Desfilar é o melhor remédio
Olha só que iniciativa bacana: o Hospital Estadual Pérola Byington, de São Paulo, está promovendo um desfile para 23 mulheres que estão internadas lá combatendo doenças graves.
Não pense que é uma açãozinha qualquer coisa, não: desde agosto, as “modelos” tiveram treinamento sério, comandado por uma profissional. Ensaiaram quatro horas por semana e, hoje mesmo, às 14h30, darão o ar de sua graça em duas trocas de roupa.
Se você sempre sonhou em ser modelo – ou pelo menos fantasiou viver o glamour das passarelas dando uma voltinha disfarçada no corredor de casa mesmo, e fazendo caras e bocas para uma câmera imaginária – imagina o quão importante é essa “brincadeira” para mulheres que passam por períodos longos de internação?
“O evento, que está na sua quarta edição, tem como objetivo elevar a auto-estima das pacientes que lutam contra doenças graves, entre elas o câncer. “A rotina hospitalar fere gravemente a imagem que essas mulheres têm de si mesmas. Não só pelas transformações físicas impostas pelo tratamento, mas também pela atmosfera, que nem sempre serve de estímulo para uma visão positiva do mundo e das coisas. A oportunidade de estrelar um desfile de moda mostra às pacientes que ainda há muito pelo que festejar”, afirma o diretor do hospital, Luiz Henrique Gebrin.
Perda de cabelo, emagrecimento, mudança no tom de pele. Esses são só alguns reflexos que a medicação e a permanência dentro de um hospital trazem. Para as mulheres isso representa um golpe ainda maior. “Períodos longos de internação têm um efeito devastador na auto-estima das mulheres. Elas se vêem despojadas de toda sua feminilidade e isso piora ainda mais o seu quadro geral, diminuindo a eficácia do tratamento. Diante disso, começamos a desenvolver uma série de atividades para resgatar esses elementos característicos do universo feminino e mostrar às pacientes que elas estão longe de deixarem de ser mulheres. O desfile de moda é uma das ações que fazem mais sucesso”, diz Gebrin.”
(Trechos do release de imprensa recebido pela redação).
Legal, não? O que você acha de transformar as pacientes em modelos? Deixe seu comentário!

Achei bem interessante a idéia e iniciativa. Parabéns! Seria bom que todos os hospitais ou clínicas adotassem algumas medidas como esta. Não só para mulheres, como também para crianças e homens.
Ajudar é um bem mútuo.
Ótimo muito ótimo mesmo, que sirva de exemplos a outros hospitais principalmente os de crianças que ficam internados.
que linda, brilhante e produtiva idéia. Parabéns para seus idealizadores. Saibam que a auto estima ajuda a cura de qualquer doenla..com essa iniciativa vcs podem ter certeza que muitas pacientes serão surpreendidas e vão suspreender com a cura. Que bom que ainda tem gente que se interessa por gente.
Achei maravilhoso. Parabéns! com isso vocês deram ênfase na importância da humanização do atendimento. No momento em que estas pessoas estão deitados em um leito hospitalar, sob medicações e seus efeitos adversos qualquer palavra amiga, gesto prestativo e atenção são capazes de fortalecer todos que estão vivendo momentos peculiares. Continuem adotando eventos como esse.
Att.
Liçoneide
Sem dúvida nenhuma que é muito mais que um simples desfile é uma realização para as pacientes, pois podemos ver o brilho nos olhos delas. Estive no hospital neste dia e acompanhei todo o desfile. Como é maravilhoso ver um pouco de esperança e alegria nos rosto de quem já sofreu tanto, mas que não desistiu de viver. Muitas delas já passaram pela pior faze, outras ainda estão enfrentando o tratamento, mas é um apoio, um incentivo, uma motivação para continuar….. A Diretoria do Hospital junto com seus patrocinadores estão de parabéns!!!!
Achei muito bacana a idéia, do diretor Luiz Henrique Gabrin pois sei bem o que é ficar varios dias seguidos em um hospital. Parabéns! Pela iniciativa.
Oi pessoal! Adoro o Delas e o blog tb! Estou sempre por aqui. Hoje, vim indicar um livro que acho que tem tudo a ver com as matérias do site. Não por um acaso, a autora sou eu…rs
Segue release:
Crise dos 20 é tema do livro de estréia de jornalista mineira
Não é de hoje que, na lista dos personagens preferidos da jornalista Fernanda Pinho, figuram Bridget Jones e Carrie Bradshaw, protagonistas das obras de Helen Fielding e Candace Bushnell, respectivamente. A preferência tem justificativa: uma identificação quase que total com as personagens eternizadas pelas interpretações de Renée Zellweger e Sarah Jessica Parker. Quase. Porque Fernanda é anos mais nova que elas. O que também não significa que ela seja nova o bastante para se derreter com as historinhas adolescentes, tema tão recorrente de filmes, livros e seriados.
“E foi assim, no meu vácuo etário – enquanto eu entulhava minhas Barbies e Caprichos, para dar espaço aos manuais de redação e potes de Renew – que, aos 20 anos (nem faz tanto tempo assim), tive um lampejo, sentei e inventei a Thelma”, escreve Fernanda no prefácio, de seu primeiro livro “E se eu for uma frigideira?”, que acaba de ser lançado pela editora Biblioteca 24×7.
O livro narra a história de Thelma Muniz, uma garota de 20 e poucos anos, estressada, neurótica e exagerada (a autora jura, de pés juntos, não se tratar de uma autobiografia). Thelma, há tempos, passou pelas crises existenciais da adolescência e ainda está longe de se preocupar com as primeiras rugas. É, portanto, uma garota sem problemas, certo? Errado! Sem namorado e ainda remoendo um fora que levou há dois anos, ela teme estar eternamente condenada à solteirice. Com o apoio das melhores amigas e de seu irmão, se mete em diversas situações insólitas na tentativa de encontrar a tampa de sua panela.
“A Thelma está em plena crise dos 20. Eu fiz questão de focar nisso pois percebo que os produtos dedicados às mulheres de 20 e poucos anos – seja na literatura, no cinema ou no jornalismo – são mínimos, se consideramos tudo o que é dito e feito para e sobre as balzaquianas ou as adolescentes, por exemplo”, explica Fernanda, que tem 25 anos e escreveu “E se eu for uma frigideira?” assim que completou 20.
O livro de estréia da jornalista, de Belo Horizonte, pode ser comprado pelo site http://www.biblioteca24×7.com.br .
Mais informações e agendamento de entrevistas:
(31) 8431 7240
Sobre o livro:
http://www.eseeuforumafrigideira.blogspot.com
Olha! Uma filial do Garotas que dizem ni, com a mesma cara! E com uma delas! Carreira solo é pra todo mundo…
A idéia é fantástica!!! Parabéns pela iniciativa. Com certeza é um impulso para o paciente sair do estado de choque.
nao importa adoenca o que devemos ter e auto estima em todo tempo risos descontracao momentos alegres isto serve sem duvida como remedio e como amelhor terapia.
Como isso e importante,isso faz toda a diferença a´alto estima de uma mulher em ver meswmo estando da quele jeito ela e olhada não sendo deixa da de lado sua vaidade!
Não são so batons sapatos cabelo no lugar não por pura frescura de vaidade e sim de questão de você de ve no espelho ser olhada se achar bonita e ser achada bonita e de vc mulher ter e sentir sua alto estima alta !
E tão dificil você ter tudo isso sentir tudfo isso depois de um cancer,isso e bom pois faz mulheres se ver que não importante o quando esteja doe nte o que importa e você ve que um ser huimano e que sente dor e nunca desistir mesmo que seje dificil o caminho e ver o quando você e importe e nunca esquecida!
claire, esse comentário no final “Legal, não? O que você acha de transformar as pacientes em modelos? Deixe seu comentário!” me lembrou muito a Lu do Rocio hehehehe mas é uma iniciativa bem legal…pra tirar o estigma de doença e morte que o hospital tem…