Publicidade

Posts com a Tag Detroit

segunda-feira, 10 de novembro de 2008 NBA | 12:14

O TERCEIRO “DOUBLE-DOUBLE” DE NENÊ

Compartilhe: Twitter

Valeu a pena, uma vez mais, ficar acordado para ver Nenê jogar. O brasileiro não negou fogo novamente e deixou bem claro que é um dos principais pivôs da NBA na atualidade. Entrar no garrafão do Denver só será possível se houver muita negociação; e Nenê não está aberto a ela.

Há alguns posts, fui injusto com o são-carlense dizendo que ele precisava de mais atitude em quadra. Foi depois da derrota para o Lakers, quando ele marcou oito pontos e pegou apenas cinco rebotes. Peguei-o em uma noite ruim. Nenê não se esconde em momento algum, briga pelo seu espaço o tempo todo nos dois garrafões e é um tormento para seus marcadores e para quem ele marca.

Sua atuação na vitória de ontem sobre o Memphis (100-90) foi muito boa, uma vez mais, especialmente no primeiro tempo, quando deixou a quadra com oito pontos e oito rebotes, sendo um deles ofensivo. Deu ainda três assistências e fez um desarme.

Mas seu melhor momento no período primeiro foi o toco humilhante que deu no armador Kyle Lowry, que se atreveu, com seu 1m83, a encarar um “face to face” contra os 2m11 do brasileiro. Foi no final do primeiro quarto. Os 14.359 torcedores que estiveram no Pepsi Center bem que poderiam ter saído do ginásio e comprado outro ingresso. Não seria demais.

Nenê fechou a partida com 18 pontos e 12 rebotes em 38:17 minutos dos 48 possíveis. Foi seu terceiro “double-double” da temporada em seis jogos. Outros virão, com certeza.

PQP, CADÊ O GASOL, NINGUÉM SABE…

Marc Gasol foi o pivô do Memphis. O espanhol debuta na NBA depois de ter vencido um mundial e conquistado uma medalha de prata olímpica. É um dos mais respeitáveis pivôs europeus. Muitos disseram que o verdadeiro Gasol é ele e não Pau, seu irmão.

Pois bem; ontem, diante de Nenê, ele conseguiu fazer apenas uma cesta em todo o jogo! No primeiro tempo, ficou completamente entregue ao brasileiro, pois não conseguiu arremessar nenhuma bola sequer contra o aro do Denver. Sua primeira cesta foi marcada no final do terceiro quarto, quando era marcado por Chris Andersen, no momento em que Nenê descansava.

Terminou o jogo com seis pontos e oito rebotes. A maioria deles feitos quando Nenê, como disse, estava no banco, descansando.

MOTOR SILENCIADO

Antes do jogo do Denver, vi o Boston silenciar os pistões de Detroit. Com uma defesa sólida, consistente, o atual campeão da NBA nada possibilitou aos anfitriões. Perdido em quadra, o Detroit somou sua segunda derrota em seu segundo embate com Allen Iverson em quadra: 88-76.

“De longe, foi a melhor defesa em todos os jogos desta temporada”, empolgou-se Doc Rivers ao final da partida na entrevista coletiva. “A gente tem defendido muito bem, mas esta noite passamos da conta”.

Rivers tem razão; o Celtics limitou o Pistons a um aproveitamento amorfo de 34,7% de seus arremessos. Forçou os caseiros a 17 erros, que redundaram em 23 pontos para os visitantes. O volume defensivo foi tanto que no segundo quarto o Detroit fez apenas 10 pontos e teve um ridículo desempenho de 18.8% de seus chutes.

Rip Hamilton, cestinha do Detroit na temporada, perdeu seus oito primeiros arremessos. AI foi outra decepção: fez só dez pontos e acertou apenas quatro de seus 11 “jumpers” (27.5%); deu quatro assistências em 31 minutos.

Os 22.076 torcedores (lotação completa) que foram ao Palácio de Auburn Hills ficaram boquiabertos com a qualidade do jogo do Celtics, em especial do armador Tony Allen (foto AP), que marcou 23 pontos e foi o cestinha da partida. Muitos deixaram o ginásio certos de que será difícil alguém segurar Kevin Garnett, Paul Pierce e Ray Allen nesta temporada.

O 18º. título não seria apenas quimera de torcedores fanáticos do Celtics. É mais do que crível.

PINGOS NOS “IS”

Voltando ao assunto da família Gasol e quem é quem, o melhor deles é Pau e não Marc. Ontem, na vitória do Lakers sobre o Houston por 111-82, o primogênito terminou a partida com 20 pontos, 15 rebotes e três tocos. Brilhou mais do que Kobe Bryant, que marcou 23 pontos.

Os amarelinhos estavam sendo surrados pelos texanos até o começo do segundo quarto, quando Aaron Brooks fez uma bandeja e colocou o Houston na frente em 32-16. Daquele instante em diante, o Lakers fez uma corrida de 95-50 e ganhou a partida com categoria.

“A partir do segundo quarto, começamos a trabalhar a bola melhor”, justificou Phil Jackson, na coletiva depois do jogo.

Ele tem razão. No primeiro quarto, o Lakers teve um aproveitamento pífio de seus arremessos: 5-17. Isso significou um percentual de acerto de 29.4%, contra 43.5% dos primeiros quatro jogos desta temporada.

A recuperação é significativa, porque não foi feita diante do Charlotte, por exemplo. Foi feita diante do Houston, um dos favoritos ao título da Conferência do Oeste. É bem verdade que a recuperação se deu dentro de casa, onde tudo é mais fácil. Mas recuperou, o que não aconteceu com o Detroit, por exemplo.

RUIM NA QUADRA, BOM NA…

Marko Jaric é um inexpressivo armador sérvio que perambula pela NBA. Depois de ter jogado na terra natal (Peristeri Nikas) e passar pelo basquete italiano (Virtus Kinder Bologna), desembarcou na NBA na temporada 2002/03 para defender o Clippers.

Lá disputou três campeonatos, tendo se transferido na seqüência para o Minnesota. Jogou outras três temporadas em Minneapolis e nesta foi para o Memphis. Ontem entrou em quadra pela primeira vez no torneio. Nos outros seis prélios, esquentou o banco o tempo todo. Jogo pouco mais de quatro minutos contra o Denver e não fez nada, absolutamente nada. Zerou em tudo!

Por que falo sobre Jaric? Porque o sérvio está noivo da top model brasileira Adriana Lima (foto), a terceira modelo mais requisitada do planeta, atrás apenas da alemã Heid Klum, mulher do cantor Seal, e, obviamente, de Gisele Bundchen.

Em outras palavras: Jaric, um desastre nas quadras, um sucesso fora delas. Adriana que o diga.

POPULARIDADE

Há alguns posts, um internauta parceiro deste blog – não me lembro mais que é – perguntou sobre a popularidade dos esportes nos EUA e onde se situava a NBA. Mandei um e-mail para a liga, em Nova York, e a resposta que obtive foi a seguinte, de acordo com uma pesquisa feita no final do ano passado pela ESPN:

1º) Futebol – 34.8%
2º) Futebol universitário – 25.8%
3º) Beisebol – 21.7%
4º) Basquete universitário – 17.7%
5º) NBA – 15.7%
6º) NASCAR – 14.9%
7º) Skate – 12.5%
8º) Esportes radicais – 11.9%
9º) Boxe – 11.4%
10º) Golfe – 9.8%
11º) Luta-livre – 7.9%
12º) Hipismo – 7.1%
13º) Hóquei – 6.9%
14º) Tênis feminino – 6.6%
15º) Soccer (futebol) – 6.5%
16º) WNBA – 6.4%
17º) Tênis masculino – 5.7%

Na época em que Michael Jordan estava em quadra, a NBA situava-se na terceira posição, atrás apenas dos dois futebóis, como diria Vampeta.

Notas relacionadas:

  1. NENÊ VENCE LEANDRINHO
  2. LEANDRINHO E NENÊ ESTREIAM E PRECISAM MELHORAR
  3. NENÊ ARREBENTA EM VITÓRIA DO DENVER EM LA
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

sábado, 8 de novembro de 2008 NBA | 11:43

LEANDRINHO VIVE MOMENTO DIFÍCIL NA NBA

Compartilhe: Twitter

É preciso ter calma neste momento. A prudência avisa. O campeonato mal começou e o treinador é novo. Mas a situação de Leandrinho (foto, perdento o controle da bola, algo corriqueiro nesta temporada) é preocupante. A gente espera que seja apenas uma nuvem passageira e que ela saia de cima da cabeça do armador do Phoenix o mais rápido possível.

Mas que o momento incomoda, isso ninguém duvida. Leandrinho não é nem de longe aquele jogador que a gente se orgulhava de ver em quadra e estufava o peito para dizer: é brasileiro! O paulistano passa por um período difícil da carreira.

Algumas coisas o atrapalham neste momento. Perdeu metade da pré-temporada em São Paulo ao lado da mãe, que estava doente. Por isso, ficou para trás na preparação. Há um novo treinador no time e novas exigências também.

Leandrinho jogou todos os seus cinco anos na NBA para Mike D’Antoni, um técnico que jamais privilegiou a defesa, indo ao encontro da formação do brasileiro, que sempre manteve os braços abertos para o ataque. Agora, com Terry Porter, defender é preciso.

Leandrinho pouco sabe sobre esta matéria. Não foi um aluno dos mais aplicados no começo da carreira, até porque nunca teve bons professores a exigir determinação do menino. Hoje, sem estofo defensivo, está pagando um preço mais alto do que ele imaginava que um dia pudesse pagar.

Para piorar, seu jogo ofensivo está irregular. Ontem, deu pena vê-lo em quadra. Completamente perdido e sem confiança, entregue à marcação, sem respostas para as armadilhas defensivas que os jogadores do Chicago prepararam para ele.

Marcou apenas dois pontos. Seu aproveitamento foi paupérrimo. Errou todos os arremessos de três pontos e acertou apenas um dos cinco chutes de dois pontos. Não bateu nenhum lance livre sequer. Ficou apenas 17 minutos em quadra. Se lá ficasse mais, o desmoronamento seria maior.

Fosse eu o técnico Porter, estaria preocupado neste momento menos com a derrota para o Bulls (100-83) e mais com o que se passa com Leandrinho. Se nenhum ajuste for feito, rapidamente, ele perde uma importante arma de seu arsenal, arma esta que já se mostrou eficiente no passado.

Há dois caminhos possíveis a se tomar: 1) tentar corrigir os defeitos de Leandrinho dedicando um bom tempo para isso; 2) trocá-lo por outro jogador e deixar que ele reencontre seu jogo em novo lar.

Mas, já disse, que não seja em Nova York.

LUZES QUE BRILHAM

Em compensação, os dois outros brasileiros mataram a pau na rodada de ontem da NBA. Anderson Varejão ganhou mais uma ao lado de LeBron James; Nenê fez o mesmo, tendo agora como parceiro o armador Chancey Billups, que debutou com a camisa 7 do Denver, trocado que foi com Allen Iverson.

ROUBANDO A CENA

Em Cleveland, LeBron James fez sua primeira cesta de três nesta temporada, deu um toco sensacional em cima de T.J. Ford a 39 segundos do final da partida, deixou a quadra com 27 pontos, nove rebotes, oito assistências e quatro tocos, mas o nome do jogo foi Anderson Varejão.

Claro, porque números assim, extraordinários, para King James são quase que corriqueiros. Mas falava eu sobre o capixaba, que jogou meia hora e terminou a partida com 18 pontos (a maior pontuação desde que jogou pela primeira vez na NBA) e oito rebotes, sendo que três deles foram no ataque. E ainda desarmou o adversário em três oportunidades. Nenhum dos 20.562 pagantes que estiveram na Quicken Loans Arena duvidou disso.

Varejão foi peça importante na vitória do Cavs sobre o Indiana por 111-107, que coloca agora o Cleveland na quarta posição da Conferência do Leste com uma campanha de 4-2.

Mas há o que se corrigir no jogo de Varejão, principalmente seu arremesso de curta distância. Ele pontua em bandejas e sobras de rebotes, mas quando tem que arremessar do perímetro, da zona morta, a bola dificilmente cai.

Esse não é o Varejão que a gente conhece. Ele tinha um bom arremesso. Arriscava até mesmo bolas de três – e com sucesso em muitas situações. O brazuca precisa se atrever neste momento a mudar este cenário. Há que se conversar com o técnico Mike Brown e treinar.

ROUBANDO A CENA 2 – A MISSÃO

Em Denver, os holofotes estavam todos direcionados para Chauncey Billups, que estreava no Nuggets. Mas os spots tiveram que ser deslocados para Nenê.

O paulista de São Carlos fez seu melhor jogo nesta temporada com a camisa 31 do Denver. Foram 19 pontos e sete rebotes (quatro deles no ataque) na vitória sobre o Dallas por apertados 108-105.

Seu grande momento foi a 12 segundos do final da partida, quando o Nuggets vencia por apenas dois pontos (104-102) e o Dallas atacava, pronto para mandar um torpedo triplo contra a cesta colorada e liquidar o embate. A bola caiu nas mãos do pivô Brandon Bass e Nenê tomou-a. E o jogo foi decidido em favor dos anfitriões.

Nenê tem levado grande vantagem sobre seus marcadores por saber usar a mão esquerda. Isso ficou nítido na partida de ontem. Quando é empurrando para este lado, sabe o que fazer, o que dificulta a marcação.

Os pivôs, a gente bem sabe, são limitados tecnicamente. São poucos os que têm brilho (é disso o que eu falo sobre o jogo de Varejão no ataque). Por isso, quando marcados, são previsíveis. Fazem do tamanho e da força sua grande arma. Nenê tem mais do que isso; sabe jogar.

Todos os 19.175 pagantes que estiveram no Pepsi Center constataram, mais uma vez, isso que vos falo.

E se Nenê pontua mais hoje em dia é porque, antes do jogo contra o Clippers, em Los Angeles, reuniu os companheiros no vestiário do Staples Center e disse a todos: “Passem-me a bola!”.

Foi atendido. Marcou 22 pontos. Justificou, assim, a reivindicação. Sua média no campeonato é de quase 16 pontos por partida.

E tende a crescer.

UMA ZONA

Dei uma olhada no jogo de estréia de Allen Iverson com a camisa 1 do Detroit. A correria, a zona de sempre. Resultado final: 103-96 para o New Jersey, apesar dos 24 pontos e seis assistências de AI.

Já falei aqui em nosso botequim: o Detroit jogou no lixo, prematuramente, esta temporada. Posso quebrar a cara, mas acho que não vou.

BELEZA

Se o jogo entre New Jersey e Detroit foi opaco, novamente as atenções voltaram-se para a repórter da tevê a cabo do Nets, a YES Network. Seu nome: Michele Beadle (foto).

Esbanja beleza, simpatia e capacidade profissional. É um dos destaques em Nova Jersey, mais do que o Nets, um time que eu não daria um tostão furado por seu desempenho nesta temporada.

Fico com pena do armador Devin Harris, que veio do Dallas na troca por Jason Kidd. Deixou a quadra ontem com 38 pontos e apenas duas assistências. Duas, claro, porque não há para quem passar a bola; o time é fraco.

Vince Carter deveria pegar o telefone e ligar para Dean Smith e pedir conselhos. Ainda é tempo.

Ainda bem que em Nova Jersey há Michele Beadle.

CARTAS À REDAÇÃO

Alguém consegue explicar a derrota do New Orleans para o Charlote?

FIM DA LINHA?

Parece que a temporada está escapando pelos dedos do San Antonio. Ontem foi mais uma derrota – e novamente em casa –, agora para o Miami por 99-83.

O motivo principal de novo revés foi a contusão logo no primeiro quarto do armador Tony Parker. Torceu o tornozelo. Pior de tudo: vai ficar duas semanas de fora, em tratamento.

Os adversários nestes 14 dias esfregam as mãos. Ganhar do Spurs virou obrigação neste momento.

Notas relacionadas:

  1. NENÊ VENCE LEANDRINHO
  2. LEANDRINHO E NENÊ ESTREIAM E PRECISAM MELHORAR
  3. LEANDRINHO, VAREJÃO E O SHOW DE CHRIS PAUL
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

terça-feira, 4 de novembro de 2008 NBA | 12:43

VAREJÃO ANULA NOWITZKI DENTRO DE DALLAS

Compartilhe: Twitter

Anderson Varejão (foto Reuters) jogou muito ontem na vitória do Cleveland diante do Dallas (100-81). Se a gente for olhar apenas para os números, pode ficar um pouco desconfiado. Afinal, foram apenas dois pontos e seis rebotes. Mas o olhar atento à estatística final vai observar que o capixaba também roubou quatro bolas. E em momentos cruciais da partida.

Mais do que isso: anulou Dirk Nowitzki, a arma do Mavericks. O alemão acertou apenas três de seus 11 arremessos. Arremessou pouco, como podemos ver, pois não encontrou espaços para isso. Quando foi marcado por Varejão errou todos seus chutes. Nowitzki tem 2m13 de altura; o brasileiro tem 2m11. A diferença é mínima. Além disso, o ala do Cavs é rápido o suficiente para recuperar-se de um drible ou de um corta-luz.

Vendo o desempenho de Varejão diante de Nowitzki, é claro que logo me veio à mente o Pré-Olímpico de Atenas, quando o Brasil foi eliminado pela Alemanha. A mim ficou claro que se AV tivesse jogado contra os alemães, nossas chances aumentariam muito. Se Nenê e Leandrinho também, teríamos eliminado os germânicos.

MVP

LeBron James teve atuação ontem digna de um MVP. O lance livre, que é o seu maior problema, funcionou. Foram 13 certos em 15 cobrados (86,6%); excelente. Deixou a quadra com 29 pontos, oito rebotes, três assistências e dois desarmes. Foi decisivo nos momentos certos da partida.

Justiça seja feita: os 14 pontos de Mo Williams foram igualmente importantes. O armador do Cavs comandou em quadra uma corrida de 13-0 em cima do Dallas no instante em que LeBron estava no banco.

Isso ajuda; e muito. “É o que eles esperam de mim”, respondeu Williams quando perguntado sobre sua performance. E é o que ele espera dar em troca ao time que foi buscá-lo no Milwaukee na “offseason”.

ROBOCOP

Pouco antes do jogo do Cleveland, assisti a vitória sofrida do Orlando diante do Chicago por 96-93. Fosse o Bulls um time mais entrosado e com Derrick Rose já mais acostumado com o jogo da NBA e o ex-time de Michael Jordan poderia ter vencido a partida, mesmo jogando na Flórida.

Mais uma vez Dwight Howard sobrou em quadra. Foram 22 pontos, 15 rebotes e cinco tocos em 39 minutos de partida. Por falar nos “blocks”, Howard lidera este fundamento no atual campeonato com uma média de 4,5 por partida.

Dwight, apesar dos seus 2m11 de altura, tem a movimentação e a agilidade de um ala. Pesa 120 quilos; massa pura, não há sobra em seu corpo.

Parece o Robocop.

RABEIRA

Quem é o pior time da NBA no momento? Clippers ou Sacramento?

As duas equipes da Conferência do Oeste não venceram nenhum joguinho sequer até o momento. Foram quatro derrotas.

O Clippers tem potencial de crescimento, pois Baron Davis e Marcus Camby, ao lado de Cutino Mobley, podem tirar o primo pobre de Los Angeles da rabeira. Mas nada de playoff. Quanto ao Sacramento, deve duelar com o Charlotte para ver quem será, de fato, o pior time da NBA nesta temporada.

Além dos dois, quem também ainda não venceu na competição foram Washington e San Antonio, ambos com duas derrotas. O Spurs pode fazer sua primeira vitória esta noite em seu AT&T Center, quando recebe o Dallas, num dos clássicos texanos. Já o Wizards terá de esperar até amanhã, quando vai a Wisconsin enfrentar o Milwaukee, que pode jogar sem Michael Reed, contundido.

JOGAÇO

Esqueça o clássico entre San Antonio e Dallas. O jogo desta noite será também realizado no Texas, mas em Houston, quando o Rockets recebe o Boston. No campeonato passado, quando esse clássico aconteceu no sul dos EUA, o Celtics acabou com uma invencibilidade de 22 partidas dos texanos.

O resultado da partida: 94-74. Um massacre. Mas, é sempre bom lembrar, o Houston jogou sem Yao Ming, que se recuperava de uma fratura por estresse na perna. Hoje, com o chinês e Luis Scola em quadra, Kevin Garnett e Kendrick Perkins terão muita dificuldade.

O embate colocará frente a frente dois dos favoritos ao título. O Celtics mais do que o Houston, mas a equipe de Tracy McGrady entra forte neste campeonato, ainda mais depois da contratação de Ron Artest.

Por falar nele, será um duelo e tanto contra o falastrão do Paul Pierce, que se autodenomina o melhor jogador de basquete da atualidade. Bobagem, todos sabem que o Pelé de hoje é Kobe Bryant

A partida começa às 23h30 de Brasília. E quem tem o NBA League Pass vai dormir depois das 2h da manhã.

TROCA-TROCA

Bem, consumada a troca entre Denver e Detroit – Allen Iverson por Chancey Billups, Antonio McDyess e o “rookie” Cheikh Samb –, algumas observações a fazer.

Do lado do Detroit, Joe Dumars, presidente da franquia, disse que o negócio dará força à equipe. Tenho dúvidas, sinceramente. Iverson está com 33 anos e até hoje não compreendeu que o basquete é um jogo coletivo. Ele precisa de uma bola nas mãos e outra para o resto da equipe. É difícil no trato por causa da soberba. Em Denver, nunca foi paparicado como na Philadelphia, onde era o dono do time. No Colorado, o patrão da quadra é Carmelo Anthony. Por isso, nunca sentiu-se confortável.

Como será em Detroit? Bem, em Michigan não há nenhuma prima-dona. Pode ser que lá ele seja bajulado do jeito que gosta. Rip Hamilton, Tayshaun Prince e Rasheed Wallace, as estrelas da franquia, não ligam para isso, o que pode ser bom para AI.

Quanto ao Nuggets, a volta de Billups a Denver, onde nasceu, é um ótimo negócio para a franquia. Trata-se de um grande jogador e de caráter inquestionável. Joga em equipe e, quando preciso, sabe assumir o controle do jogo. Com ele em quadra Carmelo poderá crescer, pois Billups é mestre em encontrar companheiros desmarcados.

Antonio McDyess deverá ser dispensado. O jogador já declarou que em Denver não joga. Tem mais dois anos de contrato, onde está previsto que vai receber US$ 13,5 milhões. Negocia a liberação. Deve aceitar receber uma merreca para poder voltar ao Detroit, onde quer jogar.

Alguns dizem que o que o Detroit fez foi liberar Billups, que cumpria o segundo ano de seu contrato de quatro num total de US$ 46 milhões. E mais: que o time não tinha mais onde crescer. Pode ser, pode ser; mas Dumars poderia ter feito um negócio melhor.

Ah, se não der certo, este é o último ano do contrato de Iverson e no final da temporada abre-se no “cap” da franquia US$ 20,8 milhões, os vencimentos do armador para esta temporada. Também é verdade.

O que fica claro para mim é que o Detroit abre mão desta temporada em nome do futuro – que, como muitos gostam de dizer, a Deus pertence. Na “offseason”, Dumars não foi habilidoso para montar um time competitivo – aos olhos deles, diga-se – e, sem grandes opções, aceitou fazer este negócio.

Aos meus olhos, um péssimo negócio.

Notas relacionadas:

  1. NBA TEM TUDO PARA REPETIR FINAL PASSADA
  2. VAREJÃO É O DESTAQUE NA ABERTURA DA NBA
  3. LEANDRINHO, VAREJÃO E O SHOW DE CHRIS PAUL
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

segunda-feira, 3 de novembro de 2008 NBA | 15:15

DENVER PODE TROCAR IVERSON POR BILLUPS

Compartilhe: Twitter

David Aldridge, um dos mais bem informados jornalistas norte-americanos para assuntos da NBA, informou agora há pouco que Denver e Detroit estão finalizando um troca-troca envolvendo seus dois armadores. Segundo o repórter da TNT, o Pistons vai mandar para o Colorado Chancey Billups e Antonio McDyess e em troca vai receber Allen Iverson.

A transação só não foi oficializada porque McDyess disse que para o Denver não vai. Se isso acontecer, encerra a carreira – ninguém iria notar, cá para nós. O que ele quer – malandro – é receber os US$ 13,6 milhões que o Detroit terá de pagar pelos seus préstimos nesta e na próxima temporada. Depois, com o “passe” na mão, sair à cata de um novo time.

Isso não vai acontecer, claro.

Formou-se o impasse.

Se resolvido, fico pensando: o que os caras do Detroit têm na cabeça? Não, não diga o que você está pensando e nem eu vou escrever, por motivos óbvios.

Notas relacionadas:

  1. NEW ORLEANS TERMINA PRE-SEASON INVICTO
  2. NBA TEM TUDO PARA REPETIR FINAL PASSADA
  3. NENÊ ARREBENTA EM VITÓRIA DO DENVER EM LA
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , ,

segunda-feira, 27 de outubro de 2008 NBA | 23:55

NBA TEM TUDO PARA REPETIR FINAL PASSADA

Compartilhe: Twitter

Leia também: Crise econômica mundial deixa NBA em alerta

O maior campeonato de basquete do planeta começa na noite desta terça-feira. Três jogos movimentam a rodada inicial: Boston x Cleveland, Chicago x Milwaukee e Lakers x Portland.

Infelizmente, nenhuma dessas três partidas será exibida ao vivo para o Brasil. A ESPN, que fará a transmissão dos jogos para o país, começa a mostrá-los a partir de amanhã, com o embate entre San Antonio e Phoenix, que na verdade será exibido na ESPN Brasil.

Ala/pivô do Cleveland, o brasileiro Anderson Varejão estará em ação logo mais. Os outros dois brazucas que atuam na mais rica, charmosa e importante liga de basquete do planeta estréiam nesta quarta: Nenê viaja com o seu Denver até Utah e pela tevê a gente poderá acompanhar Leandrinho jogando pelo Phoenix no Texas.

O Boston vai defender o título conquistado na temporada passada, como sabemos. E vem com força. Para isso, manteve seu triunvirato, com Kevin Garnett, Paul Pierce e Ray Allen, responsável pela ótima campanha que culminou num título que não vinha havia 22 temporadas.

Foi o 17º. da história da franquia, a que mais títulos conquistou na NBA. Em seguida vem o Lakers, com 14.

Por falar em Lakers, o time da Califórnia surge novamente como o grande rival do Boston nesta temporada. Se o Celtics tem sua trinca de ouro, o Lakers também a tem, com Kobe Bryant – o melhor jogador de basquete da atualidade em todo o mundo –, Pau Gasol e Andrew Bynum.

A ausência de Bynum, nas finais contra o Celtics, na temporada passada, foi, sem dúvida alguma, importante na perda do título. Desta vez o Lakers espera que nenhum imprevisto venha atrapalhar seu projeto de ser novamente campeão, o que não acontece há seis temporadas.

O campeonato, no entanto, não ficará restrito a Boston e Lakers. Outras franquias entram para valer na competição buscando conquistar o título. Do lado do Leste, Cleveland, que tenta ser campeão pela primeira vez, e Detroit, que já ganhou três títulos, são fortes concorrentes, enquanto que no Oeste há um concorrente a mais: New Orleans – outro que ainda não sentiu o gostinho de ser campeão –, o bicampeão Houston e o tetra San Antonio.

LeBron é a grande esperança do Cleveland. É uma máquina de pontuar; foi o cestinha da temporada passada com uma média de exatos 30 pontos por partida. O Cavs manteve a base, o que também foi feito pelo Detroit, que não tem uma estrela como o Cleveland, mas conta um conjunto que poucas equipes na NBA têm. E uma defesa de dar inveja a qualquer rival.

É exatamente no conjunto que o New Orleans aposta, além da qualidade de seu armador Chris Paul – o melhor da NBA. David West e Tyson Chandler completam o triângulo de craques do time, que ainda ganhou o reforço do ala James Posey, campeão com o Celtics no campeonato passado, excelente arremessador de três nos momentos chaves, como Robert Horry fez com Lakers e San Antonio.

O Houston vem com o reforço do maluco do Ron Artest. Joga muito, mas pode ter uma recaída durante a temporada e, com isso, comprometer o trabalho. Se tiver com a cabeça boa, ao lado de Tracy McGrady, Luis Scola e Yao Ming com certeza fará do Rockets uma das forças deste campeonato.

O Spurs está envelhecido, é verdade, mas não dá para desprezar a força de Tim Duncan. Tony Parker rivaliza com Paul na primazia da armação das jogadas na NBA, enquanto que Manu Ginóbili, se tiver com o joelho zero bala, com certeza vai decidir muitas partidas em favor do time texano, como fez nos três títulos conquistados.

Zebras?

Do lado do Leste, o Orlando, que tenta chegar pela segunda vez a uma final e, agora, ganhar o título. Não que o time não tenha condições de ganhar a competição. Tem, mas são nanicas se comparadas com Boston, Cleveland e Detroit. De qualquer maneira, time que tem um jogador como o pivô Dwight Howard – seguramente o melhor da NBA – não pode ser encarado como carta fora do baralho de jeito nenhum. Além de Dwight, o Magic conta também com Rashard Lewis, um dos novos craques da liga, ótimo pontuador, o que ajuda tirar o peso em cima de Howard.

Vale destacar também o Miami, que tem um título de campeão. Dwyane Wade está em forma e animadíssimo com o ouro olímpico conquistado em Pequim. Terá a seu lado não apenas a força do ala/pivô Shawn Marion, mas também a companhia de Michael Beasley, o segundo escolhido no draft deste ano, que muitos apontam como provável “Rookie of the Year”.

Do lado do Oeste, o Utah pode ser a surpresa. Vale para o time de Salt Lake City o mesmo que eu disse para o Magic: não que o time não tenha condições de ganhar a competição, mas sua força é menor se comparada com Lakers, New Orleans e San Antonio. De todo o modo, a inteligência do técnico Jerry Sloan e a qualidade do armador Deron Williams aliada ao ala Carlos Boozer são importantes trunfos para o Jazz tentar vencer seu primeiro campeonato na NBA depois de duas tentativas fracassadas diante do Chicago de Michael Jordan.

Estas são as principais forças, a meu ver, para ganhar o título desta temporada.

Mas vamos ver como ficam os classificados em cada conferência. Na minha opinião – quero ver a de vocês também – ficará assim:

CONFERÊNCIA DO LESTE

1 – Boston*
2 – Cleveland*
3 – Detroit
4 – Miami
5 – Orlando*
6 – Philadelphia
7 – Chicago
8 – Washington

CONFERÊNCIA DO OESTE

1 – Lakers*
2 – New Orleans*
3 – Houston
4 – Utah*
5 – San Antonio
6 – Dallas
7 – Phoenix
8 – Portland

* campeão de divisão

Nos playoffs, ficaria assim:

LESTE
1ª. rodada
Boston elimina o Washington
Cleveland passa pelo Chicago
Detroit vence o Philadelphia
Orlando ganha do Miami

2ª. rodada
Boston elimina o Orlando
Cleveland passa pelo Detroit

Final da Conferência Leste
Boston ganha do Cleveland

OESTE
1ª. rodada
Lakers atropela o Portland
New Orleans faz o mesmo com o Phoenix
Idem para o Houston com o Dallas
Utah bate o San Antonio

2ª. rodada
Lakers elimina o Utah
New Orleans passa pelo Houston

Final da Conferência Oeste
Lakers ganha do New Orleans

FINAL DA NBA
Lakers vai à forra e vence o Boston em seis partidas

Notas relacionadas:

  1. BRASILEIROS SÃO LEMBRADOS EM PESQUISA DA NBA
  2. NEW ORLEANS TERMINA PRE-SEASON INVICTO
  3. OS MELHORES EM CADA CATEGORIA
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

domingo, 26 de outubro de 2008 NBA | 20:22

NEW ORLEANS TERMINA PRE-SEASON INVICTO

Compartilhe: Twitter

Chris Paul, candidato ao título de MVP desta temporada, comanda o New Orleans em quadra

A pre-season terminou na última sexta-feira. Já escrevi aqui que os resultados desta fase não importam muito.

Alguns, no entanto, merecem registro.

Por exemplo: o New Orleans foi o único time a vencer todos os seus jogos. Como fechar os olhos a isso? O Hornets – que deveria ser Jazz – não é uma equipe qualquer que se aproveitou de um momento para fazer o que não será capaz na temporada regular.

Ao contrário, é favorito ao título. Já mostrou isso no campeonato passado.

Chris Paul, depois de ter feito um espetacular campeonato em 2007/08 e conquistar o ouro olímpico em Pequim, continua tinindo. Teve médias de 12.4 pontos por partida e 9.3 assistências.

Com certeza será o diferencial a favor do New Orleans nesta temporada que começa a partir de terça-feira. Suas bolas serão melhor aproveitadas agora que o time contratou James Posey, ex-Boston.

Outro time que deixou boa impressão foi o Denver, em quem muitos críticos não depositam grandes expectativas. Fez uma campanha com cinco vitórias e apenas uma derrota.

Nenê mostrou bom desempenho nessas seis partidas. Jogou uma média de 22.5 minutos – tende a aumentar, com certeza, quando o campeonato começar –, anotou 10.8 pontos e apanhou 5.3 rebotes – números que vão melhorar também à medida que a competição se desenvolver e ele ficar mais tempo em quadra.

Agora, o que chama a atenção nos números do Denver é o baixo aproveitamento de Allen Iverson, em quem a franquia deposita grande confiança e esperança. AI ficou em média 27.3 minutos em quadra; seu aproveitamento nos arremessos foi horroroso! 18.2% nos chutes de campo, 61.5% nos lances livres. Poderia ter compensado nas assistências, mas ao contrário de CP3, Iverson teve aproveitamento baixo: 5.3 por jogo.

Sei lá, posso – e quero – estar enganado, mas não levo muita fé no Denver. Seus jogadores não me passam confiança. São atletas mais preocupados com estatísticas individuais do que com o jogo em equipe.

Quero quebrar a cara, pois torço muito para o Nenê.

Por falar num brazuca, a gente se lembra de outro: Anderson Varejão. O Cleveland, em quem muitos apostam estar nas finais desta temporada, não andou bem em suas partidas.

A campanha indica isso: três vitórias e cinco derrotas. Foi o 11º. colocado na Conferência do Oeste, atrás de equipes fracas como New York, New Jersey e Indiana.

Varejão não cumpre ainda seu papel dentro do que o técnico Mike Brown espera dele: pegar mais rebotes do que ele fisgou nesta fase de amistosos. Foram apenas 4.3 de média. Foi tímido também na pontuação: 7.4

Já disse aqui neste espaço: o capixaba precisa se impor mais em quadra. Só assim vai ganhar mais ainda a confiança da comissão técnica e dos companheiros.  E olha que ele não ficou pouco tempo em quadra não: 20.4 minutos.

O baixo rendimento do Cavs pode ser explicado pelo aproveitamento modesto de LeBron James, tido por muitos como o grande favorito para ganhar o troféu de MVP desta temporada. King James teve média de apenas 13.7 pontos, menos de 50% de seu aproveitamento no campeonato passado, quando terminou como artilheiro da competição com 30.0 pontos por partida.

Por falar em MVP, o Lakers de Kobe Bryant teve bom desempenho em seus oito amistosos: venceu seis e perdeu só dois. Kobe, é sempre bom lembrar, contundiu o joelho – não é nada grave, felizmente – e ausentou-se de um amistoso.

Em quadra, pouco ficou: 21 minutos. Teve média de apenas 11.4 pontos, mas seu aproveitamento foi de razoável para bom: 52.8% nos arremessos duplos, 44.4% nos triplos e 87.0% nos lances livres.

As atenções em Los Angeles ficaram em cima do pivô Andrew Bynum, que contundiu-se em janeiro passado e perdeu o resto da temporada porque não conseguiu curar a lesão do joelho num primeiro momento. Bynum fez 12.1 pontos e apanhou 6.9 rebotes. Jogou 23.4 minutos por partida, como os demais. Muito bom; Bynum está recuperado.

Se o Lakers começa a se acertar, o mesmo não acontece com o Phoenix, um dos candidatos do Oeste. Leandrinho passou parte da preparação em São Paulo ao lado da mãe, adoentada que estava; Steve Nash e Amaré Stoudemire se contundiram. Resultado: o novo treinador, Terry Porter, mal pôde ver seu time em ação.

Das oito partidas que o time realizou, venceu seis e perdeu duas, mesmo com esses desfalques. Amaré jogou só três amistosos, Leandrinho quatro e Nash cinco. Isso pode ter reflexo na campanha inicial do Suns.

Mas vamos falar um pouco dos times do Leste; sim, vamos.

O Orlando foi muito bem. Das sete partidas, perdeu só uma; venceu seis. O pivô Dwight Howard abusou do direito de jogar bem. Suas médias: 20.9 pontos e 9.4 rebotes. Quer mais? Pois não: 3.1 tocos. Demais.

Poucos falam de Howard, mas acho ele um concorrente sério para ganhar o troféu de MVP desta temporada. O Magic é um time ajeitado, pois é bem treinado por Stan Van Gundy. Rashard Lewis mostrou-se novamente eficiente; terminou essa pre-season com 21.1 pontos. Hedo Turkoglu é ótima opção para os arremessos e Jameer Nelson arma o jogo com correção.

Boston e Detroit, com uma campanha de 6-2 nesses amistosos preparatórios, fizeram o que deles se esperava. São favoritos novamente ao título da Conferência e, por tabela, da NBA.

O Celtics perdeu Posey para o New Orleans, como vimos, mas Eddie House pode ser a força nas bolas longas que o time precisa em momentos chaves de algumas partidas e que tanto foram importantes nos playoffs passado com Posey. House teve o melhor aproveitamento no elenco nos arremessos de três.

O Detroit manteve o time das últimas temporadas, cantando em prosa e verso pelos torcedores: Chauncey Billups, Richard Hamilton, Tayshaun Prince, Rasheed Wallace e Antonio McDyess. Não surpreendeu-me também seu desempenho nesta pre-season.

As negações desta fase preparatória: Milwaukee – mesmo com Richard Jefferson, ao lado de Michael Reed, o time não deslanchou –, Sacramento, Oklahoma City – ex-Seattle – e Charlotte. Bucks, Thunder e Kings ainda conseguiram vencer uma partida, mas o Bobcats não venceu nem uma sequer!

Tivesse rebaixamento e esses quatro times seriam os mais fortes candidatos para irem à NBDL.

Notas relacionadas:

  1. NENÊ VENCE LEANDRINHO
  2. SHAQ E HILL QUEREM COMPRAR O ORLANDO
  3. BRASILEIROS SÃO LEMBRADOS EM PESQUISA DA NBA
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. Última