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Arquivo da Categoria dicas

17/11/2009 - 19:30

Ruídos e ecos: como absorvê-los

Olá, tenho uma sala de aprox 50m2 para eventos. Essa sala é retangular 10×5 e altura de 4m. Tem um porta e sem janelas. Tem um eco infernal e quase não dá para conversar dentro da sala. O que devo fazer para tirar esse eco? Vitor

Olá Vitor, lá vou ao assunto de acústica de novo!

Bom, um lugar com eco precisa de absorção sonora, o que pode ajudar a absorver o som?

Tecidos grossos como veludo nas janelas, tapeçarias nas paredes, projeção de material isolante no forro como jateamento de fibrocelulose, etc etc. A solução , é claro, vai depender de quanto $$ você poderá investir. 

Para ser sincera existem muitas formas de você “atacar” acusticamente um ambiente.Você pode conseguir uma ótima absorção dos ruídos, mas o som ambiente do seu evento vai ficar abafado e sem ser difundido.Neste caso você também irá precisa de um difusor sonoro para difundir o som, sem alterar substancialmente o RT (tempo de reverberação sonora). São normalmente aplicados de forma centralizada sobre superfícies de madeira ou alvenaria.Veja este exemplo:

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Laboratório de Acústica e Áudio
Rua Heitor de Morais, 1125, Perdizes
São Paulo SP
CEP: 01237-000
Tel.: (11) 3801-1410 / (11) 3862-4209
Cel.: (11) 8115-1277
e-mail: jorgeknirsch@byknirsch.com.br
By Knirsch Áudio & Vídeo Ltda.
R Vespasiano, 795, Vila Romana
São Paulo SP
CEP: 05044-050
Tel.: (11) 38011410 / (11) 3672-2071
Cel.: (11) 8115-1277
e-mail: byknirsch@byknirsch.com.br
   

 Um bom lugar para você “atacar” também é o forro.Usados normalmente para distribuir as instalações de segurança, ar-condicionado e iluminação, os forros ganharam outra função e vêm sendo indicados por suas funções termoacústicas. Os modelos chamados de acústicos são aqueles com alto desempenho de absorção sonora. Podem ser feitos de materiais porosos ou fibrosos, perfurados ou ranhurados, rígidos ou semirrígidos, ou de estrutura microcelular.

“Eles proporcionam uma adequada absorção sonora nos ambientes internos, melhorando o tempo de reverberação do som. Também propiciam maior privacidade, atenuando a transmissão do som através do plenum de um ambiente para outro”, explica Mitsuo Yoshimoto, físico do Laboratório de Conforto Ambiental e Sustentabilidade dos Edifícios/Cetac, do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo).

Os forros acústicos devem atuar em conjunto com outros elementos, como pisos e paredes. A recomendação é a de que sejam especificados por profissionais especializados em acústica e já no início do projeto, para que haja uma análise mais ampla e de forma coerente e econômica. “As tentativas de corrigir a acústica de ambientes já construídos normalmente caem em soluções pouco eficazes e muito onerosas”, justifica o professor da Faculdade de Engenharia da Unesp-Bauru, o engenheiro João Candido Fernandes em sua apostila Acústica e ruído.

“Dentre todos os elementos, o teto é a principal área de reflexão dos sons gerados dentro de um ambiente”, lembra a arquiteta Danubia de Lima Grotta em sua dissertação Materiais e técnicas contemporâneas para controle de ruído aéreo em edifícios de escritórios: subsídios para especificações. Além disso, os forros são mais disponíveis para o tratamento acústico que os outros elementos. “Seja por questões estéticas, higiênicas ou até de manutenção”, alega Nelson Solano, arquiteto e consultor de conforto ambiental da Geros.

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CONTROLE DO SOM NO AMBIENTE

Os forros também podem apresentar a propriedade de atenuar e articular o som de forma a oferecer privacidade acústica entre dois ambientes adjacentes, principalmente em espaços corporativos, onde o som pode penetrar no plenum e ser transmitido para outras áreas.

Apesar de depender de vários fatores, a qualidade acústica do local pode ser resumida em inteligibilidade do som, ou seja, a porcentagem de som que um ouvinte consegue entender. Uma das causas da falta de inteligibilidade nos espaços é a reverberação. A absorção do som pelo forro acústico é uma das formas de controlar a reverberação e auxilia na uniformização do campo acústico, garantindo a inteligibilidade e o conforto. “Mas o uso de materiais absorventes deve ser encarado com cuidado, pois eles não absorvem igualmente todas as frequências, causando distorções no som”, alerta Fernandes. Se a preocupação é a conversa, os níveis padrão de absorção sonora serão entre 500 Hz a 4.000 Hz. Para a absorção de ruídos de baixa frequência, como o ronco de um motor com frequência abaixo de 500 Hz, deve-se buscar um produto que apresente bom desempenho nessa faixa.

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O FORRO IDEAL

O desempenho dos forros varia de acordo com sua espessura, montagem e acabamento. “A absorção sonora depende muito da altura do plenum e do acabamento aplicado na placa”, explica Yoshimoto.

O uso mais comum do forro acústico acontece em espaços corporativos, principalmente em open space, como forma de organizar o som interno e propiciar maior conforto.

Segundo estudos realizados pela Armstrong, o impacto do ruído em escritórios panorâmicos é significativo, e pode ser corrigido com um bom projeto de acústica. Está comprovado que o ruído das conversas e dos equipamentos reduz a efetividade do trabalho e o nível de satisfação dos empregados, que o identificam como o principal fator causador de stress, distração e perda de produtividade.

Apesar da popularização do forro acústico ainda há espaços como restaurantes e salas de aula que não se beneficiam das qualidades do produto ou onde são aplicados de forma errada. “O forro de gesso liso é usado erroneamente em restaurantes e escritórios criando verdadeiros hospícios acústicos”, revela Solano, para quem a carência de tratamento nas salas de aula é mais problemática. “Afeta o rendimento, o aprendizado e a sociabilidade da criança”, afirma.

Ao escolher o forro acústico, considere os fatores:
Tipo de ocupação
Ambiente a construir ou construído
Propriedades termoacústicas
Resistência ao fogo
Sistema de suspensão e fixação

 

Influência da absorção na isolação do som, associada à isolação térmica, tratando-se de entreforros

Soluções de piso, paredes e áreas imediatamente acima dos ambientes em uso
Interferências no tempo de reverberação, na difração e na reflexão do som
Atendimento às normas ambientais
Compatibilização com coberturas, pé-direito e iluminação
Facilidades de instalação, manutenção e reposição de peças
Modulações, cores e padrões
Grau de sustentabilidade do material

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Autor: arquiteta - Categoria(s): construção, dicas, fornecedores para obra, pergunte que respondo Tags: , , ,
11/11/2009 - 18:01

Vidro ou Policarbonato?

Olá!!!
Pretendo cobrir a caixa da escada de 2,60×4,00 da minha casa com vidro ou policarbonato.
Qual o mais indicado, em função do barulho que faz quando chove forte?

O a telha de vidro comum é melhor?
Por favor me ajude a decidir…
 

Olá Rosa, muito bem lembrado, vidro ou policarbonato?Existem vantagens e desvantagens.O policarbonato geralmente vai custar uns 30% mais barato e  sua estrutura também, pois é um material mais leve e pode trabalhar bem com aluminio.Só que quando chove…

O vidro  pode ser mais resistente  e ter maior durabilidade se for laminado e portanto bem mais caro, mas fará bem menos barulho.

Comparando vidro laminado  com policarbonato compacto , o vidro será mais caro porém terá melhor desempenho acústico e maior vida útil.Os dois produtos você irá encontrar em vários tipos de cores e uma preocupação de desempenho térmico que é outro fator que você deveria se preocupar.O policarbonato compacto tem adição de filme que filtra porcentagens de luz solar, idem os vidros laminados, com a especificação para isso.

Cuidado para não cosntruir uma caixa de luz e fazer dela um forninho!

É preciso bolar com seu construtor ou fornecedor, uma saída de ar lá em cima fazendo o efeito “chaminé”, assim você tem uma ventilação cruzada e ajuda a refrescar a casa pela escada.Importante disso é poder controlar esta abertura, já que nos dias frios você pode precisar do efeito ao contrário!!!Fora os insetos etc.

Os vidros tem um peso bem maior, então contrate empresa credenciada que fará um projeto sob medida, de preferencia para empresas tocadas por engenheiros ou arquitetos. Hoje posso te indicar a VOCON aqui de  São Paulo

 

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 monteiro ribeiro coberturas

cobertura Silent Gliss

 
cobertura Silent Gliss

A cobertura Silent Gliss está sendo considerada uma verdadeira evolução de tecnologia e design no controle da luminosidade e o calor em greenhouses e ambientes com tetos ou coberturas em vidro. Este sistema de proteção solar tem uma excelente relação custo/benefício e protege objetos de decoração, pisos e quadros dos raios solares.

Guiado por dois trilhos laterais, o tecido forma dobras elegantes com a aparência de uma cortina Romana e traz um toque clássico ao projeto. Os trilhos podem ser curvados e adaptados às várias formas e inclinações de teto de vidro, atendendo com facilidade projetos complexos ou com alto nível de dificuldade.

Algumas informações do fornecedor PRODUTEK que trabalha com policarbonato:

 

  • Coberturas em policarbonato ( Transparência) – Nos ambientes onde são instaladas
  • as coberturas em policarbonato tem um aproveitamento da luz natural, criando uma sensação de amplitude em locais reduzidos, principalmente quando são escolhidas as cores claras para fazer a cobertura em policarbonato 
  • Coberturas em policarbonato (Segurança ) – As coberturas em policarbonato são inquebraveis , o policarbonato são excelentes para substituir o telhado em diversas areas , o policarbonato suporta impactos, o policarbonato resiste ao sol ..
  • Menor Peso – As chapas compactas pesam metade que as de vidro e as alveolares têm apenas 10% de seu peso.
  • Estética – As chapas de policarbonato, para uso externo, possuem um tratamento contra o ataque dos raios ultra-violeta, mantêm a transparência e a resistência ao impacto ao longo dos anos de exposição direta ao sol.
  • Versatilidade para seus projetos – Podem ser usadas em formas planas, como janelas e tetos, por exemplo. Adaptam-se também a formas curvas, com raios menores que os permitidos pelo acrílico. Em projetos mais sofisticados, o policarbonato pode submeter-se ao processo de termoformagem a quente e manter suas propriedades originais.
  • Uso contínuo – As chapas de policarbonato podem receber uma proteção superficial anti-risco ou auto-limpante. Com essa proteção especial, podem ser utilizadas em portas de acesso, vitrines, aparadores e balcões. Ficam perfeitas para utilização em locais sujeitos à abrasão e que exigem limpeza constante.
  • Prevenção de incêndios – Por ser um material auto extinguível, o policarbonato evita a propagação de fogo e os gases gerados são menos tóxicos que os do acrílico.
  • Economia – O peso necessário de uma estrutura que suporte a chapa de policarbonato é muito menor que a do vidro, o que se traduz em uma enorme economia.
  • Os gastos com manutenção são muito menores uma vez que a manutenção é mínima. As chapas podem ser manipuladas no local onde será realizada a instalação. É mais eficiente no aspecto térmico, uma vez que sua condutibilidade térmica é menor que a do vidro.Graças a sua propriedade retardante de combustão, os custos atribuídos a segurança contra incêndio não necessitam de maiores investimentos.
  • Alveolar – Chapa de policarbonato alveolar, com tratamento contra o ataque dos raios ultra-violeta em um dos lados, também pode ser curvada a frio.
  • As chapas de policarbonato alveolar podem ser utilizadas nas mais variadas situações, tais como: coberturas de piscinas, sheds, lanternins, clarabóias, jardins de inverno, garagens, estufas de plantas etc.
  • Compacta – Placa maciça, com tratamento contra os raios ultravioleta em um ou dois dos lados.
  • Por sua transparência o policarbonato compacto é muito semelhante a um vidro temperado/laminado, porém com possibilidade de ser curvado a frio e com uma resistência a impacto muito superior.(250 vezes mais que o vidro)
  • Telhas – As telhas em policarbonato possuem tratamento contra o ataque dos raios ultravioleta, garantindo assim uma vida útil muito maior do que as telhas de fibra de vidro ou PVC, não amarelam ou perdem transparência. Recomendadas para todas as aplicações onde se requeira iluminação natural com baixo custo.
Autor: arquiteta - Categoria(s): dicas, fornecedores para obra, pergunte que respondo Tags: , ,
03/11/2009 - 16:52

Log home ou Casa de tora

Não achei o local para perguntas e dúvida por isso estou postando aqui.
Fiz um quarto TV para as crianças com toras de eucalipto, uma cima da outra criando paredes. O que usar para vedar as frestas grandes que ficaram entre uma tora e outra?

Olá Luciano.Atualmente, os movimentos ambientalistas e a conscientização popular sobre a finitude dos

recursos naturais pressionam para que as atividades na construção civil adotem soluções e

critérios construtivos menos impactantes, que garantam o manejo e o uso das edificações

alicerçadas em bases conceituais sustentáveis.Então é muito válido fazer uma cosntrução neste sentido, mesmo que seja pequena!

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Entre as espécies de reflorestamento cultivadas, o eucalipto é um gênero de rápido

crescimento, com boa aparência, características físicas e mecânicas razoáveis e com

condição de melhoramento, facilitando o seu uso como matéria‐prima alternativa no

mercado madeireiro. No âmbito da construção civil, o eucalipto é amplamente utilizado de

forma transitória (escoras, formas e andaimes), na execução de obras de engenharia em

geral (pontes, pórticos, etc.) e em edificações comerciais e residenciais, na forma roliça,

serrada ou laminada e colada.

 

Abaixo algumas dicas importantíssimas para quem está pensando em construir em madeira toda a casa que pesquisei em  dissertações de Cristina Steiner e Emanuella Sossai Altoé

ÁREAS CRÍTICAS – MEDIDAS PREVENTIVAS

Elementos estruturais dos pisos

térreos das edificaçõesUtilizar fundações de concreto tipo sapata corrida, com o piso elevado do

solo, provendo drenagem superficial ao redor da edificação.

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Locais enclausurados, úmidos e

mal arejados, exemplo: espaço entre barroteamento

Propiciar ventilação do espaço entre o barroteamento e o solo, com o

envenenamento do solo.

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Canalizações de água e esgoto

fixos na madeira

Propiciar o acesso fácil a rede de água e esgoto. Não deixar a madeira em

contato com a umidade, colocando uma interface de material impermeável.

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Batentes de portas e janelas em

contato com paredes úmidas

Impermeabilização, emprego de espécies mais resistentes e proteção de

pintura a óleo.

 

Tacos, assoalhos, assentados

sobre pisos em que a água do solo tenha acesso por capilaridade

Impermeabilização do contra‐piso em argamassa e a utilização de sarrafos

de fixação com pintura impermeável, deixando espaços entre a última

tábua do assoalho e a parede.

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Peças de madeira em áreas

úmidas como cozinha e banheiro.Receber revestimentos impermeáveis, tais como: tinta esmalte e tinta óleo,

tomando‐se cuidado nas extremidades das peças.

 

Lambris externos

Distanciamento mínimo recomendado do solo de 30 cm. Quando se trata

de dois pisos a transição dos lambris externos verticais deve receber

proteção metálica fazendo o papel de pingadeira. Emenda de topo dos

lambris devem sempre deixar espaço na sua junta.

 

Elementos estruturais em

contato direto com o solo ou embutido em concreto

Tratamento por processo de impregnação pressurizada. Sugere‐se que o

concreto não seja impermeabilizado, pois normalmente na sua interface

surgem frestas que permitirão infiltrações de águas de chuva. É importante

garantir a drenagem do concreto. Uma solução é utilizar dispositivo

metálico deixando a extremidade do pilar ventilado.

 

Peças de telhados, próximas a

rufos, calhas e telhas.

Devem receber atenção especial no seu detalhamento e as peças que

ficarão em contato direto com as telhas devem receber tratamento

químico, além de adotar medidas visando facilitar a substituição das

mesmas.

Os topos expostos das peças de madeira da cobertura (caibros,

terças) absorvem umidade com maior facilidade.

Untitled-7

Detalhes construtivos para proteger estas extremidades; corte em ângulo

reto das extremidades dos caibros; colocação de peças como testeira que

evitam a exposição direta das extremidades possibilitar maior rigidez do

beiral.

 

Fendas, juntas e áreas ao redor de conectores como parafusos,

pregos, etc.

Além do desenho, pode‐se fazer uso de borracha como espaçadores de

maneira para não permitir a permanência de água.

Soleira inferior do diafragma e os topos inferiores dos

montantes verticais.

Necessitam de cuidados em relação à umidade do solo. Os usuários devem

receber uma orientação sobre a prática de limpeza interna da edificação,

como não lavar o piso por exemplo. Caso o piso for cerâmico, o rodapé

deve ser do mesmo material cerâmico (10 cm).

  

 

 

 

 todas as imagens pertencem a:

http://www.fapes.es.gov.br/publicacoes/anexos/3-01/69/dissertacao_final.pdf

 

 

 

O Tratamento das frestas existentes em peças internas  como foi citado pelo internauta podem ser seladas com mastique, produto espanhol à base de silicone,

que além de resgatar a estanqueidade da tora, possui como vantagem estética o tom

aproximado à cor da madeira (figura 100).

Segundo informações cedidas pela empresa responsável o produto utilizado por ela

 

 

apresenta bom desempenho, mas não é encontrado no país. Quando não é feita a aquisição,

dependendo da situação de uso, utilizam o silicone transparente que, apesar de não

proporcionar um efeito estético favorável, mantém a estanqueidade da peça.

 

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 Figura 100 – Peça com a utilização de mastique

Autor: arquiteta - Categoria(s): construção, dicas, pergunte que respondo, sustentabilidade Tags: , , , , ,
27/10/2009 - 21:43

Madeiras de demolição estão com tudo

Estou terminando de fazer uma casa de sitio rustica de tijolinhos e madeira de demolição, as portas e janelas são de madeiras antigas, estou em duvida qual a cor que devo pintar as janelas?

 

Olá Margarida, realmente vai pintar as madeiras de demolição??São mais bonitas aparentes, pois mostram a história delas…

Se quiser fazer um destaque entre as janelas e a parede crie uma moldura e pingadeira de cimento e pinte de uma cor diferente como um cinza claro, ou verde claro.OU então fazer uma pátina no tijolo aparente para clarear o visual e não brigar com a madeira!

 

Veja uns exemplos executados pela Demolidora 3 irmãos de Embu-SP.

 

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Olha que sem graça quando fica pintada de branco…

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Autor: arquiteta - Categoria(s): construção, dicas, fornecedores para obra, pergunte que respondo Tags: , ,
06/10/2009 - 19:36

Tudo sobre rejunte epoxi

A poeira da obra sujou todo o rejunte de epoxi do meu piso de porcelanato e agora não consigo limpar de maneira nenhuma. Por favor me ajude com uma solução de limpeza para que eu não precise pagar alguém para refazer tudo…..
Grata e aguardo resposta

 

Olá Giovana, que problemão!O rejunte epoxi é muito prático, mas precisa ser cuidado  na sua aplicação , será que você tomou alguns cuidados do tipo passar uma esponja úmida, ou utilizar produtos próprios para esse fim, ou seja, produtos para limpeza de rejuntes (Limpa Rejuntes – isentos de ácidos). Ou a utilização de sapólio líquido com vinagre branco (de álcool)?

Em produtos com superfície brilhante, é bom evitar o contato direto com produtos abrasivos;

É importantíssimo a limpeza dos restos de rejunte epóxi sobre a placa cerâmica , esta deve ser feita imediatamente após a aplicação, pois se ultrapassar o tempo de secagem pode tornar-se impossível sua remoção;

Manter o local limpo e protegido, mesmo durante ou após os trabalhos de assentamento e rejuntamento é imprescindível!

Veja se não é o caso de tentar primeiro a remoção com aplicação de sapólio líquido com um esponja. Basta umidecer a esponja com água, colocar um pouco do sapólio líquido e aplicar sobre a superfície, após uns 3 minutos o epoxi começa a amolecer e esfregando com a esponja ele será removido. é bom ter o cuidado de utilizar uma esponja lisa, para não arranhar o piso. É um pouco cansativo pois exige um pouquinho de força e também depende do tamanho da área, pois, enquanto aplica-se o produto em uma parte, aproveita-se para esfregar a outra…

O rejunte epóxi é mais resistente à água e mais forte do que o rejunte de Portland e existe em duas formas: rejunte de resina epóxi de 100% e rejunte epóxi em emulsão modificado. Resina epóxi, rejunte de epóxi, rejuntes mais fortes e, às vezes, de areia servem para obter uma força elevada e quimicamente resistente para rejuntar. Entretanto, é um bocado mais caro e mais difícil usá-los do que os rejuntes baseados em cimento convencionais e, conseqüentemente são mais usados tipicamente quando a resistência à água e às manchas é requerida. Note por favor que não se recomenda usar este nos projetos onde as pastilhas não são niveladas, diferentes do azulejo.

Alguns dados que retirei do catálogo de rejunte da PORTOBELLO:o PORTOKOLL , espero que ajude a desvendar o qeu foi feito de errado!

Rejuntamento Epóxi Porcelanato

Argamassa de Rejuntamento Epóxi Porcelanato

• Desenvolvida especialmente para aplicações em áreas que necessitam de excelente

acabamento, através da textura extrafina proporcionada pelo rejunte.

• Disponível em 12 cores;

• Para rejuntamento de porcelanatos e pedras especiais com juntas de 2 a 8 mm;

• 100% Impermeável;

• Resistente à manchas;

• Resistente a ataque químico;

• Resistente a ação de fungos e bactérias;

• Excelente acabamento;

DESCRIÇÃO / COMPOSIÇÃO DO PRODUTO

O rejuntamento EPÓXI PORCELANATO é um produto tri-componente, composto de resina epóxi, endurecedor e carga

mineral que, quando misturados de acordo com as instruções constantes nesta ficha técnica, conferem resistência

mecânica, flexibilidade, impermeabilidade e melhoram a trabalhabilidade durante a aplicação, além de facilitar a

limpeza final do produto.

Contém agente biocida que protege o rejunte da ação de fungos e bactérias.

INDICAÇÕES

Ideal para porcelanatos (polido e rústico), pedras especiais e cerâmica .

Indicado para juntas de 2 a 8mm (pisos) e para juntas de 2 a 5mm (paredes).

Consulte nossos produtos específicos para aplicações em Piscinas (Epóxi Piscina) e outras aplicações (Epóxi Cerâmica e

Epóxi).

DADOS TÉCNICOS

Permeabilidade

aos 240 min (cm³)

Valores obtidos em ensaios realizados em laboratório, de acordo

com a NBR 14992/2003 podendo variar em função das condições

climáticas e de aplicação.

Em caso de dúvida, consulte nossa Assistência Técnica.

PREPARO DA SUPERFÍCIE

A superfície deve estar isenta de óleo, graxa, pó, tinta, restos de desmoldantes ou compostos de cura.

Remova a poeira e as impurezas da superfície e do fundo das juntas. Uma boa prática de execução é raspar as juntas na

ocasião do assentamento com a argamassa colante ainda fresca.

Para rejuntamento de cor contrastante à cerâmica aplicar um agente de liberação de rejunte sobre a superfície do

revestimento (cera incolor, por exemplo) pode ser necessário para prevenir manchas no revestimento assentado.

Proteger peças de alumínio, metais especiais, apliques em ouro, prata e demais superfícies sensíveis ao atrito.

As peças devem estar firmemente assentadas em um substrato com argamassa colante, que deve curar por um período

mínimo de 72 horas, sobre um contrapiso ou emboço, que devem estar curados por, no mínimo, 14 (quatorze dias), de acordo

com a NBR 7200.

Em assentamento pelo método tradicional, deve-se aguardar a saída completa da água do interior do revestimento, podendo

levar mais de 30 (trinta) dias.

A execução correta do assentamento e rejuntamento, especialmente quanto aos prazos mínimos de liberação para tráfego e

respeito aos procedimentos de aplicação constantes nessa ficha técnica, minimizarão o possível aparecimento de defeitos de

aplicação, como esfarelamento, mudança de tonalidade, manchamento, etc.

Para que os revestimentos executados com a argamassa de rejuntamento EPÓXI PORCELANATO apresentem desempenho

adequado às solicitações para qual o produto foi dimensionado, os parâmetros de execução devem atender à série de normas:

NBR 13753 – Revestimento de piso interno ou externo com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante –

procedimento

NBR 13754 – Revestimento de paredes internas com placas cerâmicas com utilização de argamassa colante – procedimento

NBR 13755 – Revestimento de piso paredes externas e fachadas com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante –

procedimento

MISTURA

APLICAÇÃO

O produto deve ser aplicado, no máximo, 1 hora após o início da mistura.

Molhe levemente a superfície do revestimento com água limpa antes de rejuntar, pois torna o processo de aplicação do

rejunte mais fácil e o revestimento mais limpo.

Aplique o rejunte com auxílio de uma desempenadeira de borracha aproximadamente a 45º da superfície na diagonal das

juntas, utilizando a pressão adequada para assegurar que o rejunte se una ao substrato. Remova o máximo possível do

excesso do rejunte da superfície do revestimento.

Deixe o rejunte curar durante aproximadamente 20 minutos. Com o auxílio de esponja umedecida em água, limpe a

superfície com movimentos circulares.

Repita a operação até que as juntas fiquem lisas e no mesmo nível das bordas do revestimento (trocar a água durante essa

operação, mantendo-a sempre limpa).

Recomenda-se rejuntar toda a área de uma só vez, pois a variação das condições climáticas durante a secagem do rejunte

alteram a tonalidade final do produto.

ATENÇÃO: o umedecimento do substrato é indispensável durante dias quentes e/ou com presença de vento.

LIMPEZA

Remova a película superficial (bruma) formada sobre o revestimento, com auxílio de pano macio e seco. A limpeza e o

acabamento deverão ser realizados no máximo 30 minutos após a aplicação, utilizando uma esponja umedecida em água

limpa.

Neste procedimento limpe totalmente o revestimento, pois poderá resultar em manchas. As ferramentas devem ser limpas

com água em abundância imediatamente após o término do serviço.

ATENÇÃO: o Rejuntamento EPÓXI PORCELANATO contém pigmentos que podem manchar superfícies porosas. Recomendase

o uso de cores semelhantes às do revestimento para evitar diferenças de tonalidade e manchamento da superfície. Em

caso de rejuntamento com cores contrastantes, realize um teste prévio em uma pequena área.

Em caso de dúvidas sobre a compatibilidade do produto e o revestimento, realize teste prévio antes da utilização ou

consulte o fabricante. A cor do final do Rejuntamento EPÓXI PORCELANATO torna-se diferente da tonalidade do pó devido a

mistura com os componentes A e B.

CURA

25 ºC podendo variar de acordo com as condições climáticas.

ATENÇÃO:

Fatores que influenciam as características do rejunte, principalmente na variação da tonalidade e resistência:

- Mistura inadequada (parcial) dos três componentes do produto;

- Adição de água;

- Técnicas de acabamento;

- Condições desiguais de secagem;

- Sujeiras nas juntas;

- Umidade da base.

LIMITAÇÕES

Não deve ser aplicado:

Sobre metais e ambientes que possam sofrer exposição a temperaturas contínuas acima de 100ºC;

Não é recomendado para fachadas, pois em contato com os raios UVs, poderá ocorrer diferença de tonalidade,

principalmente em cores claras;

Em piscinas;

Como juntas de dilatação, estrutural ou movimentação;

Em cerâmicas esmaltadas sem um teste prévio, pois podem ser arranhadas ou manchadas.

NOTA: para aplicações não mencionadas nesta ficha técnica, consulte nossa Assistência Técnica.

CUIDADOS

Impeça o contato com os olhos, pele e roupas durante o manuseio.

Utilize luvas de borracha, máscara para evitar inalação de poeira e proteja os olhos durante a aplicação.

Em caso de contato com os olhos ou a pele, lave imediatamente com água em abundância.

Em caso de ingestão, não provoque vômito e consulte um médico imediatamente.

Mantenha fora do alcance de crianças e de animais domésticos.

Autor: arquiteta - Categoria(s): construção, dicas, pergunte que respondo Tags: ,
25/09/2009 - 20:04

Tijolos aparentes ou comuns?

Planejo construir com tijolo aparente e colocar laje. O processo será o mesmo dos tijolos comuns?

Olá Fátima, o tijolo aparente pode obedecer o mesmo processo do bloco cerâmico ou dos tijolos comuns. Você pode estruturar a casa fazendo vigas e pilares de concreto, ou não.

Não sei qual será a sua escolha, mas se utilizar estrutura de concreto, é importante disfarçar o visual das vigas e pilares, recobrindo e fazendo “bonecas” de tijolo aparente, ou pintando em cores idênticas ao tijolos. O melhor seria não usar estrutura de concreto e subir a casa com paredes amarradas em tijolos. O aspecto final é outro, pois assim você terá uma parede completa sem emendas em tijolo aparente. E poderá usufruir do aspecto do tijolo dentro e fora da casa.

O importante é que você defina qual visual quer ter: revestimento de tijolo aparente é diferente de ter a casa estruturada em tijolo aparente. Até porque a segunda opção ficará bem mais cara! O tijolo aparente fica melhor se deixado na cor normal do fabricante, já o tijolo comum é bem irregular e quebradiço e fica bom pintado de branco ou outras cores.

As superfícies  prontas de tijolo aparente são lavadas por hidro-jateamento.  O acabamento final se dá com a aplicação de verniz acrílico ou silicone

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Tijolos à vista

As peças de terra mesclada (argila branca e vermelha) dão um degradê às paredes da fachada. Na massa de assentamento, o empreiteiro Luciano Dalarme peneirou a areia para que as pedrinhas não interferissem no acabamento. ‘Removi na hora o excesso de massa do rejunte, evitando que endurecesse sobre as peças’, diz Luciano. Dica: silicone (Otto Baumgart) ou resinas acrílicas impedem a formação de limo. Tijolos da Olaria Spina.

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O designer de interiores Fábio Galeazzo empregou tijolos de demolição. ‘Após assentá-los, remove se o excesso de massa. Com uma esponja úmida, espalha-se o resto do cimento, dando o efeito de pátina’, diz Fábio. Dica: na última etapa use a mesma força e movimento em toda a parede. No fim, ela tem de estar desempenada por inteiro, com acabamento uniforme. Obra executada pela Forma Engenharia e tijolos da Demolidora Gonçalves. 

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Já a arquiteta  Carla Manfrini criou uma  parede de tijolos cobertos por uma demão de massa corrida. Dica: após aplicar a camada fina de massa corrida, espere secar por um dia. Com uma lixa grossa, remova o excesso do produto para dar o aspecto envelhecido aos tijolos.

Fonte: Arquitetura e Construção – Ago/2006

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18/09/2009 - 11:48

Decks ganham espaço

Tenho um terreno com 10 m de frente e 20 m de comprimento, onde já existe a construção de uma casa dividida ao meio para se tornar o restaurante da minha mãe. Mas eu queria que ficasse uma coisa mais independente e pensei em fazer o restaurante num primeiro piso e a minha casa no segundo. Porém, esse terreno tem + ou – 1,70m acima do nível da rua, o que eu não gosto porque a garagem é coberta e acaba escondendo a frente do restaurante. A terra da garagem já foi removida. Tinha pensado em remover essa terra e alinhar o terreno com a rua. O que voce acha, já que a construção hoje não tem estrutura para erguer a casa na parte de cima? Você acha necessário que isso ocorra para dar mais visão e amplitude ao negócio? Ou não há necessidade e vou ter um gasto desnecessário? Me dá alguma sugestão. Desde já obrigado pela atenção.

Marília, tentei entender seu caso, você tirou ou não a terra da frente da casa?
Bom, para um restaurante seria legal se você pudesse tirar partido de um terraço frontal acima do nível da rua onde tivesse mesas e vegetação, toldos… Por isso tiraria simplesmente a cobertura da sua garagem e usaria como um deck para o seu restaurante. Com isso, você amplia a área de mesas e pode dividir melhor o espaço interno com a sua moradia, adiando a tal construção do andar de cima.
As imagens abaixo são da FLEX DECK.
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Autor: arquiteta - Categoria(s): dicas, exteriores, fornecedores para obra, pergunte que respondo Tags: , ,
15/09/2009 - 20:43

Os tecidos ajudam na decoração

Olá. Vou mudar de casa para uma casa nova, está em fase de construção. Vou levar meus móveis . Gostaria de uma opinião quanto à cor da sala. Tenho um jogo de sofá marrom bem claro, estante marrom ( cor wengue ) e creme, mesa de centro e lateral de vidro marrom e creme. Possuo almofadas nas cores creme, marrom e vermelhas e tenho alguns enfeites na cor vermelhos e na cor creme. Possuo um abajur creme e marrom listado.

Estou pensando em pintar as paredes de branco e na parede que vai a estante aplicar textura bege. No chão, estou pensando em colocar porcenalato em tom de bege. Há ainda uma escada onde vou colocar corrimão em aço inox. Talvez faça os degraus em mármore travertino ou granito.

Pretendo colocar uma aparador atrás de um dos sofá, pois esse ficará voltado para a estante e de costas para a entrada principal. As cortinas são na cor palha . O que acha dessa sala? Gostaria de alguma sugestão para melhorar.

Olá Elza, sua sala não tem erro tá legal, tá toda combinada…

No entando eu faria algumas intervenções colocando almofadas estampadas e usaria cores nas paredes que surgissem do fundo da cor destes tecidos. Pesquisei na Donatelli aqui de São Paulo:

100375-106
Neste caso usaria este vermelho

101964-005
Neste caso usaria este fendi

100462-300
Neste caso poderia usar o lilás, o caramelo ou o roxo

Ah! Não coloque granito,  se puder investir num mármore bege vai ficar mais aconchegante!

Autor: arquiteta - Categoria(s): dicas, fornecedores para obra, pergunte que respondo Tags: ,
15/09/2009 - 20:21

Bloco de vidro pode ajudar em isolamento acústico?

Por favor, gostaria de saber se tijolos de vidro são bons para substituir uma ou mais janelas na construção de um estúdio musical. Quero que entre luz e não saia som.

Olá Alexandre, acho que você já matou a charada. Entrar luz e não sair som: o bloco de vidro é bom para isso. Onde passa ar, passa som, e o bloco possui um colchão de ar interno. Aqui no Brasil, conhecemos o modelo de 8 cm de espessura que isola até 40dB, mas pesquisando uma fábrica europeia com sede na Itália, descobri que eles têm um de espessura de 16 cm e, portanto, isola um pouco mais: 49dB.

As características como a espessura do vidro e a câmara interna de ar garantem que os blocos de vidro da Seves ofereçam um nível elevado de isolamento acústico com valor mínimo 40dB.

A linha Technology apresenta produtos com níveis de isolamento acústico não apenas superiores às escalas recomendadas ambientalmente, mas também melhor que outros materiais alternativos, como as paredes de tijolo e as paredes com vidro plano duplo. Eu utilizo muito em banheiros, cozinhas e até mesmo salas, pois existem modelos muito discretos e elegantes para isso.

Graças a suas características específicas, os blocos de vidro da linha da Technology podem alcançar 49 dB de isolamento, o que faz dos blocos do vidro da Seves o material preferido nos ambientes muito ruidosos (discotecas, locais destinados a atividades produtivas industriais, etc.) porque podem combinar o isolamento com a criatividade e estética.

Bloco-de-Vidro-Light-DirectingBloco-de-Vidro-1990F_liscio

É importante saber que todo o conjunto do local deverá ter isolamento, ser construído em paredes duplas e maciças de tijolos, ou trabalhar com drywall duplo com isolamento, cuidar de frestas nas portas, utilizar abafadores e ressoadores na medida certa são outros pontos para deixar um som de qualidade para quem está dentro e isolar o máximo para quem estiver de fora.

Autor: arquiteta - Categoria(s): construção, dicas, fornecedores para obra, pergunte que respondo Tags: ,
08/09/2009 - 18:50

Mesas que misturam materiais

Boa tarde,
Estou mobiliando o meu apartamento e gostaria de saber se móveis em
madeira “imbuia” ainda está se usando.  Vi uma sala de jantar retangular
com quatro cadeiras e mesa de madeira e alumínio e tampo de vidro, que
me agradou muito, mas tenho dúvidas se é legal.
Grata,
Carla

Olá Carla, madeira “padrão” imbuia né?

Pois é, se usa sim, mas as opções são tantas que as pessoas estão caindo fora dos grandes modismos do uso das madeiras. Lembra nos anos 70 a moda era laca brilhante? E depois  no anos 80 veio o mogno brilhante ainda… Argh! Depois nos anos 90 veio o marfim clarinho meio amarelo… Também enjoou muito e no final dos anos 90 e nesta década vimos a imbuia e o wengue ganharem status. Se eu fosse falar qual é a próxima, diria Carvalho. Está todo mundo usando!

Eu gosto pois é uma madeira que vai mais para o cinza, sem vermelhos e amarelos. Mas a que sempre usei e nunca sai de moda é o Freijó que também tem um tom intermediário com desenhos suaves nos veios.

O que não entendi da sua pergunta é o que na verdade você viu? Uma mesa de madeira, aluminio ou vidro , ou tudo junto???

Sala de jantar para mim deve ser aconchegante e, por tabela, nunca vou gostar de metais, mas se for um detalhe reto pode ficar interessante. Já o vidro ainda entra, combinado com cadeiras estofadas e tapete no chão se não,  fica muito frio. A madeira sempre é bonita  e misturada com vidro vai dar  um bom contraste, desde que as linhas sejam bem modernas. Veja alguns exemplos

 

 

 

Boa sorte

Autor: arquiteta - Categoria(s): dicas, interiores, pergunte que respondo Tags: ,
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