A DIFERENÇA QUE UM TIME FAZ
Há um belíssimo tema do cancioneiro popular norte-americano chamado “What a Diff’rence a Day Makes” (Adams/Grever). Ficou imortalizado na voz de Dinah Washington e eu recomendo para quem gosta de música de qualidade. A tradução do título da canção para o português seria algo como: um dia faz uma baita diferença.
QUE DIFERENÇA…
Nenê (foto AP) fez um partidaço ontem com a camisa 31 do Denver. Marcou 19 pontos e apanhou 15 rebotes (sete deles no ataque) e deu ainda três tocos. Suas médias nestes fundamentos no atual campeonato subiram para exatos 15 pontos, 8.8 rebotes e 1.5 toco. Muito boas.
Com números expressivos, Nenê deixou a Arena Oracle de Oakland (18.194 pagantes) como o nome do jogo; mas derrotado. O Nuggets sucumbiu ao fraco Golden State por 111-101 e viu seu recorde no campeonato passar agora para três derrotas e uma vitória. É o 12º colocado na Conferência do Oeste, fora da zona de classificação para os playoffs.
… UM TIME FAZ
Em contrapartida, Anderson Varejão teve uma exibição morna diante do Chicago, também na noite de ontem. Anotou nove pontos, dois rebotes e um toco. Mas deixou a Quicken Loans Arena (20.562 pagantes) vencedor e viu o recorde de seu time subir na co
mpetição para três vitórias e duas derrotas. É o quinto colocado do Leste – dentro da zona para os playoffs.
Sabe por que Varejão deixou a quadra em triunfo? Porque a seu lado joga LeBron James. O 23 do Cavs marcou 41 pontos (15-16 nos lances livres, 13-23 nos lances duplos), fisgou nove rebotes e deu quatro assistências. Foi o nome do encontro.
MORAL DA HISTÓRIA
Se Nenê jogasse ao lado de LeBron, deixaria a quadra quase sempre vencedor e veria seu time sempre na zona de classificação para os playoffs. Além disso, seu jogo seria mais vistoso e seus números também. E não me venham com essa de que King James não deixaria espaços para o são-carlense brilhar, pois no embate de ontem Zydrunas Ilgauskas marcou 10 pontos e apanhou 15 rebotes. Veterano e com a saúde cambaleante.
CONCEITO DO CRAQUE
Carmelo Anthony é tão bom quanto LeBron? Claro que não.
Os dois entraram para a NBA em 2003. King James foi o primeiro “draft”, enquanto Carmelo foi o terceiro. LeBron foi direto do “high school” para a NBA, enquanto que Carmelo passou pela universidade de Syracuse, onde foi campeão da NCAA em 2003. Na NBA, King James foi eleito o “Rookie of the Year” e já disputou uma final. Carmelo… bem, Carmelo…
Quem é o craque? Os dois? Discordo; craque tem que ser eficiente. Se não for, não é craque. Aguardo pela reação de Carmelo; enquanto isso não ocorrer, ele continua vários degraus abaixo de LeBron.
Isso vale para o futebol também – ou melhor, para todos os esportes.
LEANDRINHO
Não vi o jogo do Phoenix. No mesmo horário, comentava pela Rádio Record de São Paulo o jogo do Palmeiras pela Sul-Americana contra o Argentinos Jrs. Este compromisso profissional privou-me, portanto, de ver o Phoenix vencer o Indiana por 113-103, fora de casa.
Olhando os números do brasileiro pelo “boxscore” – isso é perigoso, eu já alertei –, vejo que ele marcou 11 pontos, pegou quatro rebotes, deu o mesmo número de assistências e fez dois desarmes.
Mas vamos dar uma olhada no “play by play” para não ficarmos com dúvidas.
Leandrinho entrou no jogo quando faltavam 2:05 minutos para o final do primeiro quarto e o time perdia por 25-18. Jogou 8:50 minutos, pois deixou a partida quando o cronômetro assinalava 3:15 minutos para o fim do primeiro tempo, dando lugar a Grant Hill.
Neste período, marcou cinco pontos, pegou um rebote, deu quatro assistências e roubou uma bola. Não conseguiu inverter o resultado, pois qu
ando voltou ao banco o Suns perdia por 59-51.
Voltou logo ao prélio. Ou seja: com apenas 4:49 de bola pingando no terceiro quarto, Terry Porter colocou-o novamente em quadra, desta vez no lugar de Hill. O time perdia por 75-71. Neste novo período, Leandrinho marcou seis pontos, apanhou três rebotes, recuperou uma bola, mas cometeu três erros.
Deixou a partida quando faltavam 7:18 para o final, agora com o time na frente em 98-90. Não voltou mais; mas nem precisava, pois cumpriu – e bem – o seu papel. Todos os 11.660 torcedores que estiveram no Conseco Fieldhouse constataram isso.
Pelo que deduzo, Leandrinho será importante nestes momentos, quando o Phoenix estiver atrás. Neste cenário, Porter chama-o, coloca-o em quadra e o paulistano põe em ação seu arsenal ofensivo.
Às vezes vai dar certo, às vezes não. Se Porter for tolerante a isso, Leandrinho terá vida longa no Phoenix.
Mesmo não sabendo defender.
SURPRISE!
Alguém esperava pela derrota do New Orleans, no berço do jazz, para o Atlanta? Eu não.
Vi parte do jogo, o suficiente para testemunhar um toco humilhante que Chris Paul levou de Al Horford, para espanto das 16.030 pessoas que lotaram a New Orleans Arena e não entenderam a derrota por 87-79.
Horford, para quem não sabe, é filho de Tito, que jogou no Sírio, em São Paulo, e foi recrutado pelo Milwaukee (39ª escolha) em 1988. Na NBA, jogou no Bucks duas temporadas e depois foi para o Washington. O pai, o primeiro dominicano a jogar na liga norte-americana, era bom jogador, mas o filho é muito melhor.
Bicampeão do “college” pela Florida Gators, Al foi a terceira escolha no recrutamento do ano passado. Além do toco em CP3, marcou dez pontos e apanhou oito rebotes.
Para quem não sabe, o Atlanta é um dos invictos do campeonato, com três vitórias. É o segundo colocado da Conferência do Leste, com u
m triunfo a menos do que o líder Detroit.
Baita surpresa.
CRISE
Barack Obama foi eleito presidente dos EUA, mas o mercado financeiro continua em turbulência. As bolsas nesta quinta-feira despencam no mundo inteiro e a incerteza é a palavra da moda.
Com a crise econômica, o New Jersey pode ver naufragar seu plano de construir uma arena no bairro do Brooklyn, em Nova York, para onde pretende se mudar em 2010.
Há quatro meses, o banco Goldman Sachs tinha garantido aos donos do Nets – entre eles o “rapper” Jay-Z – um empréstimo de US$ 950 milhões para a construção do ginásio.
Hoje, perguntado sobre o assunto, o banco, através de sua assessoria de imprensa, informa: “Sem comentários”. Ou seja: do jeito que está, a chance de o Nets ir para o Brooklyn diminui dramaticamente.
Se isso realmente se confirmar, outro plano que vai naufragar é o de contratar LeBron James. King James, amigo pessoal de Jay-Z – que casou-se em maio passado com a estonteante Beyoncé Knowles –, quer ir para Nova York. É claro que jogando em New Jersey ele pode morar na “Big Apple”, pois é só atravessar um dos túneis Lincoln ou Holland que faz-se a passagem.
Mas o problema é jogar pelo Nets…
Só se a Beyoncé (foto AP) convencer LeBron. Cacife para isso ela tem.
PRIMO POBRE E PRIMO RICO
No clássico de Los Angeles, deu a lógica. Com mando de quadra, o Lakers colocou 18.997 torcedores no Staples Center e passou por cima do Clippers por 106-88. Foi a sexta vitória seguida dos amarelinhos sobre seu rival municipal – o que não quer dizer absolutamente nada.
Afinal, o Clippers ainda não venceu nesta temporada (0-5). Agradece a companhia do Washington (0-3), a outra franquia que cambaleia. Somados os jogos do campeonato passado, o Clippers não vence uma partida na NBA há 12 rodadas.
Com a mão descalibrada (8-21 nos arremessos), Kobe Bryant, mesmo assim, foi o cestinha do time com 27 pontos. Também pudera, com a quantidade de arremessos feitos!
O nome do jogo, no entanto, foi o pivô Andrew Bynum que apanhou 17 rebotes. Pau Gasol amealhou outros 11. Os dois juntos pegaram 28, mais da metade do desempenho do Clippers (44).
Bynum fez ainda nove pontos e deu quatro tocos. O moleque está jogando muito. Se Kobe deixar de ser fominha e distribuir mais o jogo, Bynum pode ter dois dígitos na pontuação também.
FINALMENTE!
O San Antonio precisou de duas prorrogações para vencer sua primeira partida nesta temporada. Foi a Minneapolis e bateu o Minnesota por 129-125.
Apenas 11.112 torcedores viram o armador Tony Parker fazer 55 pontos – a maior pontuação em sua carreira na NBA –, dar dez assistências e pegar sete rebotes. Destruiu o adversário.
Sim, porque foi sua a cesta que empatou o jogo na prorrogação em 116 pontos, a menos de dois segundos para o cronômetro zerar, levando-o para a segunda prorrogação. Neste novo período veio a primeira vitória do time texano na competição.
Quer dizer: o Spurs não perdeu por pouco. Há muito que se fazer ainda para o time melhorar, em que pese a ausência de Manu Ginobili.
A PRIMEIRA
Outra equipe que conseguiu vencer pela primeira vez na temporada foi o Sacramento. Na capital da Califórnia, o Kings bateu o Memphis por 100-95.
Foi do Grizzlies, mas pouco importa. O que conta é que o time venceu, para delírio dos 13.685 torcedores que foram ao Arco Arena.
Quantos jogos mais o Sacramento vai precisar para voltar a vencer?
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12 comentários | Comentar
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12 Marcus Vinicius 07/11/2008 8:29
Sormani, públicos como o do Minnesota contra o Spurs são normais para times como o Wolves, ou é a desculpa da moda:” -
É a crise!”.
Carmelo Anthony, pra mim, é um foguete molhado.
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Marcus Vinicius
Acho que a crise ainda não deu as caras neste segmento: a torcida. O baixo público é fruto do time ruim do Minnesota. Os torcedores estão desanimados com isso. Na época do Kevin Garnett, o ginásio vivia cheio.
Abs.
Fábio Sormani
11 Fabio Pires 07/11/2008 8:14
Em relação ao Varejão.
Eu assisti á partida e o que me deixou satisfeito que apesar das limitações dele em relação ao ataque, Lebron o procurava o tempo todo. Inclusive recebendo assistências do Varejão, ao contrário do que percebi a respeito do Ben Wallace (outro conhecido jogador de defesa) e do Ilgauskas que em certo momento não trocavam passes. Acho que essa confiança do “dono” do time nele o ajudará bastante. Á conferir Sormani, vamos ver….
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Fabio
Ótima observação. Se o cara é amigo do rei, então ele pode ficar tranquilo. De fato, o LeBron gosta do Varejão; afinal, a gente há de se lembrar do episódio da temporada passada, qdo o brazuca voltou ao time depois da desgastante negociação com o Cavs, estava sendo hostilizado pela torcida e King James deu a maior força a ele, indo abraçá-lo.
Abs.
Fábio Sormani
10 Marcelo 06/11/2008 19:48
e comparando o que LeBron fez na liga, Carmelo deve se sentir até envergonhado.
Vencer a conferencia com o Cavaliers inteiro nas suas costas foi consagrador. Carmelo até hoje não fez muita diferença pro Nuggets
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Marcelo
Assino embaixo.
Abs.
Fábio Sormani
9 Marcelo 06/11/2008 19:45
Eu já não me engano mais com o Suns, deslancha na temporada regular, mas chegam os playoffs e não tem força.
Embora acredite que suas chances com O’neal, jogando este ano como O’neal, tenham crescido consideravelmente.
Do Leandrinho não espero mais do que o que jogou na ultima temporada, infelizmente penso que ele não tenha condições de ser titular numa equipe competitiva e é muito inconsistente. Ele tem seus lances de 3, mas em momentos decisivos ele falha. Não acredito em sua longevidade na franquia. E esse Studmare joga muito, esta entre os 5 melhores da NBA.
Esse frances é dose, joga muito tb, pena q no Spurs, o time mais antipatico da liga. Torço pela sua eliminação em playoff para o Suns, com lance livre de Shaq nos ultimos segundos.
E o Nene esta jogando o que se esperava dele desde a contratação, o time persistiu e torço p/ q tenha sequencia sem problemas fisicos. Este ano ele pode ver crescer seu conceito na liga, falta o Carmelo jogar de verdade pra irem a final de conferencia, acho o time promissor, vejamos como reagira à troca.
e essa Beyoncé é bonita mesmo hein moço… que cacife
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Marcelo
O problema é o Carmelo jogar e desequilibrar nos momentos difíceis. Não acredito nele.
Abs.
Fábio Sormani
8 Cassio 06/11/2008 17:16
Ae Sormani. Tinha lido seu post 14 horas e não tinha encontrado nenhuma foto de mulher, já que você prometeu isso ontem. Agora você põe a Beyoncé. Que maravilha………..hehehe
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Cassio
Amanhã tem mais!
Abs.
Fábio Sormani
7 João Paulo Martins de Andrade 06/11/2008 16:55
Go Spurs!
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
JP
O SAS precisa melhorar mto…
Abs.
Fábio Sormani
6 Rodrigo 06/11/2008 16:54
Fabio
Fale mais sobre a troca do Detroit com o Denver , ou seja , Billups por Iverson… quem se saiu melhor em sua opiniao? Sou Torcedor dos Pistons.. fale mais sobre o time..
abraço
Rodrigo
5 Rodrigo 06/11/2008 16:54
Fabio
Fale mais sobre a troca do Detroit com o Denver , ou seja , Billups por Averson… quem se saiu melhor em sua opiniao? Sou Torcedor dos Pistons.. fale mais sobre o time..
abraço
Rodrigo
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Rodrigo
Nos três últimos post — sem contar o de hj — eu falei sobre a troca. Dê uma olhada.
Abs.
Fábio Sormani
4 Dinho 06/11/2008 16:49
Sormani, eu assistir o jogo dos Lakers( agora vai começar 0h 30 mon é dificil pra nós) não foi facil assim, só ganhou com facilidade no ultimo quarto quando deu uma corrida 20-O pode acreditar, com uma defesa sufocante….pra mim o melhor jogador fou Odom 15 pts e 9 rebotes, o Andrew Bynum ´na defesa tá arrasador, porém no ataque precisar melhor muito, e o Gasol não jogou bem só fez 9pts
Sormani tá gostando da rotação dos Lakers com Odom, Bynum e Gasol? e o teste pra ver como está LAL é domingo contra Houston
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Dinho
Se o Lamar não encher o saco do Phil Jackson, tudo vai funcionar nesta temporada. Mas vc sabe: jogador de basquete nos EUA é igual jogador de futebol do Brasil. Cabeça fraca. São poucos os que são maduros. Vc tem razão: o Bynum precisa ser mais eficiente no ataque.
Abs.
Fábio Sormani
3 Alessandro 06/11/2008 15:37
Lembro na epoca do Draft o Nene puxando sardinha Para o denver falando que o Melo era melhor…
o lebron é completo como atleta, e tem uma coisa que lembra muito o jordan, o jeito de motivar os companheiros.
o que ele ja fez com esse time limitado do Cavs já grande coisa!
Sormani, vendo pelo lado do Bulls, acho que o Rose na hora que pegar confiança no jump shot, vai fazer medias de mais de 20 pontos mole. agora os pivos do bulls se juntarem todos, talvez não de 1!
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Alessandro
Tb acho que o Derrick Rose vai crescer mto, pois o potencial dele é mto gde. E aí as viúvas do Michael Jordan vão poder vibrar novamente…
Abs.
Fábio Sormani
2 wagner 06/11/2008 15:29
Sobre os brazucas… nesse começo de temporada quem está decepcionando é o Leandrinho… os outros dois estão mantendo a média e vejo que Nenê é que mais pode se destacar nessa temporada.
Sobre times:
Lakers sem surpresa.
Hornets decepcionou… mas o Atlanta não foi o time que deu uma baita sufoco no Boston ano passado?
SA… aleluia… até que enfim, mas mesmo com a volta do narigudo sei não.
O Suns que está surpreendendo… quem sabe dessa vez, sem favoritismo o time não chega lá… ou quase lá.
Denver deve reagir com a troca. Mas é bom não demorar muito.
Cavaliers normal.
Sobre Caramelo… ele está mais pra Carlos Alberto (do Botafogo, Timão, SP), só faz firula.
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Wagner
Essa do Carlos Alberto é mto boa. De resto, suas apreciações batem praticamente com as minhas.
Abs.
Fábio Sormani
1 fred 06/11/2008 15:26
Com certeza o time faz muita diferença, o Cavaliers vem fazendo um bom trabalho desde ano passado nas trocas para reforçar o time e quem sabe convecê-lo a estender o contrato na tão falada e especulada pré temporada de 2010.
Já o Denver até começo da semana parecia fazer de tudo para brigar por uma pick top5 ano no próximo draft, ainda não consgio me conformar com a troca do Camby por uma pick 2o round, essa é dificil até para os dirigentes do Memphis! Até que veio essa troca e parece que as coisas vão começar a clarear por lá.
Agora o jogo do Suns vale destacar a evolução do Amare, foram 49 pontos, 17/21 FG, 11 rebotes, 6 asistencias, 5 steals, 2 blocks ele tá jogando muito desde que Shaq veio para o time, lembro de pegar as estatísticas dele na temporada após a troca que envolveu o Marion e ele tinha uns 30 pontos por jogo, na minha opinião corre por fora pelo prêmio de MVP. Assiti o jogo e ele foi um monstro, aqui uma leve cravada na cara do jogador do pacers e um teatrinho dele
http://www.youtube.com/watch?v=99dyVeG7ucg
RESPONDIDO POR FÁBIO SORMANI
Fred
Vc fez mto bem em lembrar a atuação do Amaré. Concentrei-me no Leandrinho e deixar passar em branco. Qto a melhora do jogo dele, na época do Marion ele jogava de 5; agora, com o Shaq, ele foi para a 4, a sua verdadeira posição. Por isso o crescimento de seu jogo.
Abs.
Fábio Sormani