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A Colour Futures deu a sugestão e a indústria seguiu o conselho. A cor eleita para 2012 será a Chá Dançante. Uma mescla entre vermelho, o laranja e o rosa. Mas onde usar essa cor? Não fica cafona? Indiscreto? Pode pesar no ambiente? São tantas as dúvidas que resolvi esclarecer boa parte delas.
Onde pode ser usada?
A cor do ano pode ser usada em pequenos toques, detalhes, barras de cortinas, vivos de poltronas, ou em paredes e fachadas.
Pintar apenas uma parede?
O ideal é configurar um ambiente alegre e vivo como um lavabo, um quarto de brincar, uma copa, um escritório. Com uma cor destas, mas se você tiver uma parede especial diferente das outras, pode ter um efeito muito marcante, como exemplo, a parede da lareira, a parede da entrada do hall, a parede da sala de jantar. Uma parede onde tenha um quadro tão intenso quanto a cor.
O vermelho e rosa combinam com que tipo de proposta de decoração?
Esta cor está muito feliz, pois combina com qualquer proposta de estilo de decoração, desde uma peça de decoração num ambiente clássico, como um vaso ou almofada ou quadro ou uma moldura quanto um estilo moderno numa parede, num móvel laqueado, muna textura ou papel de parede, num tampo.
A cor influencia de que maneira na casa?
Influencia totalmente no astral do morador aumentando sua energia, vitalidade e paixão.
Na cromoterapia, o Rosa Chá é um ativador e acelerador. Acelera o fluxo de sangue, aliviando o mal estar, em pessoas com pressão baixa. E em pessoas com franqueza, ativa o físico.
Age também como desobstruidor de veias e artérias, permitindo maior fluxo de sangue. Purificante na eliminação das impurezas e gorduras depositadas no interior das veias e vasos, desobstruindo o aparelho circulatório. Além de agir como vitalizador. Nos estados anêmicos, proporciona um melhor aproveitamento da energia do organismo, por meio da aceleração sanguínea.
Quando se deve usar uma cor chamativa como vermelho e rosa?
Sempre que queremos ousar na criatividade, surpreender mudar de ambiente estar num lugar novo diferente de tudo, nos remete a novos horizontes abrindo a mente para novas opções e visões.
Quais tipos de tinta combinam com o chá dançante?
Na verdade existem muitas, desde as pastéis, como rosas pálidos, cremes e cinzas, como azul marinho vibrante, uva ou um verde vagem.
Quais fabricantes de tinta são os mais recomendados para adquirir esse tipo de cor?
Recomendo a Coral em primeiro lugar, pois o estudo deles é muito bem feito.
Essa cor pode enjoar?
Toda cor pode enjoar!
É importante fazer manutenção da cor com o tempo?
A repintura de uma cor intensa ocorre antes do que uma cor quase branca por uma questão de desbotamento. Se for usada em paredes externas, mas no geral, dura até mais.
Quais ambientes não se recomenda a utilização do chá dançante?
Em ambientes que se buscam calma, tranquilidade como quartos, salas de yoga e meditação.
Existe um tamanho ideal de terreno para se construir? Clique aqui e assista minhas dicas.
As telhas metálicas com isolamento termoacústico têm baixo coeficiente de condutividade térmica
e são utilizadas em projetos que visem ao conforto e ao bem-estar das pessoas. Elas podem ser
feitas sob medida, no tamanho exato do projeto.


A Condutividade Térmica é calculada através da equação:
(F) é o fluxo de calor, (K) coeficiente de condutividade térmica, (A) área total, (X) espessura da parede e (T1 – T2)
as trocas de calor. O melhor revestimento é o de menor índice de condutividade térmica. Veja a tabela com
coeficientes de condutividade térmica (K) dos diversos produtos:
Veja a tabela com Coeficientes de Condutividade Térmica (K) dos diversos produtos:
| MATERIAL | FATOR À TEMP. EMBIENTE (kcal/m.h.ºC) |
DENSIDADE Kg/m³ |
ESPESSURA (mm) |
| Lã de Rocha FSR-32 | 0,030 | 32 | 30 |
| Lã de Rocha FSR-32 | 0,030 | 32 | 50 |
| Lã de Rocha FSR-32 | 0,030 | 32 | 100 |
| Poliestireno F1 | 0,028 | 13 | 30 |
| Poliestireno F1 | 0,028 | 13 | 40 |
| Poliestireno F1 | 0,028 | 13 | 50 |
| Poliestireno F3 | 0,026 | 20 | 30 |
| Poliestireno F3 | 0,026 | 20 | 40 |
| Poliuretano | 0,016 | 35/40 | 30 |
| Poliuretano | 0,016 | 35/40 | 40 |
| Poliuretano | 0,016 | 35/40 | 50 |
| Poliuretano | 0,016 | 35/40 | 100 |
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abraços
Mari, tenho um terreno em declive, com 12 de frente e 33 de fundo, com queda de 7 metros. Penso em construir usando estruturas de aço invés de concreto. O que pode me dizer sobre este tipo de estrutura, precauções, custos, etc. A casa terá 3 suites e estimo máximo de 200 metros quadrados. Desde já obrigado
Olá Maurício
Você tem um belo terreno e a estruturação em metálica pode ser vista com bons olhos em relação a tempo a um custo competitivo dependendo da região do Brasil que você estiver.também é possível usar estruturas metalicas de forma mista com alvenaria e concreto.As precauções básicas são em relação a ter um bom projetista e uma equipe capacitada que saberá lidar com aspectos de corrosão, modulação, rigidez, exposição e proteção a fogo etc.
Os pilares mistos, de maneira geral, são constituídos por um ou mais perfis de aço, preenchidos ou revestidos de concreto. A combinação dos dois materiais em pilares mistos propicia além da proteção ao fogo e à corrosão, o aumento da resistência do pilar. Essa combinação contribui para o aumento na rigidez da estrutura aos carregamentos horizontais. A ductilidade é outro ponto que diferencia os pilares mistos, os quais apresentam um comportamento mais “dúctil” quando comparados aos pilares de concreto armado.
Existem também outras vantagens, tal como a ausência de fôrmas, no caso de pilares mistos preenchidos, possibilitando a redução de custos com materiais, mãode- obra e agilidade na execução.
Os pilares mistos são classificados em função da posição em que o concreto ocupa na seção mista. A figura 7 ilustra algumas seções típicas de pilares.
Os pilares mistos revestidos caracterizam- se pelo envolvimento, por completo, do elemento estrutural em aço, conforme ilustra a figura 7(a). A presença do concreto como revestimento, além de propiciar maior resistência, impede a flambagem local dos elementos da seção de aço, fornece maior proteção ao fogo e à corrosão do pilar de aço. A principal desvantagem desse tipo de pilar é a necessidade de utilização de fôrmas para a concretagem, tornando sua execução mais trabalhosa, quando comparada ao pilar misto preenchido.
FIGURA 7: Exemplos de seções típicas de pilares mistos.
Os pilares mistos, parcialmente revestidos, caracterizam-se pelo não envolvimento completo da seção de aço pelo concreto, conforme ilustra a figura .Os pilares mistos preenchidos são elementos estruturais formados por perfis tubulares, preenchidos com concreto de qualidade estrutural, conforme a figura .A principal vantagem é que este dispensa fôrmas e armadura e é possível ainda a consideração do efeito de confinamento do concreto na resistência do pilar misto. Fonte: portal Metalica
Uma casa em estrutura metálica e revestida em vidro pode ser uma experiência de sucesso no design e na sustentabilidade a R-128
Implantado no topo de uma montanha, com vista para Stuttgart e longe dos olhos de curiosos, o projeto incorporou a experiência fantástica de liberdade e contato direto com a natureza e as estrelas que o casal de arquitetos viveu no Iêmen. Para estar com a natureza, a transparência do vidro. Para estar de bem com o meio ambiente – e com a própria consciência -, uma construção toda erguida com materiais recicláveis, auto-suficiente na produção de energia térmica e ainda capaz de gerar eletricidade por elementos fotovoltaicos.
Continuidade, minimalismo, luxo e muito conforto resumem a ambientação de interiores, pensada para proporcionar o máximo de flexibilidade, característica garantida sobretudo pelas instalações elétricas e hidráulicas, cujos dutos são conduzidos por canais feitos de folhas de alumínio (recicláveis) que atravessam o interior da fachada. Não existindo camada inferior de reboco, ou qualquer outro revestimento sobre o fechamento de vidro, os canais ficam disponíveis e podem ser abertos para alterações em qualquer ponto, e a qualquer hora.
Aspecto marcante do projeto da casa R-128, o conceito para produção e reaproveitamento de energia térmica determinou uma estrutura em vidro triplo com 10 cm de espessura, preenchida de gás inerte e barreira de convecção, além de revestida com folha de metal que reflete raios ultravioleta. Assim encapsulada, a casa está totalmente isolada em relação às temperaturas externas e mesmo que o gelo se cristalize sobre a superfície externa da parede de vidro, ou que o verão seja extraordinariamente quente, o interior permanece em temperatura agradável.
A circulação do ar também constitui importante função para a manutenção do conforto térmico e para o caráter sustentável da residência. O sistema regula não só a circulação geral do ar, como promove também a recuperaçao do calor proveniente da exaustão, não perdendo, assim, sua energia térmica. A temperatura interna é automaticamente regulada em cada andar da casa e, caso ultrapasse o nível desejado, os registros de transferência de calor instalados no teto serão preenchidos com água fria. Aquecida pela energia térmica, a água dos registros é bombeada para baixo, onde se encontra o convertor que armazenará seu calor em reservatório isolado, até que ocorra nova queda de temperatura.
Sustentabilidade na pele
Nas fachadas sul e norte, as placas de vidro medem 2,80 m de altura por 1,36 m de comprimento; nas leste e oeste, 2,80 m por 1,42 m. O que definiu as dimensões das placas foi o comprimento máximo possível das folhas de isolamento térmico. Desta forma, priorizou-se um conceito mais econômico, com menor número de peças e, por conseqüencia, maior rapidez de montagem e desmontagem, sem contar a beleza provida pela continuidade.
A casa R-128 prova que um projeto sustentável pode ser arrojado e funcional. Em arquitetura, a sustentabilidade está no aproveitamento das condições climáticas, no baixo consumo de energia, no custo da contrução e no uso de materiais com pouca energia incorporada
Conforto Térmico
A temperatura interna é automaticamente regulada em cada andar da casa e, caso ultrapasse o nível desejado, os registros de transferência de calor instalados no teto serão preenchidos com água fria. Aquecida pela energia térmica, a água dos registros é bombeada para o convertor, fixado sob a placa de fundação, que armazenará seu calor em reservatório isolado, até que ocorra nova queda de temperatura.
O ar fresco pode ser aquecido ou resfriado. Para que a temperatura constante do solo seja utilizada como fonte de calor ou de resfriamento para o ar de entrada, ele é transferido primeiramente para o convertor, e, em seguida, sugado pelo bloco sanitário. No inverno, o calor da exaustão será utilizado para o aquecimento do ar frio de entrada, que chegará a 20 graus. Esse sistema complexo de reciclagem da energia térmica limita a perda de calor do ar em até 30% no inverno.
FICHA TÉCNICA
Arquiteto: Werner Sobeck
Projeto geral: Werner Sobeck Ingenieure, Stuttgart
Projeto de energia: Transsolar Energietechnik, Stuttgart
Projeto hidráulico: Ing.-Büro Müller, Weissach
FORNECEDORES
Aço e fachada: Se-Stahltechnik, Stammham; vidro: Glas-Fischer, Murr; Guardian, Thalheim; Bischoff Glastechnik, Bretten; piso: Merk-Holzbau, Aichach; instalações elétricas: Elektro Tausk, Stuttgart; sensores: Jochen Köhnlein Gebäudeautomation, Albstadt; mobiliário: Fleiner, Stuttgart
Por Giovanny Gerolla
Fonte revista AU
Ao que tudo indica, as tempestades deram uma pausa. Aproveite esse momento para avaliar os danos no imóvel e implantar melhorias para aproveitar a água da chuva.
Fique atento(a) – Procure por trincas, fissuras, rebocos vencidos, problemas em esquadrias, lajes com infiltrações e até impermeabilizações dos solos mal feitas ou vencidas. Onde há umidade o mofo, as bolhas e os descascados são inevitáveis.
Retire os mofos e o bolor – Lave bem o local com mistura de água e agua sanitária, retire o excesso com água limpa e deixar secar. Lixe a superfície para remover o bolor. Com a parede seca, pinte a parede.
Bolhas e Descascados - Raspe a região estragada e lixe na sequência para nivelar a superfície. Remova a poeira acumulada com pano úmido. Quando seco, pinte em camadas de tintas transpirantes como PVA/acrílica e evite as de esmalte, que pode criar bolhas.
Aplique argamassa em rebocos e lajes – Utilize brochas e pinceis flexíveis para evitar trincas. Opte por argamassa impermeabilizante superflexivel elastomérica, que veda a passagem da água e é mais fácil de aplicar. É recomendável que passe uma demão por dia durante quatro dias seguidos.
Previna-se – Drene o terreno, limpe as caixas de inspeção; cheque anualmente as vedações nas esquadrias, as calhas e o telhado; desobstrua a tubulação e remova os resíduos. Pinte o lar a cada quatro anos e faça reparos no reboco para manter as paredes impermeáveis. Por fim, invista num beiral para evitar que paredes e esquadrias fiquem expostas às intempéries.
Aproveite a água da chuva – Utilize as calhas dos telhados para coletar água das chuvas, que conectadas a um filtro autolimpante, encaminham a água já purificada até um tanque subterrâneo ou cisterna, que estoca o líquido sem contaminação. A água pode ser usada para diversos fins, desde descarga em banheiro até torneiras externas para irrigar jardins, piscina, e limpar carros e calçadas.
Neste último semestre, arquitetos, lighting designers, profissionais da indústria de iluminação e acadêmicos se reuniram em São Paulo no I Fórum Internacional de Aplicação da Tecnologia LED – LED Forum – para se informar e discutir sobre as possíveis aplicações dos LEDs. Os diodos emissores de luz estão entrando com força no mercado brasileiro, assim como no restante do mundo, e o conhecimento da tecnologia é fundamental para que os profissionais possam tirar proveito de todas as suas potencialidades.
É o que defende a arquiteta Esther Stiller, presidente da Associação Brasileira de Arquitetos de Iluminação (AsBAI), que, durante o evento, alertou ao público presente: “A tecnologia é complexa e se nós não tivermos compreensãotécnica da ferramenta, não teremos bons resultados”. E provocou: “É preciso aprofundamento e estudo para não ouvirmos dentro de alguns anos que o LED não é uma boa fonte de luz porque não está sendo bem aplicado”.
As palestras tiveram início com a apresentação de Fernando Romano, engenheiro da divisão de semicondutores ópticos da Osram. O especialista comparou aspectos como a eficiência energética e o índice de reprodução cromática dos LEDs em relação a outras fontes luminosas, e disse acreditar que, em cerca de dois anos, os diodos devem se tornar a fonte de luz mais eficiente do mercado. O setor de iluminação pública foi apontado por ele como um mercado promissor para a tecnologia LED: “O payback para iluminação urbana existe e é verdadeiro: os intervalos de manutenção são muito maiores, além da economia de recursos. Se tivermos controle sobre a temperatura do dispositivo, teremos uma vida elevada”, afirmou. Um exemplo da viabilidade da nova tecnologia é o caso da China, onde o governo subsidia o uso dos LEDs na iluminação pública por conhecer os ganhos que a tecnologia proporciona. As vantagens, segundo Romano, não se retringem às questões técnicas ou econômicas: luminárias urbanas equipadas com LEDs contribuem para o embelezamento urbano e para a sensação de limpeza e segurança de forma mais efetiva do que as tradicionais, que utilizam lâmpadas de vapor de sódio, que têm um espectro muito amarelado e causam maior ofuscamento.
Na sequência, o diretor da Erco para a América do Sul, Edgardo Cappiello, falou “Há 12 anos, executávamos o primeiro projeto com LEDs em Buenos Aires, mas era uma iluminação decorativa, não estávamos fazendo luminotécnica. Hoje, a Erco oferece os LEDs em seu programa de luminárias para iluminar (além de decoração e balisamento)”, contou. Nestas luminárias, salientou, a eficiência da iluminação está diretamente ligada à óptica, pois “um LED que atira luz para todos os lados não nos interessa”.
Cappiello falou, ainda, sobre a importância de se conhecer as limitações dos LEDs para poder usá-los da melhor forma. Um exemplo é a iluminação de museus ou restaurantes, nos quais a exigência cromática é muito grande e, por isso, não é indicado o uso exclusivo dos LEDs. Nestes casos, a sugestão do especialista é a utilização dos diodos na luz geral, combinada a outras fontes para a iluminação de acento.
No mesmo dia, Eduardo Polidoro, gerente de produtos da Philips para a América Latina, enumerou as vantagens que a tecnologia oferece, desde as mais gerais – maior vida útil, custos reduzidos de manutenção, eficiência energética, não utilização de mercúrio – até aquelas específicas do setor arquitetural, como a flexibilidade no design, a capacidade de se obter cores vívidas saturadas sem a utilização de filtros e a possibilidade de melhor controle óptico, reduzindo a poluição luminosa e o ofuscamento.
A perspectiva de crescimento dos LEDs no mercado também é compartilhada por Jorge Orillac, diretor de marketing da Lutron Eletronics para a América Latina. O especialista acredita que os diodos representarão 80% do mercado até 2020, e por esta razão ressaltou a necessidade de melhoria dos sistemas de automação para LED. Orillac disse, ainda, que os drivers atuais para dimerização não são apropriados para cargas baixas como as dos LEDs, mas sim para incandescentes de até 60W, razão que leva a uma dimerização menos eficiente dos diodos.
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O seminário foi encerrado com a palestra do inglês Barry Hannaford, diretor do DPA Lighting Consultants, que levantou diversas questões que devem ser levadas em conta na hora de escolher a fonte de luz a ser utilizada, destacando algumas aplicações de LEDs em projetos do DPA. O lighting designer alertou o público sobre a importância de se equilibrar, no momento do projeto, as demandas técnicas e as subjetivas: “Nós iluminamos para as pessoas, não para luxímetros ou níveis de luminância”, provocou. Neste contexto, a economia de energia, uma das vantagens mais difundidas dos LEDs, também deve ser considerada. “Em minha opinião, nada é energy saving se utiliza energia”, disparou Hannaford, argumentando ser “necessário e vital saber o quanto de luz é preciso para projetar os ambientes e, com isso, estabelecer a relação adequada entre uso e desperdício”. E completou: “O resultado luminotécnico dependerá, inclusive, da convivência com outros materiais que compõem o espaço”. (Texto baseado Da Redação da ASBAI Associação Brasileira de Arquitetos da Iluminação)
Fonte Imagens: http://paulooliveira.wordpress.com/2008/06/05/qualidade-num-projeto-de-ld/
Entrem agora no meu novo blog: www.dicasdaarquiteta.com
eu respondo lá!