O CASO DO SEGURO
Como todos nós estamos carecas de saber, Anderson Varejão optou por testar o mercado. Com isso, não fez valer o seu contrato com o Cleveland para a próxima temporada, que lhe daria algo em torno de US$ 6.2 milhões.
O capixaba pretende ganhar mais e deseja também um contrato maior, pois o atual encerra-se ao final da próxima temporada. Quer dizer, ano que vem, antes do Mundial da Turquia, haverá a mesma ladainha se o acordo for apenas pelo próximo campeonato.
Assinar um novo compromisso com algum time e com um tempo de duração de uns cinco anos, imagino eu, é tudo o que Varejão quer. E ele está mais do que certo; eu faria o mesmo.
Muito bem, dito isso, vamos à página dois desta história. O capítulo chama-se “Seguro”.
A CBB informa que acabou de fazer um seguro para Leandrinho no valor de US$ 18 mil. Chegou-se a esta quantia com base no contrato que o jogador tem com o Suns.
Muito bem, dito isso, vamos à página três desta história. O capítulo chama-se “Seguro do Varejão”.
A CBB informa que não pode fazer um seguro para o ala/pivô capixaba porque ele não tem contrato com nenhum time da NBA no momento, o que é verdade. Por isso, diz o presidente da entidade, Carlos Nunes, o jogador corre o risco de não participar da Copa América de Porto Rico, que começa no final do mês de agosto.
Varejão teria, portanto, pouco mais de um mês para decidir sua vida na NBA. Tempo suficiente, creio eu, para que ele se acerte com algum time – inclusive o próprio Cleveland, por que não?
Muito bem, dito isso, vamos à página quatro desta história. O capítulo chama-se “Se quiser, eu jogo”.
O fato de não ter um contrato com um time da NBA e, consequentemente, impossibilitar a CBB de fazer um seguro, não impede de jeito nenhum Varejão de participar da Copa América. Ele está livre para jogar onde e quando quiser.
O que Varejão não quer é correr riscos. Claro, pois se acontecer uma contusão grave e não houver um seguro, ele ficará completamente desamparado.
Já pensou se acontece o pior? (batamos todos na madeira: toc!toc!toc!). Como é que ele fica?
Portanto, é legítimo da parte do jogador não entrar em quadra se não houver um seguro, fruto de um novo contrato na NBA. Eu faria o mesmo.
Mas vamos deixar claro uma coisa: se quiser, Varejão joga; o que ele não quer é correr risco de espécie alguma.
Eu também não correria.
DEPOIMENTO
A seguir, reproduzo na íntegra, com o devido consentimento, o importante depoimento do nosso parceiro Humberto Alexandre, que mora em Brasília. Caso algum de vocês não tenha lido a mensagem do Humberto, veja o que ele escreveu:
“Sormani, não se iluda com o basquete em Brasília não, este time que temos é formado por interesses políticos e de mídia de empresas e do governo do DF.
O que conta aqui é o descaso e a elitização do esporte. Não existe apoio governamental, pois as quadras públicas estão em estado lastimável e a Federação só existe no Plano piloto ou nos clubes/colégios de classe alta.
Não surgirá um novo basquete no Brasil se ele não emergir das ruas, das pessoas que comecem a praticar por prazer e livremente, para daí então procurarem os clubes e a federação.
Meu filho de nove anos, ao ir comigo ver o jogo no Nilson Nelson, se empolgou e comprou uma bola. Procuramos uma quadra pública aqui em Ceilândia e não existe nenhuma apta para a prática do basquete. Uma vergonha absurda na capital do país.
Portanto não se iluda em pensar que aqui está virando um pólo de basquete, porque é mentira! É só mídia de ocasião de um governador perdulário e muito, mas muito bom de propaganda”.
Muito bem, ontem o Humberto mandou um complemento da primeira mensagem, que eu reproduzo também:
“Destaco que o que afirmei ali é facilmente comprovado por qualquer habitante desta Brasília de meu Deus; inclusive em uma matéria veiculada no “DFTV” (Rede Globo) do dia 26 deste mês, sobre o estado precário das quadras por aqui.
É lamentável ver uma matilha se locupletando do amor dos verdadeiros fãs do esporte, com interesses claramente pessoais, pois fica claro que o objetivo é apenas exposição na mídia e não o desenvolvimento do esporte no tecido social.
E na minha opinião o NBB é um tremendo fracasso, pois não conseguiu nem colocar a transmissão do jogo final na íntegra [na tevê aberta]. O basquete é muito grande pra ser transmitido em flashes e nos contentarmos com isso.
Parece inclusive com o que acontece aqui, uma elitização sem lógica, pois só acompanha basquete no Brasil quem tem tevê a cabo (lembra do “SEXTANBA”, na Band?? Fazíamos reuniões de amigos pra assistir!!!)
Hoje, nem quadra pra jogar as pessoas têm. E os menos abastados estão deletando o basquete pouco a pouco das mentes e corações.
E projetos aqui e ali de heróis de nosso basquete não são suficientes, apesar de louváveis, para reacender a paixão do brasileiro pelo esporte.
O que é preciso é respeito do governo e responsabilidade e ações das federações na re-massificação do basquete e não o encastelamento ridículo em que eles vivem, achando que o SporTV é a salvação da lavoura.
Desculpe o desabafo e parabéns pelo ‘botequim’ do qual me torno assíduo frequentador”.
Como disse ao Humberto, o espaço aqui é democrático. Todos podem se manifestar livremente, desde que haja respeito entre a gente. Felizmente, à exceção de um caso aqui, outro ali, nossa freguesia é excelente.
E deixo aberto também esse espaço para que o governo do Distrito Federal se manifeste, bem como a direção da NBB.
Autor: Fábio Sormani - Categoria(s): NBA, basquete brasileiro Tags: Anderson Varejão, Carlos Nunes, CBB, Cleveland, leandrinho
o lakers estaria atras de jason kidd ou nate robinson quem vc acha que se encaixaria melhor no lakers?
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Iek
Kidd.
Abs.
Fábio Sormani
comentancdo sobre o desabafo do humberto…realmente…tem locais que estão em péssima qualidade, mas não é apenas por causa do descaso do governo…outro motivo é por causa de meia dúzia de macacos que ficam destruindo as tabelas, já cansei de ver isso aqui onde moro (são josé dos campos). Por sorte, aqui temos quadras de sobra e em boa qualidade para se jogar, espero que continue assim…abraços…
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Celso
Isso tb é verdade: a população não sabe zelar pelo que é seu.
Abs.
Fábio Sormani
Sormani,
Já tem alguma equipe sondando o varejão?
o que vc acha, que ele vai embora mesmo ou fica nos Cavs?
um abraço
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Henrique
Acho que ele não acerta com o Cleveland.
Abs.
Fábio Sormani
Acho dificil o Kidd ir pros Lakers, ele tem um temperamento muito forte, o Kobe deve veta-lo. Quanto ao Nate, os Lakers estao mais preocupados em manter Lamar por la’, ai’ o orcamento se fecha. Abs
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Trapizomba
Os dois jogaram juntos na seleção dos EUA e eu nunca ouvi nada sobre problema de relacionamento entre eles. E, outra coisa: quem chegar ao Lakers chega sabendo que o time é do Kobe — como o Cleveland é do LeBron. Shaq sabe disso.
Abs.
Fábio Sormani
ola amigos,concordo plenamente com o desabafo do nosso companheiro qyando se ve na TV parece tudo uma maravilha mas não é não.Veja você meu caro Sormani e nascido e criado em Franca a capital do basquete sou recem chegado a cidade de Jundia em Franca temos pelo menos 2 quadras em cada bairro sem contar as das escolas aqui em Jundia a apenas 20 min da capital paulista e coisa mais dificil de se ver é uma quadra.Creio eu que para termos de volta o basquete precisamos dar acesso as pessoas ao esporte,pois o que aocontece hoje é apenas ilusão o que adianta uma criança ver um jogo na TV se emocionar gostar do esporte se não tem onde praticar?
Infelizmente o esporte só se difunde onde tem por cultura gostar dele.
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Vinicius
É certo que o poder público pouco faz, mas a população poderia ser mais atuante. A 30 metros do prédio onde eu moro, em SP, havia uma praça completamente abandonada — o que é característica do nosso país, certo? Pois bem, como aqui é um bairro residencial, sabe o que os moradores fizeram? Limparam a praça, arrumaram a iluminação, colocaram brinquedos no local e estão cuidando dela como se fosse parte de suas residências. Ela está sempre limpinha. Em troca, seus filhos brincam lá todos os dias. E mais: houve uma integração mto interessante entre os moradores da região. Ou seja: se houver interesse, as pessoas poderiam mto bem se reunir, limpar uma praça, arrumar uma tabela e fazer uma quadra para que elas próprias e seus filhos possam se divertir. Eu concordo que esse é um dever da município ou do estado, mas as pessoas no Brasil são mto acomodadas.
Abs.
Fábio Sormani
Sormani, se na capital federal é esse descaso e pouco o incentivo as categorias de base, imaginem aqui em Recife. Chega a ser lastimável você só poder jogar se for sócio de algum clube. Nos colégios o apoio dado ao basquete é ínfimo, com raras exceções. É uma pena que meu esporte preferido outrora entre os três esportes mais praticados no Brasil, hoje talvez não seja muita coisa em popularidade em relação ao beisebol ou futebol americano.
Abraço,
Vasco/Recife-PE
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Vasco
Infelizmente, as escolas não levam o esporte a sério.
Abs.
Fábio Sormani
*quando digo Jundia queria dizer Jundiai
Sormani
Realmente me deixa preocupadissímo essa situação
do nosso basquetebol , é triste !!!!!!
Um caso que lhe posso contar :
Eu nasci na cidade de Coimbra, MG , sempre quis jogar basquetebol , mas na minha cidade nunca existiu uma tabela . Brincava em casa com amigos numa improvisada , quando fui estudar na cidade de Viçosa , conheci meu amigo que joga muito !!!!!!!!!!!!!!!! Ele testou no MInas Tênis Clube de BH ,e foi selecionado , treinou por um mes , mas decidiu voltar pra estudar em Viçosa , ele era e ainda é um grande jogador , tanto é q hoje jogamos no time da medicina da ufjf , alem disso ele é jogador do Sport daqi de juiz de fora que luta contra a falta de patrocínio , mas tenho certeza que ele não trocaria a medicina pelo basquetebol como profissão !!!!!! Por quê ???
palavras dele próprio ” aqui no brasil o médico desperta mais admiração que um atleta olímpico , é so você ver no olhar de uma criança”
´E duro , é triste , mas é verdade !!!!!!
obrigado
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
André
Gostei de seu depoimento, mto significativo.
Abs.
Fábio Sormani
Sormani, o blog está com algum problema, pois não é a primeira vez que eu posto um comentário que não aparece.
Será que é pelo tamanho?
[ ]’s
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Klauss
Às vezes o blog tem problemas. Mas não desista. Mande sua msg mais tarde, se for o caso. Vc pode escrever o qto quiser, não há qualquer objeção a isso.
Abs.
Fábio Sormani
O Celso falou certo. Sempre tem uns animais que destroem as tabelas, gols e até alambrado… Na QNJ em Taguatinga tem uma quadra que sempre rola um basquete. E na Ceilândia começaram com um projeto de basquete de rua que até os Globetrotters foram lá dar uma força. E na apresentação deles aqui no Nilson Nelson, a meninada desse projeto fez uma apresentação antes dos americanos.
Agora, sobre a TV, ela é importante para a divulgação de qq coisa. Mas muitas vezes, acho que ela atrapalha mais do que ajuda. Já houve uma vez num jogo do Universo aqui que ia passar na TV. Cheguei cedo e fui pra minha “cadeira cativa”, mas aquele lado do ginásio ainda estava fechado. Estavam esperando lotar o outro lado (que ficava de frente pras câmeras) para abrir aquela área… É o fim da picada! Em jogos de volei da seleçao tb acontece o mesmo (não sei se ainda é assim). Fui uma vez, entrei numa fila cheia de “animadores”, corneta, balões, tive que ficar numa área tb fechada (pra aparecer na TV), aguentar aquele bandeirão subindo a todo instante, “animador” correndo com bandeira na minha frente… Muito chato! Quem acompanha a stock car aqui no DF tb sabe como está desde que começaram a transmitir as corridas ao vivo.
Aquele abraço, Sormani!
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
MV
Eu trabalhei no SporTV durante seis anos. Comentava basquete. Eu era um dos que viviam pedindo para os dirigentes dos times da casa para lotar as arquibancadas em frente as câmeras de televisão — vc deve estar me odiando por isso. Mas olhe do ponto de vista da TV, que paga — e não paga pouco — pelo espetáculo: é deprimente transmitir uma partida com o ginásio vazio. E é tão deprimente para quem assiste. Acho esse procedimento correto. Posso estar errado, mas acho que tem que ser por aí mesmo.
Abs.
Fábio Sormani
Que time o manezão do Durmas ta montando mais eu não encontrei lugar pro Hip Hamilton la, SE eu fosse ele, trocaria o Hip pelo Sam. Dalembert ou Chandler e contrataria o Trezor Ariza que ta fazendo muito doce pra renovar com os Lakers então tchau, o Lakers deveria ir de Artest , Raimond Sessions ( US$3 mi ele assina e vale muito mais a pena que Kidd) e Odom , caso odom não assine, que seja o Homen-Passaro de Denver ou caso nem Artest nem Ariza, Low Willians
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Thalyson
Essa troca do Rip pelo Sam eu achei interessante.
Abs.
Fábio Sormani
Sou de Brasilia e tenho algumas coisas a falar …
onde u moro no guará, por varias vezes ja se tentou fazer ou pelo governo ou por iniciativa da população cestas, e nao durava meses!
os despostistas de outras mobilidades sempre quebravam, pq atrapahavam o esporte deles…. não é sempre culpa do governo!
sobre basquete para se treinar, isso é vergonha nacional, aqui em Brasilia sempre ficou na mãos de clubes, poucas escolas publicas, e escolas particulares!
na minha epoca esses clubes eram abertos para escolinhas, e outras divisões, agora ja não sei! mas é vergonhoso assim mesmo.
sobre o time de Brasília, sempre foi de aluguel! conheci o Diretor do clube logo no inicio, e ele me falou dos planos, de construir a faculdade aqui, e nem isso fizeram! esse universo vem da onde? sendo que a mais proxima é de Goiania.
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Alessandro
Depoimento importante.
Abs.
Fábio Sormani
Olha… Se o Lakers realmente ta pensando em buscar o Nate Robinson, eu vo fica aqui torcendo mtu p/ q seja verdade e que os amarelinhos consigam.
Inclusive já escrevi aqui que gostaria de ver o Nate em Los Angeles. Quanto ao Kidd, puts… É ex-jogador, se o Fischer já tá “caindo aos pedaços” e a ponto de se aposentar, pq trazer outro assim? Mtu mais em conta trazer alguem mais jovem e de genio mais brando do q o lendário Kidd.
abraçao pessoal do botequim
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Gabriel
Kidd tem mto mais lenha para queimar do que o Fish.
Abs.
Fábio Sormani
É verdade o depoimento do Humberto e diria á nível nacional pois moro na zona sul de são paulo e não existe quadras de baquete,e com a queda de popularidade é díficil até achar gente que se interese pelo esporte .Triste pois nem na TV temos, eu tenho TV á cabo e posso assistir a NBA mas quem não tem fica chupando o dedo,por sinal a uns 2 ou 3 anos nem a ESPN queria transmitir para o Brasil pelo custo -benefício;mas eu continuo dizendo.I LOVE THIS GAME.
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Eli
A situação é dramática, pq uma coisa puxa a outra. Como não há mto interesse pelo basquete, fica difícil manter uma quadra. Se houve dez times num bairro, por exemplo, os próprios jogadores tratariam de manter a quadra intacta. Como não há, é como disse um parceiro anteriormente, os caras que jogam futsal tratam de destroir as tabelas pq elas “atrapalham”. Triste.
Abs.
Fábio Sormani
Basquete no Brasil é um esporte de elite infelizmente.
As quadras estão localizadas em sua esmagadora maioria em clubes sociais e elitistas (Flamengo – Minas – Paulistano, etc)
Pra praticar tem que ser sócio, para ter acesso precisa ser sócio…
Aqui em Vitória é a mesma miséria, pouquissimos locais públicos para a prática. Mesmo na universidade federal (pública) e vedado o acesso a população…
E ainda queremos ser uma potência olímpica….
E vou colocar mais lenha na fogueira: Maioria dos nossos jogadores são brancos….
Onde estão nossos jogadores negros??!
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Cavsrejão
Eu discordo de vc nessa: há clubes que não são elitistas e que têm quadra de basquete. Clubes cujas mensalidades não custam o olho da cara e que dá para pagar numa boa. É questão, às vezes, de prioridade. Por exemplo: fico um final de semana em casa e não gasto com a pizza e o choppinho. Com o dinheiro economizado eu pago a mensalidade do clube. Sei lá, foi só um exemplo; há mais coisas que se pode fazer.
Abs.
Fábio Sormani
Mestre Sormani, além de lamentar muito sobre a atual, e possivelmente futura, situação do basquete nacional, lamento também por profissionais como você, que entende, vive e se dedica ao basquete mas infelizmente vai ter se contentar (não é desonra, aliás) em falar cada vez mais do basquete internacional em detrimento do nosso.
Ou seja, a banana vai comer o macaco!
Você que se formou aqui, viu nosso basquete crescer e aparecer, viu e conviveu com Oscar, Marquinhos, Carioquinha, Marcel e tantos outros feras vai se tornar AINDA MAIS um especialista em NBA.
Desculpe-me pela melancolia, mas ando meio descrente do esporte olímpico nacional. Grande abraço.
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Marcvs Avrelivs
Gostei do seu depoimento — é bem por aí mesmo.
Abs.
Fábio Sormani
Deixem me entender…
Em São José dos Campos são vandalos que destroem os equipamentos públicos. Caso de policia, pois se tratam de bandidos…
Em Brasilia são “Outros DESPORTISTAS” Que destroem as quadras pois o basquete lhes atrapalha!!!!
Então é muito mais grave a coisa por aqui!!!
É culpa do governo sim, pois não combate os vandalos, as vezes nossa tb pois não os denunciamos, mas querer atribuir o estado das quadras somente a ação de bandidos é tapar o sol com peneira.
As tabelas de basquete em Brasilia sempre foram mal construidas, com materiais de péssima qualidade, que se o sujeito tentar arremessar de muito longe ja quebra de primeira (Ja vi isso)
Aqui em particular o governo tem condições de construir quadras mais resistentes e até mais quadras ao lado das dedicadas ao futsal, pois dinheiro tem, vide o gasto com propaganda, que, garanto não é aprovado por nenhum brasiliense a não ser o governo e as agencias de publicidade.
Ou devemos implorar aos vandalos que não destruam as quadras, pois não temos a quem recorrer?
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Humberto
Vc tb está certo: a polícia poderia ser mais atuante e vigiar melhor os lugares públicos. Sabe, na verdade isso tudo é questão de educação. Infelizmente, nosso povo é mal educado, fruto de uma educação capenga. Qdo entramos na sala de aula para assistir uma aula sobre Educação Moral e Cívica, achamos um porre. Aliás, nem sei se existe ainda esta matéria, que é de extrema importância para o crescimento de um país como nação. Não respeitamos o próximo, ignoramos seus direitos. Só queremos saber dos nossos. Assim é o brasileiro, um cara que faz festa em casa madrugada adentro, som alto, bebedeira, esquecendo-se que ao lado há um vizinho. Nós não sabemos, infelizmente, viver em comunidade. Se soubéssemos, não estragaríamos tabelas de basquete só pq elas atrapalham o futsal ou o vôlei. Uma pena, mas é assim que somos.
Abs.
Fábio Sormani
E no caso de quadras públicas destruidas, a quem devemos recorrer? Já cansei de ligar pra prefeitura e me passarem pra admiistração de parques, q me passa pra parte de esportes e lazer, q me passa pra outra q eu nem lembro e fica um jogando pro outro e nunca consigo descobrir com quem devo falar. Pra quem devemos recorrer nesses casos?
[ ]’s
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Klauss
Às urnas. Seja atuante: anote os nomes dessas pessoas e distribua para todos os moradores da região. Vá ao jornal de bairro e faça uma denúncia. Qdo houver eleição novamente, procure as pessoas e lembre-as de que esses que estão no poder e que tentam a reeleição são os mesmos que bateram a porta na sua cara qdo vc pedia para que se arrumasse a quadra de basquete do seu bairro. Nossa arma são as urnas tb. Mas é como eu tb disse: a população poderia se reunir e arregaçar as mangas para construir algo que o poder público deveria construir e não constrói — como a praça ao lado de casa que eu mencionei anteriormente.
Abs.
Fábio Sormani
Sobre o desabafo essa é nossa infeliz realidade da já conhecida política no nosso já conhecido Brasil “a pátria de chuteiras”!
No dia em que votar não for por obrigação e ter pelo menos a maioridade seja requisito, acreditou eu, começará a melhorar.
Estou achando que o Varejão vai ficar nos Cavs mesmo no fim das contas.
O Souza do Lakers é o MBENGA, você acha o Lamar tão ruim assim?
AbrasSSs Fábio
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Luiz
Gostei do que vc escreveu. E essa do MBenga ser o Souza foi mto boa!
Abs.
Fábio Sormani
A soluçao seria construçao de quadras unicas para os esportes, pois o Brasil não civilizado o bastante para as pessoas dividirem um local, infelizmente!
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Alessandro
Pode ser uma solução, por que não?
Abs.
Fábio Sormani