Marcelo Laguna | Blog Espírito Olímpico, por Marcelo Laguna - iG

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terça-feira, 21 de maio de 2013 Ciclo olímpico, Geração 2016, Seleção brasileira | 14:16

A redenção da GRD e o sufoco na esgrima

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Meninas da seleção brasileira de ginástica rítmica, que levaram a medalha de bronze em Minsk

Dois fatos completamente diferentes marcaram o esporte olímpico brasileiro neste último final de semana. Um, de forma positiva, enquanto que o outro trouxe preocupações diante da responsabilidade que o Brasil terá com a organização das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

A boa notícia foi o inédito resultado obtido pela seleção brasileira de GRD (ginástica rítmica desportiva), que no domingo (19) conquistou uma medalha de bronze na etapa de Minsk (Belarus) da Copa do Mundo da modalidade. As meninas brasileiras ficaram em terceiro lugar na prova de conjunto três bolas e duas fitas. A equipe brasileira foi formada pelas ginastas Beatriz Pomini, Bianca Mendonça, Débora Falda, Eliane Sampaio, Francielly Pereira e Gabrielle Silva, comandadas pela técnica Camila Ferezin, ex-atleta olímpica.

Nunca o Brasil havia conquistado uma medalha em Copas do Mundo. Se apenas esse feito já seria motivo de comemoração, melhor ainda foi que este resultado representou uma espécie de redenção da modalidade. Ainda está fresca na memória a péssima participação da seleção no Mundial da modalidade, em setembro de 2011, quando a seleção terminou em 22º lugar (entre 24 participantes) e ficou eliminada do pré-olímpico para as Olimpíadas de Londres 2012. Você pode relembrar mais sobre o fato aqui e aqui. Foi uma frustração, até porque a equipe havia participado as três Olimpíadas anteriores (Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008). Este bronze já é um sinal de recuperação na GRD.

O fato preocupante ocorreu durante a realização da Copa do Mundo de esgrima, modalidade espada feminina, realizada no Clube Militar, no Rio de Janeiro. Por causa das chuvas torrenciais que atingiram a capital carioca na sexta-feira, as competições em um dos ginásios foram canceladas, em razão de um alagamento no local. Além disso, houve também um apagão, em razão de um acidente de trânsito nas imediações do clube. A chegada emergencial de um gerador acabou amenizando o problema.

Por fim, falhas na realização dos protocolos nas premiações irritaram os representantes da FIE (Federação Internacional de Esgrima). O evento foi realizado normalmente, é claro, mas com alguns sustos. É necessário que estas lições sejam aprendidas para novos eventos internacionais realizados no país, inclusive para as Olimpíadas de 2016.

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terça-feira, 14 de maio de 2013 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira, Vídeos | 23:23

Um projeto para salvar a memória olímpica do Brasil

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Katia Rubio iniciou seu projeto de resgate da história do esporte olímpico brasileiro há 13 anos

Para tentar acabar com a (má) fama de que não se preserva a memória no Brasil, em qualquer setor de atividade, a psicóloga esportiva Katia Rubio, professora associada da EEFE-USP (Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo) resolveu botar a mão na massa. E nos últimos 13 anos, vem resgatando a história do olimpismo brasileiro. Só que agora ela precisa de ajuda.

O projeto “Memórias Olímpicas por atletas Olímpicos Brasileiros” tem como objetivo traçar o perfil dos 1.872 atletas olímpicos do Brasil que disputaram as Olimpíadas de verão, desde 1920, em Antuérpia (Bélgica). Só que ela está precisando de ajuda para concluir este belo projeto.

Desde esta segunda-feira (13/5), ela iniciou uma campanha de “crowdfundig” no site Salve Sport, em busca dos recursos que faltam para completar o trabalho, que culminará com a publicação da Enciclopédia Olímpica Brasileira. São 39 dias restantes para a campanha, que tem como objetivo arrecadar R$ 120 mil, no mínimo.

E você, quer ajudar a preservar a memória olímpica do Brasil? Veja o que diz a professora Katia Rubio.

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sexta-feira, 10 de maio de 2013 Isso é Brasil, Olimpíadas, Política esportiva | 16:53

Rio 2016 já tem prejuízo acumulado de R$ 149 milhões

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Visão geral de como ficará a Vila Olímpica durante os Jogos de 2016, no Rio de Janeiro

Preocupante, para dizer o mínimo, os números demonstrados no balanço financeiro de 2012 do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos do Rio 2016. O diretor geral do Rio 2016, Sidney Levy, apresentou o resultado do último exercício fiscal da entidade organizadora das próximas Olimpíadas, que teve um déficit de R$ 90.637.209,00 em 2012. No acumulado de 2011 e 2012, o prejuízo  chega a R$ 149.773.968,00.

Chama a atenção no balanço o aumento no item “Despesos com pessoal”, que saltou de R$ 43,6 milhões em 2011 para R$ 76,8 milhões no ano passado. Também aumentou os valores gastos com eventos: R$ 58,5 milhões, contra R$ 2,9 milhões gastos em 2011. Em 2012, foram realizados inúmeros eventos promocionais para 2016, inclusive em Londres, durante os últimos Jogos Olímpicos, como por exemplo a participação do Brasil na cerimônia de encerramento.

O que serve de sinal de alerta em relação aos números apresentados pelo pessoal do Rio 2016 é que o orçamento final para a realização das Olimpíadas e Paraolimpíadas ainda não foi divulgado. Segundo o Portal da Transparência, os gastos estimados para a organização dos dois eventos passa dos R$ 12,5 bilhões. Mas uma revisão final está sendo feita e prometida para ser anunciada em julho. E os gastos com instalações esportivas, tomando como base a experiência com os estádios da Copa do Mundo de 2014,  pode elevar ainda mais o tamanho do prejuízo.

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terça-feira, 7 de maio de 2013 Ciclo olímpico, Olimpíadas, Pan-Americano, Seleção brasileira | 10:46

Confira os brasileiros que largaram bem para 2016

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Ana Claudia bateu o recorde sul-americano dos 100 m e está entre as dez mais rápidas do mundo

Atualizado

O início do ciclo olímpico para as Olimpíadas do Rio, em 2016, em um ano sem grandes competições poliesportivas previstas no calendário mundial, vem trazendo alguns bons resultados para o esporte brasileiro. A temporada mal começou, mas já ocorreram resultados significativos, colocando inclusive alguns destes atletas no topo do ranking mundial de algumas modalidades. Nomes consagrados, como o do campeão olímpico e mundial Cesar Cielo, já começam 2013 brilhando, mas pintam algumas boas surpresas.

Confira abaixo quem já brilhou nestes primeiros cinco meses do ciclo olímpico, que incluí as Olimpíadas do Rio 2016 e o Pan-Americano de Toronto 2015.

Atletismo

De olho na preparação para o Mundial de Moscou, em agosto, os brasileiros correm em busca de índice para garantir sua presença na competição. Mas é no feminino que os principais resultados estão surgindo. A cearense Ana Cláudia Lemos alcançou o índice com direito a um recorde sul-americano nos 100 m rasos, cravando 11s13 em uma prova no último sábado, em Campinas, superando seu próprio recorde, que era de 11s15.

Esta marca coloca Ana Cláudia entre as dez melhores do mundo na prova. Antes dela, a paulista Franciela Krasucki já havia começado a temporada de 2013 com tudo, igualando o próprio recorde anterior de Ana Cláudia, com 11s15.

Também classificada para Moscou, Keila Costa obteve um feito extra no salto triplo: a marca de 14m37 obtida em Campinas, neste último sábado, além de carimbar seu passaporte para o Mundial, significou a melhor marca do mundo neste ano na prova, até agora.

Entre os homens, o brasileiro Mahau Suguimati, nos 400 m com barreiras, cravou o quarto melhor tempo do ano (e também índice para o Mundial), em uma prova no Japão, na última sexta-feira, com 48s79.

Boxe

No final de abril, a seleção brasileira masculina participou do Torneio Feliks Stamm, um dois mais tradicionais no boxe amador, voltando para casa com três medalhas. O resultado mais importante foi a medalha de ouro obtida por Patrick Lourenço, na categoria 49 kg (peso mosca), derrotando na final o russo Vasilij Egorov.

Ginástica artística

No final de março, o campeão olímpico nas argolas em Londres, Arthur Zanetti, mostrou que continua em forma logo em sua primeira prova do ano, ao faturar a medalha de ouro na etapa de Doha (Catar) da Copa do Mundo de ginástica artística, obtendo a nota 15.700. Nas Olimpíadas, quando levou o ouro, marcou 15.900

Judô

A última atualização do ranking da FIJ (Federação Internacional de Judô), divulgada no dia 2, apresentou uma boa surpresa para o judô brasileiro: a primeira colocação de Victor Penalber  na categoria até 81 kg, superando por apenas 28 pontos o sul-coreano Kim Jae-Bum, atual campeão olímpico e mundial. Contribuiu para a escalada de Penalber no ranking a medalha de ouro obtida no recém-disputado campeonato pan-americano da categoria, realizado em San José, na Costa Rica.

No feminino, Sarah Menezes, campeã olímpica em Londres 2012 e também ouro no Pan de judô, lidera com folga a categoria até 48 kg, com 344 pontos de vantagem sobre a japonesa Haruna Asami.

Natação

Na corrida para garantir um lugar na delegação que disputará o Mundial de esportes aquáticos de Barcelona, entre 19 de julho e 4 de agosto, dois brasileiros brilharam neste início de temporada. O primeiro, uma barbada: após a frustração com o bronze nos 50 m livre em Londres 2012, César Cielo começou com tudo 2013, cravando o segundo melhor tempo do mundo durante a disputa do Troféu Maria Lenk, no final de abril. Com a marca de 21s58, Cielo ficou atrás apenas do francês Florent Manaudou, campeão olímpico nas últimas Olimpíadas, que tem 21s55 este ano.

No feminino, surge a grande novidade, com a incrível performance da jovem Graciele Hermann, de apenas 21 anos, que no mesmo Maria Lenk assegurou sua vaga na equipe que vai ao Mundial com o melhor tempo de sua vida. A marca de 25s10 corresponde ao 10º melhor tempo no ranking mundial da Fina (Federação Internacional de Natação).

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quarta-feira, 1 de maio de 2013 Olimpíadas, Política esportiva | 14:55

Maio será decisivo para sobrevivência da luta nas Olimpíadas

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Imagem que ilustra página no Facebook, criado pelo comitê americano de lutas, em defesa da permanência da modalidade no programa olímpico

Começa o mês mais importante na briga da luta para se manter como modalidade fixa do programa dos Jogos Olímpicos. Após a surpreendente recomendação em fevereiro do COI (Comitê Olímpico Internacional) para que a luta (e suas respectivas categorias olímpica e greco-romana) deixasse de integrar o programa olímpico a partir de 2020, uma intensa campanha de mobilização e lobby para que a modalidade seja escolhida entre outras sete. A decisão final sairá na assembleia geral do COI, marcada para setembro, em Buenos Aires.

Antes disso, porém, o primeiro obstáculo será passar por uma triagem, em uma reunião do comitê executivo do COI em São Petesburgo (RUS), no dia 27 de maio. Lá, sairá uma lista final com três ou quatro finalistas para a definição da assembleia em setembro. Além da luta, tentam assegurar um lugar como core sport (modalidade principal) do programa olímpico o beisebol/softbol, squash, caratê, esporte sobre patins, escalada esportiva, wakeboard e wushu, uma variação do kung fu.

De acordo com Pedro Gama Filho, presidente da CBLA (Confederação Brasileira de Lutas Associadas) e membro da comissão da FILA (Federação Internacional de Lutas Associadas) que trabalha pela manutenção da modalidade nas Olimpíadas, ainda haverá uma reunião da entidade, dia 18, em Moscou, para determinar as últimas estratégias antes do encontro com os integrantes do COI. Dentro da FILA, o otimismo é grande e o dirigente aposta que a briga pela vaga do 26º esporte no programa dos Jogos de 2020 ficará entre a luta, o beisebol/softbol e o caratê.

A luta faz parte do programa olímpico desde a primeira edição dos Jogos, em Atenas 1896. Ficou fora somente nos Jogos de Paris 1900.  Além disso, foi uma das modalidades fundamentais durante os Jogos da Grécia Antiga.

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quarta-feira, 24 de abril de 2013 Ciclo olímpico, Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 17:05

Boxe feminino brasileiro vive clima de guerra

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Adriana Araújo conquistou em Londres a primeira medalha para o boxe feminino do Brasil

O boxe brasileiro viveu um momento mágico nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, quando quebrou um jejum de 44 anos sem medalhas. Foram três pódios (uma de prata e duas de bronze), um deles justamente na estreia da categoria feminina. Mesmo depois de tudo isso, a modalidade passa por uma crise. E pelo visto, uma crise que dificilmente se resolverá facilmente.

O clima de guerra está armado no feminino, por conta da dispensa das três integrantes da equipe que foi a Londres, entre elas Adriana Araújo, dona da medalha de bronze na categoria até 60 kg. As outras que não foram incluídas na equipe que inicia um novo ciclo olímpico foram Roseli Feitosa (até 75kg) e Erika Matos (até 51 kg). Elas alegam que não tinham sido informadas e que ficaram sabendo quando viram que o pagamento do contrato de patrocínio da Petrobras não havia caído na conta. A CBBoxe (Confederação Brasileira de Boxe) contesta a informação.

Na verdade, o maior foco da crise está entre Adriana e a CBBoxe. Logo após ter garantido sua medalha de bronze, Adriana saiu disparando contra a entidade, em especial contra o presidente Mauro Silva. “Essa medalha é para calar a boca dele. Ele tentou me tirar da seleção, disse que eu não me classificaria e que não tinha condições de estar aqui. Mas vim e conquistei a medalha de bronze. Ele precisa aprender a valorizar os atletas do Brasil”, disse Adriana após a derrota na semifinal olímpica contra Sofya Ochigava (RUS), quando garantiu o bronze.

Segundo Silva, o problema do corte de Adriana foi sua falta de comprometimento e resistência em treinar em São Paulo. “Ela queria ficar na Bahia, com o técnico dela, mas em janeiro apresentou-se 14 kg mais gorda. Já tínhamos permitido isso outras duas vezes e os resultados foram terríveis”, disse o dirigente, através de sua assessoria de imprensa, em contato com o blog. As dispensas de Roseli e Erika ocorreram por deficiência técnica.

A confederação também nega que as atletas tenham sido pegas de surpresa com o corte. Segundo a assessoria de imprensa, após elas se apresentarem com o restante da equipe, em janeiro, foram avaliadas pela comissão técnica e dispensadas para voltar para casa, onde teriam que aguardar uma nova convocação, que não aconteceu. O vencimento do contrato de patrocínio delas ocorreu em abril e até então, receberam normalmente os salários.

No ano passado, logo após as críticas feitas por Adriana Araújo ainda em Londres, o iG ouviu outras pessoas ligadas ao boxe, entre eles o medalhista olímpico Servílio de Oliveira, que contestavam métodos e atitudes de Mauro Silva. Outro que critica o presidente da CBBoxe é Luiz Dórea, treinador de Adriana na Bahia e que também orienta Junior Cigano.

O pior é ver que o clima entre as duas partes não parece que irá se calmar tão facilmente assim. E o maior perdedor de tudo isso é o boxe brasileiro, que fica sem uma de suas melhores lutadoras, ao menos por enquanto.

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domingo, 21 de abril de 2013 Imprensa, Isso é Brasil, Olimpíadas, Ídolos | 20:43

O desabafo de Zanetti é uma vergonha para o Brasil olímpico

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Arthur Zanetti, o 1º brasileiro campeão olímpico na ginástica. Brasileiro por quanto tempo?

Muita atenção para a reprodução abaixo dos seguintes posts do Twitter neste domingo, repercutindo reportagem do programa “Esporte Espetacular”, da Rede Globo, sobre o ginasta campeão olímpico Arthur Zanetti:

Acima estão representadas opiniões de importantes atletas do movimento olímpico brasileiro. Um deles, o ex-jogador Nalbert, campeão olímpico e mundial com a seleção brasileira masculina de vôlei. Portanto, são opiniões de respeito.

Todos revoltados (e com razão) após a exibição da reportagem com o ginasta brasileiro Arthur Zanetti, ouro nas argolas nas Olimpíadas de Londres 2012, mostrando as condições precárias que ele tem para se preparar, em São Caetano do Sul. Um ginásio com equipamentos velhos, sem alojamento para descansar entre os treinos e precisando recorrer a marmitas para almoçar. Um campeão olímpico se submete a isso, é bom deixar claro.

Veja também: O Brasil olímpico que o ministro Aldo não conhece

O leitor do iG Esporte nem se surpreende com as imagens exibidas, pois no dia 15 de março, reportagem do companheiro Maurício Nadal já trazia cenas constrangedoras a respeito das condições de trabalho de Zanetti.

A surpresa no desabafo do ginasta ao Esporte Espetacular foi a possibilidade aberta por ele mesmo de não mais competir como brasileiro. “Eu já coloquei na minha cabeça que se surgir uma oportunidade legal, não só para mim, mas para o grupo de profissionais que vão me ajudar, eu pensaria, sim, em competir por outro país”.

É simplesmente impossível apenas imaginar essa possibilidade. Pior é ver o jogo de empurra-empurra entre todas as entidades responsáveis pela situação vexatória a qual Zanetti está passando: CBG (Confederação Brasileira de Ginástica), COB (Comitê Olímpico Brasileiro), Ministério do Esporte, todos procurando justificar o injustificável.

Sinceramente, não acho que Arthur Zanetti colocará em prática essa ameaça, que nem é inédita, especialmente na ginástica (outros atletas já competiram em Jogos Olímpicos por nacionalidades diferentes). Mas se esse absurdo acontecer, a fatura dessa conta precisará ser dividida entre as seguintes pessoas: Carlos Nuzman, Aldo Rebelo, CBG, COB, Ministério do Esporte.

A culpa será toda de vocês.

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quarta-feira, 17 de abril de 2013 Geração 2016, Olimpíadas, Seleção brasileira | 22:19

As herdeiras de Yane no pentatlo moderno

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Priscila Oliveira garantiu lugar na final da etapa da China da Copa do Mundo de pentatlo moderno, que será realizada nesta sexta-feira

Uma das medalhas mais festejadas pelo Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres 2012 foi o bronze da pernambucana Yane Marques, no quase desconhecido (ao menos por estes lados) pentatlo moderno. O fato de ter sido a última medalha brasileira conquistada em Londres certamente contribuiu para a enorme repercussão do feito da brava Yane. É óbvio que o Brasil não se tornou a pátria do pentatlo, bem longe disso. Mas já é possível ver que estão começando a aparecer frutos daquele bronze.

Nesta quarta-feira, em Chengdu, na China, uma pernambucana assegurou vaga na final da etapa da Copa do Mundo de pentatlo moderno. Mas não foi a medalhista olímpica Yane Marques e sim Priscila Oliveira. Aos 24 anos, ela terminou a etapa de qualificação em 24º na classificação geral, assegurando um lugar entre as 36 finalistas. A final feminina será na sexta-feira. Outra brasileira que disputou a etapa foi Larissa Lellys, que ficou em 54º na classificação geral e não avançou para a final.

O mais bacana que não foi a primeira vez que Priscila (59ª do ranking mundial) conseguiu um resultado significativo em competições internacionais do pentatlo moderno. Na etapa do Rio de Janeiro da Copa do Mundo, disputada em março, ela ficou em 11º lugar na final, deixando para trás inclusive a própria Yane Marques, atual nº 2 do ranking mundial e que terminou em 13º. Ela não participou da etapa da China.

O pentatlo moderno ainda está engatinhando no Brasil, mas a histórica conquista de Londres 2012 já começa a gerar as herdeiras de Yane.

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segunda-feira, 15 de abril de 2013 Imagens Olímpicas, Olimpíadas | 17:13

Exposição traz o clima olímpico para São Paulo

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A partir desta terça-feira, a cidade de São Paulo sentirá um pouco do clima olímpico. Duas exposições na galeria de arte do Sesi-SP, localizada no Centro Cultural FIESP, na Avenida Paulista, serão abertas ao público nesta terça (dia 16), tendo como temática os Jogos Olímpicos.

Uma delas será  a mostra “Jogos Olímpicos: Esporte, Cultura e Arte”, que reúne cerca de 300 peças que fazem parte do acervo do COI (Comitê Olímpico Internacional), como réplicas das medalhas de todas as Olimpíadas, alguns dos principais mascotes e objetos de ídolos do esporte brasileiro, como as sapatilhas usadas por Adhemar Ferreira da Silva para conquistar o ouro nos Jogos de Helsinque 1952.

A outra é uma exposição fotográfica chamada “Olhar a toda prova”, que retrata de forma artística atletas olímpicos e paraolímpicos. Fotógrafos de publicidade, fotojornalismo e conceituais integram a mostra, como Claudio Edinger, Jonne Roriz, Marlene Bergamo e Renan Cepeda. A mostra reúne 48 imagens de atletas incentivados pelo Sesi.

A mostra ficará aberta ao público (com entrada gratuita) até o dia 30 de junho. Às segundas, funcionará das 11h às 20h; de terça a sábado, das 10h às 20h; e domingos, das 10h às 19h.

A galeria de arte do Sesi-SP fica na Avenida Paulista, 1.313, em frente à estação Trianon-Masp do Metrô – São Paulo

Veja algumas das imagens que estarão nas duas exposições do Centro Cultural FIESP:

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sexta-feira, 12 de abril de 2013 Imagens Olímpicas, Olimpíadas, Paraolimpíadas | 13:57

Confira novas imagens do Parque Olímpico de 2016

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Nesta sexta-feira, a Empresa Olímpica Municipal, responsável pelos projetos do Rio para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, divulgou no Twitter novas projeções de imagens de duas das instalações que serão usadas no evento.  Na teoria, ficará muito bonito. Na teoria, vejam bem…

Confira as imagens do Centro de Esportes Aquáticos e do Centro de Tênis, que serão erguidos no Parque Olímpico, em Jacarepaguá:

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