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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012 Sem categoria | 13:56

NBA DIVULGA SELEÇÕES DO LESTE E DO OESTE QUE PARTICIPAM DO ‘ALL-STAR GAME’

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A NBA anunciou na noite de ontem os dois quintetos escolhidos pelos torcedores para o desafio entre o Leste e o Oeste no “All-Star Game” do dia 26 de fevereiro próximo, em Orlando.

No lado Leste, o Miami cedeu dois jogadores; no Oeste, a cidade de Los Angeles foi a base do quinteto.

Os dois times são os seguintes:

LESTE
Derrick Rose (Chicago Bulls)
Dwyane Wade (Miami Heat)
LeBron James (Miami Heat)
Carmelo Anthony (New York Knicks)
Dwight Howard (Orlando Magic)

OESTE
Chris Paul (LA Clippers)
Kobe Bryant (LA Lakers)
Kevin Durant (Oklahoma City Thunder)
Blake Griffin (LA Clippers)
Andrew Bynum (LA Lakers)

O jogador que mais votos recebeu foi o pivô Dwight Howard (foto Getty Images), do time da casa, que foi escolhido por nada menos do que 1.600.390 fãs, numa clara demonstração de afeto por parte deles. Orlando respira e transpira o ASG. Grande parte dos votos partiu da cidade do Mickey Mouse.

Em segundo lugar apareceu Kobe Bryant: 1.555.479 votos. O ala do Lakers ainda goza de grande prestígio entre os torcedores norte-americanos, embora a mídia local faça uma campanha descarada para colocar LeBron James como o número 1 da NBA.

Por falar no ala do Miami, LBJ foi votado por 1.360.680 fãs, ficando atrás não apenas de D12, mas também do armador Derrick Rose, que contou com o carinho de 1.514.723 torcedores. Dwyane Wade recebeu 1.334.223 votos. Carmelo Anthony completa o quinteto. O ala nova-iorquino é um clássico intruso nesta seleção, mas como são os fãs quem escolhem os titulares das duas seleções, não há o que se fazer: ele acumulou 1.041.290 votos.

No Oeste, depois de Kobe, o jogador mais popular foi Kevin Durant: 1.345.566 votos. Depois vieram: Chris Paul, 1.138.743; Andrew Bynum, 1.051.945; e Blake Griffin, 876.451.

Somando-se os votos, o quinteto do Leste recebeu 6.851.306 indicações, enquanto que os titulares do Oeste ficaram com 5.968.184. O que isso quer dizer? Quer dizer que os jogadores do Leste são mais populares.

O ranking geral ficou assim:

1) Dwight Howard: 1.600.390
2) Kobe Bryant: 1.555.479
3) Derrick Rose: 1.514.723
4) LeBron James: 1.360.680
5) Kevin Durant: 1.345.566
6) Dwyane Wade: 1.334.223
7) Chris Paul: 1.138.743
8) Andrew Bynum: 1.051.945
9) Carmelo Anthony: 1.041.290
10) Blake Griffin: 876.451

Ou seja: se formos levar em conta a preferência dos torcedores, o time titular dos EUA para os Jogos Olímpicos de Londres, em julho próximo, seria:

Derrick Rose
Kobe Bryant
LeBron James
Kevin Durant
Dwight Howard

Acho que seria o meu preferido também, pois LBJ e KD podem perfeitamente se revezar como ala de força, sem contar que um jogar da posição pode vir do banco para ajudar quando preciso.

Mas não é isso o que a gente discute. O que discutimos é a seleção do ASG.

Respeitando os votos dos torcedores, meus dois quintetos, levando-se em consideração bola, apenas bola, seriam:

LESTE
Derrick Rose
Dwyane Wade
Luol Deng
LeBron James
Dwight Howard

Coloco Luol, pois o sudanês naturalizado britânico encontra-se no melhor momento de sua carreira. Está lesionado no pulso no momento e se ausentou nos últimos cinco jogos do Bulls, deixando bem claro que o time sem ele perde muito de sua força.

OESTE
Chris Paul
Kobe Bryant
Danilo Galinari
Kevin Durant
Andrew Bynum

Coloco Gallinari no quinteto, pois o ala italiano do Denver vem fazendo uma grande temporada, transformando-se no melhor jogador do time do Colorado, atualmente o segundo colocado na Conferência Oeste.

RESERVAS

A NBA informa que os reservas de cada time serão anunciados no dia 9 de fevereiro próximo, quinta-feira da semana que vem. Serão anunciados no intervalo da partida entre Boston e Lakers.

Eles serão escolhidos pelos treinadores de suas conferências, lembrando que os técnicos não podem votar em atletas de seus times.

Serão indicados dois armadores, dois alas, um pivô, além de dois jogadores independente de posição.

TREINADORES

Os dois técnicos serão aqueles com melhor campanha em suas respectivas conferências. Se fosse neste momento, seriam Tom Thibodeau (Chicago Bulls) no Leste e Scott Brooks (Oklahoma City Thunder) no Oeste.

Mas a NBA vai levar em consideração a classificação quando a rodada do dia 15 de fevereiro se encerrar.

SOLITÁRIO

Nenê Hilário foi o único dos quatro brasileiros a receber votação expressiva de modo a aparecer entre os mais votados. O paulista de São Carlos foi o preferido entre 207.102 torcedores.

RODADA

O grande jogo da noite de ontem ocorreu em Nova York, onde a equipe da casa voltou a perder, desta vez para o desfalcado Chicago Bulls: 105-102.

O Knicks é um arremedo de time de basquete. Tem um técnico de capacidade discutível e um jogador fominha, que coloca tudo a perder, pois conjuga os verbos na primeira pessoa do singular ao invés de conjugá-los na primeira do plural.

Mike D’Antoni desperta no torcedor a mesma ira e o mesmo desprezo que Isiah Thomas provocou num passado recente. Quando o NYK perde, os torcedores gritam das poltronas do Garden: Fora D’Antoni!

Carmelo Anthony é um atleta que deveria ter optado pelo tênis e não pelo basquete. Recentemente, Amar’e Stoudemire veio a público reclamar do antolho usado por Melo; e com razão.

Amar’e fez 34 pontos diante do Bulls, mas foram insuficientes para levar o time à vitória. Derrick Rose (foto Reuters) anotou dois a menos, mas contou com um time mais solidário, que mesmo desfalcado de duas importantes peças (Luol Deng e Rip Hamilton) sabe o que significa basquete em equipe.

O NYK tem uma campanha de 8-14. Em casa, 4-7. Na estrada, idem. Dos últimos 12 confrontos, venceu apenas dois.

É o décimo colocado do Leste, com um percentual de aproveitamento de ridículos 36,4%. Sonha com uma vaga nos playoffs porque esta conferência é mais frágil se comparada com a outra.

Estivesse o NYK no Oeste e ocuparia atualmente a 14ª posição.

FACE-TO-FACE

Por falar em comparações, até a rodada de ontem o duelo entre as duas conferências mostra o seguinte: 59 vitórias do Oeste contra 40 do Leste.

Mas ao olharmos a classificação geral do campeonato, temos o Oklahoma City em primeiro, mas os cinco seguintes são do Leste: Chicago, Miami, Philadelphia, Indiana e Atlanta.

O que isso quer dizer? Quer dizer que esses times, por fazerem parte do Leste, enfrentam equipes débeis e dificilmente perdem. No Oeste, como o equilíbrio é maior, a gente vê um perde e ganha, que acaba por interferir muito mais no recorde das equipes.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , ,

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012 NBA, Sem categoria | 17:09

ORLANDO PROPÕE AO NEW YORK TROCAR DWIGHT HOWARD POR TYSON CHANDLER E AMAR’E STOUDEMIRE

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Stephen A. Smith, repórter da ESPN dos EUA, é um cara muito bem informado. Não é como Adrian Wojnarowski, do Yahoo Sports!, mas é um cara bem informado.

Pois bem, Smith noticiou que fontes seguras a ele relacionadas informaram que Otis Smith, gerente geral do Orlando Magic, vai propor ao New York Knicks a seguinte troca: Dwight Howard (foto AP) por Amar’e Stoudemire e Tyson Chandler. E o time da Flórida ainda teria que dar jogadores a mais para a conta fechar. Todos nós sabemos que o Magic quer se livrar de Hedo Turkoglu. Seria ele?

Ninguém confirmou ou desmentiu oficialmente, mas o negócio pode ser feito se depender de Stoudemire, pois ele está P da vida com Carmelo Anthony que não lhe passa a bola nem a pau. E o clima no vestiário do Knicks, por conta disso, não anda nada bom.

Melo admitiu no treino de ontem, domingo, que tem retido demais a bola e que prefere mandá-la para a cesta do que para o companheiro. Réu confesso, ele espera que Amar’e o perdoe pela situação.

“Vamos conversar (hoje) e tentar entender o que está acontecendo”, disse Melo.

Melo foi vaiado pelos torcedores do NYK depois da derrota de sábado para o Denver depois de duas prorrogações. Disse não ter ficado incomodado com isso, mas sua aparência era de derrota.

Por conta disso, eu me pergunto: será que a torcida vai aceitar a saída de Stoudemire? Por que não Carmelo, eles podem perguntar? Sim, pois Melo e Amar’e têm praticamente o mesmo salário.

A gente não pode se esquecer que o NYK desmontou um time que estava indo muito bem, cheio de garotos (Raymond Felton, Danilo Gallinari e Wilson Chandler) para pegar Carmelo Anthony. Até o momento, a troca revelou-se um desastre.

Perder Stoudemire não seria outro duro golpe para a franquia?

Por outro lado, a gente vê analisa a troca e vê que Amar’e e D12 jogam praticamente na mesma posição, muito embora Stoudemire seja um ala-pivô de ofício e que quebra um galho como pivô.

Não seria mais produtivo para o New York ficar com Carmelo e D12? E o que fazer com Turkoglu, se de fato ele for incluído na troca? Não seria um luxo pagar US$ 10,6 milhões para um jogador ficar no banco de reservas?

Uma saída seria Mike D’Antoni passar Melo para ala-pivô, posição que ele jogou na seleção dos EUA nas Olimpíadas de Pequim quando Coach K queria descansar Chris Bosh e D12.

Melo jogaria como PF defendendo, mas o time atacaria com quatro jogadores abertos e Howard no pivô. Daria certo?

Tenho dúvidas, pois Melo é fominha e do jeito que ele “boicota” Amar’e, pode fazer o mesmo com D12.

Enfim, só nos resta aguardar.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , ,

terça-feira, 17 de janeiro de 2012 NBA | 19:08

ATAQUE OU DEFESA, O QUE É MAIS IMPORTANTE?

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O assunto sempre gera discussão: ataque ou defesa, o que é mais importante num time de basquete?

Claro que os dois são importantes. Mas pergunto: se você fosse um GM de uma nova franquia da NBA e tivesse grana pra contratar apenas um jogador, os dois no auge da forma, quem você contrataria, Dennis Rodman ou Carmelo Anthony?

Claro que o ideal é o híbrido desse jogador. E é por isso que Michael Jordan é tido como o melhor jogador de todos os tempos, embora sua defesa não tivesse o mesmo nível de seu ataque e ele tivesse se destacado pela genialidade de seu jogo ofensivo.

Mas volto a perguntar: quem você contrataria, Dennis Rodman ou Carmelo Anthony?

Rodman, marcando, como o pessoal gosta de dizer, é como ter um pitbull no cangote: ninguém quer ter. E é verdade; era um tormento.

Mas quando Rodman (foto) tomava a bola do adversário, o que ele fazia com ela? Passava o mais rápido que podia, pois ele não conseguia encestá-la. Ele não tinha habilidade com a bola nas mãos, a habilidade dos grandes jogadores, claro.

Melo defendendo é quase que um desastre. Mas com a bola sob poder, é um artilheiro nato, um jogador que sabe destruir defesas adversárias.

Faço agora uma nova pergunta: o que é menos complicado, ensinar Rodman a jogar com a bola nas mãos ou fazer Melo marcar?

Marcação, o próprio Rodman já disse, é questão de “desire”. Isso mesmo: vontade, tesão, empenho, esforço, comprometimento, determinação, interesse. Os adjetivos não passam disso.

Arremessar, dia desses Charles Barkley disse, é a parte mais complicada do jogo. Sem habilidade você não consegue encestar, driblar, encontrar espaços para arremessar, passar.

Então, eu respondo: é mais fácil ensinar Melo a marcar do que Rodman a atacar.

Claro, pois como o próprio Dennis falou, marcar exige do jogador aplicação e força de vontade. Atacar requer do jogador algo que separa os profissionais dos amadores: qualidade técnica.

Vejam meu caso: sempre fui um mão-de-pau na escola. Quando a bola chegava nas minhas mãos era um desastre. Mas eu conseguia marcar, porque eu tinha vontade, eu queria jogar de qualquer maneira. Compensava minha inabilidade com muita correria atrás do meu oponente. Não dava espaço pra ele, fazia o que podia para não deixá-lo jogar. Às vezes eu levava a melhor, às vezes ele saia vencedor.

Mas quando a bola chegava nas minhas mãos…

É disso que eu falo; e concordo com Barkley: o mais difícil é o manejo da bola, é tê-la nas mãos e saber o que fazer com ela. Driblar, conduzir, passar, infiltrar, arremessar.

Se você não sabe fazer isso, não tem jeito: você não será ser um grande jogador. Mas defender, se você tem noção do jogo, mesmo sem ser hábil, você consegue, porque o que você tem que fazer é não deixar o adversário jogar.

Destruir, creiam, é muito mais fácil do que construir.

Por que os americanos dizem que a defesa é o alicerce de um time de basquete? Porque parte-se do princípio que todos sabem jogar com a bola nas mãos.

Se todos são hábeis e geniais, a defesa vai fazer a diferença. Se não forem, de nada vai adiantar marcar como Dennis Rodman, pois no ataque não se chega jamais à cesta.

Se todos são hábeis e geniais com a bola nas mãos, a questão seguinte para se fazer um grande time e um grande jogador é: mostre a eles que se não houver defesa, pode-se ficar no meio do caminho se você encontrar um time que tenha mais vontade de marcar do que você.

E o oposto não é verdadeiro: você jamais vai conseguir fazer um grande defensor atacar com maestria se ele não souber tratar a bola com carinho.

Sem deixar de reconhecer a importância das defesas, por isso o ataque é mais importante que a defesa. Porque se você encontrar os jogadores certos, se você encontrar jogadores que quando pegam a bola a chamam de “você” e não de “vossa excelência”, aí você poderá construir uma grande equipe.

Porque é mais fácil ensinar um jogador marcar do que atacar.

É disso que eu falo e sempre falarei — a menos que alguém me faça mudar de ideia.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , ,

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012 NBA | 21:43

NBA DIVULGA PRIMEIRA PARCIAL DO ‘ALL-STAR GAME’ E DWIGHT HOWARD É O JOGADOR MAIS VOTADO

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A NBA anunciou na tarde desta quinta-feira a primeira parcial com a votação para o “All-Star Game” que será realizado em Orlando no dia 26 de fevereiro próximo.

Dwight Howard, pivô do time da casa, foi o jogador que mais mais indicações recebeu até o momento entre todos os atletas votados. D12 teve nada menos do que 754.737 votos.

Depois de D12 (foto AP), o segundo jogador mais votado foi Kobe Bryant, com um total de 690.613 indicações.

Se esta fosse a votação definitiva, os dois quintetos seriam os seguintes:

LESTE

Derrick Rose (Chicago Bulls) — 640.476
Dwyane Wade (Miami Heat) — 637.912
LeBron James (Miami Heat) — 640.789
Carmelo Anthony (New York Knicks) — 496.351
Dwight Howard (Orlando Magic) — 754.737

OESTE

Chris Paul (Los Angeles Clippers) — 540.173
Kobe Bryant (Los Angeles Lakers) — 690.613
Kevin Durant (Oklahoma City Thunder) — 633.538
Blake Griffin (Los Angeles Clippers) — 394.264
Andrew Bynum (Los Angeles Lakers) — 496.597

SOLITÁRIO

O único brasileiro que aparece com votação expressiva é Nenê Hilário, pivô do Denver Nuggets. O são-carlense recebeu até o momento 94.167 indicações, numa prova incontestável de que é o nosso jogador mais representativo na maior liga de basquete do planeta.

DIFERENÇA

No Leste, a distância dos jogadores titulares para seus reservas é grande demais. Isso significa que o quinteto inicial deve ser este mesmo.

Entre os armadores, depois de D-Rose e D-Wade, quem aparece mais bem votado é Rajon Rondo (Boston Celtics), com 253.969 votos. Nas alas, Amar’e Stoudemire (New York Knicks) vem a seguir com 178.797 indicações. E no pivô, depois do Super-Homem quem mais votos computou foi Joakim Noah (Chicago): 75.038.

No Oeste, Griffin briga com Dirk Nowitzki por uma vaga no quinteto titular. O ala do Dallas Mavericks ganhou a preferência entre 231.832 eleitores. Na armação, deve mesmo dar CP3 e Kobe, pois o “rookie” Ricky Rubio (Minnesota Timberwolves), a surpresa nesta primeira parcial, recebeu 133.520 votos. E no pivô, Bynum deve ser o titular, pois a seguir aparece DeAndre Jordan (Clippers) com 134.961 indicações.

Abaixo, a relação total divulgada pela NBA:

LESTE

Armadores: Derrick Rose (Chi) 640.476; Dwyane Wade (Mia) 637.912; Rajon Rondo (Bos) 253.969; Ray Allen (Bos) 174.934; Deron Williams (NJN) 89.128; Jose Calderon (Tor) 42.929; John Wall (Was) 38.025; Richard Hamilton (Chi) 36.418; Kyrie Irving (Cle) 27.713; Joe Johnson (Atl) 23.384.

Alas: LeBron James (Mia) 640.789; Carmelo Anthony (NYK) 496.351; Amar’e Stoudemire (NYK) 178.797; Kevin Garnett (Bos) 173.161; Chris Bosh (Mia) 140.601; Paul Pierce (Bos) 94.071; Luol Deng (Chi) 85.086; Andrea Bargnani (Tor) 54.739; Carlos Boozer (Chi) 53.477; Hedo Turkoglu (Orl) 43.154.

Pivôs: Dwight Howard (Orl) 754.737; Joakim Noah (Chi) 75.038; Tyson Chandler (NYK) 61.774; Joel Anthony (Mia) 41.832; JaVale McGee (Was) 24.713; Al Horford (Atl) 23.546.

OESTE

Armadores
: Kobe Bryant (LAL) 690.613; Chris Paul (LAC) 540.173; Ricky Rubio (Min) 133.520; Steve Nash (Pho) 118.922; Russell Westbrook (OKC) 107.197; Kyle Lowry (Hou) 90.725; Monta Ellis (GS) 63.696; Manu Ginobili (SA) 50.765; Jason Kidd (Dal) 49.596; Chauncey Billups (LAC) 42.657.

Alas: Kevin Durant (OKC) 633.538; Blake Griffin (LAC) 394.264; Dirk Nowitzki (Dal) 231.832; Pau Gasol (LAL) 185.428; Kevin Love (Min) 143.814; LaMarcus Aldridge (Por) 118.268; Tim Duncan (SA) 81.783; Lamar Odom (Dal) 59.686; Metta World Peace (LAL) 39.006; Danilo Gallinari (Den) 34.438.

Pivôs: Andrew Bynum (LAL) 496.597; DeAndre Jordan (LAC) 134.961; Marc Gasol (Mem) 102.116; Nenê (Den) 94.167; Marcin Gortat (Pho) 62.631; Kendrick Perkins (OKC) 41.579.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012 NBA | 16:58

DEFESA FRÁGIL DO NEW YORK COMPROMETE O TIME E ENVERGONHA TORCEDORES

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Aconteceu o que muitos acreditavam que iria acontecer a qualquer: o New York foi humilhado diante de seus fanáticos torcedores, dentro do Madison Square Garden, e acabou, consequentemente, humilhando-os também.

O time perdeu ontem à noite para o frágil Charlotte Bobcats por 118-110 e saiu vaiado de quadra pelos 19.763 torcedores que lotaram a mais famosa e emblemática arena de basquete do planeta.

É importante dizer: o Cats tinha média de 92,2 pontos por partida até o jogo de ontem à noite. Marcou 118, como vimos; ou seja, 26 tentos a mais.

O time da Carolina do Norte foi comandado em quadra por um jogador que atua acima do peso há muito tempo. O francês Boris Diaw anotou 27 pontos com relativa facilidade, pois não encontrou em Amar’e Stoudemire um marcador ao menos disposto em quadra.

A defesa do NYK, como se sabe, é frágil. Não apenas Stoudemire, mas também Carmelo Anthony não sabe marcar. Mais do que isso: os dois não mostram muita disposição para a marcação.

São incentivados, seguramente, pelo treinador, Mike D’Antoni, que parece ter faltado na aula defensiva do curso que fez para aprender noções táticas do basquete. D’Antoni, aliás, é conhecido pela sua alucinação ofensiva.

Fica o alerta: se o Knicks não mudar sua postura em quadra, não entender que o alicerce de um time de basquete se faz pela defesa, vai ser difícil chegar ao topo da NBA novamente.

ÀS MOSCAS

O Chicago venceu com relativa tranquilidade o Detroit, ontem à noite, em Michigan. Os 99-83 representam mesmo a diferença entre os times.

O que me chamou a atenção, no entanto, foi ver o Palácio de Auburn Hills às moscas. Havia mais poltronas vazias do que ocupadas.

Fui até o site da NBA e lá verifiquei que apenas 9.125 torcedores presenciaram a partida. Fui checar qual é a capacidade do ginásio e vi que ele pode receber até 22.076 fãs.

Isso significa que 12.951 poltronas estiveram com seu assento levantado. Ou seja: a arena teve apenas 41,3% de sua capacidade ocupada.

Bato os olhos na tabela de classificação e vejo que o Detroit só não tem uma campanha inferior apenas a Sacramento, New Jersey e Washington.

Isso justifica tão pouca gente assim no ginásio? Continuo pesquisando o Detroit e vejo que esse pequeno público não foi privilégio apenas do confronto contra o Bulls: diante do Indiana, 8.824 testemunhas foram a Auburn Hills; frente ao Orlando, 8.120.

Apenas a contenda diante do Cleveland do dia 28 de dezembro, estreia do time em casa nesta temporada, mostrou o ginásio com sua ocupação total.

Os jogos diante de Indiana e Orlando já é difícil de aceitar um ginásio com meia ocupação. Agora, contra o Bulls é mais incompreensível ainda. Por que apenas 9.125 torcedores?

A rivalidade entre Detroit e Chicago é grande demais. O Lago Michigan, um dos cinco monumentos aquáticos que a natureza da América do Norte exibe com orgulho, meio que separa as cidades.

No final da década de 1980, comecinho da seguinte, os dois times duelavam pela supremacia do Leste. As batalhas são inesquecíveis; era o Pistons de Isiah Thomas, Joe Dumars e Dennis Rodman contra o Chicago de Michael Jordan, Scottie Pippen e Horace Grant.

Além disso, pela primeira vez Rip Hamilton visitaria Detroit depois de dez anos jogando pelo Pistons, cujo momento maior foi o título conquistado em 2004 diante do Lakers.

E o Detroit vinha de duas vitórias consecutivas, não se esqueçam.

Portanto, quero saber: o que ocorre com o torcedor do Pistons?

DECEPÇÃO 1

O Minnesota perdeu em casa para o Memphis por 90-86. Vinha de duas vitórias seguidas depois de ter quebrado um tabu de 18 partidas sem vencer.

Havia batido espetacularmente os texanos Dallas e San Antonio. E quando todos esperavam por nova vitória, veio a derrota.

Decepção, pois o adversário jogou sem um de seus principais jogadores: Zach Randolph.

DECEPCÃO 2

O Miami aniquilou o Indiana no sul da Flórida: 118-83. Eu, sinceramente, não esperava por isso.

Se o Minnesota decepcionou, o Pacers também.

ANTEVISÃO

A mídia norte-americana rende-se ao basquete de Andrew Bynum. Matérias são escritas para serem publicadas ou faladas elogiando o pivô do Lakers. Eu, modestamente, há algumas semanas, cravei: em forma, AB joga de igual pra igual contra Dwight Howard. Se ele se mantiver saudável, não há motivo algum para o time californiano trocá-lo por D12.

Alguns parceiros deste botequim me criticaram e chegaram ao cúmulo de dizer que Bynum é inferior a Joakim Noah e Tyson Chandlers, por exemplo.

Espero, pois, reconhecimento da parte de vocês.

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  1. OS PLANOS DO NEW YORK
  2. NEW YORK KNICKS: O TIME DO MOMENTO
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domingo, 25 de dezembro de 2011 NBA | 18:50

VITÓRIA DO NEW YORK, MAS PODERIA TER SIDO DO BOSTON

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Foi um grande jogo, um presente dos deuses para quem esperou tanto tempo pelo início da temporada. A vitória do New York por apenas dois pontos (106-104) poderia ter sido do Boston, pois o cotejo foi muito igual.

Cada time dominou um tempo. O primeiro foi dos nova-iorquinos; o segundo, dos bostonianos. Estes, no entanto, não conseguiram entregar a bola final das mãos de Ray Allen e, talvez por isso, perderam a partida.

O Boston tem pra onde crescer: Paul Pierce não jogou. Com ele, a chance de vitória do Celtics seria maior. Daria até pra dizer que com “The Truth” o pessoal de Massachusetts teria vencido; não seria exagero algum.

Mas o New York tem igualmente pra onde crescer: Baron Davis foi contratado para pensar o jogo do pessoal da
“Big Apple”. Se recuperar a forma e se mantiver saudável por toda a temporada, o Knicks, seguramente, vai brigar pelo título.

No final da partida, com uma dor de cotovelo daquelas por ter perdido a partida, Kevin Garnett posou como mau perdedor e tentou esganar Bill Walker. A televisão mostrou. Fico agora no aguardo da decisão de Stu Jackson. Suspender KG por no mínimo um jogo torna-se necessário e exemplar. Vamos ver o que a NBA vai fazer.

Destaques do jogo: 1) Carmelo Anthony: 37 pontos (10-17) e oito rebotes; 2) Rajon Rondo: 31 pontos (11-19) e 13 assistências.

Melo = esperado. Rajon = surpresa.

Se o tinhoso armador do Celts mantiver o nível de arremesso do jogo deste domingo, conseguirá o “upgrade” necessário para estar ao lado de Derrick Rose, Chris Paul e Deron Williams no rol dos melhores armadores da NBA. E fará do Boston um time ainda mais forte do que ele já é.

Ah, sim: Brandon Bass veio do banco e contribuiu com 20 pontos e 11 rebotes. Se for sempre assim, o Celts acertou ao trocá-lo por Glen “Baleinha” Davis.

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  1. RASHEED É DO BOSTON
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011 NBA | 17:36

PREVISÕES PARA A TEMPORADA 2011-12 DA NBA

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Depois de meses de angústia e indefinição, quando muitos chegaram a pensar que a temporada não aconteceria, eis que neste domingo, dia 25, ironicamente no dia de Natal, ganhamos o presente que tanto queríamos: a bola subirá pela primeira vez e começa o campeonato da NBA, o mais importante, charmoso, rentável, disputado, imbatível e apreciado de todo o planeta.

Os times já estão praticamente montados. Dificilmente teremos uma troca bombástica (“blockbuster”), pois o Orlando disse que não negocia Dwight Howard nos próximos meses e que muito provavelmente ele jogue toda a temporada na Flórida.

Portanto, já podemos fazer uma análise sobre os favoritos. Não, não vou analisar os 30 times do campeonato. Vou falar apenas daqueles que eu acho que vão fazer algo de importante no torneio.

LESTE

Queiram ou não, podem chorar os fanáticos se quiserem, mas o Miami Heat segue tendo no papel o melhor time da NBA. Na quadra, quase confirmou isso na temporada passada, mas acabou se curvando ao jogo coletivo do Dallas.

Dwyane Wade, LeBron James e Chris Bosh, juntos, formam o melhor “big three” da liga.

O time do sul da Flórida manteve intacto seu núcleo. Melhor do que isso: contratou o excelente Shane Battier, jogador que, ao que tudo indica, se encaixará perfeitamente no sistema implantado pelo técnico Erik Spoelstra.

Com ele, o que se comenta na Flórida é que Spoelstra vai usar muito LBJ como ala-pivô, aproveitando mais Battier no time principal.

É o meu favorito para ganhar a conferência.

Seu grande oponente será, uma vez mais, o Chicago Bulls. Assim como o Miami, manteve seu núcleo ileso. Assim como o Miami, fez uma contratação superimportante: Richard Hamilton.

Apesar de seus 34 anos, Hamilton não mostra declínio físico e nem técnico. Vejo em quadra o mesmo vigor dos tempos de Detroit.

Com Rip no time, a pressão em Derrick Rose diminuirá; com Rip no time, a equipe ficará mais rápida; com Rip no time, as bolas longas se tornarão mais mortais ainda e não serão privilégio apenas de Kyle Korver.

Tom Thibodeau segue no comando da equipe, que ele transformou numa máquina defensiva. No último campeonato, o Bulls foi a melhor defesa da nação, seguido pelo Miami.

Como na temporada passada, deverá fazer a final do Leste contra o Miami e, como na temporada passada, deverá ser batido novamente.

Com a adição de Baron Davis, o New York Knicks terá um armador muito melhor do que teve em Chauncey Billups. O problema é que Davis não tem uma saúde de ferro. Se estiver mais resistente, o time renderá muito mais do que na temporada passada.

Pra quem é mais jovem eu digo: Davis era o Chris Paul de sua geração.

A contratação de Tyson Chandler foi outra boa notícia para a franquia nova-iorquina. Com ele, o NYK ganha em força defensiva e para entrar em seu garrafão os adversários vão ter que pedir licença.

Chega fácil à semifinal do Leste.

Tudo bem que o “Big Three” do Boston Celtics está um ano mais velho, mas segue sendo ainda uma imensa ameaça para os adversários. E Rajon Rondo, não se esqueça, é o armador do Celtics, tido por muitos como o melhor “point guard” da NBA.

O problema do Boston vai ser o rodízio. Jeff Green, que ajudaria no descanso de Paul Pierce e Ray Allen, perderá toda a temporada por causa de um problema cardíaco. Brandon Bass será o responsável pelo repouso de Kevin Garnett, mas, sinceramente, eu não sei por que o Celtics preferiu-o ao invés de Glen Davis. E mais: quem será o substituto de Rajon?

Com esses problemas no banco, pode ter dificuldade para atingir a semifinal. A menos que o “Big Three” se supere fisicamente.

A grande ameaça ao Boston é o Orlando Magic. Claro, isso se o time não perder Dwight Howard.

Jameer Nelson é um ótimo armador, mas o problema dele é o mesmo de Baron Davis: as seguidas lesões. Se Jameer puder jogar pra valer, ao lado de Jason Richardson, Hedo Turkoglu, Glen Davis e D12, repito, serão uma ameaça e tanto para o Boston atingir uma das semifinais.

O Indiana Pacers tem tudo para tomar a vaga do Atlanta Hawks na relação dos favoritos do Leste. O time de Indianápolis manteve sua base e ainda adicionou dois ótimos jogadores: David West e George Hill.

O dinheiro gasto com West, no entanto, eu teria investido em outro atleta, pois o Indiana conta com Tyler Hansbrough para a posição e não haveria a necessidade desta aquisição. Como disse em outro post, Tyler pode ser o Taj Gibson do Pacers.

Sobram duas vagas que serão disputadas, no tapa, por Atlanta Hawks, New Jersey Nets, Milwaukee Bucks e, mais atrás, o Philadelphia 76ers.

OESTE

“Não subestimem o coração de um campeão”. A frase é do ex-treinador Rudy Tomjanovic, dita logo após a conquista do título da Conferência do Oeste no torneio 1994-95. O Houston, então campeão da NBA, tinha se classificado apenas em sétimo lugar e foi comendo pelas beiradas e chegou ao título não apenas da conferência, mas também da NBA.

Conto essa história porque o Dallas Mavericks não pode ser subestimado. Ganhar um campeonato do jeito que o Mavs ganhou na temporada passada mostra que o basquete não se limita apenas a grandes jogadores reunidos em um mesmo time. É preciso ter uma filosofia por trás de uma equipe campeã.

E isso o técnico Ricky Carlisle conseguiu implantar nos texanos. E contou, claro, com uma atuação soberba de Dirk Nowitzki, que calou os críticos que apontavam o dedo para o alemão o tempo inteiro chamando-o de “amarelão” — e, diga-se, com razão.

Pois esse time estará de volta nesta temporada e reforçado por Lamar Odom.

Sim, eu sei, Tyson Chandler deixou a franquia e esse, realmente, é um grande problema, pois não houve substituição à altura. Brandon Haywood, reserva de Chandler, será agora o titular e não tem o mesmo quilate.

Outra perda importante: DeShawn Stevenson deve se transferir para o New Jersey. Embora reserva, sempre que entrava trazia consigo não apenas qualidade técnica, mas uma garra impressionante, que se tornou símbolo da conquista passada.

Como eu compactuo com a frase de Rudy T., o Dallas é um dos favoritos para chegar à final do Oeste.

Seu grande adversário será o Oklahoma City Thunder. Como no Leste, acredito que a final da temporada passada tem tudo para ser repetida.

O OKC ganhou mais um ano de conjunto e experiência. O calcanhar de Aquiles do time segue sendo o pivô: se o Thunder tivesse investido em um jogador como Nenê ao invés de Kendrick Perkins, teria se dado muito melhor.

Mas com a saída de Jeff Green, Serge Ibaka virou titular como ala-pivô e com mais minutos em quadra ele melhorou dramaticamente seu jogo. O “Rei dos Tocos” da NBA vai ter que dar uma mãozinha para Perkins para que o time não se veja em inferioridade nos duelos dentro do garrafão.

Mas o diferencial do OKC é mesmo Kevin Durant. Para muitos, o homem que substituirá Kobe Bryant quando o astro do Lakers pendurar seu par de tênis.

Não chego a tanto, mas vejo em KD um jogador extraordinário, apto a comandar um time para um título da liga brevemente.

Os dois jogos que o Los Angeles Clippers fez diante do Lakers na “pre-season” credenciaram o primo pobre de LA a um lugar de destaque na conferência. Chris Paul foi a melhor e mais bombástica contratação desta temporada.

CP3 é, ao lado de Derrick Rose, o melhor armador da NBA na atualidade. E o Clippers sentirá sua força em quadra.

E quem vai ganhar com isso serão seus companheiros, principalmente Blake Griffin, um jogador de explosão e extremamente talentoso, que precisa de um cara como CP3 para que seu jogo se desenvolva ainda mais. E isso tem tudo para acontecer.

E não se esqueça que esse time tem ainda a experiência de Chauncey Billups, o talento de Caron Butler e força física e a qualidade técnica de DeAndre Jordan.

Se der química, apesar do técnico Vinnie Del Negro, o Clippers tem tudo para chegar à final do Oeste.

O Los Angeles Lakers está entre os favoritos da conferência, claro que está. Afinal, como deixar de lado um time que tem Kobe Bryant? Impossível não se sensibilizar com o jogo deste que é o melhor atleta da NBA depois da era Michael Jordan.

O grande problema dos ricaços de Los Angeles é que o time clareou demais. Todos seus reforços são brancos — e a gente bem sabe que o basquete nos EUA é um esporte preferencialmente de negros.

Jason Kapono, Josh McRoberts e Troy Murphy foram as conquistas da franquia. Em compensação, houve um recrutamento de um “moleque” do college que dá pinta de que será muito bom de bola: Darius Morris.

Morris vem para uma posição que o Lakers é carente: a armação. Gostei muito do que vi na primeira partida da série contra o Clippers, a única, aliás, que ele participou.

Dallas, OKC, Clippers e Lakers. Como se vê, quatro times em condições idênticas para conquistar o título do Oeste. Acontece com esta conferência o mesmo que ocorre com o Campeonato Brasileiro de futebol: o nivelamento é maior do que no Leste. Nesta conferência, a diferença do Miami para os demais é mais acentuada.

O San Antonio Spurs segue na frente do Memphis entre os meus favoritos. Não se esqueça que Manu Ginobili, por irresponsabilidade de Gregg Popovich, contundiu-se na última partida da fase de classificação, quando tudo estava definido, e jogou com o braço lesionado por pequenas fraturas durante os playoffs.

Resultado: o time foi eliminado pelo Memphis.

Se Popovich não fizer bobagens e se der tempo de quadra para que Tiago Splitter desenvolva seu jogo, o alvinegro texano segue sendo uma das forças do Oeste. Mas claramente num nível abaixo dos quatro mencionados anteriormente.

O Memphis Grizzlies perdeu Darrel Arthur por toda esta temporada, mas, em compensação, poderá contar com Rudy Gay, que se ausentou dos playoffs passados por conta de uma lesão. Na balança, o time mais ganha do que perde.

De resto, tudo como dantes no quartel de Abrantes. E o que isso quer dizer? Que o mesmo time que causou sensação nos momentos decisivos do torneio passado estará novamente em quadra, pois Marc Gasol, que poderia ter se mandado, renovou seu contrato com a franquia, no melhor lance dos executivos durante a “off-season”.

Sobram duas vagas. E quem vai brigar por elas? Não necessariamente nesta ordem, mas acho que Portland Trail Blazers, Houston Rockets e Denver Nuggets são os candidatos mais fortes a elas.

Mas não podemos nos esquecer do Minnesota Timberwolves. Se Ricky Rubio e Derrick Williams jogarem, juntos com Kevin Love, Michael Beasley e Wesley Johnson poderão fazer do time da cidade que no passado abrigou o Lakers uma das sensações desta temporada.

EPÍLOGO

Pra não me furtar a finalizar os meus palpites, pra mim a final desta temporada será entre Miami Heat e Oklahoma City Thunder. E o Miami será o campeão.

Mas eu gostaria demais que fosse entre Chicago Bulls e Los Angeles Clippers. E não preciso dizer quem eu gostaria que fosse o vencedor.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011 NBA | 00:57

TÉCNICO QUER QUE NENÊ RENOVE PARA SER O LÍDER DO DENVER

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O site do jornal “Denver Post” publicou neste domingo uma entrevista com George Karl. O papo com o técnico do Nuggets teve como carro-chefe o brasileiro Nenê Hilário.

Benjamim Hochman, o repórter do jornal, queria saber sobre Nenê. E o título da reportagem é: “Entrevista com George Karl: Nenê, uma importante engrenagem”.

Sim, Nenê não é visto pelo treinador do Nuggets apenas como uma respeitável engrenagem dentro da equipe. Ele é visto como a mais respeitável engrenagem dentro do grupo de jogadores.

“Nenê se tornou o cara mais importante de nosso time”, disse Karl. “Ele não é um cara de grandes números; ele é um cara de grandes responsabilidades. Nossos jogadores mais jovens precisam dele”.

Pois é, esse jeitão arredio, na dele, nada tem a ver com marra, como muitos pensam. Eu conheço Nenê. Ele é assim mesmo, reservado, na dele, não se mete em confusão e detesta holofotes.

Mas é um cara de grupo, ninguém fala mal dele dentro do Denver. Nenê tem o respeito de todos e o reconhecimento de seu treinador. Exatamente por se comportar assim: com seriedade.

DÚVIDA

Seria legal para Nenê assumir esse posto de líder do Denver? Como já disse aqui, Nenê precisa alçar voos mais altos. Ele precisa de um time que o leve, ao menos, a uma final de NBA; um time competitivo. Afinal, ele já tem 29 anos.

E o Denver não será esse time competitivo.

O Nuggets teve sua chance com Carmelo Anthony e Melo não conseguiu levar o Denver aonde Nenê e seus torcedores esperavam que ele pudesse levar.

POSIÇÃO

Na entrevista, George Karl disse também que se o são-carlense renovar com o Nuggets vai usá-lo como ala-pivô e não como pivô. A posição de pivô será ocupada pelo russo Timofey Mozgov, que foi para o Denver na troca de Carmelo Anthony.

“Conversamos muito (no passado) sobre como ele prefere jogar, de ala-pivô ou pivô”, disse Karl. “E acho que nesta temporada ele terá essa oportunidade (de jogar como ala-pivô)”.

Se Nenê ficar no Denver, é claro.

Alguns parceiros deste botequim já me questionaram sobre isso: não seria melhor Nenê como ala de força?

Pra quem é jovem e não se lembra de Nenê com a camisa 13 do Vasco, eu conto que naquela época ele jogava exatamente como ala de força. O pivô do time carioca era o dominicano José Vargas, que usava a camisa 12.

Mas Nenê não era esse gigante que a gente vê hoje em quadra e que usou durante oito temporadas a camisa 31 do Denver. Nenê era forte, mas era esguio. E tinha uma velocidade que hoje, com o passar dos anos e do aumento da massa muscular, ele não tem mais.

Então, respondendo a pergunta dos parceiros, eu acho que Nenê se solidificou na NBA como pivô. E como pivô, acho eu, ele deveria continuar jogando.

Tanto que Nenê é disputado por muitas equipes neste mercado de “free-agents” por conta de seu trabalho como pivô. Se for contratado pelo Houston, será para jogar como pivô; se acertar com o Golden State, será para jogar como pivô; se assinar com o Miami, será para jogar como pivô.

Enfim, ninguém (à exceção de George Karl) vê o brasileiro como ala de força. Todos os veem como pivô.

VITÓRIA

A entrevista com de George Karl foi emblemática. Mostrou que mesmo sendo brasileiro Nenê é líder em terras americanas.

Não é para qualquer um, creiam.

Pra você vencer nos EUA, uma nação competitiva e repleta de talentos em todas as áreas, você não pode ser mais um: você tem que ser diferenciado.

E Nenê é assim.

Não o fosse, não estaria neste momento nesta posição, sob holofotes, que ele tanto detesta, de muitas equipes da NBA.

Notas relacionadas:

  1. NENÊ, DENVER E A SELEÇÃO DOS EUA
  2. A BOA VIDA DE NENÊ NO NOVO DENVER
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Autor: Fábio Sormani Tags: , , ,

segunda-feira, 14 de novembro de 2011 Sem categoria | 22:40

JOGADORES REJEITAM PROPOSTA, DISSOLVEM SINDICATO E NBA PODE DESAPARECER

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Aconteceu o que todos esperavam: depois de mais de três horas de reunião, os jogadores rejeitaram a última proposta da NBA. E mais: disseram que vão dissolver o sindicato. Ou seja: a briga vai para os tribunais.

Uma tragédia.

Os entendidos dizem que em 45 dias o sindicato será desfeito. Com isso, os atletas vão processar a NBA com base na lei antitruste alegando que a liga agiu de má fé.

Seja lá o que isso possa significar, essa pendenga pode durar anos. Alguns falam em dois, três anos. Outros, todavia, dizem que o fato de a discussão ir para os tribunais pode resultar em acordo mais rápido do que se imagina e que a temporada não está perdida ainda.

Especialista em direito desportivo e professor de direito da Universidade de Tulane, Gabe Feldman disse: “É impossível prever o que vai acontecer”.

Maurice Evans, ala do Atlanta Hawks e vice-presidente da NBPA, disse que a decisão dos atletas em rejeitar a nova proposta da NBA e dissolver o sindicato foi unânime. Participaram da reunião jogadores como Kobe Bryant, Carmelo Anthony e Chauncey Billups.

“Nós colocamos na mesa todas as nossas propostas e todas foram rejeitadas”, disse Evans. “É um risco calculado, mas é a escolha certa a se fazer. Não há mais nada a se negociar”.

“Ficamos muito, muito perto de um acordo”, lamentou Stern, entendendo que os jogadores deveriam aceitar o que foi proposto pela NBA na última quinta-feira. “Infelizmente, eles preferiram dar um bico nisso tudo”.

Marc Fleisher, agente de atletas da NBA, disse que o grande erro de Stern foi ter colocado a faca na garganta dos jogadores. “Eles são pessoas competitivas e não reagem bem a ultimatos”.

Em nota divulgada nesta segunda-feira, Stern afirmou: “A NBA tem agido de boa fé durante todo o processo de negociação coletiva, mas porque a nossa proposta revisada não foi do seu agrado, o sindicato decidiu concretizar a ameaça do Sr. (Jeffrey) Kessler (advogado do sindicato dos jogadores)”.

O que Stern quis dizer é que em fevereiro do ano passado Kessler, advogado do sindicato, havia ameaçado dissolver a NBPA e processar a liga com base na lei antitruste.

Enfim, chega de blábláblá. A situação é grave. Poderemos mesmo ficar sem o basquete da NBA por muito, mas muito tempo.

Lamentável.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , ,

terça-feira, 8 de novembro de 2011 NBA | 22:12

JOGADORES DIZEM ‘NÃO’ À PROPOSTA DA NBA E PEDEM NOVA REUNIÃO NESTA QUARTA

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Os jogadores se anteciparam ao prazo dado pelo comissário David Stern e avisaram: não aceitam a proposta de 51-49 em favor deles, oferta feita no último domingo quando NBA e NBPA (a associação dos jogadores) estiveram reunidas pela última vez. Participaram do encontro desta terça-feira 43 jogadores (entre eles Carmelo Anthony e Blake Griffin) e 29 dos 30 times estiveram representados.

“Não vamos aceitar essa proposta”, afirmou Derek Fisher, presidente da NBPA e armador do Lakers.

Ao mesmo tempo, os atletas pedem nova reunião com os patrões antes do “deadline” que Stern impôs aos jogadores, nesta quarta-feira. Ou seja: os jogadores ainda querem negociar — assim espero.

O que se comenta é que eles topariam os 51-49 proposto pela NBA, desde que algumas concessões fossem feitas. Quais? Teremos que aguardar pela reunião desta quarta.

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  3. DEPOIS DE OITO HORAS DE REUNIÃO, LOCAUTE CONTINUA NA NBA
Autor: Fábio Sormani Tags: , , ,

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