Publicidade

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011 NBA - Basquete | 18:43

CELTICS FAZEM UMA EXCELENTE TROCA COM O THUNDER

Compartilhe: Twitter

Jeff Green está de volta com os Celtics

Antes de analisar essa troca gostaria de falar que conheço o general manager do Oklahoma City Thunder, Sam Presti.  Estudei com ele na Emerson College em Boston.  Sam era o capitão do time de basquete e era a figura mais respeitada do time.  Eu treinei com o grupo por um mês antes de desistir parar para ir jogar beisebol.  Eu lembro das nossas conversas sobre os Red Sox e Celtics.  Sam era fã dos dois times e ele tem sido um peça crucial para o sucesso dos Celtics.  Eu explico por quê.

Em 2007, os Celtics estavam atrás de Kevin Garnett.  Kevin Mchale (general manager do Timberwolves na época e ex-jogador dos Celtics) estava negociando com o Boston.  Garnett não queria ir para os Celtics, equipe que teve a pior campanha da liga em 2006-2007.  Tudo mudou depois do draft.  Os Celtics fizeram uma troca com o Seattle Supersonics (hoje, o Thunder) do general manager Sam Presti.  Boston mandou Jeff Green (seleção do time no draft) e recebeu o veterano Ray Allen.  Isso fez com que Kevin Garnett mudasse de ideia e aceitasse a troca para os Celtics!  Sem a troca do Allen, Boston provavelmente ainda estaria lá em baixo.  Thank you Sam Presti!

Agora, o torcedor dos Celtics fala “muito obrigado” de novo.  Os Celtics receberam uma estrela em acensão em mais uma troca com o time de Sam Presti.  Adivinha quem é?  Jeff Green!  Ele está de volta.  Green e sua média de mais de 15,2 pontos por jogo agora vestem verde e branco.  Eu não sei direito o que Presti estava pensando quando puxou o gatilho nessa troca.  O Thunder vai receber o bom defensor e reboteador, Kendrick Perkins, e o reserva, Nate Robinson.  O Thunder estava precisa de uma presença forte no meio e Perk traz isso, mas mesmo assim.  Além de Green, Boston recebe o pivô Nenad Krstic (7,6 pontos e 4,4 rebotes por jogo).  Green tem apenas 24 anos e é tudo que Boston precisava.  Um jogador jovem que pode ajudar a equipe agora e ainda tem um futuro promissor.  Além do presente, Boston precisa pensar no “amanhã” pois Garnett, Pierce e Allen estão no final de suas carreiras.  Green se encaixa perfeitamente nos planos dos Celtics.  Ele será o reserva de Paul Pierce e deve jogar perto de 15-20 minutos por partida.  Com uma altura de 2´06 ele pode atuar de ala ou ala-pivô.  Vai ser interessante.

Perkins, é um excelente defensor mas jogou pouco esse ano e vem de uma contusão grave no joelho.  Como que Presti pôde arriscar dispensar um jovem talento para adquirir um atleta que vem de romper o ligamento cruzado anterior?  Robinson, chega pra ser o reserva do Russell Westbrook e traz energia pro time.  Ele é rápido e arremessa bem, mas também não é grande coisa.

Eu acho que com a aquisição de Krstic e se Shaquille O´neal conseguir ficar saudável, os Celtics vão suprir a perda de Perkins.  Boston está pegando um jogador que tem a capacidade de ser bom por muitos anos.  Eu coço a cabeça porque eu achava que o Thunder estava montando seu time envolta de Russell Westbrook, Kevin Durant e Jeff Green.  O time estava com 36 vitórias e 20 derrotas.  Tava tudo dando certo!  Agora, Sam Presti foi mexer no time e, na minha opinião, vez uma péssima troca fraca.  Os Celtics agradecem.

O que acham?  Existe algum torcedor do Thunder que tenha gostado dessa troca?

Notas relacionadas:

  1. NBA Jam vai voltar
  2. BASTIDORES DA MINHA COBERTURA DAS FINAIS DA NBA EM BOSTON
Autor: pauloantunes Tags: , , , ,

MLB - Beisebol | 15:38

ESTUDO MOSTRA QUE ARREMESSAR É A ATIVIDADE MAIS ESTRESSANTE PARA O CORPO; VÍTIMA DA VEZ É ADAM WAINWRIGHT

Compartilhe: Twitter

Adam Wainwright

Tudo me diz que a temporada dos Cardinals acabou antes de começar.  O torcedor do time, que já vinha sofrendo de estresse com a situação contratual de Albert Pujols, recebeu uma notícia hoje de partir o coração.  O arremessador Adam Wainwright machucou o cotovelo e está fora da próxima temporada.  Wainwright terá que passar pela famosa cirurgia “Tommy John” (um procedimento no qual um ligamento do cotovelo medial é reposto com um tendão de outra parte do corpo (antebraço, pé, joelho ou até da perna)).  O tempo de recuperação é de 12 a 15 meses.  No ano passado, o jogador venceu 20 jogos e ficou em segundo lugar nos votos para o prêmio Cy Young, dado ao melhor arremessador de cada liga.  O talentosíssimo Wainwright é um de 4 da MLB a conseguirem pelo menos 400 strikeouts e um ERA abaixo de 3,00 nos últimos dois anos.  Apenas um pitcher (Roy Halladay) da Liga Nacional  arremessou mais entradas nas últimas duas temporadas.  Isso é bom mas também  levanta uma questão: esse desgaste poderia ter sido um dos motivos da contusão?

No livro “The Yankee Years” do autor Tom Verducci, há uma parte interessante sobre um estudo que foi feito mostrando o estresse pelo qual o braço de um arremessador passa num movimento de lançamento.  O estudo foi feito na respeitada American Sports Medicine Institute, que fica na cidade de Birmingham, Alabama.  Peritos de biomecânica  descobriram que o braço tem uma rotação (pra frente) de 7.000 graus por segundo durante o movimento de um arremesso.  Segundo o médico, Glenn Fleisig, esse é o movimento “mais rápido gerado pelo corpo humano em qualquer atividade”.  Uau!  A pressão no ombro e braço é violenta.  Quando o braço está pra trás e inicia o movimento do lançamento, existe uma pressão de 40 libras (18,14 KG) no ombro e braço.  Os médicos, curiosos pra saber exatamente quanto que o braço humano tem a capacidade física de suportar, decidiram pegar um cadáver para fazer alguns testes.  Eles puxaram e pressionaram a junta do ombro  pra ver até que ponto o ligamento ficaria estável.  No momento que colocaram pouco mais do que 40 libras de força na junta, os ligamentos romperam.  Isso mostra que com cada arremesso, o arremessador já está quase em seu limite!  Pra você que espera um dia ver uma “fastball” de 110 milhas por hora, esquece.  O braço humano não tem a capacidade física pra gerar tanta força assim.  Os ligamentos iriam para o espaço!  É por isso que vemos tantas contusões sofridas pelos arremessadores.  O movimento de um lançamento gera um estresse incrível no corpo humano.

Só pra você ter uma ideia, os 4 arremessadores da rotação titular dos Cardinals (Chris Carpenter, Kyle Lohse, Jaime Garcia e Jake Westbrook) já passaram por cirurgias no braço.  Infelizmente, agora será a vez de Adam Wainwright.

O que acham?  Como que os Cardinals vão lidar com essa perda? Será que o time ainda tem chances de título?

Notas relacionadas:

  1. O último recordista da MLB?
  2. 25 a 30 MILHÕES DE DÓLARES ANUAIS, ALGUM JOGADOR MERECE TANTO??
Autor: pauloantunes Tags: , ,

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011 NBA - Basquete | 20:54

MELO VAI MELAR EM NOVA YORK? EU ACHO QUE NÃO

Compartilhe: Twitter

Carmelo Anthony agora é jogador dos Knicks

Como é bom ser persistente, não é mesmo Carmelo Anthony?  O ex-jogador do Denver Nuggets finalmente recebeu o que cobiçava: uma troca para o New York Knickerbockers.  A transação não é nem um pouco surpreendente.  Afinal, Carmelo recusou uma oferta do Denver de 3 anos 65 milhões de dólares durante a inter temporada.  Todos sabiam que ele não estava mais feliz nos Nuggets.  O jogador queria a cidade grande e os holofotes, e agora terá sua oportunidade de brilhar no maior mercado dos Estados Unidos.

Wilson Chandler (21), Danilo Gallinari (8) e Raymond Felton (2) são três bons reforços para os Nuggets

Os dois times saíram ganhando.  Os Nuggets receberam Raymond Felton, Danilo Gallinari, Wilson Chandler, Timofey Mozgov e a primeira escolha dos Knicks no draft de 2014.  Felton, Gallinari e Chandler exerceram papéis importantes nos Knicks, especialmente o Felton.  O armador vive sua melhor temporada na NBA e arrisco dizer que ele está mostrando que merece ser mencionado entre os 10 melhores da liga em sua posição.  Felton teve médias de 17,1 pontos e 9 assistências, Gallinari 15,9 pontos e Chandler 16,4.  Não há dúvida que NYK sacrificou bastante pra receber Carmelo.  Também não fica a dúvida que Denver fez uma boa troca.  Melo já estava no último ano de contrato e poderia andar depois dessa temporada.  Com esses três atletas, Denver ainda é bastante relevante na batalha na Conferência Oeste e ainda tem a oportunidade de se melhorar no draft.

Junto com Melo, vêm Chauncey Billups, Anthony Carter, Sheldon Williams e Renaldo Balkman.  Além do Carmelo, a peça importante aqui é o Billups.  Admito que estou ansiosíssimo para vê-lo trabalhar com Anthony e Amare Stoudemire (um all-star que está detonando nessa temporada).  Não podemos nos esquecer o que aconteceu com os Pistons em 2008 quando a equipe decidiu trocar  Billups.   Os Pistons foram de um dos melhores da liga para o abismo da NBA.  Chauncey é um veterano que sabe jogar e tem muita experiência nos playoffs.  É por isso que os Knicks não hesitaram em trocar Raymond Felton.

Finalmente a batalha na Conferência Leste será interessante

Eu não acho que os Knicks conseguem vencer os Celtics ou Heat com ou sem Carmelo.  Vai precisar de bastante Melo e mais um pouco de chocolate pra vencer um desses dois gigantes.  O que posso falar é que o negócio fica, pelo menos, bem mais divertido.  Hoje a Leste tem 6 times fortes.  Os Bulls estão pegando fogo.  Os Hawks sempre assustam com Joe Johnson e cia.  O Orlando Magic de Dwight Howard, O trio fantástico de Miami e o quarteto mágico dos Celtics: essa conferência está alcançando a oeste.

Hoje, eu acho que New York tem condições de vencer uma série nos playoffs.  Ainda não vejo o time passando de Chicago, Boston ou Miami, mas eu não deixaria de ver um desses  possíveis confrontos caso acontecesse.

O que Melo traz pra NYK

Um coisa que eu sei que ele traz é a impossibilidade de conseguir um ingresso para um jogo dos Knicks.  O torcedor está doente pra ter um time vencedor em NY (Knicks não vão aos playoffs desde 2004).  A diretoria correspondeu às expectativas com a contratação de Melo, e agora os ingressos serão bastante disputados.  Os cambistas vão poder comprar apartamentos luxuosos na Broadway antes do próximo Natal.  É sério.

Melo é simplesmente uma máquina ofensiva.  Ele sabe pontuar de todas as formas, e com o ataque aberto do técnico Mike D´Antoni, não me surpreenderia se conseguisse média de 25 pontos por partida com os Knicks.  Melo não é o melhor distribuindo a bola e de vez em quando o ego dele atrapalha.   As vezes, a única coisa que ele enxerga em quadra é a cesta.  Isso pode ser problema.  Vamos ver como ele opera com o Stoudemire e Billups, e também vamos ficar de olho no lado psicológico da coisa.  Muitos jogadores ACHAM que querem jogar na cidade grande, mas depois não conseguem lidar com a mídia e a cobrança da torcida.  Nova York é bem diferente de Denver.  É preciso ter pele grossa pra jogar em NY.

Destaque Final

Só queria destacar que fico um pouco triste com essa movimentação das super estrelas na NBA.  Lebron James, Amare Stoudemire, Carmelo Anthony, etc.  não têm nenhuma lealdade aos times que os draftaram e aos fãs que os reverenciavam.  Antigamente, a “super estrela” de cada time ficava e era o símbolo da franquia por muitos anos.  Hoje não tem mais isso.  Os Cavaliers pareciam estar bem encaminhados depois de selecionar Lebron James no draft.  Os Suns pensavam que Stoudemire e Nash formariam uma dupla de respeito por muitos e muitos anos.  O torcedor dos Nuggets acreditava nas possibilidades de chegar longe com um jogador como Carmelo Anthony.  Infelizmente, nada disso vai acontecer.  Talvez eu seja um pouco antiquado, mas eu ainda sinto fala dos grandes ídolos que representavam a NBA.

E você, gostou da troca?  Melo leva os Knicks longe nos playoffs? O que acham?

Notas relacionadas:

  1. Astros reservas
  2. DIA 1 DE JULHO SE APROXIMA! VEJA PARA ONDE VÃO OS 6 PRINCIPAIS FREE AGENTS DA NBA. MINHA BOLA DE CRISTAL TEM AS RESPOSTAS.
  3. START SPREADING THE NEWS…AMARE STOUDEMIRE AGORA JOGA EM NOVA IORQUE
Autor: pauloantunes Tags: , , , , ,

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011 MLB - Beisebol | 01:32

25 a 30 MILHÕES DE DÓLARES ANUAIS, ALGUM JOGADOR MERECE TANTO??

Compartilhe: Twitter
Albert Pujols é o único jogador da história da MLB a bater pelo menos 30 home runs em suas 10 primeiras temporadas.

Albert Pujols é o único jogador da história da MLB a bater pelo menos 30 home runs em suas 10 primeiras temporadas.

A parte ruim do esporte: grana.  Todo ano é a mesma coisa:  jogadores brigam pra ganhar mais dinheiro, times economicamente fragéis são forçados a mandar os melhores atletas embora e conversa de possíveis greves sempre surge.  Enquanto a NFL tenta evitar uma greve em 2011, o St.Louis Cardinals da Major League Baseball tenta segurar o fenômeno Albert Pujols, considerado por muitos o melhor atleta do esporte.  Pujols está no último ano de contrato e ele quer uma extensão gigantesca.  O prazo pra isso acontecer foi estipulado pelo próprio jogador.  Os Cardinals têm até 15h, horário de Brasília, pra chegar a um novo acordo com o atleta.  Pujols não quer negociar durante a temporada pois quer se concentrar apenas no beisebol.   Se St.Louis não satisfizer as demandas de Albertinho, isso pode ser catastrófico para a franquia.  Pujols tem apenas 31 anos e a peça indispensável do clube.

Pujols está pedindo uma quantidade exuberante de dinheiro.  Especula-se que ele quer uma renovação de 10 anos e 275 milhões de dólares.  Os Cardinals estão receosos de assinar um contrato tão longo por tanta grana.  Afinal, daqui a 10 anos Pujols terá 41 aninhos e provavelmente nem será metade do jogador que é hoje.  A situação é muito parecida com a que Alex Rodriguez viveu em 2007 com o New York Yankees.  Ele teve uma clausula em seu contrato que o permitia sair do acordo que o pagava perto de 25 milhões anuais.  Os Yankees e Rodriguez negociaram um novo contrato que vai encher a conta bancária do atleta até 2017 quando Alex estará mais velho do que muitos vovôs (42 anos).  O novo contrato de ARod foi de 10 anos e exatamente 275 milhões.

Infelizmente, os agentes dos jogadores são o que mais atrapalham.  Eles olham para os contratos das maiores estrelas da liga e fazem um comparativo com os de seus clientes.  Já que Arod tem um contrato tal e Albert Pujols tem números iguais ou até melhores dentro de campo,  ele merece tanta ou até mais grana.  É assim que funciona!  Infelizmente, não existe um teto salarial na liga.  Times são permitidos a gastar quanto dinheiro quiserem.  Por isso, os times com mais dinheiro têm a vantagem.  Os Yankees, são um saco sem fundo quando o assunto é dinheiro.  A renovação de ARod não balançou a estrutura financeira do time.  A folha de pagamento dos Yanks foi de 206,3 milhões de dólares em 2010.  A dos Cardinals foi de 93,5.  A diferença é gigante!  O esporte mais prejudicado por causa de dinheiro é o beisebol. Times operando em pequenos mercados não conseguem competir financeiramente com os grandes clubes.  Pode ter certeza que quando o acordo trabalhista da MLB acabar, uma greve vai ser difícil de evitar.

Então, o que os Cardinals devem fazer? Deixar o contrato de um jogador balançar a estrutura do time por muitos anos, ou mostrar a grana para um jogador que tem capacidade de terminar a carreira sendo considerado um dos 3 melhores de todos os tempos?  Com  Albert Pujols, os Cardinals sempre serão um dos favoritos ao título.  Sem Pujols, o time será mediano e provavelmente tomará vários passos para trás.  Isso poderia afetar o interesse dos torcedores, gerando menos fanáticos nos estádios e consequentemente menos lucro pro clube.  Tudo isso é  algo que a diretoria dos Cardinals terá de levar em consideração.

Eu sinceramente espero que Pujols chegue a um acordo com os Cardinals.  Estou cansado de ver grandes estrelas saindo de clubes que os draftaram por causa de dinheiro.  O Tampa Rays parecia ter dado a volta por cima depois de 10 anos de futilidade.  Através de ótimos drafts, a franquia montou um time que foi pra World Series em 2008 e participou dos playoffs no ano passado.   Porém, apenas 9 times gastaram menos dinheiro em salários no ano passado do que a equipe da Flórida.  O estádio nunca está lotado e o time simplesmente não tem o poder econômico pra competir com os salários de hoje em dia.  Por isso, o time disse “adeus” a várias estrelas que formavam a base do clube.  Rafael Soriano, Carl Crawford, Joaquin Benoit, Matt Garza e Carlos Peña foram embora e tudo indica que o torcedor dos Rays voltará a sofrer.

Espero que a mesma coisa não aconteça com o torcedor dos Cardinals.  Aquela torcida respira beisebol e seria um crime ver o seu melhor jogador sair.  Agora resta saber se os Cardinals vão pagar o que Pujols está pedindo.  Resta saber se Albert vai aceitar menos dinheiro pra permanecer em St.Louis.  Pujols sabe que esse, provavelmente, será o último contrato de sua vida.  Será que ele negocia e fecha com os Cardinals ou testa o mercado no ano que vem?  Os Cardinals descobrirão nessa quarta-feira.

Pujols bateu 42 home runs no ano passado, melhor marca da liga. Ele já foi eleito MVP da Liga Nacional três vezes.

O que acham?  O que seria um contrato justo para o Pujols?  Eu chuto que será um contrato de 9 anos e 245 milhões de dólares.  Qual é o seu palpite? A ganância está estragando o esporte?

Notas relacionadas:

  1. MVP’s da MLB
  2. Chicago Cubs
  3. St. Louis Cardinals
Autor: pauloantunes Tags: , , ,

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011 NFL - Futebol Americano | 18:02

GREEN BAY PACKERS: A NOVA DINASTIA DA NFL?

Compartilhe: Twitter

Esse ano foi magnífico, mas alguém já parou pra pensar do que o Green Bay Packers é capaz de fazer nas próximas temporadas?  Estamos vendo o nascimento de uma dinastia?  Eu acho que é possível.

Os Packers venceram esse ano enfrentando “n” problemas.  Dizem que quando um time chega a um título é preciso ter um pouco de sorte.  Isso quer dizer que, principalmente, é preciso ficar longe das contusões.  Os Packers de 2010 foram, possivelmente, o time mais azarado da temporada.  Primeiro que a equipe começou o ano com dois de seu principais defensores, Atari Bigby e Al Harris, machucados.  Depois, vieram as contusões de Ryan Grant, Jermichael Finley, Nick Barnett, Morgan Burnett, Brandon Chillar, Spencer Havner, etc, etc.  A lista é gigante.   Os Packers mandaram 16 jogadores pra lista dos contundidos!  Além disso, Aaron Rodgers sofreu duas concussões, o running back James Starks perdeu a maioria da temporada.  Enfim, muitos obstáculos foram superados pro time chegar ao título.  Não é por acaso que quando os veteranos  Donald Driver e Charles Woodson se machucaram no início do Super Bowl o time continuou firme e forte.  Pessoal, essa caminhada do Green Bay Packers foi incrível!

Agora, pára pra pensar o que será do Green Bay Packers na próxima temporada quando os jogadores citados (menos Al Harris que foi dispensado) voltarem saudáveis?  Vários jogadores como Andrew Quarless, Sam Shields, Eric Walden e, principalmente, Tramon Williams brilharam quando receberam uma chance por causa das lesões.   Com a volta dos contundidos, os Packers terão um time das estrelas.  Imagina a secundária com Nick Collins, Morgan Burnett, Charles Woodson e Tramon Williams com Sam Shields entrando em situações de “nickel.”  Ou que tal uma formação de dois tight ends com Jermichael Finley e Andrew Quarless?  Com a ascensão de James Starks, Ryan Grant vai ter ajuda e não terá que se desgastar tanto, melhorando o jogo terrestre.  Eu sei que os Steelers tem o grupo mais forte de linebackers da NFL, mas não seria assustador ver uma temporada completa com o trio de Clay Matthews, Nick Barnett e Brandon Chillar?

Na posição de quarterback, não existe mais pressão no Aaron Rodgers.  Ele já mostrou que merece ser mencionado entre os melhores da liga e já tem um anel no currículo.  Jordy Nelson e James Jones mostraram muito esse ano, e Greg Jennings foi o segundo melhor da NFL em jardas recebidas.  Imagine o que Rodgers será capaz de fazer no ano que vem com Nelson e James mais maduros, Jennings se tornando um dos melhores wide receivers da liga, e Finley e Grant voltando de contusão.  Alguém vai poder parar esse time???

O San Francisco 49ers dominou a década de 80 vencendo 4 Super Bowls.  Os Cowboys vencerem 3 vezes nos anos 90.  Os Patriots foram o melhor time de 2000-09, conquistando 3 títulos.  E agora?  será que os Packers podem ser o time dessa década?? Eu acho que sim.

O que acham??

Notas relacionadas:

  1. Duelo de Cheerleaders: Packers x Cowboys
  2. NOTÍCIA RUIM PARA O GREEN BAY PACKERS
  3. BEARS E PACKERS RENOVAM A RIVALIDADE MAIS ANTIGA DA NFL
Autor: pauloantunes Tags: ,

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011 NFL - Futebol Americano | 02:54

BASTIDORES DE UM SUPER BOWL DE TIRAR O FÔLEGO

Compartilhe: Twitter

Que dia especial para o torcedor do Green Bay Packers!  Depois de vencer os Steelers por 31 a 25, o Pack levantou o troféu Vince Lombardi pela quarta vez na sua história.  Os Packers estavam na fila há 14 anos (venceram os Patriots no Super Bowl 31 por 35 a 21).  Foi uma caminhada e tanto para um time que perdeu 16 jogadores por causa de contusão na temporada.  Ryan Grant, Jermichael Finley, Nick Barnett, Morgan Burnett, etc., todos perderam a grande maioria da temporada.  Imagine quantos jogos Green Bay teria vencido durante o ano caso não teria sofrido com tantas lesões.

O dia também foi especial para a nossa equipe.  Essa foi a minha terceira cobertura do Super Bowl e a primeira como repórter.  Esse ano, a ESPN não tinha os direitos de transmissão mas mesmo assim fui pra cobrir o evento.  Eu já esperava ver algumas coisas.  Chegamos ao Cowboys Stadium por volta do meio-dia (5 horas e meia antes da partida começar).  Já tinha muita movimentação ao redor do estádio.  Torcedores do Pittsburgh Steelers e Green Bay Packers se direcionavam (juntos) ao estádio.  Todos estavam empolgados, mas respeitando o espaço do outro (assim como vimos nos grandes clássicos aqui no Brasil como Palmeiras x Corinthians).  Policiais marcavam presença com muita tranquilidade mas estavam preparados caso algo fora do normal acontecesse.  Na entrada do estádio um cão varejador vez a inspeção do nosso equipamento pra ver se tínhamos drogas ou se pretendíamos soltar alguma bomba durante o jogo, um procedimento normal.

Ao entrarmos, fomos direto para a “media work room” uma área grande reservada para a mídia.  Eu vou te falar que é muito fácil se perder no Cowboys Stadium.  O lugar é um labirinto gigantesco (capacidade pra receber 105 mil torcedores) e tivemos que ser direcionados várias vezes por diversos funcionários do evento antes de chegarmos na sala de imprensa.  Eu precisava gravar um boletim para o programa “Bate-Bola” e estava pautado pra fazer uma matéria sobre a movimentação fora do estádio durante o jogo para o “Sportscenter”. (Você acredita que vi o primeiro tempo inteiro junto com torcedores de Packers e Steelers, na frente de dois telões no lado de fora do estádio? Alguém tem que trabalhar, né?  Pelo menos eu não tive que pagar 200 dólares, preço que os fanáticos pagaram pra se reunir debaixo de um chuvisco e temperatura gelada.)

Pessoal assistindo ao jogo na parte de fora do estádio.

Tem uma coisa que me chama bastante a atenção no Super Bowl.  O evento tem muita segurança e sabemos que os americanos muitas vezes, são considerados “cricri”.  Mesmo assim, num evento de segurança máxima é possível ter acesso ao campo e várias outras coisas do estádio.  Eles equilibram isso muito bem.  Tive a oportunidade de gravar meu boletim e outras coias (que estou reservando para futuros programas, então não posso falar) no meio do campo.  Enquanto eu gravava, jogadores dos Steelers e Packers faziam o reconhecimento do campo.  O ator Owen Wilson (Penetras Bons de Bico) corria várias rotas e recebia passes (do meu lado) do lendário Kurt Warner (quarterback que levou os Cardinals ao Super Bowl dois anos atrás e agora está aposentado).  Parei pra bater um papo com Joe Buck, narrador do jogo pela Fox.  Perguntei sobre a preparação dele e ele me disse que no dia do jogo ele tenta relaxar.  Joe ficou bastante antenado nos noticiários durante a semana pra se preparar.  Mas, você não vai encontrar 10 mil anotações na cabine da Fox durante o jogo (coisa que você encontra na cabine da ESPN na frente do Paulo Antunes durante as transmissões).  segundo ele, “se eu não lembrar de alguma coisa durante a partida é porque a informação provavelmente não é tão relevante.”

O jogo começou, e saí pra fazer minha matéria.  Fomos na área fechada (mas não coberta) onde ficavam dois telões reservados para os fanáticos.  Perto de 3 mil pessoas estavam reunidas.  Um cara pagou 1000 dólares (comprou de cambista), outro viajou 20 horas já sabendo que não entraria no estádio e vários tremiam de frio mas não tiravam os olhos do telão.  Isso que é fanatismo!  Pagar mil dólares pra ver um jogo num telão fora do estádio! Uau. (Pena que o cara era torcedor do Pittsburgh Steelers).

No intervalo do jogo, voltamos para o estádio.  Que alívio! Estava muito frio lá fora.  Logo em seguida meu telefone tocou, era o Everaldo Marques querendo que eu entrasse ao vivo num “tweetcam” da ESPN pra falar sobre o jogo.  Eu queria ter tido a oportunidade de sentar e assistir ao jogo podendo dissecar cada momento, mas não tive como.  Acompanhei o jogo, mas a matéria era de grande preocupação também.  Mesmo assim, entrei no ar e deixei meu comentário.  Logo depois, fui tentar ver o show do Black Eyed Peas (show do intervalo).  Não tínhamos assentos no estádio, então tivemos que encostar no lado de um corredor de acesso às arquibancadas pra ver o show.  Adorei!  A Fergie estava ótima (especialmente quando ela cantou “Sweet Child o’Mine” com o ex-guitarrista do “Guns ‘n Roses”, Slash.

Fergie e Slash no telão do Cowboys Stadium.

Nossa visão do show do Black Eyed Peas.

Depois do show, voltamos para a sala de imprensa que ficava ao lado do campo, na frente do vestiário dos Steelers.  Estávamos tão perto, mas ao mesmo tempo tão longe.  Não dava pra ver o campo  e nossos credenciais não davam acesso às arquibancadas ou campo durante o jogo. Mas, entretanto, porém e toda via, quem tem boca “VAIa Roma” e quem tem amigos, VAI mais longe ainda.  Hello, Curt Johnson!  Conheci Curt no Super Bowl do ano passado em Miami.  Depois do jogo, ele nos pediu uma carona para o hotel da ESPN.  Ele tinha se perdido do pessoal dele, e pediu uma força.  De lá pra cá, conversamos algumas vezes por email e nos reencontramos agora em Dallas.  Curt estava sentado perto da linha de 40 jardas, numa altura perfeita (não estávamos lá em baixo, mas também muito longe da última fileira).  Tinha dois assentos sobrando E Curt nos chamou.  Eu e Pedro Oliveira, meu colega de trabalho, seguimos o Curt.  Aproveitamos e assistimos ao jogo de lá.

Eu com o Curt Johnson da ESPN americana.

Depois da partida, todo mundo queria falar com Aaron Rodgers, o MVP do Super Bowl.  O pessoal da imprensa se aglomerou em volta do jogador e eu consegui uma vaguinha estratégica no lado direito dele.  Estiquei meu braço (que começou a tremer depois de alguns minutos) e aproximei o microfone ao máximo.  Eu tentei fazer uma pergunta duas vezes, mas era cortado por outro jornalista.  Finalmente, na terceira, eu consegui.  Não há nada mais prazeroso do que estar perto dos melhores atletas do mundo e ter a oportunidade de interagir com eles.  Não posso falar por outros jornalistas, mas pra mim, a parte mais prazerosa do meu trabalho é poder entrevistar um grande atleta.  Dá muita energia.

A sonora que o Aaron Rodgers me deu foi ótima e contribuiu muito para a finalização da minha matéria.  Ficamos no estádio trabalhando mais um pouco e depois voltamos para o hotel.  Mandamos a matéria para o Brasil e fomos dormir.  Mais uma cobertura do Super Bowl no nosso currículo.  Pena que não tivemos o direito de transmissão, problema que não teremos nos próximos 3 anos.

E você? Aonde viu o jogo? O que achou?

Notas relacionadas:

  1. POLVO PAULO SE PREPARA PARA A ÚLTIMA SEMANA DA TEMPORADA REGULAR E SOLTA SUAS PREVISÕES
  2. O QUE APRENDEMOS DA SEGUNDA RODADA DOS PLAYOFFS DA NFL
  3. 10 MOTIVOS PELOS QUAIS ESSE SUPER BOWL DEVE SER UM DOS MELHORES
Autor: pauloantunes Tags: , , , ,

domingo, 6 de fevereiro de 2011 NFL - Futebol Americano | 16:02

QUEM GANHA, PACKERS OU STEELERS? POLVO PAULO TEM A RESPOSTA

Compartilhe: Twitter

Domingo do Super Bowl, um dos melhores dias do calendário. Green Bay Packers e Pittsburgh Steelers, Pittsburgh Steelers e Green Bay Packers. Essa partida promete ser uma das melhores da história do Super Bowl. Duas defesas rápidas e agressivas, e dois ataques que possuem grandes quarterbacks. O Super Bowl XLV, direto de Dallas, está chegando!

Os Packers têm o melhor ataque aéreo. Greg Jennings foi o segundo melhor da NFL em jardas recebidas. Aaron Rodgers espalha a bola pra todo mundo e foram 3 jogadores com pelo menos 50 recepções. Os Packers adoram usar formações com 4 wide receivers e pode ter certeza que eles farão isso hoje. Pittsburgh já teve problemas nessa temporada com times que usaram esse alinhamento. O ataque aéreo vai importante, pois vai ser muito difícil correr contra a defesa do Pittsburgh Steelers, uma das melhores da história esse ano cedendo apenas 62,8 jardas terrestres por jogo. Green Bay precisa lançar a bola pra estabelecer o jogo terrestre e não o contrário. Os Patriots usaram essa tática num jogo contra os Steelers em Pittsburgh e anotaram 39 pontos.

O melhor ataque terrestre pertence ao Pittsburgh Steelers. Rashard Mendenhall foi o sétimo melhor da liga esse ano correndo com a bola. Pittsburgh funciona bem quando trabalha no play-action. Quando Mendenhall corre, o espaço se abre para Hines Ward e Heath Miller no meio do campo e Mike Wallace (um dos jogadores mais rápidos da NFL) em passes profundos. Big Ben trabalha muito bem sobe pressão mas ele também tem a tendência a segurar muito a bola. Os dois quarterbacks tem esse defeito, na verdade. A defesa dos Packers tem jogado muito contra o jogo corrido nesses playoffs (63 jardas por jogo) e agora vai precisar de mais uma boa performance pra conquistar o quarto Super Bowl.

Defensivamente, os dois times são absolutamente fantásticos. Hello, defense!! Os coordenadores defensivos Dick Lebeau e Dom Capers adoram usar blitz. Os Packers têm Clay Matthews (17 sacks até agora na temporada) os Steelers têm James Harrison e Lamar Woodley (que sempre aparece muito bem nos playoffs). Na secundária dos Packers, residem 3 jogadores que foram eleitos ao Pro Bowl nessa temporada (Nick Collins, Charles Woodson e Tramon Williams). Charlie Boy é um dos melhores da NFL. No ano passado, ele venceu o prêmio de melhor defensor da NFL. Um dos cornerbacks mais agressivos, ele pressiona o QB, é sensacional na cobertura e apoia o jogo terrestre. Williams tem 9 interceptações na temporada (3 nos playoffs) e Nick Collins também manda muito bem. Ah, e não podemos esquecer do calouro Sam Shields, que no último jogo contra os Bears se tornou o quinto jogador desde 1982 a conseguir 2 interceptações e um sack numa partida de playoff. Os Packers anotaram 24 interceptações na temporada, segunda melhor marca da liga.

Na secundária dos Steelers é onde reside a “cabeleira assassina” de Troy Polamalu, o vencedor do prêmio de melhor defensor da NFL em 2010. Ike Taylor é um cornerback muito agressivo (assim como o Woodson) e também tem a habilidade de chegar nos quarterbacks e defender o jogo corrido. O veterano Ryan Clark forma o que possívelmente pode ser a melhor dupla de safeties da NFL. Ele conseguiu uma interceptação na vitória contra os Ravens nos playoffs de divisão. O ponto fraco da defesa fica por conta de Bryan Mcfadden que não está tendo uma grande temporada. O jogador foi queimado várias vezes na temporada, e pode ter certeza que Aaron Rodgers vai lançar muitas bolas na direção dele hoje.

Dois times show de bola. O jogo vai emocionar.

PREVISÃO DO POLVO PAULO:

Polvo Paulo!

GREEN BAY PACKERS 24, PITTSBURGH STEELERS 20

Vamos pro estádio!? Vai ser uma grande partida.

Notas relacionadas:

  1. POLVO PAULO ABRE SUA BOCA E PREVÊ MAIS UMA RODADA DA NFL
  2. POLVO PAULO TENTA SE RECUPERAR DEPOIS DE UMA SEMANA VERGONHOSA NA NFL E MLB.
  3. POLVO PAULO PREVÊ A SEMANA 7 DA NFL
Autor: pauloantunes Tags: , ,

NFL - Futebol Americano | 06:41

BASTIDORES DE TRÊS DIAS DE TRABALHO AQUI EM DALLAS

Compartilhe: Twitter

Muita correria. É assim que eu descreveria mais um ano de cobertura do Super Bowl aqui na região de Dallas. Tem sido difícil entrar aqui no blog por causa das minhas responsabilidades com a ESPN. Só agora (são 5h da manhã em São Paulo) que consegui voltar aqui pra conversarmos. Todo dia estamos produzindo matérias e boletins para diversos programas da ESPN.

Na quinta-feira fomos ao Hotel Omni para fazer uma coletiva com o Green Bay Packers. A experiência foi muito boa. Todos os jogadores ficam disponíveis por 1h15 pra responder qualquer questão. A organização faz o evento no salão de festas do hotel. Em cada mesa, ficam três ou quatro jogadores. Foi possível fazer algumas perguntas para Aaron Rodgers e conversar por alguns minutos com Clay Matthews (eu estava preparando uma matéria especial sobre ele). Nick Collins estava lendo um jornal quando eu cheguei para bater um papo. O calouro Sam Shields foi muito mais do que receptivo quando eu fui na mesa dele. Os jogadores são bastante acessiveis e estão lá pra atender a mídia. É muito fácil chegar. A NFL realmente faz um ótimo trabalho com a organização do evento.

Na sexta, vimos a primeira movimentação intensa na Sundance Square, o ponto de encontro dos torcedores. Essa praça fica na cidade de Fort Worth. Na quarta-feira, essa praçinha estava basicamente abandonada por causa do frio intenso. Nos últimos dois dias, ela tem bombado. A ESPN dos Estados Unidos está com vários sets lá, e torcedores de Packers e Steelers lotaram a área com muita empolgação e vontade de dar um “tchauzinho” para a câmera. Gravamos os torcedores, conversamos com alguns fanáticos, tiramos fotos com muitos fãs que falaram que amavam o Brasil e produzimos o nosso material para a ESPN Brasil.

Na parte da noite, tive o prazer de encontrar dois amigos que conheci no último Super Bowl, Curt e Sean da ESPN Americana. Eu estava subindo no escritório da ESPN pra recolher meu crachá pro jogo, quando reencontrei com eles. Saímos pra jantar num restaurante fabuloso chamado “Chop House”. Pedro Oliveira, editor e cinegrafista que está comigo aqui em Dallas, ficava repetindo, “thank you, thank you, thank you”. Ele falou que foi a melhor carne que comeu em sua vida. Foi engraçado.

No restaurante estavam duas pessoas do futebol americano, Charlie Batch (quarterback dos Steelers) e Trent Dilfer (excelente comentarista da ESPN e ex-jogador da NFL). Depois da comilança, veio um convite especial. Curt e Sean nos convidaram para a festa da ESPN. Coisa chique! Estavamos cansados, mas de vez em quando é bom descontrair e já que estamos aqui no Super Bowl, por que não curtir as festividades, né? Quando eu soube que Kid Rock faria um show na festa, fiquei emocionado. Adoro o Kid Rock e até gravei um pouquinho pra você poder conferir.

No sábado, voltamos para a o Sundance Square. Finalmente o sol mostrou sua cara!! Esses dias, nós sofremos bastante com a neve. Tivemos que tirar neve do carro com uma tesoura (era só isso que o pessoal do hotel tinha para nos ajudar), guiar a 30km por hora por causa das condições das estradas, e por diversas vezes, achavamos que íamos morrer de frio. Sábado fez um dia lindo, muito sol e temperatura de perto de 13 graus (eu sei que ainda é frio, mas é bem melhor que -18, a temperatura da última quarta-feira). Passamos um pequeno perrengue nesse dia e quase pagamos caro. Tivemos alguns atrasos (não tem como tudo sair do jeito que planejamos) e tivemos que correr muito pra entregar uma matéria. Conseguimos entregá-la no meio do programa “Sportscenter”. Fiquei muito tenso, mas deu certo!

Bom pessoal, agora vou dormir. Daqui a pouco é hora do Super Bowl e estamos querendo chegar no estádio umas cinco horas do início da partida pra ver a movimentação dos torcedores e produzir mais uma matéria. Até mais!

Notas relacionadas:

  1. POWER RANKINGS DOS TIMES DA NFL DEPOIS DA PRIMEIRA METADE DA TEMPORADA
  2. TROY POLAMALU É ELEITO O MELHOR DEFENSOR DA TEMPORADA
  3. PRIMEIRO DIA EM DALLAS FOI QUASE COMO VIVER DENTRO DE UM CONGELADOR!
Autor: pauloantunes Tags: , ,

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011 NFL - Futebol Americano | 04:58

PRIMEIRO DIA EM DALLAS FOI QUASE COMO VIVER DENTRO DE UM CONGELADOR!

Compartilhe: Twitter

Meu Deus, que gelo.  Uau!  Eu morei em Boston por dois anos e já senti bastante frio. Mais frio do que eu senti hoje em Dallas, vai ser difîcil de lembrar.  Que tal -11 graus com uma sensação térmica de -18.  Eu pensei que meu rosto ia congelar.

Enfim, chegamos no Aeroporto de Dallas/Fort Worth por volta das 6h depois de 10h de voo.  Mesmo depois da viagem que começou no aeroporto de Guarulhos em São Paulo, eu e meu cinegrafista/editor/faz tudo, Pedro Oliveira estávamos ansiosos pra trabalhar.  Fizemos o check-in no hotel por volta das 8h, horário que começou a coletiva do Green Bay Packers.  Infelizmente, não conseguimos comparecer.  A coletiva do Pittsburgh Steelers estava agendada para as 11h, mas primeiro precisamos passar no escritório da ESPN pra pegar nossos credenciais.  Depois de 40 minutos de viagem do nosso hotel (Marriott perto do aeroporto) até o escritório, pegamos nossos credenciais.  Depois, foram mais 25 minutos pra chegar na Universidade de Texas Christian para a coletiva do Pittsburgh Steelers.  Tudo por aqui é muito espalhado.  Você perde muito tempo no carro.

Que frio!!

Algums "sets" da ESPN sofreram com o frio na Sundance Square

A coletiva dos Steelers foi realizada com sucesso.  Todos os jogadores estavam disponíveis e eu tive o prazer de falar com Mike Wallace, Larry Foote (gostei dele, gente boa), James Harrison (cara de bravo dentro e fora do gramado), Troy Polamalu (humildade que me deixou pasmo; ele teve a coragem de falar que tem uns 15 jogadores defensivos melhores que ele na NFL), Maurkice Pouncey (que disse que está se sentindo bem melhor depois de sofrer um contusão no tornozelo esquerdo na semana passada), e Doug Legursky (substituto de Maurkice Pouncey).

Depois da coletiva, fomos para a mídia center.  Lá estão aglomerados milhares de jornalistas de 26 paises.  Todos produzindo suas matérias num cenário pra lá de especial.  Entre a edição de uma matéria, a gravação e edição de um boletim e uma entrada ao vivo no programa “Bate-Bola” da ESPN Brasil, gastamos várias horas trabalhando.  Só saímos de lá por volta das 21h.

O momento pra respirar um pouco veio logo depois.  Fomos comer num restaurante chamado “Fox and Hound” no Sundance Square (um ponto turistico na cidade de Fort Worth).  O lugar era perfeito pra quem ama esportes e…karaoke.  Isso mesmo.  Além de vários telões o bar/restaurante também foi palco de grandes cantorias (não estou brincando, o pessoal mandava bem mesmo).

Após o jantar, voltamos para o nosso hotel completamente exaustos. Ou quase completamente. Ainda encontrei um tempinho pra compartilhar meu dia com vocês. Vou dormir que amanhã tem mais. Boa noite de Dallas!!!

Notas relacionadas:

  1. UMA SEMANA DE MUDANÇAS NA NFL
  2. MESMO COM A NEVASCA EM MINNESOTA, POLVO PAULO NÃO DESANIMA E REVELA OS VENCEDORES DA DÉCIMA QUARTA RODADA DA NFL
  3. TROY POLAMALU É ELEITO O MELHOR DEFENSOR DA TEMPORADA
Autor: pauloantunes Tags: , ,

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011 NFL - Futebol Americano | 20:29

TROY POLAMALU É ELEITO O MELHOR DEFENSOR DA TEMPORADA

Compartilhe: Twitter

Troy Polamalu

Mais uma no currículo de Troy Polamalu.  Hoje, o jogador do Pittsburgh Steelers foi eleito o melhor defensor da temporada.  Polamalu recebeu 17 dos 50 votos, superando Clay Matthews dos Packers por dois votos.  O companheiro de equipe de Polamalu, James Harrison (vencedor do prêmio em 2008) foi o terceiro colocado com 8 votos.  (Esse Super Bowl vai ser bom ou vai ser bom?  Fala sério! Os três melhores defensores de liga vão participar do jogo.)

Polamalu teve bons números.  Ele foi o segundo melhor da liga com sete interceptações e ainda somou 63 tackles.  O jogador perdeu dois jogos por causa de uma contusão e tem jogado no sacrifício há um bom tempo.  Desde 2008,  os Steelers têm 31 vitórias e 8 derrotas com ele em campo.  Sem Polamalu, são 6 vitórias e 7 derrotas.   Sua inteligência, habilidade atlética, agressividade e velocidade representam o coração da defesa dos Steelers.  O oitavo anista mereceu o prêmio.

” Com todo respeito, eu honestamente acho que Troy Polamalu é provavelmente o melhor jogador com quem eu já joguei ou vi jogar.”  Essas são as palavras de Santonio Holmes, ex-companheiro de equipe.

E por falar em companheiros de equipe.  Que tal o gesto de alguns jogadores dos Steelers hoje nas coletivas em Dallas.  Vários usaram perucas pra homenagear o melhor defensor da liga.

Brett Keisel é a cara do Troy Polamalu. Impressionante.

 

Ryan Clark

 

Hines Ward brincando com a mídia.

Eu estava pensando num novo apelido para o Polamalu e conclui que “Cabeleira Assassina” seria apropriado.  O que acham? Sugestões?

Notas relacionadas:

  1. Esporte virtual
  2. POWER RANKINGS DOS TIMES DA NFL DEPOIS DA PRIMEIRA METADE DA TEMPORADA
  3. MESMO COM A NEVASCA EM MINNESOTA, POLVO PAULO NÃO DESANIMA E REVELA OS VENCEDORES DA DÉCIMA QUARTA RODADA DA NFL
Autor: pauloantunes Tags: , , ,

  1. Primeira
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5
  6. 6
  7. 10
  8. 20
  9. 30
  10. Última