LAKERS VENCE MAS CONTINUA MAL
O Lakers mostrou ontem à noite, que não é mais um time confiável. Confiável no sentido de que pode ganhar o título desta temporada.
Pelo menos neste momento.
Venceu o Phoenix (115-110) ontem à noite no Staples Center, é verdade, mas bateu um adversário que contou com apenas oito jogadores, pois o Suns foi vitimado pela troca feita com o Charlotte ontem à tarde. Ela envolveu cinco jogadores, entre eles Raja Bell e Boris Diaw.
Se formos olhar apenas para os números, pode parecer uma grande ingratidão de minha parte para com o Lakers. Afinal de contas, o time de Los Angeles tem a terceira melhor campanha da competição (18-3) e exibe um retrospecto excelente sob seu domínio: perdeu apenas uma partida das 12 disputadas.
Os números mostram isso. E para quem diz que os números não mentem jamais eu digo que eles mentem sim senhor.
O Lakers não é esse time que a estatística apresenta. Ela considera o início do campeonato, quando o time da terra do cinema vencia e convencia; quando o time da terra do cinema fez apenas quatro de seus primeiros 15 confrontos fora de Los Angeles, o que ajudou muito.
Os números mascaram bem a realidade.
O Lakers tem vencido, é fato, mas tem suplantado seus rivais com muita dificuldade. Dos últimos seis embates, foi suplantado duas vezes por oponentes que têm campanha inferior a 50%: Indiana (33.3%) e Sacramento (27.3%).
O time mostra uma defesa risível. Dos últimos oito enfrentamentos, tomou mais de cem pontos em meia dúzia deles.
Sua média na competição é de 98.2 pontos contra por partida. Mas ela sobre para 106.5 quando a gente computa os oito jogos mencionados.
A zaga mais vazada é a do Sacramento, que sofre em média 109.9 pontos por jogo. Pouco mais de três em relação às últimas performances do time de Los Angeles.
???
Além disso, o que é muito mais preocupante, seu melhor jogador, Kobe Bryant (foto Reuters), não tem mostrado nem a metade do seu potencial.
Findou a partida diante do Phoenix com apenas 18 pontos e com um aproveitamento novamente muito ruim nos arremessos: 6-16 (37.5%). Dos últimos quatro jogos, arremessou 71 bolas e acertou apenas 26: (36.6%).
Mas não são apenas os arremessos que andam de mal com Kobe. O problema é que ele tem andado de mãos dados com os erros. Sua média na competição é de três por partida; na de ontem, cinco.
Se formos considerar as últimas três, ela sobe para 3.6 – muita coisa para quem, como disse ontem, desfruta, merecidamente, do status de melhor jogador de basquete do planeta.
Perguntado se o momento de Kobe o inquieta, Phil Jackson, com um mau humor incrível depois da partida, respondeu: “Não é que me inquieta, me aborrece”.
Bem, a resposta pode ser um indicativo de que algo de errado acontece dentro da intimidade do time. Se Phil não está preocupado com o desempenho de seu jogador, mas aborrecido, é porque alguma coisa de errado ele tem feito.
Talvez descobrir o que é seja o primeiro passo para o time voltar a vencer; ou melhor, a convencer.
SURPRESA
O Phoenix fez muito pelo pouco que tinha para enfrentar o Lakers. Mesmo perdendo por 115-110, levou o jogo no pau até os segundos finais.
E, como disse acima, com apenas oito jogadores à disposição do técnico Terry Porter.
Shaquille O’Neal foi ao enterro da bisavó, em Newark, Nova Jersey, e não na Carolina do Norte, como escrevi ontem. Além dele, Raja Bell, Boris Diaw e o “rookie” Sean Singletary foram envolvidos na troca com o Charlotte e ontem mesmo foram ao encontro do novo time.
O ala Alando Tucker, apesar de ter se trocado, não entrou em quadra, pois ainda se recupera de uma cirurgia no joelho. Fez apenas figuração.
Porter se virou com o quinteto titular (Steve Nash, Grant Hill, Matt Barnes, Amaré Stoudemire e Robin Lopez) e aproveitou um pouquinho mais Leandrinho.
Tivesse completo, penso que o Phoenix poderia ter levado esta vitória para o Arizona. Deixou-a na Califórnia, mas na bagagem levou a certeza de que o time pode encarar este Lakers de igual para igual em qualquer quadra.
LEANDRINHO
O paulistano foi bem usado pelo técnico Terry Porter no último quarto da partida. Anotou 13 de seus 18 pontos neste período.
Teve um bom aproveitamento nas bolas duplas: 5-8 (62.5%). Em compensação, nas de três, seu carro-chefe, corou: 2-8 (25%).
Mas Leandrinho chamou a atenção mesmo foi nos desarmes: três (na foto Reuters um desarme sobre Kobe Bryant). Fundamento este que eu vivo pegando no pé do jogador, pois, como tenho dito, ele é rápido e inteligente; poderia aproveitar-se mais desta qualidade e surrupiar mais bolas dos adversários.
Jogou 27:38 minutos, sendo que 13:49 deles do finalzinho do terceiro quarto até o fechamento da partida.
Foi muito bem.
Penso que ele ainda não está no melhor de sua forma física em função dos problemas pessoais que o impediram de fazer a pré-temporada completa.
Quando estiver tininho fisicamente, acredito que Porter irá disponibilizar mais minutos para o brazuca mostrar em quadra toda sua fúria ofensiva.
TROCA
Steve Kerr deixa bem claro que errou ao demitir Mike D’Antoni e ao querer mudar a filosofia de uma equipe que sempre primou pela ofensiva e pela beleza do jogo.
Tenta corrigir o equívoco.
Isso, pelo menos, ficou claro para mim depois da troca feita ontem com o Charlotte.
Kerr abriu mão de seu melhor marcador, Raja Bell, em quem o novo Suns de Terry Porter iria gravitar, para receber um artilheiro nato: Jason Richardson.
Kerr percebeu que não se faz omeletes se os ovos não forem adequados. Os que estão em Phoenix não são apropriados para a omelete que Porter queria fazer.
Muda-se novamente a receita.
A velha, que estava no começo do livro, voltou a fazer parceria com o marcador de páginas.
Se bem que nem era preciso. Todos a têm na ponta da língua.
BEST FRIEND
Raja Bell era o melhor amigo de Steve Nash dentro do grupo do Suns. O canadense deixou bem claro para seu xará, gerente da franquia, que não aprovou a troca.
Nada contra Jason Richardson, é claro; tudo contra perder o íntimo parceiro.
Isso já havia acontecido uma vez, quando Mark Cuban, dono do Dallas, o trocou com o Phoenix. Nash arrumou as malas e desembarcou no Arizona choroso pela separação com Dirk Nowitzki.
Antes que alguém pense algo errado, Nash é casado com uma paraguaia de fechar o comércio.
FIM DA MOLEZA
Desta vez LeBron James teve que correr. Ao contrário do que aconteceu em seis dos últimos sete jogos, quando ficou no banco todo o quarto definitivo, King James teve de suar um pouco mais.
Ficasse no banco e a décima vitória consecutiva da equipe, ontem diante do Philadelphia, talvez não tivesse vindo. Veio: 101-93.
Veio porque LBJ voltou a trabalhar no último quarto, quando faltavam 9:38 minutos para acabar a partida. O telão central mostrava vitória do Cavs por 86-70.
Por que tanta preocupação?
Porque a diferença, que chegou em 21 pontos e lá se mantinha, começou a desmoronar e os 15.550 torcedores do Sixers que lotaram o Walchovia Center passaram a fazer um barulho que poderia contagiar os anfitriões e deprimir os visitantes.
Mike Brown, o técnico, não quis pagar para ver. Colocou em quadra seu melhor jogador.
E a vitória veio.
RECORDES
Com esta dezena de sucessos seguidos, mencionada acima, o Cleveland fica a uma partida de igualar o recorde de invencibilidade da franquia, obtido na temporada 1988/89.
Enquanto ele não vem, vamos saborear o que está sobre a mesa: o Cavs venceu 18 de seus últimos 19 compromissos e passou seu recorde geral na competição para 19-3, mantendo-se na segunda posição entre todos os 30 participantes do campeonato, atrás apenas do Boston, o grande líder da nação norte-americana.
Ontem o capixaba pontuou mais do que de costume. Veio do banco e adicionou 15 na soma geral do Cleveland. O dobro de sua média na competição.
Anderson Varejão (foto AP) pegou ainda oito rebotes (dois de ataque), deu três assistências, um toco e fez um desarme.
Melhor de tudo: ficou em quadra 33:46 minutos e não cometeu nem um erro sequer.
Jogo para servir de modelo para os que vêm pela frente.
DE VOLTA PARA O FUTURO
Carmelo Anthony fez 45 pontos ontem na vitória do Denver sobre o Minnesota por 116-105. Pegou ainda dez rebotes.
Foi sua melhor pontuação nesta temporada.
O incrível deu-se no terceiro quarto, quando Melo marcou 33 pontos, acertando 12 de seus 15 arremessos (80%), sendo que quatro deles foram das cinco tentativas de três pontos (80%).
Recorde não apenas do Nuggets, mas da NBA também quando o assunto é o terceiro quarto.
Igualou-se a George Gervin, do San Antonio, que também anotou 33 pontos num quarto, mas no segundo, contra o New Orleans Jazz em abril de 1978.
É difícil manter uma produção dessas todas as noites, mas se Melo ficar próximo disso até o final da competição, dá para dizer com segurança que o Denver é candidato a alguma coisa – e não apenas mais um competidor que vive um bom momento.
DIFICULDADE
O jogo foi complicado, apesar de o placar final mostrar uma vantagem de 11 pontos em favor do Denver. O Minnesota virou o primeiro tempo na frente em 56-44.
Viu sua vantagem de 12 pontos desmoronar no terceiro quarto, quando Carmelo Anthony esteve num de seus mais inspirados dias com a camisa 15 do Denver Nuggets.
Os colorados venceram este quarto por 40-22 e entraram no decisivo com uma vantagem de 84-78.
Os seis pontos à frente foram bem administrados até o final e com muito esforço físico o time ainda conseguiu chegar aos 11 pontos definitivos que separaram os dois times. A vitória fez a equipe permanecer na segunda posição na Conferência Oeste com uma campanha de 15-7 (68.2%), atrás apenas do Lakers, que tem 18-3 (85.7%).
NENÊ
Desta vez o são-carlense não foi bem na pontuação: apenas cinco, número igual de bolas arremessadas contra a cesta do Wolves, sendo que duas delas atingiram o alvo.
40% de acerto, contra sua média que era de 63.3%. Ruim.
Nos rebotes, Nenê foi bem. Por um não chegou a dez. Quatro deles, é bom que se diga, foram fisgados na frente.
Jogo morno, abaixo do que o brazuca pode produzir.
AH QUE BOM SERIA
Os norte-americanos são campeões mundiais de marketing. Estão anos à frente de seu mais direto perseguidor, que na verdade nem sei que país é.
Feito o prelúdio, pergunto: você sabe o que a NBA e a Turner Sports arquitetaram para divulgar o “All-Star Game” e aumentar a sua audiência? O evento será exibido ao vivo, em HD e em três dimensões, em 80 cinemas equipados digitalmente espalhados pelas principais cidades de 35 estados dos EUA.
São estes os cinemas: Carmike Cinemas, Celebration Cinemas, Cinema West, Emagine, Galaxy Theatres, Marquee Cinemas, MJR, NCG, Rave Motion Pictures, Showcase e UltraStar Cinema.
Haverá 160 telões exibindo a 24ª. edição do evento das estrelas.
Dá pra imaginar? Em HD e em três dimensões. É como se você estivesse no US Airways Center, palco da festa, que acontecerá no final de semana do dia 15 de fevereiro, em Phoenix.
Enquanto isso, por aqui… Bem, deixa pra lá, não quero me irritar.
FRIEZA
O espanhol José Calderón, armador do Toronto, é o líder em percentual de acertos nos lances livres na atual temporada. Arremessou 52 em toda a competição e jamais errou o alvo.
100% de aproveitamento – o que ninguém tem.
TORCIDA
Chegamos a 153 votos. O Lakers segue soberano à frente na preferência dos brazucas que freqüentam este botequim. O Milwaukee cresce, repito, para minha surpresa.
O Chicago segue bem na segunda posição, mas o Boston e o Detroit começam a ameaçar.
O novo quadro é este:
1) Lakers – 23.5%
2) Chicago – 14.4%
3) Boston – 8.5%
4) Detroit – 8.5%
5) New York – 6.5%
6) Milwaukee – 5.9%
7) Phoenix – 5.2%
8) San Antonio – 4.6%
9) Cleveland – 2.6%
10) Utah – 2.6%
11) Denver – 2.0%
12) Houston – 2.0%
13) Indiana – 2.0%
14) Miami – 2.0%
15) Portland – 2.0%
16) Dallas – 1.3%
17) Orlando – 1.3%
18) Philadelphia – 1.3%
19) Toronto – 1.3%
20) Golden State – 0.6%
21) Minnesota – 0.6%
22) New Jersey – 0.6%
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19 comentários | Comentar
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19 Juan Alves 12/12/2008 8:44
meu voto é para o Milwaukee. Time do coração
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Juan
Voto registrado.
Abs.
Fábio Sormani
18 claudio (xina azul) lemos 12/12/2008 8:27
Saudações,
como torcedor dos celtics gostaria de saber sua opinião para a possível final do leste entre boston x cav’s!!!
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Claudio
Acho mesmo que esta será a final do Leste. No momento, o Celtics é mais time e deve levar a melhor. A menos que o Cleveland tenha vantagem de quadra. Se isso acontecer…
Abs.
Fábio Sormani
17 Tiagonovember 11/12/2008 21:14
JP não se esqueça do sufoco q foi para o seu Spurs ganhar do Wolves na primeira partida,se não tivesse baixado um santo no esposo da Eva Longoria vcs tinham dançado.Quanto ao All Star Game,Kevin Garnett um dos maiores de todos os tempos perder vaga pra Yi Julião(ou sei lá quem)é brincadeira,e Sormani brasileiro votar em jogador só pq é brasileiro eu não concordo,com todo o respeito pela sua opinião.Dos brasileiros q atuam na Nba atualmente,só o Leandrinho me agrada, mesmo assim sem chance de estar nos times titular ou reserva do All Star.E pra terminar,no seu post de ontem li q vc já realizou uma pesquisa,se entendi bem,comparando times brasileiros com times da Nba,será q não tem como divulgar esta lista novamente Sormani?Abs e GOOOOOOOOOOO WOLVES
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Tiago
Vamos ver se eu consigo resgatar a pesquisa.
Qto aos brasileiros, é como eu disse para o Ulisses: o ASG é uma festa, não vale pontos, medalha, coisa nenhuma. Já que é uma festa, por que não colocarmos os brasileiros lá?
Abs.
Fábio Sormani
16 Bruno Camargo 11/12/2008 21:01
Uma comparação que eu faço, para quando as coisas realmente apertarem lá em maio.
Enquanto o lakers ainda que vá mal das pernas ultimamente, tenta criar uma alternativa ao kobe.
E pela má fase do kobe, vai se virando no ataque.
O que fará o cleveland qnd alguém dobrar com competencia em cima do lebron, moo willians pode resolver sozinho?
Oq vc acha sormani?
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Bruno
Todo mundo sabia de cor e salteado as jogadas do Jordan. Mas como marcá-lo? LeBron não é MJ, mas é um cara mto acima da média. Os times sabem como ele joga, mas marcá-lo são outros quinhentos. Vai chegar o momento que LBJ vai ser uma espécie de MJ e, sozinho, deverá levar seu time ao título.
É uma previsão, uma impressão minha. Vamos ver o que acontecerá no futuro.
Abs.
Fábio Sormani
15 João Paulo Martins de Andrade 11/12/2008 16:49
Sormani, se o Yi Jianlian está quase passando o Kevin Garnett, como anda quantidade de votos do Sun Yue?
Abs.
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
JP
Acabei de postar um texto sobre o “All-Star Game”.
Abs.
Fábio Sormani
14 Douglas Fontes 11/12/2008 16:41
Sormani:
Nosso colega de botequim Rodrigo o questionou sobre o Detroit, ao que você respondeu objetivamente que o problema se traduz no Iverson. Posso estar enganado, mas observo que ele não está jogando na sua posição ideal, estou errado?
Outra coisa: ao contrário do que muitos pensam, eu vejo o técnico como peça fulcral pra qualquer equipe, em qualquer modalidade. Você pode ter um time de estrelas e não fazer sua equipe ser a melhor. O contrário vale da mesma maneira. Não seria esse um dos problemas de times como o Detroit, por exemplo?
Por fim, tenho que dizer que se o Cavaliers sempre que jogar em casa fizer a noite da peruca, o Varejão brigará pra ser MVP…
Abraço!
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Douglas
O AI joga de armador e ala/armador. Acho que ele tem atuado nas duas. Portanto, penso que esse não é o problema. Sobre o time do Detroit, não vejo tantas estrelas assim, ou melhor, à exceção do AI, não tem mais ninguém. Rasheed? Tenho dúvidas.
Abs.
Fábio Sormani
13 Cassio 11/12/2008 16:12
Estou vendo aqui a parcial da votação do All-Star Game e vi que aquele chinês ridículo chamado Yi Jianlian está quase ultrapassando o Kevin Garnett!!!
A NBA tem que tomar alguma providência sobre isso.
Segundo a parcial os 10 titulares estão sendo os 10 que eu escolhi hehehehehehe
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Cassio
Vamos falar sobre a votação.
Abs.
Fábio Sormani
12 Lucas Scussel 11/12/2008 15:16
Fábio, quando vc tiver um tempo, seria legal listar alguns dos jogadores mais conhecidos que nunca foram campeões da NBA, por curiosidade mesmo. Abraços
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Lucas
Sugestão anotada.
Abs.
Fábio Sormani
11 Rodrigo 11/12/2008 14:51
fabio
pq o Detroit esta tao mal das pernas hein? alias das maos…Depois da troca do AI só vem se dando mal… ao contrario do Denverm que esta rindo a toa.
Esse ano acho que já foi pro espaço literalmente… pro ano que vem será q teremos novidades no time de Michigan? Eles tem cacife financeiro pra isso?
Abraço
Rodrigo
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Rodrigo
O problema tem um nome: Allen Iverson.
Abs.
Fábio Sormani
10 Pedro José Patrocínio 11/12/2008 14:44
Sormani,
Apenas uma colocação sobre o que você disse sobre a saída do Nash do Mavs. Na época, o Nash era free-agente, e a proposta que o Mark Cuban fez para ele ficar foi inferior a que o Suns, e ele resolveu sair. Logo, ele não foi trocado e nem saiu contrariado.
Sobre o Cavs, realmente eles estão jogando muito bem, mas ontem, assistindo ao jogo, alguém na transmição mencionou uma coisa muito importante: dessas 10 vitórias seguidas, apenas 1 jogo foi contra um time que tem o recorde melhor que 50%, que foi o Hawks (que não está tão bem assim). Portanto, o que foi dito para o Lakers no começo da temporada, que só jogava em casa, vale tbm para esse “streak” do Cavs. Foi só baba!! Quero ver qdo for fazer a viagem para a Costa Oeste, aonde o buraco é mais em baixo.
Abs
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Pedro
Obrigado pela correção sobre o caso Nash/Dallas.
Vc tem razão: o Cavs pegou times fracos. Mas é como eu sempre digo: qdo vc está bem e pega baba pela frente, goleia, qdo está mal, se complica. Esta é a diferença do Cleveland para o Lakers no momento. Essas mesmas babas que o Cavs goleou engrossaram para o Lakers. Uma delas, aliás, o Indiana, ganhou do Los Angeles.
Mas vc está certo: vamos esperar por uma viagem do time ao Oeste.
Abs.
Fábio Sormani
9 alex von dentz 11/12/2008 14:35
Quanto ao Varejão só digo uma coisa, nas estatísticas não aparecem as faltas de ataque recebidas, a vibração que ele passa para o time, aquele tapinha que tira o rebote da mão do adversário e os bloqueios que ele faz principalmente para o Lebron. Acho ele o melhor dos brasileiros, sem dúvida. Talvez o Spliter se aproxime mais. Nenê e Leandrinho são imprevisíveis, portanto não inspiram confiança. Agora, mesmo não sendo uma das mais brilhentes apresentações do Lebron tenho que admitir, mesmo sendo torcedor do Lakers, que nesse momento ele é mais jogador que o Kobe.
Quando ao Suns, recupere um comentário que eu fiz há talvez 3 semanas. Com os jogadores que tem o Suns hoje não é possível torná-lo um time forte na defesa. Como vc disse, acho que o Kerr se tocou disso. Por fim sempre apreciei o jogo do Jason Richardson que enfim terá um time melhor para jogar. Vamos ver o que ele pode fazer.
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Alex
Tb vejo todo esse jogo no Varejão. Mas eu acho que ele está engessado e aceita a situação, qdo poderia ser um pouco mais audacioso em quadra. Isso é o que me incomoda.
Abs.
Fábio Sormani
8 João Paulo Martins de Andrade 11/12/2008 14:34
Segue a sua vida Spurs!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Segue a sua vida meu querido San Antonio Spurs!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Na próxima rodada mais um dever civíco na Target Center, sinto muito Kevin Mchale, a 18ª derrota do Minnesota Timberwolves é fato consumado!!!!!!!!!!!!!!!!
Abs.
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
JP
Manera, manera.
Abs.
Fábio Sormani
7 Henrique Moura Braga 11/12/2008 14:17
Sormani, o que acha da troca feita pelo Suns, foi boa para quem?
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Henrique
Acho que para os dois. O JR vai se dar bem no time do Phoenix e a defesa do Raja Bell será mto bem vinda no esquema do técnico Larry Brown, bem como a saúde do Boris Diaw vindo do banco — quem sabe possa até ser titular, pois Sean May não engrena mesmo.
Abs.
Fábio Sormani
6 Mateus 11/12/2008 14:02
Sormani, o que você me diz do Sixers que mesmo com a vinda de Elton Brand coleciona derrotas atras de derrotas, você acha que o culpado por essa campanha ruim não possa ser Maurice Cheeks?
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Mateus
Confesso a vc que precisaria dar uma olhada mais aguda nos jogos do Sixers. Mas pelo que vi ontem, o problema é do Brand mesmo, sonolento e apático em quadra.
Abs.
Fábio Sormani
5 Ricardo 11/12/2008 13:56
Sormani,
Estaria o Porter com a caminho da forca? Mas< se ele sair< quem assume? Don Nelson< outro tarado por ataque?
Queria que meu Dallas, jogasse mal igual ao Lakers e tivesse com mais de 80% de aproveitamento. Acho que vc tá pegando pesado demais com o Lakers.
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Ricardo
A gente cobra de quem tem algo para te dar. O Lakers pode produzir mto mais do que vem produzindo.
Abs.
Fábio Sormani
4 Luiz de Aquino 11/12/2008 13:45
Lakers… falta uma rotatividade ali… time parado demais parecem 5 postes parados qnd atacam
Eles devem esperar por uma pane da defesa adversária
kkkkkkkkkkkkkk
Citando o Wagner
Moo W. foi bem mesmo!
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Luiz
Defesa: o gde problema do Lakers. Enqto não for resolvido, vai ser difícil o time fazer novamente gdes partidas.
Abs.
Fábio Sormani
3 Cassio 11/12/2008 13:42
Acho que o Porter está a um passo de ser demitidoEssa troca diz tudo.
Agora a pergunta dessa temporada não é nem se o campeão será Lakers ou Celtics, e sim quando o Calderon errará seu primeiro lance livre!!!
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Cassio
Realmente, a troca vai contra a filosofia do TP. Pode, quem sabe, ser um indicativo do descontentamente qto ao trabalho dele. Mas eu pergunto: o Steve Kerr não sabia disso?
Abs.
Fábio Sormani
2 Bruno Araújo 11/12/2008 13:09
Só para não passar batido de novo,Spurs 95×89 Hawks.
Finalmente uma boa partida de Anderson Varejão.Creio que se ele se esforçar um pouco mais e melhorar o seu desempenho ofensivo,ganhará minutos preciosos,já que não é muito difícil desbancar Big Ben Wallace e aquele careca Ilgauskas(acho q é assim q se escreve)
Abs Mestre Sormani
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Bruno
Já disse e repito: o SAS é o time do momento no Oeste.
Abs.
Fábio Sormani
1 Wagner 11/12/2008 13:00
Não é de hoje, que acho o Vareja o melhor brazuca da NBA, ou melhor, o que sempre faz o feijão com arroz o mais regular, o Mike B. coloca ele em quadra já sabendo o que ele irá fazer.
Varejão, muito mais regular que Nenê e Leandrinho.
Mas ontem, quem mais me chamou a atenção foi o Moo W. Faltou falar dele né Sormani…. o cara jogou muito, pra mim foi mais importante que o Lebron. Na temporada passada, quando Lebron fazia menos de 30, a derrota era quase certa… agora não é mais assim.
E a defesa do Cavs, quando quer funciona muito bem, é só ver o terceiro quarto de ontem.
No Lakers falta alguma coisa ha um bom tempo… é um time sem brilho e vibração de campeão.
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Wagner
Acho que o Nenê está melhor, mas, certamente, respeito sua opinião. O Nenê está até cotado para o “All-Star Game” (acho difícil ele ir), enqto o Varejão, como vc mesmo disse, faz apenas o feijão com arroz qdo poderia fazer mto mais. Sobre o Mo Williams, realmente, ele tem ajudado demais o time e principalmente LBJ, pois qdo a marcação nele dobra, MW define. Portanto, os caras têm que se dividir e o LeBron acaba se aproveitando tb.
Abs.
Fábio Sormani