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Arquivo da Categoria construção

19/11/2009 - 20:17

Ventilação e Iluminação Natural é Saúde!

Estou sem ventilação nos quartos da minha casa,o que devo fazer? devo colocar janelas dentro de casa nos quartos ? Que tipo de janelas?

 

Olá Lílian, fiquei com medo…Colocar janelas dentro dos quartos?COM CERTEZA,desde que dêem para fora da casa, se não você nem conseguiria uma aprovação para a construção!!! 

Janela serve para ventilar e também para a iluminação natural do ambiente.O cálculo rápido que fazemos é que vc deve ter pelo menos 0,6m2 de área e ter dimensões proporcionais à área do cômodo.  Para insolação de quartos, e salas destinamos no mínimo 15 % da área do ambiente e 8% da área para ventilação.Isso quer dizer que num quarto de 3×3 você deve ter uma janela com no mínimo  1,15×1,15 de área de vidro e a metade para a ventilação.O tipo de janela, na verdade tanto faz, desde que combine com o estilo da casa.Madeira dá mais trabalho, mas são as mais bonitas,aluminio são as mais práticas , existem as de ferro que talvez sejam as mais baratas, mas podem enferrujar, e as de pvc que vedam super bem, mas os valores estão ainda maiores.

 

 

Veja um belo exemplo de casa bem iluminada e ventilada, fazendo muito bom uso de ventilação cruzada, neste caso foram usadas painéis de madeira envernizada pivotantes e sanfonados (portas-camarão) e janelas superiores basculantes

 

 

 

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Confira quem fez

Projeto: Fernando Vianna Peres

Colaboração: Ana Paula Cairrão

Construção: Venício de Lourdes Lopes

Autor: arquiteta - Categoria(s): construção, pergunte que respondo Tags: ,
17/11/2009 - 19:30

Ruídos e ecos: como absorvê-los

Olá, tenho uma sala de aprox 50m2 para eventos. Essa sala é retangular 10×5 e altura de 4m. Tem um porta e sem janelas. Tem um eco infernal e quase não dá para conversar dentro da sala. O que devo fazer para tirar esse eco? Vitor

Olá Vitor, lá vou ao assunto de acústica de novo!

Bom, um lugar com eco precisa de absorção sonora, o que pode ajudar a absorver o som?

Tecidos grossos como veludo nas janelas, tapeçarias nas paredes, projeção de material isolante no forro como jateamento de fibrocelulose, etc etc. A solução , é claro, vai depender de quanto $$ você poderá investir. 

Para ser sincera existem muitas formas de você “atacar” acusticamente um ambiente.Você pode conseguir uma ótima absorção dos ruídos, mas o som ambiente do seu evento vai ficar abafado e sem ser difundido.Neste caso você também irá precisa de um difusor sonoro para difundir o som, sem alterar substancialmente o RT (tempo de reverberação sonora). São normalmente aplicados de forma centralizada sobre superfícies de madeira ou alvenaria.Veja este exemplo:

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Laboratório de Acústica e Áudio
Rua Heitor de Morais, 1125, Perdizes
São Paulo SP
CEP: 01237-000
Tel.: (11) 3801-1410 / (11) 3862-4209
Cel.: (11) 8115-1277
e-mail: jorgeknirsch@byknirsch.com.br
By Knirsch Áudio & Vídeo Ltda.
R Vespasiano, 795, Vila Romana
São Paulo SP
CEP: 05044-050
Tel.: (11) 38011410 / (11) 3672-2071
Cel.: (11) 8115-1277
e-mail: byknirsch@byknirsch.com.br
   

 Um bom lugar para você “atacar” também é o forro.Usados normalmente para distribuir as instalações de segurança, ar-condicionado e iluminação, os forros ganharam outra função e vêm sendo indicados por suas funções termoacústicas. Os modelos chamados de acústicos são aqueles com alto desempenho de absorção sonora. Podem ser feitos de materiais porosos ou fibrosos, perfurados ou ranhurados, rígidos ou semirrígidos, ou de estrutura microcelular.

“Eles proporcionam uma adequada absorção sonora nos ambientes internos, melhorando o tempo de reverberação do som. Também propiciam maior privacidade, atenuando a transmissão do som através do plenum de um ambiente para outro”, explica Mitsuo Yoshimoto, físico do Laboratório de Conforto Ambiental e Sustentabilidade dos Edifícios/Cetac, do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo).

Os forros acústicos devem atuar em conjunto com outros elementos, como pisos e paredes. A recomendação é a de que sejam especificados por profissionais especializados em acústica e já no início do projeto, para que haja uma análise mais ampla e de forma coerente e econômica. “As tentativas de corrigir a acústica de ambientes já construídos normalmente caem em soluções pouco eficazes e muito onerosas”, justifica o professor da Faculdade de Engenharia da Unesp-Bauru, o engenheiro João Candido Fernandes em sua apostila Acústica e ruído.

“Dentre todos os elementos, o teto é a principal área de reflexão dos sons gerados dentro de um ambiente”, lembra a arquiteta Danubia de Lima Grotta em sua dissertação Materiais e técnicas contemporâneas para controle de ruído aéreo em edifícios de escritórios: subsídios para especificações. Além disso, os forros são mais disponíveis para o tratamento acústico que os outros elementos. “Seja por questões estéticas, higiênicas ou até de manutenção”, alega Nelson Solano, arquiteto e consultor de conforto ambiental da Geros.

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CONTROLE DO SOM NO AMBIENTE

Os forros também podem apresentar a propriedade de atenuar e articular o som de forma a oferecer privacidade acústica entre dois ambientes adjacentes, principalmente em espaços corporativos, onde o som pode penetrar no plenum e ser transmitido para outras áreas.

Apesar de depender de vários fatores, a qualidade acústica do local pode ser resumida em inteligibilidade do som, ou seja, a porcentagem de som que um ouvinte consegue entender. Uma das causas da falta de inteligibilidade nos espaços é a reverberação. A absorção do som pelo forro acústico é uma das formas de controlar a reverberação e auxilia na uniformização do campo acústico, garantindo a inteligibilidade e o conforto. “Mas o uso de materiais absorventes deve ser encarado com cuidado, pois eles não absorvem igualmente todas as frequências, causando distorções no som”, alerta Fernandes. Se a preocupação é a conversa, os níveis padrão de absorção sonora serão entre 500 Hz a 4.000 Hz. Para a absorção de ruídos de baixa frequência, como o ronco de um motor com frequência abaixo de 500 Hz, deve-se buscar um produto que apresente bom desempenho nessa faixa.

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O FORRO IDEAL

O desempenho dos forros varia de acordo com sua espessura, montagem e acabamento. “A absorção sonora depende muito da altura do plenum e do acabamento aplicado na placa”, explica Yoshimoto.

O uso mais comum do forro acústico acontece em espaços corporativos, principalmente em open space, como forma de organizar o som interno e propiciar maior conforto.

Segundo estudos realizados pela Armstrong, o impacto do ruído em escritórios panorâmicos é significativo, e pode ser corrigido com um bom projeto de acústica. Está comprovado que o ruído das conversas e dos equipamentos reduz a efetividade do trabalho e o nível de satisfação dos empregados, que o identificam como o principal fator causador de stress, distração e perda de produtividade.

Apesar da popularização do forro acústico ainda há espaços como restaurantes e salas de aula que não se beneficiam das qualidades do produto ou onde são aplicados de forma errada. “O forro de gesso liso é usado erroneamente em restaurantes e escritórios criando verdadeiros hospícios acústicos”, revela Solano, para quem a carência de tratamento nas salas de aula é mais problemática. “Afeta o rendimento, o aprendizado e a sociabilidade da criança”, afirma.

Ao escolher o forro acústico, considere os fatores:
Tipo de ocupação
Ambiente a construir ou construído
Propriedades termoacústicas
Resistência ao fogo
Sistema de suspensão e fixação

 

Influência da absorção na isolação do som, associada à isolação térmica, tratando-se de entreforros

Soluções de piso, paredes e áreas imediatamente acima dos ambientes em uso
Interferências no tempo de reverberação, na difração e na reflexão do som
Atendimento às normas ambientais
Compatibilização com coberturas, pé-direito e iluminação
Facilidades de instalação, manutenção e reposição de peças
Modulações, cores e padrões
Grau de sustentabilidade do material

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Autor: arquiteta - Categoria(s): construção, dicas, fornecedores para obra, pergunte que respondo Tags: , , ,
12/11/2009 - 12:27

Casa suspensa no ar

Prezada Mari !
Não me canso de ler todas as matérias do seu blog, nesse primeiro contato solicitarei uma indicação, mas saberei entender se não houver tempo para me atender.

Acabo de adquirir um terreno no Itanhangá, RJ, de fundos para uma mata fechada onde há um riacho e dentro de um arejado condomínio de 23 lotes. O meu é o menor, 1260 m², sendo 20 F x 47,5 E x 39 D e 32m de fundos, com declive acentuado. Começa com cota 45m e termina cota 20m.

Pretendo algo em torno de 120 m², talvez em tijolo ecológico, madeira e blindex ou vidros grandes para contemplar a área verde.  Penso em dois andares internos acompanhando o desnível do terreno, para não acabar num precipício. Haveria algum projeto estilo rústico, com telhado diferenciado e vidros para clarear?
Atenciosamente
Jorge

Nossa Jorge, entendi bem? 25m de desnível? Veja se é isso mesmo!!

Como você pretende construir poucos metros, achei que deveria necessariamente utilizar dois níveis. Sendo o social em cima  e com acesso mais fácil, e uma garagem vindo da rua e os quartos abaixo.

Pesquisando na internet, acabei topando com este projeto muito legal e simples para exemplificar um projeto interessante. Foi para um concurso da Empresa Masisa de compensados. O segundo colocado, o arq. André Eisenlohr, fez este projeto abaixo:

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Com o conceito orgânico de integração com o entorno, o arquiteto optou por deixar a casa com toda sua estrutura aparente, composta por pilares de eucalipto e vigas de muiracatiara, espécies que vem sendo reflorestadas de forma sustentável.

A cobertura é composta por telhas de fibra vegetal. Situada em um terreno em declive acentuado, a execução da obra permitiu que o arquiteto usasse sua experiência em técnicas de alpinismo e montanhismo, como o uso de reduções de peso com cordas e polias.

A casa foi construída com maneira artesanal, além de mão de obra reduzida e especializada. Foram usadas placas de 15 mm de OSB para o fechamento das paredes, formando um “sanduíche” com 5 cm de distância entre elas, o que proporciona um melhor conforto e isolamento termo-acústico e possibilita a passagem da fiação elétrica de forma simples e racional.

A escolha do sistema de construção seca com OSB foi feita pela facilidade e rapidez de montagem, além de sua resistência, leveza e textura visual, que deixa aparente o conceito orgânico e o partido ecológico do projeto, visando o mínimo impacto ambiental e a máxima integração com a natureza.

O custo da obra foi reduzido em função do preço do material, da redução do tempo de construção, do sistema construtivo e da mão de obra.

www.iabpr.org.br

www.masisa.com/

arquitetandonanet.blogspot.com

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casa

Autor: arquiteta - Categoria(s): construção, desenhos, fornecedores para obra, pergunte que respondo, sustentabilidade Tags: , , ,
03/11/2009 - 16:52

Log home ou Casa de tora

Não achei o local para perguntas e dúvida por isso estou postando aqui.
Fiz um quarto TV para as crianças com toras de eucalipto, uma cima da outra criando paredes. O que usar para vedar as frestas grandes que ficaram entre uma tora e outra?

Olá Luciano.Atualmente, os movimentos ambientalistas e a conscientização popular sobre a finitude dos

recursos naturais pressionam para que as atividades na construção civil adotem soluções e

critérios construtivos menos impactantes, que garantam o manejo e o uso das edificações

alicerçadas em bases conceituais sustentáveis.Então é muito válido fazer uma cosntrução neste sentido, mesmo que seja pequena!

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Entre as espécies de reflorestamento cultivadas, o eucalipto é um gênero de rápido

crescimento, com boa aparência, características físicas e mecânicas razoáveis e com

condição de melhoramento, facilitando o seu uso como matéria‐prima alternativa no

mercado madeireiro. No âmbito da construção civil, o eucalipto é amplamente utilizado de

forma transitória (escoras, formas e andaimes), na execução de obras de engenharia em

geral (pontes, pórticos, etc.) e em edificações comerciais e residenciais, na forma roliça,

serrada ou laminada e colada.

 

Abaixo algumas dicas importantíssimas para quem está pensando em construir em madeira toda a casa que pesquisei em  dissertações de Cristina Steiner e Emanuella Sossai Altoé

ÁREAS CRÍTICAS – MEDIDAS PREVENTIVAS

Elementos estruturais dos pisos

térreos das edificaçõesUtilizar fundações de concreto tipo sapata corrida, com o piso elevado do

solo, provendo drenagem superficial ao redor da edificação.

Untitled-1 

Locais enclausurados, úmidos e

mal arejados, exemplo: espaço entre barroteamento

Propiciar ventilação do espaço entre o barroteamento e o solo, com o

envenenamento do solo.

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Canalizações de água e esgoto

fixos na madeira

Propiciar o acesso fácil a rede de água e esgoto. Não deixar a madeira em

contato com a umidade, colocando uma interface de material impermeável.

Untitled-3

Batentes de portas e janelas em

contato com paredes úmidas

Impermeabilização, emprego de espécies mais resistentes e proteção de

pintura a óleo.

 

Tacos, assoalhos, assentados

sobre pisos em que a água do solo tenha acesso por capilaridade

Impermeabilização do contra‐piso em argamassa e a utilização de sarrafos

de fixação com pintura impermeável, deixando espaços entre a última

tábua do assoalho e a parede.

Untitled-4

Peças de madeira em áreas

úmidas como cozinha e banheiro.Receber revestimentos impermeáveis, tais como: tinta esmalte e tinta óleo,

tomando‐se cuidado nas extremidades das peças.

 

Lambris externos

Distanciamento mínimo recomendado do solo de 30 cm. Quando se trata

de dois pisos a transição dos lambris externos verticais deve receber

proteção metálica fazendo o papel de pingadeira. Emenda de topo dos

lambris devem sempre deixar espaço na sua junta.

 

Elementos estruturais em

contato direto com o solo ou embutido em concreto

Tratamento por processo de impregnação pressurizada. Sugere‐se que o

concreto não seja impermeabilizado, pois normalmente na sua interface

surgem frestas que permitirão infiltrações de águas de chuva. É importante

garantir a drenagem do concreto. Uma solução é utilizar dispositivo

metálico deixando a extremidade do pilar ventilado.

 

Peças de telhados, próximas a

rufos, calhas e telhas.

Devem receber atenção especial no seu detalhamento e as peças que

ficarão em contato direto com as telhas devem receber tratamento

químico, além de adotar medidas visando facilitar a substituição das

mesmas.

Os topos expostos das peças de madeira da cobertura (caibros,

terças) absorvem umidade com maior facilidade.

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Detalhes construtivos para proteger estas extremidades; corte em ângulo

reto das extremidades dos caibros; colocação de peças como testeira que

evitam a exposição direta das extremidades possibilitar maior rigidez do

beiral.

 

Fendas, juntas e áreas ao redor de conectores como parafusos,

pregos, etc.

Além do desenho, pode‐se fazer uso de borracha como espaçadores de

maneira para não permitir a permanência de água.

Soleira inferior do diafragma e os topos inferiores dos

montantes verticais.

Necessitam de cuidados em relação à umidade do solo. Os usuários devem

receber uma orientação sobre a prática de limpeza interna da edificação,

como não lavar o piso por exemplo. Caso o piso for cerâmico, o rodapé

deve ser do mesmo material cerâmico (10 cm).

  

 

 

 

 todas as imagens pertencem a:

http://www.fapes.es.gov.br/publicacoes/anexos/3-01/69/dissertacao_final.pdf

 

 

 

O Tratamento das frestas existentes em peças internas  como foi citado pelo internauta podem ser seladas com mastique, produto espanhol à base de silicone,

que além de resgatar a estanqueidade da tora, possui como vantagem estética o tom

aproximado à cor da madeira (figura 100).

Segundo informações cedidas pela empresa responsável o produto utilizado por ela

 

 

apresenta bom desempenho, mas não é encontrado no país. Quando não é feita a aquisição,

dependendo da situação de uso, utilizam o silicone transparente que, apesar de não

proporcionar um efeito estético favorável, mantém a estanqueidade da peça.

 

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 Figura 100 – Peça com a utilização de mastique

Autor: arquiteta - Categoria(s): construção, dicas, pergunte que respondo, sustentabilidade Tags: , , , , ,
30/10/2009 - 15:30

casa sobre pilotis

Boa noite, gostei dos seus comentários e também necessito de uma opinião. Possuo um terreno de 1.981m², plano, retirado da cidade, tipo de casas de campo. O problema é que ele é desigual, parece um losango e ainda possui uma boa quantidade de árvores que me encantam. O que me sugere? Posso construir um sobrado, com a parte superior maior, apoiada sobre pilotis (area)? Por favor, emvie-me a resposta.

Olá Nelma, você tem um bom terreno e árvores nele…Que maravilha!Só resta aproveitar este visual da melhor forma possível.Construindo um sobrado você aproveita melhor o terreno para jardins e etc.Construir sobre pilotis é uma graça divina!Todo mundo sabe o que são pilotis?
Isso quer diser que você não precisa da área de baixo e pode dispor dela, talvez usando para garagens ou salão de festas ou lazer aberto.A casa fica leve, arejada e elegante.
 
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volumes
 
 
pilotis
 
maravilhoso este projeto em pilotis em madeira de Mauro Munhoz em Itu.
Autor: arquiteta - Categoria(s): construção, pergunte que respondo Tags: , , , ,
27/10/2009 - 21:43

Madeiras de demolição estão com tudo

Estou terminando de fazer uma casa de sitio rustica de tijolinhos e madeira de demolição, as portas e janelas são de madeiras antigas, estou em duvida qual a cor que devo pintar as janelas?

 

Olá Margarida, realmente vai pintar as madeiras de demolição??São mais bonitas aparentes, pois mostram a história delas…

Se quiser fazer um destaque entre as janelas e a parede crie uma moldura e pingadeira de cimento e pinte de uma cor diferente como um cinza claro, ou verde claro.OU então fazer uma pátina no tijolo aparente para clarear o visual e não brigar com a madeira!

 

Veja uns exemplos executados pela Demolidora 3 irmãos de Embu-SP.

 

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Olha que sem graça quando fica pintada de branco…

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Autor: arquiteta - Categoria(s): construção, dicas, fornecedores para obra, pergunte que respondo Tags: , ,
15/10/2009 - 19:38

Construção mais sustentável em terrenos em declive

Olá, me interessei no tópico, pois tenho um terreno em declive e sempre achei que aterrar é desperdício de espaço e dinheiro. Penso em fazer uma edícula com possibilidade de expansão para ser a casa principal. É um terreno de 12X32m (384m²) com declive de 1,70, onde pretendo fazer quartos em baixo e uma cozinha conjugada com área para churrasco acima deles.

Uma dúvida é: a impossibilidade de fazer banheiros abaixo do nível da rua não torna os quartos “antipráticos” principalmente à noite? Outra ideia que tenho é a de fazer uma casa o mais próximo possível do ecologicamente correto, com cisternas que acumulem água das chuvas e utilizar tijolos de solocimento. O que me sugeriria?
Obrigado.
Érico, Ilha Solteira – SP

 

Olá Érico, legal que tenha se interessado, realmente é difícil fazer o convencimento do cliente que adora aterrar terrenos em declive para ter uma casa alta e imponente!! Mais fácil seria se comprasse logo um terreno em aclive!

Bom é um belo lote este seu, mas não entendi a impossibilidade de fazer banheiros abaixo da rua? Seu esgoto e águas pluviais não descem para o lote de baixo em sistema de servidão? Quartos sem banheiros realemente NÃO dá! Olha como seu declive é pequeno! Os casos que citei anteriormente são para terrenos com 3 m de declive ou mais.

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Construção ecológica se baseia em muitos aspectos, você pode ter partes ecológicas e outras não. Não adianta muito construir em solo cimento se para vir o material até a obra, irão ser consumidos fretes e  diesel para ser transportados. O melhor material é aquele que poderá ser feito no local, se a terra é boa pode ser feito em solo cimento, se tiver pedras, usar as pedras, e respectivamente com outros materiais nativos. E sobre armazenamento de água é uma ótima pedida, gera um investimento alto no começo mas costuma se pagar ao longo de 5 a 10 anos.

Veja algumas dicas de solo cimento:

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“O solo-cimento é um material obtido através da mistura homogênea de solo, cimento e água, em proporções adequadas e que, após compactação e cura úmida, resulta num produto com características de durabilidade e resistências mecânicas definidas.

Este material de construção vem suprir boa parte das necessidades de instalações econômicas na maioria das regiões rurais e suburbanas no Brasil.

O uso do solo-cimento no Brasil vem, desde 1948, ajudando na satisfação de tais necessidades, encontrando-se hoje já bastante difundido.

A presente comunicação relata aspectos técnico-econômico-sociais de alguns anos de trabalho com esta modalidade de construção na CEPLAC/EMARC-UR.

Nesses quase 25 anos de experiência na região cacaueira, destacam-se obras no meio rural e urbano, em particular a construção de uma creche com 1.240 m2 em Juçari-Ba, sendo a segunda maior obra de solo-cimento no Brasil.

A tecnologia do solo-cimento é aplicada às construções das populações de baixa renda e foi introduzida na comunidade da região cacaueira porque tem como benefícios: a economia de tempo e material, bem como facilidade de execução atendendo a segmentos da população na faixa de pobreza, como é o caso dos “sem-terra”, permitindo o uso de mutirões.

CAMPO DE APLICAÇÃO

A principal aplicação do solo-cimento em habitações populares no meio urbano é a construção de paredes monolíticas.

Por afinidade, seu emprego pode ser estendido para construções de casas, depósitos, galpões, aviários, armazéns, etc.

O solo-cimento pode ainda ser empregado na construção de fundações, pisos, passeios, muros de contenções, barragens e blocos prensados.

VANTAGENS

O solo-cimento vem se consagrando como tecnologia alternativa por oferecer o principal componente da mistura – o solo – em abundância na natureza e geralmente disponível no local da obra ou próxima a ela.

O processo construtivo do solo-cimento é muito simples, podendo ser rapidamente assimilado por mão-de-obra não qualificada.

Apresenta boas condições de conforto, comparáveis às construções de alvenarias de tijolos cerâmicos, não oferecendo condições para instalações e proliferações de insetos nocivos à saúde pública, atendendo às condições mínimas de habitabilidade.

É um material de boa resistência e perfeita impermeabilidade, resistindo ao desgaste do tempo e à umidade, facilitando a sua conservação.

A aplicação do chapisco, emboço e reboco são dispensáveis, devido ao acabamento liso das paredes monolíticas, em virtude da perfeição das faces (paredes) prensadas e a impermeabilidade do material, necessitando aplicar uma simples pintura com tinta à base de cimento, aumentando mais a sua impermeabilidade, assim como o aspecto visual, conforto e higiene.

SOLO-CIMENTO – MATERIAIS CONSTITUINTES

SOLO

Os solos adequados são os chamados solos arenosos, ou seja, aqueles que apresentam uma quantidade de areia na faixa de 60% a 80% da massa total da amostra considerada. 

Quando este tipo de solo não for encontrado, pode-se fazer uma correção granulométrica no solo encontrado (70% de areia e 30% de silte e argila), misturando uniformemente e peneirados, obtendo-se o mesmo resultado.

Nas misturas usuais, as quantidades variam na faixa de 12 a15 partes de cimento para 100 partes de solo seco, em massa, o que corresponde, em média, à proporção cimento:solo. Desta maneira, é facilmente notada a importância que a escolha de um solo adequado representa para a produção de um solo-cimento com qualidade.

Na obtenção do solo, para grande volume de obras, a dosagem do cimento deve ser determinada em laboratório, atendendo não só a qualidade final, mas também à economia, pois um traço exageradamente rico em cimento poderia comprometer a construção.

Escolhido o material e determinada a dosagem (traço), o construtor prepara a mistura de forma semelhante a que se faz para outras argamassas.

Quando o volume de obras é pequeno, existem testes para a avaliação das características granulométricas de um solo. Alguns deles são feitos, como o Teste da garrafa e o da Retração do solo.

PREPARO DA MISTURA

Deverá ser feito o peneiramento do solo numa malha ABNT de 4,8mm. Esta operação tem por função promover a pulverização do material, sendo o resíduo destorroado e, então, repeneirado. Deverão ser descartados apenas aqueles pedregulhos maiores que a abertura da malha.

O solo é espalhado em uma superfície lisa (bandeja de madeira ou chão batido), devidamente peneirado. Adiciona-se o cimento e faz-se a mistura até obter uma coloração uniforme ao longo de toda a massa. Logo após, coloca-se água em pequena quantidade, de preferência com o uso de regador com pequeno chuveiro adaptado, evitando a sua concentração em determinados pontos.

Na prática, a umidade da mistura é verificada através de procedimentos simplificados, baseados na coesão apresentada pela massa fresca. Quando a amostra está seca, não existe a formação de um bolo compacto, com marca nítida dos dedos em relevo, ao apertarmos na mão a massa de forma enérgica. Outro método complementar muito utilizado consiste em deixar cair o bolo formado, de uma altura aproximadamente um metro, sobre a superfície rígida. No impacto o bolo deverá se desmanchar, não formando uma massa única e compacta. Se houver excesso de água, a massa manterá úmida e rígida após o impacto, fato não desejável.

FERRAMENTAS NECESSÁRIAS

BÁSICAS: cavador, enxada, enxadete, pá, picareta, cordão de nylon, martelo, escala numérica, serrote, colher de pedreiro, balde, nível de bolha, mangueira de nível, esquadro, carro de mão, prumo, peneira, etc.

ESPECIAIS: forma para estaca de concreto, forma para compactação de parede com parafusos específicos.

COMENTÁRIOS FINAIS

As possibilidades de aplicação do solo-cimento na área rural e urbana estão longe de serem esgotadas.

Por ser um processo de fácil assimilação por qualquer pessoa, utilizando somente materiais locais, não necessitando de energia de qualquer natureza para sua produção, nem mesmo animal, a tecnologia do solo-cimento certamente se constitui no processo que permitirá uma verdadei-ra revolução nas construções rurais e urbanas brasileiras, pois associa um baixo custo a uma elevada qualidade.

A EMARC-URUÇUCA dispõe de informações específicas sobre as diferentes aplicações do solo-cimento, disponibilizando-se para fornecer maiores detalhes das técnicas construtivas.

*Eng°. Agrimensor, Técnico em Assuntos Educacionais (Escola Média de Agropecuária Regional da CEPLAC/EMARC – URUÇUCA – BAHIA).”

 

texto de:Efren de Moura Ferreira Filho

 É importante saber que na construção civil, o solo-cimento pode ser usado de quatro maneiras diferentes: em tijolos ou blocos, nos pisos e contrapisos, em paredes maciças e também ensacado. Vejamos:

Tijolos ou blocos — São produzidos manualmente ou em pequenas prensas, dispensando a queima em fornos. Eles só precisam ser umedecidos para se tornar muito resistentes e com excelente aspecto.

Paredes maciças – Técnica similar à taipa de pilão usada no período colonial. A a massa é compactada diretamente na forma montada no próprio local da parede, em camadas sucessivas, no sentido vertical, formando painéis inteiriços sem juntas horizontais.

Pavimentos — O solo-cimento também é compactado no local, com o auxílio de formas, mas em uma única camada. No final, o piso fica constituído por placas maciças, totalmente apoiadas no chão.

Ensacado – A mistura de solo-cimento, em formato de uma “farofa úmica”, é colocada em sacos que funcionam como formas. Os sacos têm a boca costurada, depois são colocados na posição de uso, onde são imediatamente compactados, um a um. O resultado é similar à construção de muros de arrimo com matacões, isto é, como grandes blocos de pedra.

Autor: arquiteta - Categoria(s): construção, pergunte que respondo, sustentabilidade Tags: , , , , ,
09/10/2009 - 13:11

Revestimentos de pastilhas em fachadas

Estou aperreada, porque colocamos revestimento cerâmico nas garagens dos três prédios, só que o rejunte é grafite na cerâmica bege cristal. Agora estamos sem saber como combinar o restante, pois pretendemos pintar os prédios de bege cristal. Será que colocando cerâmica preta nas varandas e partes salientes fica bonito? E ainda tem o muro? Nos ajude, pois não podemos pagar um arquiteto e o nosso condomínio, estava caindo o reboco dos pilotis. Obrigada, Solange – Sindica

 

Olá Solange, a cerâmica  da garagem é no piso ou nas paredes também?

Sem querer te desanimar mas rejunte grafite em cerâmica bege??Puxa, tem tanto rejunte que combinaria melhor do que o cinza!!!Bege, camurça, marrom…Com sorte a cor do rejunte vai escurescer com o tempo mesmo e melhorar o visual!!

Nas paredes dos prédios poderia colocar uma cor  fendi que é na verdade um bege escuro puxado no cinza. Da CORAL seria o Branco Areia 30yy 58/082.

Para revestir as varandas e os detalhes pode até ser preto, mas ficaria melhor então usar um cinza bem escuro- o grafite.Combina bem se as esquadrias do prédio forem pretas.Se forem brancas , poderia usar cerâmica branca mesmo.Se puder investir mais existem as miscelâneas onde você escolhe duas cores e produz  uma mistura meio homogênea com porcentagens de cores.No caso da s esquadrias serem pretas   ou marrons escolheria cinza e marrom na mistura. No caso de serem brancas ou anodizadas, escolheria branco e cinza claro.Importante para ceramicas coloridas sempre utilizar o rejunte proximo da cor, fica muito melhor!

Boa sorte!

 

 

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pastilhas da JATOBA

 

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pastilhas da NGK

Autor: arquiteta - Categoria(s): condominios, construção, pergunte que respondo Tags:
06/10/2009 - 19:36

Tudo sobre rejunte epoxi

A poeira da obra sujou todo o rejunte de epoxi do meu piso de porcelanato e agora não consigo limpar de maneira nenhuma. Por favor me ajude com uma solução de limpeza para que eu não precise pagar alguém para refazer tudo…..
Grata e aguardo resposta

 

Olá Giovana, que problemão!O rejunte epoxi é muito prático, mas precisa ser cuidado  na sua aplicação , será que você tomou alguns cuidados do tipo passar uma esponja úmida, ou utilizar produtos próprios para esse fim, ou seja, produtos para limpeza de rejuntes (Limpa Rejuntes – isentos de ácidos). Ou a utilização de sapólio líquido com vinagre branco (de álcool)?

Em produtos com superfície brilhante, é bom evitar o contato direto com produtos abrasivos;

É importantíssimo a limpeza dos restos de rejunte epóxi sobre a placa cerâmica , esta deve ser feita imediatamente após a aplicação, pois se ultrapassar o tempo de secagem pode tornar-se impossível sua remoção;

Manter o local limpo e protegido, mesmo durante ou após os trabalhos de assentamento e rejuntamento é imprescindível!

Veja se não é o caso de tentar primeiro a remoção com aplicação de sapólio líquido com um esponja. Basta umidecer a esponja com água, colocar um pouco do sapólio líquido e aplicar sobre a superfície, após uns 3 minutos o epoxi começa a amolecer e esfregando com a esponja ele será removido. é bom ter o cuidado de utilizar uma esponja lisa, para não arranhar o piso. É um pouco cansativo pois exige um pouquinho de força e também depende do tamanho da área, pois, enquanto aplica-se o produto em uma parte, aproveita-se para esfregar a outra…

O rejunte epóxi é mais resistente à água e mais forte do que o rejunte de Portland e existe em duas formas: rejunte de resina epóxi de 100% e rejunte epóxi em emulsão modificado. Resina epóxi, rejunte de epóxi, rejuntes mais fortes e, às vezes, de areia servem para obter uma força elevada e quimicamente resistente para rejuntar. Entretanto, é um bocado mais caro e mais difícil usá-los do que os rejuntes baseados em cimento convencionais e, conseqüentemente são mais usados tipicamente quando a resistência à água e às manchas é requerida. Note por favor que não se recomenda usar este nos projetos onde as pastilhas não são niveladas, diferentes do azulejo.

Alguns dados que retirei do catálogo de rejunte da PORTOBELLO:o PORTOKOLL , espero que ajude a desvendar o qeu foi feito de errado!

Rejuntamento Epóxi Porcelanato

Argamassa de Rejuntamento Epóxi Porcelanato

• Desenvolvida especialmente para aplicações em áreas que necessitam de excelente

acabamento, através da textura extrafina proporcionada pelo rejunte.

• Disponível em 12 cores;

• Para rejuntamento de porcelanatos e pedras especiais com juntas de 2 a 8 mm;

• 100% Impermeável;

• Resistente à manchas;

• Resistente a ataque químico;

• Resistente a ação de fungos e bactérias;

• Excelente acabamento;

DESCRIÇÃO / COMPOSIÇÃO DO PRODUTO

O rejuntamento EPÓXI PORCELANATO é um produto tri-componente, composto de resina epóxi, endurecedor e carga

mineral que, quando misturados de acordo com as instruções constantes nesta ficha técnica, conferem resistência

mecânica, flexibilidade, impermeabilidade e melhoram a trabalhabilidade durante a aplicação, além de facilitar a

limpeza final do produto.

Contém agente biocida que protege o rejunte da ação de fungos e bactérias.

INDICAÇÕES

Ideal para porcelanatos (polido e rústico), pedras especiais e cerâmica .

Indicado para juntas de 2 a 8mm (pisos) e para juntas de 2 a 5mm (paredes).

Consulte nossos produtos específicos para aplicações em Piscinas (Epóxi Piscina) e outras aplicações (Epóxi Cerâmica e

Epóxi).

DADOS TÉCNICOS

Permeabilidade

aos 240 min (cm³)

Valores obtidos em ensaios realizados em laboratório, de acordo

com a NBR 14992/2003 podendo variar em função das condições

climáticas e de aplicação.

Em caso de dúvida, consulte nossa Assistência Técnica.

PREPARO DA SUPERFÍCIE

A superfície deve estar isenta de óleo, graxa, pó, tinta, restos de desmoldantes ou compostos de cura.

Remova a poeira e as impurezas da superfície e do fundo das juntas. Uma boa prática de execução é raspar as juntas na

ocasião do assentamento com a argamassa colante ainda fresca.

Para rejuntamento de cor contrastante à cerâmica aplicar um agente de liberação de rejunte sobre a superfície do

revestimento (cera incolor, por exemplo) pode ser necessário para prevenir manchas no revestimento assentado.

Proteger peças de alumínio, metais especiais, apliques em ouro, prata e demais superfícies sensíveis ao atrito.

As peças devem estar firmemente assentadas em um substrato com argamassa colante, que deve curar por um período

mínimo de 72 horas, sobre um contrapiso ou emboço, que devem estar curados por, no mínimo, 14 (quatorze dias), de acordo

com a NBR 7200.

Em assentamento pelo método tradicional, deve-se aguardar a saída completa da água do interior do revestimento, podendo

levar mais de 30 (trinta) dias.

A execução correta do assentamento e rejuntamento, especialmente quanto aos prazos mínimos de liberação para tráfego e

respeito aos procedimentos de aplicação constantes nessa ficha técnica, minimizarão o possível aparecimento de defeitos de

aplicação, como esfarelamento, mudança de tonalidade, manchamento, etc.

Para que os revestimentos executados com a argamassa de rejuntamento EPÓXI PORCELANATO apresentem desempenho

adequado às solicitações para qual o produto foi dimensionado, os parâmetros de execução devem atender à série de normas:

NBR 13753 – Revestimento de piso interno ou externo com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante –

procedimento

NBR 13754 – Revestimento de paredes internas com placas cerâmicas com utilização de argamassa colante – procedimento

NBR 13755 – Revestimento de piso paredes externas e fachadas com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante –

procedimento

MISTURA

APLICAÇÃO

O produto deve ser aplicado, no máximo, 1 hora após o início da mistura.

Molhe levemente a superfície do revestimento com água limpa antes de rejuntar, pois torna o processo de aplicação do

rejunte mais fácil e o revestimento mais limpo.

Aplique o rejunte com auxílio de uma desempenadeira de borracha aproximadamente a 45º da superfície na diagonal das

juntas, utilizando a pressão adequada para assegurar que o rejunte se una ao substrato. Remova o máximo possível do

excesso do rejunte da superfície do revestimento.

Deixe o rejunte curar durante aproximadamente 20 minutos. Com o auxílio de esponja umedecida em água, limpe a

superfície com movimentos circulares.

Repita a operação até que as juntas fiquem lisas e no mesmo nível das bordas do revestimento (trocar a água durante essa

operação, mantendo-a sempre limpa).

Recomenda-se rejuntar toda a área de uma só vez, pois a variação das condições climáticas durante a secagem do rejunte

alteram a tonalidade final do produto.

ATENÇÃO: o umedecimento do substrato é indispensável durante dias quentes e/ou com presença de vento.

LIMPEZA

Remova a película superficial (bruma) formada sobre o revestimento, com auxílio de pano macio e seco. A limpeza e o

acabamento deverão ser realizados no máximo 30 minutos após a aplicação, utilizando uma esponja umedecida em água

limpa.

Neste procedimento limpe totalmente o revestimento, pois poderá resultar em manchas. As ferramentas devem ser limpas

com água em abundância imediatamente após o término do serviço.

ATENÇÃO: o Rejuntamento EPÓXI PORCELANATO contém pigmentos que podem manchar superfícies porosas. Recomendase

o uso de cores semelhantes às do revestimento para evitar diferenças de tonalidade e manchamento da superfície. Em

caso de rejuntamento com cores contrastantes, realize um teste prévio em uma pequena área.

Em caso de dúvidas sobre a compatibilidade do produto e o revestimento, realize teste prévio antes da utilização ou

consulte o fabricante. A cor do final do Rejuntamento EPÓXI PORCELANATO torna-se diferente da tonalidade do pó devido a

mistura com os componentes A e B.

CURA

25 ºC podendo variar de acordo com as condições climáticas.

ATENÇÃO:

Fatores que influenciam as características do rejunte, principalmente na variação da tonalidade e resistência:

- Mistura inadequada (parcial) dos três componentes do produto;

- Adição de água;

- Técnicas de acabamento;

- Condições desiguais de secagem;

- Sujeiras nas juntas;

- Umidade da base.

LIMITAÇÕES

Não deve ser aplicado:

Sobre metais e ambientes que possam sofrer exposição a temperaturas contínuas acima de 100ºC;

Não é recomendado para fachadas, pois em contato com os raios UVs, poderá ocorrer diferença de tonalidade,

principalmente em cores claras;

Em piscinas;

Como juntas de dilatação, estrutural ou movimentação;

Em cerâmicas esmaltadas sem um teste prévio, pois podem ser arranhadas ou manchadas.

NOTA: para aplicações não mencionadas nesta ficha técnica, consulte nossa Assistência Técnica.

CUIDADOS

Impeça o contato com os olhos, pele e roupas durante o manuseio.

Utilize luvas de borracha, máscara para evitar inalação de poeira e proteja os olhos durante a aplicação.

Em caso de contato com os olhos ou a pele, lave imediatamente com água em abundância.

Em caso de ingestão, não provoque vômito e consulte um médico imediatamente.

Mantenha fora do alcance de crianças e de animais domésticos.

Autor: arquiteta - Categoria(s): construção, dicas, pergunte que respondo Tags: ,
02/10/2009 - 12:07

Assentamento cuidadoso

Olá, gostaria de uma opnião..eu tenho um apto do Guarujá de 135m2…fiz uma reforma total no apto a 9 anos atraz, porém de uns 6 anos pra cá o piso vem estufando em diversos locais do apto…a principio achava que era dilatação. ..mas hoje acho que foi mal assentamento…pois tem no mesmo andar outros 2 aptos que fizeram reforma na mesma época e nunca aconteceu nada…a única diferença é que são de fundos e o meu é de frente pega todo o sol da manhã….voce pode me orientar para que isso não aconteça mais..pois pretendo trocar o piso todo …fico no aguardo obrigado

Olá Claudio, o seu piso é cerâmico?Se for pode acontecer  isso pelo fato de o rejunte não ter sido feito adequadamente, respeitando o mínimo de 3mm dependendo se a peça for  retificada e de 5mm se não for.O que pode ter acontecido também é o estado em que se encontrava o contrapiso.O prédio já não é mais tão novo assim , mas podem haver dilatações ainda que contribuam com um possível mal assentamento.
 
Vale lembrar se na ocasião do assentamento houve trabalhos em gesso também,seria bom verificar  o estado original do contrapiso.Eu já vi em um prédio um contrapiso se destacar, porque haviam resídios de gesso entre uma camada e outra, assim o gesso secou e acabou destacando a afofando o piso de madeira que tinha sido colocado em cima.
 
Na hora de comprar seu piso também verifique se a peça for muito grande, ela deverá receber argamassa de assentamento também , ou seja não basta ter no piso deverá ter nas costas da peça também, e por último é bom estar acompanhado de uma mão de obra especializada em colocação de pisos como a Step Revestimentos www. steprevestimentos.com.br ou a Casamix acabamentos (11) 3439-7725 e boa sorte!
 
 
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obras da STEP
Autor: arquiteta - Categoria(s): construção, fornecedores para obra, pergunte que respondo Tags: ,
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