01/07/2009 - 11:52
Responda honestamente: seu marido, namorado ou companheiro que divide o teto com você divide também as tarefas domésticas? Essa divisão é justa?
Acho que pouquíssimas mulheres podem responder “sim” às duas questões anteriores. Muitas vezes, inclusive, somos permissivas com eles, justificando a nossa sobrecarga com argumentos do tipo “mas ele trabalha tanto fora de casa” ou “prefiro fazer eu mesma, porque faço os serviços domésticos mais rápido”.
Se continuarmos pensando assim, tiramos deles a oportunidade de aprender e de se responsabilizar, efetivamente, pela manutenção de um bem-estar que também serve a eles. Afinal, todo mundo prefere olhar para uma pia limpinha, com a louça lavada, do que para uma bagunça geral na cozinha, certo?
Pensando nisso, uma associação espanhola formada apenas por homens lançou uma campanha pela igualdade também no âmbito doméstico. A ideia é que os homens ajudem também no lar e se comprometam a dividir de fato as tarefas domésticas — sim, porque ele levar o lixo para fora enquanto você prepara o jantar, lava a louça, põe a roupa na máquina de lavar e faz a cama não é lá uma grande igualdade.
>> Leia a matéria completa aqui: Grupo quer que espanhóis ajudem mais em casa
O bacana é que, além de defenderem esse envolvimento masculino, eles também oferecem cursos rápidos de cozinha, costura, arrumação e limpeza da casa. Ou seja, agora os homens podem esquecer a velha desculpa do “amor, é melhor você, que faz melhor, fazer logo isso para a gente poder pegar um cineminha”. Pelo menos na Espanha…

Aqui, enquanto não surge nenhuma associação deste tipo, podemos nós mesmas começar a convencê-los da importância de uma divisão justa também dentro de casa — e agir para isso. Afinal, posar de politicamente correto entre os amigos e se negar a lavar uma loucinha é coisa do passado. Tem que ser.
>> Se você ou seu namorado/marido/noivo/companheiro leem em espanhol, vale uma visita ao site da associação: AHIGE - Asociación de Hombres por la Igualdad de Género
Ontem e hoje: pela divisão justa das tarefas domésticas!

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24/06/2009 - 18:33
Ontem me surpreendi com a notícia de uma ex-modelo britânica que foi condenada por bigamia.
Emily Horne, de apenas 30 anos, já se casou cinco — isso mesmo, cinco! — vezes, sem ter se divorciado em nenhuma delas.
Tem gente que tem compulsão por compras; outros por jogo ou comida. Aparentemente, Emily é compulsiva por casamentos. O primeiro ela contraiu um dia após completar 18 anos.
>> Leia notícia completa aqui
Como a poligamia é crime, ela será processada — e pode ser condenada (pela segunda vez) a passar um tempo no xilindró.
O juiz que condenou a mulher à prisão da outra vez, em 2004, definiu-a como “uma mulher muito atraente, mas muito predatória”. E a questão que muitas leitoras levantaram, diante dos comentários de leitores que se apressaram em tachar Emily de nomes poucos lisonjeiros, foi: se fosse o caso de um homem polígamo, a reação seria a mesma?
E você, o que acha?

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17/06/2009 - 15:39
Faz tempo que as capas das revistas masculinas são dominadas por ex-BBBs, mas nem sempre foi assim. Atrizes como Maitê Proença, Vera Fischer e Christiane Torloni já foram as estrelas da Playboy antes da era das dançarinas do tchan e das famigeradas ex-BBBs.
Não dá para negar que a presença destas mulheres dava um ar um pouco mais sofisticado aos ensaios fotográficos. Afinal, elas eram personalidades que, se não posassem nuas, já tinham sua fama e uma carreira à parte de mostrar os dotes mais ou menos retocados eletronicamente.
Mas, independentemente da escalação dos ensaios, as mulheres costumam folhear revistas como a Playboy e similares com olhos muito críticos: “aposto que apagaram uma celulite aqui!”, “nossa, como ela é vulgar” e “ah, mas ela nem é tudo isso para esse cachê” são as frases mais ouvidas quando um grupo de moças confere o conteúdo da última revista de pelada nas bancas.
Nestas frases, verdades (como o borrachão na celulite — gente, convenhamos, todo mundo tem) e preconceitos se misturam.
Mas hoje vamos tentar deixar as maldades de lado, meninas, e responder com sinceridade: vocês posariam nuas? Por qual cachê e sob quais condições (ter um fotógrafo famoso fazendo os cliques, ambientar o ensaio em alguma cidade chique ou exótica, ter poder de veto sobre as fotos que serão publicadas)?
* Aviso aos meninos, que são bem-vindos para dar sua opinião também e inclusive comentar se teriam ciúme caso as namoradas ou mulheres topassem um ensaio ao natural: comentários de baixo calão ou que não tenham nada a ver com o tema serão vetados, por razões óbvias. A casa agradece!

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03/06/2009 - 11:18
Hoje, qualquer casal que queira se divorciar tem dois caminhos: pedir primeiro a separação judicial (e, depois de um ano, divorciar-se legalmente) ou, comprovando com testemunhas que a separação ocorreu há mais de dois anos, divorciar-se de uma vez. Ou seja, para se divorciar legalmente, você precisa ter se separado há dois anos - tempo mais que suficiente para repensar uma decisão, passar por voltas e reviravoltas e encarar um bocado de constrangimento por estar separada na prática, mas casada perante a lei.
Isso pode mudar em breve. Há uma emenda à Constituição, já aprovada pela Câmara Federal em primeiro turno, que propõe facilitar os trâmites do divórcio. O divórcio poderia sair no mesmo momento do pedido.
* Atualização: ontem a lei foi aprovada pela Câmara dos Deputados; agora, precisa passar pelo Senado. Veja o vídeo.
O autor da emenda é o deputado Sérgio Barradas Carneiro, do PT baiano. Para ele, “da maneira como funciona hoje, há gastos com a separação judicial e depois com o divórcio. Ainda toma tempo do Judiciário e, para muitos casais, implica prolongar a dor, primeiro com a separação judicial e depois com o divórcio”.
Leia a notícia aqui.
Por outro lado, há quem argumente que essa facilidade pode fragilizar ainda mais o núcleo familiar, aumentando o número de divórcios e diminuindo as chances do casal se reconciliar.
Veja o vídeo.
E você, o que acha? A lei que simplifica o divórcio deve ser aprovada?
** Post publicado originalmente em 22 de maio.
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26/05/2009 - 15:56
Li hoje, no Último Segundo, que um casal britânico completou nada menos que 81 anos de casamento. Isso mesmo, 81!
Frank tem 101 anos e Anita tem 100. Eles se casaram dois anos depois de se conhecerem, em um clube de dança da Associação Cristã de Moços. Passaram pelos bombardeios da Segunda Guerra e tiveram dois filhos, cinco netos e sete bisnetos.

Ambos moram em uma casa de repouso e dizem que ainda têm pequenas discussões — mas sempre se beijam e se abraçam antes de dormir.
(Parêntese para um pequeno ataque de fofura: awwwwwwwwwwn, que bonitinhos!
Pronto, passou).
Será que existe um segredo para esse sucesso, gente? Gostaríamos de saber. Para um dos filhos do casal, eles simplesmente são felizes juntos.
E você, o que acha? Qual o segredo para fazer um casamento duradouro?
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08/05/2009 - 16:57

A jogadora de futebol Marta passa um hidratante durante o treino
Dos homens que você conhece, quantos se encontram com os amigos rotineiramente para jogar uma pelada com os amigos? Tenho certeza que a maioria, e mesmo que e os caras não sejam assim tão fã da prática de esportes, pelo menos tenho certeza que eles saem para beber uma cervejinha no happy hour para assistir a rodada do Brasileirão ou jogar compeonatinho de Winning 11.
Não tem jeito! O mundo da bola faz parte do universo masculino, mas será que na vida moderna o futebol continua sendo só coisa de homem? Mas é claro que não.
Outro dia fui convidada por um grupo de amigas para jogar com a mulherada. O grupo começou com 11 meninas, um campo de society e um técnico engajado em fazer um bando de mulherzinha a jogar bola. Hoje, menos de 1 ano depois, já são mais de 20 meninas, que pegam meião, chuteira e caneleira todas às terças-feiras para jogar um society. Aliás, já estão planejando entrar em um campeonato e a dedicar mais um dia da semana ao esporte.

Elas começaram em 11 e hoje são 20
A fisioterapeuta e professora de pilates Fernanda Sanchez é quem teve a ideia de formar um time junto com a sua aluna Carol. “Nós resolvemos iniciar um esporte, que fosse possível realizar com as amigas e ao mesmo tempo uma atividade física de alto gasto energético”.
É claro que a bola é rosa, as chuteiras com modelos invocados e a quadra cheira à Victoria’s Secret, mas na hora de jogar não tem essa de cuidado. Gritinhos estridentes à parte, não tem alma cheirosa, que consiga sair sem pelo menos um roxo na perna.
Mas o que seria um hematina, se você sai com mais torneada depois de uns meses praticando? Para a administradora de empresas Carolina Carvalho Dantas, futebol é sim coisa de mulher. “Jogar bola é até uma dica de beleza”, diz.
No final do jogo é só correr pra casa, passar um gelo nos hematomas e mandar ver no esmalte vermelhão. Porque todo mundo, sem exceção, sai com o dedão do pé roxo.
O problema é que quando o assunto é viver profissionalmente do esporte, os homens ainda saem disparado na frente. Até a nossa jogadora da seleção, Marta, considerada a melhor do mundo, há muito pouco tempo consegue viver de jogar bola, e claro fora do país.

A brasileira Marta é considerada a melhor jogadora de futebol do mundo
Mesmo assim, a gente cruza os dedos e torce para a evolução do esporte e comemora a cada conquista. Semana passada por exemplo foi oficialmente lançada a “Copa Futebol Mulher” com a participação de alguns dos maiores e mais tradicionais clubes do estado de São Paulo. Além dos gigantes Corinthians, Palmeiras, Santos e Lusa, a tradição estará em campo com a presença do Juventus, e as novidades ficam por conta de E.C. Banespa, Centro Olímpico, Itaqua, São Bernardo e Eagles Brasil.
O campeonato começa no final do mês, dia 27. Acompanhe!
E você? Já pensou em montar um time? É um ótimo motivo para juntar as amigas, fazer uma atividade física e, ainda, sem exageros claro. Beber uma cervejinha depois, vez ou outra.
Leia mais:
Campeonato Paulista e Copa Futebol Mulher agitam calendário feminino
Enviado por: mayara geraldini - Categoria(s): Sem categoria
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30/04/2009 - 17:29
Hoje é o Dia Nacional da Mulher.
Não é de se estranhar que o “assunto” tenha sido quase totalmente ignorado pela imprensa, uma vez que vivemos tempos de incerteza, e medo por conta da tal Gripe Suína (desculpem, mas ainda não aderi à nova nomenclatura da doença, estabelecida pela OMS). E também pelas “trocentas” homenagens prestadas no dia 8 de março, o Dia Internacional da Mulher.
Confesso que eu não sabia desta comemoração de 30 de abril. Quem me contou foi a Juliana, editora do iG Beleza e responsável pelo blog Truques de Beleza. Portanto, parabéns em verde e amerelo para todas nós.
Ah, quase deixei passar. Me chamou atenção uma notícia de hoje, sobre mulheres que estão fazendo UMA SEMANA de greve de sexo no Quênia, em protesto contra as disputas dentro do governo de coalizão do país. Segundo as ativistas, a ação (ou, não ação) é uma tentativa de evitar que se repita a onda de violência que afetou o país depois das eleições de 2007.
Determinadas, elas estão dispostam a pagar prostitutas para que suspendam suas atividades e também pedem às mulheres do presidente e do primeiro-ministro do Quênia para que se unam ao protesto.
Leia a notícia na íntegra, aqui.
>>O que você acha? Estas mulheres estão se privando de seus prazeres por uma boa causa? É uma alternativa poderosa e poderá impedir uma nova onda de violência no Quênia?
**estou assinando como Clarissa Passos, que é a “dona” deste blog. Mas, quem escreve é a Marie, editora do iG Gourmet, e a última a se juntar ao querido núcleo feminino do iG. Muito prazer!
Enviado por: Clarissa Passos - Categoria(s): Sem categoria
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17/04/2009 - 09:03
Recebi um vídeo essa semana reproduzindo algumas “barbeiragens” que as mulheres cometem quando estão ao volante. E quem me mandou não foi um homem zombando de nós, mas uma amiga, indignada com esse preconceito que ainda hoje existe nas ruas do mundo todo.
Eu confesso que às vezes me pego falando “tinha que ser mulher” quando vejo algo errado no trânsito. Acho que nós mesmas já incorporamos esse preconceito. A verdade é que não importa o sexo, quem dirige diariamente terá mais segurança ao volante (e consequentemente irá dirigir melhor) do que quem dirige apenas aos finais de semana ou em ocasiões especiais.
Sejamos sinceras, quando você vai viajar com o seu marido: quem assume o volante? Muitas vezes a própria mulher pede para o companheiro dirigir, seja por insegurança ou receio de ouvir comentários machistas (e desnecessários).
Deixando os preconceitos de lado, afinal, já vi mulher fazer balisa melhor do que muito homem por aí, divirtam-se com esse vídeo com algumas bobagens ao volante mundo afora.
Caso não consiga visualizar o vídeo, clique aqui.
Espero que tenham gostado, porque não importa quem estava dirigindo, as cenas são hilárias do mesmo jeito!
Enviado por: Anamaria Rinaldi - Categoria(s): Sem categoria
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06/04/2009 - 17:18
Fiquei surpresa ao receber a notícia, na sexta-feira, de que dois jornais israelenses haviam apagado as mulheres de uma foto do gabinete de governo. Como assim, apagado?
Assim, ó:

Os jornais em questão são ultraortodoxos - portanto, seguem à risca as leis judaicas, independentemente de quão retrógradas elas possam parecer no mundo atual.
Dessa forma, muitos acreditam que publicar fotos de mulheres é um desrespeito ao recato delas.
Leia aqui a notícia na íntegra.
Mas Limor Livnat, ministra da Educação, e Sofa Landver, da Imigração, que se juntaram aos outros 28 ministros do governo para a foto oficial, talvez tenham se sentido mais desrespeitadas ao terem suas imagens excluídas.
>> E você, o que acha? O que deve prevalecer nesse caso: a religião ou o profissionalismo? É uma simples questão de respeito à tradição ou preconceito?
Enviado por: Clarissa Passos - Categoria(s): Sem categoria
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18/03/2009 - 18:59
A Clarissa é editora do iG Delas, tem 30 anos e acredita no poder do exercício para uma vida melhor (mas desiste da caminhada semanal quando está chovendo). A Juliana é editora do iG Beleza e Dieta, tem 23 anos e, entre casar ou comprar uma bicicleta, diz “não, obrigada” para os dois.
As duas foram convidadas pela Contours, uma academia especializada em treino para mulheres, para fazer um “test drive” de um mês do programa de exercícios. Estes foram os resultados.
SEMANA 4, por Clarissa
Conseguimos! Entre trancos e barrancos e alalaôs, Jules e eu fizemos nossas quatro semanas de academia feminina.
Fomos as alunas mais aplicadas? Não fomos, não vou mentir para você… A recomendação da assessora foi bem clara, e foi reforçada pelas professoras: o ideal é ir todos os dias. Se isso é impossível, ao menos três vezes por semana. Menos que isso compromete os resultados.
Pois bem, confesso que teve semanas em que fui duas vezes. E, mesmo assim, achei que tive resultados ótimos - mas isso porque eu defino “resultados” como mais disposição e vitalidade. Claro que não perdi nenhum dos meus míseros 43 quilos, graças a Deus, senão eu podia sumir. Mas, como eu disse, não levei a periodicidade do projeto a ferro e fogo.
Vou confessar mais: fiquei com vontade de continuar por conta própria! Estranho, né?, vindo de alguém que começou a experiência detestando academia. Não sei se foi o clima amigável do lugar, ou a diversidade de tipos que apareciam por lá… Ainda acho que música de academia é um saco, mas até entendo que precisa ser algo com ritmo, para marcar os movimentos dos exercícios.
E aprendi uma lição valiosa com esta experiência: meninas, perseverem! Não se entreguem à preguiça. O importante dos exercícios físicos é não sucumbir àquela preguicinha de um dia. Quando pensar “ai, não vou treinar hoje…”, lembre-se que você pode ficar na cama amanhã, ou faça uma promessa meio maluca, sei lá. O ponto é: não pare. Fica muito mais difícil recomeçar depois…
Outro ponto importante é: preste atenção ao seu corpo. Você sabe quanto exercício está te fazendo bem, e quanto a mais vai fazer mal - machucar, exaurir, viciar. Fique atenta ao seu ritmo e observe como se sente depois da aula: disposta ou acabada?
Ainda estou pensando se vou continuar ou não… Acho que isso já foi um resultado surpreendente para mim!
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SEMANA 4, por Juliana
Deve ter uma explicação, daquelas bem pós-modernas, para eu não conseguir permanecer entusiasmada com as tais atividades físicas. Sim! Consegui chegar a quarta e última semana sã e salva, porém com uma disposição zero para ir à academia.
Isso poderia ser totalmente negativo, mas fazendo um balanço das últimas semanas, diria que mesmo não conseguindo manter o ritmo, evolui muito no abandono da vida sedentária, quando percebi os benefícios de se fazer exercícios físicos.
Pode parecer um monstro, mas acordar mais cedo e malhar dá muita disposição durante o resto do dia; olhar para as mudanças do corpo (sim elas aconteceram! Um tanto tímidas, mas deu pra notar) é bem animador; deixar o corpo com mais resistência; e mandar o stress embora são alguns fatores que afetaram diretamente meu dia-a-dia.
Mas a partir do momento que se inclui na rotina uma atividade física, você acaba mudando outros hábitos relacionados à saúde também: passei a prestar mais atenção na alimentação, diminui os cigarros diários, estabilizei meu sono, e até comecei uma atividade física paralela. (Tudo bem que faz uma semana que não corro, mas de qualquer forma, comecei!)
A principal mudança de tudo isso foi começar, por isso acredito que de qualquer forma o resultado desse um mês de malhação já era positivo desde o dia que aceitei mudar um pouco o estilo de vida. Agora o desafio é arrumar caminhos para fazer durar!
Quer relembrar a saga desde o início? Pois leia aqui como as editoras encararam a primeira, a segunda e a terceira semanas.
Enviado por: Clarissa Passos - Categoria(s): Sem categoria
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