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segunda-feira, 5 de abril de 2010 MLB - Beisebol | 17:48

Detroit Tigers

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O Tigers quer esquecer o ano passado. Após cair de produção na reta final da temporada regular, a equipe foi alcançada pelo Twins na liderança da Liga americana Central, perdeu o “jogo desempate” e ficou fora dos playoffs. Pode ter sido o último suspiro de uma agremiação que nos anos anteriores tinha investido pesado para deixar de ser uma piada.

A decepção de 2009 forçou uma nova mudança de planos. Atingida pela crise financeira, a equipe teve que economizar dinheiro e iniciou uma reformulação forçada. Primeiro, mandou o popular OF Curtis Granderson para o Yankees e o pitcher Edwin Jackson para o Diamondbacks. Depois, achou injusto tentar manter Placido Polanco no time com um salário menor do que merecia, e o jogador assinou por três anos com o Phillies por US$ 18 milhões.

“Nós realmente abrimos mão de alguns bons jogadores”, declarou o general manager Dave Dombrowski. “Mas nós estávamos numa posição que exigia determinados ajustes”.

Apesar das mudanças, dinheiro continua a preocupar o Tigers. Afinal, a equipe precisa lidar com os altos contratos de alguns atletas que não têm rendido muito. Sobretudo Magglio Ordonez, que deu sinais de decadência em 2009, talvez atrapalhado pelos problemas de saudade de sua mulher.

Para 2010, a aposta é na juventude de Austin Jackson, substituto de Granderson que pode deslanchar. Outra promessa é o pitcher Max Scherzer, 11ª escolha do draft de 2006 pelo Diamondbacks, que chegou na negociação envolvendo Edwin Jackson.

Opinião de um adversário
“Vamos dar algum crédito ao Tigers por dar a volta por cima após jogar muito mal em 2008. mas como eles vão reagir após a brusca queda de produção na reta final do ano passado?”

Notas relacionadas:

  1. Rapidinhas
  2. Rapidinhas
  3. Los Angeles Angels
Autor: Paulo Tescarolo Tags: , , , , , , , , , ,

quarta-feira, 31 de março de 2010 MLB - Beisebol | 22:35

Kansas City Royals

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A expectativa em torno do Royals era alta em 2009, mas a equipe decepcionou e não chegou nem perto dos playoffs. Para 2010, só muda a expectativa, que é consideravelmente menor. O time mudou pouco. Até o técnico Trey Hillman foi mantido no cargo e terá mais uma temporada para tentar mostrar serviço.

A defesa do treinador ao menos tem um bom argumento para justificar o fracasso: as contusões. Ao longo de 2009, o Royals perdeu diversos jogadores, e mesmo os que não ficaram muito tempo fora de ação tiveram seu rendimento prejudicado. A lista tinha Mike Aviles, Coco Crisp, Jose Guillen, Brian Bannister, Kyle Davies, Alex Gordon…

Para a nova temporada, a rotação de pitchers ainda é capitaneada por Zack Greinke, um dos melhores da MLB, com ERA de 2,16, 16 vitórias e 8 derrotas em 2009. A única dúvida, claro, é se ele permanecerá fora do departamento médico. O bullpen também consegue se segurar, com o closer Joakim Soria apoiado por Robinson Tejeda e Kyle Farnsworth.

Além dos problemas clínicos, o Royals precisa aprender a lidar com um ataque deficiente, o segundo pior da Liga Americana, com aproveitamento de 25,9% no bastão, 686 corridas e 144 home runs. Não que seja o bastante para mudar esse painel, mas Billy Butler foi muito bem no ano passado e pode sustentar a ofensiva do time ao lado dos atletas que se recuperaram.

Opinião de um adversário
“Talvez eles devam dizer aos jogadores que todo mês do ano é setembro. Eles sempre jogam bem no final da temporada, não conseguem ser competitivos no começo”

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  1. Todo mundo quase vivo
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  3. Oakland Athletics
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MLB - Beisebol | 18:35

Cleveland Indians

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Em 2008, a equipe perdeu CC Sabathia, e em 2009 ficou sem Cliff Lee e Victor Martinez. Claro, veio a derrocada, e o time que quase chegou às World Series em 2007 não chegou nem perto dos playoffs nas temporada seguintes. O passo seguinte foi a troca de treinador, e Manny Acta assumiu o lugar de Eric Wedge.

Assim, com uma folha de pagamento consideravelmente menor, a equipe vai investir em jovens talentos daqui pra frente, sem previsão de quando colherá os frutos. O torcedor está cabisbaixo, mas o treinador acredita no potencial da equipe e chegou a rejeitar uma proposta do Houston Astros.

De fato, há boas peças, como Shin-Soo Choo (foto Getty Images), Grady Sizemore, Travis Hafner, Johnny Peralta e Asdrubal Cabrera. Mas a rotação, que foi um desastre em 2009, com o segundo pior ERA de toda a MLB, não deve melhorar muito. E, paralelamente, dois ex-pitchers do Indians duelaram (e brilharam) nas World Series: Sabathia e Lee. Deve doer…

O bullpen consegue ser ainda pior que a rotação, o que deixa para os rebatedores a missão de vencer jogos. Aí, a responsabilidade é de Choo, melhor jogador da equipe no ano passado, e Sizemore, que precisa se recuperar de uma temporada ruim. Entre os jovens, a aposta é Matt LaPorta, peça-chave na troca que mandou Sabathia para o Brewers em 2008.

Opinião de um adversário
“Acho que ninguém ficou surpresa quando Eric Wedge foi demitido. Mas, olhando para esta equipe, como você pode culpar o treinador?”

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  1. As últimas do beisebol
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MLB - Beisebol | 08:48

Los Angeles Angels

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A equipe perdeu três jogadores importantes na intertemporada: Chone Figgins foi para o rival de divisão Mariners; John Lackey acertou com o Red Sox; Darren Oliver trocou o Angels pelo Rangers. Sinal de que o Angels estará mais fraco em 2010? Nada disso! O time volta com força e sai na frente dos rivais na briga pela liderança de divisão.

A rotação ainda é forte: Jered Weaver teve melhor ERA do que Lackey em 2009, enquanto Joe Saunders conquistou mais vitórias do que o ex-companheiro. No bullpen, a aposta é Fernando Rodney, que conseguiu 37 saves em 38 oportunidades com o Detroit Tigers e é outro importante reforço do Angels

A posição de Chone Figgins, por sua vez, será ocupada em alguns momentos pelo jovem Brandon Wood, futuro astro da liga, e em outras ocasiões por Maicer Izturis, uma espécie de solução emergencial.

Figgins, que anotou 114 corridas e roubou 42 bases em 2009, é uma perda considerável, mas o ataque continua forte. Uma das apostas é a boa fase de Kendry Morales, que virou titular e conseguiu 34 homers, com aproveitamento de 30,6% no bastão. E ainda vem aí Hideki Matsui (foto Getty Images), MVP das World Series de 2009 com o Yankees. Sem falar em Bobby Abreu, Torii Hunter e Erick Aybar.

Entre prós e contras, o Angels continua com saldo positivo. Em relação aos rivais, o time é mais talentoso, tem mais dinheiro, categorias de base mais fortes e um treinador competente. Precisa de mais?

Opinião de um adversário
“Com Jered Weaver, Ervin Santana, Scott Kazmir e Joe Saunders, eles ainda terão uma rotação muito forte. Mesmo sem algumas peças importantes, este ainda é um time muito bom”

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  1. Pitcher do LA Angels morre em acidente de carro
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  3. Seattle Mariners
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terça-feira, 30 de março de 2010 MLB - Beisebol | 21:38

Seattle Mariners

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O Mariners venceu 85 jogos no ano passado, o que parece interessante. Porém, se você considerar que tinha vencido apenas 61 em 2008, vai perceber que 2009 foi muito mais do que “interessante”. Apesar do relativo sucesso no ano passado, a ausência nos playoffs levou a diretoria a adotar uma postura agressiva. Assim, tirou Chone Figgins do rival de divisão Angels e investiu alto também em Cliff Lee e Milton Bradley.

A melhora é evidente, mas há um dilema aí: Figgins e Ichiro Suzuki podem iniciar uma disputa pela condição de leadoff (primeiro a rebater), e não dá nem pra imaginar uma solução amigável. Por enquanto, o japonês está mantido e lá deve permanecer. Se não houver problemas, é certo que a equipe vai anotar mais corridas que em 2009.

Na rotação de pitchers, tudo caminha às mil maravilhas, e a torcida também tem motivos para festejar. Com a dobradinha Felix Hernandez (foto Getty Images) e Cliff Lee, o Mariners tem uma das melhores duplas de pitchers da Liga Americana, que certamente garantirá numerosas e importantes vitórias.

Aliás, a renovação de Hernandez desde já é assunto, embora o contrato vença só após a temporada 2011. e aí reside outro drama do Mariners, que não gastará menos do que US$ 100 milhões para segurar seu astro. Os rivais estão de olho.

Opinião de um adversário
“Figgins vai se enquadrar no time muito bem com seu estilo agressivo, isso é fato. Agora, se pedirem para Ichiro rebater em segundo, o que acontecerá caso ele diga ‘não’?”

Notas relacionadas:

  1. Opening day
  2. A MLB vem aí
  3. 5 times, 5 pitchers
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MLB - Beisebol | 18:33

Texas Rangers

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A equipe texana foi bem em 2009 e permaneceu na ponta da Liga Americana Oeste até julho, quando foi superada pelo Angels. Dali em diante, permaneceu em segundo lugar e teve que se satisfazer com essa posição. O motivo: o ataque é forte, mas sofreu com falta de bons pitchers e com a defesa deficiente.

Para 2010, a expectativa é de uma sutil melhora. Na defesa, os holofotes estarão sobre Elvis Andrus, segundo atleta com mais erros na MLB em 2009. Agora, após um ano de experiência como shortstop, ele deve crescer defensivamente.

Para melhorar a rotação, a equipe fez uma aposta arriscada: o eficiente Rich Harden (foto Getty Images), que tem sofrido com as lesões e acumula uma média de apenas 16 jogos por temporada nos últimos cinco anos. Isso sem falar em seu péssimo desempenho no estádio do Rangers, onde tem ERA de 7,66.

No bullpen, a aposta para o futuro é Neftali Feliz (boa aposta também pro Fantasy), que pode até brigar com uma vaga na rotação, mas em alguns anos deve ser firmar como closer da equipe.

No ataque, nenhuma preocupação: Michael Young tem aproveitamento de 30,2% na carreira; Ian Kinsler saltou de 18 homers em 2008 para 31 em 2009; Nelson Cruz, enfim titular, explodiu em 2009 com 33 homers.

Opinião de um adversário
“Eles são muito voltados para o ataque, mas ainda precisam de algo mais na primeira base. E o estádio é complicado também para os jogadores de campo, não apenas para os pitchers”

Notas relacionadas:

  1. Cuidado com o Yankees
  2. Rapidinhas
  3. Phillies x Yankees?
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segunda-feira, 29 de março de 2010 MLB - Beisebol | 17:29

Oakland Athletics

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Em 2009, o A’s trabalhou para formar bons arremessadores. Deu certo. Agora, a missão é arrumar bons rebatedores. Para isso, a equipe aposta numa safra de jovens talentos com potencial, mas cujo brilho pode ficar guardado para o futuro.

Entre os jogadores mais antigos, uma das chaves do sucesso é Eric Chaves. Se ele for bem, o time cresce. Se sofrer com a lesão no ombro que o incomodou em 2009, o time perde demais. Já o catcher Kurt Suzuki, futuro All-Star, é apenas razoável com o taco nas mãos, mas tende a melhorar em 2010, além de manter o ótimo desempenho defensivo.

Quem deve crescer demais na temporada é Rajai Davis (foto Getty Images), que pela primeira vez será titular desde o começo da temporada. Assim, a perspectiva é de que chegue a 60 bases roubadas e lidere a MLB nessa categoria (atenção, jogadores de Fantasy!). Vai dividir essa tarefa com Coco Crisp, que chega para tentar voltar à boa fase dos tempos de Red Sox e Indians.

Enquanto o ataque deixa interrogações na cabeça do torcedor, o bullpen é excelente, sob o comando do closer Andrew Bailey, melhor rookie da Liga Americana em 2009.

A matemática é simples: se os jovens corresponderem, o time vai melhorar ofensivamente e somar algumas vitórias a mais. Caso contrário, a campanha tende a ser decepcionante, e o time provavelmente manterá um triste número: pior público da MLB.

Opinião de um adversário
“Eles têm um catcher sólido, Suzuki, e a rotação tem alguns braços realmente jovens e qualificados. Só uma pergunta: de onde eles vão tirar um ataque?”

Notas relacionadas:

  1. Não esqueçam de mim!
  2. New York Mets
  3. Philadelphia Phillies
Autor: Paulo Tescarolo Tags: , , , , , , ,

sexta-feira, 26 de março de 2010 MLB - Beisebol | 18:38

Philadelphia Phillies

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Em julho de 2009, o general manager Ruben Amaro Jr. mandou quatro prospectos para o Cleveland Indians em troca do pitcher Cliff Lee. O negócio funcionou, e o pitcher brilhou nos playoffs com quatro vitórias e nenhuma derrota. Venceu, inclusive, os dois únicos jogos vencidos pelo Phillies nas World Series contra o Yankees.

O ano acabou, o título não veio e Amaro resolveu agir. Corajoso, ele não pensou duas vezes ao mandar Lee para o Mariners em troca de três prospectos, um deles o promissor pitcher Phillipe Aumont, de apenas 21 anos. Paralelamente, o Phillies também abriu de três jovens e trouxe o pitcher Roy Halladay, um dos melhores da MLB. (abaixo, Ruben Amaro Jr. e Roy Halladay, em foto Getty Images)

Bom ou mau negócio? Vejamos. Lee tinha contrato até o final de 2010 e certamente exigira uma bala para renovar contrato depois disso. Já Halladay tem contrato de três anos por US$ 60 milhões, com direito a renovar por mais dois anos depois disso. Ou seja, deve ficar na equipe até 2014, no mínimo.

Claro, nem tudo é perfeito. A dúvida que fica: dos seis moleques envolvidos na troca, quem vai brilhar mais no futuro? Embora Aumont seja promissor, abrir mão do também pitcher Kyle Drabek pode causar algum arrependimento daqui a alguns anos. É esperar para ver

Na verdade, não era difícil imaginar um cenário com Lee e Halladay juntos no Phillies em 2010, mas para isso o time teria que esvaziar as categorias de base. Melhor não arriscar, até porque J.A. Happ, segundo melhor rookie da Liga Nacional em 2009, retorna mais experiente e fortalece uma rotação invejável, que ainda deve ter Cole Hamels, Joe Blanton e Jamie Moyer.

Ofensivamente, a saída mais sentida foi a de Pedro Feliz, devidamente compensada com o retorno de Placido Polanco. Ou seja, o que já era bom em 2009 estará ainda melhor em 2010. O Yankees que se cuide..

Opinião de um adversário
“Gostei bastante da forma como eles foram atrás de Halladay. Sei que sentirão falta de Cliff Lee inicialmente, mas ter Halladay por um longo tempo vai se tornar um grande negócio”

Notas relacionadas:

  1. Philadelphia Phillies na WS
  2. Phillies x Yankees?
  3. Reforço de peso
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MLB - Beisebol | 15:25

Atlanta Braves

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Bobby Cox tem 68 anos e está no comando do Atlanta Braves desde 1990. Considerando a passagem anterior por lá, de 1978 a 1981, são quase 25 anos num mesmo time. De 1991 a 2005, conquistou 14 títulos seguidos de divisão, levando em conta a polêmica temporada de 1994, interrompida pela greve de atletas. Não pegaria nada bem fechar essa longa jornada com uma demissão. Pois o treinador se antecipou e anunciou que 2010 será o último ano no cargo. A equipe, aliviada, resolveu levar o time aos playoffs como homenagem ao velho comandante.

O Braves jamais se preparou para a mudança, e não existe um herdeiro sentadinho à esperar de o cargo vagar. Na verdade, a equipe prefere se focar no presente. E, para formar um time forte o bastante, teve que abrir um pouco a folha salarial. Assim, Javier Vazquez deixou o time para a chegada do versátil Melky Cabrera (foto Getty Images), numa troca que alegrou mais a torcida do Yankees do que a do Braves. Pelo menos até a temporada começar…

A rotação de arremessadores, mesmo sem Vazquez, não deixa a dever nada para os demais favoritos da MLB. Derek Lowe continua no time, e os jovens Tommy Hanson e Jair Jurrjens estão mais experientes do que em 2009. No bullpen, a grande novidade é o closer Billy Wagner, recuperado de uma temporada marcada por contusões.

No ataque, a grande esperança é a redenção de Chipper Jones, que teve uma brusca queda de rendimento m 2009. Outro veterano, Troy Glaus, chega ao time para reerguer a carreira depois de jogar apenas 14 partidas pelo Cardinals em 2009. E assim, com um técnico veteraníssimo, uma rotação forte e um ataque imprevisível, o Braves inicia 2010 com boas chances de lutar pelos playoffs numa divisão bastante equilibrada, onde os mínimos detalhes farão a diferença.

Opinião de um adversário
“Tommy Hanson é um cara de quem eu realmente gosto. É jovem, tem qualidade e é muito confiante. É o tipo de garoto que você gostaria de manter na rotação por muitos anos”

Notas relacionadas:

  1. O campeão acordou
  2. 5 times, 5 pitchers
  3. Pittsburgh Pirates
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MLB - Beisebol | 11:26

New York Mets

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Em 2009, o Mets trocou o bom e velho O’Shea Stadium pelo novo e não tão favorável Citi Field. Modernismos e conforto à parte, o novo estádio não se enquadrou bem ao estilo de jogo da equipe, mais habituada a rebatidas potentes do que defesas eficientes. Resultado: pauladas que geralmente cruzavam o muro do velho campo agora acabam dentro do cercado. (abaixo, Jason Bay no Citi Field, em fogo Getty Images)

A mudança de casa refletiu nos números da equipe. Pra se ter uma ideia, Daniel Murphy foi o líder de home runs da equipe em 2009 com… 12 homers. Isso mesmo, 12! Outra vítima foi David Wright, que teve média de 29 home runs nas temporadas anteriores, mas em 2008 bateu apenas 10 bolas para fora dos limites do campo.

Mas há, claro, uma outra visão. Os adversários do Mets conseguiram 81 homers no Citi Field, enquanto a equipe da casa fez apenas 49. Claro, a mudança de campo deixou os atletas desorientados, mas talvez ele não tenha sido o único culpado.

Para lidar com a falta de homers, a equipe decidiu não mudar as dimensões do campo, como chegou a se cogitar. ao invés disso, investiu em Jason Bay, reforço de US$ 66 milhões que bateu 36 homers pelo Boston Red Sox em 2009. Outra alternativa, um pouco mais barata, foi investir mais numa boa defesa e em bons pitchers, talvez até para mudar o estilo de jogo do time. É esperar para ver.

Opinião de um adversário
“Não tenho certeza se eles vão rebater melhor no segundo ano de Citi Field. Não acho que há muitos caras capazes de bater para fora desse campo. É melhor investir numa boa defesa e em bons pitchers”

Notas relacionadas:

  1. “Golpe da pirâmide” pode derrubar o NY Mets
  2. Casa nova, vida nova
  3. Noite histórica na MLB
Autor: Paulo Tescarolo Tags: , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 10
  3. 18
  4. 19
  5. 20
  6. 21
  7. 22
  8. 30
  9. 40
  10. Última