LAKERS, UM TIME SEM ALMA E SEM CORAÇÃO | Fábio Sormani

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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008 Sem categoria | 13:12

LAKERS, UM TIME SEM ALMA E SEM CORAÇÃO

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Um time sem alma e sem coração. Este foi o Lakers diante do Sacramento, ontem, na capital californiana. A derrota veio a reboque. Os 113-101 não assustaram nenhum dos 16.068 torcedores que foram ao Arco Arena.

Antes de o jogo começar, aí sim, quem falasse em vitória do Sacramento seria taxado de maluco. Afinal, o Lakers teria pela frente um dos mais fracos times desta competição, com uma campanha de cinco vitórias e 16 derrotas (23.8%).

Como o Lakers está jogando apenas com o nome, há momentos em que a casa cai. Foi o que aconteceu ontem. O time tomou um vareio de bola do Kings e mereceu ser humilhado.

Como escrevi acima, os amarelinhos de Los Angeles formaram atualmente um time sem alma e sem coração. São o retrato de seu treinador, Phil Jackson (foto Reuters), um personagem sem vida, amorfo no banco de reservas.

Jackson, em muitas ocasiões, quando o time está no sufoco em quadra, opta por não pedir tempo para que os jogadores, eles próprios, encontrem resposta para os problemas. Assim, entende ele, os atletas amadurecem.

Mas parece que essa postura não funciona mais. Quem está em quadra entende que a feição do técnico, no banco, é um recado explícito de que ele não espera mais nada da equipe.

Que a derrota será iminente.

Phil deveria, talvez, mudar seu comportamento. Ser mais vibrante.

Mas ele não é assim.

O que fazer então?

Esperar um pouco mais, pois esta fase pode ser passageira, fruto de um momento ruim. O Lakers não jogou mal apenas ontem. Vem jogando mal há algum tempo. Por isso falo em fase e não em jogo ruim.

Agora, se o quadro não se modificar em um curto espaço de tempo, a temporada estará perdida. Sim, pois os jogadores perderão a confiança para os adversários, que não deixarão de dormir nem um minuto sequer quando olharem na tabela e verem que o jogo a seguir será contra o Lakers.

LUXA

Tenho conversado com amigos sobre o Lakers. Alguns deles, torcedores do time, colocam em Phil Jackson a culpa pelo momento do time.

Tornou-se um Wanderley Luxemburgo, dizem.

O que isso quer dizer?

Que vive apenas do nome. Não ganha nada desde 2002. Luxa não venceu nenhum campeonato importante desde o título brasileiro do Santos em 2004.

Eles apontam a derrota para o Detroit, nas finais de 2004, como o divisor de águas. Ali ficou claro, o início do declínio do treinador. O Lakers era muito mais time do que o Detroit, mas acabou perdendo.

E por culpa do treinador.

A derrota do campeonato passado para o Boston foi normal. O Celtics, de fato, era muito mais time do que o Lakers.

Como ainda é.

Kobe Bryant precisa reagir, pois do banco nada virá de novo.

HORRÍVEL

Kobe Bryant (foto Reuters) novamente jogou mal. Seu aproveitamento foi pífio na derrota de ontem diante do Sacramento.

Arremessou 25 bolas e acertou apenas nove: aproveitamento de 36%. Nas bolas de três, atingiu o alvo em uma trinca delas das oito arremessadas: aproveitamento de 37.5%.

Com um desempenho desses e com um treinador sonolento no banco, fica difícil vencer.

Se Phil Jackson é de temperamento zen, Kobe joga muito mais do que tem jogado.

Suas últimas atuações foram comprometedoras para um atleta que desfruta, merecidamente, do status de melhor jogador de basquete do planeta. Na derrota do Indiana perdeu um arremesso fácil no final da partida e no contra-ataque o Pacers ganhou a partida com um tapinha de Troy Murphy. Na vitória do Washington o mesmo ocorreu, inclusive com um lance livre desperdiçado; a sorte foi que Caron Butler errou o arremesso de três.

Ontem, como vimos, Kobe foi novamente um fantasma em quadra.

E o que me assusta é que o jogador parece estar contagiado pela postura de Phil Jackson. Há muito não se vê em quadra aquele armador vibrante, que ganhou três anéis de campeão.

Erra e se limita a balançar a cabeça, como um bebê acuado, à espera da bronca paterna. Posa de coitadinho para não ser admoestado. Por ele próprio e pelos companheiros e treinadores.

Quando um parceiro de time erra feio, nada faz. Deveria fazê-lo, uma bronca no pé do ouvido, primeiramente, outra pública se a inicial não surtir efeito. Chacoalhar o companheiro para fazê-lo reagir.

Os grandes jogadores comportam-se assim. Lideram o time na palavra e no comportamento.

Kobe sofre de mutismo no momento. Em quadra e psicologicamente.

DISCURSO REVISADO

Pelo que tenho visto do Lakers ultimamente, não me resta alternativa a não ser mudar o meu discurso. O Los Angeles não é mais o time a ser batido no Oeste.

Quem é então?

O trono aparentemente está vago.

Há postulantes para ele?

Sim, o de sempre: San Antonio.

Embora o Denver seja o segundo colocado da conferência, seguido do Portland, a grande sensação do momento, o Spurs é mais time do que os dois. Mesmo ocupando a sétima posição.

Mas o que conta são os últimos jogos. O Spurs vem de três vitórias seguidas (a última delas ontem, em Dallas, por 133-126 depois de duas prorrogações) e dos últimos dez embates venceu sete.

Alguém falou em New Orleans?

O Hornets recupera-se aos poucos, mas ainda não atingiu o nível de jogo do time texano. Vem igualmente de sete triunfos na última dezena de partidas, mas não há a solidez da metade do campeonato passado em diante, quando o time quase chegou às finais da Conferência Oeste.

Já o San Antonio vem marcando território à medida que o campeonato passa. Com os regressos de Tony Parker e Manu Ginobili e com dois jogadores que surgiram do nada, como novato George Hill e o desprezado Roger Mason, o time se robustece.

É hoje, na minha opinião, a melhor equipe do Oeste.

Talvez venha ocupar o posto de time a ser batido.

E O PHOENIX?

Pois é, o Suns começa a se encontrar no campeonato. E sabe de que maneira? Jogando à moda antiga.

Ou seja: no ataque.

Foi assim ontem diante do fraco Milwaukee. Com um intenso volume ofensivo e uma defesa frágil, o Phoenix bateu o Bucks por 125-110.

E Terry Porter, um admirador confesso dos sistemas defensivos, rendeu-se ao que todos já estão carecas de saber: que no Arizona o lema “a melhor defesa é o ataque” é adesivo que se vende aos borbotões.

Até onde isso irá?

Não sei.

Só o tempo vai mostrar se Porter realmente está se adaptando ao time e jogou no lixo seu projeto de fazer o time se adaptar aos seus conceitos.

Por isso, neste momento, não há como colocar o Phoenix entre um dos melhores do Oeste.

É ainda uma incógnita.

AUSÊNCIA

Hoje o Phoenix teria a oportunidade de testar a sua fase e a do Lakers também. Os dois times se enfrentam em Los Angeles.

Não coloquei o verbo no presente porque Shaquille O’Neal, que barbarizou ontem na vitória diante do Milwaukee, não vai a LA. Seu destino será a Carolina do Norte, onde irá acompanhar o enterro de sua bisavó.

Sorte do Lakers, pois se Shaq jogasse esta noite o que ele jogou ontem diante do Bucks, os amarelinhos poderiam amargar sua segunda derrota consecutiva.

OLD TIMES

Shaquille O’Neal (foto AP) comportou-se ontem como o velho Shaq, aquele jogador dominante que liderou o Lakers na conquista de três campeonatos seguidos.

Marcou 35 pontos, apanhou oito rebotes e deu três tocos. Havia mais de dois anos que Shaq Daddy não marcava 35 pontos ou mais. A última vez que isso ocorreu foi em março de 2006, com a camisa do Miami, quando anotou o mesmo número de pontos diante do Charlotte.

Foi também a primeira vez que o jogador atingiu esta pontuação com a camisa do Phoenix.

Traduzindo, seus números foram:

Bolas de dois = 14-19 (73.6%)
Lances Livres = 7-12 (58.3%)
Rebotes = oito (três no ataque)
Tocos = três
Assistências = uma
Desarmes = nenhum
Tempo em quadra = 34:03 minutos

LEANDRINHO

O paulistano tem recebido elogios. Não apenas do técnico Terry Porter, mas também da mídia local.

Ele encontrou seu ritmo. É isso o que todos estão afirmando.

E encontrou mesmo.

O Leandrinho que a gente vê agora com a camisa 10 do Phoenix em nada tem a ver com aquele jogador triste do começo de temporada, quando vivia dividido entre o trabalho e a mãe, que estava doente no Brasil.

O final do drama de D. Ivete acabou não do jeito que ele queria. Ela faleceu. Mas acabou.

Agora Leandrinho é só dedicação “full time” ao Phoenix.

Ontem, ele marcou 15 pontos. Seus números, esmiuçados, foram:

Bolas de dois = 5-9 (55%)
Bolas de três = 1-2 (50%)
Lances Livres = 2-3 (67%)
Rebotes = três (um no ataque)
Assistências = duas
Desarmes = nenhum
Tempo em quadra = 20:54 minutos

Este último quesito é que ainda me incomoda: Leandrinho poderia ser mais aproveitado por Porter.

Mas acredito que com o tempo, do jeito que ele está jogando, a situação vai mudar. E nem vai ser porque ele melhorou na defesa, pois, como disse acima, Porter parece estar curvando-se às evidências.

FREGUESIA

O Milwaukee não vence o Suns, em Phoenix, desde 21 de fevereiro de 1987. De lá para cá foram 21 vitórias consecutivas do time do Arizona.

Iguala o feito do San Antonio, que, em casa, também não é derrotado pelo Golden State igualmente há 21 partidas.

São os dois mais longos tabus da atualidade.

SEM GRAÇA

Não dá mais vontade de ver o Cleveland jogando em casa. Seus oponentes não oferecem a menor resistência.

Ontem foi a vez do Toronto, que caiu em Ohio por 114-94. E poderia ter sido muito pior; 20 pontos ficaram de bom tamanho.

Nesta temporada, o Cavs venceu a dúzia de partidas disputadas na Quicken Loans Arena. É o único até agora que ainda não foi batido diante de seus torcedores.

Desde o dia 3 de novembro, fez uma corrida de 17 vitórias e apenas uma derrota, que aconteceu diante do Detroit por 96-89. Dos últimos dez jogos, ganhou nove deles.

No geral, O Cleveland passou para 18-3 (85.7%). Tem a segunda melhor campanha da NBA, atrás apenas do Boston – e à frente do Lakers, que caiu para a terceira posição por causa do revés em Sacramento.

FAÇANHAS

Os 20.049 torcedores que foram à Q Arena não vibraram apenas com mais uma vitória. Por se tornar rotina, perde um pouco a graça.

Eles vibraram com dois recordes estabelecidos. A saber:

1) LeBron James fez um desarme logo no começo do jogo e tornou-se o maior ladrão de bolas na história da franquia, deixando para trás Mark Price, que tinha 734 surrupiadas. King James tem agora 737;

2) O lituano Zydrunas Ilgauskas pegou um rebote no final do primeiro tempo e tornou-se o maior reboteiro da história do Cavs, com um total de 5.233, ultrapassando Brad Daugherty , que tinha 5.227.

A façanha de LeBron mostra bem que o jogador não é apenas uma maquia de pontuar. Sabe marcar também.

VAREJÃO

O capixaba fez mais um daqueles jogos mornos que a gente está acostumado a ver. Nove pontos e cinco rebotes (três na frente).

Por passar a maior parte do tempo fazendo corta-luz para LeBron James jogar, Anderson Varejão perdeu muito de sua intuição ofensiva. O toco humilhante que ele tomou de Jermaine O’Neal, ainda no primeiro tempo, não me deixa mentir.

Pegou a bola na altura do lance livre, cortou para a direita, endereçou-se para a tabela e quando foi tentar a enterrada, deu no que deu.

TORCIDA

Mais três votos chegaram. Atingimos 142 no total. Desta vez, nenhum torcedor do Lakers, mas um a mais do Milwaukee, que para minha surpresa cresce no cômputo geral.

Como falei, a nossa pesquisa vai até domingo. Na segunda-feira começaremos uma nova. Portanto, se tem algum leitor deste blog que ainda não se manifestou, mãos à obra.

O novo quadro ficou assim:

1)    Lakers – 24.6%
2)    Chicago – 14.8%
3)    Detroit – 7.7%
4)    Boston – 7.0%
5)    New York – 7.0%
6)    Milwaukee – 5.6%
7)    Phoenix – 5.6%
8)    San Antonio – 4.2%
9)    Cleveland – 2.8%
10)    Utah – 2.8%
11)    Denver – 2.1%
12)    Houston – 2.1%
13)    Indiana – 2.1%
14)    Miami – 2.1%
15)    Dallas – 1.4%
16)    Portland – 1.4%
17)    Toronto – 1.4%
18)    Golden State – 0.7%
19)    Minnesota – 0.7%
20)    New Jersey – 0.7%
21)    Orlando – 0.7%
22)    Philadelphia – 0.7%

Notas relacionadas:

  1. A DIFERENÇA QUE UM TIME FAZ
  2. LEBRON, UM ESPETÁCULO À PARTE
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , ,

35 comentários | Comentar

  1. 15 Gabriel Taborda 10/12/2008 16:15

    Poxa Sormani, eu sempre fui torcedor do Lakers desde que comecei a acompanhar a NBA, mas ultimamente tem sido uma irritação enorme ver o Phil “Letárgico” Jackson no banco de reservas “assistindo” as partidas… Saberias me dizer que outro técnico o Lakers poderia contratar para sacudir esse elenco tomado pelo marasmo de seu professor (como diriam os boleiros) e transformá-lo em um verdadeiro postulante ao título? Por que do jeito que está… Mesmo como torcedor eu duvido muito q meu time vá levantar o caneco tão cedo.

    valeu!

    RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI

    Gabriel
    Trocar de técnico agora seria um desastre, pois teria que mudar toda uma estrutura já adquirida e projetos, já traçados.
    Quem para o lugar do Phil Jackson?
    Gregg Popovic, mas o San Antonio não solta.
    Mike Krzyzeswki, que foi o técnico campeão olímpico, mas o Lakers já tentou contratá-lo e ele não quer sair de Duke.
    Portanto, não sei quem seria ideal para o Lakers.
    Abs.
    Fábio Sormani

    Responder
  2. 14 Marcus Vinicius 10/12/2008 15:39

    Realmente, agora faltou o comentário sobre a vitória do San Antonio sobre o Dallas, em Dallas.

    RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI

    Marcus Vinicius
    O Ricardo já deu o puxão de orelha. Foi na direita; agora sobrou para a esquerda.
    Vcs têm razão e eu admito que deveria mesmo ter tocado no assunto com profundidade.
    Abs.
    Fábio Sormani

    Responder
  3. 13 Wagner 10/12/2008 15:22

    O sormani… e enterrada com mão na nuca foi do LEBRON…

    realmente, se fosse no Brasil ia ter um monte de gente criticando, dizendo que tem que “respeitar” o time X, o Y…

    Mas é sério… quero ver ele fazer graça contra o Boston, SA… aí o bicho pega..

    Responder
  4. 12 Nairo Mabote 10/12/2008 15:19

    Mais 1 voto pra lakers! (De Maputo)

    RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI

    Nairo
    De Moçambique! Puxa vida, que legal! Divulgue o blog para a galera daí, tá bom? Obrigado por acessar o blog.
    Voto registrado.
    Abs.
    Fábio Sormani

    Responder
  5. 11 alex von dentz 10/12/2008 15:09

    Senhores acho que o Lakers está querendo emoção para o lado oeste como tem no leste. Já disse aqui e repito isso é soberba pura. Mas quando o bicho pegar o Kobe estará lá como sempre.

    Gostei muito da sugestão de mostrar os números dos grandes caras da história. Manda ver Fábio.

    Por último, para mim o Spurs é como o São Paulo, joga feio mas é eficiente e tem um treinador qua faz a diferença.

    RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI

    Alex
    Fizemos, há algum tempo, um comparativo entre os times da NBA e do Brasil. O SP da NBA é o Lakers, que tb é um pouco de Flamengo por causa da gde torcida que tem.
    Abs.
    Fábio Sormani

    Responder
  6. 10 Fábio Alvarenga 10/12/2008 14:45

    Sormani
    Acompanho seu blog a algum tempo mais ainda não tinha comentado, o time pelo qual torço é o Boston

    RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI

    Fabio
    Obrigado por acessar o blog. Espero que continue sempre assim.
    Voto registrado!
    Abs.
    Fábio Sormani

    Responder
  7. 9 Bruno Araújo 10/12/2008 14:25

    Olê lê O lá lá,San Antonio vem aí,e o bicho vai pegar…hahaha brincadeira Sormani.
    Mais uma vez,demos Show em Pleno American Airlines Arena,depois de sofridas duas prorrogações,Vencemos!!!!!
    Quem diria hein?Matt Bonner com 100% de aproveitamento nos arremessos!!!
    Sobre uma pergunta que vi no Post anterior,aquele +/- significa a diferença de pontos entre os dois times quando determinado jogador está em quadra.Ex:Na partida de ontem,com Ginobili em quadra o Spurs tem 11 pontos de desvantagem,mesmo tendo vencido a partida.Isso significa que,enquanto Manu esteve em quadra,O Dallas esteve melhor.
    Espero que vcs tenham entendido
    Abs Mestre Sormani
    GO SPURS GO!!!

    RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI

    Bruno
    Valeu pela contgribuição. É assim mesmo que o blog tem que funcionar.
    Abs.
    Fábio Sormani

    Responder
  8. 8 João Paulo Martins de Andrade 10/12/2008 14:25

    Sormani, a rodada de ontem foi simplesmente perfeita, vitória do Spurs fora de casa e derrota do Lakers que para muitos já era vitória computada, só esqueceram de avisar ao Sacramento Kings!

    Vitória em casa é obrigação, então, Smith/Bibby/Johnson sinto muito, podem computar mais uma derrota para os Hawks!

    A liderança do nosso capitão chega as vezes me assustar, quem sabe o capitão do Lakers não aprende comTim Duncan como é ser um lider!!!!!!

    Ah, estava me esquecendo da trilha sonora da vitória de hoje, Aquarela do Brasil, já que temos em nosso time Os Três Tenores!!!!!

    Abs.

    RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI

    JP
    Cuidado pq o Atlanta não está morto não. É como vc mesmo disse: avisaram o Atlanta que é para eles perderem?
    Abs.
    Fábio Sormani

    Responder
  9. 7 Lucas Scussel 10/12/2008 14:22

    Dentre aqueles que jogaram depois que o Jordan parou, o shaq é o meu preferido, quase ídolo digamos, pois igual Jordan não há. E para vc Fábio, depois do MJ qual o preferido?

    RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI

    Lucas
    Não consigo mencionar apenas um, mas o Shaq e o Kobe estão entre eles. Dos atuais, LeBron e o Dwyane Wade. E como não dar valor ao Tim Duncan? Joga mto tb.
    Abs.
    Fábio Sormani

    Responder
  10. 6 belan 10/12/2008 14:02

    sormani, me entristece ver o varejão assim. lembro que quando ele ainda estava no barcelona, até chute de 3 ele tinha.. e não era dos mais ridículos não no aproveitamento..

    quanto ao lado oeste, ainda acho q o lakers é o time a ser batido.. o spurs pra tristeza do baskete, pois é um time muito feio, também cresce muito e não pode ser desprezado.. os outros, depende muito da noite..

    RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI

    Belan
    Pois é, bem lembrado: as bolas de três do Varejão não existem mais. Uma pena, pq elas podem não fazer falta no Cleveland, mas na seleção (eu espero que ele volte a jogar com a amarelinha) elas farão mta falta.
    Abs.
    Fábio Sormani

    Responder
  11. 5 Ricardo 10/12/2008 13:59

    Nenhum destaque para o clássico do Texas, que teve 2 prorrogações e vitória do San Antonio em Dallas? Que coisa, hein. Desta vez o post me decepcional, assim como o Mavs, que bastou pegar um time mais arrumado e levou tinta

    RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI

    Ricardo
    Vc tem razão; eu deveria ter mesmo dado um destaque para o clássico texano, pois foi sensacional. E o Dirk Nowitzki deu uma amarelada no final, vc não achou? Aquela bola de três que ele tentou, completamente desequilibrado, decretou a derrota após duas prorrogações.
    Puxão de orelha registrado.
    Abs.
    Fábio Sormani

    Responder
  12. 4 Mateus 10/12/2008 13:55

    Olá Sormani, descobri seu blog, gostei muito e começarei a acompanhá-lo daqui em diante. É muito legal acompanhar uma noite de NBA e vir aqui dia seguinte acompanhar uma ánalise completa da rodada.

    Ah, o time pra qual torço é o 76ers.

    RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI

    Mateus
    Obrigado por acessar o blog. Espero que vc continue sendo um parceiro deste nosso botequim.
    Voto registrado.
    Abs.
    Fábio Sormani

    Responder
  13. 3 Emmanuel Lima 10/12/2008 13:48

    Então Sormani

    Primeiro parabéns…sou leitor assíduo do seu blog…
    Comecei a gostar de basquete depois de jogar NBA JAM (fliperama)…jogava e torcia muito pro Orlando Magic…na época o shaq detruia tudo (inclusive cestas de basquete) por aquelas bandas…

    Por isso computa mais um votinho pro Orlando, blz?

    Tbm gostaria d sugerir uma coisa…já que vc coloca muitas estatísticas (box score) pra justifcar suas opniões minha sugestão é…coloca de vez em quando as estatísticas de grandes jogadores (lendas como chamberlain, russell, bird, barkley), para nós leitores termos uma noção do que é ser bom ou ruim em todos os fundamentos.

    Ex.: Se a gente vai no youtubee clica Jordan veremos poucas cestas de 3 pontos do Michael. Tá certo que o Jordan era Shooting Guard, por isso a grande maioria dos vídeos são de enterradas, ou cestas\fintas com bolas no ar…mas qual a frequencia de acertos de Air Jordan nos chutes de 3 pontos? E do Larry Bird?

    É isso aí…
    No mais parabéns pelo trabalho

    Paz

    Emmanuel

    RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI

    Emmanuel
    Obrigado pelo elogio e por acessar o blog.
    Isso que vc fala, da comparação, é realmente interessante. Qdo for o caso, tentarei me lembrar para fazer este contraponto. Mas posso dizer agora para vc que o Jordan encerrou a carreira com um percentual de acerto nas bolas de três de 32.7%. Só computado a época do Chicago, esse percentual sobe para 33.2%. Larry Bird teve um aproveitamento de 37.6%. Como você mesmo disse, as bolas de três não eram especialidade de MJ. Mas nos momentos chaves de um jogo, ele mais acertava do que errava. A história não registra uma perda de título do Chicago por causa de um erro de uma bola tripla do Pelé do basquete. Aliás, Jordan nunca perdeu uma decisão de título da NBA. De conferência foi derrotado pelo Detroit, mas de NBA, jamais, bem como com a camisa da seleção dos EUA.
    Abs.
    Fábio Sormani

    Responder
  14. 2 Wagner 10/12/2008 13:26

    O Lakers ainda é o time a ser batido no Oeste, mas como a tabela de jogos no começo foi muuuuuito generosa, se o time bobiar agora pode ser que esquente a briga pra ver quem fica em primeiro… ainda acho que dá Lakers disparado… mas não 100%.

    SA pra mim vive uma fase de transição, precisa urgente de uma grande contratação/troca pra mexer com o time.

    Varejão ontem, perdeu no mínimo umas duas cestas fáceis… mas também teve uma bandeja depois de um troca de passes que foi um espetáculo.

    Sobre Lebron, bem, continua sendo o MVP da temporada, um pouco na frente do wade… ontem foi um show de enterradas… inclusive uma com a mão na nuca. Nunca tinha visto aquilo… mas quero ver ele fazer isso pra cima do Boston ou do Orlando.

    RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI

    Wagner
    Já pensou esta enterrada do D Wade com a mão na nuca no futebol brasileiro? Ia dar confusão, pernada a três por quatro e a bolerada, ignorante, dizendo que o cara tá de palhaçada, afim de humilhar, isso e aquilo. Na NBA foi show, espetáculo, divulga a liga e chama torcedores.
    Abs.
    Fábio Sormani

    Responder
  15. 1 Rogério Falco 10/12/2008 13:13

    Sormani,

    Meu time é o Detroit Pistons!
    Tricampeão – 1989 – 1990 – 2004.
    Se bem que isto na NBA, acho que não significa muita coisa.

    Abraços

    RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI

    Rogério
    Claro que vale! Três títulos não é qualquer franquia que tem.
    Voto registrado.
    Abs.
    Fábio Sormani

    Responder
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