Publicidade

Posts com a Tag David Bowie

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011 Sem categoria | 18:26

Dries van Noten, Bowie, Tilda + Jil Sander

Compartilhe: Twitter

Na temporada masculina de Paris agora, o belga Dries van Noten trouxe a referência David Bowie, no personagem Thin White Duke, com modelos de cabelos avermelhados e trilha sonora com “Golden Years”.

Look de abertura do Dries van Noten

Olha que tudo a calça esportiva com o paletó cáqui! #curti

Achei bem oportuno. E até fofo: Bowie acaba de fazer aniversário, agora dia 8 de janeiro, completou 63 anos.

Claro que a gente sabe como Bowie é fundamento.

O Thin White Duke: icônico total!

Olhando as fotos dele dessa fase (76), me lembrei da Tilda Swinton, que também acho um bapho! A androginia dela tem tudo a ver com o momento, né?

Tilda na versão ruiva

E como ela tava linda na entrega dos Golden Globes…! Com um Jil Sander que eu gritei quando vi.

Ó!

Adoro aquele desfile. Simplicidade, elegância, minimalismo. Minha ideia de chiquerie hoje.

Look tipo parecido que abriu o desfile de verão da Jil Sander: luxo!

Notas relacionadas:

  1. A atualidade do ícone Dietrich
  2. Vendo e revendo “Fome de Viver”
Autor: Erika Palomino Tags: , , , , , ,

terça-feira, 16 de novembro de 2010 Sem categoria | 15:26

Vendo e revendo “Fome de Viver”

Compartilhe: Twitter

Revi outro dia “Fome de Viver” (The Hunger”), o filme ícone de Tony Scott, com David Bowie, Susan Sarandon e Catherine Deneuve. Fala sobre o tempo, sobre a morte, sobre o tédio da vida, sobre sexualidades… Referência fundamento. Ainda mais nessa onda de seriados, filmes e tudo o mais sobre vampiros.

Milena Canonero assina os figurinos, com Yves Saint Laurent vestindo perfeitamente Madame Deneuve como a imortal Miriam.

Ela já havia arrasado e mudado o mundo em 1971 com suas criações para “Laranja Mecânica”, e nos encantaria novamente em 2006 com “Maria Antonieta”.

É um filme muito sensual de uma hora e meia, feito em 1983. Impressionante sua força e sua influência. A edição que peguei na locadora tinha comentários do diretor, e foi delicioso ouvi-lo e me envolver ainda mais com a produção, praticamente vi o filme na sequência umas três vezes, numa madrugada de insónia.

A sequência de abertura, com o Bauhaus cantando “Bela Lugosi’s Dead” é igualmente histórica.

Olha só que tudo!

Vale muito ver.

Deneuve e Susan Sarandon em uma das sequências mais bafônicas do filme

Autor: Erika Palomino Tags: , , , , , , , ,