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Posts com a Tag Bola de Prata

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008 Tempo real | 11:59

Melhor volante (2)

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O meio-de-campo defensivo é completado por Ramires, do Cruzeiro. O volante ainda está na briga pela Bola de Ouro, dada ao melhor jogador do torneio. Clique aqui e acesse a ficha técnico do jogador.

O jornalista Paulo Vinícius Coelho, o PVC, entregou a Bola de Prata a Ramires.

Autor: Mário André Monteiro Tags:

Tempo real | 11:55

Melhor volante (1)

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O são-paulino Hernanes fez um ótimo Brasileirão e leva um dos prêmios de volante do dia. Clique aqui e acesse a ficha técnica do jogador.

A Bola de Prata foi entregue ao atleta por Arnaldo Ribeiro, editor-chefe da Revista Placar. Detalhe é o chapeu utilizado pelo volante.

Autor: Mário André Monteiro Tags:

Tempo real | 11:42

Melhor lateral-esquerdo

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Completando o setor defensivo, Juan, do Flamengo, foi contemplado. O ala ficou à frente de Jadílson, do Cruzeiro, e Jorge Wagner, do São Paulo, que também estavam na briga. Clique aqui e acesse a ficha técnica do jogador.

O lateral da Portuguesa, Athirson, que já ganhou a Bola de Prata com a camisa do Flamengo, entrega o prêmio a Juan.

Autor: Mário André Monteiro Tags:

Tempo real | 11:37

Melhor zagueiro (2)

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Completando a zaga, Miranda, também do São Paulo, foi o premiado. Assim, os dois melhores defensores do Brasileirão, segundo a Placar, são do campeão brasileiro. Clique aqui e acesse a ficha técnica do jogador.

Daryo Pereyra, que marcou época no São Paulo, entrega a Bola de Prata para o são-paulino.

Autor: Mário André Monteiro Tags:

Tempo real | 11:30

Melhor zagueiro (1)

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Um dos prêmio de melhor zagueiro vai para o são-paulino André Dias. Clique aqui e acesse a ficha técnica do jogador.

A Bola de Prata foi entregue ao zagueiro por José Trajano, diretor de jornalismo da ESPN Brasil.

André Dias disse que a partida que marcou a reviravolta e reação do São Paulo no Brasileirão foi contra o Atlético-MG. Veja:

Autor: Mário André Monteiro Tags:

Tempo real | 11:26

Melhor lateral-direito

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A Bola de Prata para o melhor lateral-direito vai para Vítor, do Goiás. Ele desbancou Léo Moura, do Flamengo, e Ruy, do Náutico, que estavam bem na disputa. Clique aqui e acesse a ficha técnica do jogador.

O atleta do Goiás recebeu o prêmio das mãos do ex-lateral do Flamengo Leandro, que já faturou duas vezes a Bola da Placar.

Sobre seu futuro, o lateral-direito desconversou sobre uma possível proposta do Palmeiras, que quer contratá-lo para 2009:

Autor: Mário André Monteiro Tags:

Tempo real | 11:20

Melhor goleiro

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Primeira entrega do dia na Bola de Prata. O prêmio de melhor goleiro do Brasileirão vai para Rogério Ceni, do São Paulo. Clique aqui e acesse a ficha técnica do jogador.

O trofeu foi entregue ao arqueiro do campeão brasileiro pelas mãos do ex-goleiro Zetti, que também brilhou com a camisa do São Paulo. É a sexta Bola de Prata conquistada por Rogério em toda história.

Autor: Mário André Monteiro Tags:

terça-feira, 11 de novembro de 2008 Time dos Sonhos | 12:44

Craques por um instante

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O Brasileirão vai chegando ao fim. Além do título, é a fase em que são decididos os vencedores da Bola de Prata, prêmio que a revista Placar entrega aos melhores do campeonato desde 1970, ano do último “Robertão”. Não é eleição, é uma premiação “matemática”. Em todo jogo há um jornalista no estádio para dar notas a todos os atletas em campo. Os vencedores são os donos das melhores médias ao final da disputa.

Por mais que a fórmula seja justa, a premiação não agrada a todos. Sempre há os que discordam dos vencedores. E, dando uma olhada em quem venceu no passado, ficamos propensos a achar que algumas notas não foram tão boas assim. Os caras podem até ter feito um baita campeonato. E de fato fizeram, ou então não teriam sido eleitos. Mas nunca fizeram mais nada além daquilo.

Pensando nisso, resolvi armar um time com 11 vencedores “esquecíveis” da Bola de Prata. Vejam bem: a ideia não é contestar a premiação, que tende a ser justíssima, ou a qualidade dos jogadores, que em ao menos um momento da carreira foram brilhantes. A intenção é apenas mostrar que, depois daquele feito, o sujeito desapareceu sem deixar rastros. Pra não excluir os mais jovens, peguei apenas atletas eleitos a partir da década de 90.

Goleiro
Gilberto (Sport – 1992)

Lembro bem dele fechando o gol do Sport, que teve a melhor defesa do campeonato daquele ano, embora tenha terminado em 12º lugar. Mas também lembro bem dele no gol do São Paulo no ano seguinte.

Lateral-direito
Pavão (São Paulo – 1994)

Pintou como grande candidato a substituir Cafu e empolgou os tricolores na fase pós-bicampeonato mundial. No final das contas, foi um marco do início da derrocada do clube, que passou um longo tempo em jejum.

Zagueiro
Daniel (São Caetano – 2001)

Toda zaga do Azulão era cobiçada naquela época. A Bola de Prata ajudou a fazer essa fama. Mas alguém lembra do desempenho de Daniel pós-São Caetano? No Palmeiras, por exemplo?!

Zagueiro
Gustavo (Atlético-PR – 2001)

Formava um trio seguro com Rogério Cerreia e Nen (ele mesmo!). A zaga deu liga, funcionou bem de verdade. Aí veio a separação… Gustavo teve chances em grandes clubes e nunca conseguiu jogar nem a metade.

Lateral-esquerdo
Marcos Adriano (Santos – 1995)

Refugo do São Paulo, só conseguiu jogar alguma coisa no Morumbi quando tinha Telê Santana nos calcanhares. Beneficiado pelo “efeito Giovanni”, fez um grande campeonato pelo Santos vice-campeão. Depois, voltou ao limbo.

Volante
Zé Elias (Corinthians – 1994)

Foi tão bem naquele ano que ganhou até uma transferência para a Inter de Milão. Depois disso, chegou a jogar até no Chipre, sem grande sucesso. Os corintianos ainda o adoram. Só eles…

Volante
Leandro Ávila (Botafogo – 1996)

Tá certo, não foi nenhum perna-de-pau. Eu até queria ele no meu time naquela época, em que chegou inclusive à seleção. Mas alguém (os botafoguenses não contam) consegue dizer que ele foi um jogador inesquecível?!

Meia
Jamelli (Santos – 1996)

Era promessa no São Paulo; jamais vingou. Quase renasceu no Santos, sob o “efeito Giovanni”; desapareceu de novo. Encerrou a carreira precocemente. Guardou uma Bola de Prata de recordação.

Meia
Roberto Cavalo (Vitória – 1993)

Pode parecer injustiça, já que nunca comprometeu nos times que defendeu. Na verdade, até teve uma carreira estável. Mas a concorrência na posição é pesada: Djalminha, Júnior, Zinho, Alex… Tá explicado?

Atacante
Acosta (Náutico – 2006)

É um pouco cedo para julgar o uruguaio, que se machucou quando ameaçava uma volta por cima no Corinthians. Mas alguém em sã consciência apostaria nele como um jogador consagrado daqui a alguns anos?

Atacante
Renaldo (Atlético-MG – 1996)

Ganhou não uma, mas duas Bolas de Prata naquele ano: atacante e artilheiro. A torcida do Galo pensou que tivesse encontrado um herdeiro para Reinaldo, Dadá… O tempo tratou de mostrar o contrário.

Autor: Paulo Tescarolo Tags: , , , , ,

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