Arquivo de setembro, 2009
30/09/2009 - 10:41
O PIB norte-americano caiu menos que inicialmente divulgado. Na medição anterior o resultado apurado era de -1,0%, um resultado que em si já sinalizava uma reversão importante na queda, uma vez que o PIB do 1° tri havia tombado mais de 6%. Os economistas norte-americanos esperavam que o resultado fosse revisado para baixo, em -1,2%. No entanto o resultado veio melhor: em -0,7%.

Foi divulgado na manhã de hoje a evolução do emprego nos EUA medida pela ADP (empresa que processa folha de pagamentos). Era esperado o corte mais 200 mil vagas por lá, mas o efetivamente apurado veio pior, em menos 254 mil postos. No entanto, como fica evidente na evolução do gráfico abaixo, apesar da surpresa negativa na última medição, o resultado tem sido muito progressivamente melhor, mostrando assim que a economia dos EUA está parando de cair e está chegando ao fundo.

Inicialmente previsto para ser divulgado na tarde de ontem, o Índice Antecedente foi finalmente apresentado na manhã desta quarta-feira. O resultado confirma o “grande salto para frente” do governo chinês e aponta – mais uma vez – que o crescimento para dentro tem sido uma estratégia eficaz.

Este indicador é elaborado pela Goldman Sachs e o National Berau of Statistics e visa antecipar a evolução do PIB daquela economia. No índice são ponderados uma série de indicadores, eles são: Produção Industrial, FBKF, Vendas no Varejo, Importação e Exportação, Coleta de Impostos, Lucros Industriais, Renda Urbana, Empréstimos, M2 e Inflação.
A economia chinesa mostra vigor surpreendente e sugere que as economias emergentes estão numa situação melhor que nossos colegas desenvolvidos. Mais um sinal positivo para Brasil, o que deve reforçar a apreciação do Real frente ao Dólar. (em tempo: a moeda norte-americana recua na manhã de hoje e está a R$ 1,78).
A economia alemã parece estar desacelerando a queda; o que não quer dizer – a princípio – o começo da retomada, mas antes de tudo o encontro de um fundo. O desemprego recuou na medição de setembro e fecha em 8,2% (a expectativa era de avanço de 8,4%).

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria
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29/09/2009 - 10:16
Após meses de deflação relevante o Índice Geral de Preços reverte o movimento e fecha em alta em setembro. O responsável por esta guinada no IGP-M é o IPA (Preços no Atacado) que registrou mês passado queda de -0,61%, agora avança 0,53% puxado pela alta de Bens Finais (1,11%).

O gráfico acima deixa claro o movimento de deflação do Índice Geral da FGV e reitera nossa percepção tranqüila no front econômico. O ano passado vimos incrédulos o aumento vertiginoso das commodities como um efeito colateral da crise financeira global. Esta fuga para a “segurança dos ativos reais” fez explodir no balanço das empresas custos extras relevantes e que foram foco de enorme tensão durante 2008.
Já agora vemos que a deflação desta bolha parece ter chegado ao fim. Voltamos à normalidade, por assim dizer.
Na Inglaterra foi divulgado a revisão do PIB da ilha no segundo semestre de 2009. O resultado avançado dava conta de uma queda de -0,7% no PIB, agora – na sua versão preliminar – o produto recuou menos: -0,6%.
O Sentimento Econômico da Zona do Euro também avança. A pesquisa é conduzida junto à empresários e consumidores que são inquiridos sobre a evolução da Indústria, Consumo, Construção e Serviços. A base de comparação é o ano 2000.


Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria
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28/09/2009 - 10:14
A agenda econômica dessa semana promete ser um divisor de águas quanto a evolução das expectativas econômicas; isto porque uma série de dados relevantes serão divulgados tendo como mês de referência agosto e setembro, dando uma idéia mais clara do terceiro trimestre de 2009. Mais que isso: a revisão do PIB de economias maduras deve chamar atenção ao real nível de atividade.
A China irá divulgar amanhã dois dados de peso. Ás 13:00 de Brasília (um horário um tanto não usual para a divulgação de dados da economia asiática) será divulgado o Leading Index – Indicador Antecedente – que tenta antecipar a tendência do nível de atividade chinês e seu ciclo de negócio. O outro dado, mas este já no fim do dia por aqui (às 23:30 de Brasília) é o PMI da indústria do gigante asiático. Em ambos os casos as expectativas é de avanço.

Teremos também a divulgação da estimativa mais precisa sobre a evolução do PIB da Inglaterra (amanhã às 05:30) e da economia norte-americana (quarta-feira às 09:30). No caso inglês a expectativa é que a revisão do PIB do segundo trimestre de 2009 traga boa notícias, mostrando uma queda menor do que a inicialmente projetada, saindo -0,7% a.t. para -0,6% a.t..
Já o caso norte-americano as nuvens carregadas prometem trazer instabilidade para os negócios no meio dessa semana. A expectativa é de piora nos dados do PIB até então divulgados, mostrando uma economia desacelerando no 2° trimestre de 2009 mais do que inicialmente projetado (de -1% para -1,2%).

No fim da semana será divulgada a Produção Industrial no Brasil do mês de agosto, o que deve, mais uma vez, reforçar o bom humor com a nossa economia.
É importante ter em mente que, apesar dos dados extremamente positivos recentemente divulgados, teremos cada vez menos “boas notícias” no front econômico. Colocamos entre aspas as boas notícias para denunciar que a leitura do mercado sobre os dados serão menos entusiasmadas daqui pra frente. Porém, apesar do mau humor do mercado, e das enormes incertezas que pairam sobre a cabeça dos investidores, os números refletem uma guinada espetacular das principais economias do planeta – Brasil no meio – denunciando assim a habilidade que os Bancos Centrais e os governos tiveram para evitar o derretimento da economia globalizada.
A volatilidade deste segundo semestre, derivada primeira do nervosismo quanto ao avanço vertiginoso das bolsas, faz que os dados econômicos percam relevância na formação dos preços. Esta situação irá permanecer ao menos até a segunda quinzena de outubro quando começará a safra de resultados das empresas no terceiro trimestre.
Devemos confirmar ao longo dessa semana o bom momento econômico, mas é bem provável que o mercado não dê tanta importância a isto.
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25/09/2009 - 13:25
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25/09/2009 - 11:48
Acabam de ser divulgados os dados relativos aos Pedidos de Bens Duráveis nos EUA e o resultado apurado em agosto foi sofrível. A expectativa dos economistas era de uma queda no índice cheio, uma vez que o programa de incentivo ao setor automotivo por lá foi extinto. Porém se esperava que o resto da indústria voltasse a reagir e avançasse.
No entanto, as figura apresentadas foram muito ruins. Em julho os Pedidos de Bens Duráveis havia avançado 4,8%, em agosto o esperado era uma modesta alta de 0,4%, porém fechou em forte queda de -2,4%. Era no Pedido de Bens Duráveis sem Automóveis que residia as esperanças dos economistas, mas o dado cai de 0,9% em julho para 0% em agosto, jogando água fria e trazendo nervosismos aos negócios nessa sexta-feira.

Semana que vem temos uma agenda econômica intensa e extensa. Muitos dados econômicos nos EUA e na Europa prometem dar o que falar, em especial a revisão do PIB norte-americano (na quarta-feira à 09:30) e do PIB da inglês (terça-feira às 05:30).
No Brasil dados das finanças públicas e de nível de atividade devem chamar atenção dos analistas. Nos referimos ao Superávit (Nominal e Primário) na quarta-feira e na Produção industrial na sexta-feira.
Nossas projeções apontam a continuação da alta dos IGP´s da Fundação Getúlio Vargas. Na terça-feira será divulgado o IGP-M de setembro e este deve reverter a deflação do período anterior e avançar 0,48%.

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23/09/2009 - 10:29
Ontem aconteceu o que não precisava mais: o Brasil recebeu – da última grande classificadora de risco – o tão almejado título de Grau de Investimento. Uma boa notícia, mas que soa um tanto quanto velha se ponderada a percepção de risco dos ativos brasileiros frente os nossos pares. Abaixo o gráfico da evolução do risco percebido do Brasil frente outras economias emergentes.

O gráfico segue do início do ano passado até o dia de ontem, e descreve com precisão cartesiana a evolução positiva da economia brasileira em comparação com outros países. No começo do ano passado podemos ver o Brasil acima do gráfico, denunciando assim nossa fragilidade comparativa. Porém o país mostrou melhor resistência que o conjunto dos emergentes às mudanças abruptas de cenário mundial e fechamos abaixo de todos nos últimos dados disponíveis.
O evento de ontem, num elegantemente esforço de Relações Públicas com a visita do Ministro da Fazenda Guido Mantega à sede da Moody´s, só confirmou o que o mercado já sabia.
A resistência da Moody´s em conceder o grau de investimento tem razão de ser; o episódio do subprime leva a indesejável marca da classificação de risco frouxa e da leniência dessas mesmas agências ao que deveria ser sua especialidade: mensurar risco. Após o sufoco que passaram ao ver sua credibilidade fazer água durante o momento mais agudo da crise no ano passado, os analistas dessas casas passaram a ter o dobro de cuidado ao emitir opiniões e pareceres.
O grau de investimento concedido ontem deve ter sido feito com olho de lupa nas contas nacionais brasileiras e nos indicadores financeiros.
O mercado já sabia e o consumidor também. Hoje foi divulgada a Confiança do Consumidor no Brasil e o resultado confirma o bom humor do brasileiro com os rumos da economia. Os dados dessazonalizados apontam a manutenção da confiança no mesmo patamar anterior, que já apresentava alta significativa.

Até no Velho Continente, que está passando por um momento delicado e desafiador, as notícias são boas. Foi divulgado na manhã de hoje os dados de PMI, e estes sugerem o fim da deterioração econômica por lá.
O PMI é uma pesquisa conduzida junto aos administradores de grandes negócios e é perguntado a estes se o nível de negócios no mês corrente está no mesmo patamar que no período anterior. Se está com o mesmo vigor (vendas, estoques, exportações, etc…) o número é 50, pior, abaixo de 50, melhor, acima.
O gráfico abaixo deixa claro que a situação econômica na Europa deixou de piorar.

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria
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22/09/2009 - 10:56
Conforme nossa expectativa o IGP-M do 2° decêndio reverteu sua tendência deflacionista até então verificada e apresentou alta na medição conduzida em setembro, saindo de -0,46% em agosto para 0,41% agora. O vilão, de novo foi o IPA (preços ao atacado) que puxou o índice geral da FGV.

Os índices gerais de preço são compostos por três grupos, a saber: IPA (preços ao atacado), IPC (preços ao consumidor) e INCC (construção civil) com pesos de 6, 3 e 1 respectivamente. Os preços ao atacado estavam apresentando nas últimas medições importantes quedas, o que jogou para abaixo de zero o IGP do período. No entanto, após tantos impactos negativos, o movimento deflacionista perdeu força na esteira do recente avanço econômico, colocando assim um piso ao momento deflacionista (que – diga-se de passagem – é um dos efeitos mais nefastos da atual crise econômica).
Às vezes nem é necessário que haja alta no preço para que este impacte o índice, basta apenas que deixe de “derreter”. É o caso do minério de ferro que, segundo a FGV, apresentou queda de estonteantes -15,4% em agosto para uma modesto recuo de -1,60% em setembro. Porém, alguns grupos de produtos efetivamente avançaram e este foi o caso de alimentos processados (no caso de Bens Finais) e de laranja e soja (no grupo Matéria-Prima Brutas).
O índice de preços ao consumidor também avançou em setembro, mas não nos preocupa por ora esta evolução positiva. Vale apontar que dois produtos que haviam tirado o sono do consumidor em agosto estão mais comportados em setembro. Nos referimos a tarifa elétrica residencial (2,06% para -0,06%) e álcool combustível (5,40% para 1,25%).
A inflação segue em grande medida comportada. O gráfico abaixo mostra a evolução do IGP-M do 2° decêndio em número índice (fixado em janeiro de 2008). Podemos observar que após o choque de preços no ano passado – na esteira da explosão das commodities – o novo patamar está estável.

Quinta-feira será divulgado a prévia da inflação oficial, o IPCA-15. Nossa expectativa é que haja ligeira queda no índice, saindo de 0,23% para 0,18% em setembro.
Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria
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21/09/2009 - 10:23
Os últimos dados do PIB brasileiro surpreenderam boa parte dos economistas, afinal os dados sugerem que já no segundo trimestre deste ano o Brasil saiu da crise e já engatou a marcha acelerada do crescimento econômico. É uma ótima notícia, mas…
Se confirmado o ritmo da expansão do produto brasileiro neste trimestre – e tudo indica que é o caso – teremos que repensar a dinâmica de algumas variáveis chaves para o ano que vem. O relatório FOCUS, elaborado pelo Banco Central e divulgado na manhã de hoje, já dá algumas pistas deste novo movimento.
Comecemos pelo próprio PIB. Após amargar meses de deterioração nas expectativas, e ficar no campo negativo o crescimento esperado para 2009, hoje a mediana das projeções apontam finalmente um numeral neutro em 0,00%. Nossa projeção aponta uma recuperação ainda mais robusta para o ano, devendo fechar em 0,26% o avanço do PIB.
No campo inflacionário as projeções também aceleraram um pouco. As expectativas são de leve alta na inflação ao consumidor medida pelo IPCA para 2009, já para o ano que vem o prognóstico ainda está ancorado na faixa dos 4,30%.
Inflação não deve ser o problema para o ano que vem, porém nos chama atenção que o atual ritmo de crescimento deve forçar o tecido econômico além da tendência usual do nível de expansão econômica. O hiato do produto, a diferença entre o crescimento econômico e a tendência do produto, deve zerar já no primeiro trimestre de 2010, se confirmado nosso cenário de crescimento econômico.
O BC olha com bastante atenção este tipo de medida e deve acender a luz amarela no radar da diretoria da instituição. Nos parece, olhando por este ângulo, que a probabilidade de aumento do juros básico já no primeiro semestre do ano que vem é mais provável do que anteriormente projetado.
Devemos ler com atenção os depoimentos da diretoria do BC nos próximos dias para ter uma noção mais clara do que o colegiado do COPOM pensa sobre a evolução da economia brasileira. O avanço da economia sem dúvida é uma boa notícia, mas devemos nos preparar os desdobramentos deste novo patamar de crescimento.
Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria
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18/09/2009 - 11:18
O saldo estrangeiro acumulado em setembro virou e, após um início de mês com saída líquida de recursos, os estrangeiros voltaram ao Ibovespa. Até o dia 14 o saldo registrado era de R$ 689 milhões, em 2009 chega em estonteantes R$ 14,6 bilhões. E não por menos, a valorização do Ibovespa em dólares durante 2009 foi, até agora, de 105%.

As desconfianças dos analistas quanto ao ritmo de alta da bolsa persistem, afinal o preço alvo de muitas casas estão praticamente cumpridos. A despeito de todo o mal estar o mercado permanece otimista.
O IGP-10 veio bem acima da última medição. Em agosto foi apurada deflação de -0,60% no índice, agora em setembro houve avanço de 0,30%. O motivo dessa alta é a reversão da deflação verificada o nos preços do atacado (IPA) concentrado, principalmente, nos Bens Finais (em especial alimentos in natura e combustíveis).
Apesar da alta de 0,30% a inflação não nos preocupa por ora. O IGP-10, por exemplo, apresenta deflação nos últimos 12 meses e se comparado aos anos anteriores vemos a situação benigna da inflação em 2009.

Para ler o relatório da FGV na íntegra, acesse:
http://www.fgv.br/noticias_internet/ARQ/15088.PDF
Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria
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17/09/2009 - 12:30
A inflação medida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas – FIPE – mostrou-se mais benigna do que inicialmente prevista pelos economistas nessa segunda quadrissemana de setembro. A primeira quadrissemana apontou avanço de 0,47% nos preços ao consumidor, nossa projeção era de 0,46% para o atual período (o consenso de mercado estava em 0,44%), porém o índice fechou abaixo disso em 0,42%.
Chama atenção nos dados divulgados a queda na variação do grupo Habitação. Após ter passado boa parte do mês de agosto pressionando o índice – em grande medida por conta de altas nos preços de Tarifas de Esgoto e Energia Elétrica Residencial (como sugerem os dados da FGV), o grupo volta a recuar.
A inflação doméstica não parece combinar pressões significativas de alta, a despeito da recente reversão da deflação verificada no IPA (Preços no Atacado). A alta dos Índices Gerais da Fundação Getúlio Vargas não nos preocupa por ora, uma vez que já acumulam no ano deflação significativa.
No mercado de trabalho as notícias boas vão se avolumando no mesmo passo das vagas criadas. Ontem o Ministério do Trabalho apresentou o resultado do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) e o resultado não poderia ter sido melhor: o saldo positivo em agosto foi de 242 mil vagas criadas.
Porém, a evolução do CAGED ganha mais força ao dessazonalizarmos os dados do emprego. Chamamos atenção de todos que os dados do CAGED possuem um forte componente sazonal e fazer comparações sem “limpar” a série deste efeito pode nos levar à conclusões equivocadas.
Abaixo a série observada (em gráfico de linha) e a série dessazonalizada (em gráfico de área).
O método utilizado foi o X-12 Census no modo aditivo.
Observamos, pela série dessazonalizada, que o resultado de agosto reverteu o saldo negativo que havia se iniciado em dezembro do ano passado. Um ótimo sinal que corrobora para uma leitura mais otimista do Brasil no que tange a evolução econômica recente.
Em tempo: refizemos nossa projeção para o PIB de 2009 sob a luz dos dados divulgados na última sexta-feira sobre a evolução econômica no 2° trimestre. Levando em conta mais duas altas de 1,8% – na variação trimestral dessazonalizada – devemos fechar 2009 com uma alta de 0,26% no PIB brasileiro.
Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria
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