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segunda-feira, 24 de novembro de 2008 NBA | 12:43

MARTIN FOI DECISIVO PARA O DENVER

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O resultado não diz o que foi a partida. Quem vê Denver 114-101 Chicago, vai achar que foi moleza.

Não foi.

O Bulls deu muito trabalho ao Denver, especialmente no final do terceiro quarto e início do último período. Esteve dois pontos na frente (99-97) a pouco mais de cinco minutos para o encerramento do confronto, quando o Nuggets fez uma corrida de 17-2 e colocou um ponto final na questão.

Carmelo Anthony foi importante para que o jogo terminasse em vitória dos anfitriões. Uma bola de três colocou o time na frente em 100-99 e na seqüência ele deu uma enterrada espetacular – mas nem de longe semelhante às de LeBron James – e jogou o time três pontos à frente.

Chicago pede tempo; os 16.202 torcedores quase derrubam o Pepsi Center contagiados pela reação do time e pela enterrada de Melo.

O tempo dos visitantes foi infrutífero, como se viu.

CLUTCH PLAYER

O termo define jogador que cresce nos momentos decisivos. Se Carmelo Anthony incendiou o Pepsi Center, como vimos, o cara do Denver nesse momento derradeiro foi Kenyon Martin (foto AP).

O maluco ala/pivô do Nuggets marcou oito pontos, apanhou quatro rebotes, deu uma assistência e um toco nos cinco minutos finais. Deixou a quadra como o melhor jogador da partida.

Seus números finais: 26 pontos (sua maior pontuação na temporada), oito rebotes (dois no ataque), dois tocos e um desarme.

Levou o moto-rádio.

TRIPLE-DOUBLE

Carmelo Anthony quase fez seu primeiro “triple-double” da temporada. Deixou a quadra com 21 pontos, 13 rebotes (três de ataque) e oito assistências. Duas a mais e seu sonho seria realizado.

Jogou muito, mas o moto-rádio ficou mesmo com Kenyon Martin pelo final da partida.

NENÊ

O são-carlense também brilhou nesse triunfo dominical. Nenê anotou 21 pontos (um a menos do que na vitória em LA diante do Clippers, sua fartura nesta competição), pegou seis rebotes (nenhum no ataque, isso não é bom), deu duas assistências e fez o mesmo número de desarmes.

E três tocos; o último deles, aliás, um primor, pra cima de Drew Gooden. Faltavam cinco segundos para o final do jogo (placar definitivo em 114-101) e Gooden quis fazer a graça de arremessar, quando todos sabemos que esse “garbage time” é feito para não se fazer nada.

Gooden arremessou e Nenê encarou o desafio. O medonho jogador do Bulls quase caiu no colo dos jogadores do Denver depois do toco recebido.

Foi o momento de Nenê na partida.

MÃO NA FORMA

Nenê, como vimos, terminou o embate com 21 pontos. Acertou sete de suas 13 tentativas, o que dá um aproveitamento de 53.8%.

Pouco para o seu rendimento na temporada. Se você não sabe, Nenê é o líder no fundamento neste campeonato. Estava com 64.7% de acerto, mas viu seu aproveitamento cair para 63.6% pelo desempenho de ontem.

O brazuca 31 do Denver errou bolas incríveis, especialmente uma ao final do primeiro quarto, sozinho, diante do aro. Ao invés de cravar, tentou uma largadinha que o deixou na mão.

REBOTES

Como falei acima, Nenê não foi bem nos rebotes. Seis é pouco para o seu tamanho – vertical e horizontal.

Nenê é grande pra xuxu; é visível. Na ficha da NBA, ele aparece com 2m11 de altura e 118 quilos. Músculo puro; nada de gordura.

Já vimos que ele usa muito de seu tamanho pra tirar os grandalhões oponentes do garrafão e abrir espaços para Kenyon Martin e Carmelo Anthony se fartarem nos rebotes. Mas Nenê precisa dizer para os companheiros: eu também quero pegar rebotes.

Por mais que o técnico George Karl e seus assistentes saibam do trabalho coletivo de Nenê, estatística conta.

E muito.

ZEBRA

O Minnesota entrou em quadra ontem à noite diante do Pistons, em Detroit, com um recorde de 2-9 (18.1%) e 0-5 “on the road”. Tinha pela frente um adversário favorito ao título da Conferência Leste e que conta com jogadores como Allen Iverson, Rip Hamilton e Rasheed Wallace.

E uma torcida feroz. Auburn Hills é o último destino escolhido pelos times da NBA. Dizem que é pior do que Salt Lake City.

E não é que deu Minnesota? 106-80. Isso mesmo, 26 pontos de vantagem.

Depois tem gente que diz que no basquete não tem zebra. Que o melhor sempre vence, isso e aquilo.

O que tem no basquete é que o sistema de playoffs não possibilita zebras. Mas ela pode ocorrer em uma partida ou outra, como vimos.

Os 22.076 torcedores viram-na desfilar ontem pelo impecável parquete do Palace of Auburn Hills. Sim, no basquete também tem zebra.

REGISTRO

Só para não deixar passar em branco: desde que Allen Iverson chegou, o recorde do Detroit é o seguinte: quatro vitórias e cinco derrotas. No revés de ontem ele marcou nove pontos (3-11) e deu apenas duas assistências.

Em contrapartida, seu rival, Randy Foye (foto AP), anotou 23 pontos e deu 14 assistências.

FAB FOUR

Kevin Garnett, Paul Pierce e Ray Allen são as três estrelas do Boston. São conhecidos como “The Big Three”. Os oponentes tremem diante deles.

Foi assim na temporada passada. Nesta, a história está se repetindo, pois o Celtics tem a segunda melhor campanha da NBA com um recorde de 12-2 (86.7%), atrás apenas do Lakers, que fez até agora 11-1 (91.7%).

Garnett, Pierce e Allen seguem barbarizando, mas um baixinho quer mudar a denominação estelar do Boston de “The Big Three” para “Fab Four”. Já escrevi e não custa repetir: Rajon Rondo será eleito o “Most Improved Player” desta temporada.

Ontem em Toronto ele calou os 19.800 torcedores que foram ao Air Canada Centre imprimindo um ritmo intenso no início da partida, o que possibilitou ao Celtics começar o encontro com um 10-0. Ginásio mudo, o Boston foi, após esse início avassalador, foi deslanchando aos poucos na partida, abriu uma diferença de 24 pontos e se deu ao luxo de poupar suas três estrelas.

Pierce atuou 24 minutos, Garnett 29 e Allen 31. Isso, mesmo jogando em quadra estrangeira e contra um oponente que não é de se desprezar, pois são poucos os times que podem contar com Jermaine O’Neal e Chris Bosh no pivô.

Poupou, é verdade, suas quatro estrelas, pois Rondo aloprou os oponentes apenas durante 26 minutos. Mas o suficiente para escrever a história da partida: Boston 118-103.

DEFESA

Se o Lakers voltou a vencer, sua defesa voltou a preocupar. Nos últimos cinco jogos, o time sofreu mais de 100 pontos em três deles. Detalhe: todos dentro de casa.

Antes de a temporada começar, Phil Jackson e companhia disseram que a defesa seria o diferencial do time nesta temporada. O começo foi muito bom, pois nos 7-0 iniciais em nenhuma partida o adversário atingiu a contagem centenária.

Mas bastou perder para o Detroit, em LA, por 106-95, no jogo que quebrou a invencibilidade da equipe, que a defensiva amarelinha abriu o bico.

Na vitória de ontem diante do Sacramento – nem precisa dizer que foi em Los Angeles, pois já abordamos este assunto –, o fraco adversário conseguiu marcar 108 pontos. Mas o ataque resolveu a questão ao registrar 118.

Quer dizer: o Lakers ganhou graças ao seu poderio ofensivo. Nada menos do que oito jogadores terminaram a partida com dez ou mais pontos. Ou, como eles dizem, com um “double-digit”.

Kobe Bryant foi o cestinha com 24 pontos, depois vieram Pau Gasol (16), Andrew Bynum (15), Lamar Odom (14), Vladimir Radmanovic (12), Trevor Ariza (11) e Derek Fisher e Jordan Farmar (dez pontos cada um).

Os 118 pontos anotados foram a maior pontuação do time nesta temporada, registre-se

Festa no vestiário? Nada disso; veja o que Kobe falou:

– Eu não estou satisfeito com esta vitória. Nós não melhoramos esta noite. Nós poderíamos ter feito uma defesa mais forte.

O Sacramento teve um aproveitamento de 53.4% de seus arremessos. Muito para quem quer recuperar um título que não vem há seis temporadas.

Notas relacionadas:

  1. NBA TEM TUDO PARA REPETIR FINAL PASSADA
  2. NENÊ ARREBENTA EM VITÓRIA DO DENVER EM LA
  3. SOZINHO, DUNCAN NÃO FOI PÁREO PARA O DENVER
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

terça-feira, 18 de novembro de 2008 NBA | 12:34

UM TÉCNICO PARA O CLIPPERS

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Avery Johnson não é um técnico – pelo menos neste momento – talhado para ser campeão da NBA. Mas é um treinador capaz de levar uma franquia a um bom desempenho durante uma temporada.

Ele mostrou isso no Dallas. Em quatro temporadas comandando a equipe, levou-a em todas aos playoffs. Mas na final mais ganha da história da NBA (2005/06), conseguiu entregar o título ao Miami. São águas passadas, no entanto.

Por que falo der AJ? Porque ele está desempregado e poderia ser de grande utilidade ao Clippers. O time de Los Angeles perde um tempo danado com Mike Dunleavy (foto). Este nunca foi um grande treinador. Está em sua 16ª. temporada na NBA e chefia o primo pobre de LA há seis torneios, incluindo o atual.

Dunleavy é fraco. Seu melhor desempenho como treinador foi ter chegado à final da NBA dirigindo o Lakers na temporada 1990/91. Mas o time, que contava com Magic Johnson, James Worthy e Byron Scott, perdeu a decisão para o Chicago Bulls de Michael Jordan por 4-1, que conseguia, na ocasião, seu primeiro anel.

Foi a experiência inicial de Dunleavy como treinador. A expectativa em relação ao seu trabalho cresceu demais. Mas de lá para cá o melhor que conseguiu foi chegar à final da Conferência Oeste em duas temporadas, dirigindo o Portland, perdendo ambas para San Antonio (98/99) e Lakers (99/00).

Com o Clippers, seu melhor papel foi na temporada 2005/06, quando chegou aos playoffs. Bateu o Denver de Nenê – que nem jogou esta série por estar contundido – na primeira rodada, mas caiu diante do Phoenix de Leandrinho – que atuou este confronto e teve média de 14.2 pontos por partida – na etapa seguinte.

Em sua primeira temporada comandando o Clippers (2003/04), Dunleavy teve um desempenho sofrível: 28-54 (34.1%). Na seguinte, melhorou: 37-45 (45.1%). Em 2005/06, como vimos, chegou aos playoffs, fazendo 47-35 (57.3%), mas nas duas seguintes não conseguiu chegar à fase decisiva, tendo marcado 40-42 (48.8%) em 2006/07 e 23-59 (28.0%) no campeonato passado.

Nesta temporada, sua campanha só não é pior do que a do Oklahoma City. O Thunder venceu, como o Clippers, apenas um jogo, mas perdeu dez, o que dá ao debutante da NBA um desempenho de 9.1%, enquanto que os californianos têm exatos 10%.

O que acontece com o Clippers? Como é que um grupo que conta com Baron Davis, Marcus Camby, Cutino Mobley, Ricky Davis e Chris Kaman joga tão mal assim?

Seu ataque, com média de 89.2 pontos por partida, só não é pior do que o Charlotte, que tem um risível aproveitamento de 88.8 pontos. Sua defesa é a quinta mais vazada, com média de 102.0 pontos sofridos.

Está na cara que o problema do Clippers é o seu treinador. Para piorar, Dunleavy entrou em rota de colisão com Baron Davis, a grande contratação da franquia para esta temporada.

Sua demissão, parece-me, é questão de tempo. E curto.

TUDO ERRADO

Falo do Clippers porque o time foi derrotado ontem à noite pelo San Antonio dentro de seu Staples Center por 86-83. E novamente os texanos não puderam contar com Tony Parker e Manu Ginobili.

Era grudar em Tim Duncan e resolvia-se a parada. Mas não, Timmy conseguiu fazer 20 pontos e apanhar 15 rebotes, mesmo diante de um oponente que conta com dois ótimos pivôs, como Marcus Camby e Chris Kaman, e que tem ainda a ajudar o ala/pivô Tim Thomas.

Além de não ter subtraído nada do desempenho de Duncan, os vermelhinhos de Los Angeles ainda conseguiram a façanha de deixar o veteraníssimo Michael Finley, 35, anotar 19 pontos; ele que tinha 9.8 pontos de média. Pior: Roger Mason (quem?) marcou 21 – inclusive a bola de três que deu a vitória ao Spurs a 8.4 segundos do final –, sete a mais do que sua média na competição.

Quer dizer: tudo errado.

ÚLTIMO CHUTE

Como escrevi acima, Roger Mason fez o arremesso derradeiro que deu a vitória ao San Antonio. Faltavam 8.4 segundos para a partida terminar, já foi dito, quando a terceira bola tripla de Mason caiu dentro do aro do Clippers; mas não custa repetir.

Esta foi a terceira vitória consecutiva do Spurs, que manda o time para a zona de classificação para os playoffs, com uma campanha de 50% (5-5). Está na oitava posição e assim que Tony Parker e Manu Ginobili voltarem, voltarão com eles mais vitórias e mais qualidade de jogo, pois, cá entre nós, vencer o Clippers na última bola, mesmo com os desfalques referidos e jogando diante de 14.962 torcedores californianos é dose pra mamute.

ATÉ QUANDO?

Os torcedores do Spurs se perguntam a todo instante: quando Manu Ginobili e Tony Parker vão voltar? Boa pergunta, boa pergunta. Em San Antonio, a franquia responde: em algum momento do mês que vem.

Isso é que é precisão… Ou seja: ninguém sabe ao certo.

Parker deve regressar primeiro, pois sua contusão no tornozelo não foi tão grave quanto a cirurgia que “El Narigón” fez no joelho logo depois dos Jogos Olímpicos de Pequim.

Mas ninguém mais do que o técnico Gregg Popovic conta nos dedos os dias que faltam para as duas estrelas tornarem às quadras. Pois, com eles, o time terá força de banco, uma vez que os atuais titulares, Roger Mason e o novato George Hill, serão opções para Popovic.

Mason, inclusive, pode dar o descanso que Finley tanto precisa. O veterano ala/armador, aliás, justiça seja feita, melhora a cada partida. Desde a derrota para o Miami, no dia sete passado, quando ele errou todos os oito arremessos executados, em cinco jogos, teve um aproveitamento de 52.5% de seus chutes (31-59).

HUMILHAÇÃO

Shaquille O’Neal foi humilhado ontem em Salt Lake City. Tomou três desconcertantes tocos no último quarto. Mas antes de falarmos deles, convém contar o que aconteceu na partida para que isso ocorresse.

Vamos aos fatos…

Depois de ter sido expulso pela entrada desleal pra cima de Rodney Stuckey do Detroit, no domingo à noite, Shaq tentou repetir a dose com Carlos Boozer. Conseguiu em parte, pois Boozer não é mirrado como Stuckey. O’Neal derrubou o oponente, mas não fez o estrago do jogo passado.

Pois foi exatamente este lance, no início do terceiro quarto, quando o Phoenix vencia por um ponto (60-59), que encheu de brios os jogadores do Jazz e motivou o time mais do que todas as palavras emotivas usadas pelo técnico Jerry Sloan na preleção antes da partida e durante o intervalo.

Fatos relatados, voltemos pois ao tema inicial, que foi a humilhação de Shaquille O’Neal; mas não sem antes dizer que Boozer, a partir de então, anotou 14 de seus 21 pontos e comandou o Utah que fez uma corrida de 50-37 e fechou a partida em 109-97.

Voltando aos tocos, eles em muito ajudaram na conquista do time, não só porque evitaram pontos do oponente, mas principalmente porque desmoralizaram o adversário. O primeiro deles foi do ala Paul Millsap, a 6:03 do final do jogo (foto acima). O segundo e o terceiro vieram num espaço de dois segundos, aos 4:58 e 4:56, ambos executados pelo ala russo Andrei Kirilenko.

Shaq ficou com cara de m…

VITÓRIA IMPORTANTE

O triunfo colocou um ponto final na série de três derrotas consecutivas do Utah, todas sofridas fora de casa. O Jazz, aliás, como aconteceu no campeonato anterior, quando teve o melhor desempenho entre os 30 participantes como mandante, segue neste torneio como um anfitrião de maus modos: venceu todos os cinco jogos realizados na EnergySolutions Arena, que ontem recebeu 19.911 torcedores.

Melhor que o Utah, só o Cleveland, que ganhou sua meia dúzia de partidas jogadas na Q Arena.

VICE LÍDER

Mesmo com a derrota, o Phoenix manteve a segunda colocação no Oeste. Isso graças aos três revezes do Utah mencionados anteriormente.

Leandrinho faz falta neste momento, especialmente num jogo onde a artilharia é necessária. O brazuca vem do banco e pode incendiar a pugna em favor do Suns.

Mas o técnico Terry Porter se vê ainda privado de contar com esta ótima alternativa. Leandrinho segue em São Paulo, ao lado da família, recuperando-se do baque da morte da mãe, ocorrida na semana passada.

E sem data para voltar, segundo me informou Jefferson Yassuda, assessor de imprensa do jogador, com quem eu falei há cerca de meia hora.

OBRIGAÇÃO

O Houston foi a Oklahoma City e bateu o Thunder (pior time da NBA) por 100-89. O argentino Luis Scola marcou 23 pontos, sua maior pontuação nesta temporada, foi o cestinha do Rockets e regeu o time em quadra, contribuindo ainda com mais nove rebotes (três na frente).

Mas, como dizia Plínio Marcos, em toda história sempre há um porém. Tracy McGrady deixou a quadra do Ford Center (18.145 pagantes) a 11:32 minutos do final do terceiro quarto e não mais voltou.

Voltou, isto sim, a sentir dores no joelho direito, operado há seis meses. Motivo: um movimento equivocado no momento de um passe para Scola no começo do segundo quarto. Permaneceu em quadra, mas o técnico Rick Adelman resolveu poupá-lo no início do terceiro quarto; e com razão.

McGrady jogou apenas 18 minutos. Hoje fará um raio-X no local para ver se tudo está bem. Se não for conclusivo, uma ressonância será o segundo passo.

É dúvida para o jogo de amanhã, em casa, diante do Dallas.

Rockets x Thunder

CURIOSIDADE

Mencionei acima a final entre Lakers e Chicago em 1991, a primeira vencida por Michael Jordan. Sabe quanto MJ ganhou naquela temporada para ser campeão e vestir a camisa 23 do Bulls? US$ 2,5 milhões. Você tem idéia de quanto Magic Johnson faturou? US$ 100 mil a menos.

Encostado no New York, Stephon Marbury receberá nesta temporada US$ 21,9 milhões.

Inacreditável.

RESOLVIDO

Analisando as manifestações dos internautas, volto, pois, ao formato com o tema principal seguido de outras notas. Revelou-se o preferido.

E como este blog é uma democracia, a maioria vence.

Quero agradecer a todas as manifestações, o que deixou-me bastante satisfeito.

Notas relacionadas:

  1. NBA TEM TUDO PARA REPETIR FINAL PASSADA
  2. LAKERS IGNORA CRISE E DÁ US$ 57,4 MI PARA BYNUM
  3. NÚMEROS QUE ENGANAM
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

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