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15/04/2008 - 17:51

Mulheres no governo: alguns felizes, outros nem tanto

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Entre a poderosíssima secretária de estado americana, Condolezza Rice, a chanceler alemã Angela Merkel e até a brasileira chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, as mulheres ocupam cada vez mais as cadeiras políticas.

Na Espanha, a ex-ministra da Habitação Carme Chacón sobe mais um degrau nas conquistas ao se tornar a primeira mulher à frente do Ministério da Defesa da Espanha. A imagem de Carme, 37 anos e grávida de sete meses, passando as tropas em revista é extremamente poderosa para a forma como vemos as mulheres e como nos inserimos no mundo.

O país comandado por José Luis Rodríguez Zapatero tem maioria feminina no Ministério. “É o primeiro governo em que uma mulher está no ministério da Defesa, e é o primeiro governo em que há mais ministras do que ministros”, disse Zapatero em matéria para o Último Segundo.

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Mas se o aumento da presença feminina em cargos executivos anima alguns, ainda incomoda outros. O recém-reeleito premier italiano Silvio Berlusconi declarou, em jocosa entrevista a uma rádio, que Zapatero “terá problemas para governá-las [as mulheres nomeadas]… mas foi ele quem procurou”.

Berlusconi é conhecido por sua posição centro-direitista e por não ser exatamente sensível às questões femininas. Em março deste ano, em campanha, uma eleitora p questionou sobre as dificuldades de sustentar uma família na atual conjuntura econômica da Itália. Impávido, o político disse que ela devia “arrumar um marido”.

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E aí? Mulheres no governo ajudam ou complicam? Deixe seu comentário.

Com colaboração de Mayara Geraldini

Autor: admin - Categoria(s): Sem categoria Tags:

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1 comentário para “Mulheres no governo: alguns felizes, outros nem tanto”

  1. Mulheres em qualquer governo sempre ajudam. A presença da mulher cria de imediato o contra-ponto, a diferença e isso sempre é positivo. Quanto ao comentário de Berlusconi nada podia se esperar de um conservador. Entretanto, concordo com ele, “ele vai ter que governá-las, sim! Mulheres são menos corruptíveis, tem opinião própria e não fazem o cordão da mediocridade e dos conchavos masculinos. É ele vai ter que governá-las… Mas, se souber fazê-lo poderá contar com um primeiro escalão solidário, sensível, responsável e com certeza menos corrupto!

    Maiza Viana

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