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05/12/2008 - 17:15

Bater em crianças: abuso ou educação?

A gente já fez uma matéria aqui no Delas sobre como lidar com os chiliques infantis — aqueles que nossos anjinhos, por mais educados que sejam, eventualmente aprontam no meio do restaurante ou da livraria, deixando todo mundo sem jeito.

Na matéria, a especialista determinou expressamente que bater na criança não é uma opção. Alguns leitores se manifestaram dizendo que isso é um absurdo, que bater é normal e faz parte da educação de uma criança. Um chegou a citar que fazia isso para que os filhos não “apanhassem da polícia” mais tarde.

Eu, particularmente, nunca apanhei. Nunquinha. Hoje trabalho, sou responsável, não tenho passagens pela polícia nem roubo velhinhos.

Por outro lado, sei que algumas crianças são tão difíceis que literalmente tiram seus pais de órbita. Não acredito que bater eduque – para mim, é um ato de violência bastante abusiva, visto que é praticado por um adulto, muito maior e preparado, contra uma criança, menor e indefesa. Há outras maneiras de impor limites.

Mas entendo que, às vezes, um adulto pode sair do sério e acaba tendo uma reação desmedida, mesmo que ela não seja nada educativa e que o adulto se arrependa depois.

O problema é estabelecer os limites para essa reação. Numa pequena cidade da Espanha, uma mãe de 37 anos acaba de ser condenada a 45 dias de prisão por ter batido no filho de 10, quando este não fez a lição de casa. Leia a notícia na íntegra aqui.

E você? Acha válido bater em crianças?

E a sentença do tribunal espanhol, foi correta?

* Atenção: comentários com palavrões, ofensas gratuitas e baixarias serão apagados. Assim como observações que não tenham nada a ver com o tema. A casa agradece!

 

Autor: Clarissa Passos - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , ,

321 comentários para “Bater em crianças: abuso ou educação?”

  1. igor disse:

    assistam Super Nanni

  2. camila disse:

    Dependendo da agressão, você pode ficar traumatizado. Teve uma vez que meus pais me bateram sem motivo, na verdade me espancaram tanto, mais tanto que eu até desmaiei… tentei contatar a policia, mas nao consegui. Não consigo perdoar eles sobre isso até hoje. Sei la, a gente ainda convive na mesma casa, eu amo eles sim, mas nao consigo perdoa-los. Eles sempre acharam que precisa bater pra conseguir o que querem. Sou uma menina responsavel, nunca me meti em nenhuma furada… e eles nunca me ajudaram em muita coisa, sei la…

  3. Cynthia disse:

    A bíblia é muito clara ao dizer: “A vara da correção dá sabedoria, mas a criança entregue a si mesma envergonha a sua mãe.” Provérbios 29.15.
    Felizmente um homem inspirado por Deus escreveu isto. E escreveu este também: “O que retém a vara aborrece (detesta) a seu filho, mas o que o ama, cedo disciplina.” Provérbios 13:24.
    As igrejas, como forma de disciplinar as crianças, ensinam aos pais como devem agir, mediante a palavra de Deus. Umas até dizem aos pais que estes arrumem uma vara fina e a denomine “Vara da correção”, cuja a mesma deverá ser apresentada ao(s) filho(s) como forma de educar com amor.
    Muitos pais dizem que o filho chega a respeitar a vara e quando ficam desobedientes e os pais falam em usá-la a fim de corrigir com amor, o mesmo cessa a atitude reprovadora.
    Infelizmente todas as crianças testam os pais no limite. Eu tenho um filho de 3 anos. Lindo, inteligente, carinhoso, mas muitas vezes birrento. Quando quer algo chora e se joga no chão, não importa o lugar onde esteja.
    Eu converso, tento dar outra coisa para ele esquecer àquela, peço para parar dizendo o quão ridícula é a cena, enfim, até que falo em bater se não parar. Certo dia, fazendo a birra, eu disse que ia bater se continuasse e ele concordou (com o tapa), escolhendo até o lugar onde queria que o mesmo fosse aplicado (veja isso!) e eu, para não entrar em discrédito, tive que dar um tapinha na perna que ele escolheu e ele nem chorou, até porque foi um tapinha e não espancamento.
    Eu mesma sou contra bater, mas também sou contra o filho virar um marginal por falta de controle dos pais. Eu sou a favor de bater em filho adolescente, por exemplo, que xinga os pais ou desrespeita a professora, etc. Esse sim, merece. Agora uma criança que está descobrindo as coisas, levar tapa na mão a cada coisa que mexe, eu sou absolutamente CONTRA!!! Nessa mãe eu bato (risos).
    Nisso tudo eu acredito que a palavra de Deus é certa e eficaz. Eu apanhei bastante da minha mãe, de cinto, de chinelo, de chicote, etc e nunca tive trauma e amo minha mãe, além de respeita-la. Nunca levantei a mão para os meus pais e também nunca falei palavrões na presença deles.
    Agora, dá uma olhada nesse bando de marginais que existe por aí. A maioria não respeita os pais e quando investiga a causa, vê que foi um filho que nunca ouviu a palavra não e nunca lhe foram impostos limites.
    O meu filho eu educo na conversa e quando essa não resolve, eu dou uns tapinhas sim, mas com a mão e não com objetos. Falo várias vezes a ele que se continuar com o comportamento errado, farei a correção e então eu faço se ele não obedecer às chances oferecidas. Logo após eu digo a ele que fiz isso por ama-lo, que sou uma boa mãe e quando ele crescer dará valor a mim por isto.
    Pessoal, espero ter ajudado e eu não acho que bater seja a melhor solução e nem o único método. Eu acho que bater é quando você chegou a um ponto em que você deve mostrar ao seu filho mal-criado que quem manda é você e não ele.

    Sucesso e que Deus abençoe a todos!

    • fernanda de noronha oliveira disse:

      eu concordo plenamente com vc,tambem tenho um filho de tres anos,lindo inteligente,e as vezes faz birra,mas eu olho nos olhos dele e explico porque não da pra fazer a vontade dele naquela hora,ele geralmente chora um pouquinho,mas logo passa,e até muda de assunto…eu sou contra bater por qualquer coisa,claro tem que ter limites,mas eu procuro conversar muito primeiro,dou tambem uns tapinhas,mas com ele não resolve,ele fica ainda mais nervoso,entao pego ele no colo,e falo falo até ele se acalmar e resolve,chega as vezes até dormir…bom não sei se estou certa mas eu vejo resultados…sempre digo que o amo,ele sempre me diz tambem”adoro vc mamae”e isso é o que importa o nosso amor um pelo outro fazendo ou nao sua vontade,o amor é que importa,e a demonstraçao de carinho um pelo outro,é muito importante tambem…pois ele vai saber que tudo que nos fazemos é pro bem dele…bom que deus nos abençoe!!!

  4. josefina aparecida brasil oliveira disse:

    bater em criança nao educa jamais,meu bateu nos filhos a vida Toda e hoje com oitenta e seis anos esta so e nao quer morar com ninguem,meu genro bateu em meu neto na minha frente ,eu avisei que se batesse novamente eu o denunciaria.parabens a todas as mulheres.

  5. esta istoria de que mulher ao volante perigo constante e coisa de homen maxista,porque hoje a mulher dirige muitomelhor que o homem ,,a diferença e que a mulher pensa melhor e mais inteligente ,difilcimente vejo uma mulher sendo multada ,obedece a velocidade permitida ,nao briga no transito ,nunca viate hoje em direçaa mulher atropelar alguem ,mulher dirige muitissimo bem ,homens se cuidam ,porque infelismente a mulher dirigi um crro ,melhor que pilotar um fogao.

  6. Cris Garcia disse:

    Olha…. Até acredito que bater não educa, mas essa formula não é bem assim. Prá mim, educar é uma construção. Não adianta criar a criança ganhando e podendo tudo, e depois tentar “conversar” dentro de um supermercado. Não bato nas minhas filhas, mas dou uns belos gritos. Aqui em casa tudo tem que andar na linha, mas sempre foi assim, como eu disse, isso se constrói desde que a criança nasce.

  7. Gisele disse:

    Bater em animais é maus-tratos. Bater num adulto é lesão corporal. Bater numa criança pode? Tem gente que dá “tapinha”. Como é que será que uma criança de 1 ano sente o seu “tapinha”?

  8. ÁAHHH, esses psicólogos, é claro se eles disserem que bater faz bem, todos os filhos serão educados e a sociedade não precisará de psicólogos, entenderam a jogada??? Pois é cada um pra si, as crianças devem ficar é solta, fazer o que quiserem e f… a sociedade, para os psicólogos, quanto mais problemas na família melhor, pra eles… o negócio, é meter a péia, só assim se educa esses capetas.

  9. Claudete disse:

    Quem foi que disse que o ser humano precisa ser violentado para ter educação??bater em uma criança é um ato de pura crueldade é o adulto jogando em cima di inocente toda sua amargura,frustração ,estress etc.
    Quando a criança está insuportavél ou tomando atitudes indesejavéis devemos tem um minimo de tolerancia e acalma-la ou leva-la em um ambiente apropriado para converssar e explicar com muito cuidado e carinho o que é certo e o que é errado ela fazer.
    Não tem nada ah ver com psicologo não!! tem ah ver com diciplina e tolerancia mesmo!!!
    Pessoas que não tem tolerancia melhor não ter filhos pois os inocentes só sofreram agreção fisica…

  10. Brígida disse:

    Bem…tenho 15 anos, nunca apanhei! e tmb acho que bater em seus filhos não é a melhor solução e nem nada plausivel, bater não significa educar nem ensinar, só faz o teu filho ter medo de ti e fazer escondido o que ele fez na sua frente e que mereceu um tapa, minha mãe sempre foi daquelas que já que eu não fiz por merecer ela retira as coisas que mas gosto, tudo que tenho fiz por merecer, cada hora na internet é por um lição feita, por um merecimento, e acho isso bastante plausivel pelo fato de bater só deixar raiva na criança, mas claro que vcs pais devem concerteza perder a cabeça com algumas coisas que fazemos que ca entre nos são muitas rsrsrsrs! não digo que bater seja um absurdo, umas palmadinhas aqui, outra ali, mas isso se tornar um abito vicioso e em vez de palmadas palavrões, cabo de vassouras, espacamento ai eu já acho ridiculo e um ato estramamente violento e estupido, se tu sabe que não tem paciência nenhuma então não se torne pai! Deixe seu filho de castigo é melhor do que bater e sinceramente se eu apanhasse eu ia fazer pior ainda, eu saberia que ia apanhar msm então nem ligaria mais fora a raiva que eu criaria dos meus pais! como eu disse EDUCAR NÃO É SINONIMO DE APANHAR.

  11. ANA PAULA PATUSSI disse:

    SOU MÃE DE 2 MENINAS, UMA DE 6 ANOS E OUTRA DE 1 ANO E 4 MESES..NUNCA DEI NEM TAPINHA NELAS…ACHO DESNECESSÁRIO…A MAIOR LIÇÃO QUE TIVE SOBRE COMO EDUCAR FILHO: VEIO DO MEU MÉDICO, DR, PAULO JORGE QDO EU TIVE MINHA PRIMEIRA FILHA, ELE ME DISSE ASSIM:
    MÃE: A CABEÇA DE UM BEBE ;E VAZIA, ELE NÃO SABE NADA…É VC QUEM VAI ENSINAR PARA ELA O QUE ELA PODE OU NÃO FAZER, O QUE ELA PODE OU NÃO FALAR…E ISSO, VC VAI ENSINAR COM EXPLICAÇÕES, MUITA PACIÊNCIA E BONS EXEMPLOS!!!
    NUNCA ME ESQUECI DISSO, E APLICO ISSO TODOS OS DIAS NO MEU RELACIONAMENTO COM AS MINHAS FILHAS, E POSSO GARANTIR QUE ESTA DANDO CERTO….!!!

  12. bruna disse:

    sinceramente…acho muito triste ainda ver que as pessoas consideram a violencia um ato educativo. os pais que batem e as pessoas que defendem essa visão educativo sempre tentam diferenciar espancamento de tapinha…é claro que é diferente! mas em nada a existencia do espancamento diminui o tapa “educativo”. eu apanhei, poucas vezes, dos meus pais e lembro-me da raiva que sentia quando eles faziam isso e nunca quero que meu filhos sintam o que eu senti pelos meus pais. Além disso, o que mais me intriga é porque o tapa é valido na educação de uma criança pequena mas não resolve quando somos adolescentes ou adultos. Palmada, puxão de orelha, chinelada, bater com cinta! Pelo amor de deus! É sinal claro de descontrole e covardia. Eu trabalho com crianças pequenas e vejo a nítida diferença da relação que uma criança que apanha tem com a violencia em contraposição a uma que não apanha. certa vez fui conversar com uma aluna de tres anos, que batia em sua boneca, dando uma bronca nela, o que ela fazia e porque. ela disse que era porque a boneca tinha feito coisa feia, eu perguntei se só dava pra resolver batendo mesmo? ela disse que sim porque a boneca era muito mal criada. É isso que nós queremos no futuro dos nossos filhos que eles pensem que só batendo se resolve os conflitos?

  13. bruna disse:

    para complementar o que escrevi acima:
    existe uma graaaaaande diferença entre diálogo e afeto com limites claros e honestos, sem bater! E a falta de diálogo, de explicação do porque das coisas, de dispor-se afetivamente com os filhos dizendo-lhes muitas vezes “não, porque eu nao posso pagar isso pra você e fim de conversa” a falta desse relacionamento sim gera crianças e adolescentes sem limites e respeito por ninguém. Não é o tapa que vai fazer seus filhos terem respeito. Como você pede para seu filho não bater nos coleguinhas se você é o primeiro a se descontrolar e bater nele? ah! já sei, vocês vão dizer pra ele: “se a professora disser que tu bateu no colega nós vamos nos ver em casa com o chinelo!!” quanta hipocrisia e fraqueza de caráter, dizer para o filho o que é errado quando se é o primeiro a faze-lo. nos relatos acima havia pais falando que nao batem em seus filhos e que eles são crianças e adultos respeitosas e com limites, entao tá na cara que o tapa e etc, nao são necessários! além disso em quase todos os depoimentos de quem apanhava na infancia está presente, meus pais conversavam, diziam o porque e batiam também. está aí, você é decente porque ouviu o porque das coisas não porque apanhou!
    é interessante pensar também na idade com que os pais param de bater nos filhos, quem apanhou tente se lembrar, da primeira vez que você correu da sua mae ou não aceitou a batida, ou disse pra ela que ela batesse mais pq não tava doendo. os pais só param de bater por uma imposição física, os filhos crescem e podem revidar, ou correr, ou simplesmente aceitar conscientemente e te olhar nos olhos dizendo “pouco importa o quanto me bata” porque eles não tem mais tres ou quatro anos, quando nao se tem força suficiente para largar as maos do adulto e correr ou quando só se consegue chorar ao invés de falar alguma coisa.
    parem e pensem! amor, diálogo, respeito e igualdade. autoridade e respeito são conquistadas e não impostas. pense quando você se descontrola com seu companheiro ou companheira, ou com um amigo que fala alguma coisa que te faz perder a cabeça, ou um funcionário ou até mesmo um aluno de qualquer idade. você pega seu chinelinho e sua cinta e dá neles? não, e não venha dizer que é porque eles e você são civilizados. não, é porque você é covarde. porque com os adultos nós conversamos para resolver? ou nem sempre! e com as crianças temos sempre que ser autoritários, gritando, balançando, agarrando pelo braço, dando chineladas! então seja honesto e tenha a mesma atitude com todos quando você sentir-se afrontado ou desrespeitado, saia com seu chinelo e sua cinta por aí! puxe as orelhas do funcionário, do chefe, da mulher quando nao gostar do que eles lhe fizerem!
    quem bate só ensina violência. respeito e limites se aprende em convivencia saudavel e honesta com os outros sem precisar de agressão física.

  14. Isabel disse:

    Acho que a boa educação exige uma coisa chamada DEDICAÇÂO, batendo ou não o importante é que vc se dedique, assim cesseguira ver os limites do seu filho e se sua maneira de educar esta funcionando. Quanto ao fato de “bater” é preciso avaliar quem somos, o ser humano é um animal e em alguns momentos gestos falam mais que palavras, sedo carinho ou repreenção, um pai ou mãe não bate só pq perdeu a razao ou a paciencia, bate tb pq o filho não compreendeu e aceitou outra forma de lição e muitas vezes é o castigo fisico q faz com q ele entenda, a comunicação fisica esta na nossa esencia. Se vc conseguir passar todos os valores que quer para seu filhos sem usar castigos fisicos, bom para vcs, o mais importante é educar!!!
    Tenho 27 anos e duas filhas (3 e 2 anos) e ainda estou decidindo (conforme vejo a resposta delas) e testanto as melhores formas de educa-las e faze-las felizes!
    Boa sorte a todos!

  15. elaine disse:

    Acredito que o necessário é que os pais ensinem o certo e o errado, imponham limites. eu com meu filho de 7 anos procuro conversar, quando ele esta errado ensino por diversas vezes, porém quando ele torna a errar eu dou um tapa sim, não com violencia, mas como maneira dele saber que eu quero o melhor pra ele. Não canso de dizer-lhe que o amo muito, e que tudo o que faço é para o seu bem. Coloco tb que é preciso respeitar as pessoas, pois dessa forma ele tb será respeitado. Como um ser humano qq eu tb erro, e me preocupo muito com a educação de meu filho, o que eu pretendo e mostrar a ele que tudo tem sua hora e seu momento.

  16. cristiane salgado disse:

    Eu acho totalmente desnessesario.. Acho um abuso. Tenho uma filha de 5 anos e já teve vezes( pouquissimas) Que dei um tapa na mão, mas depois me arrependi tanto.. Acho sim, que a gente pode educar uma criança sem a necessidade de bater.. Se vc consegui manter a calma diariamente, qd estiver brava, basata falar com firmeza e seriedade p criança perceber que vc não esta brincando. Eu tento ao maximo me controlar e sempre funciona. Qd fico brava minha filha logo percebe e basta eu levantar um pouquinho a voz pra ela atender.. Violencia numca será o caminho para nada!!!!

  17. Andréa P. de Azevedo disse:

    Quem apela para agressão, automaticamente perde a razão, nos dois sentidos. Se um adulto não consegue se controlar, como querer cobrar isso de uma criança?

  18. evelyn taina santos disse:

    olha , o meu ponto de vista é assim nao acho q os pais devem bater nas crianças porem , apartir do momento q vc ja vonverso ja explico milhoes e milhoes de vezes e á criança nao te obese tem que aver uma coreçao ! ( nao bater , ma sim um castigo )

  19. Ana disse:

    Não existe agressão amena… Um tapa, um tapinha ou um tapão é uma agressão fisica séria, que marca as crianças e refletem no seu comportamento. É como roubar…. Vc pode pegar 10..500 ou 100000..indiferente do valor é roubo da mesma forma.

  20. Denise disse:

    Acho que bater em criança é um ato covarde e expressa a incapacidade dos pais em EDUCAR seus filhos. EDUCAÇÃO não é sinônimo de agressão seja ela física ou verbal. Impor limites, ensinar o certo e o errado e principalmente ter paciência para transmitir valores a elas, isso sim, é sinônimo de educação.
    ACHO QUE A PUNIÇÃO FÍSICA CONTRA A CRIANÇA DEVERIA SER PROIBIDA POR LEI COMO JÁ É EM ALGUNS PAISES.

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