Nunca houve mulher como Gilda – nem como você!
No striptease mais famoso do cinema, a dançarina tira apenas uma luva.
Assim é a cena de “Gilda” em que Rita Hayworth, no auge da sensualidade, se apresenta no clube noturno.
Ao som de “Put the Blame on Mame”, ela prova que sensualidade não tem nada a ver com exposição gratuita. Consegue ser estonteantemente sexy mostrando apenas… uma mão.
O slogan do filme, “Nunca houve mulher como Gilda”, de certa forma reflete a vida amorosa da atriz: Rita casou-se cinco vezes e divorciou-se de todos os maridos.
Ela cunhou uma frase que se tornou tão famosa quanto seu primoroso striptease de uma só luva: “os homens se apaixonam por Gilda, mas acordam comigo”.
Não deixa de ser um interessante alerta para nós que, até hoje, insistimos em personagens. Não adianta fazer a femme fatale se, no dia seguinte, vamos ficar ao pé do telefone esperando ele ligar e sonhando com o casamento.
Assim como não vale a pena posar de moça casadoira se, oras bolas, suas preocupações para o momento são viajar, trabalhar e curtir você mesma. Não tem nada de errado com isso. Toda mulher é única e precisa saber ouvir a si mesma, antes das amigas, da família, da sociedade, das revistas e das novelas.
Rita aprendeu isso depois de encarnar nas telas a mulher de sensualidade incomparável, o furacão Gilda. Realmente, nunca houve mulher como Gilda. Assim como nunca haverá uma mulher como você!


Valeu por lembrarem desse filme maravilhoso e dessa maravilhosa atriz, tão genial e tão subestimada. Essa sim, nunca houve mulher como ela!
Matéria muito boa. O comentário é excelente, especialmente o trecho do penúltimo parágrafo: bonito, sincero e, sobretudo, oportuno. Parabéns, Clarissa.
Abraços
Excelente matéria, destoando das babaquices reinantes na rede. Parabéns pela compilação das cenas desta mulher de beleza atemporal e sensulidade inigualável
Foi, infelizmente, a primeira ‘celebridade’ a morrer do Mal de Alzheimer; incompreendida pela afilha, amigos e achincalhada pela imprensa, que pensavam estar ela sempre bêbada, foi abandonada à própria sorte. A Filha, por remorsos certemente, criou uma Fundação em seu nome, que cuida de portadores da doença. Viva Gilda, ou viva Rita Hayworth, que Deus a tenha!
Um pensamento lindo e verdadeiro que acho que para boa parte das mulheres é uma verdade que não se tornou realidade, pelo menos não o bastante para nos sentirmos realmente livres.
noooooossa,que mulher mais linda….e era tudo natural….
Amigos, mulher era a Gilda. Aliás, todas deveriam ser chamadas de Gilda.
Clarissa, muito gostoso ler o seu texto. Concordo com o comentário anterior: sincero, oportuno e, acrescento, de uma inteligente simplicidade. Abraços.
NUNCA HOUVE mulher de verdade assim!
Todas as mulheres reais nao sabem diferenciar sensualidade de vulgaridade.
As mulhere acham que pra ser sensual, pra instigar o homem ela tem que usar minisaia, e aparecer pelada.Mal sabem elas que nao existe nada mais sensual do que uma mulher de roupa intima.As mulheres de hoje ja vão abrindo as pernas, leva ela pra casa, e quando entra no quarto, ela ja está pelada de quatro na sua cama.Pena que as mulheres nao sabem ser como a gilda.
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toda mulher tem uma Gilda dentro de si, só tem que soltar esta fera que existe em voce.
Além do mais, assim, assim…
realmente, o texto é de uma lucidez raríssima!
PARABÉNS!!!!
Antigamente, nos meus bons temos de jovem, existiam mulheres que não precindiam dos artefatos estranhos com que atualmente elas se mutilam, para tentarem ficar mais bonitas. Eram naturalmente lindas e porisso invejadas e imitadas e nos homens e que saíamos ganhando com isso.
Na minha infância tinhamos como referência mulheres lindas como Rita Hayworth e Marilyn monroe. Hoje as nossas meninas vêem na tv mulheres como: mulher jaca, mulher melância, etc.
Nós mulheres, estamos perdendo a nossa identidade.
Congratulations. Um banho de sensualidade. Que tenhamos outras lembranças como esta.
De fato, o pessoal de hoje precisa reaprender a fazer cenas sensuais no cinema, e, para isto, precisa esconder um pouco mais, vez que hoje tá tudo escancarado e, logo, sem sabor nem sensualidade……o que se ver hoje, grosso modo, é pornografia mesmo e exploração deslavada…..a sensualidade está, não no que se vê,mas no que se esconde, no que se imagina….
deveriamos ter esta matéria ensinada em sala de aula – aprendendo com Rita – as mulheres em grande parte aprenderiam a se valorizarem .
Numa época onde um par de luvas causou escândalo, Gilda foi um ícone para as mulheres e os homens. Rita Hayworth era jovem, linda e maravilhosa. Como todas vocês mulheres também são. Gilda, Rita e cada uma de vocês. A história do filme é trágica, como a da própria Rita. Um lembrete para o futuro. Cuidem-se e continuem a nos encantar. Felicidades a todas.
Ahhh! se as mulheres de hoje, tivessem a responsabilidade de manter a beleza natural e explorá-la de uma maneira fertil a não se vulgarizar tanto… Sou mulher e sinceramente não sei aonde ficou os nossos valores morais, crescemos muito intelectualmente, porém perdemos a nossa identidade de mulher . E por incrivél que pareça, hoje se falarmos em valores morais, os homens tem o meu voto. Este artigo é maravilhoso, quem derá todas as mulheres tivessem acesso a este tipo de informação e voltassem a se valorizar…. e viva a vulgaridade….