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07/09/2009 - 08:14

Nunca houve mulher como Gilda – nem como você!

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No striptease mais famoso do cinema, a dançarina tira apenas uma luva.

Assim é a cena de “Gilda” em que Rita Hayworth, no auge da sensualidade, se apresenta no clube noturno.

Ao som de “Put the Blame on Mame”, ela prova que sensualidade não tem nada a ver com exposição gratuita. Consegue ser estonteantemente sexy mostrando apenas… uma mão.

O slogan do filme, “Nunca houve mulher como Gilda”, de certa forma reflete a vida amorosa da atriz: Rita casou-se cinco vezes e divorciou-se de todos os maridos.

Ela cunhou uma frase que se tornou tão famosa quanto seu primoroso striptease de uma só luva: “os homens se apaixonam por Gilda, mas acordam comigo”.

Nunca houve mulher como ela

Não deixa de ser um interessante alerta para nós que, até hoje, insistimos em personagens. Não adianta fazer a femme fatale se, no dia seguinte, vamos ficar ao pé do telefone esperando ele ligar e sonhando com o casamento.

Assim como não vale a pena posar de moça casadoira se, oras bolas, suas preocupações para o momento são viajar, trabalhar e curtir você mesma. Não tem nada de errado com isso. Toda mulher é única e precisa saber ouvir a si mesma, antes das amigas, da família, da sociedade, das revistas e das novelas.

Rita aprendeu isso depois de encarnar nas telas a mulher de sensualidade incomparável, o furacão Gilda. Realmente, nunca houve mulher como Gilda. Assim como nunca haverá uma mulher como você!

Autor: Clarissa Passos - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , , , , ,

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22 comentários para “Nunca houve mulher como Gilda – nem como você!”

  1. Renata disse:

    Valeu por lembrarem desse filme maravilhoso e dessa maravilhosa atriz, tão genial e tão subestimada. Essa sim, nunca houve mulher como ela!

  2. Laurindo disse:

    Matéria muito boa. O comentário é excelente, especialmente o trecho do penúltimo parágrafo: bonito, sincero e, sobretudo, oportuno. Parabéns, Clarissa.
    Abraços

  3. Lima disse:

    Excelente matéria, destoando das babaquices reinantes na rede. Parabéns pela compilação das cenas desta mulher de beleza atemporal e sensulidade inigualável

  4. Rubia disse:

    Foi, infelizmente, a primeira ‘celebridade’ a morrer do Mal de Alzheimer; incompreendida pela afilha, amigos e achincalhada pela imprensa, que pensavam estar ela sempre bêbada, foi abandonada à própria sorte. A Filha, por remorsos certemente, criou uma Fundação em seu nome, que cuida de portadores da doença. Viva Gilda, ou viva Rita Hayworth, que Deus a tenha!

  5. Paoolinha disse:

    Um pensamento lindo e verdadeiro que acho que para boa parte das mulheres é uma verdade que não se tornou realidade, pelo menos não o bastante para nos sentirmos realmente livres.

  6. kelly disse:

    noooooossa,que mulher mais linda….e era tudo natural….

  7. JOÃO GUILHERME disse:

    Amigos, mulher era a Gilda. Aliás, todas deveriam ser chamadas de Gilda.

  8. Andréa disse:

    Clarissa, muito gostoso ler o seu texto. Concordo com o comentário anterior: sincero, oportuno e, acrescento, de uma inteligente simplicidade. Abraços.

  9. Marcio disse:

    NUNCA HOUVE mulher de verdade assim!
    Todas as mulheres reais nao sabem diferenciar sensualidade de vulgaridade.
    As mulhere acham que pra ser sensual, pra instigar o homem ela tem que usar minisaia, e aparecer pelada.Mal sabem elas que nao existe nada mais sensual do que uma mulher de roupa intima.As mulheres de hoje ja vão abrindo as pernas, leva ela pra casa, e quando entra no quarto, ela ja está pelada de quatro na sua cama.Pena que as mulheres nao sabem ser como a gilda.

  10. Garota Pin-up disse:

    Saiba mais sobre as Pin-ups. Confira a Garota Pin-up, o primeiro site braslieiro especializado no gênero. http://www.garotapinup.com.br

  11. Girotto disse:

    toda mulher tem uma Gilda dentro de si, só tem que soltar esta fera que existe em voce.

  12. José Correia do Lago disse:

    Além do mais, assim, assim…

  13. cris disse:

    realmente, o texto é de uma lucidez raríssima!
    PARABÉNS!!!!

  14. Antonio Carlos Tavares Lucci disse:

    Antigamente, nos meus bons temos de jovem, existiam mulheres que não precindiam dos artefatos estranhos com que atualmente elas se mutilam, para tentarem ficar mais bonitas. Eram naturalmente lindas e porisso invejadas e imitadas e nos homens e que saíamos ganhando com isso.

  15. MARA disse:

    Na minha infância tinhamos como referência mulheres lindas como Rita Hayworth e Marilyn monroe. Hoje as nossas meninas vêem na tv mulheres como: mulher jaca, mulher melância, etc.
    Nós mulheres, estamos perdendo a nossa identidade.

  16. tibafla disse:

    Congratulations. Um banho de sensualidade. Que tenhamos outras lembranças como esta.

  17. Humberto Milhomem disse:

    De fato, o pessoal de hoje precisa reaprender a fazer cenas sensuais no cinema, e, para isto, precisa esconder um pouco mais, vez que hoje tá tudo escancarado e, logo, sem sabor nem sensualidade……o que se ver hoje, grosso modo, é pornografia mesmo e exploração deslavada…..a sensualidade está, não no que se vê,mas no que se esconde, no que se imagina….

  18. mauro disse:

    deveriamos ter esta matéria ensinada em sala de aula – aprendendo com Rita – as mulheres em grande parte aprenderiam a se valorizarem .

  19. Israel Fonseca Neto disse:

    Numa época onde um par de luvas causou escândalo, Gilda foi um ícone para as mulheres e os homens. Rita Hayworth era jovem, linda e maravilhosa. Como todas vocês mulheres também são. Gilda, Rita e cada uma de vocês. A história do filme é trágica, como a da própria Rita. Um lembrete para o futuro. Cuidem-se e continuem a nos encantar. Felicidades a todas.

  20. Meire disse:

    Ahhh! se as mulheres de hoje, tivessem a responsabilidade de manter a beleza natural e explorá-la de uma maneira fertil a não se vulgarizar tanto… Sou mulher e sinceramente não sei aonde ficou os nossos valores morais, crescemos muito intelectualmente, porém perdemos a nossa identidade de mulher . E por incrivél que pareça, hoje se falarmos em valores morais, os homens tem o meu voto. Este artigo é maravilhoso, quem derá todas as mulheres tivessem acesso a este tipo de informação e voltassem a se valorizar…. e viva a vulgaridade….

Os comentários do texto estão encerrados.

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