Derek Jeter, shortstop do New York Yankees, interpretará ele mesmo em Other Guys, próximo filme de Will Ferrell, parceiro na tela de Mark Wahlberg, fanático torcedor do Boston Red Sox. Pelo que entendi, Jeter aparece na rua com um taco de beisebol, é confundido com um ladrão e leva um tiro na perna. Anos depois, sei lá eu por qual motivo, vira mendigo. Já os dois atores são devidamente punidos e viram “ex-policiais”.
Jeter é um ator quase experiente. Ele já fez o papel dele mesmo no filme Tratamento de Choque, com Adam Sandler e Jack Nicholson. Ele aparece rapidamente ao lado de Roger Clemens, então pitcher do Yankees, e acho que os dois trocam uma ou duas palavras.
Não sei se a brincadeira vai funcionar muito para o público brasileiro, mas eu certamente vou me divertir no cinema. Não que goste muito de Will Ferrell, mas a presença de Derek Jeter certamente compensa. Depois de 5 World Series, um Oscar até que ficaria bem nas prateleiras do craque.
Quando o jornalista vira personagem principal de alguma notícia, coisa boa não deve ser. A polêmica da semana nos Estados Unidos fica por conta de um vídeo de câmera escondida da bela jornalista esportiva da ESPN Erin Andrews que vazou na internet.
A história que o NY Post conta é que o vídeo foi gravado por um “peephole”, ou um buraco na parede, de um quarto de hotel.
Acredita-se que as imagens foram gravadas em um quarto de hotel de Omaha, em Nebraska, quando Erin participava da cobertura do College World Series de beisebol, vencido pela Louisiana State University (LSU).
O vídeo se espalhou rapidamente e mostra Erin se trocando, arrumando o cabelo e passando maquiagem nua no quarto. Após queixa da repórter, as imagens foram tiradas do ar e a polícia investiga o autor da gravação.
E tome cuidado! Alguns sites maliciosos prometem o download do vídeo, mas acabam infectando com vírus o computador do internauta curioso.
Alguns trechos do vídeo foram publicados pelo NY Post
Erin Andrews tem 31 anos e fez sua carreira como repórter esportiva na ESPN. Foi considerada pela revista Playboy, em 2008, a cronista esportiva mais sexy dos EUA. Segundo a Wikipedia, suas credenciais esportivas são vastas. Já cobriu jogos de basquete da NBA em horário nobre, jogos da MLB e da NHL desde 2004.
A “dancinha” de Maluaga
Esta não é a primeira polêmica da carreira de Erin Andrews. Durante o Rose Bowl 2009, em janeiro, Rey Maualuga, linebacker da University of Southern California, foi flagrado fazendo uma “dancinha” pelas costas da jornalista, sem ela perceber. A cena suscitou o debate sobre preconceito contra mulheres no meio esportivo e ainda gerou a denúncia de assédio sexual por parte da Women’s Sports Foundation.
Assista abaixo ao gesto de Maualuga:
Uma semana depois, Maualuga fez um pedido formal de desculpas à jornalista. O comunicado dizia ainda que o linebacker conversou por telefone com Erin e se desculpou com ela. “Ele percebeu ter cometido um erro e lamenta profundamente suas ações”, diz o comunicado.
A Sporting News fez uma pesquisa pela internet para avaliar a popularidade de cada esporte nos Estados Unidos. O resultado me surpreendeu. A MLB é a liga preferida dos internautas, à frente da NFL. A NBA, que há tempos está em baixa, conseguiu perder da NHL e até das “outras” ligas, sejam lá quais forem. Como a pesquisa foi feita pela internet e apenas com quem é cadastrado, não representa o que pensa a população em geral. Mas não deixa de ser interessante.
A pesquisa pedia ao internauta que listasse as ligas em ordem de preferência, de 1 a 8. O quadro abaixo mostra quantas vezes cada liga ficou em primeiro, quantas vezes ficou em segundo e por aí vai. O resultado final está na coluna “SCORE”.
Comprar revistas importadas aqui no Brasil é coisa pra gente rica. Eventualmente, banco o magnata e compro a Hoop ou a Slam, ambas sobre basquete. Raramente encontro a Sporting News, minha preferida. A revista da ESPN sai bem mais em conta e eu cheguei a assinar por algum tempo. Mas não está entre as minhas preferidas.
Agora, quem sofre com isso pode apelar para as publicações distribuídas online, em arquivos PDF. Para quem não sabe, a livraria Barnes & Noble oferece a assinatura de várias revistas pela internet. Eu assinei a Sporting News e não me arrependi. Por 28 edições online, você paga US$ 16,50, cerca de R$ 33. É o valor de uma mísera edição comprada nas bancas de jornal brasileiras. Isso quando temos a sorte de encontrar à venda.
As revistas online chegam geralmente através um programa fornecido gratuitamente pela própria livraria. É semelhante ao Adobe Reader, com praticamente as mesmas funcionalidades. Dá para imprimir a revista, ler quantas vezes quiser e armazenar no computador para sempre. Não gasta nem espaço no armário.
Vez ou outra, um jogador da NBA, de alguma universidade ou até do colegial acerta uma cesta do meio da quadra (ou de mais longe) e vira destaque na televisão ou na internet. Até cansou. Mas nunca vi um sujeito fazer a cesta, aceitar o desafio para repetir a dose e… se dar bem de novo!
Casey Weber, da Dayton Christian High School, converteu a cesta de três pontos ao final do terceiro quarto de uma final regional. Uma TV local, então, resolveu acompanhar os treinos do time e pediu ao jogador que tentasse mais uma vez. E o cara acertou mais uma vez!
Weber anhou espaço na ESPN, como a gente vê no vídeo acima. Já os amigos dele, empolgados, lançaram um desafio a LeBron James para um “duelo de longa distância”. Se Weber ganhar, LeBron compra para a equipe um restaurante mexicano (?!). Mas não será mole, já que o rival também tem o hábito de acertar cestas de longe de vez em quando. Confira no comercial abaixo (é de mentirinha, hein!).
A Adidas resolveu juntar dois de seus maiores garotos-propaganda: David Beckham e Kevin Garnett. E o primeiro vídeo da nova campanha coloca os dois frente a frente num divertido desafio de basquete com os pés. Adivinha quem vai levar a melhor…
Quem quiser ver o vídeo com qualidade um pouco maior e com legendado pode clicar aqui.
A Gatorade acabou de lançar uma baita campanha de marketing chamada “Quest For G”. Parte dessa campanha é um vídeo “hollywodiano” com diversos atletas numa “cruzada em busca do G”. O protagonista é Kevin Garnett, obviamente por causa da letra G. Ao lado dele estão Derek Jeter, do NY Yankees, o velocista Usain Bolt, a dupla de vôlei de praia Walsh/May, o corredor de Nascar Jimmy Johnson e a ginasta Alicia Sacramone.
Quem assistir ao vídeo até o final ainda terá duas boas surpresas: Kareem Abdul-Jabbar, em mais um papel divertido (lembram dele em Apertem os Cintos…?), e a voz de Michael Jordan no final. Embora bem feito e engraçado, o vídeo coloca os atletas em situações um tanto ridículas. Alguém já imaginou se um grupo de atletas aqui no Brasil se submetesse a isso? Seriam motivo de piada por muito tempo.
O técnico do time de basquete do Covenant School of Dallas, um colégio privado cristão, foi despedido no último domingo após seu time vencer o Dallas Academy por 100 a 0.
Peraí! Demitido por uma vitória dessas? Sim, caro leitor. Segundo a diretoria da escola vencedora, o time “humilhou” o adversário em quadra, uma atitude “vergonhosa”. “Isso não reflete uma posição honrosa em relação ao esporte”, afirmou o diretor da escola em um comunicado.
O técnico, no entanto, afirmou em uma carta a um jornal local, que ele não se desculparia pela vitória. “Minhas garotas jogaram com honra e integridade”, disse. “Eu não concordo com o comunicado da escola e acho que a equipe não deve se envergonhar de ter vencido pela margem que venceu. Meus princípios não me permitiram facilitar o jogo para qualquer oponente”.
Mas o pior da história toda é que a Dallas Academy, uma pequena escola com apenas 20 garotas e que nunca ganhou uma partida nas últimas quatro temporadas, é especializada em pessoas com “diferenciais de aprendizado”, como dislexia e distúrbio de déficit de atenção (DDA).
Apesar de nunca terem vencido um jogo, as garotas da Dallas Academy afirmam que não desistem fácil e vão continuar treinando. “Nós nos esforçamos em tudo o que fazemos. Mesmo perdendo de 100 a 0″, afirmou uma das jogadoras (assista à entrevista abaixo, em inglês).
E você? Acha que a demissão do treinador foi justa ou ele apenas quis que seu time mantivesse a seriadade durante a partida, independente do adversário ou do resultado?
Quem não se lembra de Alexi Lalas, dublê de roqueiro e zagueiro dos Estados Unidos na Copa do Mundo de 1994? Ex-presidente do Los Angeles Galaxy, o time da MLS em que David Beckham joga atualmente, Lalas foi demitido em agosto deste ano, mas segue ligado ao futebol. O grande objetivo dele atualmente é levar a Copa do Mundo de volta aos Estados Unidos, embora não tenha revelado como pretende fazer isso.
Numa rápida entrevista à revista Sporting News, nesta quinta-feira, Lalas mostrou bom humor e revelou um visual comportadíssimo, que o deixou quase irreconhecível. Entre outras coisas, disse que golfe é um esporte chato, contou que quando garoto torcia pelo Detroit Red Wings, da NHL, e revelou por que usava cabelos longos nos tempos de jogador: tinha vergonha das “orelhas de abano”.
Panayotis Alexander Lalas nasceu no dia 1º de junho de 1970, em Birmingham, no Estado de Michigan. Além de jogar futebol, quando garoto apitava jogos de campeonatos juvenis. “A melhor forma de moldar o caráter de um jovem é trabalhar como árbitro e ouvir a garotada dizer obscenidades quando você deixa de marcar um pênalti”, conta o ex-jogador. Mais tarde, estudou na Universidade de Rutgers, onde iniciou a carreira de atleta. Tornou-se ainda o primeiro norte-americano a disputar a Série A do Campeonato Italiano, em 1994. Aposentou-se como atleta em 2003. Foi ainda membro da banda Gypsies, que lançou dois discos no final da década de 90.
Você já pensou em ser dono de um time de beisebol? Tá certo, provavelmente não. De toda forma, isso já é possível (ao menos em parte). A ideia do site iTeam Sports é simples: por algo entre 150 e 200 dólares, você compra uma quota de um time profissional que disputa uma liga independente dos Estados Unidos. Portanto, nada de MLB, NBA, NFL…
Até agora, o site já oferece “ações” de três equipes de beisebol: El Paso Diablos, Grand Prairie Air Hogs e Atlantic City Surf. O Surf, por exemplo, é dirigido por Cecil Fielder, que foi primeira-base de Toronto Blue Jays, Detroit Tigers, New York Yankees, Anaheim Angels e Cleveland Indians.
Entre outras coisas, o sócio-proprietário tem direito a certificado numerado, boné oficial, acesso a blogs e chats com outros sócios, acesso VIP a eventos exclusivos e a fazer a cobertura ao vivo de qualquer evento ligado ao clube. É uma espécie de sócio-torcedor, algo bem comum no futebol brasileiro atualmente, só que com alguns bônus.
Parece besteira, mas alguns privilégios podem ser divertidos. Entre os tais eventos, por exemplo, estão jantares dentro do campo de jogo e uma “festa do pijama” no estádio. Se for sorteado, o sócio ainda ganha o direito de sentar ao lado dos jogadores no dugout durante uma partida.
O site esclarece algumas dúvidas. Uma delas é que os sócios não lucram com o investimento. A explicação do site: para garantir a um grande número de pessoas essa experiência, as quotas são pequenas demais, e eventuais lucros tornam-se insignificantes. No futuro, times de futebol americano, basquete, hóquei e equipes de automobilismo estarão disponíveis.
O investimento só não garante o direito de interferir em decisões da diretoria, como “cortar a cabeça” do treinador ou rescindir o contrato de algum atleta baladeiro. E isso, convenhamos, torna a brincadeira bem menos divertida.
El Paso Diablos em ação: que tal ser o “patrão” dos jogadores Whigham, Blackley, Neitz e Crespo?
Fernanda Fontes, Leandro Meireles Pinto e Paulo Tescarolo não se deixam levar pela trilogia “samba, futebol e mulatas” e preferem um belo touchdown a um gol de bicicleta.