Dance me to the end of love
O título deste post foi emprestado da bela música de Leonard Cohen, que para mim ficou melhor ainda na versão da Madeleine Peyroux; ouça aqui.
“Dance comigo até o fim do amor” fala de um convite para dançar ao longo de todas as fases possíveis e imagináveis pelas quais a gente passa quando se apaixona, e sugere dançar na beleza e no medo, a sós e na hora do casamento, com ternura e através de todos os caminhos.
Eu nunca fui lá uma grande dançarina; sou meio atrapalhada e me falta ritmo. Mas acho a coisa mais linda e expressiva ver casais dançando.
Podem ser aqueles profissionais, que são capazes de desafiar a gravidade e fazem todo aquele movimento parecer uma coisa natural.
Como eles aqui, ó: Fred Astaire e Ginger Rogers em cena de “Swing Time”, de 1936.
(Se não conseguir assistir, clique aqui)
E também podem ser aqueles amadores, que provavelmente se aplicam em aulas semanais de dança de salão. Como estes anônimos aqui, que encontrei por acaso ao procurar pela irresistível “Too Darn Hot”, cantada por Ella Fitzgerald.
(Se não conseguir assistir, clique aqui)
Embora saibam, lá no fundo, que talvez nunca impressionem uma plateia, eles se aplicam e se divertem à beça dançando. E aprendem a respeitar o ritmo, servir de apoio e acompanhar um ao outro — quesitos tão essenciais para se dançar com alguém até o fim do amor.
Autor: Clarissa Passos - Categoria(s): Sem categoria Tags: casal, dança, dançar, dance me to the end of love, fred astaire e ginger rogers, leonard cohen, madeleine peyroux, romantismo