Arquivo de agosto, 2009
27/08/2009 - 15:41
Sem rebaixar o teto,é  possÃvel instalar os revestimentos citados? E quanto ao rodapé, por onde também o ruÃdo avança? O barulho dos vizinhos vem pelo teto, paredes e rodapé. Na construção deste prédio antigo, não foi instalado nenhum revestimento para minimizar o ruÃdo. Moro numa caixa acústica, uma câmara de eco. Há muito barulho interno e o externo, pois é uma via de grande movimento. Como diminuir essa sinfonia?
Grata,
Alice
Olá, Alice, as soluções que conheço para isolamento envolvem sempre uma pequena obra, nesta área de acústica, não tem muito jeitinho. Você precisa fazer novas paredes, novo forro, janela acústica… Vou passar alguns contatos de experts no assunto para você e para os outros que tanto me pedem detalhes de isolamento e atenuação sonora.
Já fiz um curso de acústica pela Melkan Chiarello e lá passaram vários profissionais e empresas que desfilaram soluções e produtos. Alguns deles:
- LABAUT Laboratório de Faculdade USP que faz estudos, o palestrante foi José OvÃdio Ramos
- Geros Arquitetura que comercializa absorvedores especiais
- AMF fabricante de forros
- Knauf do Brasil, também fabricantes de produtos acústicos
- Frequencia rara: www.frequenciarara.com.br, que comercializa difusores
- www.vibrasom.ind.br
- http://animacustica.com.br/home/index.php/Arquitetura-e-Construcao-Civil/projetos-acusticos-2.htmlÂ
- www.akkerman.com.br para projetos de acústica, somax para pisos flutuantes acústicos antes de contrapiso
Chequem o site www.chegadebarulho.com conheça seus direitos e deveres em relação ao barulho máximo permitido!
Autor: arquiteta - Categoria(s): construção, dicas, fornecedores para obra, pergunte que respondo
Tags: acustica, tratamento acustico
27/08/2009 - 10:03
Olá,
Tenho uma sala com 32m² e nenhuma parede é inteira. Duas delas têm portas, a outra tem uma janela porta balcão e a outra fica por trás de uma escada. Hoje, ela está toda pintada de amarelo canário, com carpete de madeira e uma faixa de madeira na parede, ambos na cor mogno. De qual cor posso pintar? Gostaria de ter uma parede de cor diferente é possÃvel?
Obrigada
Olá, Cristiane, carpete de madeira, um monte de portas e janelas, escada… E para piorar cor amarelo canário. Bom, se suas portas e janelas forem brancas, sugiro deixar as paredes brancas para mimetizar, ou seja, assimilar tantas invervenções na sua sala.
O rodameio de madeira corta muito a silhueta do ambiente, sugiro também pintá-lo de branco. Agora para dar uma cor mais forte no ambiente, tente pensar antes se vai combinar com sua mobÃlia atual, se você tiver peças em cores bem variadas sugiro deixar a cor para a decoração, usando e abusando de complementos coloridos, como porta velas, vasos, cortinas, almofadas.
Se a sua decoração for do tipo bem neutra, em tons de bege, até ousaria te indicar pintar a escada e a parede de trás desta escada num tom mais forte como pink, amarelo ouro ou azul.
Uma ressalva no uso de cores quentes como pink, vermelho e amarelo. Talvez se o seu piso for muito avermelhado, estas cores podem não combinar muito. Daà o jeito é usar tons de cinza, verde, marron e azul. Vão ficar contrastando e portanto infinatamente mais bonitos!






O importante é saber que você também pode contar com revestimentos em madeira, tecidos e principalmente papéis de parede, que são laváveis e duram anos!B oa sorte!
Fotos: Projetos dos arquitetos Adriana Lariva, Cinthia Liberatori, Zize Zink, Mariana Cecchini e Fabio Galeazzo
Autor: arquiteta - Categoria(s): miscelanea
Tags: cores, dicas de cores, revestimentos de paredes
25/08/2009 - 14:56
Sobre a questão da acústica, em salas altas e com pé direito duplo, pode-se melhorar usando paredes revestidas com tecido e estofadas, forro rebaixado com detalhes de saliências e reentrâncias, ou revestir com espumas acústicas, painéis de madeiras e também cortinas em tecido mais pesado tipo camurça, veludo, chenille. O teto deve ser de um material absorvedor sonoro, especialmente nas bandas de frequências importantes na determinação da inteligibilidade da fala (500 Hz a 4000 Hz).
Estudos comprovam que o material mais indicado para o acabamento são painéis de lã de vidro. Tetos tridimensionais (isto é, com seções variáveis, como por exemplo, em forma de “V”) também permitem o aumento da absorção total da sala. Tetos rÃgidos, como placas de gesso (gypsum) não são muito aceitáveis neste tipo de área.
Quanto ao piso, pode se usar tapetes ou carpetes Entretanto, há relatos de pouca influência se o piso é recoberto ou não.

Veja este lançamento em forros acústicos o GYPSOM da Lafarge
Ficha Técnica:
Dimensões: espessura 12,5mm; largura 1200mm; comprimento 2400mm
Perfuração quadrada: 10mm X 10mm
Peso indicativo: 9kg/m²
Taxa de perfuração: 13,4%
Absorção acústica: αw = 0,55Â
Autor: arquiteta - Categoria(s): construção, fornecedores para obra, pergunte que respondo
Tags: acustica
25/08/2009 - 14:44
Gostaria de uma dica para uma parede de pé direito duplo que possui uma trinca imensa. O que posso fazer, uma vez que já fiz alguns reparos mas nada adiantou, a trinca volta. Essa trinca não abala a estrutura da casa, mas fica feio, afinal, ela está localizada em minha sala de estar. Outra situação que me incomoda muito é o barulho, por conta do pé direito de 6 metros. O que posso fazer para diminui-lo.
Grata
Alessandra
Olá, Alessandra, sobre trincas respondo neste post sobre acústica respondo em outro. Primeiro você precisa descobrir o que causa a trinca. Será que é uma conformação da estrutura numa obra recente? Será falta de verga ou contra verga sobre uma vão de janela? Ou será que o reboco foi feito incorretamente, nas proporções erradas ou ficou muito grosso? Muitas coisas podem causar trincas e nem sempre são sérias, mas, geralmente, o conserto não é apenas na pintura. O que eu vejo meus fornecedores fazerem é descascar bastante até o tijolo ou bloco, ou seja, é uma intervenção média na sua sala.
Trincas e fissuras ocupam o segundo lugar entre os defeitos mais comuns na construção civil, perdendo apenas para os problemas de umidade. Elas são causadas pela movimentação de materiais e componentes da construção e, em geral, tendem a se acomodar. Podem ainda ser consequência da ocorrência de vibrações na área. Somente devem causar preocupação quando sua abertura ultrapassa 3,2mm.
Apesar de ser difÃcil avaliar o problema sem conhecer a situação, normalmente as trincas de lajes que denunciam fragilidade na estrutura podem ser identificadas quando formam ângulo de 45º em relação à laje, são próximas aos cantos e se dirigem ao centro da laje. Outro tipo que apresenta risco é a trinca que não toca a parede. Fissuras em forma de flor próximas a um pilar ou as que lembram flechas também merecem cuidado. Já trincas isoladas, que atinjam a parede, não devem preocupar muito.
Para tentar eliminar problemas dessa natureza de pequena grandeza, sugere-se:
a) para pequenas fissuras, a solução tradicional é retocar o reboco usando argamassa ou massa acrÃlica, mas as fissuras podem reaparecer. Outra alternativa é passar tinta elastomérica pura na região e depois aplicar duas ou três demãos do mesmo produto, diluÃdo conforme indicação do fabricante.
b) para pequenas trincas, formar, sobre ela, um “V”, com uma ferramenta chamada abre-trinca, ultrapassando 10cm em cada extremidade. Limpar a superfÃcie e aplicar fundo preparador de paredes. Preencher a fenda com sela-trinca ou argamassa e colocar uma tela de poliéster. Acertar com massa e usar tinta elastomérica.
Veja algumas dicas da Suvinil:
A presença de trincas na superfÃcie propicia a infiltração de umidade para o interior do substrato, acelerando a degradação tanto do substrato como da pintura (manchas, bolhas, descascamentos, etc), assim é fundamental o correto tratamento dessa patologia a fim de garantir uma maior durabilidade da pintura.
A trinca possui uma ação dinâmica, ou seja, sua espessura altera conforme a movimentação da estrutura ou variação de temperatura, portanto o tratamento de trinca necessariamente precisa de um sistema flexÃvel que absorva essas variações e isole o acabamento (pintura), não permitindo o reaparecimento da trinca. Segue abaixo o procedimento:
1. TRATAMENTO DE TRINCAS DINÂMICAS EM ALVENARIAS
1.1 Abrir a trinca com ferramenta especial (”abretrinca”) ou espátula de aço, em forma de “V”, com 1,0cm de largura por 1,0cm de profundidade (ver foto abaixo);
1.2 Remover toda a pintura e parte superficial do reboco (1 a 2 mm) numa faixa de 10 a 20 cm de largura (conforme largura da tela), sendo que o eixo da trinca deve ficar sempre no centro (vide foto abaixo);
1.3 Remover todo o pó da trinca aberta e das faixas laterais;
1.4 Aplicar na trinca e faixas laterais uma demão de Suvinil Fundo Preparador para Paredes base água diluÃdo com 10% de água limpa. Utilizar uma trincha para aplicação. Aguardar 4 horas para secagem;
1.5 Preencher a trinca aberta com Suvinil Selatrinca, utilizando uma espátula ou aplicador. Aplicar apenas no veio da trinca, preservando-se as faixas laterais. Aguardar intervalo de 48 horas para secagem;
1.6 Aplicar a segunda demão do Suvinil Selatrinca sobre a trinca, da mesma forma que no item anterior. Aguardar 24 horas para secagem;
1.7 Aplicar sobre a trinca, e nas faixas laterais, o Suvinil Suviflex, diluÃdo com 10% de água. Esta aplicação pode ser feita com trincha ou brocha. Aguardar intervalo de 4 horas para secagem;
1.8 Aplicar segunda demão do Suvinil Suviflex da mesma forma do item anterior. Nesta etapa deve ser fixada, intercalada por camadas do Suviflex, a Tela de Poliéster (10 a 20 cm de largura), sobre toda a faixa em recuperação. Aguardar intervalo de 4 horas para secagem;
1.9 Nivelar a superfÃcie com Suvinil Massa AcrÃlica ou textura de modo ao acabamento ficar semelhante ao já existente na superfÃcie.
Autor: arquiteta - Categoria(s): construção, dicas, pergunte que respondo
Tags: como tratar de trincas, fissuras, trincas nas paredes
20/08/2009 - 08:08
Olá estou montando um consultório de odontologia e gostaria de saber qual piso posso usar que não risque, sendo melhor para colocar nas salas. Estou com medo, pois as rodas das cadeiras riscam todo o piso.
Obrigado
Mirian
Olá Miriam, acabei de entregar um consultório odontológico e usamos porcenalato acetinado da Portobello da linha granilite. O legal dos pisos adotados é que possuem rodapés arredondados e, portanto, mais fáceis de limpar. Com isso, são mais higiênicos para ambientes de consultórios e hospitais.
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Verificando as normas da Vigilância Sanitária, órgão que você deve conhecer bem no seu metier, verificamos que de acordo com a RDC 50/2002, capÃtulo 6 – Condições ambientais de controle de infecção, item C.1: Acabamentos de Paredes, Pisos, Tetos e Bancadas:
“Os requisitos de limpeza e sanitização de pisos, paredes, tetos, pias e bancadas devem seguir as normas contidas no manual Processamento de Artigos e SuperfÃcies em Estabelecimentos de Saúde 2ª edição, Ministério da Saúde / Coordenação de Controle de Infecção Hospitalar. BrasÃlia-DF, 1994 ou o que vier a substituÃ-lo. Os materiais adequados para o revestimento de paredes, pisos e tetos de ambientes de áreas crÃticas e semicrÃticas devem ser resistentes à lavagem e ao uso de desinfetantes, conforme preconizado no manual anteriormente citado. Devem ser sempre priorizados para as áreas crÃticas e mesmo nas áreas semicrÃticas, materiais de acabamento que tornem as superfÃcies monolÃticas, com o menor número possÃvel de ranhuras ou frestas, mesmo após o uso e limpeza freqüente.” Os materiais, cerâmicos ou não, quando usados nas áreas crÃticas, Não podem possuir Ãndice de absorção de água superior a 4% individualmente ou depois de instalados no ambiente. Além do que, o rejunte de suas peças, quando existir, também deve ser de material com esse mesmo Ãndice de absorção. O uso de cimento sem qualquer aditivo antiabsorvente para rejunte de peças cerâmicas ou similares, é vedado tanto nas paredes quanto nos pisos das áreas criticas.” As informações sobre materiais para acabamento em Estabelecimento Assistencial de Saúde (EAS) também podem ser encontradas no livro Temas de Arquitetura sobre Estabelecimentos Assistenciais de Saúde da UFBA. Para adquiri-lo escreva para o editor no e-mail : quarteto.livros@compos.com.br.
Não existe um piso ideal, pois este depende do ambiente e da atividade executada neste. A cerâmica pode não ser uma boa opção pelo Ãndice de absorção de água e pela trepidação da maca ao passar pelos rejuntes. O porcelanato é uma melhor alternativa entre os dois, pois quase não absorve água (+ ou – 0,05%) e os rejuntes são bem finos. Utilize rejuntes a base de epóxi. Pisos industriais de alta resistência, moldado in loco, que contenha epóxi em sua composição, são uma boa opção em várias áreas, assim como piso vinÃlicos em mantas. Evite granitinas feitas em obras.
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Os pisos vinÃlicos também são muito indicados pela questão de limpabilidade a assepsia, mas na durabilidade ao atrito das rodinhas não são todos que passam no teste.
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Vantagens dos pisos vinÃlicos nas áreas de saúde, mas é preciso saber escolher uma boa marca!
Os pisos vinÃlicos da Fademac são muito versáteis. Possuem uma grande diversidade de cores e padrões, o que permite trabalhar de forma personalizada e criativa a decoração de hospitais. O resultado são ambientes diferenciados, charmosos e bem mais aconchegantes.
Além disso, para assegurar a perfeita instalação do projeto, a Fademac dispõe de uma equipe técnica com engenheiros especializados que acompanham todas as etapas da obra, que gera pouco entulho, pois a instalação é simples e rápida. A manutenção dos ambientes com revestimentos Fademac é mais um diferencial. A higienização é de fácil execução e garante mais longevidade ao produto. Se o piso for encerado com cera acrÃlica, basta um pano úmido com detergente. O que o torna ainda mais especial no caso de clÃnicas e hospitais, lugares que possuem grande circulação diária de pessoas.
O Pavifloor, o Absolute e o Linoleum tornam-se monolÃticos quando as mantas são soldadas a quente, caracterÃstica esta que confere aos produtos conformidade a RDC50 da ANVISA.
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Autor: arquiteta - Categoria(s): fornecedores para obra, pergunte que respondo
Tags: pisos hospitalares, pisos para consultórios, pisos para saude, revestimento de consultorios
19/08/2009 - 20:12
Olá Pessoal
Esta semana estou participando de um curso de lighting design (ou seja design de iluminação) e não conseguirei responder a tantas perguntas quanto gostaria, mas semana que vem irei incluir mais respostas!
Os assuntos são riquÃssimos e com certeza falarei de alguns semana que vem!
Portanto mesmo aqueles que perguntaram semana passada vou repassar novamente.
O curso está sendo muito instrutivo e profundo no conhecimento do cerne da questão da iluminação, ou seja, como funciona a captação da luz pelo sistema ocular, qual é a percepção humana dos contrastes, cores etc…Bem legal e difÃcil!
abraço
Autor: arquiteta - Categoria(s): vida de arquiteto
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18/08/2009 - 12:50
Mariche,
Adorei a dica! Recordo com carinho dos casarões antigos de Belém, com pé direito de 5m e rodapés em madeira com 30cm. Lindos! Tenho dúvida sobre a altura para rodapé embutido e recuado, em aço inox e sua execução. Para um banheiro cujo piso é em cerâmica rústica e o revestimento de parede é branco, fica sem rodapé mesmo?
Abraço
Giselle
Olá, os rodapés recuados estão ficando na moda também, embora pessoalmente nunca tenha usado, pois os meus clientes temem pela parede não estar protegida embaixo, mas vejo cada vez mais este tipo de rodapé. Em construções novas, este rodapé que pode ser um perfil em U, que é colocado depois do piso, e as paredes devem ser masseadas de novo e pintadas sobre o perfil, o que não é trabalho dos mais limpos.
Se essa moda pega, é mais estorvo para a obra, pois deve atrapalhar bastante o andamento da mesma. É importante que o perfil no piso cubra os buracos deixados pela colocação da madeira, caso contrário vai ser um show de horror!! Cheio de buracos aparecendo, já que o rodapé convencional serve também para isso: cobrir espaços deixados pela madeira. As paredes também tem que estar muito no prumo e no esquadro. Mais informações sobre este tipo de rodapé vou recolher e volto a falar disso, incluindo fotos!


Já para o seu banheiro, eu acredito que seria ideal se você usasse um rodapé cerâmico, pois no banheiro a umidade é enorme e as pessoas ainda tem o hábito de jogar água para limpeza. O que faço nestes casos é usar uma fiada da cerâmica que estou usando no piso, ou usar o rodapé que já se encontra pronto no fabricante igual ao piso, ou ainda comprar revestimento branco em tamanhos compridos de 15×60 e usar uma fiada (faixa), criando o rodapé.
Outra opção chique e mais cara é usar um rodapé de mármore igual ao que você usaria no tampo da pia, fica muito chique usar bem alto com até uns 40cm de altura e fazer um friso de 1cm nele a 30cm de altura do piso.
Uma coisa é certa o piso todo e até parte da parede deve ser impermeabilizado com manta ou sistemas tipo pintura com tela textil (tipo Sistem flex) e na área do chuveiro revestir até pelo menos 1,90m de altura.
Boa sorte!
Autor: arquiteta - Categoria(s): dicas, fornecedores para obra, pergunte que respondo
Tags: azulejos nos banheiros, rodapés
17/08/2009 - 19:37
Para aqueles que tem dúvidas podem por favor encaminhá-las aqui pelo blog pois a dúvida de um pode ser a de muitos!
Tenho recebido muitos emails através do meu site, mas peço para que dirijam as dúvidas para este blog, pois enriquece muito e inclusive a mim também, já que muitas coisas, pergunto ao meu pessoal de obra e aos meus fornecedores e acabo descobrindo novos materiais e novas técnicas.
Meu site está no ar desde 2000 e está passando por reformulações de design, novos clientes, novos setores, e quando estiver tudo pronto, espero que em setembro, publico um post.Espero que valha a pena a espera…
Agradeço a todos a audiência e continuamos aqui questionando, ajudando e popularizando a bela arquitetura!
Abraço
Autor: arquiteta - Categoria(s): dicas, fornecedores para obra, vida de arquiteto
Tags: dicas, duvidas?
14/08/2009 - 17:50
Tenho a mesma dúvida que o leitor EDELCIO. Aluguei uma casa que tem umas paredes com granilha ou quartzo tipo areia. Não gosto da cor. Posso pintar? Qual a tinta que devo usar? Obrigada!
Olá Pamela.Neste caso, acho que posso aconselhá-la a usar uma textura acrÃlica, que é um revestimento para uso sobre diversos substratos, com qualidade de aglomerante acrÃlico.
CaracterÃsticas:
1. Acabamento: texturizado fosco
2. Cor: diversas conforme catálogo do fabricante.
3. Resina: acrÃlica especial
4. Solvente: (água)
5. Secagem: toque mais ou menos duas horas. Intervalo cura total: mais ou menos 76 horas
Propriedades:
1. Composto de aditivos contra mofo e fungos
2. Ótima cobertura
3. Fácil aplicação através de rolos especÃficos
4. Hidrorepelente
5. Deve ser Indicada para aplicação em superfÃcies como: reboco, calfino, paredes com pintura antiga ou revestida com Granilha e Quartzo, proporcionando um acabamento texturizado
6. Uso em áreas internas e externas
Preparo da superfÃcie:
1. A superfÃcie deve estar isenta de poeiras, graxas, gorduras, brilho, mofo, caiação, calcinação, eflorescências e partÃculas soltas
2. Aplicação de Primer selador em cor base
3. Não efetuar a aplicação sobre superfÃcies com existência de umidade ou infiltração
Antes dê uma olhada nas cores tendência para 2009!!

Cores da CORAL
Autor: Aninha - Categoria(s): dicas, pergunte que respondo
Tags: como aplicar textura, cores, cores tendência, textura
14/08/2009 - 13:24
Gostaria de saber custo médio de construção usando este material e se existe uma casa especalizada para fornecer o material.
Olá Hélio
O setor da construção civil também tem aderido ao consumo de madeira tratada. Entre elas os troncos roliços de eucalipto. A madeira de eucalipto na construção civil tem um custo bem menor que a madeira de florestas nativas. Para comparação de valores o m³ de madeira nativa tem um custo de R$ 1.200,00, com a utilização do eucalipto esse custo cai para R$ 500,00 o m³.
O uso do eucalipto tratado também significa economia na construção de cercas, chegando a uma diferença de 50% nos custos. A variação no tempo de vida útil entre a nativa e a tratada chega a uma média de 15 anos. O que contribui para isso são fatores como a alta resistência à ação das chuvas e a inibição à corrosividade dos metais em contato com a madeira.
Como é a estrutura de madeira para uma residência?As vigas e os pilares (encaixados, parafusados, pregados ou ligados por ferragens) formam o esqueleto da casa. Pode-se usar toras ou peças roliças (em geral pÃnus ou eucalipto), madeira serrada, aparelhada (aplainada) ou lavrada a machado. O valor de uma armação instalada no local custa de 15% a 20% do total da construção.
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EÂ vale a pena usar?
Algumas das vantagens são leveza (o que implica fundações menos robustas e caras) e limpeza na obra (sem formas nem mistura de cimento, por exemplo). O material é prático em terrenos acidentados, de difÃcil acesso ou onde o canteiro de obras é inviável. A montagem também pode ser bem rápida – especialmente se as peças forem previamente cortadas e chegarem ao canteiro com os encaixes preparados.
E em que casos deve-se evitá-la?
SensÃvel à umidade, a madeira não vai bem em construções enterradas, com subsolos ou porões. Portanto, no caso de haver contato com a humidade, usa-se uma conexão metálica entre o pilar de madeira e a fundação de concreto. Outra peculiaridade: não se acha madeira com mais de 6 metros – essa é a medida máxima encontrada no mercado. Quem deseja vencer grandes vãos precisa adotar peças industrializadas de madeira laminada colada (várias ripas unidas formando vigas e pilares longos).
Como fazer para ter uma?
O primeiro passo é ter em mãos um projeto detalhado da estrutura, feito por quem entende do assunto. Cabe ao arquiteto elaborar o projeto com um engenheiro calculista que o ajude a dimensionar as peças da armação. A execução fica a cargo de carpinteiros, empreiteiras ou construtoras especializadas. Também há empresas que assumem todo o processo: fazem o projeto de arquitetura, calculam e constróem o arcabouço de madeira.
E a mão-de-obra?
Artesanal, o trabalho de carpintaria responde por boa parte do custo dessa solução. “As toras exigem encaixe minucioso e, por isso, têm montagem mais trabalhosa e cara”, diz a arquiteta Miriam Inoue, da construtora paulista Habitate. “Inicialmente mais dispendiosas, as peças aparelhadas compensam pela montagem mais rápida e barata”, completa. “No final das contas, os custos desses diferentes sistemas podem se igualar.”
Essa é uma alternativa ecológica?
Causa menos impacto ambiental que o concreto, o aço e o alumÃnio, materiais que consomem energia ao serem industrializados. Também é um recurso renovável, apesar de a derrubada das florestas ameaçar várias espécies.
Alguns fornecedores que podem fazer orçamentos mais completos da construção ou lojas que vendem o material:
Ita Construtora
Orbital Estruturas
Edo Callia
Habitate
http://www.fahels.com.br/
Arte Eucalipto Comércio de Eucalipto Tratado em Curitiba
Rodovia Br-116, nº 1820 – Atuba (em frente à Divesa Caminhões)
CEP 82590-100 – Curitiba – PR
Fone: (41) 3256.3234
Autor: arquiteta - Categoria(s): construção, fornecedores para obra, pergunte que respondo, sustentabilidade
Tags: casas de madeira, eucalipto, madeira, madeira tratada
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