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sábado, 4 de fevereiro de 2012 NBA | 15:39

LAKERS JOGA COMO UM TIME E NÃO COMO TIME DE UM JOGADOR SÓ E VENCE O DENVER NO COLORADO

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O Lakers conseguiu ontem à noite sua terceira vitória fora de casa nesta temporada. Três vitórias em dez jogos disputados; muito pouco para um time como o Lakers, convenhamos.

E conseguiu vencer o Denver no Colorado por 93-89 porque jogou como um time e não como um time de um jogador apenas. Kobe Bryant não precisou fazer 40 ou mais pontos. Ele contribuiu com apenas 20, mas entregou nove passes corretos que se converteram em cestas. Andrew Bynum anotou 22 pontos e capturou dez rebotes. E Pau Gasol fez 13 pontos e coletou 17 ressaltos.

Ou seja: seus três principais jogadores tiveram um comportamento semelhante. Se continuar assim, o Lakers reverte esse marcador, atualmente em desvantagem (3-7) e passará a trabalhar no positivo brevemente.

Mas para que isso ocorra o time precisa continuar jogando como um time e não como um time de um jogador apenas.

DESASTRE

Danilo Gallinari, que tem jogado o fino da bola nesta temporada, negou fogo na derrota diante do Lakers. Anotou apenas seis pontos, acertou só um de seus nove arremessos, uma bola de três das seis que disparou contra o aro adversário.

Um desastre.

Em compensação, Al Harrington voltou a jogar bem: 24 pontos vindos do banco, em 36:52 minutos em quadra.

Al não é titular se você levar em consideração que ele não é anunciado pelo locutor do ginásio. Mas se você é daqueles, como eu, que se liga nos minutos jogados e nos momentos em que o jogador está em quadra, você conclui, como eu, que Al Harrington é titular como ala-pivô fazendo par com Nenê Hilário, com o russo Timofey Mozgov sendo um reserva que apenas tem o gostinho de ouvir seu nome anunciado pelo locutor do ginásio.

Nenê? Nada de especial: 12 pontos e seis rebotes, nenhum ofensivo. O jogo de sempre.

OPOSTO

Seguimos falando de basquete; não se engane com o título e vá pensar que o assunto agora é voleibol. É basquetebol mesmo.

Falei em oposto porque Anderson Varejão teve um desempenho bem diferente de Nenê.

Assim como Nenê, Varejão saiu derrotado de quadra. Seu Cleveland, jogando em Orlando, perdeu para o Magic por 102-94. Mas o capixaba foi um gigante diante de outro gigante, Dwight Howard.

Não é fácil enfrentar D12 — Nenê que o diga. Varejão encarou a fera, fora de casa e saiu-se muito bem: 12 pontos e 15 rebotes, sendo três deles ofensivos.

Ok, eu vi, já escutei você, que não gosta do Varejão e diz que não é Pacheco, eu vi que o Varejão tomou toco de D12, isso e aquilo. Mas eu não estou comparando o brasileiro com o norte-americano. Não sou louco, sei que Dwight é mais jogador que Anderson.

O que quero dizer é que Varejão não afinou. Fez novamente seu papel com dignidade e categoria.

Com isso, continua em quarto lugar entre os melhores reboteiros do campeonato, em um universo com algo em torno de 120 jogadores. Tem 11,6 ressaltos por partida. E quando o assunto são os rebotes ofensivos, tem média de 4,6 por partida e posiciona-se espetacularmente no primeiro lugar.

PALMAS

Por falar em espetacular, Leandrinho Barbosa, depois de dois jogos apagados, voltou a jogar bem. Foram 19 pontos na vitória do seu Toronto diante do Washington por 106-89.

Esses 19 pontos garantiram-lhe o privilégio de ser o cestinha do time. Mesmo tendo errado seus três arremessos triplos, coisa que ele não costuma fazer.

PUXA!

O Indiana foi a Dallas e venceu o Mavs por 98-87. Eu não vi o jogo, mas, mesmo na pindaíba em que se encontra o atual campeão da NBA, vencer o campeão e na casa dele é algo para se tirar o chapéu.

Olho o “box score” e vejo que Paul George fez 30 pontos e foi o cestinha do jogo ao lado de Dirk Nowitzki.

Alguém tem algo pra contar sobre a contenda? Ricardo Camilo está por aí?

ARTILHEIRO

Por falar em pontuação alta, Kevin Durant marcou 36 na vitória de seu Oklahoma City diante do Memphis por 101-94.

KD foi o cestinha da NBA nos dois últimos campeonatos. Atualmente está em terceiro lugar, com média de 27,0 pontos, atrás de Kobe Bryant (29,5), o líder, e LeBron James (29,2), o vice-líder.

Querem apostar que Durant acabará como cestinha desta temporada também?

Notas relacionadas:

  1. DENVER VENCE E FRUSTA SAN ANTONIO
  2. LAVADA NO COLORADO
  3. JOGADOR DA NBA É COMO A CINDERELA
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012 Sem categoria | 13:56

NBA DIVULGA SELEÇÕES DO LESTE E DO OESTE QUE PARTICIPAM DO ‘ALL-STAR GAME’

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A NBA anunciou na noite de ontem os dois quintetos escolhidos pelos torcedores para o desafio entre o Leste e o Oeste no “All-Star Game” do dia 26 de fevereiro próximo, em Orlando.

No lado Leste, o Miami cedeu dois jogadores; no Oeste, a cidade de Los Angeles foi a base do quinteto.

Os dois times são os seguintes:

LESTE
Derrick Rose (Chicago Bulls)
Dwyane Wade (Miami Heat)
LeBron James (Miami Heat)
Carmelo Anthony (New York Knicks)
Dwight Howard (Orlando Magic)

OESTE
Chris Paul (LA Clippers)
Kobe Bryant (LA Lakers)
Kevin Durant (Oklahoma City Thunder)
Blake Griffin (LA Clippers)
Andrew Bynum (LA Lakers)

O jogador que mais votos recebeu foi o pivô Dwight Howard (foto Getty Images), do time da casa, que foi escolhido por nada menos do que 1.600.390 fãs, numa clara demonstração de afeto por parte deles. Orlando respira e transpira o ASG. Grande parte dos votos partiu da cidade do Mickey Mouse.

Em segundo lugar apareceu Kobe Bryant: 1.555.479 votos. O ala do Lakers ainda goza de grande prestígio entre os torcedores norte-americanos, embora a mídia local faça uma campanha descarada para colocar LeBron James como o número 1 da NBA.

Por falar no ala do Miami, LBJ foi votado por 1.360.680 fãs, ficando atrás não apenas de D12, mas também do armador Derrick Rose, que contou com o carinho de 1.514.723 torcedores. Dwyane Wade recebeu 1.334.223 votos. Carmelo Anthony completa o quinteto. O ala nova-iorquino é um clássico intruso nesta seleção, mas como são os fãs quem escolhem os titulares das duas seleções, não há o que se fazer: ele acumulou 1.041.290 votos.

No Oeste, depois de Kobe, o jogador mais popular foi Kevin Durant: 1.345.566 votos. Depois vieram: Chris Paul, 1.138.743; Andrew Bynum, 1.051.945; e Blake Griffin, 876.451.

Somando-se os votos, o quinteto do Leste recebeu 6.851.306 indicações, enquanto que os titulares do Oeste ficaram com 5.968.184. O que isso quer dizer? Quer dizer que os jogadores do Leste são mais populares.

O ranking geral ficou assim:

1) Dwight Howard: 1.600.390
2) Kobe Bryant: 1.555.479
3) Derrick Rose: 1.514.723
4) LeBron James: 1.360.680
5) Kevin Durant: 1.345.566
6) Dwyane Wade: 1.334.223
7) Chris Paul: 1.138.743
8) Andrew Bynum: 1.051.945
9) Carmelo Anthony: 1.041.290
10) Blake Griffin: 876.451

Ou seja: se formos levar em conta a preferência dos torcedores, o time titular dos EUA para os Jogos Olímpicos de Londres, em julho próximo, seria:

Derrick Rose
Kobe Bryant
LeBron James
Kevin Durant
Dwight Howard

Acho que seria o meu preferido também, pois LBJ e KD podem perfeitamente se revezar como ala de força, sem contar que um jogar da posição pode vir do banco para ajudar quando preciso.

Mas não é isso o que a gente discute. O que discutimos é a seleção do ASG.

Respeitando os votos dos torcedores, meus dois quintetos, levando-se em consideração bola, apenas bola, seriam:

LESTE
Derrick Rose
Dwyane Wade
Luol Deng
LeBron James
Dwight Howard

Coloco Luol, pois o sudanês naturalizado britânico encontra-se no melhor momento de sua carreira. Está lesionado no pulso no momento e se ausentou nos últimos cinco jogos do Bulls, deixando bem claro que o time sem ele perde muito de sua força.

OESTE
Chris Paul
Kobe Bryant
Danilo Galinari
Kevin Durant
Andrew Bynum

Coloco Gallinari no quinteto, pois o ala italiano do Denver vem fazendo uma grande temporada, transformando-se no melhor jogador do time do Colorado, atualmente o segundo colocado na Conferência Oeste.

RESERVAS

A NBA informa que os reservas de cada time serão anunciados no dia 9 de fevereiro próximo, quinta-feira da semana que vem. Serão anunciados no intervalo da partida entre Boston e Lakers.

Eles serão escolhidos pelos treinadores de suas conferências, lembrando que os técnicos não podem votar em atletas de seus times.

Serão indicados dois armadores, dois alas, um pivô, além de dois jogadores independente de posição.

TREINADORES

Os dois técnicos serão aqueles com melhor campanha em suas respectivas conferências. Se fosse neste momento, seriam Tom Thibodeau (Chicago Bulls) no Leste e Scott Brooks (Oklahoma City Thunder) no Oeste.

Mas a NBA vai levar em consideração a classificação quando a rodada do dia 15 de fevereiro se encerrar.

SOLITÁRIO

Nenê Hilário foi o único dos quatro brasileiros a receber votação expressiva de modo a aparecer entre os mais votados. O paulista de São Carlos foi o preferido entre 207.102 torcedores.

RODADA

O grande jogo da noite de ontem ocorreu em Nova York, onde a equipe da casa voltou a perder, desta vez para o desfalcado Chicago Bulls: 105-102.

O Knicks é um arremedo de time de basquete. Tem um técnico de capacidade discutível e um jogador fominha, que coloca tudo a perder, pois conjuga os verbos na primeira pessoa do singular ao invés de conjugá-los na primeira do plural.

Mike D’Antoni desperta no torcedor a mesma ira e o mesmo desprezo que Isiah Thomas provocou num passado recente. Quando o NYK perde, os torcedores gritam das poltronas do Garden: Fora D’Antoni!

Carmelo Anthony é um atleta que deveria ter optado pelo tênis e não pelo basquete. Recentemente, Amar’e Stoudemire veio a público reclamar do antolho usado por Melo; e com razão.

Amar’e fez 34 pontos diante do Bulls, mas foram insuficientes para levar o time à vitória. Derrick Rose (foto Reuters) anotou dois a menos, mas contou com um time mais solidário, que mesmo desfalcado de duas importantes peças (Luol Deng e Rip Hamilton) sabe o que significa basquete em equipe.

O NYK tem uma campanha de 8-14. Em casa, 4-7. Na estrada, idem. Dos últimos 12 confrontos, venceu apenas dois.

É o décimo colocado do Leste, com um percentual de aproveitamento de ridículos 36,4%. Sonha com uma vaga nos playoffs porque esta conferência é mais frágil se comparada com a outra.

Estivesse o NYK no Oeste e ocuparia atualmente a 14ª posição.

FACE-TO-FACE

Por falar em comparações, até a rodada de ontem o duelo entre as duas conferências mostra o seguinte: 59 vitórias do Oeste contra 40 do Leste.

Mas ao olharmos a classificação geral do campeonato, temos o Oklahoma City em primeiro, mas os cinco seguintes são do Leste: Chicago, Miami, Philadelphia, Indiana e Atlanta.

O que isso quer dizer? Quer dizer que esses times, por fazerem parte do Leste, enfrentam equipes débeis e dificilmente perdem. No Oeste, como o equilíbrio é maior, a gente vê um perde e ganha, que acaba por interferir muito mais no recorde das equipes.

Notas relacionadas:

  1. O EQUILÍBRIO DO OESTE
  2. EQUILÍBRIO NO OESTE
  3. D-ROSE MVP: PRÊMIO MAIS DO QUE JUSTO
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , ,

domingo, 29 de janeiro de 2012 NBA | 13:32

LAKERS: UM TIME PATÉTICO

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O Lakers é hoje um time patético. Patético principalmente quando se apresenta fora de seu Staples Center. A derrota de ontem diante do Bucks, em Milwaukee, foi mais uma prova inconteste da debilidade da equipe de Kobe Bryant quando está “on the road”.

A derrota por 100-89 foi mais uma num cartel de fracassos. A campanha do time angelino fora de casa mostra apenas uma vitória e sete derrotas. E a única vitória veio na prorrogação, diante do Utah, em Salt Lake City.

Há, é verdade, que se dar um grande desconto para o Lakers. E não é desculpa, é fato: o time mudou de treinador e não houve pré-temporada decente, de modo a fazer a equipe entender os novos conceitos do técnico Mike Brown, que foi contratado para substituir o aposentado Phil Jackson.

Além disso, o sensível Lamar Odom, um dos principais jogadores da equipe, foi negociado porque ele ficou magoado pelo fato de a franquia envolvê-lo em uma troca que acabou fracassando.

E, finalmente, a cesta de atletas que chegaram a Los Angeles não tinha nenhum que arrancou suspiros nem mesmo do mais fanático torcedor.

O Lakers hoje não é nem sombra mesmo do Lakers da temporada passada, que foi varrido pelo Dallas nas semifinais dos playoffs. O Lakers de hoje é um time sem identidade ofensiva, pois seu treinador parece só rezar na cartilha defensiva.

E o Lakers desta década e meia que ficou para trás, todos nós sabemos, era um time que ganhou cinco campeonatos e perdeu duas outras finais por se caracterizar forte no ataque e não na defesa.

Hoje, como disse, Mr. Brown tenta mudar a identidade da equipe. O Lakers tem a sétima melhor defesa da liga neste campeonato, mas seu ataque é digno de pilhérias, mesmo contando com o melhor jogador de basquete do planeta. O Lakers é apenas o 22º ataque mais competente do torneio!

Nas 20 partidas disputadas até agora, o time ultrapassou a barreira dos cem pontos em apenas uma oportunidade: vitória diante do Houston por 108-99. Nem mesmo na partida frente ao Jazz, que houve uma prorrogação que aumentou a contenda em cinco minutos, o Lakers conseguiu atingir a contagem centenária.

Faz 13 partidas que o Lakers joga abaixo dos cem pontos. Isso nunca havia ocorrido desde que o relógio dos 24 segundos foi introduzido na temporada 1953-54.

E ontem foi mais grave ainda, pois o adversário jogou desfalcado de dois titulares. O pivô Andrew Bogut quebrou o tornozelo e o ala Stephen Jackson estava suspenso.

O “front court” do Bucks foi formado por nanicos. O ala-pivô Drew Gooden, 2,08m, fez o papel de pivô, enquanto que Luc Mbah a Moute, um ala de 2,02m foi um dos alas-pivô ao lado de Ersan Ilyasova, 2,07m.

E o que se esperava? Esperava-se que o Lakers pudesse ganhar o jogo ali, no garrafão, com Pau Gasol (2,13m) e Andrew Bynum (2,13m) atropelando tudo e a todos. Mas ambos negaram fogo.

Gasol (foto AP) anotou apenas 12 pontos, frutos de um ridículo aproveitamento de 6-18 (33,3%), e Bynum ficou em um não menos silencioso 15 pontos (6-10, 60,0%).

Some-se a um técnico débil quando o assunto é a ofensiva e aos dois pivôs (principalmente Gasol) que tiveram uma noite opaca, o fato de que a segunda unidade do Lakers é simplesmente ridícula. Enquanto o banco do Milwaukee adicionou 37 pontos ao placar final, os reservas do Lakers contribuíram com 24.

O Lakers está atualmente na nona posição na Conferência Oeste com um desempenho de 11-9 (55,0%). No geral, cai para a 15ª colocação.

A situação é preocupante.

Que o time se classifica para os playoffs eu não tenho dúvidas. O que eu duvido é que esse mesmo time possa fazer algo de proveitoso na fase aguda da competição.

Ao que tudo indica, será um ano pra ser esquecido.

Notas relacionadas:

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , ,

sábado, 21 de janeiro de 2012 NBA | 14:22

EM RODADA ESQUISITA, BYNUM PERDE PARA AS FALTAS E PARA D12

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Resultados esquisitos marcaram a rodada de ontem na NBA. O Boston voltou a decepcionar seus torcedores e perdeu em casa para o frágil Phoenix por 79-71. O New York saiu mais uma vez vaiado de quadra pelos seus fãs ao perder para o mediano Milwaukee por 100-86. O Spurs, jogando em San Antonio, foi surpreendido pelo irregular Sacramento: 88-86. E em Los Angeles, o Clippers perdeu para o Minnesota por 101-98.

Mas o jogo que mais marcou a rodada de ontem foi a nova derrota do Lakers, desta feita para o Magic, em Orlando, por 92-80.

TRAGÉDIA

Não é muito difícil explicar a derrota do Lakers para o Orlando. Andrew Bynum tinha o papel mais importante entre os jogadores californianos. Mais do que Kobe Bryant; mas fracassou.

Ao cometer rapidamente duas faltas no primeiro quarto e mais uma logo no início do segundo, Bynum deixou Dwight Howard à vontade em quadra para deitar e rolar no garrafão.

Com isso, o técnico Mike Brown foi obrigado a deslocar Pau Gasol para o pivô e usar outros jogadores bem meia-boca que ele tem no elenco para a função de “power foward”. O horrível Josh McRoberts foi o mais utilizado, um jogador, aliás, que deveria estar jogando em equipes como o Toronto e não no Lakers.

O desequilíbrio do prélio em favor do time angelino seria exatamente nesta posição: ala-pivô. O duelo entre Gasol e Ryan Anderson ou quem quer que por ali aparecesse (até mesmo Glen “Baleinha” Davis) seria amplamente favorável ao espanhol. E ele poderia construir a vitória que o time precisava.

Mas isso não ocorreu, pois ao cometer faltas em excesso, Bynum só atrapalhou os planos do Lakers.

D12 acabou o jogo com 21 pontos e 23 rebotes, tendo ficado em quadra 46 minutos, 20 a mais do que Bynum, que anotou 10 pontos e 12 rebotes.

Se Bynum tivesse sido mais eficiente, poderia ter subtraído muito do jogo de Howard e deixaria Gasol na posição dele, para desempenhar seu papel e desequilibrar a partida.

A mídia e os torcedores em Los Angeles estão revoltados. Todos apontam o dedo para Bynum e Jim Buss, filho de Jerry, o dono da franquia. Jim é o protetor de Bynum no elenco do Lakers e não aceita trocá-lo por Dwight Howard.

CONFRONTO

Como disse algumas vezes, Andrew Bynum pode jogar de igual para igual com Dwight Howard. Mas não foi o que se viu ontem à noite no Amway Center (foto AP).

Como mencionei anteriormente, as faltas foram o principal adversário do pivô do Lakers. No primeiro quarto, Bynum jogou 5:49 minutos. Nesse curto espaço de tempo, apanhou três rebotes, enquanto D12 fez cinco pontos, coletou quatro ressaltos e cometeu um erro.

Bynum iniciou o segundo quarto e conseguiu fazer apenas um ponto e mais nada nos 2:49 minutos em que jogou, pois rapidamente cometeu sua terceira falta, novamente em cima de D12. O pivô do Orlando tinha anotado, neste curto espaço de tempo, três pontos e amealhado igual número de rebotes.

Bynum começou a etapa final como titular. Jogou 9:29 minutos e fez quatro pontos, três rebotes e um toco. D12 ficou em quadra todos os 12 minutos e cravou quatro pontos, quatro rebotes e cometeu um erro no tempo em que duelou com Bynum.

No último quarto, o grandalhão do Lakers jogou 8:08 minutos e fez o seguinte: cinco pontos, seis rebotes e um toco. Howard ficou em quadra todo o período e anotou três pontos, três rebotes e cometeu um erro no tempo em que Bynum o desafiou.

Os números do confronto entre eles foram:

Dwight Howard — 15 pontos, 14 rebotes e três erros
Andrew Bynum — 10 pontos, 12 rebotes e dois tocos.

Como se vê, enquanto eles se confrontaram, a vantagem de D12 sobre Bynum não foi tão expressiva, a ponto de revoltar a coletividade do Lakers.

O grande pecado de Bynum foi não ter se segurado nas faltas. Mas faltas no basquete, a gente bem sabe, acontecem trocentas no jogo. Dependendo do local e da temperatura da partida, os juízes marcam mais para um e menos para o outro. E o jogo de ontem foi no centro da Flórida, lar do Orlando.

Sustento o que tenho dito: Bynum joga de igual para igual com D12. Isso não quer dizer que o pivô do Orlando não seja melhor. É claro que ele é, mas não a ponto de se fazer uma revolução no elenco do time californiano para se ter o grandalhão do Orlando.

Continuo rezando na mesma cartilha de Jim Buss.

A discussão continuará, pois os dois times não vão mais se enfrentar nesta temporada, a menos que ambos cheguem à final da competição, como aconteceu há três temporadas e o Lakers de Andrew Bynum foi campeão em cima do Orlando de Dwight Howard.

DÚVIDAS

Perguntas que ficam depois da rodada de ontem:

1) O que o New York está esperando para mandar Mike D’Antoni (foto AP) embora? O revés de ontem foi o quinto seguido e a campanha do Knicks na temporada é de 6-9. Simplesmente ridículo o trabalho do ítalo-americano;
2) O que se passa com o Boston? Até o inexpressivo pivô polonês Marcin Gortat consegue deitar e rolar em cima do Celts. Fez ontem 24 pontos e 12 rebotes! Em casa, o Boston tem o seguinte recorde: 4-5; fora, 1-4. Dos últimos sete cotejos, venceu apenas um, sendo que seis deles foram em casa. Hoje estaria fora dos playoffs, pois é o nono colocado no Leste;
3) Tiago Splitter até que foi bem na derrota para o Sacramento: 10 pontos e sete rebotes. Mas perder para o Kings, em casa, é dose pra mamute, mesmo sem Manu Ginobili. Enfim, acontece;
4) Já o Clips perdeu para o Wolves em LA graças a uma pelota muito bem arremessada por Kevin Love no estouro do cronômetro. Mas o time angelino não pôde contar uma vez mais com Chris Paul. Isso explica tudo.

Notas relacionadas:

  1. LAKERS IGNORA CRISE E DÁ US$ 57,4 MI PARA BYNUM
  2. BYNUM PODE FICAR DE FORA ATÉ OS PLAYOFFS
  3. RODADA REPLETA DE EMOÇÕES
Autor: Fábio Sormani Tags: , ,

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012 NBA | 12:28

EM NOITE DE GALA DE LEBRON JAMES, MIAMI VENCE LAKERS E MANTÉM TABU

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Foi o terceiro embate entre Lakers e Miami desde que o Miami dos “Três Magníficos” foi criado. E o Lakers perdeu pela terceira vez consecutiva. O Lakers jamais ganhou do Miami de LeBron James.

Na temporada passada, o primeiro encontro foi marcado para o dia de Natal. Em Los Angeles; final: Miami 96-80 Lakers. Naquela tarde californiana, LBJ barbarizou anotando um “triple-double”: 27 pontos, 11 rebotes e 10 assistências. Kobe, por seu turno, não foi nada bem: 17 pontos apenas, com um aproveitamento de 6-16 nos arremessos (1-3 nas bolas triplas).

O segundo clássico veio no dia 10 de março, desta vez no sul da Flórida. Final: Miami 94-88 Lakers. Naquela noite, LBJ teve novamente uma atuação destacada, ficando próximo de um novo “triple-double”: 19 pontos, nove assistências e oito rebotes. Kobe anotou 24 pontos, mas teve aproveitamento de 8-21 nos arremessos, o que provocou ira nele, que ficou em quadra depois da partida treinando arremessos por cerca de uma hora.

E ontem, finalmente, o terceiro encontro entre eles. Novamente noturno e no sul da Flórida. Final: Miami 98-87 Lakers.

Um pequeno tabu, que pode ser quebrado na próxima partida entre ambos, no dia 4 de março, desta vez em Los Angeles. Até lá, os californianos terão que curtir esta derrota, em cotejo que LeBron James (foto Getty Images), uma vez mais, barbarizou pra cima de Kobe Bryant.

MENSAGEM

O Miami entrou todo de negro. Uniforme novo, impactante, belíssimo. Como belíssima foi a atuação de LeBron James: 31 pontos, oito rebotes oito assistências e quatro roubos de bola.

E ele ainda estava gripado; quase não jogou. No treino de arremessos da manhã, LBJ não apareceu: ficou em casa repousando, resguardando-se para o jogo da noite, que ele não queria perder por nada neste mundo.

Foi a noite da redenção. Foi a noite que LBJ escolheu para responder a seus críticos. Foi a noite que LBJ escolheu para dizer a seus detratores: “Aguardem-me”.

Esta foi a mensagem depois do jogo que ele nos deu.

COMPARAÇÃO

LBJ foi comparado por Kobe com Oscar Robertson. Kobe nunca viu Big O jogar. Nem eu. Kobe ouvir falar de Big O; eu também. Por ter ouvido falar e estar vendo LBJ jogar, Kobe chegou à conclusão que LeBron pode ser comparado com Big O.

Talvez esta seja mesmo a melhor comparação.

Eu vi Magic Johnson jogar. Já cheguei a dizer aqui que o jogo dos dois se assemelha porque é baseado em todos os fundamentos e não apenas em um só.

Mas Magic era mágico; LeBron não é. Talvez Big O não fosse mágico, mas era genial. Como LBJ, em muitas ocasiões (como ontem, por exemplo), se mostra genial.

Big O (foto) terminou a carreira com médias de 25,7 pontos, 9,5 assistências e 7,5 rebotes. LBJ acumula médias, até o momento, de 27,7 pontos, 7,1 rebotes e 7,0 assistências.

Números que quase se assemelham.

(Abro este parêntese para dizer que Oscar Robertson é único jogador na história da NBA a ter um “triple-double” de média em uma temporada. Foi em 1961-62, quando, com a camisa do Milwaukee, ele anotou 30,8 pontos, 12,5 rebotes e 11,4 assistência. Fecho aqui o parêntese.)

CONFIANÇA

LBJ parece ter recuperado a confiança. Se isso realmente aconteceu e se ele mantiver esse nível até o final da competição, o Miami recupera o status de favorito ao título e LeBron pode sonhar em um dia ocupar uma cadeira na academia dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos.

Mas vamos dar tempo ao tempo e ver como será daqui para frente.

CARÁTER

Kobe Bryant pisou no impecável parquete da American Airlines Arena (20.004 pagantes) como o cestinha da temporada até o momento. Por conta disso e de seu basquete magnífico, o técnico Erik Spoelstra designou Shane Battier para vigiar seus passos.

É importante dizer que Battier é um marcador duro, mas é legal. Dos marcadores de Kobe, é dos poucos que não descem maldosamente o braço no ala-armador do Lakers tentando intimidá-lo e desestabilizá-lo.

E de maneira limpa, jogando basquete, Battier permitiu a Kobe 24 pontos. Não é pouco, é verdade, mas o aproveitamento foi de apenas 38,1% de seus arremessos (8-21), o mesmo aproveitamento que irritou-o em março do ano passado.

COMPORTAMENTO

Como disse, Shane Battier é um cara leal. Bem diferente, por exemplo, de Metta World Peace, que sempre foi sujo ao marcar Kobe. Diferente de Matt Barnes, que também sempre foi desleal quando enfrentou KB.

Aliás, o Lakers reuniu três cafajestes em seu elenco: World Peace, Barnes e Josh McRoberts.

Vocês viram a cotovelada covarde que ele deu em LeBron James no final do primeiro quarto? Deveria ter sido expulso, mas não foi.

Aliás, não foi surpresa pra mim a atitude de McRoberts. Ele veio do Indiana, um time com um bando de animais que nos playoffs da temporada passada passou toda a série dando bordoadas nos jogadores do Chicago tentando ganhar no braço uma série que era impossível ganhar na bola.

ELEGÂNCIA

Ao final do jogo, suando em bicas, LeBron James foi entrevistado por Craig Sager, o espalhafatoso repórter da TNT.

Pediu uma toalha para o pessoal do banco de reservas. Enxugava o rosto para apresentar-se dignamente diante das câmeras e para não respingar seu suor em Sager. São poucos os jogadores que fazem isso.

Mesmo entrevistados por mulheres, a maioria não se dá ao trabalho de se enxugar em sinal de respeito. LeBron, ao contrário, preocupa-se com isso, pois preocupa-se com o próximo.

Na entrevista, falando sobre Kobe Bryant, disse que ganhar dele tem sempre um sabor especial. Sabem por quê? Disse LBJ: “Porque Kobe é um dos maiores jogadores de todos os tempos e o maior da atualidade”.

CARÁTER

No segundo quarto, LeBron James tentou evitar um lateral bola e este esforço custou-lhe cair em um torcedor que estava acomodado em uma cadeira de pista da primeira fileira. LBJ rapidamente segurou a cadeira e não deixou o espectador espatifar-se no chão, correndo o risco de bater a cabeça no solo e, Deus nos livre, ocorrer um traumatismo craniano.

A cena foi espetacular pelo cuidado mostrado por LBJ, que mais tarde foi informado por Craig Sager ser David P. Samson, presidente do Miami Marlins, time de beisebol, rival do New York Yankees, time do coração de LBJ.

Nova demonstração de caráter de LBJ.

(Aqui eu abro outro parêntese para dizer que nestas situações Metta World Peace costuma mergulhar nos torcedores, pouco se importando com o que posso acontecer com eles. Dito isso, fecho o parêntese.)

QUEDA

Depois de anotar, respectivamente, 48 pontos (Phoenix), 40 (Utah), 42 (Cleveland) e 42 (Clippers) e ter um desempenho de 61-121 (50,4%), nos dois últimos jogos Kobe Bryant fez 15-43 (34,9%).

Nos dois últimos jogos, KB (foto Getty Images) somou apenas 38 pontos.

O JOGO

Além da partida espetacular de LeBron James e da marcação ferrenha de Shane Battier em cima de Kobe Bryant, outros fatores determinaram a vitória do Miami sobre o Lakers.

1) Ao final do primeiro tempo, o Heat vencia por 52-37 e tinha acertado nada menos do que 8-13 nas bolas de três;
2) O desempenho de Matt Barnes na partida foi comprometedor. Além de não conseguir marcar LBJ, fez apenas três pontos, fruto de uma bola longa. Terminou a partida com 1-6 nos arremessos;
3) Derek Fisher, uma vez mais, comprometeu o time: dois pontos (1-5) e uma assistência;
4) Os pivôs titulares do Lakers salvaram-se. Juntos, Pau Gasol (26) e Andrew Bynum (15) anotaram 41 dos 87 pontos do time angelino; juntos, pegaram 20 dos 38 rebotes da equipe (12 de Bynum, que foi o único jogador do Lakers e da partida a cravar um “double-double”);
5) As bolas de três dos californianos não encontraram a cesta como eles pretendiam: 6-20 (30,0%);
6) Em contrapartida, o desempenho do Miami nos tiros longos foi muito bom: 9-18 (50,0%);
7) No duelo dos bancos de reservas, o Miami venceu por 24-17 e nos rebotes foi 15-6;
8) Os lances livres continuam a tirar o sono do técnico Erik Spoelstra: 13-18 (72,2%); 8)

CURIOSIDADES

O Miami venceu seu quinto jogo sem Dwyane Wade; não perdeu nenhum com ele do lado de fora… O jogo foi resolvido nos três primeiros quartos, quando o Miami fez 77-56 e permitiu ao time um aproveitamento de apenas 37,9% de seus arremessos… A campanha do Lakers fora de casa é de 1-5. A única vitória foi conquistada diante do Utah, na prorrogação, por 90-87… Eddy Curry jogou com a camisa do Miami pela primeira vez: seis pontos e três rebotes em seis minutos… Leiam este parágrafo do relato do jogo feito pelo jornal “LA Times”: “The Lakers locker room was quiet after de game, but there were fireworks at halftime, couch Mike Brown loudly telling players to trust their defense. The problem, however, is the offense”… Do lado de fora, vendo a partida, lado-a-lado estiveram Pat Riley e Magic Johnson. Ah, tempos inesquecíveis do “Showtime”, um basquete que encantava mesmo aqueles que não se ligavam tanto na modalidade. E no banco de reservas do Miami, outro componente daquele time: Bob McAdoo, hoje assistente de Erik Spoelstra.

RECADO

Mensagens agressivas serão mandadas direto pra lixeira. Como vocês bem sabem, uma das bandeiras deste botequim é preservar a cordialidade e a amizade entre nós. Discutam, discordem, provoquem se for o caso, mas não percam a compostura jamais.

Notas relacionadas:

  1. NOITADA DE GALA EM MIAMI
  2. NOITE DE GALA
  3. LEBRON JAMES GANHA RECONHECIMENTO E MOSTRA EVOLUÇÃO EM SEU JOGO
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012 NBA | 21:43

NBA DIVULGA PRIMEIRA PARCIAL DO ‘ALL-STAR GAME’ E DWIGHT HOWARD É O JOGADOR MAIS VOTADO

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A NBA anunciou na tarde desta quinta-feira a primeira parcial com a votação para o “All-Star Game” que será realizado em Orlando no dia 26 de fevereiro próximo.

Dwight Howard, pivô do time da casa, foi o jogador que mais mais indicações recebeu até o momento entre todos os atletas votados. D12 teve nada menos do que 754.737 votos.

Depois de D12 (foto AP), o segundo jogador mais votado foi Kobe Bryant, com um total de 690.613 indicações.

Se esta fosse a votação definitiva, os dois quintetos seriam os seguintes:

LESTE

Derrick Rose (Chicago Bulls) — 640.476
Dwyane Wade (Miami Heat) — 637.912
LeBron James (Miami Heat) — 640.789
Carmelo Anthony (New York Knicks) — 496.351
Dwight Howard (Orlando Magic) — 754.737

OESTE

Chris Paul (Los Angeles Clippers) — 540.173
Kobe Bryant (Los Angeles Lakers) — 690.613
Kevin Durant (Oklahoma City Thunder) — 633.538
Blake Griffin (Los Angeles Clippers) — 394.264
Andrew Bynum (Los Angeles Lakers) — 496.597

SOLITÁRIO

O único brasileiro que aparece com votação expressiva é Nenê Hilário, pivô do Denver Nuggets. O são-carlense recebeu até o momento 94.167 indicações, numa prova incontestável de que é o nosso jogador mais representativo na maior liga de basquete do planeta.

DIFERENÇA

No Leste, a distância dos jogadores titulares para seus reservas é grande demais. Isso significa que o quinteto inicial deve ser este mesmo.

Entre os armadores, depois de D-Rose e D-Wade, quem aparece mais bem votado é Rajon Rondo (Boston Celtics), com 253.969 votos. Nas alas, Amar’e Stoudemire (New York Knicks) vem a seguir com 178.797 indicações. E no pivô, depois do Super-Homem quem mais votos computou foi Joakim Noah (Chicago): 75.038.

No Oeste, Griffin briga com Dirk Nowitzki por uma vaga no quinteto titular. O ala do Dallas Mavericks ganhou a preferência entre 231.832 eleitores. Na armação, deve mesmo dar CP3 e Kobe, pois o “rookie” Ricky Rubio (Minnesota Timberwolves), a surpresa nesta primeira parcial, recebeu 133.520 votos. E no pivô, Bynum deve ser o titular, pois a seguir aparece DeAndre Jordan (Clippers) com 134.961 indicações.

Abaixo, a relação total divulgada pela NBA:

LESTE

Armadores: Derrick Rose (Chi) 640.476; Dwyane Wade (Mia) 637.912; Rajon Rondo (Bos) 253.969; Ray Allen (Bos) 174.934; Deron Williams (NJN) 89.128; Jose Calderon (Tor) 42.929; John Wall (Was) 38.025; Richard Hamilton (Chi) 36.418; Kyrie Irving (Cle) 27.713; Joe Johnson (Atl) 23.384.

Alas: LeBron James (Mia) 640.789; Carmelo Anthony (NYK) 496.351; Amar’e Stoudemire (NYK) 178.797; Kevin Garnett (Bos) 173.161; Chris Bosh (Mia) 140.601; Paul Pierce (Bos) 94.071; Luol Deng (Chi) 85.086; Andrea Bargnani (Tor) 54.739; Carlos Boozer (Chi) 53.477; Hedo Turkoglu (Orl) 43.154.

Pivôs: Dwight Howard (Orl) 754.737; Joakim Noah (Chi) 75.038; Tyson Chandler (NYK) 61.774; Joel Anthony (Mia) 41.832; JaVale McGee (Was) 24.713; Al Horford (Atl) 23.546.

OESTE

Armadores
: Kobe Bryant (LAL) 690.613; Chris Paul (LAC) 540.173; Ricky Rubio (Min) 133.520; Steve Nash (Pho) 118.922; Russell Westbrook (OKC) 107.197; Kyle Lowry (Hou) 90.725; Monta Ellis (GS) 63.696; Manu Ginobili (SA) 50.765; Jason Kidd (Dal) 49.596; Chauncey Billups (LAC) 42.657.

Alas: Kevin Durant (OKC) 633.538; Blake Griffin (LAC) 394.264; Dirk Nowitzki (Dal) 231.832; Pau Gasol (LAL) 185.428; Kevin Love (Min) 143.814; LaMarcus Aldridge (Por) 118.268; Tim Duncan (SA) 81.783; Lamar Odom (Dal) 59.686; Metta World Peace (LAL) 39.006; Danilo Gallinari (Den) 34.438.

Pivôs: Andrew Bynum (LAL) 496.597; DeAndre Jordan (LAC) 134.961; Marc Gasol (Mem) 102.116; Nenê (Den) 94.167; Marcin Gortat (Pho) 62.631; Kendrick Perkins (OKC) 41.579.

Notas relacionadas:

  1. REVISTA NORTE-AMERICANA COLOCA NENÊ COMO TITULAR NO TIME DO OESTE NO “ALL-STAR GAME”
  2. CHRIS PAUL ACERTA COM O LAKERS. PRÓXIMO SERÁ DWIGHT HOWARD
  3. DWIGHT HOWARD É MAIS UM EXEMPLO DESTA SAFRA DE JOGADORES SEM PERSONALIDADE
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012 NBA | 13:47

PORTLAND, UM TIME E SEU TRAUMA

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Durante a transmissão do jogo Atlanta x Miami, Charles Barkley mandou o seguinte: “O Portland é o melhor time da NBA no momento”.

Foi com esta frase na cabeça que eu assisti ao combate entre Portland e Lakers. E gostei muito do que vi.

Não sei se o Portland é o melhor time da NBA, mas que está entre os melhores, neste momento, isso está. Na vitória de ontem diante do Lakers, em seu Rose Garden (20.444 torcedores, lotação completa), por 107-96, o Blazers comportou-se como um time que tem sérias pretensões neste campeonato.

A harmonia de seu jogo chamou a atenção. Marcou e atacou com a mesma precisão. As bolas longas do Lakers, por exemplo, foram muito bem vigiadas, tanto que o time da Califórnia errou todos os seus 11 arremessos. Kobe, que terminou com 30 pontos, fez 0-4 e só não foi pior que Steve Blake, que fez 0-5.

Tão importante quanto marcar fora foi a defesa no jogo interior. Andrew Bynum, que vinha sendo um terror para seus adversários, entrou no segundo tempo com 14 pontos e 7-7 nos arremessos. Vinha dominando completamente Marcus Camby.

Foi então que o técnico Nate McMilan, um especialista em defesa (faz parte do “staff” da seleção dos EUA, cuidando exatamente deste aspecto do jogo), tirou Camby e colocou o veterano Kurt Thomas, 39 anos, o jogador mais velho em atividade na NBA. Faltavam 3:19 para o final do quarto quando Thomas (foto) entrou e limitou Bynum, a partir daí, a apenas cinco pontos apenas, sendo que três deles foram através de lances livres.

Aliás, a defesa do Portland neste período foi espetacular, o alicerce para a vitória que se consumou ao final da contenda. O Blazers venceu o período por 32-18 e limitou o Lakers a 5-20 (25,0%) de seus arremessos.

Controlado Bynum e os chutes de longa distância, o Portland concentrou sua atenção no jogo ofensivo. Como Bynum é um jogador lento, os anfitriões passaram a explorar o “fast break”.

Foram 11 pontos de contra-ataque durante todo o jogo, nove deles no terceiro quarto, que, como vimos, foi o período em que o Blazers venceu a partida.

Além de formar um conjunto interessante, o Portland tem jogadores não menos.

LaMarcus Aldridge é a referência do time. Não chega a ser um “franchise player”, mas o cara impõe respeito. Terminou a partida com 28 pontos e dez rebotes. Na temporada, tem média de 23,2 pontos por jogo.

Gerald Wallace (foto abaixo), que chegou na temporada passada, é outro jogador muito importante. Não tem a mídia de muitos outros, mas é extremamente eficiente.

Deixou a quadra com 31 pontos, dez deles no terceiro período. Marcou Kobe no final e controlou a estrela adversária. Tem 17,2 pontos de média na temporada.

O jogo de transição, que levou o Lakers à loucura no terceiro quarto, foi comandado pelo armador Raymond Felton. Rápido, preciso nas infiltrações e nas assistências, Felton tem médias de 12,0 pontos e 7,5 assistências na temporada.

Descoberto pelo aposentado treinador Jerry Sloan, Wesley Matthews é outra preciosidade do time do Oregon. Você sabia que Wesley não foi draftado? Ele apareceu em dois “summer camps” em 2009, jogando pelo Sacramento e depois pelo Utah. Sloan, depois do que viu, ofereceu um contrato para o jogador.

Na temporada passada, já atuou pelo Blazers. Nesta, continua a pavimentar sua estrada dentro da liga. No jogo de ontem, foram 16 importantes pontos (3-4 nas bolas de três). Na temporada, está com 15,5 pontos de média.

Do banco vem Jamal Crawford. Foi ativo especialmente no segundo tempo, quando marcou 13 de seus 17 pontos, oito deles no quarto final. Jamal provoca estragos na defesa adversária, esta é a sua especialidade. Tem 14,2 pontos de média neste início de competição.

Outro reserva de destaque é o francês Nicolas Batum. Ontem esteve discreto, anotou apenas dois pontos, mas tem sido muito eficiente na temporada: é outro que tem um duplo dígito de média no torneio, com exatos dez tentos por partida disputada.

Também durante o confronto entre Atlanta e Miami, Charles Barkley, que fez parte do “Dream Team” dos Jogos Olímpicos de Barcelona-92, eleito um dos 50 maiores jogadores da história da NBA, mandou outra: “O mais difícil num jogo de basquete é o arremesso. Esse é o aspecto mais complicado do jogo”.

Pois bem, um time que tem nada menos do que seis jogadores com duplo dígito de média, que conta com uma defesa eficiente e que tem em seu ginásio um dos mais quentes da liga, é de fato um contendor de respeito nesta temporada.

O meu temor em relação ao Portland é que a história dos últimos anos se repita novamente: entra sempre como uma das forças do Oeste, mas nunca chega. Nem final de conferência disputa.

E por que isso ocorre? Não sei dizer. Desconfio que tenha a ver com o emocional, algo relativo a confiança, pois o time é bom e mete medo nos adversários.

Mas o fato é que nunca chega.

DECISIVO

Sem contar com Dwyane Wade e LeBron James, contundidos, o que se esperava era uma vitória do Atlanta diante do Miami. Mas ela não veio.

Depois de três prorrogações, o Heat bateu o Hawks por 116-109 para surpresa geral da nação. Sim, pois o Atlanta tinha vencido o Miami, no começo da semana, no sul da Flórida, enfrentando um time completinho da silva. No dia seguinte, vendeu por um preço exorbitante a vitória ao Chicago, dentro do United Center.

Então, nada mais lógico do que a vitória de uma equipe que jogou completa diante de um time cocho.

Mas ela não veio, como vimos. E não veio principalmente por conta de um jogador: Chris Bosh.

O ala-pivô do Miami deixou a quadra exausto. Anotou 33 pontos e pegou 13 rebotes. Deu ainda cinco assistências e dois tocos.

Seu grande momento foi no final do tempo regular, quando o Atlanta vencia a partida por 93-90. CB1 (foto) recebeu a bola de Mario Chalmers e mesmo bem marcado por Marvin Williams, arremessou de três e levou o jogo para a primeira prorrogação.

Bosh mostrou ontem o Bosh dos tempos de Toronto. E mostrou ser um “clutch player”, algo que LeBron James não é.

LBJ, aliás, foi eleito o jogador da semana da Conferência Leste. São os jornalistas que votam.

Como já disse aqui, a mídia norte-americana é manipuladora. Ela quer transformar LBJ em um jogador inesquecível. Ele foi eleito o melhor da atualidade em votações realizadas por dois sites importantes: ESPN e SLAM. Foram jornalistas que votaram, volto a frisar.

LBJ precisa, no entanto, provar em quadra que é merecedor desta distinção. Precisa ser um jogador decisivo nos momentos importantes das partidas e ganhar um anel.

Aliás, a brincadeira que se faz é que deste ano não passa: LBJ vai ganhar um anel. Ele tornou-se noivo da mãe de seus dois filhos e o casamento está marcado para o verão norte-americano.

As alianças já foram compradas.

Notas relacionadas:

  1. VERDE É A COR DO PORTLAND
  2. O TRAUMA DO LAKERS
  3. VAREJÃO ARREBENTA O PORTLAND
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012 NBA | 11:51

EM NOITE DE ESCLARECIMENTOS, D-ROSE, KOBE E BYNUM SE DESTACAM NAS VITÓRIAS DE BULLS E LAKERS

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A rodada de ontem à noite na NBA foi de esclarecimentos. Pelo menos para três jogadores a rodada de ontem à noite foi de esclarecimentos.

Em Chicago, Derrick Rose (foto “Chicago Tribune”) deixou bem claro, uma vez mais, que ele é o melhor armador da NBA na atualidade. Em Los Angeles, Kobe Bryant avisou os torcedores do Lakers que os dois horríveis jogos contra o Denver foram obra do acaso e Andrew Bynum esclareceu a todos (especialmente os executivos da franquia) que o time não precisa de Dwight Howard.

O primeiro jogo da noite foi no United Center. O Bulls estava levando um couro do Atlanta; não via a cor da bola. Marcou apenas 26 pontos no primeiro tempo, vítima que foi de uma defesa zona muito bem montada pelo adversário.

Na verdade, não foi apenas uma defesa zona, era uma espécie de defesa mista, onde os dois jogadores que compõem o “back court” apertavam os dois armadores adversários impedindo-os de terem liberdade para os tiros longos, enquanto que os três homens do “front court” preenchiam o garrafão, bem compactados, de modo a evitar que o jogo interior tivesse êxito.

Disse “espécie” de defesa mista porque os dois armadores do Atlanta não acompanhavam individualmente os dois armadores do Chicago. Era setorizada a marcação, o que, para muitos, pode se configurar como marcação zona mesmo, nada de marcação mista.

De todo o modo, era uma defesa eficiente, que deixou o time do Chicago completamente perdido.

No segundo quarto, o embaraço do Chicago foi grande demais: fez apenas 2-21 nos arremessos e anotou apenas 11 pontos. Foi o grande momento da defesa do time da Geórgia, que mudou da individual para a zona quase que ao final do primeiro quarto.

O Atlanta abriu uma vantagem de 19 pontos (56-37), a 2:24 do final do terceiro quarto e dava toda pinta de que iria fazer com o Chicago o que fez com o Miami na noite anterior: vencer a partida.

Inexplicavelmente, no entanto, Larry Drew, o treinador do Atlanta, abandonou a defesa zona exatamente neste momento e aí o Chicago encontrou o jogo que ele tanto procurava.

Veio o quarto derradeiro e D-Rose comandou uma corrida de 34-18 em favor do Chicago, corrida esta que levou o Bulls a uma espetacular vitória por 76-74.

D-Rose anotou 17 de seus 30 pontos nesses 12 minutos e tirou do comentarista Stacey King, ex-pivô do Bulls na época do primeiro “Three Peat”, o seguinte comentário: “Derrick Rose, the most dominant player in the planet!”

Não acho que seja para tanto, mas que Derrick Rose é o melhor armador do planeta, disso eu não tenho dúvida.

RECONHECIMENTO

Justiça seja feita, não posso deixar de mencionar o trabalho do pivô turco Omer Asik. Que o cara é ruim de bola, ninguém discute, mas ele esteve inspirado no segundo tempo: dois pontos, sete rebotes e dois tocos.

Foi o coração e a alma do time na etapa final. Contagiou os companheiros. Forçou o erro de Al Horford nos segundos derradeiros, que possibilitou a cesta da vitória de Luol Deng.

Omer se aproveitou das faltas em excesso cometidas pelo pivô titular Joakim Noah. Mostrou que, se jogar mais vezes assim, será muito útil para o time nesta temporada.

GALA

Mas voltemos ao nosso tema principal: a noite dos esclarecimentos.

Em Los Angeles a emoção não foi como em Chicago, pois o Lakers venceu por 108-99. Em alguns momentos da partida o Houston ameaçava encostar, mas não passava de advertência.

Não passava porque Kobe Bryant esteve em uma daquelas noites que a memória não apaga. Foram 37 pontos e um aproveitamento muito bom nos arremessos totais: 14-29.

Essas noites, no entanto, não são raras na carreira de Kobe. Mas o que Andrew Bynum (foto Getty Images) fez, isto sim, chamou a atenção: anotou 21 pontos e pegou 22 rebotes. Pela primeira vez na carreira ultrapassou 20-20.

Bynum jogou 38:13 minutos. Deu mostras mais uma vez que está em forma e com saúde de ferro, felizmente.

Nos três confrontos disputados nesta temporada, acumula médias de 22,7 pontos e 17,0 rebotes. É o líder entre os reboteiros na temporada, com Dwight Howard aparecendo em segundo com 15,3 ressaltos por partida.

Aliás, por falar em D12, volto a dizer: se Bynum se mantiver com saúde de ferro, não há a menor necessidade de o pivô do Orlando vestir a camisa 12 amarelinha. Volto a dizer: Bynum joga de igual para igual com D12.

Poderemos tirar a prova no dia 20 de janeiro próximo, daqui a três sextas-feiras. Orlando e Lakers vão se enfrentar na Flórida, numa sexta-feira à noite, daquelas que a patroa pede pra sair e comer uma pizza e a gente diz: nem a pau, Juvenal.

ALERTA?

Ops, o Oklahoma City voltou a perder. Segunda derrota consecutiva, desta feita em casa, para o Portland por 103-93.

Não vi o jogo. Alguém viu? Alguém pode nos contar o que aconteceu na Chesapeake Energy Arena?

Notas relacionadas:

  1. LAKERS IGNORA CRISE E DÁ US$ 57,4 MI PARA BYNUM
  2. BYNUM LIVRA A CARA DE KOBE E DO LAKERS
  3. DERRICK ROSE, A RAZÃO DAS VITÓRIAS DO CHICAGO BULLS
Autor: Fábio Sormani Tags: , , ,

domingo, 1 de janeiro de 2012 NBA | 14:16

LAKERS COMEÇA A SE ENCONTRAR. BYNUM ARREBENTA O DENVER

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Depois de um início desastroso, com duas derrotas em dois jogos (o que não ocorria desde a temporada 2002-03), a vida volta ao normal em Los Angeles. Os amarelinhos bateram o Denver por 92-89, num sufoco danado, completando assim três vitórias nos últimos três jogos.

Com o resultado, a campanha do Lakers na competição mostra três vitórias e duas derrotas. Mas, como sempre acontece, é sempre bom frisar que destas cinco contendas, apenas uma aconteceu fora de casa: Sacramento, quando o time perdeu seu segundo confronto.

A vida seguirá boa para o Lakers. Nos próximos dez jogos, seis serão no Staples Center, o que perfará um total de dez partidas em casa e apenas cinco nos primeiros 15 prélios deste torneio.

Então, nesta próxima dezena de partidas, é bom que o Lakers proteja seu mando de quadra e tente beliscar pelo menos uma vitória fora, para tentar recuperar-se do revés frente ao Chicago, em sua estreia na competição. Isso porque, mostra a tabela, depois o Lakers começará a peregrinar.

Olhando os confrontos, vemos que não vai ser tão complicado assim para o Lakers atingir tal meta. Receberá Houston, Golden State, Memphis, Phoenix, Cleveland e Dallas. No papel, o Dallas é complicado, mas ainda está desnorteado, e o Memphis é oponente tinhoso, mas ainda se assusta quando joga em LA. Os outros são fáceis de serem dobrados.

Fora de casa os adversários serão Denver, Portland, Utah e Clippers. Este último jogo será no Staples, ou seja, em casa, mas com maioria da torcida vibrando com as jogadas adversárias.

Do Utah dá pra ganhar sem muito trabalho. O time de Salt Lake City é frágil. Denver e Portland são oponentes chatos, enquanto que o Clippers, depois de reformulado, venceu as duas partidas amistosas entre ambos antes do início desta temporada.

Portanto, creio que o projeto de se atingir uma campanha de 10-5 nesse começo de competição não é tão difícil assim de se atingir.

REFORÇO

Para atingir tal objetivo o Lakers conta com um jogador em especial. Não, não falo de Kobe Bryant; falo de Andrew Bynum.

O técnico Mike Brown deve estar agradecendo aos céus pela volta de seu pivô titular. Bynum (foto Getty Images) perdeu os quatro primeiros jogos desta temporada por ter agredido J.J. Barea na última partida do time nos playoffs passados.

Ontem, diante do Denver, barbarizou em quadra. Foi dominante e terminou a partida com o motorrádio debaixo do braço: 29 pontos (13-18) e 13 rebotes, sendo seis deles no ataque. Jogou 31:30 minutos.

Já disse aqui e repito: saudável, Bynum joga de igual para igual com Dwight Howard. Já disse aqui e repito: vi os dois ao vivo, ambos a um metro de distância, Bynum é maior, embora D12 tenha a musculatura mais aparente, o que acaba por impressionar mais.

E por que o Lakers quer D12 se tem Bynum? Porque Bynum, infelizmente, a gente bem sabe, tem uma saúde que não é de ferro, como D12.

MILESTONE

Anotem aí: Kobe Bryant precisa de apenas quatro pontos para atingir a marca de 28 mil ao longo de sua carreira e tornar-se o sexto jogador na história da NBA a atingir tal marca.

Com certeza acontecerá esta noite em Denver (23h de Brasília), onde ele é odiado por conta do episódio da acusação de estupro ocorrido em 2003. O processo foi arquivado porque a acusadora, uma funcionária de um hotel de apenas 19 anos, onde Kobe estava hospedado, admitiu ter forjado a denúncia.

Mesmo assim, sempre que joga no Colorado, Kobe é invariavelmente vaiado. Não será diferente esta noite.

TKS

Agradeço uma vez mais a todos vocês, estimados parceiros deste botequim, pelos votos de um feliz ano novo. Aproveito e replico, esperando que este 2012 seja espetacular para todos nós.

Notas relacionadas:

  1. LAKERS IGNORA CRISE E DÁ US$ 57,4 MI PARA BYNUM
  2. BYNUM LIVRA A CARA DE KOBE E DO LAKERS
  3. NENÊ, DENVER, LAKERS E BOSTON
Autor: Fábio Sormani Tags: ,

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011 Sem categoria | 11:41

A DUPLA DA FLÓRIDA E A NOVA VITÓRIA DO CLIPPERS SOBRE O LAKERS

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Ontem, durante o prélio entre Orlando e Miami, conversando com alguns parceiros deste botequim que me acompanhavam pelo Twitter (@FRSormani), eu disse: Glen “Baleinha” Davis fará uma dupla interessante com Dwight Howard.

Pelo que vimos na peleja que foi disputada na cidade do Mickey Mouse, acho que vou acertar no meu prognóstico. Baleinha veio do banco e em 23:46 minutos anotou 18 pontos, a maior parte deles no terceiro quarto, quando o Magic venceu o Heat por 34-24 e descontou um déficit de 14 tentos ao final do primeiro tempo (56-42), para terminar o período atrás em apenas quatro pontos (80-76).

Veio o quarto derradeiro e empurrado por 19.045 torcedores, o Orlando fez 28-20 e venceu a partida por 104-100. Ninguém imaginava que isso pudesse ocorrer, especialmente depois de um primeiro tempo primoroso do pessoal do sul da Flórida.

DUPLA

Volto ao tema: Dwight Howard é pura força e emoção. Glen Davis, embora banhudo, tem mais técnica e pensa mais o jogo.

Um complementará o outro; D12 e Big Baby.

A pergunta que fica é: por quanto tempo eles vão jogar juntos?

RELATO

Certo que eu persigo o Lakers (como a maioria dos torcedores amarelinhos que frequentam este botequim), nosso internacional parceiro Trapizomba mandou-me suas impressões sobre nova vitória do Clippers sobre o Lakers, agora por 108-103.

Valho-me dela, pois não vi a partida. Disse Traps:

“Sormani, antes de escrever o próximo post sobre a “aula” (ele ficou irritado porque no post de anteontem eu coloquei no título que o Clippers tinha dado uma aula no Lakers) que o Clips deu no Lakers, algumas ressalvas:

1) Blake Griffin fez a festa a partir do final do segundo quarto, quando (Josh) McRoberts marcava ele. Depois foi a vez de Troy Murphy (horroroso) marcar ele. Enquanto (Pau) Gasol estava em quadra, Griffin não foi bem, claro;

2) Mike Brown estava testando as formações, ficou óbvio. (Devin) Ebanks foi muito bem enquanto jogou, mas MB sacou-o do time no fim do segundo quarto e ele não mais voltou. Claramente, ganhar o jogo não era a prioridade, claro. Testar sim. Acho que depois de hoje, ele assegurou um lugar nos “starters”. Aliás, o (Andrew) Goudelock me decepcionou. Mas também era o primeiro jogo dele na NBA, deve ser f***;

3) Darius Morris nem sequer jogou hoje;

4) Etc, etc, etc….

Não quero parecer ranzinza, mas se eu fosse torcedor dos Clips não ficaria tão empolgado. CP3 é o bicho, mas Griffin ainda preocupa. O “grande” momento dele, no começo do terceiro quarto, foi porque Troy Murphy estava marcando ele. E Troy é coisa feia de se ver…

Hoje gostei de ver o Ebanks. Foi um alívio ver que ele continua evoluindo.

Do lado dos Clips (tirando o CP3, claro), gostei do (Caron) Butler, como sempre acertando os seus arremessos.

Abs.

HIGHLIGHTS

Não vi, como disse, esta nova vitória do Clippers sobre o Lakers. Apenas os melhores momentos pelo site da NBA.

Algumas observações:

1) Kobe Bryant não jogou por conta de uma lesão leve nos ligamentos do punho direito, fruto de uma queda depois de um toco humilhante que ele levou de DeAndre Jordan na partida de segunda-feira;

2) Por falar em DeAndre, novamente ele foi o bicho quando o assunto foram os “pregos”. Foram três no jogo de ontem, um deles, pra cima de Andrew Bynum, foi espetacular;

3) Apesar do toco (faz parte do jogo, só leva quem está lá dentro), Bynum foi muito bem na partida: 26 pontos e 11 rebotes;

4) Bynum só não foi o cestinha da partida porque Blake Griffin anotou 30 pontos. E Traps, pelo que vi nos “highlights” do site da NBA, os mais expressivos foram anotados quando Pau Gasol estava em quadra.

RIVALIDADE

Queiram ou não os torcedores do Lakers, mas está nascendo uma rivalidade entre as duas equipes da cidade. O Clips fez 2-0 nos confrontos desta fase amistosa. Durante a temporada teremos mais três jogos: 14 e 25 de janeiro e em 4 de abril.

Vamos fazer um minibolão? Quanto vocês acham que vai acabar esta série? Importante: dois jogos serão com mando do Clips. Ou seja: o primo pobre terá mais torcida.

Meu palpite, então: 2-1 para o Clips.

Aguardo o de vocês.

BRASUCAS

Não vi as partidas em que os brasileiros estiveram em quadra. Ou melhor, vi trechos do jogo do San Antonio contra o Houston, que terminou com a apertada vitória do alvinegro por 97-95.

Tiago Splitter veio do banco, jogou apenas 16 minutos, tempo para marcar seis pontos e pegar dois rebotes. Continuo com mau pressentimento de que esta temporada será a passada para Splitter.

Em Boston, na vitória do time da casa por 81-73, Leandrinho Barbosa não entrou em quadra com a camisa do Toronto. Pelo que vi no “box score”, foi por decisão do treinador.

FRUSTRAÇÃO

Dois jogos bem fracos na noite desta quinta-feira:

Atlanta x Charlotte (22h30)
Phoenix x Denver (0h)

Acho que vou colocar a leitura em dia.

Notas relacionadas:

  1. MIAMI E LAKERS SOBRAM, CONFORME O PREVISTO
  2. UMA VITÓRIA DA DEFESA
  3. QUEM CUIDA DO HORNETS? LAKERS SE INTERESSA POR PAUL? BYNUM É UMA BOA PARA O ORLANDO? NASH EM LA?
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
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