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Arquivo de outubro, 2009

30/10/2009 - 09:29

Setor externo EUA volta com força.

Ontem o mundo comemorou com entusiasmo a recuperação da economia norte-americana e reafirmou a crença de que o pior já passou; tanto que sacramentou o bom humor com altas em todas as praças relevantes (nos EUA o S&P subiu 2,25%, por aqui uma alta nada modesta de 5,91%). Este encantamento do PIB do terceiro trimestre vai durar muito? Difícil dizer. Todos nós sabemos que as bolsas avançaram – e muito – durante 2009, seria temerário crer numa alta indefinida das bolsas, em particular a brasileira.

 

No entanto, se os dados positivos do PIB norte-americano não nos autorizam a pensar na alta continuada dos mercados acionários, o resultado divulgado ontem alicerça mais um pouco os atuais suportes. Dificilmente um investidor, no médio prazo pelo menos, venderia seus ativos tendo pela frente o ano de 2010 que promete uma recuperação ainda mais consistente. O mercado opera com os pés em 2009, mas com os olhos em 2010.

 

Um dado chama atenção particular no PIB divulgado ontem: o setor externo norte-americano voltou com força neste terceiro trimestre, re-habilitando parte da função da economia dos EUA de comprador de última instância. As exportações avançaram 14,7% no período apurado, no entanto as importações avançaram ainda mais, fechando o período com alta de 16,4%.

 setor_ext_aeua

 

Após 7 trimestres consecutivos de queda nas importações os EUA, finalmente, voltam às compras. Os efeitos de tantos períodos de diminuição nas importações (dos EUA e dos nossos tradicionais parceiros) foram severos com o Brasil. Para se ter uma idéia dos 10 principais destinos das exportações brasileiras 9 apresentaram queda em relação ao ano passado (na comparação acumulada no ano), o único que avançou no período foi a China, tornando-se assim nosso principal comprador.

 

Mas este movimento parece estar se revertendo. Se compararmos setembro de 2009 versus setembro de 2008 os EUA estão disparados na frente, eles compraram 15,46% a mais.

 

Se o conjunto de notícias para Brasil já era favorável agora ganha mais um ponto. Realmente 2010 tem tudo para ser um bom ano.

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
29/10/2009 - 14:53

COPOM: postura cautelosa.

A ata do COPOM divulgada na manhã de hoje aponta que o colegiado optou pela cautela na condução da política monetária. Que pese todos os indicadores de que a economia brasileira já está acelerando, o BC centrou sua atenção ao excesso de ociosidade ainda presente na economia e na perda do dinamismo da demanda doméstica derivados do choque ocorrido no país no final de 2008. Segundo esta ótica não há pressões na inflação doméstica nem pela ponta da oferta quanto da demanda. No item 22, no capítulo Implementação da Política Monetária, o colegiado do BC aponta que:

 

“O Copom entende que a perda de dinamismo da demanda doméstica ocorrida ao final de 2008 gerou ampliação da margem de ociosidade da utilização dos fatores de produção, ocasionando redução das pressões inflacionárias.”

 

E continua no item 24 no mesmo tom.

 

“O Copom avalia que, diante da margem de ociosidade da economia e do comportamento das expectativas de inflação para horizontes relevantes, continuaram favoráveis as perspectivas de concretização de um cenário inflacionário benigno, no qual o IPCA seguiria exibindo dinâmica consistente com a trajetória das metas.”

 

Já no item 25 a ata aponta algo interessante que pode dar uma pista sobre a evolução futura da taxa. (em negrito grifo nosso)

 

“O Comitê considera que a acomodação da demanda, motivada pelo aperto das condições financeiras e pela deterioração da confiança dos agentes, bem como pela contração da economia global, poderia estar sendo superada, ainda que persista sensível margem de ociosidade dos fatores de produção, que não deve ser eliminada rapidamente em um cenário básico de recuperação gradual da atividade econômica.”

 

Que a eliminação da capacidade ociosa não será rápida caso a recuperação seja gradual, não discordamos. Mas fica uma dúvida: e se a recuperação não for tão gradual assim? E se de fato – como os dados do IBGE apontam – a recuperação da indústria, do comércio e do emprego estejam já em curso? Nossos modelos para o PIB projetam que a economia brasileira deve avançar cerca de 2,25% neste terceiro trimestre, em 2009 devemos crescer cerca de 0,55%.

 

A inflação esperada para 2010 está muito comportada por conta de mais dois fatores, além da questão levantada pelo BC (da demanda comportada e da ociosidade dos fatores): o Câmbio e o IGP-M.

 

Os efeitos deflacionistas que a moeda valorizada traz são enormes, e o nosso câmbio neste patamar aumentou a renda real dos consumidores permitindo o acesso relativamente tranqüilo aos produtos importados.

 

Já o IGP-M em queda retira pressões típicas de início de ano nos preços de contratos (aluguéis, mensalidades escolares e preços administrados). O IGP-M divulgado hoje reafirma este cenário. O índice desacelerou de 0,42% em setembro para 0,05% na variação mensal (nossa projeção era de 0,03%). Em 12 meses acumula queda de -1,31%.

 

igp_m_10_09

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
29/10/2009 - 14:52

COPOM: postura cautelosa.

A ata do COPOM divulgada na manhã de hoje aponta que o colegiado optou pela cautela na condução da política monetária. Que pese todos os indicadores de que a economia brasileira já está acelerando, o BC centrou sua atenção ao excesso de ociosidade ainda presente na economia e na perda do dinamismo da demanda doméstica derivados do choque ocorrido no país no final de 2008. Segundo esta ótica não há pressões na inflação doméstica nem pela ponta da oferta quanto da demanda. No item 22, no capítulo Implementação da Política Monetária, o colegiado do BC aponta que:

 

“O Copom entende que a perda de dinamismo da demanda doméstica ocorrida ao final de 2008 gerou ampliação da margem de ociosidade da utilização dos fatores de produção, ocasionando redução das pressões inflacionárias.”

 

E continua no item 24 no mesmo tom.

 

“O Copom avalia que, diante da margem de ociosidade da economia e do comportamento das expectativas de inflação para horizontes relevantes, continuaram favoráveis as perspectivas de concretização de um cenário inflacionário benigno, no qual o IPCA seguiria exibindo dinâmica consistente com a trajetória das metas.”

 

Já no item 25 a ata aponta algo interessante que pode dar uma pista sobre a evolução futura da taxa. (em negrito grifo nosso)

 

“O Comitê considera que a acomodação da demanda, motivada pelo aperto das condições financeiras e pela deterioração da confiança dos agentes, bem como pela contração da economia global, poderia estar sendo superada, ainda que persista sensível margem de ociosidade dos fatores de produção, que não deve ser eliminada rapidamente em um cenário básico de recuperação gradual da atividade econômica.”

 

Que a eliminação da capacidade ociosa não será rápida caso a recuperação seja gradual, não discordamos. Mas fica uma dúvida: e se a recuperação não for tão gradual assim? E se de fato – como os dados do IBGE apontam – a recuperação da indústria, do comércio e do emprego estejam já em curso? Nossos modelos para o PIB projetam que a economia brasileira deve avançar cerca de 2,25% neste terceiro trimestre, em 2009 devemos crescer cerca de 0,55%.

 

A inflação esperada para 2010 está muito comportada por conta de mais dois fatores, além da questão levantada pelo BC (da demanda comportada e da ociosidade dos fatores): o Câmbio e o IGP-M.

 

Os efeitos deflacionistas que a moeda valorizada traz são enormes, e o nosso câmbio neste patamar aumentou a renda real dos consumidores permitindo o acesso relativamente tranqüilo aos produtos importados.

 

Já o IGP-M em queda retira pressões típicas de início de ano nos preços de contratos (aluguéis, mensalidades escolares e preços administrados). O IGP-M divulgado hoje reafirma este cenário. O índice desacelerou de 0,42% em setembro para 0,05% na variação mensal (nossa projeção era de 0,03%). Em 12 meses acumula queda de -1,31%.

igp_m_10_09

 

Caiu sensivelmente os Preços ao Consumidor, saindo de 0,28% ao mês 0,03%.

 

No Europa notícias positivas se avolumam. O Desemprego na Alemanha caiu e dados de Ciclo de Negócios sugerem a retomada da atividade econômica.

 

sentimento_economico_europa10_09

 

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
28/10/2009 - 10:15

Na véspera do PIB e da ATA.

A agenda corporativa – que havia sido o centro das atenções nas últimas semanas – está perdendo força gradativamente e devemos ver, já a partir de amanhã, a volta com maior força da agenda econômica. O centro das atenções ficou focado nos resultados das empresas nesse terceiro trimestres e estes mesmos resultados superaram – e muito – as expectativa dos analistas. Esses resultados reiteradamente positivos já fizeram o que tinham o que fazer, ou seja, confirmaram o bom momento econômico nos EUA e deram suporte aos dados econômicos apresentados.

 

No entanto sua força (dos resultados corporativos) para formar preços está se diluindo e os dados propriamente econômicos devem voltar ao centro das atenções. Amanhã teremos um dado de peso nos EUA que deve inaugurar essa nova fase: O PIB do terceiro trimestre. Existe a expectativa que os dados avançados do PIB indiquem o fim da recessão por lá, saindo d uma queda (em termos anualizados) de -0,7% para 3,2%.

 

pib_eua_03_09_a

 

Vale lembrar que a divulgação do PIB nos EUA e em outros países segue os seguintes estágios: primeiro é divulgado um dado Avançado (que será anunciado amanhã), depois uma Estimativa e, por fim, o número Final.

 

Se confirmada a estimativa dos economistas isto representará um avanço substancial nos cenários dos economistas já que muitos, em especial o FMI, projetava esta recuperação apenas para meados de 2010.

 

No Brasil teremos amanhã a divulgação da ATA do COPOM. O documento do BC deve trazer poucas novidades, a não ser que a pressão por aumento dos juros não deve se confirmar. Acreditávamos que o BC iria subir a taxa SELIC no início de 2010, pois não há necessidade de dar incentivar à uma economia que já está aquecida, logo a taxa de juros deveria voltar para um patamar “neutro”. Porém este não deve ser o caso e a diretoria do BC deve sinalizar pela manutenção da taxa de juros por mais algum tempo, tendo em vista o comportamento extremamente benigno da inflação doméstica.

 

Em tempo: amanhã será divulgado o IGP-M de outubro. Nossa projeção aponta para a retração da aceleração da inflação de 0,42% em setembro para apenas 0,03% em outubro.

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
27/10/2009 - 10:29

IPC-FIPE acima do projetado.

O IPC-FIPE, que mede a inflação ao consumidor na Região metropolitana de São Paulo, apresentou alta acima do projetado pelos economistas. A mediana das projeções do mercado apontava que a 3ª quadrissemana de outubro avançasse 0,10% contra 0,09% da quadrissemana anterior (nossa projeção era de 0,08%). No entanto o índice avançou 0,16% acima do teto das previsões que era de 0,15%.

 

ipc_fipe_2009_outubro_3

 

O grupo Alimentação continuou a apresentar deflação e já é a 5ª semana consecutiva de retração no grupo. A desaceleração neste grupo tem sido verificada também com força nos Índices de Preços no Atacado e nos Índices de Preços ao Consumidor da FGV. O grupo Habitação acelerou mais uma vez e foi responsável por boa parte da alta do IPC-FIPE na última medição.

 

Apesar de ter superado o teto das estimativas não vemos como preocupante a evolução dos preços por ora, as pressões continuam no sentido da desaceleração dos preços, não ao contrário.

 

A agenda econômica começa a ganhar força, uma vez que os resultados corporativos confirmaram sua tendência positiva. O motivo desse movimento é simples: uma vez que os resultados corporativos vieram reiteradamente acima das expectativas essa “informação” foi precificada, logo não forma mais preço. Neste sentido a agenda econômica volta a ter força de formar preços.

 

Quinta-feira será divulgado o PIB norte-americano do 3° trimestre e este é – sem dúvida – o evento mais importante da semana. Na mesma quinta-feira será também divulgada a ata do COPOM que merece atenção especial por parte dos analistas.

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
26/10/2009 - 14:35

Agenda econômica volta com força.

A agenda corporativa ofuscou os dados econômicos nas últimas semanas. A safra de balanços ainda não chegou ao final e temos ainda esta semana um calendário recheado tanto aqui quanto nos EUA. No entanto, segundo ficou demonstrado na semana passada, as empresas reagiram muito bem no terceiro trimestre deste ano e a maioria esmagadora dos resultados vieram melhores que o inicialmente projetado pelos analistas. Não devemos ter surpresas adicionais no front empresarial, salvo um ou outro resultado ruim, mas estes devem ser episódicos e não revertem a percepção geral que a economia está reagindo bem nos últimos meses.

 

Essa semana dados de peso no front econômico devem dividir as atenções com a agenda corporativa. Foi divulgada na manhã de hoje o Indicador Antecedente na China e o resultado é o melhor desde maio de 1993. O Indicador Antecedente é um índice elaborado pela Goldman Sachs e o National Bureau of Statistics e tenta capturar a condição econômica do país no sentido de antecipar a tendência geral. Para tanto pondera uma série grande de agregados econômicos visando cobrir a oferta, a demanda e o sistema financeiro. Os componentes do Indicador Antecedente são: Produção Industrial, FBKF, Vendas no Varejo, Balança Comercial, Coleta de Impostos, Lucros, Renda Urbana, Empréstimos M2, e inflação.

 

leading_china_10_09

 

A divulgação deste dado animou os investidores asiáticos e a bolsa de Tóquio avançou 0,77% e o Hang Seng robustos 1,71%.

 

No Brasil a agenda econômica reserva para amanhã e quinta-feira indicadores de inflação (IPC-FIPE e o IGP-M) e, na quinta-feira também, será divulgada a ata do COPOM. A ata do BC deve ser lida com atenção redobrada uma vez que a nota distribuída semana passada junto com a decisão da manutenção pelo colegiado jogou muito pouca luz sobre o que pensa a diretoria do BC sobre o atual momento econômico e a evolução futura da taxa de juros.

 

Quinta-feira (29) teremos a divulgação do principal evento da semana: o PIB dos EUA no 3° trimestre. A expectativa é que a economia do gigante norte-americano avance cerca 3,1% em termos anualizados, um resultado que se confirmado decreta o fim do pior da crise econômica.

 agenda_26_10_09

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
23/10/2009 - 17:13

Som de sexta.

Roberta Sá – Pelas Tabelas

Muito bom. Essa moça é um charme.

Bom fim de semana à todos.

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
22/10/2009 - 09:41

China em ritmo chinês.

Ontem – no fim do dia aqui deste lado do mundo – a China divulgou as principais figuras da evolução da sua economia, e os resultados não poderiam ser melhores. O PIB cresceu estonteantes 8,9% na comparação entre o 3° trimestre de 2009 e o 3° trimestre de 2008, o Investimento (a Formação Bruta de Capital Fixo, ou FBKF) evoluiu 33,3% e a Produção Industrial já se recupera da queda durante o período mais agudo da crise e sobe na comparação anual 14%.

 

pib_china_03_09

 

prod_ind_china_09_09

 

Em resumo: a China voltou a ser chinesa. Tanto crescimento joga no ar certa expectativa quanto a retirada de políticas de incentivo econômico; afinal, com a economia voltando ao crescimento acelerado, não faz sentido o poder público manter o pé no acelerador econômico.

 

Tanto lá como cá a retomada do nível de produção está associada a um nível de inflação bastante moderado. Na China há deflação de 0,8% em 2009. Por aqui os preços ao consumidor estão comportados e as expectativas ancoradas dentro da meta oficial de 4,5% ao ano.

 

Por este motivo que o COPOM decidiu, por unanimidade, manter a taxa SELIC inalterada. A nota divulgada junto com a decisão de manutenção deixa muito pouco espaço para especulações quanto à decisão do colegiado. Eis a nota:

 

“Brasília – Tendo em vista as perspectivas para a inflação em relação à trajetória de metas, o Copom decidiu manter a taxa Selic em 8,75% a.a., sem viés, por unanimidade.  Levando em conta, por um lado, a flexibilização da política monetária implementada desde janeiro, e por outro, a margem de ociosidade dos fatores produtivos, entre outros fatores, o Comitê avalia que esse patamar de taxa básica de juros é consistente com um cenário inflacionário benigno, contribuindo para assegurar a manutenção da inflação na trajetória de metas ao longo do horizonte relevante e para a recuperação não inflacionária da atividade econômica.

 

Brasília, 21 de outubro de 2009” 

 

O BC quis deixar claro que entende como razoável a atual taxa SELIC frente o conjunto dos eventos da economia brasileira neste momento, e mais: que não vê com preocupação a trajetória futura da inflação. Nota tão neutra sugere que a última reunião do COPOM neste ano (entre os dias 8 e 9 de dezembro) deve optar mais uma vez pela manutenção.

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
21/10/2009 - 10:34

IOF para estrangeiros: sem efeito no médio prazo.

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
21/10/2009 - 09:37

SELIC: manutenção à vista.

Hoje será divulgado no fim do dia a nova meta para a Taxa SELIC. O COPOM está no seu segundo dia de reunião e deve optar pela manutenção da taxa básica de juros brasileira sem grandes surpresas. A inflação no curto prazo está bem ancorada, todos os índices de inflação divulgados em outubro (tanto faz se IGP´s ou os IPC´s da FIPE) vieram menores – ás vezes em patamares bem inferiores – ao registrados em setembro. Sexta-feira termos a divulgação do IPCA-15 e este deve apontar 0,25% no período.

 

selic_ipca

 

Junto o anúncio da nova taxa SELIC é de praxe a divulgação de uma nota sucinta sobre a reunião. A leitura deste comunicado deverá ser feita com atenção redobrada pois temos de um lado 1-) a expectativa de que o BC volte a subir os juros no país já no 1° semestre de 2010 e 2-) a recente decisão da criação do IOF para estrangeiros. Ambos os eventos são de importância fundamental para os rumos da política monetária doméstica.

 

É unanimidade junto aos economistas do mercado que a decisão será pela a manutenção. Lembramos à todos que ainda teremos mais uma reunião do COPOM em 2009, entre os dias 8 e 9 de dezembro.

 

A agenda corporativa continua mostrando força nos EUA. Ontem a maioria absoluta das empresas apresentaram resultados acima dos estimados pelos analistas e confirmam assim o bom momento econômico. Hoje a agenda é discreta nos EUA, com a divulgação apenas da Boeing por lá. Aqui será a vez de Natura e Usiminas mostrarem seus números do terceiro trimestre. No período da manhã a NET surpreendeu e veio com um resultado 91% melhor que o inicialmente estimado.

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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