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terça-feira, 14 de maio de 2013 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira, Vídeos | 23:23

Um projeto para salvar a memória olímpica do Brasil

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Katia Rubio iniciou seu projeto de resgate da história do esporte olímpico brasileiro há 13 anos

Para tentar acabar com a (má) fama de que não se preserva a memória no Brasil, em qualquer setor de atividade, a psicóloga esportiva Katia Rubio, professora associada da EEFE-USP (Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo) resolveu botar a mão na massa. E nos últimos 13 anos, vem resgatando a história do olimpismo brasileiro. Só que agora ela precisa de ajuda.

O projeto “Memórias Olímpicas por atletas Olímpicos Brasileiros” tem como objetivo traçar o perfil dos 1.872 atletas olímpicos do Brasil que disputaram as Olimpíadas de verão, desde 1920, em Antuérpia (Bélgica). Só que ela está precisando de ajuda para concluir este belo projeto.

Desde esta segunda-feira (13/5), ela iniciou uma campanha de “crowdfundig” no site Salve Sport, em busca dos recursos que faltam para completar o trabalho, que culminará com a publicação da Enciclopédia Olímpica Brasileira. São 39 dias restantes para a campanha, que tem como objetivo arrecadar R$ 120 mil, no mínimo.

E você, quer ajudar a preservar a memória olímpica do Brasil? Veja o que diz a professora Katia Rubio.

Notas relacionadas:

  1. Memória preservada
  2. Brasil continua bem em prévia de jornal americano para 2012
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Autor: Marcelo Laguna Tags: , , ,

sexta-feira, 22 de março de 2013 Almanaque, Histórias do esporte, Olimpíadas, Vídeos, Ídolos | 15:55

Antes de Bolt, havia Pietro Mennea…

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Pietro Mennea se prepara para a largada nas eliminatórias dos 200 m em Seul 1988, ano de sua despedida

Para quem acha que competições de velocidade em atletismo só combinam com atletas negros dos Estados Unidos e da Jamaica, atenção: houve uma época em que ninguém foi mais rápido nos 200 metros do que o italiano Pietro Mennea, dono do recorde mundial durante 17 anos, e que morreu nesta última quinta-feira, aos 61 anos, de causas não reveladas.

Mennea foi uma verdadeira lenda para o atletismo mundial. Primeiro, por se tratar de um italiano, país que não tem tradição nas provas rápidas de pista. Além disso, o recorde cravado na Cidade do México, em 1º de setembro de 1979, 19s72, demorou quase duas décadas para ser superado. O feito coube a outro extraordinário atleta, Michael Johnson, em 1996, às vésperas das Olimpíadas de Atlanta (quando, por sinal, quebraria o recorde novamente).

Outro ponto que comprova a importância de Pietro Mennea na história dos 200 m é que seu antigo recorde permanece entre as dez melhores marcas nesta prova em todos os tempos, quase 34 anos depois.

Nos Jogos de Moscou 1980, Pietro Mennea alcançou seu maior feito na carreira, ao ganhar a medalha de ouro nos 200 m, em uma chegada emocionante, superando o britânico Allan Wells nos metros finais. Mennea ainda conquistou outras duas medalhas de bronze olímpicas, no revezamento 4 x 400 m (em 80) e nos 200 m (em Munique 1972). Disputou cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos, tendo participando ainda de Montreal 1976, Los Angeles 1984 e despedindo-se em Seul 1988, aos 36 anos.

Após a aposentadoria, tornou-se político ligado aos partidos de centro-esquerda e professor universitário de direito. Sua morte comoveu a Itália, tanto que no amistoso entre Brasil e a seleção italiana, na última quinta-feira, foi prestado um minuto de silencio em sua homenagem.

Ao falar de Pietro Mennea, imediatamente me lembro do ótimo filme “Homens Brancos Não Sabem Enterrar” (1992), do cineasta americano Spike Lee, que contava a história de dois jogadores de basquete de rua (Woody Harrelson e Wesley Snipes) e brincava com a ideia de que somente os negros conseguiriam fazer aquelas incríveis enterradas durante o jogo. Pois bem, se visse o filme, Mennea poderia perfeitamente bater no peito e dizer: “Homens brancos também sabem correr”.

Reveja a incrível vitória de Pietro Mennea na final olímpica dos 200 metros em Moscou 80:

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013 Rola pelo mundo, Vídeos | 14:08

Nadadores gaúchos também aderem ao Harlem Shake

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Nadadores do Grêmio Náutico União fazem sua própria montagem do Harlem Shake

A mais recente febre na internet, o Harlem Shake, vídeo com danças bizarras e pessoas fantasiadas, que já conta com milhares de versões, chegou ao esporte olímpico brasileiro. Alguns nadadores do GNU (Grêmio Náutico União), de Porto Alegre, para festejar a inauguração da nova piscina olímpica do clube, resolveram entrar na onda e montaram sua própria versão.

Os nadadores estão se preparando para a disputa do Troféu Maria Lenk, de 22 a 27 de abril, seletiva para definir a equipe brasileira que irá ao Mundial de Barcelona.

Veja o vídeo dos nadadores do GNU:

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  1. A dura volta de Ian Thorpe
  2. Cesar Cielo e o ano da consagração
  3. E faltam apenas sete dias para a festa começar
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013 Histórias do esporte, Imprensa, Olimpíadas, Vídeos, Ídolos | 07:19

As mentiras de Armstrong e o ciclismo sob suspeita

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Lance Armstrong, durante a entrevista histórica para a apresentadora Oprah Winfrey

Bem, havia dito que passaria por aqui no caso de algo extraordinário. E dá para falar algo diferente após a entrevista concedida pelo ciclista americano Lance Armstrong à apresentadora Oprah Winfrey, exibida no Brasil pelo canal Discovery, no começo da madrugada desta sexta?

Ninguém pode dizer que ficou surpreendido com a confissão do ciclista americano Lance Armstrong de ter usado doping ao longo de sua vitoriosa carreira, especialmente nas conquistas de seus sete títulos da Volta da França, durante a sensacional entrevista à Oprah Winfrey – que deu um show de jornalismo, vale ressaltar. A segunda parte da conversa, inclusive, será exibida nesta sexta-feira, novamente pelo Discovery.

Mas embora sem surpresas, diante das evidências que o caso tomou desde setembro do ano passado, quando a Usada (sigla em inglês para agência antidoping dos EUA) declarou a culpa do ciclista, as palavras de Armstrong surpreenderam, sim, pela dura sinceridade. Sem pensar duas vezes, o ciclista admitiu ter participado (e sido o grande mentor) de um esquema de doping que o acompanhou ao longo de sua carreira.

Aquele cara que conquistou a admiração do mundo inteiro, por ter vencido um câncer e chegado à glória do esporte, era na verdade um grande charlatão, um embuste, uma mentira!

E nesse ponto é que se concentra o grande prejuízo que Lance Armstrong trouxe ao esporte, mas principalmente a si próprio: a imagem de não passar de um grande mentiroso. As imagens que Oprah e sua equipe de produção resgataram de entrevistas antigas do ciclista, defendendo o médico Michele Ferrari, que foi banido do ciclismo, isentando-o de qualquer culpa em esquemas envolvendo doping, chocam pelo cinismo.

Mas se a reputação de Armstrong sai irremediavelmente arrasada deste episódio – parece-me quase impossível que ele consiga reconstruir sua imagem depois de tudo o que aconteceu -, também não é nada confortável a situação do ciclismo de modo geral. O próprio Lance deixou claro que existe uma “cultura” que estimula o uso de doping no ciclismo e que outros integrantes de sua equipe confessaram o uso de substâncias proibidas.

O caso é tão sério que um membro do COI (Comitê Olímpico Internacional), Dick Pound, ex-presidente da agência mundial antidoping, chegou a dizer que o ciclismo pode ficar ameaçado de permanecer no programa das Olimpíadas, após a confissão de Armstrong. E mesmo no Brasil a situação não é muito confortável para a modalidade. Em 2011, a ESPN Brasil, em seu programa “Histórias do Esporte”, mostrou uma reportagem relatando diversos casos de doping que estranhamente não foram divulgados pela CBC (Confederação Brasileira de Ciclismo).

No ciclismo, pelo jeito, é mais fácil você encontrar os vilões do que os mocinhos.

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  1. Ciclismo olímpico em clima real
  2. Doping volta a envergonhar o esporte brasileiro
  3. ‘Arrependimento’ de Armstrong, Célio de Barros, CBDA e até estádio para pentatlo. E 2013 começa no pique total
Autor: Marcelo Laguna Tags: , , , , ,

terça-feira, 11 de dezembro de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Vídeos | 13:44

Movimento faz hino para defender Célio de Barros de demolição

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A já anunciada demolição do Estádio de Atletismo Célio de Barros, além do Parque Aquático Júlio Delamare, ambos localizados no Complexo do Maracanã, despertou a criação de um movimento formado por atletas, técnico, árbitros e dirigentes, que tentam impedir que uma das instalações mais importantes do esporte olímpico brasileiro vá ao chão.

E este movimento acaba de lançar um hino para alertar a população do verdadeiro crime que será cometido. A música “Bota Abaixo”, de autoria de Cláudio da Matta, professor de educação física e ex-recordista brasileiro do salto em altura nos anos 80. Confira abaixo:

Considerado uma espécie de “templo” do atletismo do Rio de Janeiro, o Célio de Barros já abrigou algumas das competições mais importantes da modalidade, como Troféu Brasil, Campeonatos Sul-Americanos e etapas do Grand Prix. Até a construção do Engenhão, para o Pan de 2007, qualquer competição de atletismo no Rio ocorria lá.

Na letra de Cláudio da Matta, há uma verdadeira súplica ao empresário Eike Batista (não citado nominalmente), dono do consórcio que deverá herdar a administração do Maracanã, para não derrubar o Célio de Barros. O projeto de reforma do estádio para a Copa do Mundo de 2014, prevê a demolição do Célio de Barros, do Júlio Delamare, do Museu do Índio e da Escola Modelo Arthur Friedenreich, para a construção de um estacionamento!!!

Vale lembrar que a autorização para a demolição foi dada pelo governador Sérgio Cabral, com anuência do prefeito Eduardo Paes, o mesmo que dizia que isso nunca aconteceria. Nada como um dia após o outro. E “Bota abaixo”…

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Autor: Marcelo Laguna Tags: , , , , , , , , , ,

terça-feira, 20 de novembro de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira, Vídeos | 11:27

Feito histórico pode reerguer o beisebol do Brasil

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Jogadores brasileiros comemoram o feito inédito, após vencerem o Panamá

Jogadores brasileiros comemoram feito inédito, após vencerem o Panamá

Relegado à condição de primo pobre entre os esportes olímpicos, após ser excluído do programa das Olimpíadas a partir de Londres 2012, o beisebol brasileiro conseguiu na madrugada desta terça-feira um feito histórico que pode significar seu renascimento. A seleção do Brasil bateu o Panamá por 1 a 0 e assegurou uma vaga no World Baseball Classic 2013, que vale como Mundial da modalidade. O torneio conta com atletas que participam da badalada MLB (Major League Baseball).

O Brasil disputará o Grupo C do torneio, ao lado de Venezuela, República Dominicana e Porto Rico, todas equipes que estão entre as melhores do mundo. Provavelmente ficará em último lugar na chave. Mas o feito alcançado nesta madrugada, na Cidade do Panamá, vai muito além dos resultados esportivos.

Desde que foi excluído do programa olímpico, a CBBS (Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol) passou a ter um corte considerável nas verbas distribuídas pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro) referente aos recursos da Lei Agnelo/Piva. O que já era complicado para um esporte estigmatizado como “de colônia” (no Brasil, o beisebol é praticado e mantido majoritariamente pelos descendentes orientais), passou a ficar ainda mais pior sem ajuda financeira de peso.

O feito desta terça-feira pode ser um belo passo em busca do reerguimento desta modalidade no Brasil.

Veja o ponto que deu a vitória ao Brasil contra o Panamá:

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Autor: Marcelo Laguna Tags: , , , , , , ,

quarta-feira, 5 de setembro de 2012 Histórias do esporte, Imagens Paralímpicas, Olimpíadas, Paraolimpíadas, Vídeos, Ídolos | 13:22

Medalha de ouro e uma lição de vida

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Alessandro Zanardi comemora a medalha de ouro no ciclismo das Paralimpíadas de Londres

Há 11 anos, ele quase morreu em um pavoroso acidente em uma prova da F-Indy, na Alemanha, em Lauditz. O choque, com o canadense Alex Tagliani, foi a quase 300 km/h. Chegou a ficar em coma, os médicos duvidavam que ele sobrevivesse e por fim, as pernas tiveram que ser amputadas.

Diante de tudo isso, poderia se imaginar que o piloto Alessandro Zanardi caísse em depressão ou coisa parecida. Sua vida sempre tinha sido o automobilismo (antes da Indy, havia sido piloto de F-1). Mas em menos de dois anos do acidente de 2001, ele já estava competindo em corridas do Mundial de Turismo, em um carro adaptado. Depois, passou a competir em maratonas famosas como Nova York, na categoria bicicleta com as mãos (handbike).

Nesta quarta-feira, Zanardi deu mais uma lição de vida, ao ganhar a medalha de ouro na prova de ciclismo com as mãos, pelas Paralimpíadas de Londres 2012, ironicamente obtida em um autódromo, em Brands Hatch. Uma vitória para a história!

Só mesmo o esporte para proporcionar histórias que são verdadeiros roteiros de cinema na vida real.

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segunda-feira, 27 de agosto de 2012 Imagens Olímpicas, Olimpíadas, Vídeos | 12:34

Para matar as saudades de Londres 2012

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Simplesmente incrível o vídeo lançado pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) reunindo alguns momentos inesquecíveis dos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Para quem ainda está curtindo aquela famosa “ressaca olímpica”, é um vídeo obrigatório!

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sexta-feira, 20 de julho de 2012 Imagens Olímpicas, Olimpíadas, Personagens olímpicos, Vídeos | 09:08

E faltam apenas sete dias para a festa começar

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Bem, caso você não tenha percebido, nesta sexta-feira faltarão apenas sete dias para a abertura da 30ª edição dos Jogos Olímpicos da Era Moderna. A festa do evento poliesportivo mais importante do planeta começará em Londres daqui a exatamente uma semana.  E para entrar no clima olímpico, que tal curtir este vídeo especial produzido pelo COI (Comitê Olímpico Internacional)?

Em 3min20s, alguns dos personagens e cenas mais marcantes da história dos Jogos – inclusive os de Inverno – são exibidos, como a vitória do etíope Abebe Bikila ganhando a maratona dos Jogos de Roma 1960; o americano Mark Spitz ganhando uma de suas sete medalhas de ouro em Munique 1972; Carl Lewis brilhando nos 100 m e no salto em distância em Los Angeles 1984 e Atlanta 1996; por sinal, nos Jogos de Atlanta que também consagraram o americano Michael Johnson nos 200 e 400 m; e como não poderia faltar, a performance inesquecível da romena Nádia Comaneci nas barras assimétricas, em Montreal 1976.

Bem, melhor do que ficar falando, é melhor curtir as imagens e esperar que estes sete dias passem bem rápido…

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quinta-feira, 19 de julho de 2012 Musas, Olimpíadas, Vídeos | 18:03

Nem dança sexy garante australiana em Londres 2012

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Simpática, carismática e bonita, muito bonita…A jovem australiana Michelle Jenneke, de apenas 19 anos, atleta dos 100 m com barreira, tinha tudo para ser um sucesso de público nas Olimpíadas de Londres 2012, especialmente se repetisse na pista de atletismo do Parque Olímpico a dança graciosa e sexy que fez em uma das eliminatórias de sua prova no recém-encerrado Mundial juvenil da modalidade, disputado em Barcelona.

No aquecimento para a largada da prova, ela encantou a platéia, fazendo uma mistura bem sexy de alongamento e dança. Nas eliminatórias, a gracinha Michelle se deu bem, vencendo com folga sua bateria, com 13s53. Mas na final, não passou de um quinto lugar.

Ah, aviso aos marmanjos: ela não conseguiu índice necessário para competir em Londres.

Veja a dança sexy de Michelle Jenneke, ao som de “Boys, Boys, Boys”:

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