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09/12/2008 - 15:32
Como já virou tradição, a segunda-feira posterior à última rodada é o dia de premiar os melhores jogadores do Campeonato Brasileiro. A revista Placar, por exemplo, deu a Bola de Ouro ao goleiro Rogério Ceni. Já a CBF elegeu o volante Hernanes, também do São Paulo.
Mas nem tudo são flores… O “Time dos Sonhos” da semana é realmente um timaço. São 11 jogadores que caberiam em qualquer time do Brasil antes do início do Campeonato Brasileiro. Mas bastou a disputa começar para eles desaparecerem do noticiário. Alguns viraram reservas em seus clubes; outros, nem isso. Houve até quem se mantivesse como titular, mas bem abaixo do que pode render. Aí vão os 11 jogadores (e o treinador) que mais decepcionaram no Brasileirão 2008.

Caio Júnior e Jônatas: algum torcedor do Fla consegue dizer que eles corresponderam às expectativas?
Thiago (Vasco) – cobrador de faltas e pênaltis, chegou a São Januário como candidato a maior ídolo da torcida. Foi sumindo aos poucos e acabou na reserva de um dos piores times de toda a história do Vasco.
Fabão (Santos) – esteve entre os melhores zagueiros do Brasileirão nos anos anteriores, mas nem de longe repetiu as boas atuações dos tempos de Goiás e São Paulo. Acabou na reserva de Domingos. Quer mais?
Juninho (São Paulo) – as atuações ruins do ex-botafoguense obrigaram a diretoria do São Paulo a correr atrás de Rodrigo quando Alex Silva deixou o Morumbi. Não fosse a mudança e o hexa ficaria ameaçado.
Roque Júnior (Palmeiras) – lento e fora de forma, não conseguiu cumprir a missão de acertar a esburacada defesa do Palmeiras. não fosse o poder de fogo do ataque, a defesa teria tirado o Verdão da Libertadores.
Eduardo Ratinho (Fluminense) – afundou junto com o Fluminense após a perda da Libertadores. Acabou na reserva do volante Wellington Monteiro, que passou a atuar improvisado na posição.
Richarlyson (São Paulo) – foi um dos melhores volantes do Brasileirão 2007, mas se deslumbrou com a fama e virou reserva de luxo do jovem Jean. Ainda viu Hernanes, seu parceiro no ano passado, ser eleito o craque do campeonato pela CBF. Dureza…
Jônatas (Flamengo) – outro que admitiu ter feito uma péssima temporada. Tem futebol pra ser titular da maioria dos times do Brasil, mas amargou a reserva do Flamengo e disputou somente 12 jogos no Brasileirão.
Daniel Carvalho (Inter) – Pode confessar: você também queria ele no seu time no começo do ano. O Inter levou a melhor, mas não valeu muito a pena. Acabou o ano insatisfeito com a merecida reserva e pediu para deixar o clube em que foi revelado. Que fiasco!
Kléber (Santos) – tornou-se titular da seleção brasileira e foi eleito o terceiro melhor da posição na premiação da CBF. Agora, falando sério: alguém concorda com isso?! Ele mesmo admite que esta foi a pior temporada de sua carreira. Prum cara do nível dele, foi uma tremenda decepção.
Carlinhos Bala (Sport) – brilhou na Copa do Brasil, voltou a chamar a atenção de grandes clubes brasileiros e esteve perto de deixar a Ilha do Retiro. Resolveu ficar e conseguiu marcar… dois gols no Brasileirão. Não poderia ser pior.
Josiel (Flamengo) – o artilheiro do Campeonato Brasileiro do ano passado era a arma do Fla para compensar a perda de Marcinho. Terminou o Brasileirão esquecido, sem vaga garantida nem mesmo no banco de reservas rubro-negro.
Caio Júnior (Flamengo) – quando recusou a proposta do futebol árabe e decidiu continuar no Fla, ele estava em alta, e o time era favorito ao título nacional. Aí começou a derrocada. No final das contas, não deu nem Libertadores.
Autor: Paulo Tescarolo - Categoria(s): Time dos Sonhos
Tags: Caio Júior, Carlinhos Bala, Daniel Carvalho, Eduardo Ratinho, Fabão, Jônatas, Josiel, Juninho, Kléber, Richarlyson, Roque Júnior, Thiago
25/11/2008 - 13:51
Depois de pedir ao torcedor que escale a seleção brasileira ideal, vamos pedir ajuda para eleger os 11 melhores jogadores do Brasileirão. Como não é possível agradar a todos, alguns jogadores ficaram de fora. E já nos preparamos para ouvir os xingamentos. De toda forma, selecionamos seis atletas de cada posição e abrimos os votos para o torcedor. Você pode escalar o time como bem entender, no sistema tático que achar melhor.
>> Clique aqui para votar nos melhores do Brasileirão
Autor: Paulo Tescarolo - Categoria(s): Time dos Sonhos
Tags: Brasileirão
19/11/2008 - 10:21
Na terça-feira, o iG Esporte pediu para os internautas escalarem sua seleção brasileira ideal e ajudar o técnico Dunga, que vem sofrendo diversas críticas e já balança no cargo. Veja abaixo como ficou o time da torcida:
Júlio César; Cicinho, Lúcio, Juan e Marcelo; Lucas, Hernanes, Alex e Kaká; Robinho e Luís Fabiano.
Curiosamente, dos nomes acima, somente o lateral-direito Cicinho não vem sendo convocado por Dunga.
>> Clique aqui e veja a matéria com os dados da votação
Autor: Mário André Monteiro - Categoria(s): Time dos Sonhos
Tags: Dunga, seleção brasileira
18/11/2008 - 13:31
O ano está chegando ao fim. E um dos assuntos que dominaram as discussões de boteco foi a seleção brasileira do técnico Dunga. Muitos o odeiam, alguns poucos tentam defendê-lo. Com o Brasil em campo de novo nesta quarta-feira, resolvemos aquecer a polêmica. E a melhor forma de fazer isso é deixar o povo “falar”.
A idéia é, basicamente, pedir ao internauta que escale sua seleção brasileira ideal. Basta votar. Como não somos ditadores, o torcedor tem total liberdade para armar sua seleção. Goleiro, lateral-direito e lateral-esquerdo, é claro, cada time tem só um. Já zagueiros, volantes, meias e atacantes estão “liberados”. Pode armar o time no 3-5-2, no 4-3-3, no 4-5-1… Quando a votação se encerrar, faremos um levantamento dos mais votados para tentar dar uma forcinha ao capitão do tetra.

>> Clique aqui para votar nas enquetes, posição por posição
E, claro, não deixe de comentar no campo de comentários abaixo
Autor: Paulo Tescarolo - Categoria(s): Time dos Sonhos
Tags: Dunga, esquema tático, seleção brasileira
11/11/2008 - 12:44
O Brasileirão vai chegando ao fim. Além do título, é a fase em que são decididos os vencedores da Bola de Prata, prêmio que a revista Placar entrega aos melhores do campeonato desde 1970, ano do último “Robertão”. Não é eleição, é uma premiação “matemática”. Em todo jogo há um jornalista no estádio para dar notas a todos os atletas em campo. Os vencedores são os donos das melhores médias ao final da disputa.
Por mais que a fórmula seja justa, a premiação não agrada a todos. Sempre há os que discordam dos vencedores. E, dando uma olhada em quem venceu no passado, ficamos propensos a achar que algumas notas não foram tão boas assim. Os caras podem até ter feito um baita campeonato. E de fato fizeram, ou então não teriam sido eleitos. Mas nunca fizeram mais nada além daquilo.
Pensando nisso, resolvi armar um time com 11 vencedores “esquecíveis” da Bola de Prata. Vejam bem: a ideia não é contestar a premiação, que tende a ser justíssima, ou a qualidade dos jogadores, que em ao menos um momento da carreira foram brilhantes. A intenção é apenas mostrar que, depois daquele feito, o sujeito desapareceu sem deixar rastros. Pra não excluir os mais jovens, peguei apenas atletas eleitos a partir da década de 90.
Goleiro
Gilberto (Sport – 1992)
Lembro bem dele fechando o gol do Sport, que teve a melhor defesa do campeonato daquele ano, embora tenha terminado em 12º lugar. Mas também lembro bem dele no gol do São Paulo no ano seguinte.
Lateral-direito
Pavão (São Paulo – 1994)
Pintou como grande candidato a substituir Cafu e empolgou os tricolores na fase pós-bicampeonato mundial. No final das contas, foi um marco do início da derrocada do clube, que passou um longo tempo em jejum.
Zagueiro
Daniel (São Caetano – 2001)
Toda zaga do Azulão era cobiçada naquela época. A Bola de Prata ajudou a fazer essa fama. Mas alguém lembra do desempenho de Daniel pós-São Caetano? No Palmeiras, por exemplo?!
Zagueiro
Gustavo (Atlético-PR – 2001)
Formava um trio seguro com Rogério Cerreia e Nen (ele mesmo!). A zaga deu liga, funcionou bem de verdade. Aí veio a separação… Gustavo teve chances em grandes clubes e nunca conseguiu jogar nem a metade.
Lateral-esquerdo
Marcos Adriano (Santos – 1995)
Refugo do São Paulo, só conseguiu jogar alguma coisa no Morumbi quando tinha Telê Santana nos calcanhares. Beneficiado pelo “efeito Giovanni”, fez um grande campeonato pelo Santos vice-campeão. Depois, voltou ao limbo.
Volante
Zé Elias (Corinthians – 1994)
Foi tão bem naquele ano que ganhou até uma transferência para a Inter de Milão. Depois disso, chegou a jogar até no Chipre, sem grande sucesso. Os corintianos ainda o adoram. Só eles…
Volante
Leandro Ávila (Botafogo – 1996)
Tá certo, não foi nenhum perna-de-pau. Eu até queria ele no meu time naquela época, em que chegou inclusive à seleção. Mas alguém (os botafoguenses não contam) consegue dizer que ele foi um jogador inesquecível?!
Meia
Jamelli (Santos – 1996)
Era promessa no São Paulo; jamais vingou. Quase renasceu no Santos, sob o “efeito Giovanni”; desapareceu de novo. Encerrou a carreira precocemente. Guardou uma Bola de Prata de recordação.
Meia
Roberto Cavalo (Vitória – 1993)
Pode parecer injustiça, já que nunca comprometeu nos times que defendeu. Na verdade, até teve uma carreira estável. Mas a concorrência na posição é pesada: Djalminha, Júnior, Zinho, Alex… Tá explicado?
Atacante
Acosta (Náutico – 2006)
É um pouco cedo para julgar o uruguaio, que se machucou quando ameaçava uma volta por cima no Corinthians. Mas alguém em sã consciência apostaria nele como um jogador consagrado daqui a alguns anos?
Atacante
Renaldo (Atlético-MG – 1996)
Ganhou não uma, mas duas Bolas de Prata naquele ano: atacante e artilheiro. A torcida do Galo pensou que tivesse encontrado um herdeiro para Reinaldo, Dadá… O tempo tratou de mostrar o contrário.
Autor: Paulo Tescarolo - Categoria(s): Time dos Sonhos
Tags: Bola de Prata, Leandro Ávila, Marcos Adriano, Pavão, Renaldo, Roberto Cavalo
04/11/2008 - 10:58
Se alguém ficou curioso sobre o time da semana passada, formado só pelos sobrenomes de alguns campeões mundiais com a seleção, aí vai a resposta. Lembrando que a escalação da equipe era Reis; Moraes, Ferreira, Santos e Silva; Gomes, Verri e Moreira; Oliveira, Lima e Farias.
A defesa é fácil, sem grandes surpresas. Uma pegadinha está no meio-campo, já que o último nome de Mauro Silva não é Silva, é Gomes. No mais, sem grandes “zebras”.
Marcos (Reis)
Cafu (Moraes)
Aldair (Santos)
Lúcio (Ferreira)
Roberto Carlos (Silva)
Dunga (Verri)
Mauro Silva (Gomes)
Ronaldinho (Moreira)
Bebeto (Oliveira)
Ronaldo (Lima)
Romário (Farias)
Autor: Paulo Tescarolo - Categoria(s): Time dos Sonhos
Tags: Aldair, Bebeto, Cafu, campeões do mundo, Copa 2002, Copa 94, Copa 98, Dunga, Lúcio, Marcos, Mauro Silva, Roberto Carlos, Romario, Ronaldinho, Ronaldo, seleção brasileira
28/10/2008 - 10:30
O que você acharia de uma seleção brasileira formada por Reis; Moraes, Ferreira, Santos e Silva; Gomes, Verri e Moreira; Oliveira, Lima e Farias? No mínimo soa estranho. Pois esses 11 jogadores foram campeões do mundo com a seleção brasileira recentemente. Sabe quem são? Pode dar sua opinião no espaço para comentários lá embaixo. A resposta sai na semana que vem.
Se você não reconheceu logo de cara os 11 campeões é porque brasileiro gosta de inventar moda em determinados assuntos. Um deles é o nome dos jogadores de futebol. No mundo inteiro (a Espanha é quase uma exceção), o sujeito é conhecido pelo sobrenome. Johann era Cruyff; Franz sempre foi Beckenbauer; o Diego, Maradona. Aqui, ou usamos o primeiro nome ou criamos um apelido. Sorte nossa! Já pensou chamarem o Rei de “Nascimento”, ao invés de Pelé?! E Garrincha seria apenas “Santos”. Sem graça, né? Com alguma boa vontade seria “dos Santos”, como aquele meia paraguaio grosso do Atlético-PR.

Cruyff (Johann?!) e Beckenbauer (ou seria Franz?) na final da Copa de 1974
É bem verdade que há algum tempo não criam bons apelidos no futebol brasileiro. Desde o Bebeto, eu acho. O mais criativo que a gente consegue atualmente é acrescentar um “inho” ao final do nome do rapaz. Ronaldinho, Ricardinho, Pedrinho, Juninho… A ponto de o Eto’o, indignado por nunca ter sido eleito melhor do mundo, lamentar não se chamar “Etoodinho”.
Autor: Paulo Tescarolo - Categoria(s): Time dos Sonhos
Tags: Beckenbauer, copa do mundo, craques do passado, Cruyjff, Maradona
21/10/2008 - 11:12
Alguns, como Zico, Zetti e Renato Gaúcho, foram grandes jogadores, fizeram história em seus clubes e brilharam até na seleção brasileira. Até por isso, têm muito a passar aos “alunos”. Outros, como Felipão e Luxemburgo, foram ruins de doer. Mas devem ter prestado bastante atenção às “aulas”, já que se tornaram excelentes treinadores.
O time abaixo é formado por ex-jogadores que viraram técnicos. Sim, todos jogaram bola em clubes do Brasil ou do exterior. Ironicamente, quanto mais grosso em campo, mais eficiente no banco de reservas. Veja o time abaixo e responda: daria pra ganhar o Brasileirão com esses 11 “professores” em campo?
Zetti; Nelsinho Baptista, Felipão, Adílson Batista e Vanderlei Luxemburgo; Dunga, Dorival Júnior, Cuca e Zico; Renato Gaúcho e Caio Júnior.
Foto: www.miltonneves.com.br

O hoje técnico Felipão: na foto, o Luiz Felipe, zagueirão do Caxias
Agora, internauta, é a sua vez. Na próxima semana vamos publicar um time formado por ex-jogadores estrangeiros que viraram treinadores. Mande sua sugestão nos comentários abaixo!
Autor: Paulo Tescarolo - Categoria(s): Time dos Sonhos
Tags: Adílson Batista, Caio Júnior, Cuca, Dorival Júnior, Dunga, Felipão, Nelsinho Baptista, Renato Gaúcho, Vanderlei Luxemburgo, Zetti, Zico
14/10/2008 - 12:19
Imagine só a escalação: Eliton; Dermival, Irondino, Jecimauro e Jenílson; Edimo, Clennyson e Willamis; Edixon, Humberlito e Hiziel.
Se alguém oferecesse esses 11 jogadores ao técnico Renato Gaúcho, do lanterninha Vasco da Gama, ele provavelmente colocaria uns sete ou oito em campo. No mínimo! Isso, é claro, se soubesse quem são eles.
Depois do “Aconteceu há…”, publicado na segunda-feira, o Blog da Redação do iG Esporte estréia sua nova seção semanal. Toda terça-feira, o internauta encontrará aqui um time campeão de bom-humor, mas não necessariamente um primor técnico. Convenhamos, não é o caso da equipe abaixo, que teria condições de brigar por uma vaguinha na Copa Sul-Americana.
Se alguém ainda não sacou, escalamos um time usando o primeiro nome dos jogadores. Todos eles, por razões óbvias, são conhecidos por apelidos ou pelo sobrenome. Quem são eles: Deola (Palmeiras); Baiano (Vasco), Dininho (Flamengo), Jeci (Palmeiras) e Júnior (São Paulo); Edinho (Inter), Xaves (Ipatinga) e Souza (Grêmio); Perea (Grêmio), Borges (São Paulo) e Soares (Grêmio).

Humberlito… ou melhor, Borges, do São Paulo, centroavante do nosso “Time dos Sonhos” desta semana
Autor: Paulo Tescarolo - Categoria(s): Time dos Sonhos
Tags: Baiano, Borges, Deola, Dininho, Edinho, Jeci, Júnior, Perea, Soares, Souza, Xaves
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