Quando os Estados Unidos entraram na Segunda Guerra Mundial, depois das bombas japonesas caírem sobre Pearl Harbor em dezembro de 1941, os homens norte-americanos foram para o front.
Mais do que nunca, a indústria bélica operava com força total. E, com os homens no campo de batalha no Pacífico e na Europa, sobrou às mulheres – que àquela altura da história rarissimamente trabalhavam fora de casa – assumir a operação das linhas de montagem.
Assim, por pura necessidade, a emancipação feminina deu mais um passo. Para incentivar as moçoilas que, outrora acostumadas a lavar, passar e cozinhar, não titubearam em meter a mão na massa e montar aviões de guerra e bombas, surgiu a personagem “Rosie the Riveter”.
“Rosie, a Rebitadora” ganhou uma música gravada por Kay Kyser no começo de 1943. E um pôster intitulado “We Can Do It”, assinado por J. Howard Miller, que sintetiza todo o espírito que as mulheres tinham à época: “Nós Podemos Fazer Isso!”.
É legal lembrar destas histórias porque, embora motivadas por outros impulsos e ocorridas em outros países e épocas, elas ainda nos inspiram a desafiar e acreditar. E isso, desafiar e acreditar, infelizmente ainda é preciso para nós, mulheres.
* As imagens deste post foram extraídas do Flickr, que juntou várias fotografias tiradas por anônimas em homenagem à Rosie, the Riveter, além de compilar também fotografias das verdadeiras Rosies disponíveis na Biblioteca do Congresso Americano, como estas aí embaixo.
Ok, o título deste post mais parece uma manchete do grande “Meia Hora”, jornal carioca famoso pelo sensacionalismo escrachado e hilário.
Mas é fato: a supermodelo Cindy Crawford, ícone dos anos 90, disse em entrevista recente à revista gringa “Redbook” que tem celulite.
Isso nem devia lá ser muito estranho – afinal, pouquíssimas mulheres escapam desse mal. Mas, nesta era de imagens, é bem bacana ela ter admitido que também tem celulite.
E, mais legal ainda, Cindy segue dizendo que não está nem aí. “Tenho celulite”, ela declarou, completando: “Mas tem alguns dias em que eu digo: ‘dane-se, quero usar um biquíni e vou usar’”.
A modelo lembrou, ainda, que tem 43 anos – e não 25 – e sabe como as revistas de fofocas adoram pegar os defeitos dos famosos.
Inspirada em Cindy, vou confessar: eu sou magra, mas tenho barriga. Aquela barriguinha de magra, sabe?, que às vezes fica mais saliente ainda. E não pretendo parar de usar biquíni.
E você, o que achou da atitude da modelo? Aliás, o que você gostaria de “admitir”?
“O termo ayus é a combinação de corpo, órgãos dos sentidos, mente e alma”. Essa é a definição do Caraka Samhita, texto fundamental da medicina ayurvédica, milenar tradição médica originária da Índia.
Para a medicina ayurvédica, o homem é formado pelos mesmos cinco elementos que compõem o universo, constituindo um microcosmo dentro do macrocosmo e se relacionando com ele. O tratamento ayurvédico busca equilibrar estes elementos e suas influências.
A massagem ayurvédica se encontra dentro destes princípios. A convite do Tanggüh, espaço que oferece diversas terapias dedicadas ao bem-estar, fui experimentar a técnica.
A massagem é aplicada em um tatame, em uma sala com iluminação especial e outros detalhes que propiciam o relaxamento. Antes da sessão, a massagista faz uma breve anamnese, para diagnosticar eventuais problemas crônicos ou condições do paciente.
São usados óleos, essenciais nesta técnica. Segundo a tradição, os óleos – escolhidos de acordo com a condição do paciente – são nutrientes que, absorvidos pela pele, nutrem e ajudam a restabelecer o equilíbrio.
Para quem está acostumado às massagens tradicionais, a ayurvédica tem alguns movimentos diferentes. Há alongamentos específicos e posições que se alternam: ora você é massageada deitada, ora sentada.
É recomendável que se faça, ao menos, 10 sessões mensais para sentir os efeitos. A massagem ayurvédica promete, por exemplo, “ativar a circulação irrigando todos os tecidos com sangue rico em oxigênio e energia, produzindo uma espécie de analgésico curativo natural que alivia dores crônicas e agudas”.
Mesmo tendo feito só uma sessão, posso dizer que saí de lá sentindo meu corpo muito presente e “desperto” – mas, ao mesmo tempo, leve.
Para a ayurveda, “o corpo armazena a história de vida de cada um, suas emoções e sentimentos”. Por isso, a massagem também dá uma sensação emocional diferente do que costumamos sentir numa massagem tradicional. Talvez parte da sensação de “leveza” do depois venha daí.
Num momento em que a Índia está mais na moda do que nunca, vale a pena sair um pouco da frente da TV e aproveitar o embalo para conhecer as tradições médicas, tão diferentes das nossas, desta cultura tão antiga.
———————————————-
Serviço Espaço Tanggüh – http://www.tangguh.com.br/
Rua Mato Grosso, 306 – sala 611
São Paulo – SP
(11) 3151-2525
* Estacionamento na rua Mato Grosso, 104
Acho que a onda começou com a Elle francesa de abril deste ano. Estampada com a manchete “Estrelas sem maquiagem”, a revista prometia oito mulheres “ousando a beleza-verdade”. As oito capas diferentes traziam mulheres como Monica Bellucci e Eva Herzigova, sem maquiagem, sem retoques, sem photoshop.
O resultado surpreende. Afinal, as revistas criaram um novo tipo de mulher. Um tipo de mulher que não existe, a não ser no esforço conjunto das artes de maquiagem, iluminação e computação gráfica.
Daí, quando nos deparamos com mulheres incríveis – como a belíssima Monica – em sua forma comum, a primeira reação é de que tem algo errado. Não parece uma capa de revista!
Mas, é claro, é só pensar um bocadinho mais adiante para entender a proposta e apreciar aquele beleza – a beleza de verdade.
Tanto que a edição de setembro da Harper’s Bazaar reuniu as modelos mais famosas dos anos 90 – quase todas aquelas que vimos esbanjando glamour e brilho no clipe do George Michael, “Freedom ‘90″ – e fez um ensaio “de cara limpa”. Claudia Schiffer (foto abaixo), Cindy Crawford e Amber Valletta posaram para as lentes de Peter Lindbergh usando nada além de sua beleza natural – e arrasaram.
Leia notícia completa e veja mais fotos das musas dos anos 90 no site da Erika Palomino.
Nossa pergunta é: quando uma revista brasileira vai ter essa atitude, revelando e valorizando a beleza natural? Mal podemos esperar!
E, caso alguma revista feminina de coragem resolva levar essa pauta adiante, que grandes mulheres brasileiras você acha que arrasariam na beleza-verdade?
Update (18/08, 11h57) – olive nos avisa, em comentário, que a Época publicou há pouco uma matéria com esta pauta. Ficamos felizes em saber! Para conferi-la, clique aqui.
Um caso curioso me chamou a atenção esta semana. Uma americana do estado de Wisconsin descobriu que o marido estava tendo um caso. Aliás, um não. Vários, com várias mulheres diferentes.
Em vez de confrontar o esposo, pedir o divórcio ou, sei lá, jogar todas as coisas dele para fora de casa, Tracy resolveu fazer um tipo de vingança bem mais elaborada: contatou as amantes (que pensavam também serem as únicas mulheres da vida dele) e armou um encontro.
O marido foi atraído para um encontro por uma das amantes. Ela amarrou-o na cama e, quanto ele estava totalmente imobilizado, chamou as outras – que o espancaram, roubaram sua carteira e celular e, cereja do sorvete, colaram seu pênis à barriga com supercola.
Isso mesmo. O cara teve o pênis colado à barriga.
As mulheres foram indiciadas por cárcere privado e podem pegar até seis anos de prisão.
Seguindo a resolução das escolas públicas, muitas escolas particulares por todo o país também adiaram a volta às aulas, que costumeiramente aconteceria agora, no começo do mês.
Parece uma tática segura e prudente para conter o avanço da gripe A, popularmente chamada de gripe “suína”. Afinal, no inverno, as crianças ficam nas salas fechadas por quase todo o tempo da aula.
Mas será que a ameaça da epidemia pode ser contida assim? Não seria melhor que as escolas se tornassem um órgão combativo, ensinando e pondo em prática as medidas preventivas corretas?
Além dos mais, e os pais que precisam deixar os filhos na creche ou na escola para poderem trabalhar? No vídeo abaixo, a repórter encontrou pais de alunos das escolas e creches públicas enfrentando dificuldades — e também entrevistou a diretora de uma escola particular que resolveu manter as aulas, adotando medidas preventivas.