Milwaukee Brewers
Após se aproximar dos playoffs em 2008, o Brewers fez no ano seguinte o que todos esperavam: regrediu. Apesar de ter anotado 785 corridas em 2009, terceira melhor marca da Liga Nacional, os arremessadores não seguraram as pontas, e a vaga na pós-temporada ficou distante. A expectativa agora é de melhora, mas, provavelmente, não o bastante.
Ofensivamente, os méritos são de Prince Fielder (foto Getty Images) e Ryan Braun, uma dupla afiada que pode ser desfeita no meio da temporada. Fielder, rival de Albert Pujols pelo título de MVP, estará livre em 2011, e a equipe pode tentar trocá-lo antes disso.
Defensivamente, o time é frágil, culpa de uma rotação de arremessadores que deixou a desejar em 2009 e comprometeu toda a produção ofensiva. Disposto a amenizar o problema, o general manager Doug Melvin ofereceu um salário alto a Randy Wolf (US$ 29,75 milhões por 3 anos), que agora precisa mostrar serviço de qualquer jeito.
Além de Wolf, uma esperança é a redenção de Jeff Suppan e Manny Parra, que tiveram desempenhos esquecíveis no ano passado. Mesmo o jovem Yovani Gallardo, principal arremessador do time, teve um ano apenas razoável, com 13 vitórias, 12 derrotas e ERA de 3,73. Outra aposta é Rick Peterson, treinador de arremessadores que obteve sucesso no A’s e no Mets e tem a missão de ajeitar a casa.
Aparentemente, o Brewers espera um milagre. Com folha salarial de US$ 80 milhões, a equipe poderia muito bem ter investido melhor em arremessadores para apoiar um ataque poderosíssimo. Preferiu contar com a recuperação de jogadores inconstantes. A perspectiva não é das melhores.
Opinião de um adversário
“No caso deles, tudo acaba voltando à questão dos arremessadores titulares. É preciso uma melhora dramática para que tenham alguma chance de competir”
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Autor: Paulo Tescarolo Tags: Albert Pujols, Doug Melvin, ick Peterson, Jeff Suppan, Manny Parra, Milwaukee Brewers, Prince Fielder, Randy Wolf, Ryan Braun, Yovani Gallardo
