Arquivo da Categoria Em casa
05/06/2009 - 14:50

Abrir a casa para quem vem de fora e receber bem é quase uma questão de química: mistura-se uma porção de ingredientes que se não forem bem dosados colocam toda a fórmula em risco.
Os elementos para a hospitalidade são muitos e variados, entre eles: cuidados com a casa, temperatura agradável, comida e bebida boa, aliado a anfitriões simpáticos e agradáveis. Qualquer um dos ingredientes que faltar ou aparecer em excesso o que era para ser gostoso fica chato e até irritante.
Nisso a apresentação da mesa e o que se serve para os convidados é fundamental, principalmente no inverno quando vez ou outra, deixamos de lado a preocupação com a balança e cedemos às tentações próprias do friozinho.
O lanche da tarde de domingo é um desses programas que servem muito bem para receber os amigos para um papo em torno da lareira ou simplesmente em volta de uma mesa arrumada com capricho.
O que importa nesse tipo de refeição não é a quantidade, mas a variedade. Os ingleses são mestres nessa arte, os chás das cinco são regados a minisanduíches e muitos docinhos e bolinhos, uma verdadeira festa para a alma.
Se a escolha for servir o lanche na mesa, a toalha deve ser bonita, bem passada e se puder engomada. Lembre-se de usar guardanapos que combinem com os pratos e com a toalha, o conjunto todo deve ser harmonioso. Se a grana permitir, um arranjo de flores dá um toque elegante e muito aconchegante.
Para servir, prepare sanduíches variados e pequeninos, a ideia é permitir que se experimente muita coisa gostosa, mas ao mesmo tempo que sejam simples e fáceis de preparar, como pequenos sanduíches de queijo, pasta de atum, pepino e tomate.
Os docinhos e bolinhos podem ser de fubá, chocolate, laranja ou outro sabor.
Para acompanhar estas delícias, sirva chá, café ou chocolate. O importante é que a apresentação seja em pequenos pratos ou bandejas.
Para arrematar e criar um clima diferente e intimista que tal distribuir mantinhas que os convidados colocam sobre os joelhos para esquentar, um luxo que é pura delícia!
O complicado é depois de tanta hospitalidade fazer os convidados entenderem a hora de ir embora.
Detalhe: O sanduíche de pepino é uma iguaria dos chás ingleses, adorado pela família real e presença constante nas reuniões da tarde naquele pais. A receita é muito simples: duas fatias de pão de forma sem a casca, manteiga com ou sem sal, pepino japonês cortado em rodelinhas e sal. Quem quiser pode passar maionese ao invés de manteiga. O importante é depois de montar o sanduíche cortar o pão em quatro pedaços. E embrulhá-los até a hora de servir num pano de prato ligeiríssimamente umedecido e absolutamente limpo! O resultado é incrível!
Lícia Arena Egger-Moellwald
Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, diretora da INTRA Consultoria & Treinamento e co-autora dos livros “Etiqueta Corporativa: o sucesso com bons modos” e “Competência Social: mais que etiqueta, uma questão de atitude”. Para comprar os livros ou conhecer melhor o trabalho da Lícia, visite o site Etiqueta corporativa.
E compre online o livro “Competência Social“
Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Em casa
Tags:
06/02/2009 - 12:04

Lembram daquela minha amiga tecelã que vive e trabalha em Pirenópolis? Falei dela aqui no blog. Ela vai trazer seus trabalhos aqui para São Paulo nos dias 6 e 7 de fevereiro, ali no Mercadinho Chic, da Oscar Freire.
Na bagagem, mantas, casacos, bolsas, xales, echarpes, tudo tecido com retalhos coloridos que se ajeitam assim em texturas estranhas, intrigantes. Vou lá procurar alguns xales, ”uns panos”, diz a Mercedes, que possam ser transformados em almofadas. E nem precisam ser almofadas quadradinhas, comuns. Vi numa revista italiana, um sofá com almofadas retangulares, molengas, para jogar em cima do sofá ou no chão…
Apareça também para uma prosa com a Mercedes! Quem sabe depois um chazinho? Bom programa para um sábado…
Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Em casa
Tags: tecidos, tecidos para decoração
29/01/2009 - 13:46

Sempre achei que existia algo de auspicioso naquelas bandeirinhas de oração que os budistas tibetanos penduram nas árvores, nas portas, nas entradas para que o vento se encarregue de espalhar as boas palavras e intenções que elas carregam…
E embora já tenha visitado alguns templos budistas nunca tinha me ocorrido a possibilidade de ter uma delas em casa. Mas na semana passada fui conhecer a Coisas da Doris, uma lojinha supersimpática, com hera nas paredes e jeitão de Paris que fica ali nos Jardins, em São Paulo. E lá estavam elas, as bandeirinhas, rindo no jardim minúsculo que vem junto com a loja.
Hastear bandeirinhas de oração é um costume antiquíssimo no Tibet. Dizem que os Bön, a mais antiga das tradições espirituais do Tibet, as penduravam em mastros no alto das altíssimas montanhas para que marcassem seus passos de nômades e oferecessem boa sorte a quem quer que as avistasse de longe. Nem mesmo o budismo existia nesses tempos e os símbolos impressos nos panos coloridos com as cinco cores das forças da natureza, ar, água, terra, fogo e espaço, serviam para aplacar a fúria de deuses hostis. Hoje, a tradição manda que as bandeirinhas sejam mensageiras das preces e orações que nelas estão inscritas e que andar pelo Tibet é se sentir envolvido pelo vento benéfico que sopra alegre através delas.
Não sei se algum ocidental pode pretender conhecer tão completamente o intrincado padrão de imagens e coloridos, rituais e tradições que compõe a teia riquíssima do budismo tibetano. Mas quando estendi minhas bandeirinhas na entrada de casa, o vento fez elas dançarem e desejei, como um budista o faria, “que todos os seres sencientes fossem felizes”, senti que de alguma maneira misteriosa isso seria possível…
Isso tudo porque a Noura tem razão, precisamos aprender a brincar com as cores. E eu queria muito uma alguma coisa colorida na entrada, que fosse um convite para a alegria entrar. No final, minhas bandeirinhas fazem muito mais do que apenas isso, elas ajudam a espalhar a alegria pelo ar!
Passeie pelo site e pelo blog das Coisas da Doris:
http://www.coisasdadoris.com.br/
http://coisasdadoris.blogspot.com/
E leia mais sobre o Tibet no site do Dharmanet:
http://www.dharmanet.com.br/vajrayana/intro.htm
Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Em casa
Tags: Bem viver, cores, espiritualidade
23/01/2009 - 11:34

Adriana Pedrosa e Carlota Gasparian: foi com esses nomes que o Atelier de Pinturas ficou conhecido nas páginas das mais importantes revistas de decoração do país.
Nos últimos 20 anos, as artistas plásticas – que esbajam refinamento e bom gosto – revolucionaram a pintura decorativa, mostrando que a arte muitas vezes não é só o que se pendura na parede mas, sim a própria parede.

A grande novidade para 2009 do Ateleir de Pintura é o lançamento de faixas pintadas à mão sobre
tecido TG (56% Poliéster, 29% Algodão, 15% Viscose).
As faixas podem ser aplicadas na parede tanto na horizontal quanto na vertical e aonde mais a sua imaginação ousar. Ficam bárbaras como painéis decorativos aplicados sobre uma estrutura de mdf, porta ou fundo de estantes, cabeceira de cama, cômoda ou gaveteiro, e faz toda a diferença na porta de entrada.

Para a instalação, é necessário contratar um profissional habilitado com experiência em colagem de papel de parede, que utilize um produto para fixação à base de benzina – é importante que o adesivo seja reversível. A superfície onde a faixa será aplicada deve estar livre de sujeiras, poeiras e irregularidades.
Outra grande vantagem das faixas é a fácil manutenção, é um produto não lavável. A manutenção deve ser feita com pano macio, limpo e seco. Para uma melhor proteção, as artistas recomendam a aplicação de cera incolor para lustrar uma vez por ano, após fazer uma limpeza com pano macio e seco a fim de conservar o produto.

ADRIANA E CARLOTA ATELIER DE PINTURA – www.atelierdepintura.com.br
NOURA VAN DIJK INTERIOR DESIGN – www.interiordesign.com.br
Autor: Noura van Dijk - Categoria(s): Em casa
Tags: parede; papel de parede; faixas decorativas
19/01/2009 - 08:15
Sol férias e altas temperaturas são a combinação perfeita para um mergulho num clima de descontração e diversão. Aproveitar o verão ao ar livre é sempre uma satisfação. É um ótimo programa para quem quer relaxar e desfrutar dos dias quentes.
Se você pretende construir uma psicinas é muito importante pensar na localização dela em relação ao sol, além disso, avaliar ventos e árvores nas imediações também é muito importante. Uma piscina exposta à luz do solar diretamente proporciona maior prazer.
E se no contorno da piscna tiver muitas árvores, a manutenção da mesma será mais frequente. Contudo, apesar desse incoveniente, deve-se prever uma área de sol e outra de sombra ao seu redor.
As piscinas devem ser dimensionadas de acordo com o espaço disponível. Devemos sempre
lembrar da integração com o paisagismo.

Na hora de pensar no formato do tanque, pode-se abusar da imaginação. Num primeiro momento não há restrições. Porém, é sempre importante pensar na segurança dos usuários, evitando-se quinas, ressaltos ou saliência.
A estrutura e a impermeabilização são dois importantes itens, mas a beleza e a qualidade do revestimento são os que mais aparecem.

No mercado existe uma gama enorme de materiais para revestimento de piscina e do piso na área externa.
O que mais gosto de indicar para a área externa é o piso atérmico, fabricado pela Castelatto – que produz uma completa linha de bordas, pisos e revestimentos atérmicos que, mesmo sob o sol intenso, não absorve o calor e, portanto, não aquece o piso.
Devido à sua textura porosa, os revestimentos são antiderrapantes e apresentam enorme variedade de formatos e curvas, assegurando a possibilidade de acompanhar o projeto com segurança e sem necessidade de facetas.
Os diferentes formatos permitem, inclusive, fazer piscinas com borda seca “tradicional” (o desnível da borda evita que entre sujeira no interior da piscina e a cabeça da borda evita que a água saia do interior da piscina) ou borda molhada “prainha” (possui bordas molhadas que simulam espelho d´água ou prainha).

Outra opção bem interesssante é revestir o contorno da piscina com um deck ripado de madeira, que se integra com a natureza.

A utilização de LED no fundo ou topo da piscina ilumina a água dando um clima contemporâneo.
Quando o terreno permitir, fica o máximo fazer uma psicina com borda infinita. Veja a foto abaixo.

Dicas apra contruir uma psicina – http://www.prolazer.com.br/v1/catalogos/projetopiscinas
Foto 1 fornecida por - www.praiadapipa.com.br/canoas/piscina.html
Castelatto – www.castelatto.com.br
Vidrotil – www.vidrotil.com.br
LED Philips – www.philips.com
NOURA VAN DIJK INTERIOR DESIGN – www.interiordesign.com.br
Autor: Noura van Dijk - Categoria(s): Em casa
Tags: piscina; verão
14/01/2009 - 09:50
Gostaria de saber onde e como poderia montar um lugar para colocar minhas miniaturas de carros e motos? Sirlene
Estante para 28 carrinhos Free Art
Quando unimos as peças numa mesma área, o valor dos objetos expostas potencializa-se. Por isso, acho muito bacana organizar as peças da coleção por tema: cor, tamanho ou tipo/modelo. Assim damos um destaque diferenciando aos objetos.

Fica super interessante se você organizar os carrinhos e motos em caixas de acrílico com divisórias, como na foto abaixo. Dá para você ter uma boa idéia de como montar um quadro para ser pendurado na parede.

Uma segunda opção é aproveitar o ambiente que você geralmente recebe os amigos para mostrar a sua coleção expondo as peças em uma mesa de centro de vidro com tampo duplo – assim todo mundo vai poder se reunir em volta dela e curtir durante um bom bate-papo, ou mesmo expor as peças da coleção numa estante de livros em prateleiras que fiquem à altura da vista (entre 1,20 m e 1,50 m do piso é o ideal para uma boa visualização).

Diagonale acrílicos e resinas - www.diagonale.com.br
Estantes em madeira com fechamento em vidro – freeart-freeart.blogspot.com
Prateleira em madeira – papaleguasgt.blogspot.com
Noura van Dijk – www.interiordesign.com.br
Autor: Noura van Dijk - Categoria(s): Em casa
Tags: carrinhos, coleções, miniaturas, organização
13/01/2009 - 01:27
Ou sai o papel de parede ou saio eu, teria dito o escritor Oscar Wilde, ao se registrar em um hotel de Paris. A bela Gisele Bundchen confessou: sou maníaca por ordem e Coco Chanel, enchia seus salões de ramos de trigo para atrair boa fortuna…sim, os ambientes nos afetam de muitas e poderosas formas e os lugares onde vivemos dizem muito sobre nós…
Mesmo assim, quanta gente não carrega a casa nas costas, como um fardo que vão arrastando entre choramingas e lamúrias pela estradinha sem graça da vida. E quantas outras abrem mão da possibilidade de expressar-se através do ambiente onde vivem e simplesmente delegam o assunto, condenando-se a viver em casas com almas emprestadas, em geral, do decorador mais fashion ou do arquiteto da moda. Que desperdício, hein?
Afinal, a imagem de casa está impressa na nossa imaginação, faz parte dos nossos mitos mais antigos. Casa: um lugar para onde voltar, um refúgio, um abrigo…e que seja aconchegante e nos proteja dos tumultos da vida.
”Do momento em que nascemos somos chamados a viajar de volta para casa”, ensina o arquiteto americano Anthony Lawlor, conhecido por trazer alma para o design arquitetônico, e continua “Nos lugares e nas pessoas a gente busca aquela sensação difícil de definir de ser bem-vindo. O lar é o objetivo das jornadas épicas do espírito humano”.
Por isso, aproveite esse clima de ano-novo, vida nova para criar um canto seu, com a sua cara, onde você possa “guardar os amigos, os livros e os discos, e nada mais”…assim, feito na música!
Reunimos algumas idéias aqui para inspirar você a criar seu canto…
Faça sua casa acompanhar o ritmo das estações
Tem coisa pior do que em pleno calorão de janeiro tentar se refestelar naquele sofá de veludo que é uma delícia no inverno? Ou mergulhar com o celular para horas de papo com a melhor amiga na cama linda, mas coberta com aquela manta de lã favorita? As casas são vivas, orgânicas, até. OK, exageros à parte, que tal deixar entrar o ar da estação na sua casa. No verão, capas de algodão nos sofás, colchas de piquet, almofadas coloridas, flores da estação. Mantas quentinhas jogadas nos braços das poltronas, cores de terra, tapetes fofos, luzes de velas…
Aprenda a criar cantos
Tenho uma amiga que é mestra nesta arte tão difícil: reunir objetos de modo a que eles formem um conjunto harmonioso, onde os olhos pousem, feito pássaros, um minuto e se encantem. O truque é agrupar objetos com tema ou cor ou forma semelhante em vez de deixá-los espalhados aqui e ali. Uma conchinha solta num móvel pode não ser nada, mas junte três, coloque-as numa cesta e veja elas surgirem diante dos seus olhos…
Ou divirta-se sendo minimalista
Os japoneses são mestres em explorar as possibilidades dos vazios. Mas, minimalismo sem alma é puro tédio. O segredo do despojamento é pura arte e muita experimentação. Vá com calma, experimente com detalhes. Gosto de colocar um único vaso imenso de vidro com uma flor amarela sozinha – uma gérbera, por exemplo, sobre um aparador encostado numa parede branca…parece que puxa o olho ou funciona como “ponto focal” no ambiente…
Não tenha tanto medo das cores
Siga as dicas da Noura e ouse na escolha das cores, afinal, o pior que pode acontecer é você ter que comprar outra lata de tinta e pintar tudo de novo. Brincadeira, é claro, mas sempre tenho a impressão de que para um povo, como nós, que vive debaixo do sol e rodeado por essa festança de cores, somos tão comedidos! De todo modo, mesmo se sua opção continuar sendo os beges e os brancos, liberte seu espírito Frida Kahlo e ouse brincar com as cores nos móveis e acessórios, almofadas, flores, penduricalhos e tapetes!
Sinta sua casa
Ambientes são feitos de luz, de sombras, de cores, da paisagem ao redor, dos ruídos em volta…antes de fazer qualquer mudança, passeie por sua casa tentando senti-la: em que canto está faltando luz, onde dá vontade de sentar e ler, e qual seria a janela ideal para você apreciar a vista enquanto escreve no seu diário, por exemplo.
Coisas que falam de você
Os objetos afetam nosso estado de espírito e interferem no nosso humor. Mesmo sabendo disso, a gente acaba guardando coisas que não nos dizem nada, não fazem nenhum sentido, como se pertencessem a outra pessoa. Guardamos até objetos que nos trazem más recordações, simplesmente porque não conseguimos nos ver livres deles….aproveite o ano-novo para mudar isso. Dê uma voltinha pela sua casa tirando todos os objetos, fotos e enfeites que por alguma razão – qualquer razão – você não gosta. Não precisa ser racional, ao contrário, tente ouvir o que sua intuição diz. Arrume tudo numa mala e deixe longe da sua vista por algum tempo. Depois desse tempo, aí sim você pode decidir o que vai manter e o que vai doar para alguém….e, acredite, em geral a gente acaba doando mesmo!
Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Em casa
Tags: bem estar, casa, espaços, viver bem
05/01/2009 - 10:28
A importância das cores em projetos de interiores e sua influência na vida das pessoas tornam-se
evidentes quando se coloca em pauta que elas passam grande parte do dia em ambientes internos, como residências, restaurantes, local de trabalho etc.
Percebe-se que as cores influenciam na forma como as pessoas se relacionam com o ambiente e o que ele transmite. De acordo com o arquiteto e professor da UnicenP, Jayme Bernardo, associado ABD- PR, as cores podem influenciar no equilíbrio dos ambientes e na vida das pessoas. Por isso, a atuação do designer de interiores nessa área está relacionada com o estado físico, mental e espiritual.
De olho na casa
Atualmente, um exemplo disso é o programa Big Brother Brasil. Nele é possível observar as técnicas
utilizadas para causar as impressões que o uso de certas cores podem motivar nas pessoas.
Os quartos da casa são vermelhos e verdes com roxo, salas com efeito de ilusão óptica e cozinha multicolorida. Fica evidente o apelo visual inserido na casa, as cores carregadas diminuem a tolerância ativando a agressividade dos participantes. Como é o caso da cor vermelha, que não favorece uma noite de sono tranquila e estimula o estresse e a irritação.
Alguns ambientes específicos, como os hospitais, geralmente padronizam o verde, o azul e os tons claros como as cores de paredes, uniformes e roupas, o verde transmite tranquilidade e é considerada uma cor de equilíbrio e saúde. O mesmo acontece com o vermelho e o amarelo, que ajudam a aguçar o apetite, sendo muito utilizados nas redes de fast food, como Mc Donald`s e Habbib`s.
Segundo Jayme, ambientes mais íntimos, como os quartos, devem proporcionar conforto e tranquilidade, utilizando cores suaves que transmitam uma sensação de relaxamento.
Quanto aos quartos infantis, o arquiteto associado à ABD recomenda cores nos tons de vermelho, laranja e amarelo, com a finalidade de criar um ambiente claro e luminoso.
Alguns estudos, como o Feng Shui, antiga arte chinesa, utilizam as cores como referência de bons resultados em ambientes. De acordo com o estudo, as cores são manifestações da luz e da energia que influenciam no equilíbrio do ambiente e na vida das pessoas.
Abaixo alguns exemplos de cores e suas simbologias:Preto: É usado em pequenos detalhes, principalmente quando queremos fazer um “efeito especial”, tanto dentro como fora da casa. Na área interna, é usado para fazer contrastes, principalmente com o branco.

Verde: Cor do domínio da natureza. Pessoas vivem e trabalham melhor no verde. Transmite tranquilidade.
Lilás: Em tons claros podem ser usados em todos os ambientes. Está relacionada à pessoas que gostam de aventura.
Laranja: Inconscientemente, lembra sabores agradáveis. Boa escolha para mercado de fast food, cria informalidade e fornece habilidade. Abre e estimula o apetite.
Vermelho: A cor mais energizante e estimulante. Aumenta os sentidos.

Azul: Pode ser usado em grandes áreas sem tornar-se cansativo. Induz ao respeito e responsabilidade.
Amarelo: É muito usado para esquentar áreas escuras e para dar mais iluminação. Em pisos provoca sensação de avanço.
Artigo publicado no site da ABD www.abd.org.br
Fotos realizadas durante a Feira de Milão 2008
NOURA VAN DIJK INTERIOR DESIGN – www.interiordesign.com.br
Autor: Noura van Dijk - Categoria(s): Em casa
Tags: ambientes, cores, decoração
19/12/2008 - 11:21
O escritório da Athié / Wohnrath especializado em projetos coorporativos tem preocupações voltadas a inovações tanto tecnológicas quanto arquitetônicas com o objetivo de adequar o projeto ao conceito sustentável através da utilização de equipamentos de alta tecnologia que permitem as pessoas poderem estar conectadas e compartilhar informações sem a necessidade de deslocamento que geram trânsito e emissão de CO2. Isso se dá ao uso de salas com vídeo conferências.

Segue abaixo uma relação de itens para ilustrar como podemos empregar elementos em obra com características que viabilizam a construção sustentável, que se aplica na tecnologia voltada para redução de custos e energia, no convívio humano e materiais reciclados e com selos verdes.

- tecnologia de ponta em salas de telepresença reduz o número de viagens, diminuindo a emissão de CO².
-sala de conferências com recursos de última geração permite a troca digital de informações, minimizando o uso de papel.
- equipamentos de telepresença garantem ao executivo uma comunicação eficaz e personalizada.
- equipamentos de telefonia VOIP de alta qualidade reduzem custos de comunicação e em cabos a serem utilizados.
- setorização de iluminação (tecnologia LED) possibilita controle individualizado gerando expressiva redução de energia.
- equipamentos de baixo consumo, como impressoras e computadores, minimizam os gastos de energia.
- equipamentos de multimídia que propiciam o compartilhamento de informações de maneira prática e eficiente.
- o uso de TV corporativa para assuntos de RH é uma solução simples de melhorar a comunicação aos funcionários.
- o sistema de ar-condicionado renova o ar interno com os fluxos adequados e garante baixo consumo de energia.
Tecnologia:

Alguns exemplos de utilização de produtos recicláveis e selo verde:
- utilização de pedras locais de jazidas certificadas incentiva o desenvolvimento regional e permite a extração controlada.
- materiais das divisórias são 100% recicláveis (aço e vidro).
- aplicação de tintas à base de água evita odores e resíduos tóxicos (VOC).
- os assentos possuem selo verde que além de terem 33% de sua fabricação vinda de material reciclado, são 100% recicláveis ao término de sua vida útil.
- madeiras em todo o mobiliário com 100% de sua origem certificada.
- carpete de material reciclado, permite inteiro reaproveitamento ao fim de sua vida útil.
- espaço criado para uma total integração entre as pessoas. Uma área contígua gera ambiente de descompressão e interação com a parte externa.
- forro acústico proporciona melhor qualidade de trabalho e bem-estar aos funcionários.
- coleta seletiva de lixo garante a destinação correta para reciclagem.

ATHIÉ/ WOHNRATH– www.athiewohnrath.com.br
NOURA VAN DIJK INTERIOR DESIGN – www.interiordesign.com.br
Autor: Noura van Dijk - Categoria(s): Em casa
Tags:
09/12/2008 - 12:56
A empresa italiana Porada foi fundada em 1960 por Luigi Alievvi e desde então tem apresentado inúmeras peças do mobiliário de estilo único que tem construção totalmente artesanal montadas
com a mais moderna tecnologia.
Nada melhor do que “dar uma espiadinha” nos produtos criados pelos mais famosos designer
para conhecer o espírito da coleção.
ALBA
Design: Margie Walraven
A característica desta poltrona reside na sua recusa em ser definida como um estilo particular. Totalmente artesanal, tanto na estética, bem como no nível qualitativo.
Alba é introduzida como um “eterno”, é uma peça que capta a atenção com a sua nitidez e suas linhas simples.

BIG BEA
Design: Maurizio Marconato & Terry Zappa
A reformulação da tradicional poltrona Bea.
Esta peça estofada é a expressão perfeita de conforto, que compreende você se sentar e relaxar.
Poltrona com linhas originais que se enquadra com todos os tipos de interiores.

FIRST
Design: Gino Carollo
First é uma estante de livros concebida e construída para se eternizar.
Com desenho baseado no contraste entre a solidez da sua estrutura de madeira e os “vazios”
criados pelos espaços entre as prateleiras.

RÃ
Design: Renzo Fauciglietti
Uma mesa de elegância extraordinária graças à justaposição de diferentes elementos.
NAP
Design: Tarcisio Colzani
Com uma criação baseada na espriguiçadeira NAP, sucesso dos anos oitenta, a PAN veio
atualizada utilizando tecnologia de ponta e trazendo muito mais conforto.

Para mais informações visite o site da PORADA
www.porada.it
Autor: Noura van Dijk - Categoria(s): Em casa
Tags: Marcenaria
Voltar ao topo