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07/09/2009 - 08:14

Nunca houve mulher como Gilda – nem como você!

No striptease mais famoso do cinema, a dançarina tira apenas uma luva.

Assim é a cena de “Gilda” em que Rita Hayworth, no auge da sensualidade, se apresenta no clube noturno.

Ao som de “Put the Blame on Mame”, ela prova que sensualidade não tem nada a ver com exposição gratuita. Consegue ser estonteantemente sexy mostrando apenas… uma mão.

O slogan do filme, “Nunca houve mulher como Gilda”, de certa forma reflete a vida amorosa da atriz: Rita casou-se cinco vezes e divorciou-se de todos os maridos.

Ela cunhou uma frase que se tornou tão famosa quanto seu primoroso striptease de uma só luva: “os homens se apaixonam por Gilda, mas acordam comigo”.

Nunca houve mulher como ela

Não deixa de ser um interessante alerta para nós que, até hoje, insistimos em personagens. Não adianta fazer a femme fatale se, no dia seguinte, vamos ficar ao pé do telefone esperando ele ligar e sonhando com o casamento.

Assim como não vale a pena posar de moça casadoira se, oras bolas, suas preocupações para o momento são viajar, trabalhar e curtir você mesma. Não tem nada de errado com isso. Toda mulher é única e precisa saber ouvir a si mesma, antes das amigas, da família, da sociedade, das revistas e das novelas.

Rita aprendeu isso depois de encarnar nas telas a mulher de sensualidade incomparável, o furacão Gilda. Realmente, nunca houve mulher como Gilda. Assim como nunca haverá uma mulher como você!

Autor: Clarissa Passos - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , , , , ,
11/12/2008 - 12:18

Eutanásia: você teria coragem de ajudar alguém querido a morrer?

Ontem li uma notícia muito tocante. Pela primeira vez na história, a televisão britânica vai exibir um documentário que mostra um suicídio assistido — ou seja, uma eutanásia.

O professor universitário americano Craig Ewert permitiu que sua morte fosse filmada. Sofrendo de uma grave doença neurológica incurável, ele escolheu morrer (o que é contra a lei na maioria dos países) a ficar sendo mantido por aparelhos.

>> Leia a notícia na íntegra aqui

Mas o que mais me tocou foi a atitude de sua esposa, Mary, que apoiou a decisão dele todo o tempo. Casados por 37 anos, pais de dois filhos, eles se despediram assim: ele escreveu que gostaria de continuar, mas não conseguia mais.

Ela então perguntou se podia lhe dar um beijo e disse: “Faça uma boa viagem. Ainda te vejo um dia”.

Não consigo imaginar o que eu faria no lugar dela.

E você? Acha a eutanásia válida? Teria coragem de ajudar um ente querido, como um companheiro de uma vida inteira ou um filho, a partir?

>> Leia as impressões de uma repórter que assistiu ao documentário aqui no Fronteira Livre

Autor: Clarissa Passos - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , ,
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