Instalações | Blog Espírito Olímpico, por Marcelo Laguna - iG

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sexta-feira, 10 de maio de 2013 Isso é Brasil, Olimpíadas, Política esportiva | 16:53

Rio 2016 já tem prejuízo acumulado de R$ 149 milhões

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Visão geral de como ficará a Vila Olímpica durante os Jogos de 2016, no Rio de Janeiro

Preocupante, para dizer o mínimo, os números demonstrados no balanço financeiro de 2012 do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos do Rio 2016. O diretor geral do Rio 2016, Sidney Levy, apresentou o resultado do último exercício fiscal da entidade organizadora das próximas Olimpíadas, que teve um déficit de R$ 90.637.209,00 em 2012. No acumulado de 2011 e 2012, o prejuízo  chega a R$ 149.773.968,00.

Chama a atenção no balanço o aumento no item “Despesos com pessoal”, que saltou de R$ 43,6 milhões em 2011 para R$ 76,8 milhões no ano passado. Também aumentou os valores gastos com eventos: R$ 58,5 milhões, contra R$ 2,9 milhões gastos em 2011. Em 2012, foram realizados inúmeros eventos promocionais para 2016, inclusive em Londres, durante os últimos Jogos Olímpicos, como por exemplo a participação do Brasil na cerimônia de encerramento.

O que serve de sinal de alerta em relação aos números apresentados pelo pessoal do Rio 2016 é que o orçamento final para a realização das Olimpíadas e Paraolimpíadas ainda não foi divulgado. Segundo o Portal da Transparência, os gastos estimados para a organização dos dois eventos passa dos R$ 12,5 bilhões. Mas uma revisão final está sendo feita e prometida para ser anunciada em julho. E os gastos com instalações esportivas, tomando como base a experiência com os estádios da Copa do Mundo de 2014,  pode elevar ainda mais o tamanho do prejuízo.

Notas relacionadas:

  1. Documentário serve de alerta para Londres 2012 e Rio 2016
  2. Denúncias de Romário contra Rio 2016 precisam ser apuradas
  3. Um pesadelo que custa R$ 5,4 milhões
Autor: Marcelo Laguna Tags: , , , , ,

sexta-feira, 12 de abril de 2013 Imagens Olímpicas, Olimpíadas, Paraolimpíadas | 13:57

Confira novas imagens do Parque Olímpico de 2016

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Nesta sexta-feira, a Empresa Olímpica Municipal, responsável pelos projetos do Rio para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, divulgou no Twitter novas projeções de imagens de duas das instalações que serão usadas no evento.  Na teoria, ficará muito bonito. Na teoria, vejam bem…

Confira as imagens do Centro de Esportes Aquáticos e do Centro de Tênis, que serão erguidos no Parque Olímpico, em Jacarepaguá:

Notas relacionadas:

  1. Quase tudo pronto em Londres 2012. Lição para o Rio 2016!
  2. Primeiro puxão de orelhas na organização da Rio 2016
  3. Sonho do COB em ver Brasil como potência olímpica nos Jogos de 2016 ainda é utopia
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segunda-feira, 4 de março de 2013 Isso é Brasil, Olimpíadas | 15:04

A “cidade olímpica” e o choro de Monica

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A atleta dos saltos ornamentais, Monica Lages, chora ao falar sobre a demolição do Julio Delamare

Aquilo que seria o sonho de qualquer atleta, ter a realização de uma edição dos Jogos Olímpicos em sua cidade, está se transformando em um pesadelo em relação ao Rio de Janeiro, que se prepara para receber as Olimpíadas de 2016. Depois do drama vivido pelos integrantes do ciclismo, com o inacreditável fechamento de um milionário velódromo, e especialmente do atletismo, com a quase certa demolição do tradicional Célio de Barros, o sufoco chega agora aos atletas que treinam no Parque Aquático Júlio Delamare.

Em comum com os colegas do atletismo, os nadadores terão o antigo complexo, também localizado ao lado do Estádio do Maracanã, colocado abaixo para que em lugar seja construído um estacionamento e um shopping. O acordo de privatização do estádio, palco da final da Copa do Mundo de 2014, já prevê a demolição das duas instalações tradicionais do Rio de Janeiro.

Na última sexta-feira, o Comitê Popular Rio Copa e Olimpíadas realizou um seminário na sede da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), chamado “O Maraca é nosso”. Entre os depoimentos, destacou-se o emocionante relato da atleta de saltos ornamentais Monica Lages do Amaral, de 17 anos, integrante da seleção brasileira da modalidade. Leia abaixo e reflita.

“Estou há 13 anos treinando diariamente. Tão perto das Olimpíadas na minha cidade, que pode ser a minha primeira, o processo vai ser interrompido. Querem passar a gente para o (Parque Aquático) Maria Lenk, mas lá não tem estrutura para os saltos. Só que não há ninguém preocupado com isso além da gente. O foco para 2016 não está em medalhas, mas no dinheiro”

Diante do que disse a jovem Monica, fica a pergunta no ar: dá pra levar a sério um país (ou uma cidade) que destrói sonhos de seus atletas apenas para atender a interesses nada edificantes?

Notas relacionadas:

  1. Sonho do COB em ver Brasil como potência olímpica nos Jogos de 2016 ainda é utopia
  2. Está para acontecer mais um duro golpe no esporte do Brasil
  3. Movimento faz hino para defender Célio de Barros de demolição
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013 Imprensa, Isso é Brasil, Olimpíadas | 14:36

Novidade na (des)organização do Rio 2016: esportes sem teto

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Imagem da provável arena provisória para os saltos ornamentais de 2016, no Forte de Copacabana

A recente visita da comissão de coordenação do COI (Comitê Olímpico Internacional) para as Olimpíadas de 2016,  que se encerra nesta quarta-feira, no Rio, ganhou de presente uma desagradável notícia: cinco modalidades que serão disputadas nas próximas Olimpíadas ainda estão com seus locais de competição indefinidos. A 1.262 dias para a abertura dos Jogos, estes esportes estão, literalmente, sem teto.

Reportagem desta quarta-feira do jornal Folha de S. Paulo mostra que o Rio 2016 ainda não sabe onde ocorrerão as disputas do basquete, esgrima, hóquei na grama, rúgbi e saltos ornamentais. Este último, por exemplo, tem como sugestão proposta pelo comitê organizador ser disputado em uma arena provisória, montada no Forte de Copacabana. Isso porque a Fina (Federação Internacional de Natação) solicitou que o complexo do Maria Lenk – aquele que custou R$ 85 milhões na época de sua construção, no Pan 2007, para ter “padrão olímpico” – receba somente os jogos do polo aquático.

Detalhe importante: o valor desta arena provisória não foi orçado ainda…

O basquete, segundo o Rio 2016, precisaria ter alguns de seus jogos marcados na arena que será construída no Parque Olímpico transferidos para o ginásio do Complexo de Deodoro, a 19 km de distância. Só que esta mudança atrapalharia a disputa da esgrima, que precisaria ser acomodado de acordo com o calendário.

O hóquei na grama está num impasse. Originalmente, a disputa ocorreria em Deodoro, mas a federação internacional da modalidade quer que seja realizado no Parque Olímpico, para ter mais visibilidade, pedido negado pelos organizadores. Ou seja, impasse à vista. Pior ainda está o rúgbi seven, modalidade que estreia no programa olímpico em 2016. Inicialmente, as partidas aconteceriam em São Januário, mas o local foi vetado por não apresentar garantias financeiras para as reformas. O Rio 2016 ofereceu o estádio do Bangu, em Moça Bonita. Os dirigentes ainda não se manifestaram a respeito.

E sempre vale recordar que há ainda uma bela indefinição a respeito do local de construção do campo de golfe. O atraso no início das obras envolve inclusive uma complicada disputa judicial.

O tal cartão amarelo que o Jacques Rogge disse não esperar dar ao Rio 2016, pelo jeito, poderá ser mostrado mais cedo do que se imagina.

Notas relacionadas:

  1. Primeiro puxão de orelhas na organização da Rio 2016
  2. Mais uma trapalhada no caminho do Rio 2016
  3. Rio 2016 será cobrado por atraso nas obras do golfe
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012 Diário de viagem, Isso é Brasil, Olimpíadas | 07:00

Agora a bola está com a gente. Vamos fazer o dever de casa?

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Prefeito do Rio, Eduardo Paes, agita a bandeira olímpica, na cerimônia de encerramento em Londres

E terminou com uma belíssima festa uma das edições mais fantásticas já realizadas dos Jogos Olímpicos. A cidade de Londres deu um verdadeiro show dentro de pistas, quadras, campos, piscinas, os atletas não decepcionaram, conquistando resultados históricos e que ficarão marcados para a história. Mas agora que tudo acabou, chegou o momento de voltar os olhos para o maior desafio já enfrentado pelo esporte olímpico do Brasil: organizar as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

E uma pergunta que era recorrente  aqui em Londres, entre os jornalistas brasileiros, diante da quase perfeição de organização que os britânicos fizeram, era a seguinte: como vamos conseguir chegar perto disso?

Talvez a melhor resposta seja exatamente fugir da premissa da pergunta. É impossível copiar tudo o que Londres realizou simplesmente porque são cidades diferentes, com histórias diferentes, orçamentos diferentes, riqueza cultural, educacional e financeira totalmente opostas ao que temos no Rio de Janeiro.

Mas isso não é necessariamente uma coisa ruim.

Se havia algo irritante nestas Olimpíadas, era que esta organização impecável dos britânicos também esbarra em um traço cultural do próprio povo, que faz tudo “certinho”, não abre brechas para algo que fuja do script. Se um caminho mostra que você precisa dar a volta na esquina para chegar a uma entrada de metrô, não adiantava você tentar explicar para o segurança que bastava você atravessar aquela bendita calçada que chegaria no mesmo lugar, mais rápido. O sujeito não iria concordar com você e certamente começaria uma bela discussão caso você insistisse. Com risco até de chamar a polícia.

Se o Rio de Janeiro não terá a menor condição de copiar este sistema secular e fantástico do transporte público londrino, que te leva para absolutamente todos os lugares da cidade, tem ao menos a obrigação de fazer algo que tenha capacidade de atender uma demanda que promete ser gigantesca de pessoas e jornalistas. Se falhar nisso, será meio caminho para o fracasso.

Do ponto de vista das arenas, a melhor lição de Londres é aquela que costuma ser o nosso calcanhar de Aquiles: o gasto desenfreado com estádios que depois irão virar elefantes brancos. A Copa do Mundo de 2014 está aí para confirmar isso. Quantas arenas estão sendo construídas e ficarão praticamente ociosas após o Mundial?

No caso das Olimpíadas, Londres mostrou que instalações provisórias podem ser extremamente funcionais. Evitando problemas como os pontos cegos do Aquatics Centre, não é necessário se gastar milhões. E felizmente parece que o comitê organizador da Rio 2016 está sinalizando que esse deverá ser o caminho a ser adotado.

O Rio de Janeiro, se não tiver sonhos de megalomania, utilizar recursos públicos e privados com inteligência e, fundamentalmente, se organizar, poderá fazer uma edição de Jogos Olímpicos muito boa. Basta fazer o dever de casa. E a hora para isso já começou.

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  1. Esta é “The Albert”, a bola oficial das Olimpíadas 2012
  2. E o relógio está correndo…
  3. Custo da Casa Brasil em Londres é quase um ano de Lei Piva
Autor: Marcelo Laguna Tags: , , , , ,

sábado, 28 de julho de 2012 Olimpíadas | 11:36

Bonitinho, porém ordinário

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Visão do local em que eu estava sentado na tribuna de imprensa do Aquatics Centre. Se é no Brasil que tem um teto desse tampando a visão...

Logo no primeiro dia de competições dos Jogos Olímpicos de Londres 2012, já deu para perceber que a medalha de ouro para a pior arena erguida pelos ingleses deverá ficar com o Aquatics Centre.

Bom, para começar, trata-se de uma instalação com arquibancadas provisórias. Tem capacidade de 17.500 lugares, mas que depois dos Jogos será reduzida para 2.500 lugares. Segundo, por conta das limitadas posições  de imprensa, nem todos os jornalistas terão direito a assistir todas as finais da natação, obrigando o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) a fazer um sorteio para definir quem poderá ir a qual dia.

Por fim, os pontos cegos. O da foto acima mostra a visão da posição na qual eu estava nas eliminatórias desta manhã. Eu mal conseguia ver a piscina e não tinha visão alguma da arquibancada à minha frente.

Se é no Brasil que se constrói um ginásio/estádio assim, o que ia ter de gente caindo de pau…

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  1. É olímpica, mas também é do povão!
  2. A dura volta de Ian Thorpe
  3. Esta é “The Albert”, a bola oficial das Olimpíadas 2012
Autor: Marcelo Laguna Tags: , , ,

sábado, 14 de julho de 2012 Imagens Olímpicas, Olimpíadas | 17:40

Arenas olímpicas começam a ser “vestidas” para os Jogos

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A arena de polo aquático para as Olimpíadas de Londres

A arena de polo aquático que será utilizada nos Jogos de Londres 2012

A somente 13 dias para a abertura oficial dos Jogos Olímpicos de Londres 2012, os últimos retoques estão sendo dados nas arenas que receberão as competições. E o primeiro dos ginásios que poderia receber uma competição oficial olímpica amanhã, por exemplo, é a arena do polo aquático, que ficou totalmente “vestida” para as Olimpíadas neste sábado.

Cada local que receberá as competições em Londres 2012 terá um sistema específico de design e cores. As arenas terão cada uma sua própria “cara”, como por exemplo o Estádio Olímpico, onde irá prevalecer a cor púrpura, enquanto que nas instalações ligadas aos esportes aquáticos, como natação, remo e polo aquático, a cor predominante será azul.

Confira nas fotos abaixo como será o “jeitão” do ginásio de polo aquático nos Jogos de Londres.

Notas relacionadas:

  1. Voluntários e suas cores berrantes para os Jogos de Londres
  2. Prepare-se: o roxo estará na moda nos Jogos de Londres 2012
  3. Os Jogos Olímpicos de Londres espalhados por 190 páginas
Autor: Marcelo Laguna Tags: , ,

terça-feira, 20 de março de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Vídeos | 21:19

Documentário serve de alerta para Londres 2012 e Rio 2016

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Visão geral do Parque Olímpico de Londres em janeiro, ainda em obras

Uma forma diferente de se encarar os Jogos Olímpicos. Esta foi a sensação que tive ao assistir o documentário “London, 1 year to go”, de Kleber Mazziero e produzido pela ESPM-SP (Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo). Disponível no YouTube e dividido em cinco blocos, este interessante documentário tem como maior mérito, ao meu ver, desmistificar um pouco a realização das Olimpíadas de Londres, que começarão no próximo dia 27 de julho. E serve como importante ensinamento para o show de pachequismo explícito que teremos daqui a quatro anos, com a realização dos Jogos do Rio, em 2016.

Em julho de 2011, quando faltava um ano para a abertura das Olimpíadas, a equipe do documentário chegou a Londres com a ideia de mostrar a cidade, entrevistar autoridades e responsáveis pela organização do evento. E dos cinco blocos , o que me chamou mais a atenção foi justamente o primeiro, quando o diretor Mazziero contou como mudou a concepção do roteiro do documentário, ao ser impedido de filmar uma das principais estações de metrô de Londres lotada, com enormes filas para o atendimento na compra dos bilhetes.

Ao explicar para o supervisor da estação que estava fazendo um documentário para mostrar como a cidade de Londres estava se preparando para receber os Jogos, recebeu a resposta que caiu como uma pedra em sua cabeça: para mostrar Londres, ele não precisaria mostrar as entranhas da cidade, disse o supervisor. Esta atitude, para Maziero, partindo de um funcionário público, já colocava sob suspeita a própria veracidade dos números divulgados pelos organizadores britânicos.

Se isso ocorre em Londres, o que esperar no Rio, daqui a quatro anos, com autoridades (como as do Brasil, de um modo geral) cujo histórico de maquiar os problemas mais sérios é prá lá de conhecido.

O trecho mais importante ocorre a partir de 1min10s desta primeira parte do documentário. Confira abaixo:

Notas relacionadas:

  1. Exclusão da Star para 2016 é uma derrota para o Brasil
  2. Quase tudo pronto em Londres 2012. Lição para o Rio 2016!
  3. Pré-Olímpico só serve de aprendizado para hóquei brasileiro
Autor: Marcelo Laguna Tags: , , ,

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 21:32

Os impressionantes números da Vila Olímpica de Londres 2012

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A Vila Olímpica de Londres está quase pronta para receber os 16 mil atletas

Que os britânicos costumam ser irritantemente organizados, isso todo mundo já está careca de saber. Mas beira o absurdo o nível de detalhamento do comitê organizador dos Jogos de Londres 2012, que nesta sexta-feira,  dia exato que marca seis meses para a abertura das Olimpíadas, divulgou uma série de números a respeito da estrutura disponível na Vila Olímpica durante a competição.

Para quem curte “numeralha”, é um prato cheio:

1) A Vila Olímpica será capaz de receber 16 mil atletas e oficiais de todos os países durante os Jogos Olímpicos, e 6.200 atletas e mais de 1.000 árbitros durante os Jogos Paraolímpicos de 2012;

2) Serão instalados na Vila Olímpica 16 mil leitos, 64 mil jogos de lençóis e 21 mil travesseiros;

3) No total, serão colocados nos quartos 9.000 armários e 170 mil cabides;

4) As habitações terão 11 mil sofás, 5 mil caixas e 5 mil escovas de banheiro;

5) Todos os apartamentos terão à disposição um aparelho de televisão e serviço de internet gratuita wi-fi;

6) Está sendo construído um restaurante com capacidade de 5 mil assentos, que ao lado do Village Plaza Cafe, será responsável em preparar 60 mil refeições diárias;

7) O cardápio incluirá alimentos de origem sustentável provenientes do mundo inteiro, entre eles 25 mil pães, 232 toneladas de batata, 75 mil litros de leite e mais de 330 toneladas de frutas e legumes;

Como parte do Legado Olímpico, os organizadores dos Jogos prometem deixar à população um total de 2.818 novas residências divididas em 11 lotes individuais, criando um novo bairro que será chamado de East Village.

Notas relacionadas:

  1. É olímpica, mas também é do povão!
  2. Quase tudo pronto em Londres 2012. Lição para o Rio 2016!
  3. De olho em Londres 2012, mundiais agitam esporte olímpico
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012 Olimpíadas, Vídeos | 18:04

Veja com foi erguido o Estádio Olímpico de Londres

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Uma obra que demorou cerca de cinco anos e meio para ficar pronta, desde a sua fase de licitação até o término da pista de atletismo e da colocação das torres de iluminação. O Estádio Olímpico de Londres, principal obra para os Jogos de 2012 – e que é objeto de disputa entre clubes ingleses interessados em arrendá-lo após as Olimpíadas – teve sua construção cuidadosamente registrada.

Durante o dia a dia das obras, câmeras instaladas pelo comitê organizador dos Jogos filmaram cada tijolo sendo colocado. Agora, foi preparado um vídeo, de pouco menos de dois minutos de duração, em velocidade acelerada, mostrando todos os passos do nascimento do palco que receberá a chama olímpica, a partir do dia 27 de julho.

Confira:

Notas relacionadas:

  1. Pista do Estádio Olímpico de Londres vai sobreviver
  2. De olho em Londres 2012, mundiais agitam esporte olímpico
  3. Veja o trajeto virtual do revezamento da tocha de Londres 2012
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