro de medalhas depois que “Baloubet du Rouet” humilhasse novamente seus oponentes.

No dia da prova, no entanto, “Baloubet du Rouet” refugou. Sim, refugou! E não apenas uma vez: foram três!

Pessoa ficou com cara de tacho diante dos torcedores que acompanhavam a prova ao vivo e diante dos brasileiros que tinham acordado bem cedinho para ver um esporte que ninguém gostava e acompanhava, mas acompanhava porque iria nos dar o ouro olímpico.

Mas “Baloubet du Rouet” refugou. Três vezes, eu disse, mas nunca é demais lembrar. Com isso, Pessoa foi eliminado e o ouro esperado não veio, o que fez com que os milhões de brasileiro dissessem: “Ah, mas virá no futebol!”

Não veio também, pois o Brasil de Wanderley Luxemburgo foi eliminado por Camarões nas semifinais, com o defunto “gol de ouro”. Camarões que tinha nove jogadores em campo, mas tinha um coração do tamanho da África.

LEBRON = “BALOUBET DU ROUET”

LeBron James voltou a refugar nestas finais. Ontem chegou ao cúmulo de não atingir dois dígitos na pontuação.

Anotou apenas oito. Uma vergonha; sim, uma vergonha para um jogador que Scottie Pippen, o fiel escudeiro de Michael Jordan, disse que um dia poderá ser melhor que MJ. Quem deve estar com vergonha é Pip.

Ah, será que aquele jornalista que LBJ detonou na última coletiva fez a mesma pergunta ontem? Se você não sabe da história, lá vou eu novamente contar história.

E essa vale a pena também…

Gregg Doyel trabalha para a rede televisiva CBS. Depois do jogo de domingo, ele questionou LeBron sobre seu desempenho nos últimos períodos das três partidas finais, sugerindo que o ala estava “encolhendo” nos momentos decisivos.

LBJ, claro, não gostou da pergunta, mas não reagiu como Felipão ou Muriciy. Com a mesma elegância do terno verde petróleo que trajava, respondeu:

“Eu acho que você está concentrado em apenas um lado da quadra. Você só está olhando para estatísticas. Eu sou um jogador de duas vias. Uma vez que (Dwyane) Wade estava fazendo o necessário ofensivamente, nós demos a bola para ele. Você deveria assistir ao vídeo novamente e ver o que fiz na defesa. Aí você fará uma pergunta melhor amanhã”.

Doyel, não sei se estava lá e nem sei se perguntou. Mas se estava lá deveria ter perguntado:

“LeBron, que acontece com seu desempenho nos últimos jogos? Você está encolhendo nos momentos decisivos!”

Gostaria de ver a reação de LeBron.

RESPOSTA

Não sei se Gregg Doyel perguntou, ou se alguém perguntou, mas LeBron James disse o seguinte na coletiva de ontem: “Eu definitivamente não joguei bem ofensivamente”.

Ora, descobriu a pólvora!

LeBron James tem sido o “Baloubet du Rouet” destas finais. Suas atuações envergonham a todos que estão ligados a ele de um jeito ou de outro.

Há ainda mais dois jogos pela frente. Chance de ele fazer o que Dirk Nowitzki tem feito e, com isso, apagado definitivamente a fama de “amarelão”.

Mas no caso de LBJ, eu digo: “Baloubet du Rouet”.

DIFERENÇA

Em contrapartida, Dirk Nowitzki foi mais uma vez exemplar. Anotou 21 pontos, sendo que dez deles vieram nos últimos nove minutos de jogo, quando o Dallas reverteu uma desvantagem de nove pontos.

Quer mais? Tem mais: o alemão estava com febre. Dizem que a quentura do corpo chegou a bater nos 40 graus.

Contagiou seus companheiros — agora com febre, pois na quadra vem dando exemplos desde que estas finais começaram.

“Uma pessoa comum na situação que ele estava mal conseguiria levantar da cama”, declarou o pivô Tyson Chandler depois da vitória por 86 a 83, que empatou a série final em 2 a 2.

Seguramente contagiado pelo esforço do companheiro, Chandler fez um jogo de Nowitzki: anotou 13 pontos e pegou 16 rebotes, nove deles ofensivos.

Não apenas Chandler exibiu-se com muito mais vigor do que vinha fazendo, Jason Terry também. Jet, como é chamado pelos companheiros, vinha zerando em etapas finais e últimos quartos. Ontem anotou 17 pontos, sendo oito deles no último quarto, quando o time fez a virada que representou a vitória no final das contas.

Shawn Marion contribuiu com mais 16 e DeShawn Stevenson colaborou com outros 11, tendo acertado seus três primeiros chutes de três.

DeShawn, Chandler e Jet no último quarto quebraram o galho de Jason Kidd.

PERGUNTA

Como um jogador que não faz ponto algum e dá três assistências pode ficar em quadra por 38:58 minutos?

CRÉDITO

Se LeBron James refuga feito “Baloubet du Rouet”, o mesmo não se pode dizer de Dwayne Wade. Apesar da bobeira no final, quando deixou a bola escapar e pelos dedos ver escorregar a chance de levar o jogo à prorrogação, D-Wade novamente carregou o Miami nas costas: 32 pontos.

D-Wade falhou no fim como Dirk Nowitzki falhou no fim no jogo anterior. Vale pra D-Wade o que eu disse pra Nowitzki: por favor, não vamos condenar Dwyane pela derrota do Miami.

Ele tem levado o time nas costas.

Como Jack Brennan, o lutador-presonagem do conto “Cinquenta Mil”, de Ernest Hemingway, os braços de D-Wade, seguramente, pesaram no final da contenda.

Jack perdeu seu combate para Walcott (se é que perdeu mesmo, mas isso são outros quinhentos), pois seus braços pesaram no final da luta.

Wade tem pelejado praticamente sozinho contra a “guarda” montada pela defesa do Dallas. Tem conseguido machucar a zaga adversária, mas ainda não conseguiu o nocaute desejado.

ALGO MAIS?

Faltou dizer algo mais? Se faltou, por favor, digam.

EXPLICAÇÃO

Abro tarde este botequim, pois ontem fui vítima do vendaval que atingiu a Grande São Paulo. Fiquei 25 horas sem energia. Tive que sair de casa para ver o jogo.

Por isso, só agora abro o boteco.

Notas relacionadas:

  1. MIAMI PODE ENTRAR PRA HISTÓRIA
  2. A HISTÓRIA DO DENVER E DOS GRANDES TREINADORES
  3. A HISTÓRIA DE UM E DE OUTRO
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 3
  3. 4
  4. 5
  5. 6
  6. 7
  7. 10
  8. Última