Virgindade ainda que tardia
Na França, um tribunal revogou uma decisão no mínimo curiosa – a anulação de um casamento por falta de virgindade.
O noivo, um francês convertido ao islamismo, solicitou anulação depois de descobrir que sua recém-desposada mulher, uma estudante do norte da África, não era virgem – ao contrário do que ela havia lhe garantido.
Primeiramente, o tribunal havia concedido a anulação por entender que uma das partes havia desrespeitado o contrato de casamento. “Segundo o código civil francês, um casamento pode ser anulado se um cônjuge mentir a respeito de uma “qualidade essencial” do relacionamento”, explica a matéria (leia aqui na íntegra).
Isso causou um furor feminista no país. As militantes consideraram que a anulação era uma ‘fatwa’ – um decreto religioso – contra a liberdade das mulheres.
Agora, o tribunal revogou a decisão anterior – ou seja, suspendeu a anulação. E a moça, que não era mais virgem, continua legalmente casada com o homem que não a quis após descobrir que ela já havia, digamos, tido outras experiências. Segundo o advogado que a defendeu, ela não queria contestar o veredicto e planejava apenas seguir com sua vida.
Duas perguntas que pensei em fazer:
1. Será que o tribunal está desrespeitando a fé muçulmana? E a lei francesa, que prevê anulação caso um cônjuge engane o outro sobre algum aspecto fundamental da personalidade?
2. Será que o juiz anularia um casamento se o homem não fosse virgem?
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Autor: Clarissa Passos - Categoria(s): Sem categoria Tags: casamento, direitos das mulheres, mulher, sexo, virgindade
é uma pena que os homens das leis de todos os paises , não é uma pena que os homens das leis de todos os paises , não honrrem sua profissão e seu juramento, pois qualquer dor de barrida quie da já mudam seu veredito, neste caso em questão, é logico que houve má fé da esposa, ela deveria ter dito antes de casar qyue n~]ao era mais virgem e isso só interessaria aos dois mas a mesma não teve indole para contar e ai vem essas feministas metidas a besta e querem ver a lei ser revogada
honrrem sua profissão e seu juramento, pois qualquer dor de barrida quie da já mudam seu veredito, neste caso em questão, é logico que houve má fé da esposa, ela deveria ter dito antes de casar qyue n~]ao era mais virgem e isso só interessaria aos dois mas a mesma não teve indole para contar e ai vem essas feministas metidas a besta e querem ver a lei ser revogada
é uma pena que os homens das leis de todos os paises , não honrrem sua profissão e seu juramento, pois qualquer dor de barrida quie da já mudam seu veredito, neste caso em questão, é logico que houve má fé da esposa, ela deveria ter dito antes de casar qyue n~]ao era mais virgem e isso só interessaria aos dois mas a mesma não teve indole para contar e ai vem essas feministas metidas a besta e querem ver a lei ser revogada
O certo a meu ver, seria o juíz anular o casamento se tivesse acontecido o contrário ou seja , o jovem não ser virgem, pois o certo é tanto o jovem quanto a jovem serem virgens. Nenhum para mim é melhor do que o outro. Se analizarmos baseados na Bíblia quando Jesus defrontou-se com um caso semelhante a esse quando trouxeram a Ele uma mulher surpreedida em adultério, Ele não a condenou pois não trouxeram o homem que adulterou com ela. Na lei de Moisés todos os dois mereciam a condenação sendo apedrejados em praça pública pelo povo e ameu ver Jesus seria injusto em relação à lei de Moisés. mas como em Jesus a lei do amor prevalece ameu ver Ele faria como fez a mulher dizendo: Se vocês estiverem sem pecado atirem pedras nos dois.