Americanos preferem chefes homens a chefes mulheres
A pesquisa anual da Gallup Organizartion sobre Educação e Trabalho nos Estados Unidos, revela que o número de americanos que preferem trabalhar com chefes do sexo masculino é aproximadamente o dobro dos que preferem as chefes mulheres.
Enquanto a maioria dos homens e dos jovens americanos não tem preferência pelo gênero de seus superiores nas empresas, as mulheres e os trabalhadores mais idosos preferem trabalhar com chefes homens.
Resultados Gerais
Com uma margem de 37% contra 19%, os americanos afirmam que se aceitassem um novo emprego, gostariam que seu novo chefe fosse um homem e não uma mulher. Os 43% restantes afirmam espontaneamente que o gênero não faria diferença na escolha.
No decorrer dos anos, o resultado desta pesquisa sofreu algumas flutuações, mas o índice de pessoas que preferem chefes mullheres nunca ultrapassou 22%.

A Gallup realizou esaa pesquisa pela primeira vez em 1953. Na época, dois em cada três americanos preferiam ter um chefe do sexo masculino, enquanto apenas 5% preferiam um chefe do sexo feminino e 25% voluntariamente disseram não ter preferência.
A partir de 1982, esta diferença começou a reduzir até que, nos dias atuais, a preferência pelo gênero do chefe deixou de ter a importância que tinha no passado.
Mesmo assim, em todas as pesquisas, a preferência por chefes homens sempre foi superior à preferência por chefes mulheres.
Homens x Mulheres
Os homens e mulheres americanos têm perfis distintos quanto ao chefe desejado. As mulheres têm uma maior preferência por um gênero específico, enquanto os homens são mais propensos a responder que o gênero do seu superior na empresa não tem importância.
A maioria dos homens (56%) afirma não ter preferência por chefes homens ou mulheres, enquanto 34% preferem trabalhar com chefes do sexo masculino e 10% preferem chefes do sexo feminino. Entre as mulheres, 40% afirmaram preferir um novo chefe homem, 26% uma nova chefe mulher, e 32% afirmam que o gênero não faz diferença.

Sobre a pesquisa
Pesquisa realizada por telfone entre os dias 7 e 10 de agosto de 2006 com 1007 entrevistados norte-americanos, maiores de 18 anos, dentro de uma amostra randômica em âmbito nacional. Segundo dimensão da amostra, pode-se afirmar com 95% de confiança que o erro atribuído à amostragem e outros efeitos aleatórios pode chegar a +/- 3 pontos percentuais.
Mais informações:
http://www.gallup.com.br
