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sábado, 7 de janeiro de 2012 Sem categoria | 16:28

UM DIA NO MADISON SQUARE GARDEN

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Thiago Simões é um jornalisa desta nova safra de jornalistas que não é obtusa. Simões, ou Ti, como o chamamos, tem horizontes largos e se interessa por esporte — e não apenas por futebol. Conhece futebol, mas fala também com conhecimento sobre basquete, tênis, vôlei, atletismo e principalmente hóquei, uma de suas maiores paixões.

Esta paixão, aliás, lhe valeu um posto entre os comentaristas dos canais ESPN, que prima por ter um quadro de experts que nos deixa orgulhosos de pertencer a classe dos jornalistas esportivos.

Conheci Ti na Rádio Jovem Pan. A amizade formou-se rapidamente por conta, é claro, do esporte. E, no caso, da NBA. Como vocês vão ver no texto que ele escreveu e que publico logo abaixo,  ele tem uma queda e tanto pelo New York Knicks.

Ele relata a história de seu relacionamento idílico com o Knicks (que é muito bacana), bem como sua emoção ao ver uma partida de seu time favorito dentro de casa, o Madison Square Garden, a arena mais famosa do planeta.

No final do texto vocês vão ver um vídeo que Ti fez no momento da apresentação do NYK e do Boston Celtics. Isso mesmo: Simões esteve no jogo entre New York e Boston na abertura da temporada, no dia de Natal.

Tenho certeza que vocês vão curtir o relato do meu amigo jornalista Thiago Simões:

AMOR À PRIMEIRA VISTA

Me lembro como se fosse ontem. Em 1992, tive meu primeiro contato com a NBA, após instalarem a TV à cabo na residência dos meus pais. Na TV, estavam em quadra Knicks e Celtics, com o quinteto que eu aprendi a decorar com o tempo: Doc Rivers, John Starks, Charles Smith, Charles Oakley e Patrick Ewing. Desde então, o amor à primeira vista foi amadurecendo. Um dos grandes responsáveis por isso foi o diretor Spike Lee. Sempre gostei de seus Knicks.

Muitos anos se passaram e chegamos ao dia 25 de dezembro de 2011. Natal, um verdadeiro presente de Papai Noel para este que vos escreve. Ironia do destino, meu primeiro jogo em um ginásio da NBA foi um Knicks x Celtics. Mas te digo. Não foi fácil chegar até aí. E será nas linhas abaixo que eu vou descrever um pouco da sensação de participar de um jogo da NBA, pois é assim que você se sente, um participante e não um mero espectador.

TUDO FUNCIONA

Chegamos ao Madson Square Guarden 30 minutos antes do início da partida. Como estava hospedado a dois quarteirões do ginásio, não tive dificuldade para chegar no local de jogo, porém, era notório a facilidade para se chegar ao evento para quem veio de longe. Não havia trânsito na rua e muito menos aquele empurra, empurra característico dos estádios brasileiros. Agora, se você acha que não é possível fazer a comparação, reflita: os ginásios norte-americanos levam, em média, mais torcedores do que os estádios brasileiros durante uma temporada. Atualmente, no Brasil, um clássico regional dificilmente chega a 20 mil pagantes.

Ao entrar no Madson Square Garden, uma pequena fila nos aguardava e em menos de 5 minutos já estávamos em nossos assentos, que mesmo sendo em um dos lugares mais baratos do ginásio (140 dólares cada ingresso) era muito confortável, com bastante espaço e com cadeiras acolchoadas. Sim, você não precisa levar aquela almofada para sentar em bancos duros, como nos estádios brasileiros. Antes de sentar, um funcionário pegou nossos bilhetes e nos informou o lugar marcado para o nosso assento. Muito educado e prestativo.

Como já é da sabedoria de muitos, os torcedores ficam misturados. Durante o jogo, até ocorrem provocações entre os torcedores, mas sempre com o respeito esperado por todos nós, o que faz da partida um evento sadio para crianças e jovens, que desde cedo aprendem a se portar em um jogo.

SHOW É COM ELES

Não é novidade para os apaixonados em esporte que os norte-americanos sabem transformar um simples jogo em um evento inesquecível e não poderia ser diferente na primeira partida da temporada.

Em momento algum você se sente ocioso durante o jogo, mesmo com o longo intervalo e as paradas técnicas. Brincadeiras com o público e a presença de estrelas no ginásio fazem do telão central (que é maravilhoso, por sinal) um entretenimento à parte.

Antes da apresentação dos jogadores do Knicks, um dos momentos mais espetaculares do jogo. Um pano branco foi colocado sobre a quadra, tranformando-a em uma grande telão, com imagens dos últimos confrontos entre as equipes. Tudo para motivar os jogadores e torcedores. Durante o intervalo de partida, tivemos até um pedido de casamento! Vale destacar também o sistema de som do Madson Square Garden. O som do ginásio é algo à parte. Parece que estamos em um show musical, tamanha é a qualidade.

MAKE SOME NOISE!

Se existe um fator que me desapontou durante todo o jogo foi a torcida. Por mais que ela incentivasse a equipe em alguns momentos, a impressão que dava é que ela só se manifestava conforme o DJ do ginásio se comportasse, seja tocando uma música ou pedindo para incentivar a equipe. Creio que isso se deve muito a cultura dos norte-americanos, que não possuem em sua raiz o sangue latino, por mais que New York tenha muitos imigrantes. Eu até tentei fazer uma reflexão sobre o assunto, levando em consideração que ginásios são diferentes de estádios, porém, veio me à mente o feito pela torcida brasileira em jogos da seleção masculina de vôlei.

Após o término da partida, a sensação que temos é de que as 2 horas e meia de jogo ocorreram em pouco mais que meia hora. Quando você menos percebe, a partida termina e a sensação de quero mais bate forte em sua mente. Por mais que o ingresso seja caro, vale cada centavo gasto!

Bem, espero ter conseguido passar um pouco da experiência que eu tive em um ginásio de basquete nos Estados Unidos. Antes de finalizar, gostaria de agradecer o espaço cedido pelo companheiro Fábio Sormani e espero ter contribuído com a grandeza que o seu blog representa no mundo do basquete. Espero que tenham gostado! Um excelente ano para todos vocês e com muitas bolas na cesta!

Notas relacionadas:

  1. SHAQ TENTA CONVENCER O BOSTON
  2. O MILAGRE DE NEW ORLEANS
  3. QUEM SERÁ O LÍDER DO LESTE?
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , ,

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011 Sem categoria | 11:41

A DUPLA DA FLÓRIDA E A NOVA VITÓRIA DO CLIPPERS SOBRE O LAKERS

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Ontem, durante o prélio entre Orlando e Miami, conversando com alguns parceiros deste botequim que me acompanhavam pelo Twitter (@FRSormani), eu disse: Glen “Baleinha” Davis fará uma dupla interessante com Dwight Howard.

Pelo que vimos na peleja que foi disputada na cidade do Mickey Mouse, acho que vou acertar no meu prognóstico. Baleinha veio do banco e em 23:46 minutos anotou 18 pontos, a maior parte deles no terceiro quarto, quando o Magic venceu o Heat por 34-24 e descontou um déficit de 14 tentos ao final do primeiro tempo (56-42), para terminar o período atrás em apenas quatro pontos (80-76).

Veio o quarto derradeiro e empurrado por 19.045 torcedores, o Orlando fez 28-20 e venceu a partida por 104-100. Ninguém imaginava que isso pudesse ocorrer, especialmente depois de um primeiro tempo primoroso do pessoal do sul da Flórida.

DUPLA

Volto ao tema: Dwight Howard é pura força e emoção. Glen Davis, embora banhudo, tem mais técnica e pensa mais o jogo.

Um complementará o outro; D12 e Big Baby.

A pergunta que fica é: por quanto tempo eles vão jogar juntos?

RELATO

Certo que eu persigo o Lakers (como a maioria dos torcedores amarelinhos que frequentam este botequim), nosso internacional parceiro Trapizomba mandou-me suas impressões sobre nova vitória do Clippers sobre o Lakers, agora por 108-103.

Valho-me dela, pois não vi a partida. Disse Traps:

“Sormani, antes de escrever o próximo post sobre a “aula” (ele ficou irritado porque no post de anteontem eu coloquei no título que o Clippers tinha dado uma aula no Lakers) que o Clips deu no Lakers, algumas ressalvas:

1) Blake Griffin fez a festa a partir do final do segundo quarto, quando (Josh) McRoberts marcava ele. Depois foi a vez de Troy Murphy (horroroso) marcar ele. Enquanto (Pau) Gasol estava em quadra, Griffin não foi bem, claro;

2) Mike Brown estava testando as formações, ficou óbvio. (Devin) Ebanks foi muito bem enquanto jogou, mas MB sacou-o do time no fim do segundo quarto e ele não mais voltou. Claramente, ganhar o jogo não era a prioridade, claro. Testar sim. Acho que depois de hoje, ele assegurou um lugar nos “starters”. Aliás, o (Andrew) Goudelock me decepcionou. Mas também era o primeiro jogo dele na NBA, deve ser f***;

3) Darius Morris nem sequer jogou hoje;

4) Etc, etc, etc….

Não quero parecer ranzinza, mas se eu fosse torcedor dos Clips não ficaria tão empolgado. CP3 é o bicho, mas Griffin ainda preocupa. O “grande” momento dele, no começo do terceiro quarto, foi porque Troy Murphy estava marcando ele. E Troy é coisa feia de se ver…

Hoje gostei de ver o Ebanks. Foi um alívio ver que ele continua evoluindo.

Do lado dos Clips (tirando o CP3, claro), gostei do (Caron) Butler, como sempre acertando os seus arremessos.

Abs.

HIGHLIGHTS

Não vi, como disse, esta nova vitória do Clippers sobre o Lakers. Apenas os melhores momentos pelo site da NBA.

Algumas observações:

1) Kobe Bryant não jogou por conta de uma lesão leve nos ligamentos do punho direito, fruto de uma queda depois de um toco humilhante que ele levou de DeAndre Jordan na partida de segunda-feira;

2) Por falar em DeAndre, novamente ele foi o bicho quando o assunto foram os “pregos”. Foram três no jogo de ontem, um deles, pra cima de Andrew Bynum, foi espetacular;

3) Apesar do toco (faz parte do jogo, só leva quem está lá dentro), Bynum foi muito bem na partida: 26 pontos e 11 rebotes;

4) Bynum só não foi o cestinha da partida porque Blake Griffin anotou 30 pontos. E Traps, pelo que vi nos “highlights” do site da NBA, os mais expressivos foram anotados quando Pau Gasol estava em quadra.

RIVALIDADE

Queiram ou não os torcedores do Lakers, mas está nascendo uma rivalidade entre as duas equipes da cidade. O Clips fez 2-0 nos confrontos desta fase amistosa. Durante a temporada teremos mais três jogos: 14 e 25 de janeiro e em 4 de abril.

Vamos fazer um minibolão? Quanto vocês acham que vai acabar esta série? Importante: dois jogos serão com mando do Clips. Ou seja: o primo pobre terá mais torcida.

Meu palpite, então: 2-1 para o Clips.

Aguardo o de vocês.

BRASUCAS

Não vi as partidas em que os brasileiros estiveram em quadra. Ou melhor, vi trechos do jogo do San Antonio contra o Houston, que terminou com a apertada vitória do alvinegro por 97-95.

Tiago Splitter veio do banco, jogou apenas 16 minutos, tempo para marcar seis pontos e pegar dois rebotes. Continuo com mau pressentimento de que esta temporada será a passada para Splitter.

Em Boston, na vitória do time da casa por 81-73, Leandrinho Barbosa não entrou em quadra com a camisa do Toronto. Pelo que vi no “box score”, foi por decisão do treinador.

FRUSTRAÇÃO

Dois jogos bem fracos na noite desta quinta-feira:

Atlanta x Charlotte (22h30)
Phoenix x Denver (0h)

Acho que vou colocar a leitura em dia.

Notas relacionadas:

  1. MIAMI E LAKERS SOBRAM, CONFORME O PREVISTO
  2. UMA VITÓRIA DA DEFESA
  3. QUEM CUIDA DO HORNETS? LAKERS SE INTERESSA POR PAUL? BYNUM É UMA BOA PARA O ORLANDO? NASH EM LA?
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , ,

domingo, 18 de dezembro de 2011 NBA, Sem categoria | 15:46

BARCELONA SÓ ENCONTRA PARALELO NO “DREAM TEAM”

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Ainda impactado pelo futebol do Barcelona, começo estas mal traçadas… Rapaziada, eu nunca vi nenhum time, não importa a modalidade, dominar tanto um adversário como o Barça domina seus oponentes.

Neste domingo foi o Santos. No sábado passado foi o Real Madrid. E amanhã fará o mesmo contra outros times, apareça quem aparecer, não importa a nacionalidade.

Claro que não há times imbatíveis. Nem o Santos de Pelé era. Esse Barcelona perdeu recentemente para o Getafe, pelo Campeonato Espanhol, por 1-0; mas é raro.

Vi a segunda metade do Santos de Pelé jogar. A partir de 1966 já me lembro de futebol. Aquele Santos era espetacular, mas não dominava o adversário como o Barcelona domina.

É certo que o conceito era outro. O Santos de Pelé não tinha como filosofia a posse de bola. O Santos de Pelé era rápido, agredia seus adversários rapidamente. Trocava posse de bola com o oponente. Mas, no final, o resultado era o mesmo do Barcelona de hoje: o Santos quase sempre vencia e ganhava campeonatos.

Trazendo para o basquete, não vi o Boston de Bill Russell jogar. Mas vi o Chicago de Michael Jordan.

Não era a mesma coisa; o Chicago de MJ dominava seus oponentes, mas vencia partidas no sufoco, no aperto. O adversário jogava também. Mas no final, no momento da decisão, MJ e companhia definiam a partida e venciam campeonatos.

Se continuarmos no campo das comparações, esse Barcelona lembra sabe quem? O “Dream Team” de Barcelona-92. Exatamente isso: o “Dream Team” que ganhou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Barcelona.

Olha que coincidência: Barcelona… Acho que é a água da cidade, só pode ser isso.

Alguém pode perguntar: se o “Dream Team” disputasse uma temporada da NBA perderia quantas partidas? Respondo: nenhuma.

O “Dream Team” assustava seus adversários como esse Barcelona assusta.

Pro meu gosto, futebol é um esporte sonolento e chato pra burro. Mas ver o Barcelona dá prazer. Paro de fazer o que estou fazendo para ver o Barça jogar.

Basquete é um esporte emocionante e dinâmico. Nunca faço outra coisa quando há um jogo da NBA à minha disposição. E quando o “Dream Team” jogava eu mandava o mundo se calar.

Notas relacionadas:

  1. BATE PAPO NO DIA DOS PAIS
  2. DITANDO MODA MUNDO AFORA
  3. O EXEMPLO QUE VEM DA NBA
Autor: Fábio Sormani Tags: ,

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011 Sem categoria | 16:28

NENÊ RENOVA COM O DENVER E FRUSTRA EXPECTATIVAS

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Nenê Hilário renovou com o Denver. Assinou ontem à noite um contrato de cinco anos num valor total de US$ 67 milhões, o que dá algo em torno de US$ 13,4 milhões por temporada.

Fiquei decepcionado. Esperava por Nenê em outro time, em uma equipe forte, que brigasse pelo título.

Imaginei muitas vezes Nenê (foto) com a camisa do Miami ou do Boston. Cheguei até a cogitar vê-lo com a regata 31 do New Jersey Nets ao lado de Dwight Howard.

Infelizmente, ficou tudo na fantasia.

Nenê continuará no Denver. E em Denver deverá encerrar sua carreira sem jamais colocar um anel de campeão no dedo.

GRANA

Durante o locaute, Nenê declarou que dinheiro não era problema pra ele. O que ele queria, na verdade, era ser campeão.

Agora, ao vê-lo assinando com o Nuggets, fico pensando: por que ele fez isso?

Há algumas possibilidades:

1) Não apareceu nada de concreto e Nenê foi superestimado ao ser colocado com o melhor “free-agent” deste mercado;
2) O dinheiro falou mais alto pro são-carlense, que, na verdade, está mais preocupado em cuidar do futuro dele e da família do que em colocar um anel no dedo;
3) Seu empresário, Dan Fegan, guloso como todos os empresários, pressionou-o a assinar com o Nuggets por conta do montante financeiro, o que dará uma comissão maior a ele;
4) Sua mulher é de Denver e deve tê-lo pressionado para assinar com o Nuggets e, com isso, continuar na cidade, ao lado dos familiares.

Não consigo imaginar outra justificativa para a renovação de contrato de Nenê com o Denver além dessas. Não acredito que Nenê tenha carimbado um novo acordo com o Nuggets achando que vai ser campeão.

Como disse, esse time não tem chance nenhuma de ganhar um título, pois além de mediano, o Denver não tem vocação para ganhar campeonatos. Carmelo Anthony percebeu isso na temporada passada e se mandou.

POSICIONAMENTO

Nenê deverá jogar a maior parte do tempo como ala-pivô. Quem garantiu isso foi o técnico George Karl.

Nenê será o ala de força do time, enquanto que Timofey Mozgov jogará como pivô titular. O russo, disse Karl, melhorou muito e foi muito bem no Europeu de seleções.

Não vi; nada posso dizer.

REFORÇOS

Antes de fechar com Nenê, o Denver acertou a contratação de dois jogadores que vieram do Dallas: o polivalente Rudy Fernandez e o ala Corey Brewer. Em troca, o Denver cedeu ao Mavs um futuro draft de segunda rodada!

Muito esquisito; especialmente em se tratando de Fernandez (foto), um jogador muito interessante. Por que o Dallas estaria soltando um jogador que nem sequer vestiu sua camisa e que é visto como um “swingman”?

Tem coisa aí.

FOCO

O próximo jogador que o Denver pretende colocar em suas fileiras é o ala-armador Aaron Aflalo. Segundo o gerente geral do Nuggets, Masai Ujiri, o acordo está próximo de acontecer e Aflalo, como Nenê, deverá renovar com o Nuggets.

TIME

Se Aflalo renovar mesmo, o time ficará ajeitadinho. Mas ajeitadinho para brigar por uma vaga nos playoffs. Ganhar a conferência? Acho muito pouco provável.

O Denver não tem mais time que Dallas, Oklahoma City, Lakers, Memphis e San Antonio.

Só se der zebra — como deu na final do ano passado.

NA QUADRA

Andre Miller
Aaron Aflalo
Rudy Fernandez
Nenê
Mozgov

Esse deve ser o quinteto titular do Denver.

Do banco vêm Ty Lawson, Corey Brewer, Danilo Galinari, Al Harrington, Chris Andersen e outros menos expressivos que tentarão ajudar George Karl a deixar o time competitivo.

Não acredito.

EPÍLOGO

Como disse acima, fiquei decepcionado. Esperava coisa melhor para Nenê a partir desta temporada.

Notas relacionadas:

  1. OS VERDADEIROS NÚMEROS DE NENÊ
  2. DENVER ESTÁ NUM ATOLEIRO; SPURS E LAKERS RESSURGIRAM
  3. CHANDLER DIZ QUE DEIXA O DALLAS E TIME TEXANO PODE CONTRATAR NENÊ
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , ,

domingo, 11 de dezembro de 2011 Sem categoria | 12:35

DAVID STERN PERSEGUE REALMENTE O LAKERS?

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O troca-troca envolvendo Lakers, New Orleans, Houston, Chris Paul, Lamar Odom, Pau Gasol, Luis Scola, Kevin Martin e drafts melou. Melou porque a NBA voltou a vetar o negócio.

Esta segunda proposta distribuiria assim jogadores e drafts:

New Orleans — Ficaria com Lamar Odom, Luis Scola, Kevin Martin e um draft de primeira rodada do Houston. Assumiria pagamentos de US$ 73 milhões por esses três jogadores nas próximas quatro temporadas, sendo que K-Mart tem apenas dois anos de contrato, Scola quatro e o segundo ano do contrato de Lamar o NOH teria direito de exercer ou não. Em caso de sim, o compromisso passaria para US$ 81 milhões.

Houston — Pegaria apenas Pau Gasol, por quem ele teria que desembolsar US$ 57 milhões nas três próximas temporadas. Na última delas, o Rockets teria de pagar US$ US$ 19,2 milhões por um jogador de 33 anos.

Lakers — Ficaria com Chris Paul, por quem pagaria nesta temporada US$ 16,3 milhões. Mas isso não seria realidade, porque o Lakers assinaria imediatamente um contrato de quatro anos com o jogador e o valor por temporada passaria para algo em torno de US$ 18,5 milhões. CP3 tem apenas 26 anos e é considerado um dos melhores armadores da NBA. O Lakers estaria pagando para CP3, de 26 anos, um pouco menos do que ele pagaria para Pau Gasol que tem 31. Ah, sim, o Lakers ainda receberia um draft de primeira rodada do NOH. Ah, sim, o Lakers se livra de um jogador como Lamar Odom (leiam as matéria do “LA Times” da semana passada e vejam o que as matérias falam de Lamar), que se apresentou completamente fora de forma, cheio de problemas particulares (atropelou um pedestre que veio a morrer posteriormente) e que está mais focado no reality show que faz ao lado da mulher, Khloe Kardashian (exibido no Brasil nas noites de quarta-feira pelo canal a cabo E!) do que em basquete.

Os torcedores do Lakers têm razão: como David Stern (foto) pode vetar um negócio desses? Um negócio extremamente lesivo ao Lakers? Um negócio que favorece New Orleans e Houston descaradamente?

Os torcedores do Lakers que me desculpem, mas, por favor, não me venham com essa porque eu não engulo. A menos que haja fatos que eu desconheço.

NEGÓCIO DA CHINA

Vocês sabem como o Lakers conseguiu recrutar Magic Johnson no “NBA Draft” de 1979? Primeiro a escolher depois de ter ido aos playoffs do Oeste.

O Lakers tinha esse draft porque ele mandou Gail Goodrich, um jogador de 33 anos, para o New Orleans Jazz (hoje Utah) em troca de três drafts de primeira rodada: 1977, 78 e 79.

Como New Orleans terminou o campeonato de 1978-79 com a pior campanha da NBA, o draft do Jazz acabou sendo o primeiro. E estava nas mãos do Lakers, que, não se esqueçam, mandou para o New Orleans um jogador de 33 anos em troca de três drafts de primeira rodada…

SEGUNDA PARTE

O que se comenta é que agora o Lakers vai atrás de Dwight Howard. Aliás, iria de qualquer maneira; iria assim que fechasse com Chris Paul, todo mundo sabia e sabe disso.

O que se comenta é que o time californiano quer oferecer Pau Gasol pelo pivô do Orlando (por que será que o Lakers quer tanto se livrar do espanhol, hein?). Mas vamos novamente aos números, pois Gasol, verdadeiramente, é um jogador de alto calibre e ótima moeda de troca.

D12 vai ganhar US$ 17,8 milhões nesta temporada. Gasol, US$ 18,7 milhões. Para o negócio se encaixar, o Orlando ainda teria que mandar algo a mais para o Lakers, porque senão a conta não fecha.

Vocês acham justa essa troca?

Vamos fazer um exercício de imaginação: coloquem D12 no Lakers e Gasol no Orlando. Aí o Orlando quer o D12 e quer mandar Gasol para o Lakers.

Gasol está com 31 anos e D12 tem 26. D12 está no esplendor de sua carreira, enquanto que Gasol começa a entrar na curva descendente.

Vocês acham que o Lakers aceitaria? Olha, acho que não…

Outra possibilidade é o Lakers colocar Andrew Bynum no negócio. Bynum é jovem, tem apenas 24 anos. Mas tem os joelhos comprometidos. Alguém nesse botequim, jocosamente, diz que os joelhos de Bynum são de areia.

Bynum vai ganhar US$ 15,1 milhões nesta temporada. Haveria uma diferença de pouco menos de US$ 2,7 milhões. O Lakers teria que devolver algo para o Orlando. Mas o quê?

Até Derek Fisher ganha mais do que isso no Lakers: US$ 3,4 milhões.

E o Orlando já avisou: quer jogadores, no plural.

Nesse imbróglio todo aparece o New Jersey. O Nets oferece Brook Lopez (foto) em troca de D12. Lopez e muito mais coisas, como jogadores (Anthony Morrow ou Travis Outlaw) e futuros drafts, pois o pivô do NJN ganhará nesta temporada US$ 3 milhões e Howard, como vimos, vai amealhar US$ 17,8 milhões.

É claro que para o Orlando é melhor fazer negócio com o Brook Lopez, um jogador de apenas 23 anos e que mostra um potencial incrível. Não se esqueçam que Gasol tem 31 anos e que os joelhos de Bynum são de areia.

Então eu volto a perguntar: por que o Orlando faria negócio com o Lakers e não com o NJN? Só há uma resposta para esta pergunta: porque D12 pode dizer que para o NJN não vai e que só joga pelo Lakers.

Aí, realmente, não dá negócio.

Mas se D12 disser que vai para o New Jersey e o Orlando fechar negócio, por favor, não me venham dizer que teve dedo do David Stern.

LAMAR

O ala-pivô do Lakers foi negociado no final da noite deste sábado com o Dallas Mavericks.

Notas relacionadas:

  1. QUEM CUIDA DO HORNETS? LAKERS SE INTERESSA POR PAUL? BYNUM É UMA BOA PARA O ORLANDO? NASH EM LA?
  2. A CARTA DE DAN GILBERT, O FUTURO DE NENÊ E TROCAS QUE JÁ FORAM CONCRETIZADAS
  3. FATOS QUE MUDAM O CASO DA CONTRATAÇÃO DE CHRIS PAUL PELO LAKERS
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , ,

sábado, 10 de dezembro de 2011 Sem categoria | 12:52

FATOS QUE MUDAM O CASO DA CONTRATAÇÃO DE CHRIS PAUL PELO LAKERS

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Leio na manhã deste sábado que Lakers, Houston e New Orleans vão melhorar a proposta de modo que ela seja melhor para o Hornets. Ops! Se os times estão fazendo isso é porque a proposta inicial não era boa para o time da Louisiana, concordam?

Aparentemente, o negócio foi muito bom para o NOH. Eu mesmo escrevi isso. Mas vejam só o que aconteceu nessa troca: o New Orleans assumiria US$ 31 milhões em salários com Luis Scola, Kevin Martin, Goran Dragic e Lamar Odom, e cederia apenas Chris Paul, cujo salário é de US$ 16,3 milhões.

Ou seja: para uma franquia claramente deficitária, que não conseguiu até o momento vender o “naming rights” de seu ginásio e que nem dono tem porque ninguém quer comprá-la por conta do prejuízo, o negócio, do ponto de vista financeiro, foi péssimo.

E eu pergunto: o New Orleans consegue arrecadar o suficiente para arcar com sua folha de pagamento? Pelo que se viu na temporada passada, não.

Nosso parceiro Trapizomba, torcedor do Lakers e morador de Culver City, Los Angeles, mandou-me um link de um artigo do jornalista Larry Coon, do site da ESPN norte-americana. Coon desce a lenha no comportamento de David Stern, o comissário da NBA que vetou o negócio dizendo que este foi danoso ao NOH — e pelos números a gente vê que foi mesmo.

Vejam bem: Stern em nenhum momento disse que vetou o negócio porque o Lakers sairia fortalecido no acordo. Ele disse que vetou o negócio porque ele não foi bom para o New Orleans e o New Orleans pertence à NBA.

No artigo, Coon confirma que os argumentos de Dan Gilbert, dono do Cleveland Cavaliers, são verdadeiros: o Lakers pegaria CP3 e iria economizar US$ 40 milhões em salários.

Esquisito, vocês não acham? Eu acho.

Quando a gente compra algo valioso, não dá pra sair com dinheiro no bolso; se sai é porque tem algo errado. Quando a gente compra algo valioso, a gente se endivida, seja na compra de uma casa, de um carro ou de um terreno há muito cobiçado. Ou de uma joia para a mulher amada.

Se o Lakers pegou Chris Paul e ainda economizou US$ 40 milhões, tem, repito, coisa errada. Dan Gilbert, no e-mail (e não carta) enviado a Stern, lembra o caso da contratação de Pau Gasol, negócio este na época condenado por todos (menos pelos torcedores do Lakers), mas que fez o time de Los Angeles receber “dezenas de milhões de dólares em salário adicional e em Luxury Tax”.

É certo que não houve nada de errado na troca da última quinta-feira. Já disse isso e faço questão de frisar. Tudo limpo aos olhos da lei vigente na NBA.

Mas que é muito esquisito, isso é.

Vejam o caso do Houston. Embora o Rockets tenha aberto mão de US$ 22,7 milhões em salários e assumido US$ 18,7 milhões do Pau Gasol, a diferença é pequena para justificar o desmanche de um time, que ainda perdeu um draft para o New Orleans.

Vejam que o Houston abriria mão de dois jogadores valiosos de seu time titular: Luis Scola e Kevin Martin.

Com o quebra-cabeça sendo montado (mas ainda incompleto), começo a pensar que a NBA deveria investigar o dono do Houston, Leslie Alexander, e seu gerente geral, Daryl Morey. Bem como Dell Demps, manager do NOH.

Acordo que, volto a repetir, aos olhos da lei é legítimo. Mas, pelo que vemos, foi imoral, pois acabou por beneficiar apenas uma equipe: o Lakers.

Por isso, até que novos fatos e elementos apareçam, a conclusão que chego é que ele foi muito bem vetado pela NBA.

Notas relacionadas:

  1. UM CASO PRA MAIS DE METRO
  2. DIGO E REPITO: MIAMI É MELHOR QUE O LAKERS
  3. QUEM CUIDA DO HORNETS? LAKERS SE INTERESSA POR PAUL? BYNUM É UMA BOA PARA O ORLANDO? NASH EM LA?
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , ,

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011 Sem categoria | 17:19

A CARTA DE DAN GILBERT, O FUTURO DE NENÊ E TROCAS QUE JÁ FORAM CONCRETIZADAS

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Assim que o negócio envolvendo Los Angeles Lakers, New Orleans Hornets, Houston Rockets, Chris Paul, Pau Gasol, Luis Scola, Kevin Martin e Goran Dragic foi concretizado, os donos das pequens franquias ficaram indignados.

A indignação foi tamanha que Dan Gilbert (foto), dono do Cleveland Cavaliers, escreveu e mandou uma carta para o comissário David Stern. A missiva foi reproduzida inicialmente pelo site Yahoo! Sports. Agora, viaja pela internet. O teor eu reproduzo abaixo:

Comissário

Seria uma farsa permitir que o Lakers venha adquirir Chris Paul numa troca que aparentemente foi discutida…

Não me lembro de ter visto uma troca onde uma equipe consegue o melhor jogador e economiza mais de US$ 40 milhões no processo. E não parece que eles iriam desistir de qualquer “draft”, o que poderia permitir que mais tarde façam uma troca por Dwight Howard. Quando o Lakers pegou Pau Gasol (na época considerado uma troca extremamente desigual) eles receberam dezenas de milhões de dólares em salário adicional e em “Luxury Tax” e tiveram que desistir de algumas promessas (uma delas em Marc Gasol, que pode se tornar um jogador de salário máximo).

Eu só não vejo como podemos permitir que esse negócio aconteça.

Eu sei que a grande maioria dos proprietários se sente da mesma forma que eu.

Quando é que vamos mudar o nome de 25 das 30 equipes para Washington Generals?

Por favor, avise.

Dan G.

QUESTIONAMENTO

Confesso que estou estudando a carta e não consigo ver onde o Lakers economizaria US$ 40 milhões por temporada nessa troca. Afinal, ele não estaria contratando Chris Paul pela mesma quantia?

Se o Lakers estivesse abrindo mão de um jogador com contrato longo e pegando um que na próxima temporada desse ao time a decisão de prosseguir o acordo ou não; ou então, que o contrato expirasse ao final desta temporada, aí sim haveria a economia deste montante.

Não é o caso, pois o time californiano assinaria um longo contrato com CP3 e estaria pagando a ele os mesmos (ou até mais) US$ 19 milhões anuais que ele gasta com Gasol e outros US$ 19 milhões em multa por conta do “Luxury Tax”.

Então, não consegui detectar. Confesso, todavia, que dormi apenas três horas esta noite e pareço um zumbi neste momento.

Mas se eu estiver comendo mosca, alguém, por favor, clareie minha mente.

APELO

Lakers e Houston vão apelar à NBA para que o acordo não seja desfeito. A apelação será apresentada ainda nesta sexta-feira.

David Stern, entretanto, não dá sinais de que vai ceder.

Há pouco a liga soltou uma declaração assinada por Stern. Ela diz o seguinte:

“Todas as decisões são tomadas com base no que é melhor para o Hornets. No caso da proposta de troca que foi feita por Chris Paul, decidimos, livre da influência de outros proprietários da NBA, que a equipe será melhor servida com Chris em um uniforme do Hornets do que pelo resultado mostrado nos termos daquela troca”.

Será? Claro que não: a troca foi muito boa para o New Orleans. Houve pressão, claro que houve.

PSICOLÓGICO

Alguns parceiros deste botequim, acho que todos torcedores do Lakers, argumentam que Pau Gasol e Lamar Odom não terão cabeça para jogar em Los Angeles. Bobagem, digo eu, sem ofensa, é claro.

Pior do que isso é o jogador deixar o deserto do Arizona e desembarcar na gélida Toronto sem ser consultado. Tem que ir e ponto final.

Foi o que aconteceu com Leandrinho Barbosa.

Esse tipo de situação sempre existiu, existe e existirá na NBA. Com pouquíssimas exceções, jogador não tem direito a opinar.

MUDANÇA DE RUMO

Com o veto de ontem, Dwight Howard (foto) pode assinar com o New Jersey Nets. O jogador se reuniu com Mikhail Prokhorov, dono do Nets, e Billy King, gerente geral da franquia, ontem à noite em Miami.

Se bem que esse encontro aconteceu antes do “affair” Lakers/CP3/NBA. E mais: segundo as regras da NBA, ele foi ilegal, pois o Orlando não sabia do encontro e, por isso mesmo, não deu permissão.

De todo o modo, com o ocorrido, D12 deve estar pensando: é melhor eu desistir da ideia de ir para Los Angeles jogar no Lakers.

Se Howard acertar com o Nets, formará dupla da pesada com Deron Williams.

NENÊ

D12 conversou com os dirigentes do New Jersey ontem à noite, mas Adrian Wojnarowski, o cara mais bem informado sobre NBA na atualidade, acabou de postar em seu Twitter que o Nets deve oferecer um contrato milionário para Nenê nesta sexta-feira.

É aguardar pra ver. Mas em se tratando de Wojnarowski, a chance de ser um “chute” não existe.

RAPIDINHAS

Os times poderão usar a cláusula de anistia para dispensar apenas um jogador de seu elenco a partir de hoje. Data de encerramento: 16 de dezembro. As trocas poderão ser feitas até 15 de março… O ala-armador Brandon Roy vai anunciar sua aposentadoria, segundo o site da ESPN dos EUA. Motivo: seus joelhos não suportam mais a carga de treinos e nem suportará a de jogos. Uma pena… A ida de Tyson Chandler para o New York confirmou-se nesta sexta-feira oficialmente. O pivô campeão da NBA assinou um contrato de quatro anos e ganhará cerca de US$ 60 milhões… O Miami renovou com Mario Chalmers e James Jones. Os valores não foram disponibilizados… O Philadelphia 76ers está próximo de renovar o contrato de Thaddeus Young… Troca que não deverá ser vetada pela NBA: Glen Davis deixa o Boston e vai para o Orlando, que mandará ao Celtics Brandon Bass… Gilbert Arenas acaba de ser dispensado pelo Orlando, que usou a cláusula de anistia. Chauncey Billups deverá ser o próximo.

Notas relacionadas:

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , ,

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011 Sem categoria | 18:15

MIAMI ACERTA COM SHANE BATTIER. TYSON CHANDLER ESTÁ PERTO DE ASSINAR COM O NEW YORK

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Shane Battier postou em seu Twitter que acertou com o Miami. Baita contratação, pois Battier é uma espécie de Metta World Peace sem grife.

Tyson Chandler acabou de receber uma proposta de US$ 60 milhões em quatro anos do New York e parece que vai para o Knicks. O time da Big Apple usaria a cláusula de anistia dispensando Chauncey Billups (US$ 14,2 milhões). Esse dinheiro seria oferecido a Chandler.

Se isso acontecer, o Knicks não teria espaço em seu “cap” para tentar contratar Chris Paul. E então a gente se pergunta: pra onde vai CP3? Afinal, ele não condicionou sua ida ao Clippers e ao Golden State à contratação de Chandler?

FORÇA

Mas vamos falar de Shane Battier. O jogador, que pode jogar de ala e ala-armador, será de grande valia ao técnico Erik Spoelstra. Ele tanto pode descansar Dwyane Wade quanto LeBron James.

Mas é na defesa que Battier (foto) será importante. Em determinado momento do jogo, o Heat pode estar em quadra com D-Wade, Battier, LBJ, Chris Bosh e um mané qualquer. Ficaria muito forte.

Se CB1 for para o pivô, Mike Miller pode entrar no time e LBJ passaria para a ala de força. Ou então Mario Chalmers pode armar o jogo, D-Wade ficaria na posição 2, Battier na 3 e LBJ fazendo pivô com Bosh.

Enfim, como disse, uma baita aquisição do Miami.

Muito contribuiu para isso a participação do presidente do Miami, Nick Arison, filho do dono, Mick Arison. Nick era gerente do time de basquete da universidade de Duke quando Battier lá jogava, incluindo a temporada de 2001, quando a escola da Carolina do Norte foi campeã nacional.

Battier, que jogou a temporada passada pelo Memphis Grizzlies, postou em seu Twitter que o locaute foi importante, pois ele pôde refletir sobre a carreira e, consequentemente, para a vida. “Nas últimas semanas eu analisei vários cenários e vi que tudo apontava para que uma direção: a de vencedor”.

E pra ser vencedor e ganhar um anel, Battier escanteou propostas do Memphis, Houston e OKC e optou pelo Miami.

OBS

Mario Chalmers é “free-agent”, mas é restrito e não irrestrito. Ou seja: se o jogador receber uma proposta, o Miami tem o direito de igualá-la e ficar com seu armador.

Outro jogador que é FA restrito é Jeff Green, do Boston Celtics.

DESAPONTAMENTO

O Clippers imaginou que pudesse contratar Tyson Chandler e com ele Chris Paul. Como Chandler praticamente se acertou com o New York Knicks, o time angelino deve renovar com DeAndre Jordan e formar o núcleo de seu time nele, Eric Gordon e Blake Griffin.

NEGÓCIO FECHADO

Mas Caron Butler acabou de se acertar com o time angelino. Vai jogar três temporadas no primo pobre de Los Angeles e receberá em troca US$ 24 milhões.

Butler vale tudo isso? A gente nem sabe como ele está, pois sem Butler o Dallas foi campeão da NBA na temporada passada. Sim, sem ele, porque uma grave contusão no joelho obrigou-o a jogar apenas 29 partidas no campeonato anterior.

Depois, os donos de franquias reclamam que os times estão no prejuízo. Por conta de atitudes desse tipo que os times se afundam.

Por favor, me entendam: não estou dizendo que Caron não seja um grande jogador; não é isso. O que estou dizendo é que o ala é uma incógnita. E pagar US$ 8 milhões por temporada para um jogador que é um grande ponto de interrogação realmente não me parece nada inteligente.

CP3

O Boston não desistiu do jogador. Danny Ainge, gerente geral da franquia, pretende oferecer ao New Orleans Rajon Rondo, Jeff Green (assina e coloca no negócio) e dois drafts do ano que vem da primeira rodada.

Esses drafts são do próprio Celtics e outro que o time de Massachusetts adquiriu via Los Angeles Clippers.

Mas há um problema: esses dois drafts podem não ter peso algum, principalmente se o Clippers ficar entre os times que vão atingir os playoffs do lado do Oeste, neste momento fragilizado se comparado com o Leste.

Bem, mas esse é um problema do NOH. Quanto ao Boston, como Ainge pretende persuadir Chris Paul? Da seguinte maneira:

1) Mostrando a ele que Kevin Garnett, Ray Allen e Paul Pierce, juntos, ainda têm lenha pra queimar em uma temporada curta e, com isso, ganhar seu primeiro anel nesta temporada;

2) Mostrando a CP3 que na próxima temporada haverá um espaço no “cap” do time no valor de US$ 31,2 milhões, exatamente o montante dos salários de KG e Allen, que devem se aposentar assim que esta temporada terminar. Esse dinheiro seria usado para contratar Dwight Howard, que na cabeça de Danny Ainge disputaria esta temporada pelo Orlando e no ano que vem sairia com o passe na mão, usando linguajar do futebol.

Será que Ainge conseguirá convencer CP3?  E D12 também?

CENÁRIO

Leio na internet que o Houston Rockets não pretende gastar dinheiro nem com Tyson Chandler e nem com Nenê Hilário. Os dirigentes da franquia preferem pegar um pivô barato: Samuel Dalembert.

Pra onde irá Nenê?

Do jeito que as coisas estão caminhando, creio que ele vai ficar mesmo no Denver Nuggets. Uma pena.

ACORDOS

Atenção para os “free-agents” que já se acertaram para a próxima temporada:

Caron Butler — Assinou com o Los Angeles Clippers. Contrato de três anos em troca de US$ 24 milhões.

Tayshaun Prince — Renovou com o Detroit Pistons. Assinou contrato de quatro anos em troca de US$ 27 milhões.

Shane Battier — Assinou com o Miami Heat. Valores ainda não disponíveis.

Greg Oden — Renovou com o Portland Trail Blazers. Contrato de um ano em troca de US$ 8,9 milhões.

Tracy McGrady — Acertou com o Atlanta Hawks por uma temporada. Receberá o salário mínimo para veteranos: US$ 1,3 milhão.

Jonas Jerebko — Renovou com o Detroit Pistons. Vai receber US$ 16 milhões em quatro anos.

Jason Kapono — Assinou com o Lakers. Contrato de um ano em troca de US$ 1,3 milhão, o salário mínimo para veteranos.

Eddy Curry — Acertou com o Miami Heat. Um ano de contrato e vai ganhar igualmente o salário mínimo para veteranos: US$ 1,3 milhão.

TJ Ford — Vai para o San Antonio Spurs. Um ano de contrato e US$ 1,3 milhão (o mínimo veterano).

Mike Dunleave — Acordou contrato de duas temporadas com o Milwaukee Bucks. Valores não disponíveis.

Shannon Brown — É o mais novo jogador do Phoenix Suns. Assinou por US$ 3,5 milhões por apenas uma temporada.

Notas relacionadas:

  1. MIAMI NO CAMINHO CERTO, JÁ O CHICAGO…
  2. MIAMI E LAKERS SOBRAM, CONFORME O PREVISTO
  3. CHANDLER DIZ QUE DEIXA O DALLAS E TIME TEXANO PODE CONTRATAR NENÊ
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , , , ,

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011 Sem categoria | 21:38

QUEM CUIDA DO HORNETS? LAKERS SE INTERESSA POR PAUL? BYNUM É UMA BOA PARA O ORLANDO? NASH EM LA?

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Estava cá pensando com meus botões sobre a situação de Chris Paul e consequentemente do New Orleans. Foi então que me deu um estalo: quem defende os interesses do Hornets?

Como a gente sabe, o time da Louisiana não tem dono. A NBA encampou a franquia na temporada passada, quando George Shinn, seu ex-proprietário, pulou fora do barco.

A NBA quer vender o NOH. Sem um time competitivo e sem estrelas, fica difícil vendê-lo.

Por exemplo: se CP3 for negociado, o que sobrará do New Orleans? Você compraria um time que tem Andrew Bynum como principal estrela? Ou Pau Gasol? Ou Rajon Rondo? Ou Chauncey Billups?

Por outro lado, eu também me encafifo com o seguinte: para a NBA, CP3 num grande mercado gera mais dinheiro para a liga e pode ser mais interessante do que deixá-lo mofando na Louisiana à espera de um comprador para o Hornets.

Dell Demps é o gerente geral da franquia. Mas até onde ele manda? Até onde ele define? Até onde ele tem poder para defender os interesses do New Orleans?

Realmente, a estas perguntas eu não consigo encontrar respostas.

NEGOCIAÇÕES

Um companheiro nosso deste amado botequim, que eu não me lembro o nome agora, disse uma coisa certa: lendo o “LA Times” uma espécie de porta-voz do Lakers, você não encontra nenhuma matéria dizendo que o time quer contratar Chris Paul. Quem o Lakers quer é Dwight Howard.

Se não há mesmo interesse do time californiano por CP3, esta pode ser uma situação ruim para o Lakers. Isso porque o Orlando se fortalece em sua missão de manter DH na Flórida.

Sim, porque Paul fica bem na alça de mira do time do Magic. E Otis Smith, gerente geral do Orlando, quer contratar CP3 para manter Howard. Ele já disse isso.

Ao mesmo tempo, você olha para o “roster” do Magic e não vê ninguém que possa ir para o Golfo do México numa troca. Jameer Nelson? J.J. Reddick? Hedo Turkoglu? Gilbert Arenas???

Ontem a gente falou neste botequim que Golden State e Clippers podem pegar Chris Paul desde que contratem Tyson Chandler. Contratar Chandler não é problema, pois ele é agente livre.

Quanto a Paul, tanto GSW quanto Clippers têm mais o que ofertar ao NOH do que o Orlando. O que se comentou ontem é que o time angelino teria oferecido Eric Gordon e DeAndre Jordan, que assinaria um contrato de US$ 40 milhões com o Clippers e iria para o Hornets.

O Warriors ofereceria Monta Ellis e algo mais, quem sabe Dorell Wright e um manezinho qualquer do elenco. Interessante também, pois outro parceiro deste botequim lembrou-me ontem que Dorell fez uma temporada passada interessante.

Por tudo o que vimos, o Lakers torce neste momento para que Clippers ou Golden State obtenham sucesso na tentativa de contratar Paul. E para onde ele for, haverá “cap” para contratar Tyson Chandler.

NEGOCIAÇÕES 2

A situação do Lakers em relação a Dwight Howard é a seguinte: o Orlando só fecha com o Lakers se duas de suas estrelas entrarem no negócio.

Mas no “LA Times” de hoje, Bill Plaschke, um dos repórteres do jornal, lembra que Bynum, em seis temporadas em Los Angeles, só participou de todos os jogos em apenas uma delas: 2006-07. Depois que ele lesionou o joelho pela primeira vez, perdeu uma média de 31 partidas nos campeonatos seguintes.

“Por que o Orlando queria contratá-lo”, perguntou Plaschke.

O repórter conjectura a possibilidade de o Orlando entender que pelo fato de Bynum ter apenas 24 anos, ele pode ser consertado. Será?

Então eu faço a mesma pergunta que fiz acima em relação aos negócios envolvendo Chris Paul: se você fosse dono de uma franquia, contrataria Andrew Bynum?

O outro time que sinalizou no sentido de contratar o Super-Homem foi o New Jersey, que gostaria de formar o duo Deron Williams/Dwight Howard. Mas o Nets tem para oferecer ao Orlando Brook Lopez.

O que seria pior: pegar um jogar com um histórico pavoroso de lesões ou um jogador como Brook Lopez?

Realmente, a esta pergunta eu também não consigo encontrar resposta.

DOIS DIAS

Sim, dois dias. A partir do dia 9, sexta-feira próxima, 14h de Nova York, os times poderão conversar com seus jogadores. Otis Smith terá a possibilidade de se encontrar com Dwight Howard e perguntar: o que você quer para ficar aqui?

Até o momento essa conversa não aconteceu.

LÓGICA

Como o Lakers não se mostra interessado em Chris Paul, Andrew Bynum tem que entrar no negócio com Dwight Howard. Sim, pois não dá para pagar uma fortuna para Bynum ser banco de DH.

OUTRO LADO

O Orlando pode até topar Bynum no negócio, mas ele quer também Pau Gasol. Lamar Odom? Seria o ideal para o Lakers, pois manteria Gasol e não perderia intensidade interior.

Howard e Gasol formariam uma dupla e tanto debaixo da tabela.

DÚVIDA

Phil Jackson se aposentou. Mike Brown é a realidade do Lakers. Com P-Jax, não havia necessidade alguma de o time ter um armador de ofício, pois o sistema de triângulos dava de ombros para ele.

Agora com Brown, o jogo é outro. Quem seria então o armador do Lakers se Chris Paul não está na alça de mira do time?

Não dá para levar com Derek Fisher. E Steve Blake foi uma piada na temporada passada.

Um novo negócio teria que ser feito para que o Lakers se fortalecesse na armação.

Como disse ontem aqui, Steve Nash foi visto em LA. Mas ele desmentiu que lá estivesse em negociação com o Lakers. Disse que estava gravando um comercial ao lado de Tim Duncan.

Nash tem apenas mais um ano de contrato com o Phoenix. E por ele vai receber US$ 11,6 milhões.

Quem o Lakers poderia dar para fisgar Nash? Quem seria interessante para o Phoenix para abrir mão de Nash?

Olhando para o elenco do Lakers, não vejo ninguém.

SOLUÇÃO

Uma troca “blockbuster”, envolvendo Lakers, Orlando e Phoenix, poderia ser uma saída, com o Lakers pegando também Jameer Nelson do Orlando, colocando algo mais (draft, dinheiro, sei lá o que mais) e mandando para o Phoenix Jameer e Luke Walton.

Sim, Luke Walton, que é produto da Universidade do Arizona e é um cara respeitado no deserto e que goza de prestígio por isso mesmo.

Seria uma saída. Assim o Lakers talvez conseguisse Steve Nash.

ESQUADRA

O time ficaria então com Steve Nash, Kobe Bryant, Metta World Peace, Pau Gasol e Dwight Howard.

Caramba, um baita time.

Mas eu pergunto: quem ajudaria esses caras descansarem? Poderia acontecer com o Lakers o mesmo que ocorreu com o Miami na temporada passada: quinteto titular poderoso; reservas medianos.

RAPIDINHAS

O San Antonio vai usar a cláusula de anistia para dispensar Richard Jefferson e abrir em seu “cap” mais US$ 9,2 milhões… Tracy McGrady acertou com o Atlanta contrato de uma temporada pelo salário mínimo: US$ 1,3 milhão… Perguntado se Nenê Hilário poderia assinar com o Toronto, Leandrinho Barbosa respondeu: “De jeito nenhum, aqui é muito frio”… Mais Lakers: na sexta-feira, quando os negócios poderão ser fechados, Jason Kapono assina contrato de um ano pelo mínimo também.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , ,

terça-feira, 6 de dezembro de 2011 Sem categoria | 23:11

NBA DIVULGA A TABELA: TEMPORADA REGULAR TERMINA EM 26 DE ABRIL

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Promessa é dívida: segue o link do site da NBA com toda a tabela da temporada regular e os jogos da “pré-season”. Não se esqueçam: o time que aparece em primeiro lugar é o visitante.

Por exemplo: Boston @ New York significa Boston at New York; ou seja, Boston em Nova York.

Portanto, quem estava esperando a tabela para marcar viagem nestas férias para os EUA e aproveitar para ver uns jogos, é só se debruçar no “schedule” e armar a “trip” (caramba, me senti agora com 18 anos…).

O campeonato começa em 25 de dezembro, dia da Natal, com os cinco jogos que a gente já sabe, mas que não custa lembrar:

New York x Boston (15h)
Dallas x Miami (17h30)
Lakers x Chicago (20h)
Oklahoma City x Orlando (23h)
Golden State x Clippers (1h30)

Os horários são de Brasília, não se esqueçam.

Outra coisa: o “All-Star Game”, que está marcado para Orlando, acontecerá no final de semana dos dias 24, 25 e 26 de fevereiro.

E não se esqueça: cada time fará 66 ao invés dos 82 jogos na fase de classificação.

Estarei em Nova York no final de março, começo de abril. Ou melhor: vou marcar a viagem de acordo com o melhor da tabela. E vocês, planejam algo?

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