St. Louis Cardinals
O ano de 2009 foi bom para o Cardinals, mas poderia ter sido melhor. A equipe abriu a temporada passada com poucas mudanças, apostando na recuperações de Chris Carpenter e Adam Wainright, provavelmente a melhor dobradinha de arremessadores da MLB. A diretoria mudou de ideia no meio do caminho, e após o All-Star Game foi atrás de um reforço de peso: Matt Holliday, que chegou para fazer companhia e aliviar o trabalho de Albert Pujols (foto Getty Images). Deu certo.
Agora, mais uma vez, o Cardinals muda pouco para uma temporada que promete ser promissora. Tem a dupla dinâmica nos arremessos, o melhor jogador de beisebol do mundo (Pujols, quem mais?) e o técnico mais vencedor da MLB nos últimos 50 anos. Pra que mudar?
Tá certo, o ano de 2009 não terminou com o time nas World Series. Mas ainda assim foi animador. Carpenter e Wainright ficaram em segundo e terceiro, respectivamente, na disputa pelo Cy Young da Liga Nacional; Albert Pujols foi eleito MVP pelo segundo ano seguido; a equipe tornou-se a mais vencedora da Liga Nacional na década.
Para 2010, de quebra, a fim de dar um passo adiante, o Cardinals ganhou o reforço do polêmico, porém eficiente, Mark McGwire, que será o treinador de rebatedores. Terá a missão de apagar a decepção do ataque nos playoffs, em que marcou apenas seis corridas nas três derrotas para o Dodgers. De problema, só mesmo a pouca disposição de Pujols para negociar uma renovação do contrato que vence em 2011.
Opinião de um adversário
“O Cardinals parece satisfeito ao ser comparado apenas aos seus rivais de divisão, ao invés de se comparar à liga inteira”
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Autor: Paulo Tescarolo Tags: Adam Wainright, Albert Pujols, Chris Carpenter, Cy Young, Los Angeles Dodgers, Mark McGwire, Matt Holliday, St. Louis Cardinals, World Series
