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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012 Sem categoria | 13:56

NBA DIVULGA SELEÇÕES DO LESTE E DO OESTE QUE PARTICIPAM DO ‘ALL-STAR GAME’

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A NBA anunciou na noite de ontem os dois quintetos escolhidos pelos torcedores para o desafio entre o Leste e o Oeste no “All-Star Game” do dia 26 de fevereiro próximo, em Orlando.

No lado Leste, o Miami cedeu dois jogadores; no Oeste, a cidade de Los Angeles foi a base do quinteto.

Os dois times são os seguintes:

LESTE
Derrick Rose (Chicago Bulls)
Dwyane Wade (Miami Heat)
LeBron James (Miami Heat)
Carmelo Anthony (New York Knicks)
Dwight Howard (Orlando Magic)

OESTE
Chris Paul (LA Clippers)
Kobe Bryant (LA Lakers)
Kevin Durant (Oklahoma City Thunder)
Blake Griffin (LA Clippers)
Andrew Bynum (LA Lakers)

O jogador que mais votos recebeu foi o pivô Dwight Howard (foto Getty Images), do time da casa, que foi escolhido por nada menos do que 1.600.390 fãs, numa clara demonstração de afeto por parte deles. Orlando respira e transpira o ASG. Grande parte dos votos partiu da cidade do Mickey Mouse.

Em segundo lugar apareceu Kobe Bryant: 1.555.479 votos. O ala do Lakers ainda goza de grande prestígio entre os torcedores norte-americanos, embora a mídia local faça uma campanha descarada para colocar LeBron James como o número 1 da NBA.

Por falar no ala do Miami, LBJ foi votado por 1.360.680 fãs, ficando atrás não apenas de D12, mas também do armador Derrick Rose, que contou com o carinho de 1.514.723 torcedores. Dwyane Wade recebeu 1.334.223 votos. Carmelo Anthony completa o quinteto. O ala nova-iorquino é um clássico intruso nesta seleção, mas como são os fãs quem escolhem os titulares das duas seleções, não há o que se fazer: ele acumulou 1.041.290 votos.

No Oeste, depois de Kobe, o jogador mais popular foi Kevin Durant: 1.345.566 votos. Depois vieram: Chris Paul, 1.138.743; Andrew Bynum, 1.051.945; e Blake Griffin, 876.451.

Somando-se os votos, o quinteto do Leste recebeu 6.851.306 indicações, enquanto que os titulares do Oeste ficaram com 5.968.184. O que isso quer dizer? Quer dizer que os jogadores do Leste são mais populares.

O ranking geral ficou assim:

1) Dwight Howard: 1.600.390
2) Kobe Bryant: 1.555.479
3) Derrick Rose: 1.514.723
4) LeBron James: 1.360.680
5) Kevin Durant: 1.345.566
6) Dwyane Wade: 1.334.223
7) Chris Paul: 1.138.743
8) Andrew Bynum: 1.051.945
9) Carmelo Anthony: 1.041.290
10) Blake Griffin: 876.451

Ou seja: se formos levar em conta a preferência dos torcedores, o time titular dos EUA para os Jogos Olímpicos de Londres, em julho próximo, seria:

Derrick Rose
Kobe Bryant
LeBron James
Kevin Durant
Dwight Howard

Acho que seria o meu preferido também, pois LBJ e KD podem perfeitamente se revezar como ala de força, sem contar que um jogar da posição pode vir do banco para ajudar quando preciso.

Mas não é isso o que a gente discute. O que discutimos é a seleção do ASG.

Respeitando os votos dos torcedores, meus dois quintetos, levando-se em consideração bola, apenas bola, seriam:

LESTE
Derrick Rose
Dwyane Wade
Luol Deng
LeBron James
Dwight Howard

Coloco Luol, pois o sudanês naturalizado britânico encontra-se no melhor momento de sua carreira. Está lesionado no pulso no momento e se ausentou nos últimos cinco jogos do Bulls, deixando bem claro que o time sem ele perde muito de sua força.

OESTE
Chris Paul
Kobe Bryant
Danilo Galinari
Kevin Durant
Andrew Bynum

Coloco Gallinari no quinteto, pois o ala italiano do Denver vem fazendo uma grande temporada, transformando-se no melhor jogador do time do Colorado, atualmente o segundo colocado na Conferência Oeste.

RESERVAS

A NBA informa que os reservas de cada time serão anunciados no dia 9 de fevereiro próximo, quinta-feira da semana que vem. Serão anunciados no intervalo da partida entre Boston e Lakers.

Eles serão escolhidos pelos treinadores de suas conferências, lembrando que os técnicos não podem votar em atletas de seus times.

Serão indicados dois armadores, dois alas, um pivô, além de dois jogadores independente de posição.

TREINADORES

Os dois técnicos serão aqueles com melhor campanha em suas respectivas conferências. Se fosse neste momento, seriam Tom Thibodeau (Chicago Bulls) no Leste e Scott Brooks (Oklahoma City Thunder) no Oeste.

Mas a NBA vai levar em consideração a classificação quando a rodada do dia 15 de fevereiro se encerrar.

SOLITÁRIO

Nenê Hilário foi o único dos quatro brasileiros a receber votação expressiva de modo a aparecer entre os mais votados. O paulista de São Carlos foi o preferido entre 207.102 torcedores.

RODADA

O grande jogo da noite de ontem ocorreu em Nova York, onde a equipe da casa voltou a perder, desta vez para o desfalcado Chicago Bulls: 105-102.

O Knicks é um arremedo de time de basquete. Tem um técnico de capacidade discutível e um jogador fominha, que coloca tudo a perder, pois conjuga os verbos na primeira pessoa do singular ao invés de conjugá-los na primeira do plural.

Mike D’Antoni desperta no torcedor a mesma ira e o mesmo desprezo que Isiah Thomas provocou num passado recente. Quando o NYK perde, os torcedores gritam das poltronas do Garden: Fora D’Antoni!

Carmelo Anthony é um atleta que deveria ter optado pelo tênis e não pelo basquete. Recentemente, Amar’e Stoudemire veio a público reclamar do antolho usado por Melo; e com razão.

Amar’e fez 34 pontos diante do Bulls, mas foram insuficientes para levar o time à vitória. Derrick Rose (foto Reuters) anotou dois a menos, mas contou com um time mais solidário, que mesmo desfalcado de duas importantes peças (Luol Deng e Rip Hamilton) sabe o que significa basquete em equipe.

O NYK tem uma campanha de 8-14. Em casa, 4-7. Na estrada, idem. Dos últimos 12 confrontos, venceu apenas dois.

É o décimo colocado do Leste, com um percentual de aproveitamento de ridículos 36,4%. Sonha com uma vaga nos playoffs porque esta conferência é mais frágil se comparada com a outra.

Estivesse o NYK no Oeste e ocuparia atualmente a 14ª posição.

FACE-TO-FACE

Por falar em comparações, até a rodada de ontem o duelo entre as duas conferências mostra o seguinte: 59 vitórias do Oeste contra 40 do Leste.

Mas ao olharmos a classificação geral do campeonato, temos o Oklahoma City em primeiro, mas os cinco seguintes são do Leste: Chicago, Miami, Philadelphia, Indiana e Atlanta.

O que isso quer dizer? Quer dizer que esses times, por fazerem parte do Leste, enfrentam equipes débeis e dificilmente perdem. No Oeste, como o equilíbrio é maior, a gente vê um perde e ganha, que acaba por interferir muito mais no recorde das equipes.

Notas relacionadas:

  1. O EQUILÍBRIO DO OESTE
  2. EQUILÍBRIO NO OESTE
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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , ,

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012 NBA, Sem categoria | 17:09

ORLANDO PROPÕE AO NEW YORK TROCAR DWIGHT HOWARD POR TYSON CHANDLER E AMAR’E STOUDEMIRE

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Stephen A. Smith, repórter da ESPN dos EUA, é um cara muito bem informado. Não é como Adrian Wojnarowski, do Yahoo Sports!, mas é um cara bem informado.

Pois bem, Smith noticiou que fontes seguras a ele relacionadas informaram que Otis Smith, gerente geral do Orlando Magic, vai propor ao New York Knicks a seguinte troca: Dwight Howard (foto AP) por Amar’e Stoudemire e Tyson Chandler. E o time da Flórida ainda teria que dar jogadores a mais para a conta fechar. Todos nós sabemos que o Magic quer se livrar de Hedo Turkoglu. Seria ele?

Ninguém confirmou ou desmentiu oficialmente, mas o negócio pode ser feito se depender de Stoudemire, pois ele está P da vida com Carmelo Anthony que não lhe passa a bola nem a pau. E o clima no vestiário do Knicks, por conta disso, não anda nada bom.

Melo admitiu no treino de ontem, domingo, que tem retido demais a bola e que prefere mandá-la para a cesta do que para o companheiro. Réu confesso, ele espera que Amar’e o perdoe pela situação.

“Vamos conversar (hoje) e tentar entender o que está acontecendo”, disse Melo.

Melo foi vaiado pelos torcedores do NYK depois da derrota de sábado para o Denver depois de duas prorrogações. Disse não ter ficado incomodado com isso, mas sua aparência era de derrota.

Por conta disso, eu me pergunto: será que a torcida vai aceitar a saída de Stoudemire? Por que não Carmelo, eles podem perguntar? Sim, pois Melo e Amar’e têm praticamente o mesmo salário.

A gente não pode se esquecer que o NYK desmontou um time que estava indo muito bem, cheio de garotos (Raymond Felton, Danilo Gallinari e Wilson Chandler) para pegar Carmelo Anthony. Até o momento, a troca revelou-se um desastre.

Perder Stoudemire não seria outro duro golpe para a franquia?

Por outro lado, a gente vê analisa a troca e vê que Amar’e e D12 jogam praticamente na mesma posição, muito embora Stoudemire seja um ala-pivô de ofício e que quebra um galho como pivô.

Não seria mais produtivo para o New York ficar com Carmelo e D12? E o que fazer com Turkoglu, se de fato ele for incluído na troca? Não seria um luxo pagar US$ 10,6 milhões para um jogador ficar no banco de reservas?

Uma saída seria Mike D’Antoni passar Melo para ala-pivô, posição que ele jogou na seleção dos EUA nas Olimpíadas de Pequim quando Coach K queria descansar Chris Bosh e D12.

Melo jogaria como PF defendendo, mas o time atacaria com quatro jogadores abertos e Howard no pivô. Daria certo?

Tenho dúvidas, pois Melo é fominha e do jeito que ele “boicota” Amar’e, pode fazer o mesmo com D12.

Enfim, só nos resta aguardar.

Notas relacionadas:

  1. OS PLANOS DO NEW YORK
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Autor: Fábio Sormani Tags: , ,

domingo, 22 de janeiro de 2012 Sem categoria | 12:21

NENÊ E SPLITTER SÃO DESTAQUES NA NBA. WADE ATRAPALHA LEBRON?

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O jogo da rodada deste sábado na NBA foi New York x Denver. Não apenas por ter marcado o primeiro embate do agora nova-iorquino Carmelo Anthony contra seu ex-time, mas também porque o prélio precisou de duas prorrogações para definir seu vencedor.

No final, deu Denver, do brasileiro Nenê Hilário: 119-114.

Nenê (na foto AP dando um toco em Amar’e Stoudemire) voltou a fazer uma grande partida. Ficou 44:37 minutos em quadra e anotou 12 pontos, 13 rebotes e cinco assistências.

Nenê ficou em quadra 44:37 minutos, 13:17 minutos a mais do que fica normalmente, pois sua média de permanência no trabalho é de 31:20 minutos.

Acumula um “average” de 13,4 pontos e 9,1 rebotes por partida neste campeonato. Se ficasse os mesmos 38:60 minutos de Dwight Howard, por exemplo, poderia ter médias melhores. Mesmo assim, tem quase um “double-double” na temporada.

Na vitória de ontem sobre o Knicks, em Nova York, Nenê deu cinco assistências. Neste torneio tem uma média de 2,4 por partida e está em quarto lugar no ranking dos pivôs, ao lado de D12, atrás apenas de Marc Gasol (3,1) e Tim Duncan e Greg Monroe (2,9).

A visão de jogo de Nenê impressiona, pois mesmo em dificuldades, dentro do garrafão, ele mantém a calma para encontrar a melhor solução para os apertos da jogada. O passe de Nenê é um dos melhores da NBA na atualidade entre os grandalhões da liga.

Quanto ao jogo, Melo deixou a quadra com 25 pontos, dez rebotes e cinco assistências. Mas fez 10-30 nos arremessos e em muitos momentos mostrou-se perdido. Perdeu o duelo para seu ex-time.

Melo encontra-se em uma posição muito difícil dentro do Knicks. Não consegue se firmar, não é o líder que o time precisa e não adicionou quase nada desde a sua chegada.

Por isso, o que se comenta em Nova York é que o Knicks poderá trocá-lo. Mas a franquia vai esperar um pouco mais. Vai esperar pela estreia de Baron Davis.

Se com Davis o cenário mudar, ótimo. Se com Davis tudo ficar igual, é provável que ao final da temporada o NYK tente trocar Melo por um armador.

SHOW

Outro brasuca que foi muito bem, mas muito bem mesmo, foi Tiago Splitter. O seu San Antonio perdeu para o Houston fora de casa, por 105-102, mas o bom da história é que o catarinense está ganhando mais e mais minutos de jogo.

Tim Duncan, lesionado, não jogou, e Splitter atuou por 31:33 minutos, enquanto que DeJuan Blair, a baleia do SAS que é seu concorrente, jogou 18:04.

E sabem o que aconteceu? Splitter anotou 25 pontos, seu recorde na NBA, e apanhou dez rebotes.

Acho que o milico que dirige o alvinegro texano e que atende pelo nome de Gregg Popovich deve estar se convencendo que: 1) vale gastar mais seu tempo com Tiago do que com DeJuan; 2) por conta disso, vale dar mais minutos em quadra para Tiago do que para DeJuan.

DÚVIDA

O Miami conseguiu mais uma vitória. Bateu ontem o Philadelphia por 113-92. Mais uma vitória sem Dwyane Wade.

Desde que D-Wade foi para o departamento médico, o Miami enfileirou três triunfos. Sem ele, o Heat tem uma campanha de 6-0; com ele, 5-4.

Muitos se perguntam: o Miami fica melhor sem Wade? Outra parcela, considerável, garante: o Miami fica melhor sem Wade.

E mais: sem Wade, LeBron James joga melhor, quase todos afirmam neste momento.

O que dizem os números?

Os números dizem que LBJ (foto AP) sem Wade tem médias de 31,4 pontos, 7,4 rebotes e 9,0 assistências. Com Wade, o desempenho é este: 28,8 pontos, 8,3 rebotes e 6,5 assistências.

Muita diferença? Não muito, eu diria; mas os números de LBJ sem Wade são melhores à exceção dos rebotes.

Mas muito mais importante do que analisar os números, dar importância a eles, é ver que, de fato, LBJ sem D-Wade está mais solto em quadra. Ele parece se sentir o dono do time e do jogo, como era em Cleveland.

A pergunta que todos se fazem no momento é: os dois podem jogar juntos?

Eu respondo: claro que podem; ou vocês se esqueceram que na temporada passada, juntos, eles chegaram à final da NBA?

RAPIDINHAS

O Bulls bateu o Charlotte em Chicago por 95-89. Carlos Boozer, alguém alertou aqui neste botequim, está jogando muito bem. E está mesmo: anotou 23 pontos e pegou nove rebotes… Preocupação que tenho: Luol Deng participou de todos os jogos do Chicago e tem uma permanência em quadra de 38:30 minutos. Ontem, com a partida no bolso (o placar não reflete o confronto), o sudanês naturalizado britânico jogou 39:37 minutos. Tom Thibodeau precisa pensar nisso… Alguém consegue me dizer quem é Mike James? Em nove minutos com a camisa do Chicago, ele fez nove pontos e deu dez assistências… Chris Bosh fez 30 pontos na vitória do Miami sobre o Philadelphia. Seu “mid-range” é o melhor entre os ala-pivôs da liga… Por falar em Miami, alguém consegue explicar a feiúra do uniforme da partida de ontem? Depois daquele preto espetacular do jogo contra o Lakers, o “designer” da Adidas pisou na bola… Um dos destaques do Denver na vitória sobre o New York foi o ala-pivô Al Harrington. Veio do banco e trouxe consigo 24 pontos e 11 rebotes… Não reservei nenhum espaço grandioso para o Philadelphia neste botequim e nem acho que seja o caso. Mas estou de olho em Evan Turner… Pra encerrar: dá pra explicar a derrota do Portland para o Detroit por 94-91? Sim, derrota, pois o Blazers perdeu e não o Pistons ganhou.

Notas relacionadas:

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  2. FINALMENTE CHEGOU O DIA DE TIAGO SPLITTER
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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , ,

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012 Sem categoria | 22:30

A MENSAGEM QUE VEIO NUMA SEXTA-FEIRA 13

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Gosto e admiro vocês. Já discuti, angariei e perdi amigos neste botequim. Não me arrependo de nada que fiz e não me vexo em dizer que errei muitas vezes e que aprendi também bastante com vocês. Não sou perfeito e nem o dono da verdade; e nem tenho pretensões para isso.

Como vocês bem sabem, leio todas as mensagens; todas! Elas ficam estocadas dentro de mim, na minha memória e/ou no meu coração. E pra onde eu vou eu as levo comigo, como se eu fosse um chip. Todas têm um cantinho reservado especialmente. E eu espero que a memória deste computador jamais se esgote.

Hoje, sexta-feira 13, que de ruim não tem nada, recebi uma mensagem que me tocou muito. Trouxe-me muita alegria. Nunca fiz isso, mas esta mensagem não pode ficar escondida, de modo a passar despercebida por qualquer um de vocês. Ela não merece isso.

Por isso, vou reproduzi-la. Tenho certeza que vocês, almas sensíveis e inteligentes que são, irão aplaudir o meu gesto.

A MENSAGEM

Um ano… Hoje Sormani completa-se hoje um ano que diariamente eu leio a sua coluna.

A minha historia com o basquete iniciou-se em uma tarde de dezembro de 2009 onde eu que não sabia nada de basquete fui jogar um novo jogo que havia ganho algumas semanas antes da viajem de minha mãe aos EUA chamado NBA live 2010. Meu colega que já tinha visto um jogo do Lakers optou por esse time e eu que apesar de nada saber de basquete já havia ouvido falar do Chicago Bulls o escolhi apesar das tentativas de meu colega de me fazer jogar com o Cavaliers por causa do Lebron (e que ironia foi quando o primeiro jogo de basquete que eu vi foi um Cavaliers at Chicago no dia 19 de março de 2010).

Logo após ele sair eu fui pesquisar os times da NBA e vi que o Chicago era o terceiro maior campeão e algo que eu sempre evitei é ficar do lado de quem esta ganhando com relação ao esporte, mas eu também não queria torcer pra um time sem camisa e desse modo passei a torcer pelo Bulls. Parece até que eu previ as coisas e na primeira temporada que eu vejo completa o meu Bulls passou de 8 da Leste para o time com a melhor campanha da NBA.

Aliás, eu tive muita sorte porque a minha primeira final foi um Boston vs Lakers melhor de sete, meu primeiro mundial foi com uma conquista americana depois de 16 anos com direito a uma partida emocionante entre Brasil e EUA, meu primeiro pré-olímpico foi onde o Brasil deu a sua carimbada para as Olimpíadas depois de 12 anos, minha primeira off-seasons foi muito repercutida e polemica e meu primeiro all-star foi o maior da historia, mas na época eu não tinha conhecimento para ter ideia da importância disso.

Desde que decidi ser torcedor do Bulls passei a acompanhar as noticias do meu time pelo Google Notícias, mas como todo adolescente, para me identificar com algo e ser associado a isso e em pouco tempo passei a colocar na barra de pesquisa diariamente NBA até ver que o IG sempre colocava as noticias que eu queria e tinha também matérias especiais então eu passei a ir ao IG diariamente, isso já na temporada 2010-2011, mas se você me pedir a data creio que foi por volta de agosto ou setembro e em dezembro eu espiei pela janela o botequim e tomei um ou dois refrigerante, mas em 13 de janeiro de 2012 eu virei um frequentador.

No dia, você comentava do azar que o Heat deu em jogar mal e perder do Clippers (estou com déjà vu) acabando com a série de jogos que ganhou seguidamente fora de casa que poderia ter sido a maior da historia e após um ano a data cai no dia do azar (desculpe pelo meu momento non sense).

De lá pra cá religiosamente depois que eu chego da escola pego meu ipod entro na internet e leio sua coluna enquanto almoço (uma versão hi-tech do velho jornal do vovô lido durante o almoço), muitas vezes já fui o primeiro a ler (inclusive hoje, só demorei para postar por estar fazendo o texto) e quando não você não posta fico lá no botequim sentado e esperando até você entrar.

Verdade que dá para contar nos dedos quantas vezes eu dei a minha opinião, o que faz com que todos aqui do botequim que estão lendo agora, não tenham nunca ouvido falar de mim, principalmente por eu ser o garoto que chega aqui antes de todos e toma um refri, confesso que quando tem rodada por sua conta já peguei algumas cervejas sem o Labica ver, mas saio antes de começar a discussão.

Sormani, eu te considero como uma das três pessoas vivas que eu mais gostaria de conhecer, você fica entre o Chico e o Samuel Rosa porque apesar de ser apaixonado por basquete eu não tenho nenhum ídolo esportista, tenho sim admiração por uns 15, mas não tenho vontade de conhecer porque considero que jogador é apenas alguém que já tinha uma predisposição natural para ser bom e que treinou muito para desenvolvê-la o máximo, mas um cara que tem o real talento musical e que possui um conhecimento sobre a coisa que eu mais aprecio merece não a idolatria (só o Chico), mas uma profunda vontade de conhecer.

Para encerrar, eu sei que ficou grande, mas podemos interpretar isso como o desabafo de um viciado que já esta ficando inveterado em NBA e que vem sempre aqui e sai do mesmo jeito que entra quieto, porém atento.

Espero que depois das 365 opiniões e casos seus, que eu ouvi pacientemente você tenha tirado um minuto pra ouvir um depoimento meu e se quiser bater um papo comigo é só me procurar assim que chegar que estarei sempre no mesmo lugar, sentado à mesa a esquerda da porta de entrada com um copo de refri servido pelo Labica e se um dia vier a BH com tempo, por favor, me mande um e-mail que eu adoraria conhece-lo pessoalmente.

Do garoto de 14 anos do botequim, André.

IDENTIFICAÇÃO

O garoto em questão é o André Gouvea.

Autor: Fábio Sormani Tags:

sábado, 7 de janeiro de 2012 Sem categoria | 16:28

UM DIA NO MADISON SQUARE GARDEN

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Thiago Simões é um jornalisa desta nova safra de jornalistas que não é obtusa. Simões, ou Ti, como o chamamos, tem horizontes largos e se interessa por esporte — e não apenas por futebol. Conhece futebol, mas fala também com conhecimento sobre basquete, tênis, vôlei, atletismo e principalmente hóquei, uma de suas maiores paixões.

Esta paixão, aliás, lhe valeu um posto entre os comentaristas dos canais ESPN, que prima por ter um quadro de experts que nos deixa orgulhosos de pertencer a classe dos jornalistas esportivos.

Conheci Ti na Rádio Jovem Pan. A amizade formou-se rapidamente por conta, é claro, do esporte. E, no caso, da NBA. Como vocês vão ver no texto que ele escreveu e que publico logo abaixo,  ele tem uma queda e tanto pelo New York Knicks.

Ele relata a história de seu relacionamento idílico com o Knicks (que é muito bacana), bem como sua emoção ao ver uma partida de seu time favorito dentro de casa, o Madison Square Garden, a arena mais famosa do planeta.

No final do texto vocês vão ver um vídeo que Ti fez no momento da apresentação do NYK e do Boston Celtics. Isso mesmo: Simões esteve no jogo entre New York e Boston na abertura da temporada, no dia de Natal.

Tenho certeza que vocês vão curtir o relato do meu amigo jornalista Thiago Simões:

AMOR À PRIMEIRA VISTA

Me lembro como se fosse ontem. Em 1992, tive meu primeiro contato com a NBA, após instalarem a TV à cabo na residência dos meus pais. Na TV, estavam em quadra Knicks e Celtics, com o quinteto que eu aprendi a decorar com o tempo: Doc Rivers, John Starks, Charles Smith, Charles Oakley e Patrick Ewing. Desde então, o amor à primeira vista foi amadurecendo. Um dos grandes responsáveis por isso foi o diretor Spike Lee. Sempre gostei de seus Knicks.

Muitos anos se passaram e chegamos ao dia 25 de dezembro de 2011. Natal, um verdadeiro presente de Papai Noel para este que vos escreve. Ironia do destino, meu primeiro jogo em um ginásio da NBA foi um Knicks x Celtics. Mas te digo. Não foi fácil chegar até aí. E será nas linhas abaixo que eu vou descrever um pouco da sensação de participar de um jogo da NBA, pois é assim que você se sente, um participante e não um mero espectador.

TUDO FUNCIONA

Chegamos ao Madson Square Guarden 30 minutos antes do início da partida. Como estava hospedado a dois quarteirões do ginásio, não tive dificuldade para chegar no local de jogo, porém, era notório a facilidade para se chegar ao evento para quem veio de longe. Não havia trânsito na rua e muito menos aquele empurra, empurra característico dos estádios brasileiros. Agora, se você acha que não é possível fazer a comparação, reflita: os ginásios norte-americanos levam, em média, mais torcedores do que os estádios brasileiros durante uma temporada. Atualmente, no Brasil, um clássico regional dificilmente chega a 20 mil pagantes.

Ao entrar no Madson Square Garden, uma pequena fila nos aguardava e em menos de 5 minutos já estávamos em nossos assentos, que mesmo sendo em um dos lugares mais baratos do ginásio (140 dólares cada ingresso) era muito confortável, com bastante espaço e com cadeiras acolchoadas. Sim, você não precisa levar aquela almofada para sentar em bancos duros, como nos estádios brasileiros. Antes de sentar, um funcionário pegou nossos bilhetes e nos informou o lugar marcado para o nosso assento. Muito educado e prestativo.

Como já é da sabedoria de muitos, os torcedores ficam misturados. Durante o jogo, até ocorrem provocações entre os torcedores, mas sempre com o respeito esperado por todos nós, o que faz da partida um evento sadio para crianças e jovens, que desde cedo aprendem a se portar em um jogo.

SHOW É COM ELES

Não é novidade para os apaixonados em esporte que os norte-americanos sabem transformar um simples jogo em um evento inesquecível e não poderia ser diferente na primeira partida da temporada.

Em momento algum você se sente ocioso durante o jogo, mesmo com o longo intervalo e as paradas técnicas. Brincadeiras com o público e a presença de estrelas no ginásio fazem do telão central (que é maravilhoso, por sinal) um entretenimento à parte.

Antes da apresentação dos jogadores do Knicks, um dos momentos mais espetaculares do jogo. Um pano branco foi colocado sobre a quadra, tranformando-a em uma grande telão, com imagens dos últimos confrontos entre as equipes. Tudo para motivar os jogadores e torcedores. Durante o intervalo de partida, tivemos até um pedido de casamento! Vale destacar também o sistema de som do Madson Square Garden. O som do ginásio é algo à parte. Parece que estamos em um show musical, tamanha é a qualidade.

MAKE SOME NOISE!

Se existe um fator que me desapontou durante todo o jogo foi a torcida. Por mais que ela incentivasse a equipe em alguns momentos, a impressão que dava é que ela só se manifestava conforme o DJ do ginásio se comportasse, seja tocando uma música ou pedindo para incentivar a equipe. Creio que isso se deve muito a cultura dos norte-americanos, que não possuem em sua raiz o sangue latino, por mais que New York tenha muitos imigrantes. Eu até tentei fazer uma reflexão sobre o assunto, levando em consideração que ginásios são diferentes de estádios, porém, veio me à mente o feito pela torcida brasileira em jogos da seleção masculina de vôlei.

Após o término da partida, a sensação que temos é de que as 2 horas e meia de jogo ocorreram em pouco mais que meia hora. Quando você menos percebe, a partida termina e a sensação de quero mais bate forte em sua mente. Por mais que o ingresso seja caro, vale cada centavo gasto!

Bem, espero ter conseguido passar um pouco da experiência que eu tive em um ginásio de basquete nos Estados Unidos. Antes de finalizar, gostaria de agradecer o espaço cedido pelo companheiro Fábio Sormani e espero ter contribuído com a grandeza que o seu blog representa no mundo do basquete. Espero que tenham gostado! Um excelente ano para todos vocês e com muitas bolas na cesta!

Notas relacionadas:

  1. SHAQ TENTA CONVENCER O BOSTON
  2. O MILAGRE DE NEW ORLEANS
  3. QUEM SERÁ O LÍDER DO LESTE?
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , ,

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011 Sem categoria | 11:41

A DUPLA DA FLÓRIDA E A NOVA VITÓRIA DO CLIPPERS SOBRE O LAKERS

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Ontem, durante o prélio entre Orlando e Miami, conversando com alguns parceiros deste botequim que me acompanhavam pelo Twitter (@FRSormani), eu disse: Glen “Baleinha” Davis fará uma dupla interessante com Dwight Howard.

Pelo que vimos na peleja que foi disputada na cidade do Mickey Mouse, acho que vou acertar no meu prognóstico. Baleinha veio do banco e em 23:46 minutos anotou 18 pontos, a maior parte deles no terceiro quarto, quando o Magic venceu o Heat por 34-24 e descontou um déficit de 14 tentos ao final do primeiro tempo (56-42), para terminar o período atrás em apenas quatro pontos (80-76).

Veio o quarto derradeiro e empurrado por 19.045 torcedores, o Orlando fez 28-20 e venceu a partida por 104-100. Ninguém imaginava que isso pudesse ocorrer, especialmente depois de um primeiro tempo primoroso do pessoal do sul da Flórida.

DUPLA

Volto ao tema: Dwight Howard é pura força e emoção. Glen Davis, embora banhudo, tem mais técnica e pensa mais o jogo.

Um complementará o outro; D12 e Big Baby.

A pergunta que fica é: por quanto tempo eles vão jogar juntos?

RELATO

Certo que eu persigo o Lakers (como a maioria dos torcedores amarelinhos que frequentam este botequim), nosso internacional parceiro Trapizomba mandou-me suas impressões sobre nova vitória do Clippers sobre o Lakers, agora por 108-103.

Valho-me dela, pois não vi a partida. Disse Traps:

“Sormani, antes de escrever o próximo post sobre a “aula” (ele ficou irritado porque no post de anteontem eu coloquei no título que o Clippers tinha dado uma aula no Lakers) que o Clips deu no Lakers, algumas ressalvas:

1) Blake Griffin fez a festa a partir do final do segundo quarto, quando (Josh) McRoberts marcava ele. Depois foi a vez de Troy Murphy (horroroso) marcar ele. Enquanto (Pau) Gasol estava em quadra, Griffin não foi bem, claro;

2) Mike Brown estava testando as formações, ficou óbvio. (Devin) Ebanks foi muito bem enquanto jogou, mas MB sacou-o do time no fim do segundo quarto e ele não mais voltou. Claramente, ganhar o jogo não era a prioridade, claro. Testar sim. Acho que depois de hoje, ele assegurou um lugar nos “starters”. Aliás, o (Andrew) Goudelock me decepcionou. Mas também era o primeiro jogo dele na NBA, deve ser f***;

3) Darius Morris nem sequer jogou hoje;

4) Etc, etc, etc….

Não quero parecer ranzinza, mas se eu fosse torcedor dos Clips não ficaria tão empolgado. CP3 é o bicho, mas Griffin ainda preocupa. O “grande” momento dele, no começo do terceiro quarto, foi porque Troy Murphy estava marcando ele. E Troy é coisa feia de se ver…

Hoje gostei de ver o Ebanks. Foi um alívio ver que ele continua evoluindo.

Do lado dos Clips (tirando o CP3, claro), gostei do (Caron) Butler, como sempre acertando os seus arremessos.

Abs.

HIGHLIGHTS

Não vi, como disse, esta nova vitória do Clippers sobre o Lakers. Apenas os melhores momentos pelo site da NBA.

Algumas observações:

1) Kobe Bryant não jogou por conta de uma lesão leve nos ligamentos do punho direito, fruto de uma queda depois de um toco humilhante que ele levou de DeAndre Jordan na partida de segunda-feira;

2) Por falar em DeAndre, novamente ele foi o bicho quando o assunto foram os “pregos”. Foram três no jogo de ontem, um deles, pra cima de Andrew Bynum, foi espetacular;

3) Apesar do toco (faz parte do jogo, só leva quem está lá dentro), Bynum foi muito bem na partida: 26 pontos e 11 rebotes;

4) Bynum só não foi o cestinha da partida porque Blake Griffin anotou 30 pontos. E Traps, pelo que vi nos “highlights” do site da NBA, os mais expressivos foram anotados quando Pau Gasol estava em quadra.

RIVALIDADE

Queiram ou não os torcedores do Lakers, mas está nascendo uma rivalidade entre as duas equipes da cidade. O Clips fez 2-0 nos confrontos desta fase amistosa. Durante a temporada teremos mais três jogos: 14 e 25 de janeiro e em 4 de abril.

Vamos fazer um minibolão? Quanto vocês acham que vai acabar esta série? Importante: dois jogos serão com mando do Clips. Ou seja: o primo pobre terá mais torcida.

Meu palpite, então: 2-1 para o Clips.

Aguardo o de vocês.

BRASUCAS

Não vi as partidas em que os brasileiros estiveram em quadra. Ou melhor, vi trechos do jogo do San Antonio contra o Houston, que terminou com a apertada vitória do alvinegro por 97-95.

Tiago Splitter veio do banco, jogou apenas 16 minutos, tempo para marcar seis pontos e pegar dois rebotes. Continuo com mau pressentimento de que esta temporada será a passada para Splitter.

Em Boston, na vitória do time da casa por 81-73, Leandrinho Barbosa não entrou em quadra com a camisa do Toronto. Pelo que vi no “box score”, foi por decisão do treinador.

FRUSTRAÇÃO

Dois jogos bem fracos na noite desta quinta-feira:

Atlanta x Charlotte (22h30)
Phoenix x Denver (0h)

Acho que vou colocar a leitura em dia.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , ,

domingo, 18 de dezembro de 2011 NBA, Sem categoria | 15:46

BARCELONA SÓ ENCONTRA PARALELO NO “DREAM TEAM”

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Ainda impactado pelo futebol do Barcelona, começo estas mal traçadas… Rapaziada, eu nunca vi nenhum time, não importa a modalidade, dominar tanto um adversário como o Barça domina seus oponentes.

Neste domingo foi o Santos. No sábado passado foi o Real Madrid. E amanhã fará o mesmo contra outros times, apareça quem aparecer, não importa a nacionalidade.

Claro que não há times imbatíveis. Nem o Santos de Pelé era. Esse Barcelona perdeu recentemente para o Getafe, pelo Campeonato Espanhol, por 1-0; mas é raro.

Vi a segunda metade do Santos de Pelé jogar. A partir de 1966 já me lembro de futebol. Aquele Santos era espetacular, mas não dominava o adversário como o Barcelona domina.

É certo que o conceito era outro. O Santos de Pelé não tinha como filosofia a posse de bola. O Santos de Pelé era rápido, agredia seus adversários rapidamente. Trocava posse de bola com o oponente. Mas, no final, o resultado era o mesmo do Barcelona de hoje: o Santos quase sempre vencia e ganhava campeonatos.

Trazendo para o basquete, não vi o Boston de Bill Russell jogar. Mas vi o Chicago de Michael Jordan.

Não era a mesma coisa; o Chicago de MJ dominava seus oponentes, mas vencia partidas no sufoco, no aperto. O adversário jogava também. Mas no final, no momento da decisão, MJ e companhia definiam a partida e venciam campeonatos.

Se continuarmos no campo das comparações, esse Barcelona lembra sabe quem? O “Dream Team” de Barcelona-92. Exatamente isso: o “Dream Team” que ganhou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Barcelona.

Olha que coincidência: Barcelona… Acho que é a água da cidade, só pode ser isso.

Alguém pode perguntar: se o “Dream Team” disputasse uma temporada da NBA perderia quantas partidas? Respondo: nenhuma.

O “Dream Team” assustava seus adversários como esse Barcelona assusta.

Pro meu gosto, futebol é um esporte sonolento e chato pra burro. Mas ver o Barcelona dá prazer. Paro de fazer o que estou fazendo para ver o Barça jogar.

Basquete é um esporte emocionante e dinâmico. Nunca faço outra coisa quando há um jogo da NBA à minha disposição. E quando o “Dream Team” jogava eu mandava o mundo se calar.

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Autor: Fábio Sormani Tags: ,

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011 Sem categoria | 16:28

NENÊ RENOVA COM O DENVER E FRUSTRA EXPECTATIVAS

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Nenê Hilário renovou com o Denver. Assinou ontem à noite um contrato de cinco anos num valor total de US$ 67 milhões, o que dá algo em torno de US$ 13,4 milhões por temporada.

Fiquei decepcionado. Esperava por Nenê em outro time, em uma equipe forte, que brigasse pelo título.

Imaginei muitas vezes Nenê (foto) com a camisa do Miami ou do Boston. Cheguei até a cogitar vê-lo com a regata 31 do New Jersey Nets ao lado de Dwight Howard.

Infelizmente, ficou tudo na fantasia.

Nenê continuará no Denver. E em Denver deverá encerrar sua carreira sem jamais colocar um anel de campeão no dedo.

GRANA

Durante o locaute, Nenê declarou que dinheiro não era problema pra ele. O que ele queria, na verdade, era ser campeão.

Agora, ao vê-lo assinando com o Nuggets, fico pensando: por que ele fez isso?

Há algumas possibilidades:

1) Não apareceu nada de concreto e Nenê foi superestimado ao ser colocado com o melhor “free-agent” deste mercado;
2) O dinheiro falou mais alto pro são-carlense, que, na verdade, está mais preocupado em cuidar do futuro dele e da família do que em colocar um anel no dedo;
3) Seu empresário, Dan Fegan, guloso como todos os empresários, pressionou-o a assinar com o Nuggets por conta do montante financeiro, o que dará uma comissão maior a ele;
4) Sua mulher é de Denver e deve tê-lo pressionado para assinar com o Nuggets e, com isso, continuar na cidade, ao lado dos familiares.

Não consigo imaginar outra justificativa para a renovação de contrato de Nenê com o Denver além dessas. Não acredito que Nenê tenha carimbado um novo acordo com o Nuggets achando que vai ser campeão.

Como disse, esse time não tem chance nenhuma de ganhar um título, pois além de mediano, o Denver não tem vocação para ganhar campeonatos. Carmelo Anthony percebeu isso na temporada passada e se mandou.

POSICIONAMENTO

Nenê deverá jogar a maior parte do tempo como ala-pivô. Quem garantiu isso foi o técnico George Karl.

Nenê será o ala de força do time, enquanto que Timofey Mozgov jogará como pivô titular. O russo, disse Karl, melhorou muito e foi muito bem no Europeu de seleções.

Não vi; nada posso dizer.

REFORÇOS

Antes de fechar com Nenê, o Denver acertou a contratação de dois jogadores que vieram do Dallas: o polivalente Rudy Fernandez e o ala Corey Brewer. Em troca, o Denver cedeu ao Mavs um futuro draft de segunda rodada!

Muito esquisito; especialmente em se tratando de Fernandez (foto), um jogador muito interessante. Por que o Dallas estaria soltando um jogador que nem sequer vestiu sua camisa e que é visto como um “swingman”?

Tem coisa aí.

FOCO

O próximo jogador que o Denver pretende colocar em suas fileiras é o ala-armador Aaron Aflalo. Segundo o gerente geral do Nuggets, Masai Ujiri, o acordo está próximo de acontecer e Aflalo, como Nenê, deverá renovar com o Nuggets.

TIME

Se Aflalo renovar mesmo, o time ficará ajeitadinho. Mas ajeitadinho para brigar por uma vaga nos playoffs. Ganhar a conferência? Acho muito pouco provável.

O Denver não tem mais time que Dallas, Oklahoma City, Lakers, Memphis e San Antonio.

Só se der zebra — como deu na final do ano passado.

NA QUADRA

Andre Miller
Aaron Aflalo
Rudy Fernandez
Nenê
Mozgov

Esse deve ser o quinteto titular do Denver.

Do banco vêm Ty Lawson, Corey Brewer, Danilo Galinari, Al Harrington, Chris Andersen e outros menos expressivos que tentarão ajudar George Karl a deixar o time competitivo.

Não acredito.

EPÍLOGO

Como disse acima, fiquei decepcionado. Esperava coisa melhor para Nenê a partir desta temporada.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , ,

domingo, 11 de dezembro de 2011 Sem categoria | 12:35

DAVID STERN PERSEGUE REALMENTE O LAKERS?

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O troca-troca envolvendo Lakers, New Orleans, Houston, Chris Paul, Lamar Odom, Pau Gasol, Luis Scola, Kevin Martin e drafts melou. Melou porque a NBA voltou a vetar o negócio.

Esta segunda proposta distribuiria assim jogadores e drafts:

New Orleans — Ficaria com Lamar Odom, Luis Scola, Kevin Martin e um draft de primeira rodada do Houston. Assumiria pagamentos de US$ 73 milhões por esses três jogadores nas próximas quatro temporadas, sendo que K-Mart tem apenas dois anos de contrato, Scola quatro e o segundo ano do contrato de Lamar o NOH teria direito de exercer ou não. Em caso de sim, o compromisso passaria para US$ 81 milhões.

Houston — Pegaria apenas Pau Gasol, por quem ele teria que desembolsar US$ 57 milhões nas três próximas temporadas. Na última delas, o Rockets teria de pagar US$ US$ 19,2 milhões por um jogador de 33 anos.

Lakers — Ficaria com Chris Paul, por quem pagaria nesta temporada US$ 16,3 milhões. Mas isso não seria realidade, porque o Lakers assinaria imediatamente um contrato de quatro anos com o jogador e o valor por temporada passaria para algo em torno de US$ 18,5 milhões. CP3 tem apenas 26 anos e é considerado um dos melhores armadores da NBA. O Lakers estaria pagando para CP3, de 26 anos, um pouco menos do que ele pagaria para Pau Gasol que tem 31. Ah, sim, o Lakers ainda receberia um draft de primeira rodada do NOH. Ah, sim, o Lakers se livra de um jogador como Lamar Odom (leiam as matéria do “LA Times” da semana passada e vejam o que as matérias falam de Lamar), que se apresentou completamente fora de forma, cheio de problemas particulares (atropelou um pedestre que veio a morrer posteriormente) e que está mais focado no reality show que faz ao lado da mulher, Khloe Kardashian (exibido no Brasil nas noites de quarta-feira pelo canal a cabo E!) do que em basquete.

Os torcedores do Lakers têm razão: como David Stern (foto) pode vetar um negócio desses? Um negócio extremamente lesivo ao Lakers? Um negócio que favorece New Orleans e Houston descaradamente?

Os torcedores do Lakers que me desculpem, mas, por favor, não me venham com essa porque eu não engulo. A menos que haja fatos que eu desconheço.

NEGÓCIO DA CHINA

Vocês sabem como o Lakers conseguiu recrutar Magic Johnson no “NBA Draft” de 1979? Primeiro a escolher depois de ter ido aos playoffs do Oeste.

O Lakers tinha esse draft porque ele mandou Gail Goodrich, um jogador de 33 anos, para o New Orleans Jazz (hoje Utah) em troca de três drafts de primeira rodada: 1977, 78 e 79.

Como New Orleans terminou o campeonato de 1978-79 com a pior campanha da NBA, o draft do Jazz acabou sendo o primeiro. E estava nas mãos do Lakers, que, não se esqueçam, mandou para o New Orleans um jogador de 33 anos em troca de três drafts de primeira rodada…

SEGUNDA PARTE

O que se comenta é que agora o Lakers vai atrás de Dwight Howard. Aliás, iria de qualquer maneira; iria assim que fechasse com Chris Paul, todo mundo sabia e sabe disso.

O que se comenta é que o time californiano quer oferecer Pau Gasol pelo pivô do Orlando (por que será que o Lakers quer tanto se livrar do espanhol, hein?). Mas vamos novamente aos números, pois Gasol, verdadeiramente, é um jogador de alto calibre e ótima moeda de troca.

D12 vai ganhar US$ 17,8 milhões nesta temporada. Gasol, US$ 18,7 milhões. Para o negócio se encaixar, o Orlando ainda teria que mandar algo a mais para o Lakers, porque senão a conta não fecha.

Vocês acham justa essa troca?

Vamos fazer um exercício de imaginação: coloquem D12 no Lakers e Gasol no Orlando. Aí o Orlando quer o D12 e quer mandar Gasol para o Lakers.

Gasol está com 31 anos e D12 tem 26. D12 está no esplendor de sua carreira, enquanto que Gasol começa a entrar na curva descendente.

Vocês acham que o Lakers aceitaria? Olha, acho que não…

Outra possibilidade é o Lakers colocar Andrew Bynum no negócio. Bynum é jovem, tem apenas 24 anos. Mas tem os joelhos comprometidos. Alguém nesse botequim, jocosamente, diz que os joelhos de Bynum são de areia.

Bynum vai ganhar US$ 15,1 milhões nesta temporada. Haveria uma diferença de pouco menos de US$ 2,7 milhões. O Lakers teria que devolver algo para o Orlando. Mas o quê?

Até Derek Fisher ganha mais do que isso no Lakers: US$ 3,4 milhões.

E o Orlando já avisou: quer jogadores, no plural.

Nesse imbróglio todo aparece o New Jersey. O Nets oferece Brook Lopez (foto) em troca de D12. Lopez e muito mais coisas, como jogadores (Anthony Morrow ou Travis Outlaw) e futuros drafts, pois o pivô do NJN ganhará nesta temporada US$ 3 milhões e Howard, como vimos, vai amealhar US$ 17,8 milhões.

É claro que para o Orlando é melhor fazer negócio com o Brook Lopez, um jogador de apenas 23 anos e que mostra um potencial incrível. Não se esqueçam que Gasol tem 31 anos e que os joelhos de Bynum são de areia.

Então eu volto a perguntar: por que o Orlando faria negócio com o Lakers e não com o NJN? Só há uma resposta para esta pergunta: porque D12 pode dizer que para o NJN não vai e que só joga pelo Lakers.

Aí, realmente, não dá negócio.

Mas se D12 disser que vai para o New Jersey e o Orlando fechar negócio, por favor, não me venham dizer que teve dedo do David Stern.

LAMAR

O ala-pivô do Lakers foi negociado no final da noite deste sábado com o Dallas Mavericks.

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  3. FATOS QUE MUDAM O CASO DA CONTRATAÇÃO DE CHRIS PAUL PELO LAKERS
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , ,

sábado, 10 de dezembro de 2011 Sem categoria | 12:52

FATOS QUE MUDAM O CASO DA CONTRATAÇÃO DE CHRIS PAUL PELO LAKERS

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Leio na manhã deste sábado que Lakers, Houston e New Orleans vão melhorar a proposta de modo que ela seja melhor para o Hornets. Ops! Se os times estão fazendo isso é porque a proposta inicial não era boa para o time da Louisiana, concordam?

Aparentemente, o negócio foi muito bom para o NOH. Eu mesmo escrevi isso. Mas vejam só o que aconteceu nessa troca: o New Orleans assumiria US$ 31 milhões em salários com Luis Scola, Kevin Martin, Goran Dragic e Lamar Odom, e cederia apenas Chris Paul, cujo salário é de US$ 16,3 milhões.

Ou seja: para uma franquia claramente deficitária, que não conseguiu até o momento vender o “naming rights” de seu ginásio e que nem dono tem porque ninguém quer comprá-la por conta do prejuízo, o negócio, do ponto de vista financeiro, foi péssimo.

E eu pergunto: o New Orleans consegue arrecadar o suficiente para arcar com sua folha de pagamento? Pelo que se viu na temporada passada, não.

Nosso parceiro Trapizomba, torcedor do Lakers e morador de Culver City, Los Angeles, mandou-me um link de um artigo do jornalista Larry Coon, do site da ESPN norte-americana. Coon desce a lenha no comportamento de David Stern, o comissário da NBA que vetou o negócio dizendo que este foi danoso ao NOH — e pelos números a gente vê que foi mesmo.

Vejam bem: Stern em nenhum momento disse que vetou o negócio porque o Lakers sairia fortalecido no acordo. Ele disse que vetou o negócio porque ele não foi bom para o New Orleans e o New Orleans pertence à NBA.

No artigo, Coon confirma que os argumentos de Dan Gilbert, dono do Cleveland Cavaliers, são verdadeiros: o Lakers pegaria CP3 e iria economizar US$ 40 milhões em salários.

Esquisito, vocês não acham? Eu acho.

Quando a gente compra algo valioso, não dá pra sair com dinheiro no bolso; se sai é porque tem algo errado. Quando a gente compra algo valioso, a gente se endivida, seja na compra de uma casa, de um carro ou de um terreno há muito cobiçado. Ou de uma joia para a mulher amada.

Se o Lakers pegou Chris Paul e ainda economizou US$ 40 milhões, tem, repito, coisa errada. Dan Gilbert, no e-mail (e não carta) enviado a Stern, lembra o caso da contratação de Pau Gasol, negócio este na época condenado por todos (menos pelos torcedores do Lakers), mas que fez o time de Los Angeles receber “dezenas de milhões de dólares em salário adicional e em Luxury Tax”.

É certo que não houve nada de errado na troca da última quinta-feira. Já disse isso e faço questão de frisar. Tudo limpo aos olhos da lei vigente na NBA.

Mas que é muito esquisito, isso é.

Vejam o caso do Houston. Embora o Rockets tenha aberto mão de US$ 22,7 milhões em salários e assumido US$ 18,7 milhões do Pau Gasol, a diferença é pequena para justificar o desmanche de um time, que ainda perdeu um draft para o New Orleans.

Vejam que o Houston abriria mão de dois jogadores valiosos de seu time titular: Luis Scola e Kevin Martin.

Com o quebra-cabeça sendo montado (mas ainda incompleto), começo a pensar que a NBA deveria investigar o dono do Houston, Leslie Alexander, e seu gerente geral, Daryl Morey. Bem como Dell Demps, manager do NOH.

Acordo que, volto a repetir, aos olhos da lei é legítimo. Mas, pelo que vemos, foi imoral, pois acabou por beneficiar apenas uma equipe: o Lakers.

Por isso, até que novos fatos e elementos apareçam, a conclusão que chego é que ele foi muito bem vetado pela NBA.

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  1. UM CASO PRA MAIS DE METRO
  2. DIGO E REPITO: MIAMI É MELHOR QUE O LAKERS
  3. QUEM CUIDA DO HORNETS? LAKERS SE INTERESSA POR PAUL? BYNUM É UMA BOA PARA O ORLANDO? NASH EM LA?
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