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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012 Sem categoria | 13:56

NBA DIVULGA SELEÇÕES DO LESTE E DO OESTE QUE PARTICIPAM DO ‘ALL-STAR GAME’

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A NBA anunciou na noite de ontem os dois quintetos escolhidos pelos torcedores para o desafio entre o Leste e o Oeste no “All-Star Game” do dia 26 de fevereiro próximo, em Orlando.

No lado Leste, o Miami cedeu dois jogadores; no Oeste, a cidade de Los Angeles foi a base do quinteto.

Os dois times são os seguintes:

LESTE
Derrick Rose (Chicago Bulls)
Dwyane Wade (Miami Heat)
LeBron James (Miami Heat)
Carmelo Anthony (New York Knicks)
Dwight Howard (Orlando Magic)

OESTE
Chris Paul (LA Clippers)
Kobe Bryant (LA Lakers)
Kevin Durant (Oklahoma City Thunder)
Blake Griffin (LA Clippers)
Andrew Bynum (LA Lakers)

O jogador que mais votos recebeu foi o pivô Dwight Howard (foto Getty Images), do time da casa, que foi escolhido por nada menos do que 1.600.390 fãs, numa clara demonstração de afeto por parte deles. Orlando respira e transpira o ASG. Grande parte dos votos partiu da cidade do Mickey Mouse.

Em segundo lugar apareceu Kobe Bryant: 1.555.479 votos. O ala do Lakers ainda goza de grande prestígio entre os torcedores norte-americanos, embora a mídia local faça uma campanha descarada para colocar LeBron James como o número 1 da NBA.

Por falar no ala do Miami, LBJ foi votado por 1.360.680 fãs, ficando atrás não apenas de D12, mas também do armador Derrick Rose, que contou com o carinho de 1.514.723 torcedores. Dwyane Wade recebeu 1.334.223 votos. Carmelo Anthony completa o quinteto. O ala nova-iorquino é um clássico intruso nesta seleção, mas como são os fãs quem escolhem os titulares das duas seleções, não há o que se fazer: ele acumulou 1.041.290 votos.

No Oeste, depois de Kobe, o jogador mais popular foi Kevin Durant: 1.345.566 votos. Depois vieram: Chris Paul, 1.138.743; Andrew Bynum, 1.051.945; e Blake Griffin, 876.451.

Somando-se os votos, o quinteto do Leste recebeu 6.851.306 indicações, enquanto que os titulares do Oeste ficaram com 5.968.184. O que isso quer dizer? Quer dizer que os jogadores do Leste são mais populares.

O ranking geral ficou assim:

1) Dwight Howard: 1.600.390
2) Kobe Bryant: 1.555.479
3) Derrick Rose: 1.514.723
4) LeBron James: 1.360.680
5) Kevin Durant: 1.345.566
6) Dwyane Wade: 1.334.223
7) Chris Paul: 1.138.743
8) Andrew Bynum: 1.051.945
9) Carmelo Anthony: 1.041.290
10) Blake Griffin: 876.451

Ou seja: se formos levar em conta a preferência dos torcedores, o time titular dos EUA para os Jogos Olímpicos de Londres, em julho próximo, seria:

Derrick Rose
Kobe Bryant
LeBron James
Kevin Durant
Dwight Howard

Acho que seria o meu preferido também, pois LBJ e KD podem perfeitamente se revezar como ala de força, sem contar que um jogar da posição pode vir do banco para ajudar quando preciso.

Mas não é isso o que a gente discute. O que discutimos é a seleção do ASG.

Respeitando os votos dos torcedores, meus dois quintetos, levando-se em consideração bola, apenas bola, seriam:

LESTE
Derrick Rose
Dwyane Wade
Luol Deng
LeBron James
Dwight Howard

Coloco Luol, pois o sudanês naturalizado britânico encontra-se no melhor momento de sua carreira. Está lesionado no pulso no momento e se ausentou nos últimos cinco jogos do Bulls, deixando bem claro que o time sem ele perde muito de sua força.

OESTE
Chris Paul
Kobe Bryant
Danilo Galinari
Kevin Durant
Andrew Bynum

Coloco Gallinari no quinteto, pois o ala italiano do Denver vem fazendo uma grande temporada, transformando-se no melhor jogador do time do Colorado, atualmente o segundo colocado na Conferência Oeste.

RESERVAS

A NBA informa que os reservas de cada time serão anunciados no dia 9 de fevereiro próximo, quinta-feira da semana que vem. Serão anunciados no intervalo da partida entre Boston e Lakers.

Eles serão escolhidos pelos treinadores de suas conferências, lembrando que os técnicos não podem votar em atletas de seus times.

Serão indicados dois armadores, dois alas, um pivô, além de dois jogadores independente de posição.

TREINADORES

Os dois técnicos serão aqueles com melhor campanha em suas respectivas conferências. Se fosse neste momento, seriam Tom Thibodeau (Chicago Bulls) no Leste e Scott Brooks (Oklahoma City Thunder) no Oeste.

Mas a NBA vai levar em consideração a classificação quando a rodada do dia 15 de fevereiro se encerrar.

SOLITÁRIO

Nenê Hilário foi o único dos quatro brasileiros a receber votação expressiva de modo a aparecer entre os mais votados. O paulista de São Carlos foi o preferido entre 207.102 torcedores.

RODADA

O grande jogo da noite de ontem ocorreu em Nova York, onde a equipe da casa voltou a perder, desta vez para o desfalcado Chicago Bulls: 105-102.

O Knicks é um arremedo de time de basquete. Tem um técnico de capacidade discutível e um jogador fominha, que coloca tudo a perder, pois conjuga os verbos na primeira pessoa do singular ao invés de conjugá-los na primeira do plural.

Mike D’Antoni desperta no torcedor a mesma ira e o mesmo desprezo que Isiah Thomas provocou num passado recente. Quando o NYK perde, os torcedores gritam das poltronas do Garden: Fora D’Antoni!

Carmelo Anthony é um atleta que deveria ter optado pelo tênis e não pelo basquete. Recentemente, Amar’e Stoudemire veio a público reclamar do antolho usado por Melo; e com razão.

Amar’e fez 34 pontos diante do Bulls, mas foram insuficientes para levar o time à vitória. Derrick Rose (foto Reuters) anotou dois a menos, mas contou com um time mais solidário, que mesmo desfalcado de duas importantes peças (Luol Deng e Rip Hamilton) sabe o que significa basquete em equipe.

O NYK tem uma campanha de 8-14. Em casa, 4-7. Na estrada, idem. Dos últimos 12 confrontos, venceu apenas dois.

É o décimo colocado do Leste, com um percentual de aproveitamento de ridículos 36,4%. Sonha com uma vaga nos playoffs porque esta conferência é mais frágil se comparada com a outra.

Estivesse o NYK no Oeste e ocuparia atualmente a 14ª posição.

FACE-TO-FACE

Por falar em comparações, até a rodada de ontem o duelo entre as duas conferências mostra o seguinte: 59 vitórias do Oeste contra 40 do Leste.

Mas ao olharmos a classificação geral do campeonato, temos o Oklahoma City em primeiro, mas os cinco seguintes são do Leste: Chicago, Miami, Philadelphia, Indiana e Atlanta.

O que isso quer dizer? Quer dizer que esses times, por fazerem parte do Leste, enfrentam equipes débeis e dificilmente perdem. No Oeste, como o equilíbrio é maior, a gente vê um perde e ganha, que acaba por interferir muito mais no recorde das equipes.

Notas relacionadas:

  1. O EQUILÍBRIO DO OESTE
  2. EQUILÍBRIO NO OESTE
  3. D-ROSE MVP: PRÊMIO MAIS DO QUE JUSTO
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , ,

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012 NBA | 14:09

BOSTON VOLTA A HUMILHAR O ORLANDO, AGORA NA FLÓRIDA

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Três dias depois de ter sido humilhado pelo Boston, o Orlando voltou a se prostrar diante do Celtics.

Três dias atrás, foi em Massachussets; ontem, foi na Flórida.

Três dias atrás, o Orlando anotou apenas 56 pontos, a menor pontuação da história da franquia. Ontem, chegou a abrir 27 pontos de vantagem a 3:11 do final do segundo quarto, mas viu escapar por entre os dedos uma vitória que se afigura fácil.

O Orlando se transforma mesmo em um bando de tontos quando tem pela frente o Boston. A vitória de 91-83 do Celtics prova isso.

Um jogo cheio de pequenas histórias que somadas formam a narrativa final.

Não foi apenas os 27 pontos de diferença que o Boston teve que superar. Houve mais para ser contado.

O Celts foi para o vestiário atrás em 21 pontos. A maior pontuação superada desde a vitória diante do Indiana em 1996, quando o time perdia por 23 pontos quando o primeiro tempo acabou.

O Boston limitou o Orlando a apenas 25 pontos no segundo tempo, depois de ter deixado o rival anotar 58.

O Orlando marcou 32 pontos no primeiro quarto e apenas oito no último.

O “rookie” E’Twaun Moore teve um desempenho ofensivo espetacular nos últimos 18 minutos: anotou 16 pontos, seu recorde na NBA. Fez 4-4 nas bolas de três e 5-6 no geral, além de 2-2 nos lances livres. Vale o registro: nas outras partidas, Moore perdeu 23 de seus 30 arremessos.

Enquanto isso, o Orlando fez 8-35 (22,8%) de seus arremessos no segundo tempo, contra 22-44 (50,0%) da etapa inicial. No último quarto, quando a vaca foi para o brejo, o Magic anotou 2-17 (11,76%) e cometeu quatro erros.

Paul Pierce (foto Getty Images) voltou a ser grande: 24 pontos, liderando o time em quadra nos momentos mais críticos. Fez 19 pontos no segundo tempo.

Dwight Howard voltou a ser um grande ponto de interrogação para seus torcedores. No deslumbrante primeiro tempo da equipe, D12 jogou apenas 6:43 minutos. No pavoroso segundo do time, D12 jogou todos os 24 minutos.

Uma vitória incontestável. Uma vitória para ser contada em letras garrafais. Uma vitória sem Ray Allen, Rajon Rondo e Jermaine O’Neal.

Um derrota humilhante diante de 18.952 torcedores, sem contar os que viram a peleja em rede em todos os EUA e pelo planeta afora. Uma derrota para levar o dono da franquia e seu manager a tomar providências.

PERGUNTA

Não estaria na hora de o Orlando pensar em um novo treinador?

RECUPERAÇÃO

Quem foi ao Staples Center para ver Chris Paul (foto Getty Images), viu Mo Williams. No segundo tempo, Williams anotou 14 de seus 18 pontos e foi peça fundamental para a vitória do Clippers sobre o Memphis por 98-91.

Seus 18 pontos foram frutos de um aproveitamento de 8-15 (53,3%) nos arremessos, sem nenhum lance livre cobrando.

CP3 fez os mesmos 18 pontos, mas dez deles vieram de lances livres. CP3 voltou a ter aproveitamento ruim nos arremessos: 3-11 (27,2%).

Tudo bem, CP3 está voltando de contusão e a gente tem mesmo que dar um grande desconto a ele.

COISA FEIA

Essa moda de uniformes retrôs já passou dos limites. Clips e Memphis jogaram com fardamentos da época da ABA, enfeiando a partida.

O uniforme do Clips era muito feio, mas o do Memphis foi de péssimo gosto. Aliás, parecia a seleção brasileira de algumas décadas.

Péssima ideia.

Notas relacionadas:

  1. PRESSÃO NA FLÓRIDA
  2. A NOITE DE ORLANDO E BOSTON
  3. UMA NOVA DINASTIA NA FLÓRIDA?
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , ,

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012 NBA | 12:58

VAREJÃO É NOVAMENTE O DESTAQUE NO CARDÁPIO DO BOTEQUIM

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Ontem falei de Anderson Varejão. Hoje vou falar novamente. Quem viu a vitória do Cleveland diante do New York, em Ohio, por 91-81 sabe muito bem que o destaque no cardápio desta quinta-feira deste botequim tem que ser o capixaba.

Varejão (foto AP) tomou conta do garrafão; garrafão defensivo e ofensivo. Foram 16 rebotes no total, sendo que a metade foi no ataque.

Com este octeto de ressaltos ofensivos, Varejão posiciona-se em terceiro lugar nas estatísticas, com uma média de 4,4 por partida, ao lado de Kevin Love, do Minnesota, que fica em segundo porque pegou um total de 75 contra 70 do brasileiro. O primeiro colocado no ranking é DeMarcus Cousins, do Sacramento, com média de 4,6.

Mas eu dizia que Varejão tomou conta do garrafão. Além dos 16 rebotes, houve mais quatro roubos de bola e dois tocos. E pra fechar, quatro assistências.

Ah, sim, anotou dez pontos, cravando seu nono “double-double” na temporada, o segundo consecutivo. Está com médias de 9,8 pontos e 11,2 rebotes por peleja disputada. Como disse ontem, um tiquinho a mais de pontos e Varejão estabelece um duplo-duplo de média na temporada.

Varejão tomou conta do garrafão e deixou Tyson Chandler irritado. Já próximo do final da partida, o rude pivô nova-iorquino perdeu a compostura em quadra e começou a agredir o brasileiro; gratuitamente.

Bem, pensando bem, não foi gratuitamente, foi fruto de sua frustração diante de Varejão, pois o ignorante pivô do Knicks (saiu direto do “high school” para a NBA sem passar pelo “college”) via seu time e seu jogo ruir diante da qualidade de Varejão.
Já disse e repito: Anderson Varejão, o melhor brasileiro no momento na NBA.

E tem mais.

“GLUE GUY”

Ontem um parceiro deste botequim mandou um link com o comentarista Greg Anthony falando na NBA TV sobre “glue guys”. E o que vem a ser “glue guys”?

“Glue guys” são os jogadores que se arrebentam em quadra, se matam pelo time, não se omitem jamais, não têm medo de cara feia e nem se intimidam com o barulho da torcida adversária. Fazem um jogo que não pode e nem deve ser catalogado como “jogo sujo”. Longe disso.

“Glue guys” são aqueles jogadores que jogam muito, mas seus predicados não aparecem nas estatísticas do jogo.

E sabem quem Anthony destacou como o principal “glue guy” desta temporada?

Anderson Varejão.

VITÓRIA, ENFIM!

O Lakers conseguiu vencer finalmente o Clippers pela primeira vez nesta temporada depois de três derrotas consecutivas, duas delas na “pre-season”. Mas não foi nada fácil.

Os amarelinhos ficaram atrás boa parte da peleja e tudo indicava que os vermelhinhos iriam vencer novamente. Mas veio o quarto final e entrou em cena um jogador que saiu do banco e foi o desequilíbrio que o Lakers tanto precisava: Metta World Peace, o velho Ron Artest.

World Peace fez o que ele mais sabe fazer: seu jogo mental, que costuma desestabilizar o oponente. E ele fez isso com Blake Griffin, com Mo Williams e com quem apareceu pela frente.

Terminou a partida com apenas três pontos, mas deu sete assistências, pegou cinco rebotes, roubou duas bolas e deu um toco. Mas o principal não apareceu nas estatísticas: seu jogo mental.

World Peace foi o “glue guy” que o Lakers precisava para vencer o Clippers por 96-91 e acabar com o incômodo tabu de três jogos e três derrotas.

REFUGADA

Não é novidade pra ninguém aqui neste botequim minha preferência por Derrick Rose entre os armadores da NBA. E ontem eu fiquei mais convicto ainda quanto a isso.

No final da partida, com contra-ataques à disposição, Chris Paul refugou feio duas vezes diante da possibilidade de um “rush” em direção à cesta adversária, que se feito e bem concluído poderia ter mudado a sorte do jogo.

CP3 é habilidoso, tem uma boa leitura do jogo, mas não tem a sagacidade de D-Rose. Técnico adversário monta esquema de jogo para conter D-Rose; não creio que o faça na mesma proporção em relação a CP3.

POR FALAR…

… em Derrick Rose, o Chicago foi dobrado em casa pela primeira vez na temporada. Perdeu para o Indiana por 95-90.

Gostei muito do jogo do Pacers. É um time que defende muito bem e é bem resolvido no ataque.

Além disso, sua segunda unidade é bem interessante, o que possibilita ao técnico Frank Vogel rodar todo mundo e preservar a integridade física de seus atletas.

Que Danny Granger é bom jogador, todo mundo sabe. Idem para David West. Mas o complemento do quarteto titular é bem interessante também: Darren Collison é um armador confiável, Paul George cresceu demais nesta temporada e Roy Hibbert é um pivô que poderá rapidamente figurar entre os grandalhões dominantes da liga.

Ao contrário do Philadelphia, que não tem vitórias expressivas fora de seus domínios, o Indiana já dobrou Boston, Lakers e agora Chicago.

Olho no Pacers!

Notas relacionadas:

  1. VAREJÃO É O DESTAQUE NA ABERTURA DA NBA
  2. NENÊ, DE NOVO, DESTAQUE NO TRIUNFO DO DENVER
  3. ANDERSON VAREJÃO, O MASCARADO
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , ,

domingo, 15 de janeiro de 2012 NBA | 12:02

CLIPPERS VENCE NOVAMENTE E LAKERS VIRA FREGUÊS

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O Clippers é melhor que o Lakers. E o Lakers é freguês do Clippers.

Pelo menos neste momento, o primo pobre de Los Angeles, aquele pessoal que deve habitar em áreas como South Central, fala mais grosso que a turma de Beverly Hills, onde residem os milionários da cidade do cinema.

O Clips venceu novamente o Lakers. Foi ontem à noite, no Staples Center de Downtown LA, e desta vez por 102-94. Foi o terceiro jogo entre ambos nesta temporada. Repetindo ontem à noite, nas outras duas os pobretões saíram vencedores também.

Três jogos, três vitórias do Clippers diante do Lakers nesta temporada.

E desta vez não há desculpa alguma por parte dos endinheirados. Kobe Bryant fez 42 pontos e está bem fisicamente. Se o Lakers jogou sem Steve Blake, o Clips pode retrucar dizendo que Mo Williams também ficou de fora.

Não há o que se discutir no momento: o Clips é melhor que o Lakers.

TROCO

Mas não se desesperem e nem se descabelem, torcedores do Lakers: o troco poderá ser dado no dia do aniversário da cidade de São Paulo. Em 25 de janeiro próximo os dois times voltam a se enfrentar no mesmo palco, mas o piso será outro e os torcedores, por isso, serão 100% amarelinhos.

O último embate entre eles será em 4 de abril. Isso na fase de classificação. E novamente com o mando do Clips.

O Lakers terá, pois, dois jogos para tentar amenizar sua inferioridade em relação ao subestimado parente. Até lá, terá que aguentar todo tipo de gozação vinda da cozinha da mansão.

ESPETACULAR

Com a reforçada que o Clippers deu nesta temporada, finalmente a gente está vendo uma rivalidade acontecer em Los Angeles. E ela poderá ganhar contornos emocionantes se os dois se enfrentarem nos playoffs.

Já pensou como será?

E se isso ocorrer… Garota, eu vou pra Califórnia!

Mas ao contrário de Lulu Santos, não vou viver a vida sobre as ondas, não vou ser artista de cinema e nem penso em ser star.

O meu destino será o Staples. E o que eu quero é estar ao lado das estrelas e ver o jogo acontecer.

A chances de os dois times se cruzarem nos playoffs é grande. Então, garota, acho que realmente eu vou pra Califórnia!

IMPACTANTE

Chris Paul não atingiu as quatro dezenas de Kobe Bryant na pontuação. Foi mais modesto: ficou nos 33.

Mas ficou nos 33 tentos porque teve que sair mais cedo do trabalho por conta de uma lesão no tendão da perna esquerda. Faltavam 4:01 minutos para o jogo acabar. Não voltou mais.

Foi logo após ele ter marcado seu 33º ponto e levado o marcador em 95-82 em favor de seu time. Randy Foye entrou em seu lugar e não deixou a peteca cair.

Foram 33 pontos, seis assistências e quatro rebotes. Uma atuação espetacular. Mamãe Paul, que estava na plateia, aplaudia expansivamente o filhote querido a cada jogada estrondosa.

CP3 mudou a cara do Clips. O time com ele é contendor de respeito. Mesmo com Vinnie Del Negro comandando (sic) a equipe no banco de reservas.

Agora, se CP3 (foto “LA Times”) tiver que ficar alguns jogos de fora por causa da contusão, a vida do Clips ficará bem complicada. Vencer será problema.

“Eu não sei o que aconteceu, nunca senti isso anteriormente”, disse Paul em relação à contusão. “Parecia uma cãibra. Vou ter que aguardar até amanhã (hoje) para saber o que de fato aconteceu”.

Tomara que não tenha passado de um susto.

SEQUÊNCIA

Com a derrota, o Lakers viu acabar sua sequência de vitórias na competição. Até ontem, os ricaços de Los Angeles tinham acumulado cinco triunfos consecutivos.

E com a derrota, caiu da segunda para a quinta posição na Conferência Oeste.

FIM

Foi o quarto jogo consecutivo que Kobe Bryant marcou 40 ou mais pontos. Ao contrário dos três anteriores, desta vez o Lakers perdeu. No revés de ontem frente ao Clippers, Kobe cravou 42.

Nestes quatro embates espetaculares, o maior jogador de basquete do planeta acumula média de 43,0 pontos. Mas como nos prélios anteriores ele não chegou a estes números extraordinários, sua média no campeonato cai para 32,0 pontos, pontuação que o torna o principal artilheiro da competição no momento.

Nestes quatro jogos com 40 ou mais pontos, KB arremessou um total de 121 bolas contra as cestas inimigas. Cobrou mais 48 lances livres. Isso dá um total de 169 arremessos.

Isso mesmo, 169 arremessos; e 169 arremessos em apenas cinco dias.

Então, por favor, vamos parar com essa história de que Kobe está jogando no sacrifício, que está com a munheca lesionada, isso e aquilo.

Ninguém lesionado arremessa 42,2 bolas em média em quatro partidas se não estiver bem. E em cinco dias, repito, sem tempo de recuperação adequado.

Kobe está bem e ponto final.

Felizmente.

COMPLEMENTO

Deixo pra vocês complementarem a rodada. Portanto, se alguém quiser falar de outras partidas, fique à vontade.

Notas relacionadas:

  1. LAKERS VENCE MAS CONTINUA MAL
  2. LAKERS VENCE O JOGO DO ANO
  3. CLIPPERS DÁ UMA AULA DE BASQUETE PRA CIMA DO LAKERS
Autor: Fábio Sormani Tags: , ,

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012 NBA | 21:43

NBA DIVULGA PRIMEIRA PARCIAL DO ‘ALL-STAR GAME’ E DWIGHT HOWARD É O JOGADOR MAIS VOTADO

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A NBA anunciou na tarde desta quinta-feira a primeira parcial com a votação para o “All-Star Game” que será realizado em Orlando no dia 26 de fevereiro próximo.

Dwight Howard, pivô do time da casa, foi o jogador que mais mais indicações recebeu até o momento entre todos os atletas votados. D12 teve nada menos do que 754.737 votos.

Depois de D12 (foto AP), o segundo jogador mais votado foi Kobe Bryant, com um total de 690.613 indicações.

Se esta fosse a votação definitiva, os dois quintetos seriam os seguintes:

LESTE

Derrick Rose (Chicago Bulls) — 640.476
Dwyane Wade (Miami Heat) — 637.912
LeBron James (Miami Heat) — 640.789
Carmelo Anthony (New York Knicks) — 496.351
Dwight Howard (Orlando Magic) — 754.737

OESTE

Chris Paul (Los Angeles Clippers) — 540.173
Kobe Bryant (Los Angeles Lakers) — 690.613
Kevin Durant (Oklahoma City Thunder) — 633.538
Blake Griffin (Los Angeles Clippers) — 394.264
Andrew Bynum (Los Angeles Lakers) — 496.597

SOLITÁRIO

O único brasileiro que aparece com votação expressiva é Nenê Hilário, pivô do Denver Nuggets. O são-carlense recebeu até o momento 94.167 indicações, numa prova incontestável de que é o nosso jogador mais representativo na maior liga de basquete do planeta.

DIFERENÇA

No Leste, a distância dos jogadores titulares para seus reservas é grande demais. Isso significa que o quinteto inicial deve ser este mesmo.

Entre os armadores, depois de D-Rose e D-Wade, quem aparece mais bem votado é Rajon Rondo (Boston Celtics), com 253.969 votos. Nas alas, Amar’e Stoudemire (New York Knicks) vem a seguir com 178.797 indicações. E no pivô, depois do Super-Homem quem mais votos computou foi Joakim Noah (Chicago): 75.038.

No Oeste, Griffin briga com Dirk Nowitzki por uma vaga no quinteto titular. O ala do Dallas Mavericks ganhou a preferência entre 231.832 eleitores. Na armação, deve mesmo dar CP3 e Kobe, pois o “rookie” Ricky Rubio (Minnesota Timberwolves), a surpresa nesta primeira parcial, recebeu 133.520 votos. E no pivô, Bynum deve ser o titular, pois a seguir aparece DeAndre Jordan (Clippers) com 134.961 indicações.

Abaixo, a relação total divulgada pela NBA:

LESTE

Armadores: Derrick Rose (Chi) 640.476; Dwyane Wade (Mia) 637.912; Rajon Rondo (Bos) 253.969; Ray Allen (Bos) 174.934; Deron Williams (NJN) 89.128; Jose Calderon (Tor) 42.929; John Wall (Was) 38.025; Richard Hamilton (Chi) 36.418; Kyrie Irving (Cle) 27.713; Joe Johnson (Atl) 23.384.

Alas: LeBron James (Mia) 640.789; Carmelo Anthony (NYK) 496.351; Amar’e Stoudemire (NYK) 178.797; Kevin Garnett (Bos) 173.161; Chris Bosh (Mia) 140.601; Paul Pierce (Bos) 94.071; Luol Deng (Chi) 85.086; Andrea Bargnani (Tor) 54.739; Carlos Boozer (Chi) 53.477; Hedo Turkoglu (Orl) 43.154.

Pivôs: Dwight Howard (Orl) 754.737; Joakim Noah (Chi) 75.038; Tyson Chandler (NYK) 61.774; Joel Anthony (Mia) 41.832; JaVale McGee (Was) 24.713; Al Horford (Atl) 23.546.

OESTE

Armadores
: Kobe Bryant (LAL) 690.613; Chris Paul (LAC) 540.173; Ricky Rubio (Min) 133.520; Steve Nash (Pho) 118.922; Russell Westbrook (OKC) 107.197; Kyle Lowry (Hou) 90.725; Monta Ellis (GS) 63.696; Manu Ginobili (SA) 50.765; Jason Kidd (Dal) 49.596; Chauncey Billups (LAC) 42.657.

Alas: Kevin Durant (OKC) 633.538; Blake Griffin (LAC) 394.264; Dirk Nowitzki (Dal) 231.832; Pau Gasol (LAL) 185.428; Kevin Love (Min) 143.814; LaMarcus Aldridge (Por) 118.268; Tim Duncan (SA) 81.783; Lamar Odom (Dal) 59.686; Metta World Peace (LAL) 39.006; Danilo Gallinari (Den) 34.438.

Pivôs: Andrew Bynum (LAL) 496.597; DeAndre Jordan (LAC) 134.961; Marc Gasol (Mem) 102.116; Nenê (Den) 94.167; Marcin Gortat (Pho) 62.631; Kendrick Perkins (OKC) 41.579.

Notas relacionadas:

  1. REVISTA NORTE-AMERICANA COLOCA NENÊ COMO TITULAR NO TIME DO OESTE NO “ALL-STAR GAME”
  2. CHRIS PAUL ACERTA COM O LAKERS. PRÓXIMO SERÁ DWIGHT HOWARD
  3. DWIGHT HOWARD É MAIS UM EXEMPLO DESTA SAFRA DE JOGADORES SEM PERSONALIDADE
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , ,

NBA | 10:32

LEBRON SEGUE EM SEU PROCESSO DE RECUPERAÇÃO

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LeBron James voltou a falhar — mas não se omitiu na derrota de ontem à noite do Miami para o Clippers, em Los Angeles, por 95-89. Foi, isto sim, um festival de equívocos deste que a mídia americana considera o melhor jogador de basquete do planeta da atualidade, enganos esses que impediram o Miami de vencer o Clippers ontem à noite em Los Angeles. Enganos que também impediram o Miami de vencer o Golden State um dia antes.

Na partida de ontem no Staples Center, LBJ (foto AP) errou dois lances livres no final do tempo regulamentar que poderiam ter dado a vitória ao Heat. Na prorrogação, foi mal novamente: falhou nos dois arremessos tentados, bem próximos à cesta.

Erros — e não omissões.

A omissão é a doença que o médico tenta primeiro curar. Depois tem a outra — os erros. Mas esta é a etapa seguinte do processo de cura.

Como dizia Michael Jordan, um passo de cada vez.

JUSTIÇA

Sejamos justos: LBJ não pode assumir a culpa sozinho. Miami ficou sete minutos sem acertar nenhum arremesso sequer. Dwayne Wade voltou a falhar e Chris Bosh foi uma estrela completamente sem brilho.

COMPARAÇÃO

Os fãs de Chris Paul que me perdoem, mas não dá para compará-lo a Derrick Rose. No final do tempo normal e da prorrogação, ele sumiu.

No último quarto CP3 fez 1-5 (dois pontos) e uma assistência. Na prorrogação, 0-1 nos arremessos, uma assistência e um erro. O rebote apanhado foi no zerar do cronômetro.

Como disse, os fãs de CP3 que me perdoem: não dá para compará-lo a D-Rose.

O armador do Bulls é um “clutch player”, um terror para os adversários. É uma espécie de Kobe Bryant da armação.

CP3 está mais para LeBron James. Constrói seu patrimônio durante a partida, mas nos finais ele não é tão decisivo assim.

Terminou o jogo com 27 pontos e 11 assistências. Mas, como vimos, no quarto decisivo e na prorrogação…

POR FALAR…

Por falar em Kobe Bryant: 40 pontos, oito rebotes e quatro assistências. Aliás, segunda noite seguida que KB faz 40 ou mais pontos.

Assim como na vitória de seu primo pobre, os milionários de LA precisaram de uma prorrogação.

KB foi decisivo no final da partida: dois lances cobrados e acertados; e um toco que impediu o arremesso de Devin Harris que se tivesse entrado teria provocado a segunda prorrogação.

Mas Kobe não deixou. Final: Lakers 90-87 Utah. Foi a primeira derrota do Utah em casa nesta temporada, depois de cinco vitórias seguidas.

SHOW

Em Chicago, Derrick Rose não enfrentou o Washington na vitória do Bulls por 78-64. Foi poupado pelo técnico Tom Thibodeau.

Desprezo ao adversário? Pode ser, mas não é disso que eu quero falar.

Eu quero falar é dos números de seu substituto, John Lucas III: 25 pontos, oito assistências e oito rebotes. Quase um “triple-double”.

Levou o motorrádio para casa e deixou o Thibs aliviado. Afinal, C.J. Watson, reserva imediato de D-Rose, está contundido, o que aumentou o tempo de permanência em quadra do melhor armador da NBA na atualidade e talvez por isso Thibs tenha dado um descanso pra ele.

Com a bola que Lucas III (foto AP) mostrou ontem, Thibs pode dar mais refrescos a D-Rose.

Notas relacionadas:

  1. LEBRON E O CAVS, UNSTOPABBLE
  2. CLIPPERS ASSINA COM BILLUPS E LAKERS SEGUE INERTE
  3. LEBRON FALHOU, MAS NÃO SE OMITIU
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , ,

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011 NBA | 19:11

DWIGHT HOWARD É MAIS UM EXEMPLO DESTA SAFRA DE JOGADORES SEM PERSONALIDADE

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Não assisti Oklahoma City x Orlando na íntegra e nada vi de Golden State x LA Clippers. Portanto, não achei justo postar qualquer coisa sobre as duas partidas.

Normalmente, eu costumo dar uma olhada no condensamento destas partidas no c… da madrugada, aproveitando-me desta cortesia no site do “League Pass”. Desta vez, nem isso eu fiz.

Fico, pois, com os comentários de vocês.

Pelo que li, alguns parceiros ficaram espantados com os 11 pontos de Dwight Howard (foto) na derrota do Orlando diante do OKC, em Oklahoma City. D12 fez 4-12 nos arremessos, o que deu um aproveitamento ridículo de 25.0%.

Ouvi um torcedor do Lakers dizer que Mitch Kupchak (gerente geral do time californiano) deveria ligar para Otis Smith (mesma função no Orlando) e dizer: “Meu velho, está na cara que D12 não quer jogar com vocês. Por isso, vamos nos reunir novamente e discutir uma troca, pois o super-homem quer vestir a 12 amarelinha”.

Não se pode concluir que D12 esteja de má vontade por conta deste jogo. Como ele mesmo disse, “vai demorar um pouco (para entrar no ritmo), porque ficamos muito tempo parados”.

Verdade, a inatividade foi longa e como D12 afirmou depois da partida, “houve pouco tempo de treinamento e apenas dois jogos preparatórios”.

Mas o que chamou a atenção foi a postura de Howard na entrevista depois da contenda em que o Orlando perdeu por 97-89: enfastiado, sussurrando, louco pra que tudo aquilo (as perguntas) acabasse logo. E seu largo sorriso, uma de suas marcas registradas, não se pôde ver em nenhum momento.

David Stern, comissário da NBA, deu sua primeira entrevista coletiva em Dallas, onde esteve para assistir ao reencontro do campeão da temporada passada contra o Miami Heat, o vice. Perguntado sobre Dwight Howard, se a NBA vai interferir de alguma forma para evitar essa migração de jogadores de mercados menores para mercados maiores, Stern afirmou que nada vai fazer.

“As coisas vão acontecer à sua maneira”, disse ele.

Ao final da temporada 2007-08, D12 assinou um contrato de cinco anos com o Orlando em troca de US$ 82,73 milhões.

Logo em seu primeiro campeonato com o bolso cheio, D12 foi vice-campeão da NBA. O Magic perdeu a decisão para o Lakers por 4-1. No ano seguinte, Howard chegou novamente à final do Leste, mas o Orlando caiu diante do Boston por 4-2. Nos playoffs deste ano, surpreendentemente, o time da Flórida foi eliminado na primeira rodada para o Atlanta por 4-2.

Depois do primeiro revés, D12 se rebela e diz que quer ir embora. Caramba, ele não é o “franchise player” do Orlando? Não é ele o cara milionário da franquia? Não é ele que tem que colocar a companhia no rumo certo? Não é ele que tem que procurar Otis Smith e fazer como Kobe faz no Lakers e pedir um time mais competitivo?

Sim, é ele.

Mas depois do primeiro revés, que veio é verdade em uma temporada em que ele brigou por melhores jogadores e reclamou do treinador (Stan Van Gundy) que não estava sendo tratado como “franchise player”, depois deste primeiro contratempo ele quer ir embora. Então, eu pergunto: por que Dwight assinou com o Orlando?

A impressão que dá é que Dwight assinou com o Magic pra encher o bolso de dinheiro e depois forçar a barra pra sair, como quase todos fazem. Eles o fazem porque seus times de origem são os únicos que podem dar a eles um contrato milionário.

O raciocínio de D12 deve ter sido: pego esta bolada e se o negócio não engrenar, crio caso e me mando. Sim, é mais fácil fazer isso do que enfrentar o desafio de fazer um time pequeno ser vencedor.

Por isso eu admiro dois jogadores em especial: Tim Duncan e Kevin Durant. Ao contrário dos Dwights Howards e Chris Pauls da vida, eles estão em uma quadra de basquete para se divertir e superar desafios. Têm caráter forjado em uma rocha impenetrável e por isso indestrutível.

Ganhar quatro campeonatos com a camisa do San Antonio, como Timmy (foto) ganhou, é apenas para esses homens.

Durant parece fazer parte desta pequena casta de jogadores decentes, de caráter, que não se unem em bandos para aniquilar os oponentes, pois solitários não passam de fracotes dignos de riso e clemência.

Como disse Michael Jordan quando LeBron James se uniu a Dwyane Wade em Miami, atitudes assim são próprias de gente sem competitividade. “Se Magic ligasse pra mim e me convidasse pra jogar com ele em Los Angeles, eu iria rir na cara dele”, disse MJ nestas ou em outras palavras. “Faria o mesmo se Larry (Bird) me propusesse isso. Meu grande barato era desafiá-los”.

Por que Dwight Howard não faz o mesmo? Por que ele não faz como Tim Duncan e transforma o Orlando em um time campeão, feito que nem mesmo Shaquille O’Neal conseguiu? Shaq que correu para Los Angeles para vestir a camisa do Lakers atrás de um anel de campeão.

Por que D12, quando olha no espelho, vê a imagem de Shaq ao invés da figura de Timmy?

Porque Dwight Howard é um fraco, como fracos foram LBJ e CP3.

Notas relacionadas:

  1. PARA DWIGHT, DURANT É MELHOR QUE LEBRON
  2. DWIGHT HOWARD, UM EXEMPLO A SER SEGUIDO
  3. CHRIS PAUL ACERTA COM O LAKERS. PRÓXIMO SERÁ DWIGHT HOWARD
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , ,

terça-feira, 20 de dezembro de 2011 NBA | 11:37

CLIPPERS DÁ UMA AULA DE BASQUETE PRA CIMA DO LAKERS

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Não gosto de falar sobre amistosos, pois não passam de amistosos, mas o de ontem à noite em Los Angeles chamou a atenção. Lakers e Clippers fizeram o jogo mais aguardado da temporada.

E pelos motivos sabidos: Chris Paul quase foi para os amarelinhos, mas desembarcou nos vermelhinhos; Lakers em crise por ter perdido Lamar Odom e provocado ira e decepção em Kobe Bryant; Lakers estreando novo treinador: Mike Brown; Clippers estreando um “all-star”: Chauncey Billups; o Lakers estreando jogadores menos badalados: Jason Kapono e Josh McRoberts; e a expectativa de que este poderá ser um dos grandes clássicos desta temporada.

Costumo chamar o Clippers de primo pobre de Los Angeles. De pobre e de coitadinho não tem mais nada. Pelo menos pelo que vimos no jogo de ontem. Os jogadores pareciam estar juntos há muito tempo; a alegria no semblante do time era visível; os reservas entraram em quadra e não deixaram o ritmo cair.

O quinteto titular, escalado pelo técnico (?) Vinnie Del Negro, foi o seguinte:

Chris Paul
Chauncey Billups
Caron Butler
Blake Griffin
DeAndre Jordan

Acho que Billups como armador definidor vai render muito. E mais: quando o time enfrentar adversários cujo armador é grande e forte, VDN troca a marcação: Billups pega o armador e CP3 fica no ala-armador. Alternativa de jogo sem mexer no time. Todo treinador gosta de ter esta opção.

Billups fez 23 pontos ontem. Foi o cestinha do time e do jogo. Mas o nome da contenda foi CHRIS PAUL. Sim, em letras garrafais. CP3 marcou 17 pontos, deu nove assistências, apanhou sete rebotes e fez cinco desarmes! Tudo isso em apenas 24:22 minutos.

Um espetáculo à parte. Como ele joga bonito; seu jogo flui naturalmente. CP3 (foto) não precisa fazer força pra jogar. E sua habilidade salta aos olhos.

Vai fazer Griffin e DeAndre jogarem muito mais do que jogam. DeAndre (nego-me a chamá-lo de Jordan, pois Jordan existiu apenas um) deu duas enterradas espetaculares e um toco em cima de Kobe Bryant que humilhou a realeza, pois mandou-a ao chão como se fosse um plebeu qualquer. O Clips fez muito bem em investir em DeAndre.

Quando os reservas entraram em quadra, o nível foi mantido. Fizeram um total de 48 pontos. E do banco saíram jogadores como Mo Williams, Randy Foye e o veterano Brian Cook, que ajudou demais para a minha surpresa.

Enfim, o Clippers cativou meu coração.

O Lakers?

Bem, o Lakers sentiu demais a falta de Lamar Odom. Aquele cara que saía do banco e resolvia os problemas do time em quadra jogando em três, quatro posições, até mesmo de armador. O Lakers não tem mais esse cara.

Quem saiu do banco para tentar resolver e mudar a cara do jogo foi Metta World Peace. Mas ele não tem a categoria de Lamar. Aliás, o técnico Mike Brown (esquisito olhar para o banco e não ver Phil Jackson) mandou à quadra o seguinte quinteto:

Steve Blake
Kobe Bryant
Matt Barnes
Pau Gasol
Andrew Bynum

Ficou claro que Blake não pode ser o armador titular do Lakers: não tem cacife pra isso. O que se comentou ontem é que Gilbert Arenas pode ser contratado. O que eu acho? Ele é maluco, mas talvez Kobe consiga controlá-lo. Se P-Jax estive por lá seria certeza de controle total sobre o Agente Zero, que não é mais Agente Zero, pois ele não usa mais a camisa 0.

Barnes é no máximo uma opção de banco. Não pode ter tantos minutos em quadra. Sei que muita gente gosta dele; eu não gosto. MWP também não é jogador em quem o time pode contar em momentos importantes: ele basicamente defende, é muito fraco ofensivamente.

O Lakers precisa de um ala. Mas se Arenas chegar para ser o armador pode resolver a questão, pois pontua muito e, com isso, a ala pode ficar entre MWP e Barnes.

O resultado final foi justo: Clippers 114-95 Lakers. Mesmo fora de casa foi um show de bola dos vermelhinhos pra cima dos amarelinhos.

TWITTER

Anotem aí o meu Twitter: @FRSormani. Ontem, durante o jogo Lakers x Clippers, troquei ideias com alguns parceiros do botequim que estavam online. Vamos ver se hoje fazemos o mesmo no jogo entre Chicago e Indiana.

Notas relacionadas:

  1. A AULA DE KOBE
  2. CLIPPERS ASSINA COM BILLUPS E LAKERS SEGUE INERTE
  3. CHRIS PAUL SAI DO NEW ORLEANS E VAI PARA O CLIPPERS
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , ,

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011 NBA | 18:59

KOBE RECLAMA DO LAKERS, DIZ QUE PODE SAIR, MAS DEVERÁ SER SURPREENDIDO

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Kobe Bryant voltou com tudo. Em sua primeira entrevista depois do locaute, o camisa 24 do Lakers deitou falação pra cima da direção do Lakers. Leia-se Mitch Kupchak e a família Buss.

“Pra ser bem honesto com vocês (repórteres), não tenho certeza pra onde eles (executivos) estão indo”, disse Kobe sobre a troca de Lamar Odom com o Dallas Mavericks. Pelo acordo, o time texano deu ao Lakers um “draft” de primeira rodada do ano que vem e mais US$ 8,9 milhões.

“Não há explicação para o que eles fizeram”, prosseguiu Kobe. “Isso é negócio, dinheiro etc e tal, mas eles não deveriam ter mandado Lamar para o Mavs. Esta é a minha opinião”.

E KB tem todo o direito de manifestá-la. Afinal de contas, ele é o Lakers hoje, como ontem era Magic Johnson. Kobe é como Rogério Ceni no São Paulo: uma instituição dentro da franquia, assim como o goleiro no time do Morumbi. Eles sabem o que se passa dentro e fora do vestiário, e principalmente no campo de jogo. Não podem ser ignorados em momento algum.

Quando o Lakers contratou Mike Brown, Kobe não foi consultado. Soltou os cachorros pra cima da direção da franquia. Kupchak desculpou-se publicamente por não ter ouvido sua maior estrela.

Agora a história se repete? Lamar é mandado para o Dallas e Kobe não é ouvido? O que isso quer dizer? O que isso significa?

“Espero que eles (direção do Lakers) sejam agressivos e reconstruam esse time”, seguiu Kobe em seu discurso. Se uma agulha caísse no chão, soaria como a explosão de uma bomba. Os repórteres estavam quietos, imóveis, apenas ouvindo o discurso de KB.

A fala seguinte deixou a todos quase que boquiabertos. Disse Kobe: “Se for o caso, fico fora do caminho e deixo-os fazer o que quiserem fazer”.

Não entendeu? KB deixou claro para Kupchak e para a família Buss que se for para apenas competir, ele prefere deixar o Lakers.

Assustou-se, você, torcedor do Lakers? Fique tranquilo, não há motivo para isso: Kobe já se comportou assim em outras ocasiões. Seu comportamento nada mais é do que o espetar da faca no pescoço da direção da franquia e expor a situação para os torcedores.

E de que lado eles ficarão? Claro que do lado de Kobe. E o que eles vão fazer: importunar a família Buss e Kupchak, não dando paz a eles enquanto um grande jogador não for contratado, como quer Kobe, para que o time tenha condições de brigar por títulos.

Coloquei no plural, porque KB ainda tem muita lenha pra queimar. E ele, competitivo que é, já traçou planos para o seu futuro: primeiro igualar Michael Jordan no número de títulos conquistados; depois, ultrapassar Michael Jordan no número de pontos anotados ao longo da carreira; na sequência, ultrapassar Michael Jordan no numero de títulos conquistados.

E depois reivindicar o status de maior jogador de basquete de todos os tempos.

E para que isso ocorra, o Lakers não pode entrar em um campeonato apenas para disputar. Kobe está com 33 anos. Joga em grande nível mais três anos seguramente. Se o Lakers jogar este ano fora, será um ano a menos para Kobe atingir seus objetivos.

Ele está assustado com essa possibilidade. Por isso, deitou falação pra cima de Kupchak e a família Buss. Por isso, espetou a faca no pescoço dos executivos da franquia.

O Lakers já tem prontinho um banner com a camisa de Kobe para ser erguido em direção ao topo do Staples Center quando o ala-armador parar de jogar. Por isso, repito, fique tranquilo: o Lakers não vai trocar Kobe; o Lakers vai atendê-lo.

Tudo o que o Lakers puder fazer para deixar Kobe feliz, ele fará. Até mesmo tentar enganar o próximo, como tentou no caso da contratação de Chris Paul. Felizmente a NBA estava atenta e não deixou isso acontecer.

Que o Lakers seja inteligente para contratar agora Dwight Howard. Que ele entenda que haverá perdas nesse caso. Desde que não seja Kobe, qualquer jogador envolvido numa negociação com o Orlando vale a pena.

Mas o Lakers tem uma boa carta no bolso do colete. Eu explico…

TROCA

O Orlando já avisou: a saída de Dwight Howard é assunto encerrado neste momento. E não deverá mesmo acontecer antes do “All-Star Weekend”. Se isso ocorrer, o evento estará fadado ao insucesso.

Os torcedores vão vaiar D12 o tempo todo, ele não terá paz nas ruas e nos locais dos eventos do ASG em Orlando. Portanto, D12 deve ficar no Magic até o final de semana das estrelas.

Depois ele arruma as malas e desarruma em Los Angeles.

Mas o que o Lakers tem que fazer para pegar D12? Vai ter que engolir Hedo Turkoglu, é exigência do time da Flórida. D12 e Hedo ganharão US$ 28,4 milhões nesta temporada. O Lakers tem que enviar esta quantia para o Orlando para a conta fechar e o negócio ser aprovado pela NBA.

Se até o ASG Andrew Bynum demonstrar que está em forma e saudável, ele entrará no negócio tranquilamente. Com isso, o Lakers subtrairia US$ 15,1 milhões dos US$ 28,4 milhões que ele tem que dar ao Magic. Sobrariam US$ 13,3 milhões.

E sabem o que o Lakers pode fazer? Mandar para o Orlando Meta World Peace e a “trade-exception” no valor de US$ 8,9 milhões que a franquia recebeu na troca de Lamar Odom!

Tenham certeza: o Lakers não fez caridade ao Dallas. Ao realizar a troca, eles estavam pensando lá na frente.

Vamos aguardar pela sequência dessa história e ver se de fato o Lakers vai usar essa “trade exception” para contratar Dwight Howard.

CONCLUSÃO

Por isso, que os torcedores do Lakers fiquem tranquilos. A franquia nunca deu ponto sem nó. Tentou dar um aplique em cima do New Orleans no caso de Chris Paul, mas não contava com o fato de que o New Orleans ser da NBA e a NBA ter poderes para evitar a troca danosa para o time da Louisiana.

Agora, não há motivos para a liga vetar este negócio: Andrew Bynum, Metta World Peace e a “trade-exception” por Dwight Howard e Hedo Turkoglu.

O Lakers consegue D12, mas tem que engolir Turkoglu e seu contrato de três temporadas no valor total de US$ 34,2 milhões. Negócio honesto é assim mesmo: tem que ser bom para todas as partes.

E para se livrar desse mico que é o contrato de Turkoglu, o Lakers usaria a cláusula de anistia. Teria que pagar quase que a totalidade do acordo (contando que outra equipe contrate o turco), mas dinheiro, todos sabemos, não é problema em El Segundo.

Com isso, limparia a folha de pagamento. Entraria 2012-13 com um total de US$ 78 milhões. Mais uma limpadinha aqui, outra ali, e pronto: sobraria espaço no “cap” para o pulo seguinte: contratar Deron Williams.

TIME

Derek Fisher
Kobe Bryant
Hedo Turkoglu
Pau Gasol
Dwight Howard

Time pra brigar tranquilamente. Eu sei, eu sei, está faltando um armador. Mas o Lakers não ganhou dois campeonatos seguidos sem armador? Por que não ganhar mais um?

Mais um, pois, como vimos, Deron Williams deve desembarcar em Los Angeles no ano que vem.

Tudo bonito, tudo certinho, sem enganar e nem ludibriar ninguém.

É HOJE

O campeonato desta temporada começa esta noite. Mas não terá o mesmo brilho de antes. Afinal de contas, o locaute diminuiu o tempo de trocas e treinamentos.

Por isso, muitos jogadores que mudaram de time não estarão em quadra nesta “pré-season”. De qualquer maneira, a bola sobe pela primeira vez nas arenas da NBA.

Quatro amistosos foram agendados pela liga para esta sexta-feira à noite. Os horários são de Brasília:

Indiana x Chicago — 22h
Washington x Philadelphia — 22h
Detroit x Cleveland — 22h30
Memphis x New Orleans — 23h

TV

Como disse ontem, ainda não assinei o “NBA League Pass”. Mas o pessoal que assinou disse que não haverá transmissão para o Brasil. O LP passará os jogos apenas para os EUA.

O parceiro Trapizomba deu uma dica e tanto para assistirmos aos jogos gratuitamente: acessar o site Firstrowsports. O link é este: http://www.firstrowsports.tv/.

Vamos ver se eles mostram os jogos.

AHHHHHHH

Labica, a rodada é por minha conta! Afinal, a monotonia acabou!

Notas relacionadas:

  1. BYNUM LIVRA A CARA DE KOBE E DO LAKERS
  2. LAKERS E KOBE NA FRENTE
  3. LOCAUTE PODE DURAR DOIS ANOS?!?!?!
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , ,

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011 NBA | 23:24

CHRIS PAUL SAI DO NEW ORLEANS E VAI PARA O CLIPPERS

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Agora é oficial: Chris Paul vai para Los Angeles, mas não para o Lakers; vai para o Clippers.

O negócio acabou de acontecer. O time californiano mandou para a equipe da Louisiana o ala-armador Eric Gordon, Chris Kaman e Al-Farouq Aminu. Junto com eles vai o “draft” do ano que vem de primeira rodada do Minnesota, que estava em poder do Clippers.

Além de Chris Paul (foto), o Clippers pegou dois futuros “drafts” de segunda rodada do Hornets.

Ao tomar conhecimento da notícia, Chauncey Billups, que acabou de ser contratado pelo time angelino, requisitou um jantar com o técnico Vinnie Del Negro, na noite desta quarta-feira. O que se comenta é que ele pedirá para ser mandado embora, pois com CP3 no time o veterano armador sente que não terá chance de jogar.

Chris Paul afirmou que cumprirá todo o seu contrato com o Clippers; ou seja, esta e a próxima temporada. Ao final, garantiu que pode renovar com o time angelino.

Uma aposta e tanto. Vai dar certo? Tem tudo para dar; afinal, o Clippers está formando um time e tanto.

O quinteto titular terá problemas apenas na posição de Gordon. Mas o restante da equipe terá a seguinte formação: CP3, Caron Butler, Blake Griffin e DeAndre Jordan. Quatro belíssimos jogadores.

Por isso, o técnico (!) Vinnie Del Negro pode colocar qualquer mané na posição que não vai ter problema. Pode mesmo colocar Mo Williams, sem problema.

O Clippers está com um time interessantíssimo, mas precisa reforçar o elenco. Precisa arrumar alguém para ajudar no descanso de DeAndre. Alguém também descansar Butler. E, como disse, um “shooting guard” para o quinteto titular.

A menos que o jantar de Billups e VDN seja de boas-vindas.

APROVAÇÃO

A NBA aprovou a troca. E aprovou porque a troca foi boa para o New Orleans, de quem ela é proprietária.

O NOH receberá Eric Gordon, campeão mundial com os EUA ano passado, na Turquia. Gordon é muito bom jogador e tem apenas 22 anos, e um grande futuro pela frente.

Tem contrato garantido para esta temporada no valor de US$ 3,8 milhões. No campeonato seguinte, é um “qualifying offer”. Ou seja: sonda o mercado, mas o New Orleans tem preferência.

Chris Kaman, pra mim, é um pivô apenas mediano. Mas levará à Louisiana apenas um ano de contrato: US$ 12,2 milhões. Muita grana, mas, como disse, não é um contrato extenso, o que dá ao New Orleans a possibilidade de não renovar ao final desta temporada ou, se renovar, por uma quantia bem menor.

Al-Farouq Aminu, o outro jogador que vai para o NOH, tem apenas 20 anos. Joga como ala e também como ala-pivô. Leva consigo um contrato de mais quatro temporadas, sendo que na terceira a franquia tem o direito de exercer ou não.

O total do acordo é de US$ 14,3 milhões. Isso por quatro anos de contrato! Repito: quatro anos de contrato.

Além disso, o New Orleans pega o “draft” do Minnesota do ano que vem. Contrato de primeira rodada. E como o Wolves pode não se dar bem nesta temporada, a chance de o “draft” ser bom é muito grande. Segundo especialistas, o próximo recrutamento será um dos melhores dos últimos anos.

Esse acordo foi bom para os dois lados. Por isso foi aprovado.

Notas relacionadas:

  1. CHRIS PAUL NEGA QUE QUEIRA IR PARA O NEW YORK E ORLANDO ENTRA NA PARADA
  2. CHRIS PAUL PEDE TYSON CHANDLER PARA IR PARA CLIPPERS OU GOLDEN STATE
  3. CORRETAMENTE, NBA VETA IDA DE CHRIS PAUL PARA O CLIPPERS
Autor: Fábio Sormani Tags: , , ,

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