Este blog é uma iniciativa do Instituto Brasileiro de Ética nos Negócios que tem como principal objetivo fomentar a Ética no meio empresarial e junto as crianças, jovens e universitários por que os estudantes de hoje serão os colaboradores, executivos e proprietários das empresas de amanhã. É desta forma, contribuindo para a melhoria da qualidade ética das empresas e com a formação de adultos-cidadãos e líderes eticamente responsáveis que potencializamos a perspectiva de um futuro mais ético e assim, naturalmente sustentável.
As previsões dos gurus, analistas e instituições com credibilidade global muito mais otimistas, a melhoria do humor dos investidores com claros reflexos no desempenho das Bolsas de Valores e os resultados positivos apresentado por grandes empresas sinalizam que o pior da crise já passou, dando esperança às empresas, aos trabalhadores e à sociedade que dias melhores virão. Agora, basta os governos manter o monitoramente e a rédia curta nos mercados financeiros e não parar com os investimentos no setor produtivo visando a continuidade da recuperação econômica.
Entretanto, o mundo já enfrenta mais um sério problema! Deixando de lado todas as previsões apocalípticas e não tendo a mínima intenção de potencializar qualquer forma de pânico, a nova gripe, de acordo com a própria Organização Mundial de Saúde (OMS), dá sinais de propagação rápida e sem precedentes e, de certa maneira, incontrolável até a descoberta e produção de uma vacina que já deverá estar imunizando a população de todo o planeta a partir de Setembro próximo.
Com a tal gripe, a população globalizada será afetada, não só no lado social, mas, especialmente, no econômico pois, evidentemente, o custo para os governos será altíssimo tanto para a compra de medicamentos e lotes de vacina como para a estruturação na área de saúde para suportar uma possível intensificação e multiplicação dos casos. E esta situação, sem sombra de dúvida, terá reflexo nas empresas e nos mercados.
Se Deus quiser esta gripe será uma crise econômica muito mais branda do que a que estamos acabando de superar.
“Os donos do capital vão estimular a classe trabalhadora a comprar bens caros, casas e tecnologia, fazendo-os dever cada vez mais, até que se torne insuportável. O débito não pago levará os bancos à falência, que terão que ser nacionalizados pelo Estado.”
Frase profética? Quem seria o autor?
Nostradamus em uma de suas famosas quadras ou centúrias?
Algum profeta do Antigo ou Novo Testamento?
Fidel Castro?
Nouriel Roubini?
Você ja deve saber… Tem a marca registrada do seu autor!!!
Karl Marx, in “Das Kapital”, 1867
. Mensagem enviada pelo Profº Ms. Edison Ferreira da Estácio UniRadial (SP)
Este mês, o maior banco privado do país, o Bradesco, anunciou ao mercado uma queda de 27% no lucro do quarto trimestre do ano passado: R$ 1,605 bilhão contra R$ 2,193 bilhões conquistado no mesmo perído de 2007. Porém, com o ajuste, o lucro líquido foi de R$ 1,806 bilhão, apenas alguns míseros milhões a menos do que o lucro líquido ajustado do último trimestre de 2007: R$ 1,854 bilhão.
Se olharmos o resultado apresentado no terceiro trimestre de 2008 (R$ 1,91 bilhão), com crise e tudo, os números são ainda melhores. Já em ativos, o Bradesco encerro 2008 com 33,2% a mais, cravando a invejável cifra de R$ 454,41 bilhões.
Em todo o ano passado, o banco apresentou lucro líquido de R$ 7,62 bilhões contra R$ 8,01 bilhões em 2007. Com o ajuste, o lucro líquido foi superior: R$ 7,625 bilhões contra R$ 7,21 bilhões em 2007.
Como se não bastasse, a competência e a excelência na gestão do Bradesco, fez com que o banco fosse apontado pela tradicional pesquisa anual da Brand Finance - em parceria com a revista inglesa The Banker - realizada com clientes bancários de mais de 100 países, como a instituição financeira mais valiosa do país, pois o Bradesco apareceu no ranking dos 500 bancos com maior valor de marca do planeta na 12ª posição, ante a 42ª em 2007.
Dentre os Top 100 figuram ainda os brasileiríssimos Itaú (21º), Banco do Brasil (45º) e Unibanco (67ª). O campeão da lista é o HSBC Bank que levou a taça no ano passado também. Depois aparecem as instituições: Bak of America, Wells Fargo, Santander, ICBC, American Express, Citi, BNP Farpas, China Construction Bank e Chase.
Segundo a Brand Finance, o valor da marca do Bradesco é de US$ 7,7 bilhões; a marca Itaú foi avaliada em US$ 5,6 bilhões; o Banco do Brasil em US$ 2,9 bilhões e, o Unibanco, em US$ 1,52 bilhão.
Do jeito que o mercado financeiro internacional vem sofrendo este ano, em grande parte por incompetência, muito provavelmente, os bancos brasileiros alcançaram posições e valores de marca muito superiores na pesquisa do ano que vem.
Não dá pra reclamar… Dá?
Conheça a lista completa das 500 instituições bancárias mais valiosas.
Não é de hoje que todo tipo de mídia do mundo inteiro está dando o maior destaque possível a tal crise econômica mundial (!?!?), causada, a meu ver, pela enorme especulação financeira, em especial, aquela fomentada num mercado de capitais globalizado, sem o menor controle, seja ele governamental ou de organismos da própria sociedade. O mercado caminhou livre, leve e solto… E deu no que deu!
Como se não bastasse as péssimas e deprimentes notícias, outras instituições de enorme credibilidade e com repercussão internacional estão colocando mais lenha na fogueira.
Agora é a vez da OIT – Organização Internacional do Trabalho, organismo ligado a Organização das Nações Unidas (ONU), dar uma de vidente com previsões citadas no relatório Tendências Mundias do Emprego, que num primeiro momento, parece ser pra lá de castrastróficas, capaz de deixar qualquer pai de família de cabelo em pé e preocupado com seu futuro e de sua família:
51 milhões perderão o emprego no mundo em 2009!!!
Entretanto, ao se analisar a própria notícia, percebemos facilmente que há um certo exagero na atenção dada a uma crise que parece ser, a cada dia, fabricada e intensificada nos quatro cantos do planeta.
Acompanhe este raciocínio:
A OIT diz que, num cenário “otimista”, este ano serão mais de 18 milhões de postos de trabalhos fechados em relação ao número registrado em 2008, fazendo com que o Índice de Desemprego Global fique em 6,1% da população economicamente ativa.
A previsão mais “realista” é de que serão 30 milhões de desempregados, elevando o índice para 6,5% em 2009.
Já os 51 milhões de desempregos, estapando nas manchetes, somente aconteceria no “pior cenário possível”: se a recessão se aprofundar este ano e assim, o desemprego mundial saltaria para um índice de 7,1%.
Acontece que é bem claro nas matérias jornalísticas sobre este assunto – em nosso caso, analisamos a notícia dada pelo portal da maior revista de negócios do país, a EXAME – que confirmam que o tal índice em 2008 ficou em 6,0% e em 2007 cravou a marca de 5,7%, ou seja, num período de crescimento econômico muncial e SEM CRISE FINANCEIRA, o desemprego aumentou 0,3 pontos percentuais (p.p).
Então, se compararmos os resultados do ano passado com as previsões da OIT notamos claramente que no cenário “otimista” o crescimento do desemprego global será de apenas 0,1 p.p; no cenário “realista” 0,5 pp, ou seja, quase o mesmo índice registrado SEM CRISE; e no “catastrófico e apocalíptico” o salto, de fato, é maior: 1,1%.
Vale destacar que as maiores demissões estão sendo anunciadas pelas grandes empresas de capital aberto (com papéis em Bolsa de Valores) e é evidente que este tipo de anúncio tem por objetivo dar uma satisfação aos “investidores” motivando-os a continuar neste mercado de alto risco, grandes lucros e o estopim da crise global. Sobre isto, o Alexandre Fabian escreveu um pequeno, mas interessante, texto intitulado As S/As e as Empresas Familiares, destacado no Blog do Luis Nassif, aqui no iG.
Só nos resta fazer alguns questionamentos:
- Tem gente fabricando esta crise?
- Quem está por de trás disto tudo?
- Quais são os interesses escusos?
- Quem ganhará (ainda mais) com a crise?
Terminamos este post com uma mensagem enviada pelo advogado e empresário de Campinas, Sérgio Risaliti, com um texto sobre CRISE atribuído ao cientista Albert Einstein:
”Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias.
Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar ’superado’
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que as soluções.
A verdadeira crise, é a crise da incompetência.
O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito.
É na crise que se aflora o melhor de cada um.
Falar de crise é promove-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro.
Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para supera-la”
A Petrobras deu um duro golpe na crise econômica global (!?!?) ao anunciar, através de entrevista coletiva comandada pelo CEO da maior empresa do país e uma das maiores de todo o mundo, José Sérgio Gabrielli, um aumento de mais de 50% sobre o valor total de investimento para os próximos cinco anos.
Os números impressionam… Serão US$ 174 bilhões! Para você ter uma idéia, somente em 2009, a Petrobras investirá US$ 28,6 bilhões, levando em conta um preço médio de US$ 37 para o barril de petróleo do tipo Brent ao longo do ano. Deste montante, a estatal captará US$ 18,1 bilhões junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e de um conjunto de bancos nacionais e internacionais.
De acordo com o Plano de Investimento 2009-2013, o foco estratégico será na área conhecida como “upstream“ (exploração e produção), com US$ 28 bilhões destinados somente ao (já famoso em todo planeta) Pré-Sal que fará com que o Brasil entre de vez no ranking dos maiores exportadores globais do Ouro Negro.
Porém, se os planos da Petrobras são grandiosos, as “análises muito bem elaboradas” pelos pessimistas de plantão são de igual ou superior intensidade. Logo depois do anúncio oficial, a mídia foi tomada por notícias criticando a postura da estatal…
Parece que a tal crise deixou o mundo a mercê das notícias negativas e com a certeza de que ela é maior do que a capacidade do homem em supera-la!
Parabéns Petrobras! Que sua postura incentive outras empresas a fazer o mesmo… Dar uma banana pra tal crise!
. Confira o que o Blog Ética nos Negócios já escreveu sobre a “crise” acessando a categoriaCrise? Que Crise?
“Em meados de Dezembro fomos surpreendidos pelo anúncio de saída da Ryder Logística da América do Sul. A Ryder é um dos mais tradicionais Operadores logísticos do mundo, com sede em Miami (EUA) e estava no Brasil desde 1996, com forte atuação no setor automotivo. Na América Latina, a Ryder deverá atuar apenas no México, encerrando suas operações no Brasil, Argentina e Chile.
A decisão unilateral da Ryder, tomada em seu headquarter a mais de 6.500 km de São Paulo, traduz-se em um total descaso para com seus funcionários (cerca de 2.400 profissionais), parceiros e principalmente Clientes. A grande maioria deles foi pega de surpresa, e apenas tomou conhecimento do fato através da mídia.
Não se sabe ao certo o real motivo por detrás dessa estúpida decisão, mas seguramente não foi ocasionada apenas pela crise econômica mundial. Crise por crise, os maiores reflexos foram sentidos nos Estados Unidos, onde seu principal cliente, a General Motors, corre sério risco de definitivamente desaparecer do mercado.
Eu trabalhei na Ryder durante três anos, de 2000 a 2003, e lá tive a excepcional oportunidade de aprimorar meus conhecimentos ao conviver com a realidade de uma empresa extremamente séria, organizada e com profissionais altamente competentes. Como pôde uma empresa de enorme reputação, sólida e bem estruturada deixar para trás um mercado tão promissor quanto o brasileiro, que ainda deverá triplicar nos próximos 10 anos? Como pôde uma empresa abrir mão de um mercado no qual tem uma receita bruta de US$ 200 milhões?
A descontinuidade das operações nesses três países pode ser considerada uma verdadeira afronta ao mercado, um choque contra os mais valiosos valores empresariais, principalmente aqueles relacionados ao atendimento e respeito ao Cliente e à gestão de pessoas.
A Ryder deixará uma “mancha negra” sobre o mercado e uma grande dúvida por parte dos Clientes. Muitos questionarão se valerá a pena terceirizar a logística com as grandes multinacionais americanas, asiáticas e européias, na qual o Brasil sequer representa 2% ou 3% da sua receita total.
Este será mais um ótimo argumento a favor das empresas nacionais e daqui para frente, um grande desafio para as empresas mundiais!”
Está é a pior face e o maior perigo da crise econômica mundial… Ela acaba virando desculpa pra tudo!!!
. Texto enviado pelo diretor-executivo da Brasiliense Cargo, Jorge Lobarinhas (Artigo: “Reflexos da Saída da Ryder da América do Sul sobre o Mercado de Prestação de Serviços em Logística e Transportes” escrito por Marco Antonio Oliveira Neves, Diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística)
A palavra “crise” tem origem na peneira dos gregos. Separação, passagem estreita. É da mesma origem a palavra “crivo” que separa o duto de água em jatos menores. O crivo separa. Na peneira estão os bons e os que não devem continuar. Ao peneirar é feita a separação. Quem é bom fica… Quem não deve ficar é lançado fora!
Assim é a crise que estamos vivendo. Ficará quem for bom. Ficarão as empresas que mantiverem-se fiéis aos seus propósitos de produzir e reinvestir, no proprio negócio, os recursos advindos da produção. Ficarão as empresas que tiverem as melhores pessoas, capazes de, num momento difícil, criar, inovar e, ao mesmo tempo, conter custos até o extremo da possibilidade até a tempestade passar.
É exatamente com o mesmo sentido que o ideograma chinês que representa “crise”, representa “oportunidade”. Em todo crise existe, igualmente, oportunidade. Depende de quem lê a realidade. Se você ler a realidade com olhos de crise somente a verá. Se ler com os olhos da oportunidade aí a encontrará.
Durante uma tempestade o correto não é sair correndo. É abrigar-se e espaerar a tempestade passar. Na crise não é hora de desinvestir no mais valiosos recurso que poderá fazer sua empresa sair da crise – os talentos humanos, as pessoas realmente comprometidas. Agora não é hora de jogar a criança fora com a bacia. Peneire com cuidado, jogando fora só o que não deveria mesmo estar alí.
Um das maiores lições que conheço é o conselho do Marquês de Alorna, General d’Almeida, a Dom José, Rei de Portugal, após o terremoto de Lisboa, de 1755. Como sabe o leitor, o terremoto de Lisboa foi a maior tragédia natural até hoje vivida na Europa. Milhares de mortos. Dom José pergunta ao Marquês de o que fazer, e ele responde:
“Agora, Majestade, é enterrar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos”
É exatamente isso que devemos fazer em nossas empresas e nossa vida com esta crise que já consumiu US$ 2,8 trilhões. Enterrar os mortos – não ficar imaginando como seria se a crise não tivesse ocorrido. Nem ficar tentando entender, como empresário simples, as razões mais profundas da crise. Enterrar os mortos para cuidar do vivos, cuidar do que sobrou, do que existe de concreto, de real. Fechar os portos – significa impedir que novas epidemias cheguem. No século XVIII os problemas externos, é claro, chegavam pelos portos. Evitar os saques, os abutres. Feche os portos, para poder dar foco e cuidar dos vivos. Cuide da economia real!
Estas são as palavras do Profº Luis Marins, da Anthropos Consulting. Assista também sua entrevista dada recentemente no noticiário noturno da TV – pertencente a RTP (Rádio e Televisão Portuguesa) – em Lisboa sobre a crise financeira internacional.
Este vídeo poderá lhe ajudar a compreender mais um pouco sobre esta crise e encontrar algumas dicas deste fantástico consultor, escritor e palestrante motivacional para se enfrentar este momento de turbulência, transformando-o em Motivação e Ação. Toque o play!
Um homem vivia à beira de uma rodovia e vendia cachorro-quente aos motoristas. Ele não lia jornais, não tinha rádio, televisão, nem internet, mas produzia e vendia bons cachorros-quentes.
Uma de suas principais preocupações era a divulgação do seu negócio através de cartazes afixados ao longo da estrada, o oferecimento do seu produto em alta voz e assim, cativava mais e mais clientes.
Ano a ano, suas vendas foram aumentando e, cada vez mais, procurava manter a qualidade de seus insumos e serviços, e o melhor atendimento aos seus consumidores.
O negócio prosperou tanto que foi necessário adquirir um fogão maior e contratar funcionários para dar conta da demanda. Realmente, o negócio ia de vento em popa… Seu cachorro-quente era o melhor de toda a região e os elogios dos “vendedores-clientes” atravessavam as fronteiras da cidade e até do Estado!
Vencedor, ele conseguiu, inclusive, pagar uma boa escolha ao filho mais velho. O menino cresceu e foi estudar economia numa das melhores faculdades do país e, logo em seguida, curso uma pós-graduação em marketing.
Finalmente, o filho já formado e trabalhando na cidade grande, voltou para casa. Porém, notou que o pai continuava com a vidinha de sempre e teve uma séria conversa com ele:
- Pai, você continua não se atualizando? Não ouve as notícias no rádio, não vê televisão e nem lê jornais… Há uma grande crise no mundo, sabia? A situação de inúmeros países é crítica . Está tudo ruim! Já tem empresa fechando as portas… Acho que o Brasil também quebra!
Depois de ouvir atentamente as considerações do filho “doutor” e “executivo”, o pai pensou: “Bem, se meu filho que estudou economia, se especializou em marketing, lê jornais, vê televisão, acessa a tal da internet, acha isto, então só pode estar com a razão!”
Com medo da crise anunciada, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e claro, pior) e começou a economizar nas salsichas também. Para continuar com sua restrição orçamentária, parou de investir em publicidade, deixando de fazer cartazes de propaganda na estrada. Demitiu vários funcionários e abatido pela notícia da crise, já não oferecia o seu produto em voz alta.
Tomadas todas as “providências anti-crise”, as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo até chegar a níveis insuportáveis, do ponto de vista econômico-financeiro, e o negócio de cachorro-quente do velho, que outrora gerava recursos suficientes até para o filho estudar nas melhores instituições de ensino superior do país… Fechou suas portas!!!
O pai, triste e abalado, procurou o filho e desabafou:
- Você tinha razão, filho meu… Nós estamos no meio de uma grande crise!
E, passou a comentar com seus amigos com o peito cheio e o nariz empinado:
- Bendita hora em que eu fiz meu filho estudar economia e especialização em marketing… Ele me avisou da crise!!!
De fato, esta historia acaba nos ensinando uma grande lição:
Vivemos num mundo contaminado pelas más notícias e se não tomarmos o devido cuidado, essas mesmas notícias acabarão nos influenciando negativamente, a ponto de roubar a nossa alegria, felicidade, criatividade, empenho e comprometimento com os nossos negócios e com nossas atividades.
O pior da crise é o que ela traz consigo: boataria, pessimismo, desânimo e falta de esperança no futuro.
Cuidado! A crise pode afundar o seu negócio, fazer você perder o emprego por falta de desempenho e lhe trazer sérias doenças… Fique alerta!
. Mensagem enviada pelo empresário do ramo imobiliário, Maurício Queiroz e adaptada por Douglas Flinto.
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