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Arquivo da Categoria Sem categoria

22/10/2009 - 09:41

China em ritmo chinês.

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Ontem – no fim do dia aqui deste lado do mundo – a China divulgou as principais figuras da evolução da sua economia, e os resultados não poderiam ser melhores. O PIB cresceu estonteantes 8,9% na comparação entre o 3° trimestre de 2009 e o 3° trimestre de 2008, o Investimento (a Formação Bruta de Capital Fixo, ou FBKF) evoluiu 33,3% e a Produção Industrial já se recupera da queda durante o período mais agudo da crise e sobe na comparação anual 14%.

 

pib_china_03_09

 

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Em resumo: a China voltou a ser chinesa. Tanto crescimento joga no ar certa expectativa quanto a retirada de políticas de incentivo econômico; afinal, com a economia voltando ao crescimento acelerado, não faz sentido o poder público manter o pé no acelerador econômico.

 

Tanto lá como cá a retomada do nível de produção está associada a um nível de inflação bastante moderado. Na China há deflação de 0,8% em 2009. Por aqui os preços ao consumidor estão comportados e as expectativas ancoradas dentro da meta oficial de 4,5% ao ano.

 

Por este motivo que o COPOM decidiu, por unanimidade, manter a taxa SELIC inalterada. A nota divulgada junto com a decisão de manutenção deixa muito pouco espaço para especulações quanto à decisão do colegiado. Eis a nota:

 

“Brasília – Tendo em vista as perspectivas para a inflação em relação à trajetória de metas, o Copom decidiu manter a taxa Selic em 8,75% a.a., sem viés, por unanimidade.  Levando em conta, por um lado, a flexibilização da política monetária implementada desde janeiro, e por outro, a margem de ociosidade dos fatores produtivos, entre outros fatores, o Comitê avalia que esse patamar de taxa básica de juros é consistente com um cenário inflacionário benigno, contribuindo para assegurar a manutenção da inflação na trajetória de metas ao longo do horizonte relevante e para a recuperação não inflacionária da atividade econômica.

 

Brasília, 21 de outubro de 2009” 

 

O BC quis deixar claro que entende como razoável a atual taxa SELIC frente o conjunto dos eventos da economia brasileira neste momento, e mais: que não vê com preocupação a trajetória futura da inflação. Nota tão neutra sugere que a última reunião do COPOM neste ano (entre os dias 8 e 9 de dezembro) deve optar mais uma vez pela manutenção.

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
21/10/2009 - 10:34

IOF para estrangeiros: sem efeito no médio prazo.

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Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
21/10/2009 - 09:37

SELIC: manutenção à vista.

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Hoje será divulgado no fim do dia a nova meta para a Taxa SELIC. O COPOM está no seu segundo dia de reunião e deve optar pela manutenção da taxa básica de juros brasileira sem grandes surpresas. A inflação no curto prazo está bem ancorada, todos os índices de inflação divulgados em outubro (tanto faz se IGP´s ou os IPC´s da FIPE) vieram menores – ás vezes em patamares bem inferiores – ao registrados em setembro. Sexta-feira termos a divulgação do IPCA-15 e este deve apontar 0,25% no período.

 

selic_ipca

 

Junto o anúncio da nova taxa SELIC é de praxe a divulgação de uma nota sucinta sobre a reunião. A leitura deste comunicado deverá ser feita com atenção redobrada pois temos de um lado 1-) a expectativa de que o BC volte a subir os juros no país já no 1° semestre de 2010 e 2-) a recente decisão da criação do IOF para estrangeiros. Ambos os eventos são de importância fundamental para os rumos da política monetária doméstica.

 

É unanimidade junto aos economistas do mercado que a decisão será pela a manutenção. Lembramos à todos que ainda teremos mais uma reunião do COPOM em 2009, entre os dias 8 e 9 de dezembro.

 

A agenda corporativa continua mostrando força nos EUA. Ontem a maioria absoluta das empresas apresentaram resultados acima dos estimados pelos analistas e confirmam assim o bom momento econômico. Hoje a agenda é discreta nos EUA, com a divulgação apenas da Boeing por lá. Aqui será a vez de Natura e Usiminas mostrarem seus números do terceiro trimestre. No período da manhã a NET surpreendeu e veio com um resultado 91% melhor que o inicialmente estimado.

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
20/10/2009 - 10:05

Resultados corporativos confirmam alta.

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Os resultados corporativos nos EUA continuam mostrando vigor surpreendente. Semana passada foi a vez de importantes empresas do setor bancário mostrarem seus resultados e – no geral – apontaram que o pior já passou. Ontem em Wall Street 77% das empresas apresentaram resultados melhores que o esperado, reforçando de novo os recentes suportes à bolsa de valores.

 

No Brasil a temporada de resultados deve começar com mais força a partir de amanhã com a divulgação de NET, Usiminas e Natura segundo dados da Bloomberg. Hoje ainda teremos – em Nova York – uma série grande de resultados que devem movimentar os mercados. Chamamos a atenção a este fato que ganha relevância substancial nestes próximos dias.

 

No front interno os dados macroeconômicos continuam apresentando gratas surpresas. Ontem foi a vez do IPC-FIPE insinuar que a inflação no país está comportada. Hoje de manhã o IGP-M do 2° decêndio confirmou a queda na inflação doméstica e prepara o terreno para o primeiro dia da reunião do COPOM (que começa hoje e termina amanhã, com o anúncio da nova taxa). O IGP-M do 2° decêndio desacelerou para um décimo da medição anterior; saindo de 0,41% em setembro para 0,04% em outubro.

 

igp_m_2_outubro

 

Em 2009 o IGP-M do 2° decêndio acumula deflação de -1,17% o que retira boa parte dos impulsos tradicionais da inflação no início do ano que vem. Na última medição o IGP-M caiu por conta da desaceleração do IPA (de 0,55% para 0,02%) e do IPC (de 0,25% para 0,03%), o INCC acelerou na medição (de -0,04% para 0,13%). Destaques ficaram pela queda vertiginosa do grupo Alimentação no caso do IPC que saiu de 0,61% para -0,96%.

 

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Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
19/10/2009 - 12:01

Para provocar os mais exaltados….

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A questão dos juros internos é controversa na minha opinião. Vamos supor que o BC baixe os juros. Qual seria o resultado? Mais crescimento. Se o país crescer muito mais rápido que o resto do mundo nós vamos importar mais e exportar a mesma coisa. Se isso ocorrer teremos déficits recorrentes na Balança Comercial. Se tivermos déficits recorrentes teremos, de novo, fragilidade externa.

O governo poderia falar: tudo bem, vamos gastar as reservas para segurar o front externo (temos hoje cerca de US$ 230 bilhões). Essa decisão é uma decisão política que foge a análise estritamente econômica.

Se o governo bancar essa “nova fase de industrialização”, incentivando a importação de bens de capital e dando crédito barato para o setor industrial e para o consumo, tudo bem. Porém duvido que faça.

O argumento de alta na taxa de juros é simplório da minha parte. Já estamos crescendo num patamar adequado, não precisamos – portanto – de incentivos adicionais. Logo a política monetária deve ser neutra.

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
19/10/2009 - 11:01

IPC-FIPE cai puxado por Alimentos.

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Os dados da inflação da região metropolitana de São Paulo medidos pela FIPE reforçam a leitura benigna para os preços domésticos e surpreende os analistas. A primeira quadrissemana de outubro registrou alta de 0,12%, nossa projeção apontava estabilidade para a segunda quadrissemana (também em 0,12%) e a mediana das expectativas do mercado estava em 0,11%. No entanto o índice cai e desacelera para 0,09% puxado pela deflação de quase 1% no grupo alimentação.

ipc_fipe_2009_outubro_2

Este dado, somado a divulgação do IGP-M do 2° decêndio amanhã cedo, preparam o caminho para o COPOM anunciar a manutenção da taxa SELIC na quarta-feira. Acreditamos que o colegiado do BC deve optar pela manutenção da taxa nesta próxima reunião, mas que já comece a preparar os ânimos para o aumento da SELIC já no começo de 2010. O anúncio desta mudança de política – para volta da neutralidade da taxa – deve ocorrer com o expediente conhecido de uma placar rachado na reunião do dia 21. Este sinal sutil já reorienta as expectativas dos analistas.

A alta da SELIC será provocada não pela inflação, mas pela recuperação econômica. Não acreditamos que teremos um repique inflacionário o ano que vem, o câmbio deve continuar favorecendo preços mais comportados por aqui e, além disso, os IGP´s bem comportados em 2009 tiram pressões típicas de início do ano.

Temos dois cenários para a evolução da taxa SELIC:

• Cenário Base (80% chance): alta de 25 pontos base já em janeiro próximo seguido de altas de entre 25 e 50 pontos base, totalizando 250 pontos base de alta em 2010. Taxa SELIC em 2010 = 11,25%

• Cenário Alternativo (20% chance): alta de 50 pontos base já em dezembro de 2009 em um aperto total de 275 pontos base. Taxa SELIC em 2010 = 11,50%

A agenda corporativa é fraca hoje onde apenas o resultado da Apple chama atenção no fim do dia. Porém amanhã, dia 20, a agenda será extensa nos EUA com resultados de empresas de peso na agenda. Chamamos a atenção de todos à estes eventos que devem dar o tom dos mercados nesta semana.

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
16/10/2009 - 15:53

Hammond Grooves – “Blues pro Wes” @ Jazz nos Fundos

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Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
16/10/2009 - 10:35

Resultados corporativos confirmam bom momento.

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Esta semana tivemos uma agenda poderosa no front corporativo com a divulgação dos resultados das empresas neste terceiro trimestre de 2009. Existiam dúvidas quanto a capacidade das empresas listadas superarem as expectativas dos analistas uma vez que estes mesmos analistas estariam sob efeito de certo otimismo econômico, jogando assim para cima suas projeções. De fato os resultados vieram melhores: 86% das empresas que divulgaram seus números nos EUA esta semana vieram melhores que as estimativas. No setor financeiro – a indústria que trouxe mais preocupações durante esta atual crise – o resultado não foi diferente: 75% delas vieram melhor que o estimado.

 

Hoje a agenda apresentou mais resultados de peso. A General Eletric (GE) veio melhor que as estimativas e registrou um lucro por ação na casa dos US$ 0,22. Já o Bank of América (BofA) decepcionou e apurou um prejuízo maior que o esperado ficando em –US$ 0,23 por ação.

 

Ainda não foi confirmado, mas devemos ter ainda hoje os números do Merril Lynch e do CIT.

 

Estes resultados positivos podem não necessariamente incentivar um novo período de altas mais robustas nas bolsas, mas sem dúvida reforçam consideravelmente os suportes existentes. Vale lembrar que a safra de resultados ainda não acabou e que no Brasil a agenda se estende até meados de novembro.

 

Voltando os olhos à agenda econômica, tivemos hoje no Brasil a divulgação do IGP-10 que veio abaixo das estimativas dos economistas. Nossa projeção apontava para 0,14% de alta, a mediana do mercado esperava em torno de 0,18%. No entanto o índice caiu de 0,35% em setembro para 0,10% em outubro. O IPA (Preços no Atacado) voltou a desacelerar e saiu de 0,46% para 0,09% com destaque para Matéria Primas Brutas (-0,54%) e Produtos Agropecuários (-1,18%). O IPC (Preços ao Consumidor) também desacelerou e fecha o período com 0,11% de alta.

 

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A inflação segue comportada no país, o que retira pressões sobre a política monetária. Reiteramos aqui que nossas expectativa é que o COPOM da semana que vem opte pela manutenção da taxa SELIC no atual patamar, deixando para o início do ano que vem a o movimento de retorno de neutralidade da taxa.

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
15/10/2009 - 11:05

Goldman e Citi confirmam bom momento.

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A Goldman Sachs apresentou o resultado do terceiro trimestre de 2009 e os números são positivos. A estimativa dos analistas é que o lucro por ação ficasse em US$ 4,17, porém o banco apresentou um resultado 25% melhor que o esperado e fecha o período com um lucro por ação de US$ 5,25, fruto da evolução dos ganhos da empresa que dobraram em relação ao mesmo período do ano anterior e ficaram em US$ 3,2 bilhões.

 

O Citigroup confirma o bom momento da indústria financeira norte-americana e apresentou, na manhã de hoje, um prejuízo menor que o esperado. O prejuízo por ação foi de US$ 0,23 por ação e não US$ 0,29.

 

Os resultados corporativos estão confirmando a virada econômica dos últimos dois trimestres no mundo. Fica a sensação, por ora, que a prova dos 9 dos balanços empresariais estão em linha com a expectativa de retomada do crescimento. Vale lembrar que ainda temos muitos resultados a serem apresentado, especialmente no Brasil cuja agenda de divulgação deve se estender até meados de novembro.

 

Outro sinal inequívoco da melhora no mercado norte-americano foi a divulgação do Empire Manufacturing hoje de manhã. O índice de setembro foi de 18,8, os analistas esperavam algo em torno de 17,25. Porém foi verificado em outubro uma condição muito melhor que o esperado e o índice ficou em 34,57.

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O Empire Manufacturing é uma pesquisa conduzida pelo FED de Nova York junto à diversos setores da economia local onde é mapeado a melhora do mês corrente contra o mês anterior e as expectativas para os próximos seis meses. O resultado de hoje aponta para uma melhora significativa naquela região norte-americana.

 

As Vendas no Varejo no Brasil veio em linha com as expectativas e avança em agosto 0,7% na variação mensal dessazonalizada e 4,7% na comparação anual. O resultado está dentro da nossa expectativa e confirma nosso cenário de avanço econômico neste terceiro semestre. Recentemente apresentamos nossas novas projeções para o PIB do 3° trimestre de 2009 no país, acreditamos que o resultado deva ser entre 2 e 2,5%, forçando assim o país fechar 0,40% e 0,60% este ano.

 

O resultado das Vendas no Varejo foi positivo, mas não o suficiente para alterar nossa expectativa para a próxima reunião do COPOM (dia 20 e 21 de outubro). Acreditamos que o colegiado do BC deve optar pela manutenção no atual patamar a Selic. No entanto devemos ver na ata dessa reunião alguma sinalização mais clara para a última reunião do ano, nos dias 8 e 9 de dezembro, entre elas um placar rachado pela manutenção da taxa na atual reunião.

 

Os dados apresentados ontem pelo Ministério do Trabalho apontam para a retomada do emprego no país de maneira robusta. Os dados do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) mostraram avanço pelo 8° mês consecutivo na séria original e pelo 5° mês na série dessazonalizada. Em setembro foram criadas pelas contas do Ministério cerca de 252 mil vagas no país. O grupo que tem puxado o emprego no país é o setor da Construção Civil que avançou em 12 meses 4,31%, seguido pelo Comércio que no mesmo período cresceu 3,22%.

 

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Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
14/10/2009 - 15:28

JP Morgan supera expectativas.

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O resultado apresentado pelo gigante financeiro JP Morgan na manhã de hoje não decepcionou quem apostou na recuperação da saúde financeira norte-americana. O lucro por ação foi de 82 centavos por ação, resultado 64% maior que o estimado por analistas e infinitamente maior do que os 9 centavos por ação no mesmo período do ano passado.

 

O banco já havia demonstrado sinais de vitalidade ao pagar em junho desse ano o empréstimo de US$ 25 bilhões feito junto ao governo norte-americano como parte do pacote de ajuda ao sistema financeiro. Agora o gigante financeiro pode colher os frutos da sua aquisição, em 2008, de outra lenda de Wall Street: o Bear Stearns.

 

Esta semana em particular teremos a divulgação de grandes bancos nos EUA. Amanhã é a vez do Goldman Sachs e do Citigroup. Já na sexta-feira é a vez do BofA. Sugerimos atenção redobrada à estes resultados, uma vez que a agenda corporativa tende a ganhar força extra frente aos resultados propriamente econômicos.

 

No front econômico a Europa mostra, mais uma vez, que está trilhando seu longo e árduo caminho ao topo. A Produção Industrial do Velho Continente ficou levemente abaixo das expectativas na sua variação mensal, porém fecha agosto em alta de 0,9%.

Dados do mercado de trabalho na Inglaterra, mesmo que ainda deteriorado, mostram sinais de estabilização. A renda do trabalhador inglês aumentou em agosto e os pedidos de auxílio desemprego recuaram em setembro. A taxa de desemprego estabilizou-se em relação ao mês anterior e registra 7,9%.

 

O mercado de trabalho, especialmente nos países industrializados, tende a sofrer ainda mais nos próximos meses, mas com melhoras marginais e constantes. Tudo indica que o pior da crise passou e que, aos poucos, as economias estão retomando sua normalidade. Este processo deve demorar, mas já está em curso.

 

No Brasil a FGV em parceria com AES apresentaram o SPI (Sinalizador da Produção Industrial) que mede o nível de atividade em São Paulo. O resultado apontou alta de 1,6% em setembro – dados dessazonalizados. Mais uma boa notícia no fronte econômico brasileiro.

 

Pare ler o press-release do SPI, acesse:

http://www.fgv.br/mailing/IBREMKT/dsp_arquivo.asp?arquivo=D10C0EC5D2191456

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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